Negócios, Sem Categoria

Missão empresarial aproxima empresários brasileiros das oportunidades de negócios no Paraguai

A busca por novas oportunidades de negócios e caminhos para a internacionalização levou cerca de 20 empresários brasileiros a Ciudad del Este, no Paraguai, no ultimo dia 08 de setembro. Organizada pela CN Mercosul, a missão contou com o acompanhamento do ReConecta News, representado pela CEO Renata Palmeira, que esteve presente durante toda a programação.

Mais do que uma apresentação sobre vantagens tributárias, a proposta foi proporcionar aos participantes uma experiência prática sobre o ambiente empresarial paraguaio. A agenda incluiu encontros com especialistas em contabilidade, direito tributário e migração, além de visitas e apresentações de empresas que já investem no país.

“Nosso principal objetivo foi mostrar o Paraguai como ele realmente é. Mais do que falar sobre incentivos ou apresentar números, queríamos proporcionar aos empresários uma experiência presencial, com contato com o ambiente de negócios, empresas, profissionais e instituições locais, mostrando tanto as oportunidades quanto os desafios de empreender no país”, explica Jonathan Roger Linzmeyer, fundador e presidente da CN Mercosul.

Economia em crescimento e ambiente favorável

Um dos pontos apresentados durante a missão foi o cenário macroeconômico paraguaio. Segundo dados apresentados durante a programação, o país registrou crescimento de 6,6% do PIB em 2025 e tem projeção de expansão de 4,5% para 2026. A inflação interanual estava em 1,5%, enquanto a dívida pública correspondia a cerca de 39% do PIB.

Entre os diferenciais destacados estão a disponibilidade de energia proveniente de Itaipu e Yacyretá, uma estrutura tributária mais enxuta, legislação voltada à atração de investimentos e uma população jovem, com mão de obra competitiva.

A Lei de Maquila também vem despertando o interesse de empresas brasileiras. O regime permite industrializar produtos no Paraguai destinados à exportação, com tributação reduzida sobre o valor agregado local. Com novas regras estabelecidas em 2025 e regulamentadas em 2026, o mecanismo amplia as possibilidades para empresas que avaliam internacionalizar sua produção.

“O que percebemos é que o interesse pela internacionalização cresceu muito. Hoje, o empresário brasileiro já olha para o Paraguai não apenas como uma alternativa tributária ou de redução de custos, mas como uma plataforma para expansão, produção, distribuição e acesso a novos mercados”, afirma Jonathan.

Ciudad del Este concentra oportunidades

Na região de Ciudad del Este, o crescimento econômico se combina a uma forte demanda por moradia e serviços. Hoje existem 11 faculdades de medicina na cidade e região, com mais de 18 mil alunos matriculados, muitos deles brasileiros.

A área que reúne Ciudad del Este, Hernandarias, Presidente Franco, Minga Guazú e Los Cedrales soma aproximadamente 586 mil habitantes, segundo o Censo de 2022, formando o segundo maior aglomerado urbano do Paraguai.

Esse movimento também está relacionado à expansão industrial e logística. A Rota Bioceânica de Capricórnio, que conecta os portos do Pacífico aos portos brasileiros do Atlântico, e a chamada Rota da Proteína colocam o Paraguai em uma posição estratégica para o transporte de cargas e a integração regional.

Investimentos acompanham transformação da região

Durante a missão, os empresários conheceram projetos da Axial Constructora, entre eles o Residencial Del Sol, em Minga Guazú, e o Parque Integración, empreendimento logístico apresentado como o primeiro parque Triple A do Paraguai.

O Residencial Del Sol possui 248 lotes e está localizado no KM 14 de Minga Guazú, entre Ciudad del Este e o corredor industrial. O projeto conta com estrutura de lazer e sistema próprio de tratamento de água e esgoto.

Para Fernando Parra, da Axial, os empreendimentos refletem uma transformação que já está em curso no Alto Paraná. “Os projetos da Axial ajudam a mostrar uma transformação que já está acontecendo no Alto Paraná. O crescimento da região não está acontecendo apenas no comércio. Estamos vendo uma evolução simultânea na demanda por moradia, na instalação de empresas e na necessidade de uma infraestrutura logística mais moderna”, explica.

Segundo Parra, o Residencial Del Sol acompanha uma nova demanda habitacional provocada pela chegada de empresas, investimentos e profissionais à região. O empreendimento é apresentado como o primeiro condomínio fechado do Paraguai com sistema próprio de tratamento de água e esgoto, com ETE e ETA.

