Portos

El Niño acende alerta nos portos de Santa Catarina e expõe limite para receber cargas de Itajaí e Navegantes

O risco de eventos climáticos associados ao El Niño preocupa o setor portuário de Santa Catarina. Apesar de contar com cinco portos em operação, o estado não dispõe de capacidade ociosa suficiente para absorver integralmente as cargas do Complexo Portuário de Itajaí-Navegantes em caso de interrupção das atividades.

A possibilidade de fechamento do canal do rio Itajaí-Açu a partir de novembro motivou uma reunião entre a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), representantes de terminais portuários, autoridades e integrantes do governo estadual. O encontro, realizado na tarde de quinta-feira, teve como objetivo discutir um plano de contingência portuária para reduzir os impactos de eventuais paralisações.

A avaliação dos participantes é que outros terminais catarinenses podem receber parte das cargas desviadas, mas não conseguiriam compensar integralmente a movimentação de Itajaí e Navegantes por um período prolongado.

Fechamento do canal pode deixar dezenas de navios sem operação

A interrupção da navegação no canal do rio Itajaí-Açu é um risco recorrente, principalmente em períodos de correnteza intensa. Um dos episódios mais críticos ocorreu em outubro de 2023, quando o canal permaneceu fechado durante 16 dias, impedindo a movimentação de cargas de mais de 40 navios nos dois terminais.

Atualmente, uma semana de interrupção já seria suficiente para impedir a atracação de aproximadamente 20 embarcações, segundo informações apresentadas pelo setor.

O diretor setorial da Facisc, Lito Guimarães, destacou que a possibilidade de novos episódios preocupa o Conselho de Comércio Exterior e Negócios Internacionais (Conceni) da entidade. O grupo reúne exportadores, importadores, agentes de carga e representantes das áreas portuária e logística.

Uma reunião sobre o tema também já havia sido realizada na Secretaria de Estado de Portos.

Porto de Imbituba pode receber mais 9 mil TEUs por mês

A análise da capacidade disponível nos demais terminais revelou limitações para absorver uma eventual transferência de cargas.

A Santos Brasil, responsável pela operação do Tecon Imbituba, informou que o terminal pode receber mais 9 mil TEUs mensais sem comprometer o atendimento aos clientes atuais. A sigla TEU corresponde à unidade equivalente a um contêiner de 20 pés.

Em setembro, o terminal movimentou 130 mil TEUs, alcançando um recorde, e atualmente opera quatro linhas regulares de navegação.

Segundo Leonardo Silva, executivo da empresa que participou da reunião, a principal restrição não está no cais, preparado para receber navios de até 366 metros de comprimento, mas na capacidade do pátio para armazenar contêineres.

A disponibilidade de espaço para acomodação das cargas, portanto, representa um dos principais obstáculos para ampliar a operação em situações emergenciais.

Porto Itapoá também enfrenta restrições de capacidade

O Porto Itapoá, que passou por expansões recentes, também possui margem limitada para receber volumes adicionais de contêineres.

De acordo com o executivo Alberto Machado, o terminal opera acima de 80% de sua capacidade. Está prevista ainda uma ampliação de 120 mil metros quadrados destinada ao armazenamento de contêineres, mas a nova área será utilizada para o pré-stacking de exportações — modalidade em que as cargas são posicionadas antecipadamente para embarque.

A expansão, portanto, não representa necessariamente uma solução imediata para absorver grandes volumes desviados de outros portos.

Representantes do setor ressaltaram que a transferência de operações depende também das decisões dos armadores, responsáveis por definir os destinos e as escalas dos navios. Caso haja paralisação prolongada, exportadores poderão precisar reduzir a produção ou redirecionar suas cargas para outras regiões.

Paralisação de Itajaí e Navegantes teria impacto nacional

O presidente da Portonave, Osmari de Castilho Ribas, alertou que uma interrupção do Complexo Portuário de Itajaí-Navegantes teria consequências que ultrapassariam as fronteiras catarinenses.

Na avaliação do executivo, nem Santa Catarina nem o Brasil teriam condições de absorver integralmente o volume de cargas movimentado pelo complexo em caso de paralisação.

A SC Portos, operadora que atua em Itajaí com 20 serviços semanais de navegação, também informou que não dispõe de condições para ampliar significativamente suas atividades diante de um evento climático dessa natureza. A informação foi apresentada pelo diretor Antonio Carlos Guimarães Neto.

O cenário evidencia a importância estratégica do complexo para o comércio exterior brasileiro, especialmente para as operações de importação e exportação que dependem da estrutura portuária catarinense.

