Comércio Exterior

Comércio entre Brasil e China bate recorde e soma US$ 143,3 bilhões em 2026

O comércio entre Brasil e China alcançou níveis históricos nos primeiros nove meses de 2026. As exportações brasileiras para o país asiático, as importações de produtos chineses e a corrente de comércio bilateral registraram recordes entre janeiro e setembro, consolidando a China como principal destino das vendas externas brasileiras e maior fornecedora de produtos ao Brasil.

As exportações brasileiras para o mercado chinês cresceram 12% em relação ao mesmo período de 2025, chegando a US$ 84,7 bilhões. Já as importações avançaram 9,9%, totalizando US$ 58,6 bilhões.

Com isso, a corrente de comércio bilateral — que reúne exportações e importações — atingiu US$ 143,3 bilhões. O Brasil também registrou superávit comercial de US$ 26,1 bilhões na relação com os chineses.

Os dados foram compilados pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Soja, petróleo e minério de ferro lideram exportações brasileiras

As commodities continuam dominando a pauta de exportações do Brasil para a China. Soja, petróleo bruto e minério de ferro, juntos, representam mais de 77% das vendas brasileiras destinadas ao país asiático.

A soja permaneceu na primeira posição, com US$ 30 bilhões em receitas entre janeiro e setembro. A China absorveu 70% de toda a soja exportada pelo Brasil no período.

O petróleo bruto ocupou o segundo lugar, movimentando US$ 21,8 bilhões. O valor representa um aumento de 49% em comparação com os nove primeiros meses de 2025.

Na sequência aparece o minério de ferro, tradicional produto da pauta exportadora brasileira. A carne bovina também figura entre os principais itens vendidos ao mercado chinês, mas sofreu uma retração de 8,5% neste ano, em meio à adoção de uma cota anual de importação estabelecida por Pequim.

Exportações de carne de frango crescem mais de 100%

Enquanto as vendas de carne bovina recuaram, os embarques de carne de frango brasileira para a China apresentaram forte expansão.

Entre janeiro e setembro, as exportações de carne e miúdos de frango aumentaram 113% em valor e 86% em volume. O produto ficou na sétima posição entre os dez principais itens exportados pelo Brasil ao mercado chinês e registrou o maior crescimento proporcional entre eles.

O minério de cobre também apresentou desempenho positivo. Os embarques avançaram 7,8%, garantindo ao produto a oitava colocação no ranking das principais exportações brasileiras para a China.

Sorgo e DDG ganham espaço no mercado chinês

Além dos produtos tradicionais, novas oportunidades começam a surgir na relação comercial entre os dois países. Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do CEBC, destacou o avanço das vendas de sorgo e de grãos secos de destilaria, conhecidos pela sigla DDG, um subproduto da fabricação de etanol de milho.

Segundo o pesquisador, o crescimento dos embarques está relacionado à implementação de acordos bilaterais que ampliaram o acesso desses produtos brasileiros ao mercado chinês.

O DDG é utilizado principalmente na produção de ração animal. Entre janeiro e setembro de 2026, o Brasil exportou US$ 204 milhões do produto para todos os destinos, dos quais 53% foram destinados à China.

As vendas aos chineses eram pouco expressivas no ano passado, mas ganharam impulso após a assinatura de um protocolo bilateral em maio de 2025. Os embarques efetivos começaram em fevereiro deste ano.

O sorgo, por sua vez, obteve acesso ao mercado chinês por meio de um acordo fitossanitário firmado no fim de 2024. Com a ampliação das oportunidades comerciais, as exportações brasileiras da commodity somaram US$ 170 milhões nos nove primeiros meses de 2026.

Cariello ressaltou que esses avanços são relevantes porque a China busca diversificar seus fornecedores de insumos para alimentação animal, ao mesmo tempo que procura ampliar a produção doméstica.

Exportações de espodumênio avançam 339%

Outro destaque entre as vendas brasileiras foi o espodumênio, mineral utilizado na extração de lítio e associado à crescente demanda chinesa por minerais críticos, fundamentais para diferentes cadeias industriais e tecnologias.

As exportações brasileiras do mineral para a China atingiram US$ 172,3 milhões entre janeiro e setembro, uma alta de 339% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

O mercado chinês respondeu por 97% das exportações brasileiras de espodumênio, evidenciando a concentração das vendas desse produto no país asiático.

Importações de veículos eletrificados chineses somam US$ 5,9 bilhões

Do lado das importações, os veículos eletrificados chineses estiveram entre os principais destaques do comércio bilateral. A categoria inclui modelos híbridos convencionais, híbridos plug-in e veículos totalmente elétricos.

Após uma sequência de altas mensais no primeiro semestre, as importações recuaram em julho e agosto. Nesse período, o Brasil elevou para 35% a tarifa de importação dos veículos eletrificados, ante alíquotas anteriores de 25% ou 30%, conforme as características dos modelos.