Já o Parque Integración foi apresentado como um projeto voltado à crescente demanda por infraestrutura logística. O empreendimento prevê 34 galpões, com módulos de 1.250 a 1.500 metros quadrados, em uma área total de 43 hectares e a cerca de 10 quilômetros da nova Ponte da Integração.

Decisão precisa ser baseada em números

Apesar das oportunidades apresentadas, a CN Mercosul reforçou durante a missão que a decisão de internacionalizar uma operação não deve ser tomada apenas com base em incentivos fiscais ou custos aparentemente menores. “Antes de investir, é fundamental realizar um estudo de viabilidade completo, analisando tributação, logística, custos operacionais, estrutura societária, mercado, legislação, mão de obra, incentivos aplicáveis e, principalmente, as projeções financeiras da operação. Nós defendemos que o empresário tenha um DRE projetado e números concretos antes de tomar a decisão”, destaca Jonathan.

Segundo ele, o Paraguai apresenta oportunidades relevantes, mas cada projeto precisa ser analisado individualmente. “Internacionalização precisa ser uma decisão empresarial baseada em dados e estratégia, e não simplesmente uma mudança de endereço em busca de benefícios fiscais”, resume.

Nesse cenário, a missão acompanhada pelo ReConecta mostrou um Paraguai que busca se posicionar não apenas como alternativa tributária, mas como um mercado em transformação, impulsionado por crescimento econômico, investimentos, infraestrutura, logística e integração regional.

TEXTO E IMAGENS: ReConecta News

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Dólar sobe para R$ 5,20 e atinge maior cotação em três meses; Ibovespa fecha em queda

A cotação do dólar voltou a ganhar força nesta quarta-feira (24), encerrando o dia em R$ 5,202, o maior patamar registrado desde o fim de março. O movimento foi acompanhado por uma queda no mercado acionário brasileiro, refletindo um cenário de maior cautela entre investidores diante das expectativas para a política monetária dos Estados Unidos e da forte desvalorização do petróleo.

A moeda norte-americana avançou 0,28% no fechamento do pregão, após atingir R$ 5,22 durante a manhã. A valorização foi impulsionada pela expectativa de que o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, mantenha uma postura mais rígida em relação aos juros caso a inflação continue pressionada.

Os investidores aguardam a divulgação do índice PCE (Personal Consumption Expenditures), principal indicador de inflação monitorado pelo Fed, que pode influenciar os próximos passos da política monetária americana. Enquanto isso, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente às principais moedas internacionais, segue próximo dos níveis mais elevados dos últimos meses, acumulando valorização ao longo do ano.

Diferença de juros reduz atratividade do Brasil

No mercado brasileiro, analistas apontam que a aproximação entre as taxas de juros dos Estados Unidos e do Brasil reduziu o interesse pelo chamado carry trade, estratégia utilizada por investidores para lucrar com a diferença entre juros de diferentes países. Esse movimento contribuiu para a valorização da moeda americana e aumentou a cautela no mercado financeiro nacional.

Após três sessões consecutivas de valorização, o Ibovespa encerrou o dia em baixa de 0,44%, aos 170.506 pontos. Embora tenha iniciado o pregão em alta, o principal índice da B3 perdeu força ao longo do dia, pressionado principalmente pelas ações de empresas ligadas às commodities, como petroleiras e mineradoras.

A retração dos preços do petróleo e dos metais no mercado internacional impactou diretamente esses papéis. Por outro lado, empresas voltadas ao consumo interno registraram desempenho positivo, favorecidas pelo recuo das taxas de juros futuros.

Petróleo registra terceira queda consecutiva

O mercado internacional também foi marcado por uma nova queda nas cotações do petróleo, que atingiram o menor nível desde o início das tensões envolvendo Estados Unidos e Irã. O barril do Brent, referência para a Petrobras, fechou cotado a US$ 73,87, com recuo de 3,81%. Já o WTI, negociado nos Estados Unidos, caiu 3,92%, encerrando o dia a US$ 70,34 por barril.

A desvalorização foi influenciada pela perspectiva de aumento da oferta global da commodity, impulsionada pela retomada gradual da navegação no Estreito de Ormuz e por sinais de possível flexibilização das restrições ao petróleo iraniano.

Mercado acompanha cenário geopolítico e decisões do Fed

Além da política monetária americana, investidores seguem atentos às negociações diplomáticas envolvendo Estados Unidos e Irã. O avanço das conversas reduziu parte das preocupações sobre possíveis interrupções no fornecimento global de petróleo, diminuindo o prêmio de risco da commodity.