Correnteza é a principal causa do fechamento do canal

Segundo Artur Antunes Pereira, diretor da Autoridade Portuária de Itajaí, os episódios recentes de interrupção foram provocados pelo aumento da vazão do rio e pela intensificação da correnteza.

De acordo com o dirigente, os fechamentos não tiveram como causa principal o assoreamento do canal, mas as condições hidrodinâmicas que tornam a navegação insegura.

Desde maio, a autoridade portuária realiza um acompanhamento interno dessas condições com a participação de pesquisadores da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

A partir de 10 de novembro, também está previsto o início de um monitoramento ambiental contratado para fornecer informações sobre ventos e correnteza, permitindo acompanhar as condições que podem comprometer a navegação.

Estudos e dragagem fazem parte das medidas preventivas

Além do monitoramento, estão em andamento iniciativas técnicas para ampliar o conhecimento sobre o comportamento do rio e reduzir os riscos operacionais.

Entre as medidas estão:

  • Aprofundamento dos estudos hidrodinâmicos do rio Itajaí-Açu.
  • Retomada dos trabalhos de dragagem, com a chegada de uma draga do tipo hopper.
  • Desenvolvimento de estudos para aperfeiçoar a orientação e o uso do canal em situações emergenciais.
  • Monitoramento das condições ambientais, especialmente dos ventos e da intensidade da correnteza.

As ações foram detalhadas por Artur Antunes Pereira e buscam melhorar a capacidade de antecipação e resposta diante de condições adversas.

O secretário de Estado de Portos, Ivan Amaral, também ressaltou a importância de considerar a capacidade disponível nos portos de Imbituba e Itapoá como alternativa em episódios de interrupção da navegação.

Agilidade na liberação de cargas pode reduzir prejuízos

Durante a reunião, representantes do setor destacaram ainda a necessidade de agilizar os procedimentos de fiscalização e liberação de mercadorias nos portos catarinenses.

A atuação de órgãos como a Receita Federal e o Ministério da Agricultura foi apontada como relevante para reduzir atrasos e amenizar os prejuízos quando eventos climáticos provocam o fechamento de terminais.

Com a capacidade ociosa limitada e a dependência de decisões dos armadores para redirecionar navios, a combinação entre monitoramento preventivo, planejamento logístico e maior agilidade nos processos de liberação é considerada fundamental para diminuir os impactos de possíveis interrupções.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Portonave, Divulgação

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Portos

Codeba tem gestão do Porto de Itajaí prorrogada até janeiro de 2029

O governo federal prorrogou por mais dois anos a permanência da Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba) à frente da administração do Porto de Itajaí, em Santa Catarina. Com a decisão do Ministério de Portos e Aeroportos, o convênio de descentralização, que terminaria em 3 de janeiro de 2027, seguirá vigente até 3 de janeiro de 2029.

O termo aditivo foi publicado na terça-feira no Diário Oficial da União (DOU), após solicitação da Secretaria Nacional de Portos. A extensão do prazo busca assegurar a continuidade da gestão portuária enquanto o governo federal não conclui a criação de uma empresa pública destinada a assumir definitivamente a administração do terminal catarinense.

Criação da Companhia Docas de Santa Catarina segue sem prazo

A prorrogação está relacionada à falta de uma previsão para a implantação da Companhia Docas do Estado de Santa Catarina, empresa pública federal planejada para atuar como autoridade portuária do Porto de Itajaí.

O processo de criação da companhia está em análise no Ministério da Gestão e da Inovação. Em resposta à Secretaria Nacional de Portos, a pasta informou que ainda não é possível estabelecer uma data para a conclusão dos procedimentos.

Isso ocorre porque a constituição da nova empresa depende da tramitação de um projeto legislativo no Congresso Nacional, que ainda deverá ser apresentado para votação.

Diante da indefinição e da proximidade do vencimento do convênio atual, previsto para janeiro de 2027, o governo optou por ampliar o prazo de atuação da Codeba para evitar interrupções na administração do porto.

Codeba assumiu o porto em janeiro de 2026

A Companhia Docas do Estado da Bahia passou a administrar o Porto de Itajaí em 3 de janeiro de 2026, substituindo a Autoridade Portuária de Santos (APS). Na ocasião, a transferência foi estabelecida em caráter temporário, inicialmente por um ano ou até a criação da empresa pública federal responsável pela gestão definitiva do terminal.

Em outubro de 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos estimava que a nova companhia poderia ser estruturada em aproximadamente um ano.

Apesar da previsão inicial, o processo ainda não foi concluído. Segundo o ministério, as medidas necessárias para viabilizar a criação da empresa continuam em andamento no governo federal, com análise conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação.