Apesar da mudança tributária, os embarques de veículos chineses voltaram a crescer de forma significativa em setembro.

No acumulado de janeiro a setembro, as compras brasileiras de veículos eletrificados provenientes da China chegaram a US$ 5,9 bilhões, o equivalente a aproximadamente 10% de todas as importações brasileiras originárias daquele país.

Para Cariello, os números indicam que o avanço dos veículos chineses no Brasil não se explica apenas pelas condições tarifárias vigentes no primeiro semestre.

Na avaliação do diretor do CEBC, a tendência é que as vendas continuem crescendo até o fim do ano, impulsionadas pela consolidação das marcas chinesas no mercado brasileiro. Ele também apontou os registros de veículos eletrificados no país como um sinal dessa expansão.

Herbicidas e chips de memória se destacam nas importações

Entre os demais produtos comprados pelo Brasil da China, os herbicidas apareceram na terceira posição entre as dez principais categorias de importação.

No segmento de tecnologia da informação, os chips de memória chamaram a atenção pela diferença entre o volume adquirido e o valor desembolsado.

Embora a quantidade importada tenha diminuído 11% entre janeiro e setembro, o valor das compras avançou 237% no mesmo período.

O resultado evidencia mudanças importantes na composição das importações brasileiras de produtos chineses e reforça a relevância da relação comercial entre as duas economias.

FONTE: Valor International
TEXTO: Redação
IMAGEM: Domingos Peixoto/Agência o Globo

Ler Mais
Comércio Exterior

Correios alcançam 95,77% de pontualidade e ampliam capacidade para a Black Friday

Os Correios registraram índice de pontualidade de 95,77% em 6 de outubro de 2026, reforçando o desempenho operacional da estatal às vésperas do período de maior movimentação do comércio eletrônico. Para atender à demanda da Black Friday e das festas de fim de ano, a empresa está ampliando sua estrutura logística e investindo em tecnologia e agilidade na distribuição de encomendas.

As medidas buscam garantir maior eficiência nas etapas de tratamento, transporte e entrega de mercadorias em todo o território nacional, diante da expectativa de crescimento no volume de pedidos.

Nova máquina de triagem amplia capacidade logística em São Paulo

O Centro de Tratamento de Encomendas de Guarulhos, na Grande São Paulo, recebeu um novo equipamento para acelerar o processamento de pacotes. A previsão é que a máquina entre em plena operação em novembro.

Com capacidade para tratar até 520 mil objetos em 20 horas, o sistema deve reforçar a infraestrutura logística paulista, considerada estratégica para o comércio eletrônico brasileiro.

A ampliação da capacidade de triagem é uma das iniciativas dos Correios para reduzir gargalos operacionais e lidar com o aumento da circulação de encomendas durante as grandes campanhas promocionais e o período natalino.

Tecnologia e monitoramento buscam evitar atrasos nas entregas

Além dos investimentos em equipamentos, os Correios estão reforçando os recursos tecnológicos utilizados no gerenciamento das operações.

As ações incluem ampliação da capacidade dos sistemas, monitoramento contínuo, planos de contingência e medidas para preservar a estabilidade das plataformas digitais.

Um dos principais objetivos é acompanhar, em tempo real, as diferentes fases do processamento das encomendas. Dessa forma, eventuais falhas ou ocorrências podem ser identificadas e corrigidas antes de comprometer o fluxo de distribuição.

O conjunto de medidas pretende sustentar a pontualidade das entregas mesmo diante do aumento sazonal da demanda, quando a logística é pressionada pelo crescimento das compras pela internet.

Correios renovam parceria com AliExpress

A estratégia para o período de maior volume de compras também inclui o fortalecimento das parcerias comerciais. Em setembro, os Correios assinaram a renovação do contrato com o AliExpress, garantindo a continuidade dos serviços de entrega dos pedidos realizados na plataforma aos consumidores brasileiros.

As duas empresas também firmaram um memorando de entendimentos (MoU) para estabelecer iniciativas conjuntas voltadas à aceleração das entregas no Brasil durante as principais datas promocionais do calendário comercial.

Entre os períodos contemplados estão o evento 11.11, conhecido como Dia dos Solteiros no comércio eletrônico, e a Black Friday.

O documento ainda formaliza o compromisso das empresas com a melhoria contínua dos serviços, buscando aprimorar a experiência dos consumidores e a eficiência das operações de entrega.

Operação especial prepara estatal para o fim de ano

Com a combinação de novos equipamentos, investimentos em tecnologia e acordos comerciais, os Correios buscam fortalecer sua capacidade de atendimento em um período decisivo para o varejo.