Nos próximos dias, o foco permanece voltado para os indicadores econômicos dos Estados Unidos, que poderão redefinir as expectativas para os juros internacionais e continuar influenciando o comportamento do câmbio, da bolsa e das commodities.

Fonte: Agência Brasil

Texto: Redação

Imagem: Valter Campanato / Agência Brasil

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Porto de Itajaí recebe navio com mais de 4,5 mil veículos da BYD – veja o vídeo

O Porto de Itajaí recebeu nesta semana o navio Grande Shanghai, trazendo 4.509 veículos da montadora chinesa BYD. A embarcação atracou na tarde de terça-feira (26). A movimentação foi conduzida pela JBS Terminais e marca uma nova etapa das operações automotivas no terminal catarinense, consolidando o Porto de Itajaí como um dos principais pontos estratégicos para o desembarque de veículos no país.

Além da operação desta semana, uma nova escala já está programada para meados de junho. O navio BYD Changsha deve desembarcar cerca de 7,2 mil veículos no terminal. Com as duas operações previstas para 2026, o Porto de Itajaí deverá receber aproximadamente 11,7 mil veículos da fabricante chinesa ao longo deste ciclo logístico.

Antes da chegada do Grande Shanghai, o terminal já havia registrado a movimentação de 2.928 veículos em operações do tipo Ro-Ro neste ano. Com as novas escalas da BYD, a expectativa é alcançar cerca de 14.628 veículos movimentados em 2026.

Estrutura logística envolveu 150 trabalhadores e 90 cegonhas

A operação contou com uma força-tarefa de aproximadamente 150 trabalhadores e cerca de 90 caminhões-cegonha responsáveis pelo transporte dos veículos. O trabalho foi realizado em esquema contínuo para garantir agilidade no desembarque, segurança operacional e eficiência na distribuição da carga.

Segundo o superintendente do Porto de Itajaí, Artur Antunes Pereira, a chegada do Grande Shanghai demonstra a capacidade operacional do terminal em atender grandes demandas do setor automotivo. “A chegada do Grande Shanghai, com 4.509 veículos da BYD, demonstra a capacidade do Porto de Itajaí de executar operações de grande porte com eficiência, segurança e planejamento. A operação conduzida pela JBS Terminais reforça a confiança do mercado no porto público e federal de Itajaí”, afirmou.

Porto de Itajaí amplia participação no setor automotivo

Em 2025, o Porto de Itajaí já havia movimentado cerca de 8 mil veículos da BYD. Agora, com a previsão de quase 12 mil unidades em 2026, o terminal fortalece sua posição estratégica na logística automotiva brasileira. O crescimento das operações também evidencia o aumento da presença da montadora chinesa no mercado nacional e reforça a relevância de Santa Catarina nas cadeias de importação e distribuição de veículos.

Fonte: Porto de Itajaí

Texto: Redação

Imagem: Porto de Itajaí

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ReConecta transforma presença na Intermodal 2026 em hub estratégico de conexões e negócios no estande G100

Durante os três dias da Intermodal South America 2026, realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo, o estande G100 do ReConecta News se destacou como um dos principais pontos de encontro da feira. Mais do que um espaço de exposição, o ambiente se transformou em um verdadeiro hub de conexões, reunindo empresas, lideranças, parceiros e profissionais do setor logístico em torno de um propósito comum: fortalecer relações e gerar oportunidades a partir do diálogo.

Desde o primeiro dia, a proposta ficou clara. O estande compartilhado criou um ecossistema colaborativo. A convivência entre diferentes players no mesmo espaço potencializou trocas, ampliou networking e reforçou a importância da construção coletiva no desenvolvimento do setor. “Esse modelo nos permite ter contato com os clientes das outras empresas que estão aqui no ReConecta, e um vai apresentando o outro, aumentando ainda mais as nossas conexões”, fala Emerson Bulcão, head de expansão e inovação da BWIN TECH.

Neste ano as empresas parceiras do ReConecta são: BWIN TECH, Sigraweb, CDI Terminais, Wolff Cargo, Multimodal Nordeste, Bytes&Cargas, Esteiras Motorizadas, Grupo MEX, NAC e Ebony, além do apoio institucional do IBI – Instituto Brasileiro de Infraestrutura e Global Trade Summit. O ReCnecta News também é parceiros da Shcryver Logistics, Fróes Trade e DAS – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Paraná e Santa Catarina, que estão com estande próprio em outros pontos da feira.