Com a nova prorrogação, a Codeba permanecerá responsável pela administração do Porto de Itajaí até 3 de janeiro de 2029, prazo que poderá garantir maior continuidade operacional enquanto avançam os procedimentos para definir a estrutura definitiva da autoridade portuária catarinense.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Arquivo/João Batista

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Portos

Capitania dos Portos declara praticabilidade total da barra do Porto de Itajaí

Decisão restabelece as condições normais de navegação e manobras de entrada e saída de navios após período de restrições provocadas pelo aumento da correnteza do Rio Itajaí-Açu

A Superintendência do Porto de Itajaí (SPI) informa que, nesta quinta-feira (15), às 15h40, a Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí comunicou oficialmente a PRATICABILIDADE TOTAL da barra do Porto de Itajaí, permitindo a retomada das manobras de entrada e saída de embarcações sem as restrições anteriormente estabelecidas.

A decisão foi tomada pela Autoridade Marítima, conforme o item 0418 das Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos de Santa Catarina (NPCP-SC, 1ª Revisão), após um período de restrições operacionais decorrentes das condições hidrológicas adversas, especialmente do aumento da vazão do Rio Itajaí-Açu e da intensidade das correntezas, associadas aos efeitos do fenômeno El Niño.

A Superintendência destaca que permanece acompanhando as condições de navegabilidade do canal de acesso, em articulação com a Autoridade Marítima e os demais agentes da comunidade portuária, visando garantir a segurança das operações e a continuidade das atividades portuárias.

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Portos

Itajaí exporta cerca de 120 caminhões, ônibus e tanques para Angola

O complexo portuário de Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, realizou o embarque de aproximadamente 120 veículos com destino a Luanda, capital de Angola. A carga, transportada pelo navio UML Victoria, inclui caminhões, ônibus e tanques destinados a projetos de mobilidade urbana e à expansão da frota comercial do país africano.

A embarcação deixou o terminal na terça-feira, após ser carregada em uma operação conduzida pela Poly Terminais, em parceria com a Teporti, responsável pela gestão logística da movimentação.

Operação envolve transporte de cargas especiais

O embarque é classificado como carga de projeto, modalidade utilizada para transportar mercadorias de grandes dimensões, peso elevado ou formatos que exigem procedimentos específicos de movimentação.

Os terminais de Itajaí possuem estrutura e parcerias para atender a esse tipo de operação. O transporte de veículos e equipamentos pesados integra uma rota marítima regular entre Santa Catarina e Angola, utilizada também para o envio de maquinários destinados a diferentes setores da economia.

Ônibus brasileiros reforçam frota urbana de Angola

Entre os veículos embarcados estão ônibus Apache Vip, fabricados pela Caio. O modelo, conhecido pela utilização no transporte coletivo urbano brasileiro, conta com carroceria montada sobre chassi da Volkswagen.

Segundo as informações divulgadas, a fabricante Caio já comercializou cerca de mil unidades do modelo para Angola. Parte desses veículos foi enviada ao mercado africano por meio dos portos que integram o complexo portuário de Itajaí.

A exportação reforça a participação da indústria brasileira no fornecimento de veículos para o transporte público de outros países.

Caminhões da Volkswagen atendem setores comerciais e da construção

A carga também inclui caminhões da Volkswagen, destinados a atividades de transporte comercial e construção civil em Angola.

O país africano figura entre os mercados relevantes para as exportações da montadora. A Volkswagen Caminhões também vem ampliando sua presença em outros países da África, região considerada estratégica para a expansão internacional da empresa.

Porto de Itajaí amplia movimentação de cargas internacionais

O embarque para Angola se soma a outras operações de exportação de equipamentos e veículos realizadas recentemente na região portuária catarinense.

Na semana anterior, o complexo de Itajaí recebeu uma operação para o envio de 40 carretas canavieiras da Randon a Jacarta, capital da Indonésia. O transporte foi organizado pela SC Portos em parceria com a JBS Terminais, no Porto de Itajaí.

As duas operações demonstram a atuação dos terminais da região na movimentação de cargas especiais destinadas a diferentes mercados internacionais, ampliando as possibilidades logísticas para a indústria brasileira.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

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Portos

Porto de Itajaí pede reforço de rebocadores diante de correntezas associadas ao El Niño

O Porto de Itajaí, em Santa Catarina, solicitou o reforço na disponibilidade de rebocadores para ampliar a segurança das operações de navegação diante das possíveis mudanças nas condições hidrológicas relacionadas ao El Niño.

A preocupação envolve a intensidade das correntezas no rio e no canal de acesso ao complexo portuário, fatores que podem dificultar as manobras de entrada e saída dos navios.