A expectativa é que a estrutura ampliada contribua para absorver o crescimento das encomendas e manter a qualidade dos serviços durante a Black Friday e as compras de Natal, quando a rapidez e a confiabilidade das entregas ganham ainda mais importância para consumidores e empresas.

FONTE: Agência Gov
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agência Gov

Ler Mais
Comércio Exterior

Exportações brasileiras acumulam US$ 297,65 bilhões em 2026, aponta MDIC

As exportações brasileiras somaram US$ 297,65 bilhões entre janeiro e a segunda semana de outubro de 2026, registrando crescimento de 11,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O avanço das vendas externas contribuiu para ampliar o superávit da balança comercial, que alcançou US$ 65,88 bilhões, alta de 34,6%.

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na terça-feira (13). O levantamento também aponta desempenho positivo no comércio exterior brasileiro durante a primeira parte de outubro, com crescimento das exportações superior ao das importações.

Balança comercial registra superávit de US$ 3,48 bilhões em outubro

Até a segunda semana de outubro, as exportações brasileiras totalizaram US$ 12,99 bilhões, aumento de 29,6% na comparação com o mesmo período de 2025. As importações somaram US$ 9,51 bilhões, com avanço de 20,4%.

Com isso, o saldo comercial ficou positivo em US$ 3,48 bilhões, crescimento de 63,8% na comparação anual. Já a corrente de comércio, indicador que reúne exportações e importações, atingiu US$ 22,50 bilhões, alta de 25,5%.

No acumulado de 2026 até a segunda semana de outubro, as importações chegaram a US$ 231,77 bilhões, crescimento de 6,1%. A corrente de comércio alcançou US$ 529,41 bilhões, avanço de 9% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Agropecuária, indústria extrativa e transformação impulsionam exportações

Os três grandes setores exportadores apresentaram crescimento nas vendas externas durante a segunda semana de outubro.

A indústria extrativa registrou a maior expansão percentual, com alta de 51,7% e exportações de US$ 3,62 bilhões. A agropecuária movimentou US$ 2,62 bilhões, crescimento de 21,7%, enquanto a indústria de transformação alcançou US$ 6,59 bilhões, avanço de 21,3%.

Na agropecuária, o resultado positivo foi influenciado pelo aumento de 311,2% nas exportações de animais vivos, exceto pescados e crustáceos. As vendas de centeio, aveia e outros cereais não moídos registraram expansão de 21.244%, enquanto as exportações de soja cresceram 26%.

Por outro lado, alguns produtos apresentaram retração. As vendas externas de milho não moído recuaram 6,6%, enquanto as de café não torrado diminuíram 6,5%. As exportações de sementes oleaginosas, como girassol, gergelim, canola e algodão, tiveram queda de 61,3%.

Na indústria extrativa, o crescimento foi impulsionado principalmente pelas exportações de minérios de metais preciosos e seus concentrados, que avançaram 1.869,8%. As vendas de minérios de níquel cresceram 240,5%, enquanto as de petróleo bruto e outros óleos minerais betuminosos aumentaram 117,7%.

Em sentido contrário, as exportações de pedra, areia e cascalho recuaram 75,5%. Também houve queda de 20,9% nas vendas de minério de ferro e de 52,8% nas exportações de minérios de cobre.

Na indústria de transformação, as exportações de óleos combustíveis de petróleo, exceto óleos brutos, cresceram 227,7%. A celulose registrou alta de 69,7%, enquanto as vendas de ouro não monetário, excluídos os minérios e seus concentrados, avançaram 64,1%.

Entre os produtos com desempenho negativo, a carne bovina fresca, refrigerada ou congelada apresentou queda de 33,1%. As exportações de açúcares e melaços diminuíram 35,8%, enquanto as de máquinas e equipamentos especializados para determinadas indústrias recuaram 69,6%.

Importações crescem nos três setores da economia

As compras brasileiras do exterior também avançaram nos três grandes setores econômicos até a segunda semana de outubro.

A agropecuária registrou alta de 26,7%, com importações de US$ 190 milhões. Na indústria extrativa, as compras chegaram a US$ 540 milhões, aumento de 57,5%. Já a indústria de transformação movimentou US$ 8,71 bilhões, crescimento de 18,4%.

Entre os produtos agropecuários, as importações de trigo e centeio não moídos cresceram 32,8%. As compras de produtos hortícolas frescos ou refrigerados avançaram 194,6%, enquanto as de soja aumentaram 82,3%.

Em contrapartida, as importações de cevada não moída caíram 54%, e as de centeio, aveia e outros cereais não moídos recuaram 54,1%. As compras de tabaco em bruto apresentaram redução de 98,4%.

Na indústria extrativa, as importações de outros minerais em bruto cresceram 60%, enquanto as de outros minérios e concentrados de metais de base avançaram 173,4%. As compras de petróleo bruto e minerais betuminosos registraram aumento de 129,9%.