Connect Cast: o coração das conexões

Um dos grandes protagonistas desta edição foi o Connect Cast, o podcast oficial do RêConecta, que ganhou um estúdio exclusivo montado dentro do estande. Durante os três dias de evento, o podcast, comandado por Renata Palmeira, recebeu uma série de convidados entre empresários, parceiros, especialistas do mercado e autoridades públicas, promovendo conversas relevantes sobre o presente e o futuro da logística, infraestrutura e comércio exterior no Brasil.

A iniciativa reforça o posicionamento do ReConecta em 2026: em um setor movido por inovação e negócios, são as pessoas que realmente constroem conexões sólidas e impulsionam mudanças consistentes. Ao levar o Connect Cast para dentro da Intermodal, o projeto materializa essa visão ao transformar conversas em pontes reais entre diferentes agentes do mercado.

“A presença do Connect Cast aqui na feira não é por acaso. Acreditamos que as grandes transformações começam no diálogo, na troca genuína entre pessoas. Estar ao vivo, dentro desse ambiente, é dar espaço para histórias, experiências e conexões que fazem o setor avançar. Mais do que produzir conteúdo, é sobre criar proximidade, fortalecer relações e alimentar um ecossistema que cresce a partir dessas conexões”, destaca Renata Palmeira, CEO do ReConecta News.

Experiência que gera resultados

A interação direta com parceiros e visitantes reforçou o valor de estar inserido em um ambiente que estimula conexões reais e estratégicas, Essa dinâmica se repetiu ao longo dos três dias, com relatos positivos de diferentes participantes que encontraram no estande G100 um espaço propício para fortalecer relações, iniciar parcerias e ampliar sua presença no mercado. “Foi uma experiência excelente. Vivemos dias intensos, repletos de oportunidades e conexões que realmente fazem a diferença. Estar próximo de clientes, fortalecer parcerias e, ao mesmo tempo, abrir portas para novas possibilidades é, sem dúvida, o que define esses três dias,” fala Fernando dos Santos, da CDI Terminais, que esteve pela primeira vez na Intermodal como expositor.

A Intermodal

A Intermodal South America 2026 é a maior feira de comércio exterior, logística e transporte da América Latina. Nesse ano foram cerca de 600 expositores, entre empresas nacionais e internacionais, fornecedores de soluções, operadores logísticos e representantes institucionais para apresentação de tecnologias, serviços e tendências do mercado. A edição de 2026 foi no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Texto: ReConecta News

Imagens: Giovana Santos

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Eventos, Sem Categoria

Sigraweb leva soluções inovadoras para comércio exterior ao estande G100 na Intermodal 2026

A Sigraweb estará presente como parceira do ReConecta News na Intermodal South America 2026, que acontece entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A empresa integra o grupo de organizações que estarão no estande G100, espaço que promete reunir inovação, networking e geração de negócios em um dos principais eventos do setor na América Latina.

Referência em tecnologia para o comércio exterior, a Sigraweb vem se consolidando como uma plataforma estratégica para o despacho aduaneiro, com foco em automação, integração de sistemas e uso intensivo de inteligência artificial. A empresa desenvolve soluções que tornam processos como DI, DUIMP e DUE mais ágeis, seguros e eficientes, reduzindo erros operacionais e aumentando a produtividade das equipes.

Criada a partir da vivência prática no setor, a Sigraweb nasceu com o propósito de resolver gargalos históricos do comércio exterior brasileiro, especialmente a falta de integração entre sistemas e o excesso de processos manuais. Hoje, a empresa oferece um ecossistema tecnológico robusto, capaz de conectar diferentes órgãos e automatizar etapas críticas das operações, trazendo mais celeridade e confiabilidade para empresas e despachantes aduaneiros.

Entre os principais diferenciais da plataforma está o uso de inteligência artificial aplicada diretamente à rotina operacional, permitindo leitura, interpretação e preenchimento automático de documentos com alto nível de precisão, além de automatizar grande parte dos processos de importação e exportação. Outro destaque é a forte integração com sistemas estratégicos, como o Portal Único, ampliando o controle, a rastreabilidade e a gestão de riscos ao longo de toda a cadeia logística.

IMAGEM: INTERMODAL SOUTH AMERICA 2025

A participação na Intermodal ao lado do ReConecta News reforça a sinergia entre tecnologia e conexão de mercado. No estande G100, a Sigraweb pretende apresentar, na prática, soluções que vêm transformando a rotina do comércio exterior brasileiro.

