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Aena vence leilão do Aeroporto do Galeão com oferta de R$ 2,9 bilhões

A espanhola Aena conquistou a concessão do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, ao apresentar um lance de R$ 2,9 bilhões em leilão realizado nesta segunda-feira (30), na B3, em São Paulo.

O valor superou com folga o lance mínimo, estipulado em R$ 932 milhões, e consolidou a empresa como nova controladora do terminal.

Disputa acirrada entre operadoras globais

O leilão contou com uma disputa intensa entre três concorrentes. A Aena saiu vencedora ao superar a proposta da Zurich Airport, que ofertou R$ 2,8 bilhões, e do consórcio Rio de Janeiro Aeroporto, com R$ 1,88 bilhão.

A etapa final ocorreu em formato de viva-voz, elevando significativamente os valores apresentados inicialmente.

Novo contrato e pagamento à União

Além do aporte inicial, a concessionária vencedora deverá repassar à União uma taxa anual de 20% do faturamento bruto da concessão até 2039. Com isso, a Aena assume 100% do controle do Galeão.

O modelo de concessão foi estruturado para garantir maior equilíbrio financeiro e alinhamento com contratos mais recentes do setor aeroportuário.

Acordo evitou devolução da concessão

O leilão é resultado de um acordo aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que viabilizou a reestruturação do contrato.

O operador anterior havia manifestado intenção de devolver o aeroporto em 2022, após prejuízos causados pela queda no fluxo de passageiros durante a pandemia de covid-19.

Entre as mudanças, ficou definida a saída total da Infraero, que detinha 49% da participação, enquanto o restante era controlado pela Vinci Airports e pela Changi Airports International.

Meta é ampliar movimento de passageiros

O governo federal projeta crescimento expressivo no movimento de passageiros do Galeão nos próximos anos. A expectativa é elevar o fluxo de cerca de 18 milhões para 30 milhões de passageiros anuais em até três anos.

O terminal já apresenta recuperação desde a redistribuição de voos do Aeroporto Santos Dumont, medida adotada a partir de 2023. Em 2025, o Galeão registrou 17,8 milhões de passageiros, o maior volume recente.

Quem é a Aena, nova operadora do Galeão

A Aena é considerada a maior operadora aeroportuária do mundo, com gestão de 80 aeroportos e dois heliportos em cinco países.

No Brasil, a empresa administra 17 aeroportos em nove estados, incluindo o movimentado Aeroporto de Congonhas, e responde por cerca de 20% da malha aérea nacional.

Globalmente, os terminais sob gestão da companhia movimentaram mais de 450 milhões de passageiros em 2025, sendo 321,6 milhões na Espanha e 45 milhões no Brasil.

A empresa iniciou operações no país em 2020, com aeroportos no Nordeste, e ampliou sua presença em 2023 ao assumir novos terminais em estados como São Paulo, Minas Gerais e Pará.

Além de Brasil e Espanha, a companhia também atua no Reino Unido, México e Jamaica, reforçando sua posição no mercado internacional de infraestrutura aeroportuária.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: Modais em Foco

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Sudeste registra maior movimento de passageiros aéreos em fevereiro desde 2000

A aviação civil no Sudeste do Brasil alcançou um marco histórico em fevereiro de 2026, com 4.902.827 passageiros embarcando nos aeroportos da região. O número representa o maior movimento para o segundo mês do ano desde 2000, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) iniciou a série histórica, e supera em 6,8% o volume registrado em fevereiro de 2025, que foi de 4.590.505 passageiros.

O Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) lidera o ranking de movimentação, com 3,6 milhões de passageiros no período, seguido por Congonhas (SP), com 1,8 milhão; Galeão (RJ), com 1,6 milhão; e Confins (MG), com 907 mil passageiros. A ponte aérea entre Congonhas e Santos Dumont se manteve como a rota mais movimentada, transportando 299.963 passageiros em fevereiro.

Crescimento impulsionado por confiança e investimentos

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os números refletem o fortalecimento do setor e os avanços em políticas públicas de infraestrutura.

“Mais passageiros e voos significam mais empregos, mais turismo e mais desenvolvimento econômico. Seguimos investindo para ampliar a conectividade do país e garantir que a infraestrutura aeroportuária acompanhe esse ritmo de expansão”, afirmou.

