Evento

XXXIII Simpósio da ABDT reúne empresas parceiras em torno do debate tributário

As transformações no sistema tributário brasileiro têm ampliado a necessidade de atualização e diálogo entre especialistas, empresas e profissionais que acompanham de perto os impactos da legislação sobre os negócios. Nesse cenário, eventos técnicos assumem um papel importante na disseminação de conhecimento e na construção de conexões entre o meio jurídico e o ambiente empresarial.

É nesse contexto que o XXXIII Simpósio de Estudos Tributários da Academia Brasileira de Direito Tributário (ABDT), que será nos dias 15 e 16 de outubro, em Itajaí (SC), conta com o apoio de empresas líderes e referências de mercado que contribuem para a realização do encontro e para a aproximação entre conhecimento técnico e setor.

Ao todo, 14 organizações integram o grupo de patrocinadores desta edição, distribuídas nas categorias Platinum, Ouro, Prata e Bronze. A participação dessas empresas reforça a dimensão institucional do evento e destaca a importância da colaboração entre diferentes organizações na promoção de espaços voltados à discussão e à atualização profissional.

Conheça as empresas patrocinadoras e suas áreas de atuação:

Patrocinadores Platinum

FRACTIO — Atua na logística internacional, conectando armadores e agentes de carga. Com experiência no setor, busca ampliar oportunidades e fortalecer a eficiência das operações logísticas.

HKTC DO BRASIL — Atua no comércio exterior, com soluções para importação e exportação, planejamento aduaneiro, logística integrada e armazenagem. Possui operações no Brasil e na Ásia.

POLY — Empresa especializada em soluções logísticas e operações portuárias, sediada em Itajaí (SC). Oferece serviços de armazenagem, movimentação de cargas, desconsolidação de cargas marítimas e operações customizadas, atendendo diferentes demandas da cadeia logística.

TIL GROUP — É uma operadora global de terminais de contêineres, com presença estratégica em portos internacionais. Sua atuação fortalece a eficiência logística e o comércio global.

Patrocinadores Ouro

DIAS DE SOUZA ADVOGADOS ASSOCIADOS — Escritório de advocacia com mais de 50 anos de atuação em Direito Tributário, consultoria jurídica e contencioso judicial e administrativo.

PRIME INTERNACIONAL — É especializada em comércio exterior, oferecendo soluções completas para operações de importação. Atua com importação por conta e ordem, por encomenda e assessoria especializada.

SENIOR TRADE — Com sede em Itajaí (SC), é especializada em comércio exterior e gestão da cadeia logística. Oferece soluções para importação e exportação, abrangendo aspectos logísticos, alfandegários, fiscais e tributários.

Patrocinadores Prata

ASTRA — A Associação das Tradings de Santa Catarina representa empresas do setor de comércio exterior no estado. Atua no fortalecimento das tradings, promovendo a integração entre empresas e profissionais e contribuindo para a competitividade catarinense no mercado internacional.

CAPITAL TRADING — Trading company catarinense que oferece serviços de importação por conta e ordem de terceiros e por encomenda, auxiliando empresas em suas operações de comércio exterior.

FLEXPORT TRADE — É especializada em soluções de comércio exterior, com assessoria para importação e exportação. Oferece logística internacional, despacho aduaneiro, planejamento tributário e gestão de operações, com unidades em São Paulo, Itajaí (SC) e Porto Velho (RO).

ONE GLOBAL SHIPPING — Sediada em Itajaí (SC), oferece soluções integradas para o comércio exterior. Atua com fretes marítimo, aéreo e rodoviário, armazenagem, distribuição e cargas de projeto, desenvolvendo estratégias logísticas personalizadas com uma rede global de parceiros.

Patrocinadores Bronze

AUDITAR — Empresa de contabilidade consultiva e inteligência tributária, com mais de 30 anos de atuação e sede em Itajaí (SC). Oferece soluções em gestão contábil, planejamento tributário, departamento pessoal e comércio exterior.

IZE TRADE — Trading company especializada em importação, com serviços de desembaraço aduaneiro, logística integrada e planejamento tributário para operações de comércio exterior.

NORDSTROM TRADE — Trading company com sede em Itajaí (SC), especializada em operações de importação e exportação, distribuição, sourcing e representação de fornecedores internacionais.