Entre as retrações, destacam-se os fertilizantes brutos, com queda de 88,8%, o carvão não aglomerado, com redução de 16,4%, e o gás natural, liquefeito ou não, cujas importações diminuíram 68,2%.

Na indústria de transformação, as importações de óleos combustíveis de petróleo, exceto óleos brutos, cresceram 86,9%. Os geradores elétricos giratórios e suas partes apresentaram aumento de 607,5%, enquanto as compras de partes e acessórios de veículos automotivos avançaram 50%.

Por outro lado, as importações de adubos e fertilizantes químicos, exceto os brutos, recuaram 7,5%. As compras de motores e máquinas não elétricos, exceto motores de pistão e geradores, caíram 75,2%. Já os equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios, registraram redução de 16,2%.

Superávit comercial mantém trajetória de crescimento em 2026

Os resultados divulgados pelo MDIC mostram que as exportações brasileiras continuam crescendo em ritmo superior ao das importações no acumulado do ano. A diferença entre os dois fluxos contribuiu para elevar o superávit comercial a US$ 65,88 bilhões até a segunda semana de outubro.

O desempenho dos setores agropecuário, extrativo e de transformação reforça a importância da diversificação da pauta exportadora para o comércio exterior brasileiro, embora as variações entre produtos indiquem comportamentos distintos nos mercados internacionais.

Fonte: MDIC, com informações do portal Agrolink.

Texto: Redação

Imagem: Ilustrativa / Arquivo ReConecta News

Ler Mais
Comércio Exterior

ApexBrasil promove missão em Bruxelas para ampliar negócios entre Brasil e União Europeia

A ApexBrasil realiza, de 12 a 16 de outubro de 2026, em Bruxelas, na Bélgica, uma agenda estratégica voltada ao fortalecimento das relações comerciais e industriais entre o Brasil e a União Europeia (UE). Com o tema “Planejamento Setorial Brasil-UE: do acordo ao mercado”, a iniciativa busca transformar as oportunidades previstas no acordo comercial em negócios concretos, investimentos e maior integração entre as cadeias produtivas.

A programação reúne representantes do Governo Federal, entidades setoriais, empresários, especialistas, adidos agrícolas, integrantes dos Setores de Promoção Comercial (SECOMs) e representantes de instituições europeias.

O objetivo é aproximar as discussões sobre o acordo das necessidades reais das empresas e dos mercados, identificando caminhos para ampliar a competitividade dos produtos brasileiros na Europa, com atenção à inovação e à sustentabilidade.

Missão comercial prioriza setores estratégicos da economia brasileira

A agenda organizada pela ApexBrasil está estruturada em três eixos principais: workshops de planejamento setorial, um jantar de relacionamento institucional no Parlamento Europeu e o fórum internacional EU-Brazil Industrial Partnership.

Os workshops serão realizados no Radisson Collection Hotel e funcionarão como espaço técnico para elaborar, discutir e validar estratégias de inserção comercial no mercado europeu.

As atividades contemplam segmentos com potencial de expansão das exportações e oportunidades relacionadas à redução tarifária prevista no acordo entre Brasil e União Europeia.

Entre os setores prioritários estão:

  • Móveis e madeira;
  • Máquinas e equipamentos;
  • Moda;
  • Café;
  • Rochas naturais;
  • Frutas frescas e processadas;
  • Sociobioeconomia;
  • Bioenergia.

Ao longo da semana, os participantes serão distribuídos em plenárias e mesas de discussão setoriais para avaliar oportunidades, desafios comerciais e estratégias capazes de ampliar a presença brasileira no mercado europeu.

Jantar no Parlamento Europeu aborda integração industrial e sustentabilidade

No dia 13 de outubro, a programação inclui o encontro institucional Trusted Industrial Partnership for a Competitive and Sustainable Economy, realizado no Parlamento Europeu.

O jantar tem como foco o diálogo com eurodeputados, executivos e assessores, com o propósito de discutir oportunidades de cooperação econômica e industrial entre os dois mercados.

Entre os temas previstos estão a integração produtiva Brasil-UE, o fornecimento sustentável, a expansão das energias limpas e o desenvolvimento de cadeias produtivas com menor emissão de carbono.

A iniciativa busca fortalecer o relacionamento institucional e ampliar o entendimento sobre caminhos para uma parceria industrial competitiva e alinhada às metas de sustentabilidade.

Fórum Brasil-União Europeia discutirá inovação e cadeias produtivas

Outro destaque da missão será o EU-Brazil Industrial Partnership Forum – Building Competitive, Resilient and Sustainable Value Chains, marcado para 15 de outubro de 2026, das 9h às 13h, no Concert Noble, em Bruxelas.

O encontro será promovido pela ApexBrasil em parceria com a BusinessEurope, principal confederação empresarial europeia.