Expansão das conexões internacionais

O tráfego internacional também apresentou forte crescimento. Foram 1.039.931 passageiros em voos para o exterior, alta de 11,8% em relação aos 929.596 do mesmo mês de 2025. O número de voos internacionais partindo do Sudeste subiu de 5.121 para 5.573, ampliando a conectividade aérea do Brasil com diferentes continentes.

Entre os destinos internacionais mais procurados, destacam-se a rota Galeão–Santiago (Chile), com 137.976 passageiros, e a ligação Galeão–Buenos Aires (Argentina), com 95.022 viajantes em fevereiro.

Investimentos fortalecem infraestrutura aeroportuária

Em 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos anunciou R$ 5,6 bilhões em investimentos em 21 aeroportos do país, incluindo terminais do Sudeste, com foco em ampliação da capacidade, modernização e melhorias nos serviços aos passageiros.

Os aportes mais significativos foram destinados a Congonhas (SP), com cerca de R$ 2,5 bilhões. As ações visam atender à crescente demanda, otimizar a experiência dos usuários e reforçar a competitividade dos aeroportos brasileiros no cenário de retomada do setor aéreo.

“Estamos criando um ambiente mais estável e atrativo para investimentos, resultando em aeroportos mais eficientes e melhores oportunidades de desenvolvimento para as regiões”, destacou Costa Filho.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Leilão do Aeroporto do Galeão acontece em 30 de março com lance mínimo de R$ 932 milhões

O leilão do Aeroporto do Galeão está marcado para o dia 30 de março, às 15h, em uma iniciativa conduzida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em parceria com a B3. A sessão pública ocorrerá na sede da bolsa, em São Paulo, com transmissão ao vivo pela internet.

O processo envolve a chamada venda assistida do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim, um dos principais terminais aéreos do país.

Critério será maior oferta econômica

O certame terá como base a melhor proposta econômica, considerando a maior oferta de contribuição inicial. O valor mínimo estipulado para participação é de R$ 932 milhões.

Além disso, o vencedor deverá pagar à União uma contribuição variável de 20% do faturamento bruto anual da concessão, válida até o fim do contrato, previsto para 2039.

Aquisição inclui controle total da concessionária

De acordo com o edital, o leilão prevê a compra de 100% das ações da Concessionária Aeroporto Rio de Janeiro (CARJ), atual operadora do terminal.

A operação também marca a saída da Infraero, que hoje possui 49% de participação societária. O modelo foi estruturado após contribuições coletadas em consultas e audiências públicas realizadas ao longo de 2025.

Documentos e participação da imprensa

Os interessados podem acessar todos os documentos relacionados à concessão do Galeão no site oficial da Anac.

Jornalistas que desejarem acompanhar o leilão presencialmente devem realizar credenciamento prévio junto à B3. Também será possível assistir ao evento de forma online, garantindo maior transparência ao processo.

Expectativa para o setor aeroportuário

O leilão do Galeão é visto como um passo relevante para o fortalecimento do setor aeroportuário brasileiro, com potencial para atrair novos investimentos e melhorar a gestão de um dos principais hubs do país.

A expectativa é que o novo operador contribua para ampliar a eficiência, a qualidade dos serviços e a competitividade do aeroporto no cenário internacional.

  • Data: 30/3 (segunda-feira)  
  • Horário: 15h
  • Local: Rua Álvares Penteado, 218, Centro, São Paulo*  
  • Transmissãohttps://www.youtube.com/live/7XZ5YTYlrdE 
    *A entrada para o leilão ocorrerá pela rua paralela (Rua Álvares Penteado, 218), pois a entrada principal está interditada.

FONTE: Anac
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN

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Aviação brasileira bate recorde histórico com 22,9 milhões de passageiros no início de 2026

A aviação brasileira começou 2026 com resultados inéditos. Entre janeiro e fevereiro, o país registrou 22,9 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais, o maior volume já contabilizado para o período nos últimos 25 anos. O número representa um crescimento de 10,1% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

Os dados fazem parte do Relatório de Demanda e Oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), consolidado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, e reforçam a relevância do setor como termômetro da economia nacional.

Setor aéreo reflete aquecimento da economia

O avanço no fluxo de passageiros está diretamente ligado ao aumento da circulação de pessoas para turismo, negócios e acesso a serviços. Esse movimento indica maior confiança do consumidor e expansão de diferentes segmentos econômicos.