OPEN COMEX — Especializada em soluções para o comércio exterior, oferece consultoria, gestão de importações e exportações, logística internacional e assessoria tributária. Com atuação nacional, busca otimizar custos, reduzir riscos e aumentar a eficiência das operações internacionais.

A organização do XXXIII Simpósio de Estudos Tributários da Academia Brasileira de Direito Tributário (ABDT) agradece a todos os patrocinadores pelo apoio e pela confiança, fundamentais para a realização deste encontro e para o fortalecimento do debate sobre os desafios tributários e seus impactos no comércio exterior.

Com os ingressos esgotados, a expectativa é de dois dias de muito conhecimento, troca de experiências e conexões. Em breve, estaremos juntos para grandes discussões e aprendizados. 

Nos encontramos no simpósio!

Confira a programação completa nas nossas redes sociais: https://www.instagram.com/abdt.orgbr/ 

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Negócios

Pequenos negócios correspondem a 88% das empresas e são responsáveis por metade dos novos empregos em Santa Catarina

No dia da micro e pequena empresa, celebrado neste dia 5 de outubro, o Sebrae/SC ressalta a força dos pequenos negócios e a sua contribuição para o desenvolvimento socioeconômico do Estado

Neste dia 5 de outubro é celebrado o Dia da Micro e Pequena Empresa, data que reconhece a importância dos milhões de empreendedores que ajudam a movimentar a economia do país todos os dias. A escolha da data é uma referência à sanção da Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que instituiu o primeiro Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte no Brasil.

Ao longo dos anos, a legislação evoluiu, surgiram novos mecanismos de apoio aos empreendedores, e os pequenos negócios se tornaram cada vez mais relevantes para a economia do país.

De acordo com dados do Observatório de Negócios do Sebrae/SC, Santa Catarina tem 1,37 milhão de pequenos negócios, que representa 88,1% das empresas ativas. Além de serem maioria no universo empresarial catarinense, as MPEs têm participação expressiva na geração de empregos, na massa salarial e na economia estadual. No primeiro semestre de 2026, foram responsáveis por 31.551 novos empregos formais, o equivalente a 50% do saldo de vagas geradas em Santa Catarina. Juntos, os pequenos negócios correspondem a 43% do PIB catarinense.

Esses números reforçam a importância de valorizar o pequeno negócio como uma forma de contribuir para o desenvolvimento de Santa Catarina. “Apoiar as micro e pequenas empresas é garantir que a renda continue girando nas nossas cidades. Quando você escolhe comprar de um pequeno negócio, você não está apenas adquirindo um produto ou serviço, está investindo no sonho de uma família, fortalecendo a economia do seu bairro e fazendo o dinheiro circular e gerar novos empregos exatamente onde você vive”, comenta o diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca.

Para o Sebrae/SC, o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa é uma oportunidade para valorizar a dimensão e a importância desses negócios e de reconhecer a coragem e a resiliência de quem empreende todos os dias.

“Sabemos que empreender é um ato contínuo de coragem. O empresário enfrenta desafios diários que vão muito além da gestão do seu negócio e englobam a carga tributária, a burocracia complexa, a dificuldade de acesso ao crédito e a constante necessidade de se reinventar em mercados cada vez mais digitais e competitivos. Entender essas dores é o que guia o trabalho do Sebrae/SC, garantindo que o empreendedor não precise superar esses obstáculos sozinho”, afirma Carlos Henrique.

Nesse sentido, a missão do Sebrae/SC é caminhar lado a lado dos empresários em todas as fases da sua jornada. Por isso, oferece desde capacitações, consultorias técnicas e orientação financeira, até apoio para inovação, acesso a novos mercados e melhoria do ambiente de negócios. “Queremos garantir que o empreendedor catarinense tenha as ferramentas necessárias não apenas para manter suas portas abertas, mas para crescer, gerar novos empregos e continuar fazendo de Santa Catarina uma referência nacional em empreendedorismo”, finaliza o diretor.

FONTE: Sebrae
TEXTO: Redação
IMAGEM: Márcio Nagano

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Informação

Diretor-superintendente administrativo da Portonave assume a presidência do Conselho Sul Export

O diretor-superintendente administrativo da Portonave, Osmari de Castilho Ribas, é o novo presidente do Conselho Sul Export. O conselho é o fórum regional do Grupo Brasil Export dedicado ao debate sobre logística, infraestrutura, transportes, energia e mineração nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O anúncio ocorreu na última quinta-feira (17), durante evento em Foz do Iguaçu (PR), que contou com a presença do ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca.