Correntezas exigem atenção nas manobras portuárias

O aumento da força das correntes pode tornar a movimentação das embarcações mais complexa, exigindo cuidados adicionais das equipes responsáveis pelas operações.

Nesse cenário, a disponibilidade de rebocadores portuários é fundamental para auxiliar no posicionamento e no deslocamento dos navios, contribuindo para a segurança durante as manobras.

A solicitação de reforço busca ampliar o suporte às embarcações e reduzir os riscos operacionais diante de condições hidrológicas potencialmente desfavoráveis.

El Niño coloca navegação em alerta em Santa Catarina

Os possíveis efeitos do El Niño na navegação reforçam a necessidade de monitoramento das condições do rio e do canal de acesso ao Porto de Itajaí.

A adoção de medidas preventivas e o acompanhamento das correntezas são importantes para manter a segurança das operações e minimizar possíveis impactos na movimentação portuária.

O reforço na disponibilidade de rebocadores integra esse esforço de prevenção, especialmente em situações que exigem maior controle durante a entrada e a saída de navios.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Visor Notícias

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Porto de Itajaí solicita reforço no uso de rebocadores para garantir segurança da navegação diante dos efeitos do El Niño

Pedido encaminhado à Capitania dos Portos tem como base normas da Marinha e busca ampliar a segurança das manobras diante do aumento da vazão e da intensidade das correntezas no Rio Itajaí-Açu

A Superintendência do Porto de Itajaí (SPI) encaminhou, nesta terça-feira (13), um ofício à Capitania dos Portos de Itajaí solicitando a adoção de medidas para reforçar a utilização de rebocadores nas operações de entrada e saída de navios no canal do Rio Itajaí-Açu. A iniciativa busca ampliar a segurança da navegação diante do aumento da vazão do rio e da intensidade das correntezas, condições associadas aos efeitos do fenômeno climático El Niño.

Nas últimas semanas, foram registradas correntes com intensidade até sete vezes superior aos parâmetros considerados seguros para a navegação, impondo dificuldades extraordinárias às manobras de entrada, saída e atracação das embarcações.

Diante desse cenário, a Superintendência considera que a quantidade e a potência dos rebocadores atualmente empregados são insuficientes para enfrentar determinadas condições adversas, especialmente durante os períodos de correnteza elevada.

A SPI defende a reavaliação dos critérios de utilização dos rebocadores, incluindo o número mínimo de unidades, a potência e a capacidade de tração necessárias para garantir maior segurança durante as operações portuárias.

Monitoramento e prevenção

A Superintendência do Porto de Itajaí mantém o acompanhamento das condições hidrológicas do canal de acesso, especialmente diante dos efeitos do El Niño, que podem intensificar os episódios de chuvas, elevar a vazão do rio e aumentar a velocidade das correntezas.

A SPI destaca que a adoção de medidas preventivas deve considerar os riscos efetivamente identificados, priorizando o dimensionamento adequado dos rebocadores para enfrentar as condições extraordinárias do Rio Itajaí-Açu.

O objetivo é proteger as embarcações, as estruturas portuárias e os profissionais envolvidos nas operações, garantindo a continuidade das atividades do Complexo Portuário de Itajaí com segurança.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGENS: Daiana Brocardo | ReConecta News

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Portos

Porto de Itajaí entra na agenda de leilões com R$ 2,66 bilhões em investimentos até 2030

O Porto de Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, está entre os projetos portuários incluídos no planejamento de concessões do governo federal para o período de 2027 a 2030. Identificado como ITJ01, o empreendimento tem investimento estimado em R$ 2,66 bilhões e integra a carteira de leilões apresentada pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

O planejamento foi divulgado em Brasília, durante o encerramento do Fórum Nacional Brasil Export 2026, realizado na última quinta-feira (8). A iniciativa reúne projetos que somam aproximadamente R$ 160 bilhões em investimentos para ampliar e modernizar a infraestrutura de transportes brasileira.

Para o setor portuário, a programação federal contempla 34 leilões, com previsão de R$ 20,6 bilhões em investimentos. O plano também inclui 70 autorizações para empreendimentos privados, que devem movimentar outros R$ 33,1 bilhões.

Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, os projetos têm como objetivo ampliar a capacidade operacional dos portos brasileiros e preparar a infraestrutura logística para atender ao crescimento da movimentação de cargas. O anúncio foi apresentado pelo ministro Tomé Franca, que destacou a importância dos investimentos para o desenvolvimento do setor de transportes.

Porto de Itajaí integra carteira de grandes projetos portuários

Além do empreendimento catarinense, a carteira federal inclui projetos de grande porte em diferentes regiões do país.