Segundo Lucas Ferreira da Costa, CEO da Sigraweb, este será o segundo ano na Intermodal, com uma proposta ainda mais conectada ao mercado. “É o nosso segundo ano na Intermodal e estamos buscando trazer o que há de melhor, especialmente em relação a Inteligência Artificial aplicada para o Comércio Exterior. Vamos apresentar essas soluções durante a feira, mostrando na prática como a tecnologia pode simplificar e otimizar os processos” destaca.

Mais do que presença institucional, a participação da Sigraweb na Intermodal 2026 simboliza um movimento maior do setor: a digitalização e a busca por eficiência operacional. Para o ReConecta News, contar com a empresa como parceira fortalece o propósito de conectar inovação, negócios e pessoas, consolidando o estande G100 como um hub de soluções e oportunidades durante o evento.

Sobre a SigraWeb

A Sigraweb é uma empresa brasileira de tecnologia fundada em 2010, especializada em soluções para a gestão do comércio exterior. A plataforma automatiza e integra processos de importação e exportação, oferecendo mais agilidade, precisão e controle operacional. Voltada para despachantes aduaneiros e importadores, utiliza tecnologia e inteligência artificial para reduzir retrabalho, minimizar riscos e aumentar a produtividade nas operações internacionais

SAIBA MAIS: https://sigraweb.com/

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Sem Categoria

Porto de Imbituba recebe missão internacional para avaliar energia eólica offshore

O Porto de Imbituba sediou uma missão internacional voltada à análise do potencial da energia eólica offshore na região. A visita integra a Parceria Energética Brasil-Dinamarca (BRADEP), iniciativa que promove cooperação técnica entre os dois países no setor de energia renovável.

Cooperação internacional foca energia limpa no Brasil

A agenda reuniu representantes do Ministério de Portos e Aeroportos, da Embaixada da Dinamarca no Brasil e da COWI, empresa global especializada em projetos de infraestrutura sustentável.

Além de Imbituba, a programação também incluiu atividades no Porto de Laguna, ampliando o mapeamento das condições logísticas no litoral de Santa Catarina.

Avaliação técnica analisa infraestrutura portuária

Durante a visita, as equipes realizaram uma imersão nas áreas operacionais dos portos, com foco na coleta de dados e no intercâmbio de informações técnicas.

O objetivo principal foi avaliar:

  • a infraestrutura portuária disponível
  • a capacidade de apoio a projetos de energia eólica no mar
  • a eficiência logística para futuras operações

A análise também considerou critérios de sustentabilidade e viabilidade de longo prazo para implantação de parques eólicos offshore.

Portos ganham papel estratégico na transição energética

O movimento ocorre em meio ao avanço das discussões sobre a estrutura necessária para desenvolver a cadeia de energia eólica offshore no Brasil.

Nesse cenário, os portos tendem a assumir funções estratégicas, como:

  • movimentação de equipamentos de grande porte
  • suporte logístico para instalação de turbinas
  • apoio às operações de manutenção

Imbituba e Laguna buscam protagonismo no setor

De acordo com o presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Christiano Lopes, os portos catarinenses trabalham para se consolidar como hubs logísticos voltados à transição energética.

A estratégia se apoia na localização geográfica e na infraestrutura já existente, fatores considerados decisivos para atrair investimentos no setor.

Investimentos em energia solar reforçam sustentabilidade

Paralelamente, o Porto de Imbituba vem adotando medidas para diversificar sua matriz energética. Entre as iniciativas está a implantação de um sistema de energia solar fotovoltaica, que já responde por cerca de 15% do consumo elétrico do complexo.

A ação reforça o compromisso do porto com práticas sustentáveis e com a ampliação do uso de fontes renováveis.

FONTE:
TEXTO: Redação
IMAGEM: Porto de Imbituba

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Logística, Sem Categoria

Transnordestina avança e fortalece logística no Nordeste

A ferrovia Transnordestina voltou a ganhar destaque em debates sobre infraestrutura, consolidando seu papel como projeto estratégico para a logística do Nordeste. Em discussão recente com especialistas do setor, foram reforçados os impactos positivos da obra na competitividade regional, na integração produtiva e na redução de custos operacionais.

Mesmo após anos de desafios, a ferrovia segue como uma das principais apostas para modernizar o escoamento de cargas e impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

Ferrovia pode transformar o escoamento de cargas

Durante o debate, especialistas apontaram que a Transnordestina tem potencial para alterar significativamente a dinâmica de transporte no Nordeste. O projeto deve beneficiar diretamente setores como o agronegócio e a indústria, ampliando a eficiência logística.