Castilho assume o cargo até então ocupado por Jesualdo Silva, diretor-presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), que passará a presidir o Sudeste Export. As mudanças foram anunciadas durante o Sul Export, último fórum regional do Grupo Brasil Export neste ano.

O ministro Tomé Franca saudou Castilho pela chegada à presidência e destacou a importância da interlocução entre os setores público e privado. “Nós temos a compreensão que esse diálogo com o setor privado é fundamental para que a gente possa, enquanto gestores públicos, buscar atuar de maneira mais assertiva frente às políticas públicas”, disse.

Sobre a Portonave
Localizada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, iniciou suas atividades em 2007 como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. Faz parte do grupo suíço Terminal Investment Limited (TiL), que administra cerca de 70 terminais em cinco continentes.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), foi o terminal mais eficiente em produtividade de navios em 2025. Em 2026, alcançou a marca histórica de primeiro porto catarinense com 15 milhões de TEUs movimentados desde o início das operações.

Fonte e imagem: Assessoria de Imprensa Portonave

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Negócios

Brasil e Itália ampliam oportunidades de negócios com Acordo Mercosul-União Europeia

Brasil e Itália buscam ampliar a parceria econômica e comercial em setores estratégicos, impulsionados pelas oportunidades que podem surgir com o Acordo Mercosul-União Europeia. Representantes dos governos e do setor empresarial dos dois países se reuniram na última sexta-feira (11), na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

O encontro teve como objetivo aproximar empresas, estimular parcerias de longo prazo e abrir novas oportunidades em áreas como negócios, tecnologia e investimentos.

Organizado pela CNI em conjunto com a Confindustria, ApexBrasil, Agência Italiana de Comércio Exterior (ICE) e Embaixada da Itália no Brasil, o Encontro Empresarial Brasil-Itália encerrou a missão empresarial italiana pela América Latina, que também passou por Buenos Aires e São Paulo.

Acordo Mercosul-UE abre espaço para novos negócios

Na abertura do evento, o vice-presidente da CNI e presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Bittar, destacou a importância de estreitar as relações entre os dois países diante das mudanças no cenário internacional e da necessidade de construir cadeias produtivas mais resilientes.

Bittar também mencionou uma reunião realizada anteriormente em Roma, na sede da Confindustria, e defendeu a continuidade do diálogo entre representantes dos setores produtivos brasileiro e italiano.

Segundo ele, a relevância da Itália para a indústria brasileira pode ser observada na evolução das relações comerciais ao longo dos últimos anos. O país europeu está entre os principais parceiros comerciais do Brasil dentro da União Europeia, tanto como destino de exportações quanto como fornecedor de produtos para o mercado brasileiro.

Para o executivo, a perspectiva de avanço do livre comércio entre Mercosul e União Europeia torna ainda mais importante a aproximação entre empresas dos dois lados do Atlântico.

Bittar ressaltou, porém, que a existência de um acordo comercial não garante, por si só, o aumento das transações. Na avaliação apresentada durante o evento, será necessário que as empresas encontrem oportunidades, formem parcerias e desenvolvam projetos capazes de aproveitar as condições criadas pelo tratado.

Entre os segmentos apontados como promissores estão indústria farmacêutica, tecnologia digital, energia, infraestrutura, máquinas e mineração.

Itália busca ampliar investimentos no Brasil

A vice-presidente da Confindustria para Exportação e Atração de Investimentos, Barbara Cimmino, afirmou que a participação italiana no encontro em Brasília é estratégica para acompanhar as diretrizes econômicas brasileiras e compreender as decisões que influenciam o ambiente de negócios.

A aproximação também foi destacada pelo embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese. Segundo ele, o Acordo Mercosul-UE cria uma oportunidade para aprofundar a relação bilateral e ampliar o intercâmbio entre os dois países.

Cortese também citou a criação de um grupo de trabalho formado pelos governos brasileiro e italiano. A iniciativa terá como foco o aumento do comércio bilateral e a ampliação dos investimentos entre Brasil e Itália.