Segundo o ministro Silvio Costa Filho, o desempenho evidencia um cenário de crescimento e maior conectividade no país. Para ele, o aumento da demanda por viagens demonstra dinamismo econômico, geração de oportunidades e fortalecimento do setor aéreo brasileiro.

Crescimento contínuo após a pandemia

O resultado consolida a trajetória de recuperação da aviação civil desde os impactos causados pela pandemia. Em 2021, pouco mais de 11 milhões de passageiros foram registrados no mesmo período. Desde então, o volume vem crescendo de forma consistente, superando inclusive os níveis anteriores à crise sanitária.

Em janeiro de 2026, o total chegou a 12,4 milhões de passageiros. Já em fevereiro, foram contabilizados 10,5 milhões, alta de 9,9% na comparação anual.

Voos internacionais impulsionam alta

A expansão da aviação internacional teve papel importante no desempenho do setor. No primeiro bimestre, mais de 5,7 milhões de passageiros viajaram entre o Brasil e outros países, crescimento de 14,9% frente ao mesmo período do ano passado.

O resultado reflete a maior procura por viagens durante a temporada de férias e verão, além do fortalecimento das conexões aéreas com mercados globais, tanto para lazer quanto para atividades profissionais.

Sudeste lidera movimentação de passageiros

A distribuição regional mostra a liderança do Sudeste, responsável por 10,6 milhões de embarques nos dois primeiros meses do ano. Na sequência aparecem:

  • Nordeste: 4 milhões de passageiros;
  • Sul: 2,4 milhões;
  • Centro-Oeste: 1,9 milhão;
  • Norte: 928 mil.

Os dados evidenciam a concentração da demanda nas regiões mais populosas e com maior infraestrutura aeroportuária, mas também indicam crescimento nas demais áreas do país.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: MPor

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Movimentação de passageiros aéreos no Sul bate recorde histórico em janeiro

A movimentação de passageiros aéreos na Região Sul do Brasil atingiu um novo recorde em janeiro, alcançando 1.315.356 viajantes nos aeroportos da região. O volume representa o melhor resultado já registrado para o primeiro mês do ano desde o início da série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), iniciada em 2000.

O desempenho reforça o crescimento da aviação civil brasileira e evidencia a importância dos aeroportos do Sul como polos de turismo, negócios e integração regional.

Porto Alegre lidera movimentação de passageiros

Entre os principais terminais da região, o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, registrou a maior movimentação, com 660.510 passageiros entre embarques e desembarques.

Na sequência aparecem o Aeroporto Internacional de Florianópolis, com 645.985 passageiros, e o Aeroporto Internacional Afonso Pena, na região de Curitiba, que contabilizou 501.450 viajantes no período.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o resultado reflete a retomada da economia e o fortalecimento do setor aéreo. Segundo ele, o crescimento indica maior confiança dos consumidores e aumento das viagens tanto a lazer quanto a trabalho.

Destinos turísticos impulsionam fluxo regional

O levantamento da Anac também destaca a relevância de destinos turísticos na movimentação aérea do Sul. Entre os aeroportos com maior fluxo estão Foz do Iguaçu, que registrou 243.629 passageiros, e Navegantes, com 209.899 viajantes.

Ao todo, 23 aeroportos da Região Sul operaram voos comerciais em janeiro, formando uma rede estratégica de conexões aéreas que contribui para o crescimento do turismo, da atividade empresarial e da logística regional.

Além do fortalecimento do setor turístico, o dinamismo econômico da região — impulsionado por um agronegócio forte e uma indústria diversificada — gera intenso fluxo de viagens corporativas, ampliando a demanda pelo transporte aéreo.

Integração aérea com países do Mercosul

Outro destaque é a forte integração aérea com países da América do Sul, especialmente com integrantes do Mercosul.

Entre os destinos internacionais partindo da região, a Argentina lidera com 54% dos passageiros, seguida pelo Chile, responsável por 31% do fluxo internacional.

Juntos, esses dois destinos concentraram 138.447 passageiros de um total de 157.195 viajantes internacionais registrados em janeiro nos aeroportos do Sul.

Completam a lista dos principais destinos o Panamá, com 5,15%, Portugal, com 4,5%, e Peru, com 3%.

Os números indicam que os estados do Sul atuam como um hub estratégico de conexões internacionais, reduzindo a dependência de escalas em grandes centros como São Paulo ou Rio de Janeiro.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Alta do petróleo deve encarecer passagens aéreas, afirma presidente da Gol

O aumento recente no preço do petróleo no mercado internacional deve pressionar o custo das passagens aéreas no Brasil. A avaliação é do presidente-executivo da Gol Linhas Aéreas, Celso Ferrer, que indicou a possibilidade de repasse parcial desse custo ao consumidor.