Entre os principais estão:

  • Tecon Santos 10 (SP): investimento estimado em R$ 6,45 bilhões;
  • SSB01, no Porto de São Sebastião (SP): R$ 3,84 bilhões;
  • VDC10, no Porto de Vila do Conde (PA): R$ 1,93 bilhão;
  • IQI15, no Porto do Itaqui (MA): R$ 1,22 bilhão;
  • ITJ01, no Porto de Itajaí (SC): R$ 2,66 bilhões.

A expectativa do governo é que os novos empreendimentos contribuam para aumentar a capacidade de movimentação de mercadorias e fortalecer a infraestrutura logística nacional. A projeção apresentada pelo ministério indica que os portos brasileiros devem movimentar 1,45 bilhão de toneladas em 2026.

O novo planejamento dá continuidade ao ciclo de investimentos realizado entre 2023 e 2026. Nesse período, foram promovidos 29 leilões portuários, que totalizaram R$ 15,68 bilhões em investimentos, de acordo com os dados divulgados pelo ministério.

Apesar da inclusão do Porto de Itajaí na carteira de projetos, ainda não há uma data específica anunciada para o leilão do ITJ01. Também não foram detalhadas as intervenções previstas para o terminal nem as condições definitivas do futuro empreendimento.

Plano federal prevê investimentos em portos, aeroportos e hidrovias

Além das concessões, o planejamento para 2027 a 2030 contempla 70 autorizações para instalações portuárias privadas, incluindo Terminais de Uso Privado (TUPs), Estações de Transbordo de Carga (ETCs) e Instalações Portuárias de Turismo (IPTurs). A previsão é de R$ 33,1 bilhões em investimentos nessa modalidade.

A distribuição regional desses recursos está concentrada no Sudeste, com R$ 14,64 bilhões previstos. O Sul aparece na sequência, com R$ 7,33 bilhões, seguido pelo Norte, com R$ 6,78 bilhões, e pelo Nordeste, com R$ 4,3 bilhões.

Na área de investimentos públicos, estão programadas 18 obras portuárias, com orçamento estimado em R$ 2,15 bilhões. Entre as ações previstas estão a modernização dos sistemas de defensas dos portos do Recife (PE) e de Natal (RN), a conclusão do Moegão, no Porto de Paranaguá (PR), e a revitalização dos acessos terrestres ao Porto de Santana (AP).

O plano também abrange aeroportos regionais e infraestrutura hidroviária. Para as hidrovias, estão previstos R$ 7,6 bilhões em obras, incluindo dragagens, melhorias nas condições de navegação e intervenções em terminais.

Fonte: Com informações do ND Mais e do Ministério de Portos e Aeroportos.

Texto: Redação

Imagem: Porto de Itajaí

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Portos

Porto de Itajaí embarca mais de mil toneladas de conjuntos canavieiros com destino à Indonésia

Operação, realizada pela SC Portos, reforça a atuação do Porto na movimentação de carga geral

O Porto de Itajaí realizou o embarque de 40 remontas de conjuntos canavieiros da fabricante Randon com destino ao porto de Jacarta, na Indonésia. A operação movimentou cerca de 1,1 mil toneladas de carga no navio Green Brazil, que desatracou na terça-feira (6), às 10h32.

Realizado pela SC Portos, o embarque utilizou o sistema Lo-Lo (load on, load off), no qual as cargas são içadas. Nessa operação, os equipamentos foram embarcados com o guindaste de bordo da própria embarcação.

O Porto de Itajaí tem tradição nas operações Ro-Ro (roll on, roll off), em que a carga rodante embarca e desembarca rodando. Somente em 2026, já foram movimentados 17.056 veículos nessa modalidade. O embarque dos conjuntos canavieiros pelo sistema Lo-Lo demonstra a capacidade do terminal de atender diferentes necessidades de movimentação de cargas.

Os equipamentos serão utilizados no transporte de cana-de-açúcar. A exportação integra a primeira venda de semirreboques da Randon para a Indonésia e reforça o papel do Porto de Itajaí no escoamento da produção industrial brasileira para mercados internacionais.

Crescimento da movimentação

Entre janeiro e agosto de 2026, o Porto de Itajaí movimentou 3.501.781 toneladas, considerando as operações do cais comercial e da área arrendada. O volume representa crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2025, com acréscimo de 706.353 toneladas.

A movimentação de contêineres alcançou 326.284 TEUs, unidade equivalente a um contêiner de 20 pés, uma alta de 56% na comparação com os oito primeiros meses do ano passado. O faturamento acumulado chegou a R$ 124,7 milhões, crescimento de 4,17% no mesmo período.