A programação abordará questões consideradas estratégicas para a competitividade industrial, incluindo:

  • Integração das cadeias globais de valor;
  • Inovação e desenvolvimento tecnológico;
  • Acesso e fornecimento de matérias-primas críticas;
  • Soluções energéticas de baixo carbono;
  • Resiliência e sustentabilidade da produção industrial.

O fórum pretende ampliar o debate sobre as relações comerciais entre Brasil e União Europeia, conectando as oportunidades do acordo a desafios mais abrangentes da economia global.

A discussão também busca identificar possibilidades de cooperação entre empresas brasileiras e europeias, favorecendo cadeias de suprimentos mais eficientes, sustentáveis e preparadas para enfrentar mudanças no cenário internacional.

Acordo comercial pode abrir novas oportunidades para empresas brasileiras

A agenda em Bruxelas faz parte do esforço para aproximar os instrumentos de política comercial das estratégias de atuação das empresas. A proposta é identificar oportunidades por setor, estimular parcerias e preparar os segmentos brasileiros para aproveitar as condições de acesso ao mercado europeu previstas no acordo.

Com a participação de autoridades, lideranças empresariais e interlocutores europeus, a missão pretende contribuir para o fortalecimento das relações econômicas entre as duas regiões e para a ampliação das oportunidades de exportação, investimento e cooperação industrial.

Serviço

  • Evento: Planejamento Setorial Brasil-UE: do acordo ao mercado.
  • Data: 12 a 16 de outubro de 2026.
  • Local: Bruxelas, Bélgica.
  • Organização: ApexBrasil.

FONTE: Apex Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Apex Brasil

Ler Mais
Comércio Exterior

Paraguai realiza primeira exportação de carne de frango para Taiwan

O Paraguai iniciou as exportações de carne de frango para Taiwan com o envio do primeiro contêiner ao mercado asiático. A operação foi viabilizada após a autorização sanitária de Taiwan para a entrada de produtos avícolas paraguaios e marca um novo avanço para o setor agropecuário do país.

O carregamento inaugural soma 150 toneladas de carne de frango, enquanto as estimativas do setor apontam para a possibilidade de alcançar um volume de até 500 toneladas mensais.

Abertura do mercado de Taiwan contou com apoio diplomático e técnico

A concretização do negócio envolveu esforços diplomáticos e negociações sanitárias. Entre os destaques do processo está a participação de José Han, ex-embaixador de Taiwan no Paraguai, que contribuiu para estreitar os laços entre os dois países e fortalecer as relações bilaterais.

O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) também desempenhou um papel decisivo nas tratativas. O órgão participou das negociações e dos procedimentos técnicos necessários para obter a habilitação sanitária, requisito essencial para viabilizar as exportações de produtos avícolas paraguaios.

Exportação amplia oportunidades para a avicultura paraguaia

A inclusão de Taiwan entre os destinos da carne de frango do Paraguai abre novas perspectivas para o comércio exterior do país sul-americano. A iniciativa permite diversificar os mercados compradores, ampliar as oportunidades de negócios e fortalecer a cadeia produtiva da avicultura nacional.

Com a abertura desse novo mercado, o Paraguai passa a contar com mais uma alternativa para expandir a presença de seus produtos no cenário internacional. A expectativa de crescimento dos embarques também representa uma oportunidade para impulsionar a produção avícola e ampliar o alcance comercial do setor.

FONTE: Portal Portuario
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuario

Ler Mais
Comércio Exterior

União Europeia limita importação de carros híbridos da China a 350 mil unidades por ano

A União Europeia (UE) pretende limitar a importação de carros híbridos fabricados na China a 350 mil unidades por ano. A medida faz parte das negociações comerciais entre o bloco europeu e o governo chinês, que registraram avanços no início deste mês.

Segundo um alto funcionário europeu, a proposta prevê restringir a entrada de veículos híbridos convencionais e híbridos plug-in pelos próximos quatro anos. O objetivo é reduzir pela metade a participação dos fabricantes chineses nesse segmento no mercado europeu.

A nova regra poderá entrar em vigor no início de dezembro e estabelecerá um limite anual para as importações, com uma taxa fixa de crescimento de 6% ao ano. De acordo com a fonte, o mecanismo busca reduzir em mais da metade o volume de exportações chinesas de veículos híbridos para o bloco.

UE busca reduzir presença de híbridos chineses no mercado

A iniciativa representa mais um movimento da União Europeia para controlar o avanço das montadoras chinesas no setor automotivo. Com a limitação das importações, o bloco pretende diminuir a participação desses veículos no mercado regional ao longo dos próximos anos.

A proposta abrange tanto os carros híbridos quanto os híbridos plug-in, modelos que combinam motores a combustão e propulsão elétrica, mas possuem características distintas de funcionamento e recarga.