Indústria brasileira apresenta cenário e oportunidades

A programação do encontro incluiu ainda uma apresentação sobre o desempenho e os principais desafios da indústria brasileira.

A gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, apresentou dados sobre a participação do setor na economia nacional. De acordo com os números apresentados, a indústria representa 23,4% do Produto Interno Bruto (PIB), responde por 67,7% das exportações de bens e serviços e concentra 66,8% dos investimentos empresariais em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Outro dado destacado foi o efeito da atividade industrial sobre o restante da economia: para cada R$ 1 produzido pela indústria, são gerados R$ 1,44 na economia.

CNI defende medidas para aumentar competitividade

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mario Sérgio Telles, apresentou uma agenda estratégica com prioridades para os próximos 25 anos.

Entre os pontos destacados está a necessidade de reduzir o chamado Custo Brasil, considerado um obstáculo à competitividade das empresas e à atração de novos investimentos.

Telles também defendeu o fortalecimento dos mecanismos de defesa comercial. Durante a apresentação, classificou o fim da chamada “taxa das blusinhas” como um retrocesso dentro dessa agenda.

A discussão ocorre em um momento em que Brasil e Itália buscam ampliar os negócios bilaterais e aproveitar as oportunidades associadas à aproximação comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

FONTE: Portal da Indústria
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gilberto Sousa / CNI

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Evento

Encontro Estadual do PEIEX em Itajaí reúne gestores e destaca atendimento a 737 empresas em Santa Catarina

O Encontro Estadual do Programa de Qualificação para a Exportação (PEIEX) reúne, em Itajaí, gestores estaduais e regionais do Sebrae/SC, representantes da ApexBrasil, monitores e técnicos do programa para discutir estratégias, compartilhar boas práticas e alinhar novas metas para ampliar a preparação de empresas catarinenses para o mercado internacional. O evento acontece no Elume Park Centro Tecnológico e segue até esta quinta-feira (3).

No ciclo 2025–2027, o PEIEX tem como meta atender 950 empresas em Santa Catarina. Até o momento, 737 negócios já são acompanhados pelo programa, que atua no estado por meio de seis núcleos operacionais.

O primeiro dia do encontro, realizado nesta quarta-feira (2), foi marcado pela apresentação do panorama atual do projeto, no painel “PEIEX Hoje”, e pelo compartilhamento de boas práticas das Gerências Regionais. A programação também contou com uma Oficina de Planejamento Estratégico, voltada ao aprimoramento da elaboração dos planos de exportação.

Segundo o gestor nacional do PEIEX, José Mendes, o encontro é uma oportunidade para integrar as equipes e aperfeiçoar as estratégias do programa.

“Nosso objetivo aqui é incentivar a troca e a colaboração entre as equipes, absorver os aprendizados construídos e ajustar as diretrizes para a jornada que temos pela frente até 2027, além de celebrar nossas conquistas e alinhar as estratégias para o futuro”, destacou.

O programa oferece acompanhamento individualizado às empresas durante um período de três a quatro meses. De acordo com o analista técnico do Sebrae/SC e coordenador estadual do PEIEX, Gabriel Marchetti, o trabalho começa com um diagnóstico do negócio e termina com a elaboração de um plano de exportação estruturado.

“Com o plano em mãos, apoiamos o empresário em soluções práticas, como a precificação correta para o exterior e a tradução do site para o idioma do país-alvo. Nós preparamos o empreendedor e o conectamos diretamente a rodadas de negócios e missões internacionais, garantindo o conhecimento necessário para concretizar vendas e potencializar seus resultados”, explicou.

Programação segue nesta quinta-feira

O segundo e último dia do encontro, nesta quinta-feira (3), terá como foco inovação, resultados e experiências de empresas catarinenses que passaram pelo programa. A programação inclui painéis com histórias de sucesso das marcas Sináptica, Móveis Daniella e Recarga EV, além de uma oficina sobre o uso da Inteligência Artificial aplicada à internacionalização e discussões sobre novas propostas para a plataforma de Inteligência de Mercado Internacional.

O encerramento será marcado por uma visita técnica guiada às operações do Porto de Itajaí, aproximando os participantes da realidade do comércio exterior e apresentando os fluxos de embarque e a infraestrutura portuária catarinense.