A expectativa é de redução nos custos de transporte, maior previsibilidade nas operações e menor dependência do modal rodoviário, atualmente predominante no país.

Integração com portos amplia competitividade

Outro fator estratégico é a ligação da ferrovia com portos do Nordeste, o que deve facilitar o fluxo de exportações. Essa conexão cria uma estrutura logística mais integrada, permitindo maior agilidade no envio de mercadorias ao mercado externo.

Com isso, a região tende a ganhar força no comércio exterior, aumentando sua competitividade e atraindo novos investimentos.

Eficiência e sustentabilidade no transporte

O transporte ferroviário também se destaca por sua capacidade de movimentar grandes volumes com menor impacto ambiental. A adoção desse modal contribui para operações mais eficientes e alinhadas às demandas de logística sustentável.

Além disso, o uso de trilhos reduz custos operacionais e minimiza riscos associados às oscilações típicas do transporte rodoviário.

Projeto ainda enfrenta desafios

Apesar dos avanços, a execução da ferrovia Transnordestina ainda esbarra em questões relacionadas a prazos e andamento das obras. Mesmo assim, especialistas avaliam que o projeto continua sendo essencial para o futuro da infraestrutura regional.

A expectativa é que, quando concluída, a ferrovia represente um divisor de águas para a logística no Nordeste, com impactos diretos na eficiência, na redução de custos e na expansão econômica.

FONTE: Multimodal Nordeste
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/TLSA

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Sem Categoria

Programa lança 2º Prêmio de Inclusão Racial no Comércio Exterior

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior, lançado na sexta-feira (20/3) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pela ApexBrasil, no âmbito do Programa Raízes Comex.

O prêmio reconhece empresas que promovem equidade racial e avançam na ocupação de posições estratégicas por profissionais negros nas organizações. As inscrições vão até 27 de abril. Com apoio do Ministério da Igualdade Racial (MIR), a ação integra a agenda de inclusão produtiva e fortalecimento da inserção internacional do país.

“A segunda edição do prêmio consolida essa agenda como prioridade. O próximo passo é ampliar seu alcance, incentivando mais empresas a incorporar a diversidade como vetor de crescimento”, afirma a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres. “Dessa forma, os benefícios do comércio exterior poderão atingir um número cada vez maior de pessoas e contribuir para ambientes empresariais mais inclusivos e representativos”.

Na primeira edição, em 2025, 20 empresas foram reconhecidas por práticas de inclusão racial, evidenciando o interesse e o avanço da pauta no ambiente empresarial. Daquelas, 19 foram contempladas com certificado de reconhecimento e jornada de capacitação para internacionalização, e a empresa Input Post Production foi premiada com uma agenda internacional customizada, que incluiu a participação na South by Southwest – SXSW 2026, em Austin e Texas.

Nesta 2ª edição serão selecionadas até dez empresas brasileiras para agenda de negócios personalizada em mercado internacional ou participação em ação de promoção comercial organizada pela ApexBrasil.

“O prêmio ajuda a reforçar a atuação internacional de empresas lideradas por pessoas negras e comprometidas com a agenda de equidade. Com o apoio governamental, as empresas que já exportam podem ter acesso a canais para alavancar sua presença internacional”, destacou a diretora do Departamento de Promoção das Exportações do MDIC, Janaína Silva.

O Programa Raízes Comex atua para ampliar o acesso de pessoas negras às oportunidades do comércio exterior, com ações de capacitação, promoção da cultura exportadora e estímulo à inserção profissional no setor.

Edital Completo AQUI.

Inscrições AQUI.Categoria

TEXTO E IMAGEM: Divulgação MDIC

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Internacional, Sem Categoria

China aposta em relações com os EUA mesmo em meio à guerra com o Irã

Apesar da escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, a China sinalizou que pretende preservar e até fortalecer seu relacionamento com Washington. A avaliação foi apresentada pelo ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, que classificou 2026 como um possível ano decisivo para o avanço das relações China-EUA.

A declaração foi feita poucas horas depois de o presidente americano Donald Trump ameaçar ampliar ataques contra o Irã, país considerado um parceiro estratégico de Pequim.

Segundo Wang Yi, se os dois países mantiverem diálogo baseado em confiança e boa-fé, há espaço para transformar o ano em um marco para o desenvolvimento de uma relação mais estável, sólida e sustentável entre as duas maiores potências do planeta.