A conexão com o mercado asiático também aparece nas linhas marítimas que atendem o Porto. Em agosto, a Ásia concentrou 11 das 37 linhas registradas, o maior número entre as regiões atendidas. A exportação para a Indonésia é um exemplo das operações que conectam a indústria brasileira aos mercados desse continente.

A Superintendência do Porto de Itajaí segue trabalhando para ampliar a eficiência das operações e fortalecer a participação do terminal no comércio exterior, contribuindo para o desenvolvimento econômico de Itajaí e da região.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGENS: SC Portos

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Aeroportos, Portos

Investimentos em portos, aeroportos e hidrovias devem chegar a R$ 160 bilhões até 2030

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) apresentou um plano de investimentos de aproximadamente R$ 160 bilhões para o período de 2027 a 2030. A carteira reúne novos leilões, concessões, autorizações para empreendimentos privados e obras públicas voltadas à ampliação e à modernização da infraestrutura de transportes brasileira.

O planejamento foi apresentado nesta quinta-feira (8), em Brasília, pelo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, durante o encerramento do Fórum Nacional Brasil Export 2026. A proposta abrange os setores portuário, aeroportuário e hidroviário, com projetos destinados a ampliar a capacidade logística e estimular a participação da iniciativa privada.

Na área portuária, estão previstos 34 leilões, com R$ 20,6 bilhões em investimentos, além de 70 autorizações para empreendimentos privados, que podem movimentar R$ 33,1 bilhões. O plano também inclui R$ 2 bilhões em obras para aeroportos regionais e R$ 7,6 bilhões em intervenções nas hidrovias.

Segundo Tomé Franca, a carteira foi estruturada para atender às diferentes necessidades da infraestrutura nacional, ampliar a capacidade dos portos, fortalecer a aviação regional e melhorar o transporte de cargas e passageiros pelas vias navegáveis.

Investimentos dão continuidade à expansão da infraestrutura

O novo planejamento dá sequência aos aportes realizados entre 2023 e 2026. Nesse intervalo, o setor portuário contabilizou R$ 46,9 bilhões em compromissos de investimentos privados, considerando leilões, novos terminais e reinvestimentos previstos em contratos existentes.

No segmento aeroportuário, os investimentos privados devem alcançar R$ 11,6 bilhões no mesmo período.

Para os próximos quatro anos, a estratégia combina a ampliação da infraestrutura existente com novos projetos de concessão e melhorias na gestão dos ativos públicos. A expectativa é criar condições para atender ao crescimento da movimentação de mercadorias e passageiros no país.

Portos terão 34 leilões e R$ 20,6 bilhões em investimentos

A carteira portuária prevê 34 leilões entre 2027 e 2030, com foco na expansão e modernização dos terminais brasileiros. Entre os principais empreendimentos estão projetos em Santos, São Sebastião e Itajaí.

Confira os investimentos previstos para os principais projetos:

  • Tecon Santos 10 (SP): R$ 6,45 bilhões.
  • SSB01, no Porto de São Sebastião (SP): R$ 3,84 bilhões.
  • ITJ01, no Porto de Itajaí (SC): R$ 2,66 bilhões.
  • VDC10, no Porto de Vila do Conde (PA): R$ 1,93 bilhão.
  • IQI15, no Porto do Itaqui (MA): R$ 1,22 bilhão.

Os projetos buscam ampliar a capacidade operacional dos portos e preparar a infraestrutura para o aumento da demanda por transporte de cargas. A projeção do governo é que a movimentação portuária brasileira alcance 1,45 bilhão de toneladas em 2026.

Entre 2023 e 2026, foram realizados 29 leilões portuários, que somaram R$ 15,68 bilhões em investimentos. A nova carteira pretende manter esse ritmo de expansão nos próximos anos.

Autorizações privadas devem mobilizar R$ 33,1 bilhões

Além dos leilões, o planejamento prevê 70 autorizações para instalações portuárias privadas. A lista contempla Terminais de Uso Privado (TUPs), Estações de Transbordo de Carga (ETCs) e Instalações Portuárias de Turismo (IPTur).

Os R$ 33,1 bilhões estimados para esses empreendimentos estão distribuídos regionalmente da seguinte forma:

  • Sudeste: R$ 14,64 bilhões.
  • Sul: R$ 7,33 bilhões.
  • Norte: R$ 6,78 bilhões.
  • Nordeste: R$ 4,3 bilhões.