O cronograma prevê a aplicação das restrições a partir de dezembro, embora a implementação dependa dos desdobramentos das negociações comerciais entre as duas partes.

China prevê redução de tarifas sobre produtos europeus

Como parte dos entendimentos comerciais, a China concordou em reduzir tarifas de importação aplicadas a produtos europeus que, juntos, representam cerca de 4 bilhões de euros em exportações para o país.

A lista inclui autopeças, calçados, sorvetes e azeite de oliva. A redução tarifária pode beneficiar empresas europeias que buscam ampliar suas vendas no mercado chinês.

As negociações envolvem, portanto, medidas que afetam tanto o comércio automotivo quanto outros setores da economia. Enquanto a União Europeia busca conter o avanço dos veículos híbridos chineses, a redução de tarifas na China abre espaço para melhorar as condições de acesso de produtos europeus ao mercado asiático.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/InfoMoney

Ler Mais
Comércio Exterior

Vendas de carros na China caem 28% em setembro, apesar do avanço das exportações

As vendas de carros na China registraram nova retração em setembro, mesmo com o início do período sazonalmente mais aquecido para o setor automotivo. O resultado reforça os sinais de enfraquecimento da demanda interna, apesar do crescimento das exportações e da participação recorde dos veículos eletrificados no mercado.

Segundo dados divulgados na segunda-feira (12) pela Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros (CPCA), as vendas no varejo de carros de passeio somaram 1,62 milhão de unidades no mês, queda de 28% em relação a setembro do ano anterior. Na comparação com agosto, porém, houve crescimento de 5%.

O desempenho representa o 12º mês consecutivo de queda na comparação anual e indica que o mercado ainda não apresenta sinais consistentes de recuperação.

Demanda interna fraca pressiona o mercado automotivo chinês

A CPCA atribui parte do resultado à redução da procura por veículos convencionais, movidos a combustíveis fósseis. Os preços elevados do petróleo e o enfraquecimento do consumo na China têm dificultado a retomada das vendas.

Outro fator de pressão é o aumento dos custos dos chips de memória, que vem atrasando o lançamento de novos modelos e limitando o desempenho comercial das montadoras.

Depois de anos de expansão acelerada e de resultados expressivos no ano passado, a indústria automotiva chinesa atravessa uma fase de ajuste, marcada pelos primeiros sinais de consolidação empresarial e reorganização estratégica.

Entre os movimentos recentes do setor está a intenção do Guangzhou Automobile Group de adquirir uma participação de 50% na FAW Toyota, atualmente pertencente ao grupo FAW. Geely e NIO também anunciaram uma parceria voltada ao intercâmbio de tecnologias de troca de baterias e recarga.

Veículos elétricos e híbridos ganham participação

Os veículos de nova energia (NEVs), categoria que reúne carros elétricos e híbridos plug-in, continuam entre os principais destaques da indústria chinesa.

Em setembro, esses modelos responderam por 67% das vendas totais de automóveis, estabelecendo um novo recorde de participação no mercado. Apesar disso, o segmento também registrou retração: as vendas no varejo recuaram 17% na comparação anual, totalizando 1,08 milhão de unidades.

O resultado mostra que, mesmo com o avanço da eletrificação, o mercado doméstico enfrenta dificuldades para sustentar o ritmo de crescimento observado nos últimos anos.

Exportações de carros chineses avançam em setembro

Diante da desaceleração interna, as fabricantes chinesas ampliam a presença internacional para compensar a perda de força nas vendas domésticas.

De acordo com a CPCA, as exportações de veículos de nova energia mais que dobraram novamente em setembro. Já os embarques de carros de passeio cresceram 74% em relação ao mesmo mês do ano anterior, alcançando 917 mil unidades.

A Tesla também registrou volumes expressivos no período. A fabricante norte-americana exportou 30.529 veículos produzidos em sua fábrica de Xangai e comercializou 95.366 unidades no mês.

O avanço das vendas externas tem ajudado a sustentar a atividade das montadoras, embora o setor permaneça exposto a barreiras comerciais e mudanças nas condições dos principais mercados internacionais.

Guerra de preços limita perspectiva de recuperação em outubro

A CPCA não projeta uma retomada expressiva das vendas em outubro. A entidade avalia que a confiança dos consumidores continua baixa, enquanto a disputa por preços entre as montadoras mantém os compradores cautelosos.

Além da concorrência acirrada, as mudanças demográficas e os custos elevados dos combustíveis podem continuar limitando a demanda por automóveis.

No mercado externo, a expectativa também é de desaceleração das exportações, diante das pressões comerciais enfrentadas pelas fabricantes chinesas na União Europeia.