FONTE: Sebrae

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Evento

Febratex reforça importância das feiras para negócios, networking e comércio exterior

Blumenau se transformou em um dos principais pontos de encontro da indústria têxtil mundial. A Febratex 2026, realizada entre 18 e 21 de agosto, reuniu 3.380 empresas de 72 países e registrou 102 mil visitantes no Parque Vila Germânica.

Em uma área de aproximadamente 40 mil metros quadrados, distribuída em dez pavilhões, fabricantes de máquinas, fornecedores de matéria-prima, empresas de tecnologia, indústrias químicas, tecelagens e desenvolvedores de soluções digitais apresentaram produtos e tendências para diferentes segmentos da cadeia.

Mais do que uma vitrine de lançamentos, a feira se consolidou como um ambiente de networking, prospecção e geração de negócios.

“A Febratex é a maior feira têxtil das Américas e reúne, a cada dois anos, toda a cadeia do setor em Blumenau. O que mais me chamou a atenção foi a dimensão do evento, a organização, a grande movimentação de profissionais e a diversidade de empresas e soluções apresentadas”, afirma Juliane Busch, Business Development da Schryver Logistics.

Networking aproxima empresas e gera oportunidades

A movimentação nos corredores refletiu a busca por novos negócios. Empresas aproveitaram o evento para apresentar soluções, prospectar clientes, reencontrar parceiros e avançar em negociações.

Para Renata Palmeira, CEO do ReConecta News, esse contato direto é um dos principais diferenciais das feiras empresariais. “Feiras de negócios são espaços onde o relacionamento ganha força e pode se transformar em oportunidades concretas.”, avalia.

Segundo Renata, o networking ganha ainda mais importância em mercados nos quais confiança e relacionamento são fundamentais para a tomada de decisões. “No fim, negócios são feitos entre pessoas, e o networking é uma das pontes mais importantes entre relacionamento e resultado.”

Indústria têxtil tem forte conexão com o comércio exterior

A dimensão internacional da Febratex também evidencia a relação entre a indústria têxtil, o comércio exterior e a logística. Máquinas, equipamentos, componentes, matérias-primas e tecnologias circulam entre diferentes países, enquanto a produção brasileira busca mercados no exterior.

Nesse cenário, empresas especializadas em transporte internacional, despacho aduaneiro e logística desempenham papel estratégico para viabilizar essa conexão. 

Para Juliane Busch, a participação da Schryver teve justamente esse objetivo: aproximar a empresa do mercado têxtil e fortalecer relações com clientes e potenciais parceiros. “Foi uma excelente oportunidade de prestigiar nossos clientes, fortalecer relacionamentos e fazer novas conexões, mostrando ao mercado têxtil nossa experiência e especialização no transporte internacional e despacho aduaneiro.”

A executiva também destaca a presença crescente de novas tecnologias no setor. “Foi muito interessante perceber como a tecnologia, a robótica e a inteligência artificial estão cada vez mais presentes no setor, apontando para um mercado mais inovador.”

Comércio exterior faz parte da força da indústria regional

A indústria têxtil catarinense construiu uma trajetória marcada pela inovação, pela capacidade produtiva e pela inserção internacional. Para Daywson Meirinho, diretor do Grupo Mex, o comércio exterior também faz parte dessa história. “É também testemunhar a força da indústria têxtil da nossa região, que se tornou uma potência mundial, e reconhecer que o Comércio Exterior regional tem um papel importante e também faz parte dessa trajetória.”

A participação na Febratex também proporcionou ao Grupo Mex o reencontro com clientes e parceiros e a oportunidade de acompanhar projetos desenvolvidos ao longo dos anos. “É sentir-se parte dessa história ao reencontrar clientes, parceiros e amigos. É ter a satisfação de ver máquinas e equipamentos expostos por nossos clientes e sendo admirados por milhares de pessoas, e saber que nós, do Grupo Mex, também contribuímos para que esses projetos se tornassem realidade.”

A experiência reforça que estar em uma feira vai além da exposição da marca. Para empresas que integram a cadeia de comércio exterior e logística, o evento também é uma oportunidade de compreender demandas, acompanhar tendências e estreitar relações com o mercado.