Segundo o executivo, o setor possui mecanismos para enfrentar oscilações no valor do combustível, mas parte da elevação tende a chegar ao preço final das passagens.

Volatilidade do petróleo pressiona custos das companhias aéreas

Durante participação em um evento nesta quinta-feira (12), Ferrer destacou que o mercado de energia passa por um período de forte volatilidade no preço do petróleo, fator que impacta diretamente a aviação.

De acordo com ele, empresas aéreas costumam ter alguma capacidade de absorver aumentos de custo no curto prazo. Ainda assim, o repasse parcial é considerado natural dentro da dinâmica do setor.

“Temos diferentes ferramentas para lidar com essas oscilações, mas algum repasse para as passagens aéreas acaba acontecendo”, afirmou o executivo.

Reajuste do querosene de aviação aumenta pressão sobre tarifas

No início de março, a Petrobras anunciou um aumento de 9,4% no preço do querosene de aviação (QAV), combustível essencial para o transporte aéreo.

O reajuste ocorreu após a escalada do barril de petróleo no mercado internacional, impulsionada pelas tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.

Como o combustível representa uma das maiores despesas das companhias aéreas, mudanças nesse preço costumam ter impacto direto nos custos operacionais do setor.

Expansão internacional da Gol segue mantida

Apesar do cenário de aumento nos custos do combustível, Ferrer afirmou que a estratégia de expansão internacional da Gol permanece inalterada.

A companhia pretende utilizar o Aeroporto Internacional do Galeão como um hub para ampliar a oferta de voos de longa distância.

Segundo o executivo, o plano de crescimento da empresa está estruturado no longo prazo e não deve ser afetado por oscilações momentâneas no preço do petróleo.

Frota da Gol deve crescer nos próximos anos

Além da ampliação de rotas internacionais, a companhia também pretende expandir sua frota. A estratégia inclui aumentar gradualmente o número de aeronaves da Airbus.

Ao mesmo tempo, a empresa ainda aguarda a entrega de 85 novos jatos da Boeing, previstos para chegar ao longo dos próximos anos.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Gol

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Mulheres ocupam 51% dos empregos no Aeroporto de Salvador e ampliam presença em cargos de liderança

O Aeroporto de Salvador, administrado pela Vinci Airports, registra um cenário expressivo de participação feminina em seu quadro de colaboradores. Atualmente, as mulheres representam 51% dos postos de trabalho no terminal da capital baiana e ocupam 36% dos cargos de liderança, reforçando o avanço da equidade de gênero no setor aeroportuário.

O dado ganha destaque especialmente no contexto do Dia Internacional da Mulher, celebrado em março, e evidencia o crescimento da presença feminina em áreas estratégicas da aviação civil brasileira.

Participação feminina cresce em áreas operacionais do aeroporto

Desde o início da concessão do terminal, o Salvador Bahia Airport mantém indicadores acima da média nacional em relação à presença feminina em funções de destaque.

Além da liderança, a participação das mulheres também vem aumentando em áreas historicamente associadas ao público masculino, como a operação aeroportuária e a Seção de Combate a Incêndios.

Na área operacional, por exemplo, 47% das vagas são ocupadas por mulheres, percentual que cresceu cerca de 10% nos últimos dois anos. O avanço reflete uma política corporativa voltada para ampliar oportunidades profissionais e reduzir barreiras de gênero dentro da estrutura aeroportuária.

Política de equidade salarial e reconhecimento internacional

A administradora Vinci Airports, considerada uma das principais operadoras globais de aeroportos, adota mecanismos de acompanhamento da equidade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.

Todos os anos, o aeroporto participa da avaliação global de equidade de gênero promovida pela empresa. Em 2025, o Aeroporto de Salvador alcançou 99 pontos em uma escala de 100, considerando critérios como:

  • igualdade salarial
  • oportunidades de promoção
  • políticas de apoio após licença-maternidade

Esses indicadores reforçam o compromisso institucional com ambientes de trabalho mais inclusivos e equilibrados.