O cenário combina, portanto, queda nas vendas domésticas, expansão dos embarques internacionais e avanço estrutural dos veículos eletrificados. Para o setor automotivo chinês, o desafio será equilibrar a capacidade de produção e a concorrência entre fabricantes com uma demanda interna ainda enfraquecida.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/InfoMoney

Ler Mais
Comércio Exterior

China rejeita limite da UE para exportações de carros híbridos

A China rejeitou a proposta da União Europeia (UE) para limitar voluntariamente as exportações de carros híbridos chineses ao mercado europeu, aumentando a pressão nas negociações comerciais entre Pequim e Bruxelas.

A recusa ocorre em um momento de tentativa de aproximação entre os dois lados, que buscam evitar uma nova escalada das tensões comerciais. Diante do impasse, a Comissão Europeia avalia a possibilidade de estabelecer unilateralmente restrições temporárias às importações de veículos híbridos fabricados na China.

A informação foi divulgada pelo Financial Times, que citou dois diplomatas familiarizados com as negociações.

UE avalia limitar importações de veículos chineses

O comissário europeu do Comércio, Maros Sefcovic, iniciou nesta quinta-feira uma visita de dois dias a Pequim. Entre os objetivos da viagem está a busca por um acordo capaz de reduzir o crescente déficit comercial da União Europeia com a China e evitar novas medidas de retaliação.

A proposta apresentada inicialmente por Bruxelas previa que Pequim restringisse as exportações de automóveis híbridos para cerca de 15% do mercado europeu. Atualmente, os veículos chineses representam mais de um terço desse segmento.

A alternativa negociada seria adotada de forma voluntária, mas a rejeição chinesa pode levar a UE a recorrer a medidas comerciais próprias, incluindo possíveis aumentos de tarifas.

Salvaguarda pode criar novas quotas de importação

Após a negativa de Pequim, a Comissão Europeia passou a analisar a criação de uma medida temporária de salvaguarda comercial. O mecanismo permitiria estabelecer uma quota para a entrada de veículos chineses e aplicar tarifas adicionais elevadas sobre os automóveis que ultrapassassem o limite estabelecido.

A ideia é chegar a um volume de importações que a China possa aceitar informalmente, reduzindo o risco de uma nova reação comercial.

No entanto, a medida não poderia ser direcionada exclusivamente à China. Outros fornecedores, como Reino Unido, Coreia do Sul e Japão, também seriam incluídos no sistema, com quotas calculadas de acordo com seus históricos de exportação para o mercado europeu.

Disputa envolve carros elétricos e tarifas

O aumento das exportações chinesas de veículos híbridos para a Europa ganhou força depois que Bruxelas aplicou direitos compensatórios de até 35% sobre automóveis elétricos produzidos na China. Essas tarifas são cobradas além da taxa convencional de 10%.

Pequim reagiu com medidas comerciais direcionadas a produtos europeus, entre eles conhaque, carne suína e laticínios, ampliando o alcance da disputa entre os dois mercados.

França e Alemanha pedem resposta mais firme

De acordo com o Financial Times, autoridades europeias consideram que as negociações em Pequim terão dificuldades para avançar caso não haja uma solução para o crescimento das importações de automóveis híbridos.

A dimensão do déficit comercial europeu com a China também preocupa os governos dos Estados-membros. O saldo negativo chegou a aproximadamente 1 bilhão de euros por dia.

França e Alemanha apresentaram nesta semana uma posição conjunta defendendo uma atuação mais firme da Comissão Europeia diante das práticas comerciais chinesas.

Os dois países alertaram para o risco de um “choque industrial maciço” em setores considerados estratégicos para a economia europeia, como as indústrias farmacêutica, aeroespacial, automotiva, química e de máquinas-ferramentas.

Berlim e Paris também propõem um novo instrumento que permita restringir rapidamente a entrada de determinados produtos no mercado europeu. Segundo os dois governos, o mecanismo poderia funcionar ainda como forma de dissuadir eventuais retaliações de Pequim.

Terras raras e relação com a Rússia entram nas negociações

As discussões entre China e União Europeia não se limitam ao setor automotivo. Outro tema relevante são os controles chineses sobre a exportação de terras raras, ímãs e minerais críticos, materiais fundamentais para as indústrias de automóveis, tecnologias de energia limpa e defesa.

Diplomatas citados pelo Financial Times afirmam que aproximadamente 90% dos pedidos de licenciamento apresentados por empresas europeias foram aprovados pelas autoridades chinesas. O processo, porém, exige que as companhias forneçam informações comerciais e industriais consideradas sensíveis.

Pequim também pressiona Bruxelas pelo fim das sanções contra empresas chinesas acusadas de apoiar a Rússia na guerra contra a Ucrânia. O governo chinês ainda quer a retirada de restrições europeias à exportação de tecnologias avançadas, incluindo equipamentos para fabricação de semicondutores produzidos pela empresa neerlandesa ASML.