Da tecnologia à logística

Por trás das máquinas e soluções apresentadas na Febratex existe uma cadeia que conecta fornecedores, indústrias e mercados internacionais. Equipamentos e insumos importados dependem de transporte internacional e processos aduaneiros para chegar às fábricas, enquanto produtos brasileiros precisam de uma estrutura logística eficiente para alcançar clientes no exterior.

Para Gabriel Angonese, executivo comercial da Sigatrans, que atua no transporte e na logística, a participação na feira mostrou, na prática, o valor de estar próximo desse mercado e das empresas que movimentam a cadeia. “A Febratex nos proporcionou inúmeras oportunidades, novos contatos e a possibilidade de estar ainda mais próximos do mercado. Fomos muito bem recebidos e tivemos conversas muito produtivas com clientes, fornecedores, parceiros e grandes profissionais do setor.”

Gabriel também destaca que a presença no evento contribuiu para fortalecer relações já construídas pela empresa e ampliar o reconhecimento da Sigatrans no mercado. “Além de novas oportunidades, conseguimos estreitar relacionamentos que já construímos ao longo da nossa trajetória e fortalecer parcerias importantes.”

Depois da feira, começam os negócios

O encerramento da Febratex não encerra as oportunidades criadas durante o evento. É a partir dos contatos realizados que muitas empresas iniciam reuniões, apresentam propostas e desenvolvem novas parcerias.

Para os setores de comércio exterior e logística, esse relacionamento é especialmente relevante, já que a contratação de um parceiro envolve confiança, conhecimento técnico e capacidade de atender às necessidades de cada operação.

A experiência da Febratex 2026 mostra que, mesmo em um mercado cada vez mais digital, estar presente em feiras estratégicas continua sendo uma ferramenta para fortalecer relacionamentos, identificar oportunidades e gerar negócios.

TEXTO: RÊCONECTA NEWS

IMAGEM: DIVULGAÇÃO FEBRATEX /  RÊCONECTA NEWS

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Negócios

FIESC leva missão empresarial à Expo Paraguay-Brasil para ampliar negócios

A FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina) prepara uma missão empresarial para a Expo Paraguay-Brasil 2026, com o objetivo de ampliar a internacionalização da indústria catarinense e criar novas oportunidades de negócios no país vizinho.

A 17ª edição do evento será realizada nos dias 11, 12 e 13 de novembro, em Ciudad del Este, no Paraguai. A programação deve reunir empresários e representantes dos setores produtivos dos dois países em uma agenda voltada à prospecção de negócios, networking e formação de parcerias comerciais.

A participação da delegação catarinense busca aproximar empresas do estado do mercado paraguaio, além de identificar oportunidades de comércio, investimentos e expansão internacional.

“A aproximação com o Paraguai abre espaço para novas parcerias e para a ampliação dos negócios das empresas catarinenses. Participar da Expo Paraguay-Brasil permite conhecer melhor o ambiente empresarial paraguaio, estabelecer conexões e identificar oportunidades concretas de comércio e investimentos”, afirma Maria Teresa Bustamante, presidente do Conselho de Comércio Exterior da FIESC.

Missão terá agenda exclusiva com a Embaixada

Além das atividades da Expo Paraguay-Brasil, a delegação da FIESC terá uma agenda institucional exclusiva com a Embaixada do Brasil no Paraguai.

O encontro pretende ampliar o diálogo com representantes institucionais e oferecer aos empresários participantes informações mais abrangentes sobre o ambiente econômico e as oportunidades disponíveis no país.

A iniciativa integra a estratégia da FIESC de fortalecer as relações comerciais entre Santa Catarina e Paraguai e apoiar empresas interessadas em avançar no processo de internacionalização.

Participação é voltada a empresários e executivos

A missão empresarial é direcionada a empresários industriais, executivos, gestores de comércio exterior e tomadores de decisão que buscam oportunidades de expansão internacional.

Também podem participar empresas associadas e parceiros da FIESC interessados em conhecer o mercado paraguaio, estabelecer contatos comerciais e prospectar novas possibilidades de negócios.

Com a participação na Expo Paraguay-Brasil, a entidade pretende ampliar a presença da indústria catarinense no mercado internacional e estimular novas conexões entre empresas de Santa Catarina e do Paraguai.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Negócios

FIESC recebe missão empresarial de Ruanda em busca de novos negócios

A FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina) recebe, no dia 18 de agosto, uma missão empresarial de Ruanda em Florianópolis. A iniciativa busca aproximar empresas ruandesas de potenciais parceiros comerciais brasileiros e ampliar as oportunidades de negócios entre os dois mercados.