Reconhecimento com o Selo Lilás e alinhamento à ONU

O Salvador Bahia Airport também recebeu o Selo Lilás, certificação concedida pelo Governo da Bahia a instituições que demonstram compromisso com a equidade de gênero e ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

A iniciativa está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 5, definido pela Organização das Nações Unidas (ONU), que busca promover a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo.

Campanhas reforçam combate ao machismo e à violência contra a mulher

Além das políticas internas de inclusão, o aeroporto também promove campanhas de conscientização voltadas à comunidade aeroportuária e aos passageiros.

Durante a semana do Dia Internacional da Mulher, a concessionária lançou a campanha “Gênero não é critério. Competência é.”, com foco na valorização profissional e no combate à discriminação dentro do ambiente corporativo.

A iniciativa busca reforçar o compromisso institucional com um espaço de trabalho seguro, inclusivo e livre de preconceitos.

Setor aeroportuário participa de campanhas nacionais

Em agosto do ano passado, o Aeroporto de Salvador integrou a campanha nacional “Assédio não Decola”, voltada ao combate ao assédio e à importunação sexual na aviação civil.

A mobilização foi coordenada pela ABR Aeroportos do Brasil, com a participação de 13 concessionárias responsáveis por 59 aeroportos federais concedidos no país. A proposta foi ampliar a conscientização entre passageiros e trabalhadores, incentivando ambientes mais respeitosos dentro do setor.

Aeroporto também promove campanha de combate à violência contra a mulher

Mais recentemente, em janeiro deste ano, o terminal lançou uma nova campanha de conscientização sobre o enfrentamento à violência contra mulheres no Brasil.

A ação utilizou o próprio ambiente aeroportuário como espaço de informação, divulgando materiais educativos e reforçando o papel da sociedade no combate ao machismo e à violência.

A campanha também destacou a Central de Atendimento à Mulher (180), canal nacional que orienta vítimas e incentiva a denúncia de casos de violência, ampliando o alcance da mensagem entre passageiros, colaboradores e parceiros do aeroporto.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Will Recarey – Salvador Bahia Airport

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Fechamento de aeroportos no Oriente Médio provoca cancelamento de mais de 3,4 mil voos

O fechamento de aeroportos no Oriente Médio após a escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã desencadeou uma das maiores crises recentes na aviação internacional. Mais de 3,4 mil voos foram cancelados nos últimos dias, afetando conexões entre Europa, Ásia e África.

As informações foram divulgadas pela CNN, que aponta o bloqueio de terminais estratégicos e a restrição de amplas áreas do espaço aéreo da região.

Aeroportos estratégicos suspendem operações

Entre os principais terminais afetados estão:

  • Aeroporto Internacional de Dubai
  • Aeroporto Internacional de Abu Dhabi
  • Aeroporto Internacional de Hamad

Considerados hubs fundamentais do tráfego aéreo internacional, esses aeroportos concentram voos de conexão entre continentes. Ao menos seis grandes terminais da região foram totalmente fechados, enquanto outros operam sob restrições severas.

No domingo (1º), novos ataques ampliaram a instabilidade. O aeroporto de Dubai — apontado como o mais movimentado do mundo em passageiros internacionais — e o principal terminal do Kuwait foram atingidos em meio à troca de ofensivas.

Espaço aéreo bloqueado em vários países

Além do fechamento físico dos aeroportos, diversos países anunciaram a suspensão total ou parcial de seus espaços aéreos, interrompendo rotas comerciais em um dos corredores mais estratégicos do planeta.

Irã, Iraque, Israel, Síria, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos adotaram medidas emergenciais, impactando diretamente o fluxo global de aeronaves.

A decisão gerou um efeito dominó na malha aérea internacional, obrigando companhias a cancelar voos ou redesenhar trajetos para evitar a zona de conflito.

Impacto imediato nas companhias aéreas

Com aeroportos fechados e o espaço aéreo restrito, empresas como Emirates, Etihad Airways, Air France, British Airways e Lufthansa confirmaram cancelamentos.

Os bloqueios elevaram custos operacionais, aumentaram o tempo de viagem e provocaram desorganização em cadeias logísticas internacionais.

Especialistas apontam que a interrupção já é considerada a mais significativa desde a pandemia de Covid-19, evidenciando a importância estratégica dos aeroportos do Oriente Médio para a aviação global.