Pequim tenta preservar laços com Washington

O posicionamento do diplomata é visto como um dos sinais mais claros de que Pequim busca proteger seu relacionamento com os Estados Unidos, mesmo mantendo acordos estratégicos com Teerã.

A parceria entre China e Irã foi reforçada em 2021 por meio de um acordo assinado pelo próprio Wang Yi. Ainda assim, analistas avaliam que a prioridade atual da diplomacia chinesa é evitar que a crise no Oriente Médio prejudique o diálogo com Washington.

A instabilidade regional também traz riscos diretos para a economia chinesa.

Instabilidade no Oriente Médio preocupa China

O Oriente Médio tem papel relevante no abastecimento energético chinês. Interrupções na produção e no transporte de petróleo na região já provocaram aumento nos preços da energia, o que pode impactar diretamente a economia da China.

Além disso, o Irã respondia por cerca de 13% das importações marítimas de petróleo da China, o que significa que uma escalada do conflito pode afetar os esforços de Pequim para diversificar suas fontes de energia.

Durante seu pronunciamento anual à margem da Assembleia Popular Nacional, Wang Yi pediu um cessar-fogo e classificou o conflito como uma guerra que “nunca deveria ter ocorrido”.

Apesar da tensão internacional, o ministro indicou que o cenário não deve comprometer a visita prevista de Donald Trump à China, programada entre 31 de março e 2 de abril.

Cúpula entre China e EUA pode resultar em acordos comerciais

Especialistas acreditam que a cúpula entre China e Estados Unidos poderá resultar em novos acordos, especialmente na área comercial.

Antes mesmo da coletiva de imprensa do ministro chinês, já havia sinais de negociações em andamento entre autoridades dos dois países.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o representante comercial americano, Jamieson Greer, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, devem se reunir em Paris para discutir os termos de um possível acordo que poderia ser anunciado posteriormente pelos líderes.

Economia chinesa reforça interesse em estabilidade

Analistas apontam que a postura moderada de Pequim em relação ao Irã reflete um cálculo estratégico. A China enfrenta atualmente crescimento econômico mais lento e maior resistência internacional às suas exportações.

Nesse contexto, manter relações estáveis com os Estados Unidos, a maior economia do mundo, é visto como prioridade.

Uma reunião bem-sucedida entre os líderes poderia, por exemplo, ampliar a trégua tarifária entre os países e melhorar o ambiente para o comércio internacional, que respondeu por quase um terço da expansão econômica chinesa no último ano.

Segundo o analista Jeremy Chan, do Eurasia Group, Pequim tem interesse maior em preservar a distensão com Washington do que em proteger aliados como Irã ou Venezuela.

Estratégia pode trazer custo reputacional

Apesar dos benefícios diplomáticos, essa estratégia pode gerar questionamentos sobre o papel da China como potência global.

Pequim costuma defender sua Iniciativa de Segurança Global (GSI) como alternativa ao modelo de intervenção militar dos Estados Unidos. No entanto, a falta de apoio mais contundente a parceiros estratégicos pode enfraquecer essa narrativa.

Para analistas, conflitos recentes — como a guerra na Ucrânia, a crise em Gaza e agora a tensão com o Irã — evidenciam limitações da abordagem chinesa para segurança internacional.

China reforça discurso de ordem global baseada em regras

Em seu discurso, Wang Yi também tentou reforçar a posição da China como defensora de um sistema internacional baseado em regras.

Segundo ele, Pequim pretende atuar como contraponto ao que descreveu como uma política externa baseada na lógica de que “a força faz o direito”, em referência indireta à atuação dos Estados Unidos no cenário internacional.

Ao mesmo tempo, o ministro rejeitou a ideia de um G2, conceito que sugeriria um mundo governado apenas por China e Estados Unidos, defendendo maior participação de outros países nas decisões globais.

Taiwan continua sendo principal ponto de tensão

Apesar do discurso conciliador em relação a Washington, Pequim manteve firme sua posição sobre Taiwan, considerada pelo governo chinês uma parte inseparável do território nacional.

Wang Yi reiterou que qualquer tentativa de independência da ilha está “fadada ao fracasso” e classificou a questão como um dos interesses fundamentais da China.

O tema já havia sido levantado pelo presidente Xi Jinping em conversa telefônica recente com Donald Trump, quando pediu cautela dos EUA na venda de armas para Taiwan.

No último ano, Washington aprovou vendas militares para Taipei que somam mais de US$ 11 bilhões, medida que Pequim considera uma provocação.