A carteira também reúne 18 obras portuárias públicas, com investimentos de R$ 2,15 bilhões. Entre as intervenções previstas estão a modernização dos sistemas de defensas dos portos do Recife (PE) e de Natal (RN), a conclusão do Moegão, no Porto de Paranaguá (PR), e a recuperação das vias terrestres de acesso ao Porto de Santana (AP).

Aviação civil terá obras em 59 aeroportos regionais

No setor aéreo, o plano busca ampliar a conectividade regional, modernizar aeroportos e estimular novos investimentos privados. A estimativa do governo é que o Brasil encerre 2026 com cerca de 134 milhões de passageiros transportados.

Uma das estratégias é incorporar aeroportos regionais a contratos de concessão já existentes, ampliando a participação privada na administração e na modernização dessas estruturas.

A primeira etapa, realizada em 2025, contemplou 13 aeroportos e investimentos de R$ 731,6 milhões. A segunda fase prevê a inclusão de outros dez aeroportos, vinculados à repactuação do contrato de concessão do Aeroporto de Brasília, com R$ 857,8 milhões estimados.

Outro projeto envolve a repactuação do contrato do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A iniciativa prevê R$ 1,5 bilhão em investimentos e a integração de aeroportos regionais.

Na carteira de obras públicas para 2027 a 2030, estão incluídos 59 aeroportos regionais, com recursos estimados em R$ 2 bilhões para obras, estudos e projetos.

Empreendimentos comerciais ampliam oportunidades nos aeroportos

O planejamento também prevê ampliar as atividades econômicas dentro das áreas aeroportuárias. Entre as possibilidades estão centros logísticos, hotéis, escolas, hospitais e estabelecimentos comerciais.

Os investimentos aprovados nessa modalidade já somam R$ 6,07 bilhões. A iniciativa busca diversificar as fontes de receita dos aeroportos e ampliar o aproveitamento econômico das áreas disponíveis.

Hidrovias terão R$ 7,6 bilhões para obras e modernização

A carteira hidroviária prevê R$ 7,6 bilhões em investimentos públicos entre 2027 e 2030. Os recursos serão destinados a melhorar as condições de navegação, ampliar a capacidade de transporte de cargas e passageiros e fortalecer a integração logística entre diferentes regiões.

Um dos destaques é a ampliação do Terminal Hidroviário de Manaus, conhecido como Manaus Moderna, com investimento estimado em R$ 964 milhões. O projeto prevê melhorias nas estruturas de embarque e desembarque e no atendimento aos usuários do transporte fluvial.

O pacote de intervenções também inclui:

  • Dragagens de manutenção para melhorar as condições de navegação.
  • Derrocamento do Pedral do Lourenço.
  • Construção, recuperação e manutenção de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4).
  • Modernização de eclusas.
  • Implantação de sistemas de sinalização e monitoramento hidroviário.

Concessões de hidrovias estão em preparação

O ministério também trabalha na estruturação de concessões para as hidrovias dos rios São Francisco, Paraguai, Madeira e Tocantins, além da Hidrovia Verde e da Lagoa Mirim.

A proposta é ampliar a oferta de serviços voltados à navegação e melhorar a eficiência do transporte aquaviário, com benefícios logísticos, sociais e ambientais.

Para 2026, a projeção é de movimentação de 233 milhões de toneladas pela cabotagem, modalidade de transporte marítimo entre portos do mesmo país, e de 162 milhões de toneladas pelas vias interiores.

Fundo da Marinha Mercante prevê R$ 95 bilhões em financiamentos

O planejamento apresentado pelo MPor também contempla o fortalecimento do financiamento à indústria naval e à infraestrutura portuária.

Entre 2027 e 2030, o governo prevê R$ 95 bilhões em priorizações de financiamento por meio do Fundo da Marinha Mercante (FMM). Desse total, R$ 60 bilhões devem ser destinados a projetos navais e R$ 35 bilhões a empreendimentos de infraestrutura portuária.

A estratégia inclui a elaboração de um projeto de lei para modernizar o fundo e a criação de um mecanismo garantidor para fortalecer as condições de financiamento do setor.

As medidas buscam ampliar a capacidade de investimento e oferecer instrumentos para viabilizar novos projetos de construção naval e expansão portuária.

Governo anuncia medidas para ampliar a segurança jurídica

Além das obras e concessões, o ministério apresentou iniciativas destinadas a melhorar o ambiente de negócios e ampliar a segurança jurídica para investidores.

Entre as medidas estão uma política de seguros para concessões de portos, aeroportos e hidrovias, o fortalecimento dos mecanismos de financiamento por meio do mercado de capitais e a implementação de identificação biométrica em portos e aeroportos.