A delegação será formada por representantes de 56 empresas de Ruanda, além do embaixador do país no Brasil, Lawrence Manzi.

Durante o encontro, empresários catarinenses poderão participar de reuniões B2B com integrantes da missão. A agenda pretende estimular exportações, cooperação tecnológica e a criação de novas parcerias comerciais.

Empresas brasileiras interessadas em participar podem manifestar interesse por meio do formulário disponibilizado pela organização.

Comércio entre Santa Catarina e Ruanda

As relações comerciais entre Brasil e Ruanda vêm ganhando espaço nos últimos anos. Em 2025, Santa Catarina exportou para o país africano produtos como farinhas, papéis e máquinas para mistura de matérias minerais.

No mesmo período, o estado também registrou importações de Ruanda, com destaque para conversores elétricos.

A movimentação reforça o potencial de ampliação do intercâmbio comercial e abre espaço para novos negócios entre empresas dos dois países.

Brasil e Ruanda ampliam cooperação

A aproximação entre os mercados também avançou em 2026, durante o Fórum de Cooperação Econômica Ruanda–Brasil, realizado em Kigali, capital ruandesa.

O encontro resultou na assinatura de acordos voltados à promoção do comércio, facilitação de investimentos, realização de missões empresariais e cooperação em setores considerados prioritários.

A visita da delegação a Santa Catarina ocorre, portanto, em um cenário de fortalecimento das relações econômicas entre os dois países e pode criar novas oportunidades para empresas interessadas no mercado africano.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: AdobeStock

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Investimento

Investimentos no Paraguai atraem setor moveleiro de São Bento do Sul

Empresários ligados ao setor moveleiro de São Bento do Sul participaram de um encontro promovido pela Associação Regional da Empresa Moveleira (Arpem) para conhecer oportunidades de investimento no Paraguai e analisar o cenário econômico da América do Sul. O evento ocorreu durante a reunião mensal da entidade, realizada no restaurante Alpenbier, reunindo lideranças empresariais interessadas em ampliar mercados e explorar possibilidades de internacionalização.

Debate aborda expansão de negócios no Mercosul

A palestra foi conduzida por Jonathan Roger Linzmeyer, diretor da CN Mercosul e diretor internacional da Câmara de Empresários Brasileiros no Paraguai (CEBRAS). Durante a apresentação, ele compartilhou experiências práticas sobre a gestão de empresas no país vizinho e destacou aspectos que vêm atraindo cada vez mais investidores brasileiros.

Segundo o presidente da Arpem, Daniel Lutz, a iniciativa proporcionou informações estratégicas relevantes para o fortalecimento da indústria moveleira da região.

“Recebemos uma visão prática sobre a atuação empresarial no Paraguai, conhecendo melhor as diferenças entre os mercados e as vantagens oferecidas pelo país. São informações importantes para ampliar o conhecimento dos nossos associados”, destacou.

Paraguai fortalece posição como polo industrial

Ao comparar os ambientes de negócios do Brasil e do Paraguai, Linzmeyer explicou que o crescente interesse de empresas brasileiras pelo país não está relacionado apenas à redução de custos operacionais. Fatores como logística, segurança jurídica e incentivos tributários têm contribuído para consolidar o Paraguai como uma importante plataforma industrial dentro do Mercosul.

Os indicadores econômicos apresentados reforçam esse cenário. A expectativa é que o Paraguai registre crescimento de 4,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, após expansões estimadas em 4,7% em 2024 e 6% em 2025. Além disso, o país mantém uma das menores taxas de inflação da região, projetada em 3,5%, respaldada por uma rígida política de responsabilidade fiscal.

Sistema tributário simplificado é um dos principais atrativos

Entre os diferenciais destacados está o modelo tributário conhecido como “Triple 10”, que estabelece alíquotas de 10% para o Imposto de Renda Empresarial (IRE), Imposto de Renda Pessoa Física (IRP) e Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Outro benefício apontado é a isenção de impostos sobre rendimentos obtidos no exterior, fator que tem aumentado o interesse de empresários que buscam expandir suas operações para outros mercados.