Especialistas alertam que eventuais novas tensões envolvendo Taiwan podem representar um risco ainda maior para as relações China-EUA do que o conflito no Irã.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Pixabay

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Comércio Exterior, Sem Categoria

Itajaí lidera ranking nacional de importações em 2025 e movimenta US$ 16,3 bilhões

Itajaí confirmou, em 2025, sua posição estratégica no comércio exterior brasileiro ao ocupar o 1º lugar no ranking nacional de importações, consolidando-se como a cidade que mais importou no país ao longo do ano. De acordo com dados do Comex Stat (MDIC), o município catarinense movimentou US$ 16,3 bilhões em importações, crescimento de 2,5% em relação a 2024.

O desempenho reforça o protagonismo logístico de Itajaí, que concentra operações portuárias de grande porte e mantém forte conexão com os principais mercados internacionais.

No total, a corrente de comércio (soma de exportações e importações) chegou a US$ 22,4 bilhões, avanço de 5,6% na comparação anual. Apesar do volume expressivo, o município registrou déficit na balança comercial de US$ 10,2 bilhões, reflexo do alto volume de compras externas.

Produtos que mais impulsionaram as importações

A pauta de importações de Itajaí em 2025 foi fortemente concentrada em bens industriais, tecnológicos e insumos produtivos, com destaque para:

  • Díodos, transistores e dispositivos semicondutores (incluindo células fotovoltaicas)
  • Empilhadeiras e veículos para movimentação de carga
  • Rolamentos de esferas e de roletes
  • Aparelhos elétricos para telefonia e telecomunicações
  • Transformadores elétricos e conversores estáticos
  • Motores a diesel
  • Máquinas automáticas para processamento de dados (computadores)

Também tiveram participação relevante itens como fios e cabos elétricos, bombas industriais, válvulas, acumuladores elétricos, fertilizantes, medicamentos, polímeros plásticos, cobre, alumínio, pneus, autopeças e produtos químicos diversos.

O perfil evidencia que Itajaí atua como importante porta de entrada de tecnologia, maquinário e insumos industriais, abastecendo cadeias produtivas em Santa Catarina e em outras regiões do Brasil.

No cenário estadual, o município representou 48% das importações catarinenses em 2025, mantendo a liderança no ranking estadual. No contexto nacional, respondeu por 5,8% de todas as importações brasileiras, assegurando a primeira posição entre os municípios.

Exportações também avançam e mantêm Itajaí no topo estadual

Embora o destaque de 2025 tenha sido o volume de importações, Itajaí também apresentou desempenho relevante nas exportações. O município exportou US$ 6,1 bilhões, alta de 14,7% em relação a 2024

A cidade liderou o ranking estadual de exportações, respondendo por 41% das vendas externas de Santa Catarina, além de ocupar a 5ª posição no ranking nacional entre os municípios exportadores

Entre os principais produtos exportados estão:

  • Carnes de aves (54,7% da pauta exportadora)
  • Carnes suínas (23,7%)
  • Carnes bovinas e miudezas
  • Preparações alimentícias à base de carne
  • Extratos e concentrados de café
  • Tabaco não manufaturado

A pauta confirma a força do setor agroindustrial catarinense, especialmente nas cadeias de proteína animal.

Principais parceiros comerciais reforçam a presença global de Itajaí

No recorte por parceiros comerciais, a China aparece como o principal país de origem das importações que chegam por Itajaí, consolidando-se como maior fornecedor do município em 2025. Também se destacam como importantes origens de mercadorias os Estados Unidos, México, Coreia do Sul, Japão, Alemanha e Países Baixos (Holanda), refletindo o perfil industrial e tecnológico das compras externas. Já no fluxo de exportações, os principais destinos dos produtos embarcados por Itajaí incluem China, Estados Unidos, México, Países Baixos, Japão, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, mercados estratégicos especialmente para proteínas animais e produtos do agronegócio, que lideram a pauta exportadora do município.

Polo estratégico do comércio exterior brasileiro

Os números de 2025 consolidam Itajaí como um dos principais hubs logísticos do Brasil. A liderança nacional em importações e o protagonismo nas exportações estaduais demonstram a capacidade da cidade de operar em grande escala e atender às demandas do mercado interno e externo.

Com infraestrutura portuária estratégica e forte integração com o setor industrial, Itajaí segue como peça-chave na dinâmica do comércio exterior brasileiro.

FONTE: COMEX STAT

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: JBS TERMINAIS

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