O governo também destacou resultados de instrumentos utilizados para estimular investimentos em infraestrutura entre 2023 e 2026. Nesse período, os incentivos fiscais destinados ao setor estiveram associados a R$ 34,9 bilhões em investimentos, enquanto as emissões de debêntures incentivadas somaram R$ 29,2 bilhões.

Três novos leilões portuários estão previstos para dezembro

Durante a apresentação da carteira, Tomé Franca anunciou a previsão de três novos leilões portuários para 9 de dezembro.

Os processos devem contemplar empreendimentos nos portos do Itaqui, no Maranhão, de Maceió, em Alagoas, e de Salvador, na Bahia.

Segundo o ministro, a combinação de novos projetos, modernização da infraestrutura e instrumentos de financiamento pretende ampliar os investimentos e melhorar a capacidade de transporte do país.

A carteira para 2027 a 2030 reúne, assim, iniciativas públicas e privadas para expandir os portos, fortalecer a aviação regional e aumentar a eficiência das hidrovias brasileiras.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Eduardo Oliveira/MPor

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Portos

Portos da Codeba movimentam 1,9 milhão de toneladas em agosto de 2026

Os portos administrados pela Codeba (Companhia das Docas do Estado da Bahia) movimentaram 1.908.125 toneladas de cargas em agosto de 2026. O volume representa crescimento de 12,54% em relação ao registrado no mesmo mês de 2025.

As cargas destinadas à exportação tiveram avanço ainda maior, de 40,27%. Entre janeiro e agosto deste ano, a movimentação acumulada nos terminais chegou a 14.024.521 toneladas.

O desempenho mensal foi impulsionado principalmente pelos portos de Aratu-Candeias e Salvador, que apresentaram crescimento significativo na comparação anual.

Porto de Aratu-Candeias registra alta de 45,66%

O Porto de Aratu-Candeias movimentou 798.498 toneladas em agosto, resultado 45,66% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Entre os produtos que contribuíram para o desempenho estão soja e nafta. A movimentação de cargas destinadas à exportação teve crescimento de 235% no período.

Localizado em Candeias, na Bahia, o terminal atende principalmente aos setores petroquímico, siderúrgico e de fertilizantes. O porto opera com granéis sólidos, líquidos e gasosos, incluindo minérios, fertilizantes e produtos químicos e petroquímicos.

A estrutura também participa do atendimento à cadeia produtiva química e petroquímica nacional.

Porto de Salvador movimenta mais de 5 milhões de toneladas no ano

Na capital baiana, o Porto de Salvador movimentou 666.851 toneladas em agosto. Entre as principais cargas estão fertilizantes e produtos transportados em contêineres.

No acumulado de janeiro a agosto, o terminal alcançou 5.064.610 toneladas, crescimento de 14,15% em comparação com o mesmo período de 2025.

Considerado um dos principais terminais de contêineres e carga geral do Nordeste, o Porto de Salvador mantém operações regulares de comércio exterior. Entre as conexões está uma rota semanal com a China.

O complexo portuário também desempenha papel na atividade turística da Bahia. Para a temporada de cruzeiros 2026/2027, a previsão é de início das operações em Salvador e Ilhéus a partir de 7 de outubro.

Porto de Ilhéus tem crescimento de 71,44%

No sul da Bahia, o Porto de Ilhéus registrou um dos maiores avanços percentuais entre os terminais administrados pela Codeba.

Em agosto, a movimentação de cargas cresceu 71,44% na comparação com o mesmo mês de 2025. Do total movimentado no período, 35.734 toneladas foram destinadas à exportação.

A Codeba também confirmou recentemente novas intervenções na infraestrutura portuária de Ilhéus.

Os trabalhos incluem recuperação das estruturas do cais, recomposição do enrocamento de contenção, readequação da pavimentação e substituição do sistema de drenagem da retroárea.

As obras têm como objetivo preservar as estruturas existentes e melhorar as condições para a manutenção e expansão das operações portuárias. Parte dos serviços é realizada abaixo da linha d’água por equipes especializadas.

Porto de Itajaí movimenta 3,5 milhões de toneladas no ano

Em Santa Catarina, o Porto de Itajaí, que está sob gestão transitória da Codeba até a conclusão do processo de federalização, movimentou 407.402 toneladas em agosto.

No acumulado dos oito primeiros meses de 2026, o terminal chegou a 3.501.781 toneladas movimentadas, aproximadamente 25% acima do volume registrado no mesmo período de 2025.

O resultado integra o acompanhamento mensal da movimentação de cargas dos quatro portos sob administração da Autoridade Portuária Federal, refletindo o desempenho das operações realizadas nos terminais ao longo do ano.

FONTE: Portal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Codeba

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