FONTE: Brasil 247
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reuters/Mohammad Ponir Hossain

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Incidente grave em Guarulhos: avião da Gol e cargueiro da Atlas Air pousam quase ao mesmo tempo

Um incidente grave em Guarulhos envolvendo duas aeronaves de grande porte acendeu alerta no Aeroporto Internacional de São Paulo. A ocorrência envolveu um Boeing 737-800 da Gol Linhas Aéreas e um cargueiro Boeing 747-8F da Atlas Air, que realizaram pousos praticamente simultâneos em pistas paralelas.

Vídeos publicados por um canal especializado em aviação mostram as duas aeronaves lado a lado na fase de aproximação final, momento considerado crítico do voo. As imagens indicam que os aviões estavam muito próximos enquanto se preparavam para tocar o solo nas pistas 10R e 10L.

Aproximação final expôs perda de separação

Registros de plataformas de rastreamento de voos apontam que a separação mínima entre aeronaves — requisito essencial da segurança operacional na aviação civil — pode não ter sido mantida durante a aproximação.

A chamada separação regulamentar estabelece distâncias mínimas obrigatórias, sobretudo em etapas sensíveis como decolagem e pouso. A perda desse parâmetro eleva o nível de risco, ainda que não resulte em colisão ou danos materiais.

Por que Guarulhos não permite pousos simultâneos

O episódio ganhou maior repercussão porque o aeroporto de Guarulhos não possui homologação para pousos simultâneos em pistas paralelas.

Diferentemente de alguns terminais internacionais com maior espaçamento entre pistas, Guarulhos enfrenta limitações estruturais e operacionais. Entre os fatores estão:

  • Distância reduzida entre as pistas;
  • Rotas potencialmente conflitantes em caso de arremetida;
  • Relevo da região;
  • Intenso tráfego aéreo no principal hub do país.

Para que operações simultâneas sejam autorizadas, é necessária certificação técnica específica, além de condições operacionais compatíveis com os padrões internacionais de segurança — requisitos que não se aplicam ao aeroporto paulista.

Cenipa investiga incidente classificado como grave

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos abriu investigação para apurar as circunstâncias da ocorrência. O caso foi oficialmente enquadrado como incidente grave, classificação utilizada quando há risco significativo à segurança, mesmo sem registro de acidente.

As apurações devem avaliar pontos como:

  • Atuação do controle de tráfego aéreo;
  • Procedimentos operacionais adotados;
  • Comunicação entre pilotos e controladores;
  • Condições do fluxo aéreo no momento do fato.

A investigação segue em andamento e será concluída com a identificação das causas e, se necessário, a emissão de recomendações para reforço da segurança operacional.

CONFIRA O VÍDEO

FONTE: Diário do Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Veja

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Drones no Aeroporto de Guarulhos provocam suspensão de voos e atrasos

A presença de drones no Aeroporto de Guarulhos interrompeu completamente as operações do terminal na tarde deste domingo (15). O espaço aéreo foi fechado duas vezes após a identificação de equipamentos não autorizados sobrevoando a área do aeroporto.

A paralisação começou por volta das 16h e se estendeu por aproximadamente duas horas, afetando voos comerciais e privados até a retomada total das atividades, às 18h.

Espaço aéreo fechado por segurança

A concessionária GRU Airport informou que acionou imediatamente os órgãos de segurança assim que detectou os dispositivos no entorno do Aeroporto Internacional de São Paulo.

Como medida preventiva, pousos e decolagens foram suspensos. Até o momento, a administração não divulgou o número exato de aeronaves impactadas pela interrupção.

Operação de drones é ilegal em áreas aeroportuárias

Em comunicado oficial, a concessionária ressaltou que o fechamento das pistas ocorreu exclusivamente por medida de segurança operacional. A empresa também reforçou que a utilização de drones em áreas próximas a aeroportos é proibida por lei e representa risco significativo à segurança da aviação.

Segundo especialistas do setor, a presença desses equipamentos pode comprometer a integridade de passageiros e tripulações, especialmente em caso de colisão com aeronaves durante pousos ou decolagens.

Operações retomadas, mas impactos continuam

Após a atuação das autoridades e a confirmação de que o espaço aéreo estava livre de interferências, o aeroporto retomou as atividades normais no início da noite.

Apesar disso, o bloqueio temporário provocou reflexos na malha aérea, com registros de atrasos ao longo da noite.

Até a última atualização, os responsáveis pelos drones não haviam sido identificados. As autoridades seguem monitorando a região para evitar novas ocorrências.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação / Aeroporto de Guarulhos

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