Lei de Maquila amplia oportunidades para investidores

Outro tema abordado foi a atualização da Lei de Maquila, considerada uma das principais ferramentas de incentivo à instalação de indústrias no Paraguai. Recentemente modernizada pelo Congresso paraguaio, a legislação ampliou a segurança jurídica para investidores e passou a contemplar também atividades ligadas aos setores de serviços e tecnologia.

O regime permite importar máquinas, equipamentos e matérias-primas com isenção tributária, exigindo apenas o pagamento de um imposto de 1% sobre o valor agregado gerado no país no momento da exportação.

Dados do Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai mostram que cerca de 65% das exportações realizadas dentro do sistema de Maquila têm o Brasil como destino final.

Missão empresarial busca aproximar empresários brasileiros

Durante o evento, Linzmeyer também anunciou uma nova missão empresarial ao Paraguai, programada para ocorrer entre os dias 22 e 25 de junho.

A iniciativa prevê uma imersão técnica com visitas a empresas, reuniões estratégicas e encontros institucionais voltados à geração de negócios e ao fortalecimento do relacionamento entre empresários brasileiros e paraguaios.

Segundo o diretor da CN Mercosul, a proposta é oferecer conhecimento prático sobre o mercado local e criar oportunidades de networking para empresas interessadas em expandir suas operações no Mercosul.

“O foco é apoiar empresários brasileiros que desejam investir, crescer e entender melhor o ambiente de negócios paraguaio. Além da troca de conhecimento, a missão proporcionará conexões importantes para futuras parcerias”, afirmou.

FONTE: A Gazeta
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/A Gazeta

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Evento

SDA fortalece o setor aduaneiro e amplia conexões na Intermodal 2026 com o ReConecta

A atuação de entidades representativas segue sendo um dos pilares para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro — e o SDA – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina reforçou esse protagonismo durante a Intermodal South America 2026. Integrado ao ecossistema do ReConecta, o sindicato ampliou sua presença institucional, fortaleceu conexões estratégicas e evidenciou o papel essencial dos despachantes aduaneiros no cenário logístico.

Com origem na década de 1950, o SDA atua na defesa da categoria e no fortalecimento das atividades ligadas à importação e exportação, oferecendo suporte técnico, jurídico e institucional aos profissionais. A entidade também promove atualização constante diante das mudanças regulatórias, contribuindo para operações mais seguras e eficientes nos portos e corredores logísticos do Sul do país.

José Carlos Raposo Barbosa, Presidente da Feaduaneiros e o diretor do SDA, Willian Yokio

Durante a Intermodal, o SDA esteve presente no estande G103, junto à Feaduaneiros, consolidando sua representatividade em um dos principais eventos de logística da América Latina. O espaço funcionou como ponto de encontro para autoridades, empresários e profissionais do setor, reforçando o diálogo e a construção de parcerias.

A participação no evento também foi marcada por resultados práticos. Segundo o presidente do SDA, Flavio Demetrio da Silva, a experiência foi altamente positiva, especialmente pela troca de conhecimento e pelo contato direto com expositores e terminais portuários. “É de suma importância acompanharmos as mudanças e avanços logísticos em um cenário tão competitivo como o do comércio exterior”, destacou.

Flavio também ressaltou a geração de conexões qualificadas ao longo da feira. “Recebemos autoridades, empreendedores e importantes atores do comércio internacional. A Intermodal oportuniza essa rede de contatos e apresenta, a cada edição, inovações relevantes para o setor”, afirmou.

No campo dos negócios, o presidente enfatizou que a feira trouxe avanços significativos, principalmente em tecnologia, modelos de negócios e logística integrada. “Essas inovações terão aplicabilidade prática dentro da nossa entidade, pois estamos focados em oferecer sempre o melhor aos nossos associados”, completou.

Para ele, eventos como a Intermodal são fundamentais para impulsionar o setor. “É uma experiência única ter acesso a tantas inovações em um só ambiente. As conexões são o elo que permite avançar na competitividade e definir o futuro do comércio exterior”, concluiu.

A integração do SDA ao ecossistema ReConecta potencializou ainda mais essa atuação, ampliando o alcance das conexões e contribuindo para um ambiente mais colaborativo, inovador e alinhado às demandas globais do setor.

SAIBA MAIS:  https://www.sda.org.br/home/

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