China critica restrições voluntárias às exportações

Um terceiro diplomata ouvido pelo jornal britânico demonstrou ceticismo sobre a possibilidade de um acordo durante as atuais negociações.

O Ministério do Comércio da China, por sua vez, afirmou no mês passado que se opõe firmemente às restrições voluntárias às exportações. Segundo Pequim, esse tipo de medida viola as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e entra em conflito com os princípios de economia de mercado e concorrência justa.

As negociações em Pequim, portanto, envolvem não apenas o comércio de automóveis híbridos, mas também tarifas, acesso a mercados, minerais estratégicos, tecnologia e sanções relacionadas à guerra na Ucrânia.

FONTE: SIC Notícias
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/SIC

Ler Mais
Comércio Exterior

Exportações do Brasil para China e União Europeia impulsionam superávit comercial em 2026

O Brasil ampliou as vendas externas e registrou forte avanço no superávit da balança comercial em 2026. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na terça-feira (6/10) mostram que o saldo positivo acumulado de janeiro a setembro cresceu 34,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Exportações brasileiras somam US$ 284,65 bilhões

Entre janeiro e setembro de 2026, as exportações brasileiras alcançaram US$ 284,65 bilhões, alta de 10,4% na comparação anual. No mesmo período, as importações avançaram 5,0%, chegando a US$ 222,26 bilhões.

Com esse resultado, o comércio exterior brasileiro registrou superávit de US$ 62,40 bilhões, crescimento de 34,8%. Já a corrente de comércio, que reúne exportações e importações, movimentou US$ 506,91 bilhões, aumento de 8,0%.

China amplia compras de produtos brasileiros

A China foi um dos principais destinos responsáveis pelo crescimento das exportações brasileiras. Nos nove primeiros meses do ano, as vendas para o mercado chinês somaram US$ 84,68 bilhões, alta de 12,0% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

O resultado reforça a importância do país asiático para a pauta de exportações do Brasil, especialmente entre os principais parceiros comerciais brasileiros.

União Europeia também aumenta importações do Brasil

As vendas brasileiras para a União Europeia tiveram desempenho ainda mais expressivo no período. Entre janeiro e setembro, as exportações para o bloco cresceram 20,0% e totalizaram US$ 44,15 bilhões.

O avanço das compras europeias contribuiu para o desempenho positivo da balança comercial brasileira ao longo de 2026.

Setembro registra alta nas exportações

Considerando apenas setembro, as exportações brasileiras cresceram 12,9% frente ao mesmo mês de 2025 e alcançaram US$ 34,42 bilhões.

Na direção contrária, as importações recuaram 2,4%, para US$ 26,68 bilhões. A diferença entre os dois fluxos resultou em um superávit comercial de US$ 7,74 bilhões, aumento de 146,4% na comparação anual.

A corrente de comércio de setembro ficou em US$ 61,10 bilhões, alta de 5,6%.

FONTE: Agência Gov
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gilberto Sousa/CNI

Ler Mais
Comércio Exterior

Parada programada de sistemas do Portal Único do Comércio Exterior e Siscomex

Comunicamos a realização de parada programada de sistemas de comércio exterior conforme programação abaixo, com impacto nos sistemas listados abaixo.

Dia 11/10/2026, domingo, das 01h00 às 05h00.

  • SISCOMEX IMPORTAÇÃO – DI
  • SISCOMEX IMPORTAÇÃO – DSI
  • SISCOMEX MANTRA
  • MERCANTE
  • SISCOMEX CARGA
  • SISCOMEX IMPORTAÇÃO – PRESENÇA DE CARGA
  • SISCOMEX TRÂNSITO
  • DRAWBACK SUSPENSÃO
  • DRAWBACK INTEGRADO
  • RADAR – SISTEMA RASTREAMENTO ATUAÇÃO INTERVENIENTES ADUANEIROS
  • e-DBV
  • e-DMOV

Dia 12/10/2026, segunda-feira, das 01h00 às 05h00 – Portal Único Siscomex:

  • Anexação Eletrônica de Documentos
  • API Recintos
  • Cadastro de Atributos
  • Cadastro de Intervenientes
  • Catálogo de Produtos
  • CLASSIF – Classificação Fiscal de Mercadorias
  • Conferência Aduaneira
  • CCT Exportação
  • CCT Importação
  • Declaração Única de Importação (Duimp)
  • Declaração Única de Exportação (DU-E)
  • Gerenciamento de Risco
  • HABILITA
  • Operador Econômico Autorizado (OEA)
  • Pagamento Centralizado de Comércio Exterior
  • Remessas Internacionais
  • Siscomex Importação DI
  • Tabelas Comex
  • Tratamento Administrativo / LPCO
  • Tratamento Tributário (TTCE)
  • Visão Integrada

FONTE E IMAGEM: Siscomex

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook