Portos

Porto de Itajaí recebe maior draga da história para reforçar serviços de dragagem

O Porto de Itajaí iniciou nesta quinta-feira (28) uma nova etapa dos trabalhos de dragagem no canal do Rio Itajaí-Açu com a entrada em operação da embarcação Utrecht, considerada a maior draga já utilizada na história do complexo portuário.

O equipamento passa a atuar na sucção de sedimentos acumulados no canal, ampliando os serviços de manutenção das profundidades operacionais e garantindo melhores condições para a navegação de grandes embarcações.

Nova etapa reforça manutenção do canal portuário

A chegada da Utrecht complementa os trabalhos já realizados nas bacias de evolução, nos berços de atracação e no canal de acesso ao porto. A operação ocorre após a recuperação da profundidade considerada adequada para assegurar segurança nas manobras marítimas.

De acordo com informações técnicas atualizadas pela empresa Hidrotopo, os levantamentos de batimetria confirmaram condições operacionais favoráveis para a continuidade das atividades de dragagem.

Com isso, o Porto de Itajaí amplia a capacidade de monitoramento e manutenção da infraestrutura portuária ao longo de toda a área operacional.

Dragagem é estratégica para operações no Porto de Itajaí

A manutenção das profundidades do canal é considerada essencial para o funcionamento do Complexo Portuário de Itajaí, especialmente para receber navios de grande porte e manter o fluxo das operações logísticas.

Mesmo durante o período de acompanhamento técnico, as atividades portuárias seguiram sem interrupções. O maior navio cargueiro recebido recentemente no porto operou com calado de 12,80 metros, dentro dos limites monitorados pelas equipes técnicas, pela Praticagem e pela Autoridade Marítima.

Trabalho inclui dispersão de lama fluida

As equipes responsáveis pela dragagem também atuam na dispersão da chamada lama fluida, fenômeno comum em regiões estuarinas e áreas portuárias com intensa dinâmica sedimentar, como ocorre no Rio Itajaí-Açu.

A medida busca preservar as condições de navegabilidade e evitar impactos nas operações marítimas.

Porto amplia segurança e competitividade logística

Com a entrada da Utrecht em operação, o Porto de Itajaí fortalece a recuperação das profundidades operacionais e amplia a segurança das manobras de embarcações.

Além de melhorar a eficiência logística, a obra contribui para aumentar a competitividade do complexo portuário e preparar a estrutura para o crescimento da movimentação de cargas nos próximos meses.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Arquivo/Porto de Itajaí

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Sem Categoria

Porto de Itajaí recebe navio com mais de 4,5 mil veículos da BYD – veja o vídeo

O Porto de Itajaí recebeu nesta semana o navio Grande Shanghai, trazendo 4.509 veículos da montadora chinesa BYD. A embarcação atracou na tarde de terça-feira (26). A movimentação foi conduzida pela JBS Terminais e marca uma nova etapa das operações automotivas no terminal catarinense, consolidando o Porto de Itajaí como um dos principais pontos estratégicos para o desembarque de veículos no país.

Além da operação desta semana, uma nova escala já está programada para meados de junho. O navio BYD Changsha deve desembarcar cerca de 7,2 mil veículos no terminal. Com as duas operações previstas para 2026, o Porto de Itajaí deverá receber aproximadamente 11,7 mil veículos da fabricante chinesa ao longo deste ciclo logístico.

Antes da chegada do Grande Shanghai, o terminal já havia registrado a movimentação de 2.928 veículos em operações do tipo Ro-Ro neste ano. Com as novas escalas da BYD, a expectativa é alcançar cerca de 14.628 veículos movimentados em 2026.

Estrutura logística envolveu 150 trabalhadores e 90 cegonhas

A operação contou com uma força-tarefa de aproximadamente 150 trabalhadores e cerca de 90 caminhões-cegonha responsáveis pelo transporte dos veículos. O trabalho foi realizado em esquema contínuo para garantir agilidade no desembarque, segurança operacional e eficiência na distribuição da carga.

Segundo o superintendente do Porto de Itajaí, Artur Antunes Pereira, a chegada do Grande Shanghai demonstra a capacidade operacional do terminal em atender grandes demandas do setor automotivo. “A chegada do Grande Shanghai, com 4.509 veículos da BYD, demonstra a capacidade do Porto de Itajaí de executar operações de grande porte com eficiência, segurança e planejamento. A operação conduzida pela JBS Terminais reforça a confiança do mercado no porto público e federal de Itajaí”, afirmou.

Porto de Itajaí amplia participação no setor automotivo

Em 2025, o Porto de Itajaí já havia movimentado cerca de 8 mil veículos da BYD. Agora, com a previsão de quase 12 mil unidades em 2026, o terminal fortalece sua posição estratégica na logística automotiva brasileira. O crescimento das operações também evidencia o aumento da presença da montadora chinesa no mercado nacional e reforça a relevância de Santa Catarina nas cadeias de importação e distribuição de veículos.

Fonte: Porto de Itajaí

Texto: Redação

Imagem: Porto de Itajaí

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Meio Ambiente

El Niño em Itajaí: condomínios reforçam prevenção contra chuvas intensas

A cidade de Itajaí intensificou ações de prevenção para reduzir os impactos provocados pelo El Niño em áreas residenciais e condomínios. A iniciativa reúne a prefeitura e administradores condominiais em um trabalho conjunto voltado à segurança dos moradores diante da previsão de chuvas fortes no Litoral Norte catarinense.

Entre as principais medidas adotadas estão o acompanhamento de áreas consideradas de risco, além da manutenção de sistemas de drenagem e limpeza da rede pluvial. O objetivo é evitar transtornos como alagamentos, infiltrações e danos estruturais causados pelas mudanças climáticas.

Orientações buscam reduzir riscos em condomínios

Os responsáveis pela gestão de condomínios também estão orientando moradores sobre práticas preventivas durante períodos de chuva intensa. As recomendações incluem cuidados com descarte de resíduos, verificação de calhas e atenção a possíveis pontos de acúmulo de água.

A mobilização ocorre em meio às preocupações com os efeitos do fenômeno El Niño em diferentes regiões de Santa Catarina, especialmente em cidades mais suscetíveis a temporais e enchentes.

Segurança e prevenção são prioridades

Com a adoção antecipada das medidas, o município busca minimizar prejuízos materiais e aumentar a proteção da população nos próximos meses. A expectativa é que o trabalho preventivo contribua para reduzir impactos provocados por eventos climáticos extremos.

FONTE: Balanço Geral Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Sentinel-6 Michael Freilich/Nasa

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Portos

Porto de Itajaí receberá 11,7 mil veículos da BYD em megaoperações logísticas

O Porto de Itajaí se prepara para uma das maiores movimentações automotivas do ano com a chegada de 11,7 mil veículos da montadora chinesa BYD. As operações ocorrerão em duas etapas e devem impulsionar a economia regional, gerar empregos temporários e fortalecer o setor de logística automotiva em Santa Catarina.

As cargas serão desembarcadas em duas escalas programadas para maio e junho. A primeira acontece na próxima terça-feira (26), quando um navio da Grimaldi atracará com 4,5 mil automóveis. Já no dia 23 de junho, o navio BYD Shenzhen retornará ao terminal trazendo outras 7,2 mil unidades.

Somadas, as duas operações resultarão no desembarque de 11.700 veículos no complexo portuário catarinense.

Operação mobilizará centenas de profissionais

A chegada dos automóveis exigirá uma grande estrutura operacional no porto. Apenas na primeira etapa, cerca de 150 trabalhadores atuarão diretamente na movimentação das cargas.

Além disso, aproximadamente 90 caminhões-cegonha serão utilizados no transporte dos veículos para diferentes regiões do Brasil. A operação começará às 7h e seguirá de forma contínua durante 24 horas.

Segundo a Prefeitura de Itajaí, o planejamento logístico foi desenvolvido para garantir agilidade no desembarque e rapidez na distribuição dos automóveis.

Plano especial busca reduzir impactos no trânsito

Para minimizar congestionamentos e manter a mobilidade urbana durante as operações, foram definidas rotas específicas para circulação dos caminhões-cegonha.

Os veículos vazios acessarão o porto pela saída 120 da BR-101, utilizando as avenidas Adolfo Konder e Carolina Vailatti, além das ruas Indaial e Felipe Reiser.

Já os caminhões carregados deixarão a área portuária pela rua Felipe Reiser, seguindo pelas vias Benjamin Franklin Pereira e Blumenau até alcançar a BR-101 pela avenida Reinaldo Schmithausen.

A organização também criou áreas exclusivas para espera e recebimento dos veículos, com o objetivo de garantir mais segurança viária e reduzir impactos no tráfego local.

Porto reforça posição estratégica na logística automotiva

O prefeito Robison Coelho afirmou que operações desse porte fortalecem a economia do município e ampliam oportunidades para empresas ligadas aos setores de transporte e logística.

A chegada dos veículos também consolida a capacidade do Porto de Itajaí em operações do sistema Roll-on/Roll-off (Ro-Ro), modelo utilizado para embarque e desembarque de automóveis utilizando as próprias rodas, sem necessidade de guindastes.

Esse formato reduz o tempo operacional e aumenta a eficiência logística nos terminais portuários.

Histórico de operações amplia vocação automotiva do porto

As novas escalas da BYD reforçam a crescente atuação do Porto de Itajaí no segmento automotivo. Em maio de 2025, o mesmo navio BYD Shenzhen desembarcou 7.292 veículos elétricos e híbridos no terminal, operação considerada a maior da história portuária brasileira no setor.

Na ocasião, a movimentação ocorreu durante quatro dias consecutivos e mobilizou centenas de trabalhadores e caminhões-cegonha.

Mais recentemente, o porto também recebeu navios Ro-Ro transportando veículos de montadoras internacionais, como a BMW.

Somente em 2026, o terminal já contabiliza cinco operações automotivas, com quase 3 mil veículos movimentados, consolidando sua retomada operacional e sua relevância na logística portuária nacional.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação / Prefeitura de Itajaí

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Portos

TCU aprova concessão do canal de acesso do Porto de Itajaí com previsão de R$ 300 milhões em investimentos

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta terça-feira (19) a concessão do canal de acesso aquaviário do Porto de Itajaí, em Santa Catarina. O projeto prevê investimentos de aproximadamente R$ 300 milhões e terá contrato inicial de 25 anos, podendo ser prorrogado por até 70 anos.

A medida busca garantir mais estabilidade operacional para os portos de Itajaí e Navegantes, especialmente em relação aos serviços de dragagem e à manutenção da profundidade do canal, fatores considerados estratégicos para a logística portuária da região.

Projeto busca solucionar problemas de dragagem

A concessão do canal de acesso surge após uma série de interrupções nos serviços de dragagem registrados nos últimos anos. Em abril, a profundidade operacional da área teve redução de cerca de 30 centímetros depois de quase dois meses sem manutenção, conforme atualização da Capitania dos Portos.

Atualmente, o canal possui profundidade de 13,5 metros. A expectativa do governo federal é ampliar esse número para até 16 metros, permitindo a operação de navios maiores e aumentando a competitividade dos portos catarinenses.

A concessão será a segunda desse modelo no Brasil. O primeiro canal de acesso concedido no país foi o do Porto de Paranaguá, leiloado em 2025.

Impactos na logística portuária

A redução da profundidade do canal afeta diretamente a movimentação de cargas, principalmente de contêineres, principal segmento operado nos portos de Itajaí e Navegantes.

Segundo estimativas do setor portuário, as restrições operacionais podem provocar perdas de até 10% na movimentação logística da região, além de dificultar a atracação de embarcações de grande porte.

O serviço de dragagem ficou interrompido no início deste ano e foi retomado apenas em abril, por meio de contrato emergencial com a empresa Van Oord, responsável pela execução dos trabalhos.

Histórico recente de instabilidade no Porto de Itajaí

Além dos desafios operacionais, o Porto de Itajaí também enfrentou mudanças administrativas nos últimos anos. Em janeiro de 2025, após dificuldades financeiras e operacionais, a gestão portuária foi transferida para a Autoridade Portuária de Santos, por decisão do Ministério de Portos e Aeroportos.

Posteriormente, diante de disputas políticas e administrativas na região, o governo federal decidiu repassar a administração para a Codeba.

Governo prepara concessão definitiva do terminal

Paralelamente à concessão do canal de acesso, o governo federal segue trabalhando na modelagem definitiva para a concessão do terminal do Porto de Itajaí. Os estudos do projeto já foram aprovados em 2025.

Inicialmente, a proposta previa uma concessão conjunta do terminal e do canal de acesso, mas o governo optou por separar os ativos.

Atualmente, o terminal é operado temporariamente pela JBS, cujo contrato segue até o final de 2026. A empresa já manifestou interesse em participar do futuro leilão da concessão permanente.

Fonte: Com informações da CNN Brasil

Texto: Redação
Imagem: Reprodução CNN Brasil / Reuters

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Portos

Porto de Itajaí avança na dragagem e reforça segurança da navegabilidade do canal

A Superintendência do Porto de Itajaí informa que os serviços de dragagem de manutenção do canal de acesso seguem em andamento, com monitoramento técnico permanente e diálogo contínuo com a Marinha do Brasil, a Autoridade Portuária Federal, a Praticagem e os demais agentes envolvidos na operação portuária.

Nesta etapa, o trabalho de dispersão da lama fluida está chegando ao fim. A atividade vem sendo realizada com o objetivo de manter a navegabilidade, a segurança das manobras e as condições operacionais do canal de acesso ao Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes.

A próxima fase dos serviços prevê a chegada, em cerca de 12 dias, de uma draga do tipo Hopper ao Porto de Itajaí. O equipamento será utilizado no trabalho de sucção de sedimentos sólidos, etapa complementar à dispersão da lama fluida, reforçando a manutenção das profundidades necessárias para a operação segura de navios de carga e de passageiros.

A lama fluida é uma condição técnica comum em áreas portuárias e estuarinas, especialmente em regiões com grande dinâmica de sedimentos, como o Rio Itajaí-Açu. Diferente de um fundo sólido compactado, esse material apresenta comportamento intermediário entre líquido e sólido e exige avaliação técnica específica, com base em batimetrias, densidade do material e parâmetros definidos pela autoridade marítima.

Mesmo diante dessa condição, o canal segue praticável, monitorado e operacional, dentro dos critérios de segurança estabelecidos pela Marinha do Brasil. A Superintendência reforça que não houve interrupção das operações portuárias e que o acompanhamento técnico é realizado de forma permanente para garantir previsibilidade ao setor produtivo.

Para o superintendente do Porto de Itajaí, Artur Antunes Pereira, o momento é de acompanhamento técnico, transparência e segurança.

“O mais importante é deixar claro que o canal segue navegável, monitorado e seguro. A dragagem está em andamento, a etapa de dispersão da lama fluida está chegando ao fim e, na sequência, teremos a atuação da draga Hopper para a sucção dos sedimentos sólidos. Estamos trabalhando com responsabilidade técnica, diálogo permanente com a Marinha do Brasil e foco total na segurança da navegação e na previsibilidade das operações”, destaca Artur.

O contrato de dragagem de manutenção do canal de acesso foi firmado entre a Codeba e a Van Oord, empresa responsável pelos serviços, no valor de R$ 63,8 milhões, com vigência inicial de 12 meses e possibilidade de prorrogação por até dez anos, garantindo continuidade à manutenção do canal pelos próximos anos. 

A dragagem contempla canal interno, canal externo, berços de atracação e bacias de evolução, assegurando as condições necessárias para a regularidade das operações e para a competitividade logística do Porto de Itajaí.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Portos

Navio naufragado há 130 anos será removido do canal do Porto de Itajaí em SC

A administração do Porto de Itajaí anunciou o início das etapas para viabilizar a retirada dos destroços do navio Pallas, embarcação naufragada há mais de um século no canal de acesso portuário entre Itajaí e Navegantes, em Santa Catarina.

O superintendente do porto, Artur Antunes Pereira, informou nesta quarta-feira (14) que o contrato para elaboração do estudo técnico da remoção deve ser assinado nos próximos dias. A medida é considerada estratégica para ampliar a capacidade operacional do complexo portuário catarinense.

Destroços do navio dificultam navegação no canal portuário

Segundo registros históricos, o Pallas afundou em 1893 durante a Revolta Armada, conflito militar que marcou os primeiros anos da República no Brasil. A embarcação permanece submersa no Rio Itajaí-Açu e, mesmo fragmentada em duas partes, ainda interfere na navegação de grandes navios que acessam os portos da região.

De acordo com a superintendência, a retirada da estrutura permitirá melhorar as condições de navegabilidade e abrir espaço para a operação de embarcações de maior porte no canal portuário.

Apesar da relevância da obra para a logística marítima e o setor de infraestrutura portuária, ainda não existe uma previsão oficial para o início ou conclusão dos trabalhos.

Navio Pallas foi construído na Inglaterra

Fabricado na Inglaterra em 1891, o Pallas era um paquete movido a vapor, considerado moderno para a época. A embarcação fazia o transporte de passageiros e cargas frigorificadas entre Rio de Janeiro e Buenos Aires, realizando escalas em Itajaí, possivelmente para abastecimento.

O naufrágio aconteceu em 25 de outubro de 1893. Historiadores apontam que o comandante teria se recusado a apoiar os revoltosos da Revolta Armada, episódio que teria motivado ataques contra o navio. Antes de afundar, a embarcação também foi saqueada e perdeu diversos objetos de valor.

Entenda o que foi a Revolta Armada

A Revolta Armada ocorreu entre 1893 e 1894 e foi liderada por setores da Marinha brasileira contrários ao governo do então presidente Floriano Peixoto.

Os militares exigiam novas eleições presidenciais após a renúncia de Deodoro da Fonseca, alegando irregularidades na sucessão do poder.

O conflito teve confrontos importantes no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, incluindo batalhas navais e bombardeios. Ao final, o governo federal conseguiu conter a rebelião e consolidar o regime republicano recém-estabelecido no país.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/SPI

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Portos

Cabotagem no Porto Itapoá reduz emissão de 259 mil toneladas de CO₂ e fortalece logística sustentável

O avanço da cabotagem no Porto Itapoá tem ampliado os impactos positivos para a logística e o meio ambiente em Santa Catarina. Dados divulgados pelo terminal apontam que a operação evitou a emissão de aproximadamente 259 mil toneladas de dióxido de carbono (CO₂) em 2025, em comparação ao transporte do mesmo volume de cargas realizado exclusivamente por caminhões.

Transporte marítimo ganha espaço na matriz logística

A estimativa considera um levantamento da Confederação Nacional da Indústria, que mostra que a cabotagem marítima emite entre 12% e 15% do CO₂ gerado pelo transporte rodoviário para movimentar a mesma quantidade de carga.

Ao longo de 2025, o terminal catarinense movimentou cerca de 298 mil TEUs na operação de cabotagem, resultado 32% superior ao registrado no ano anterior. Com o desempenho, o Porto Itapoá consolidou-se como o terminal de contêineres com maior volume de cargas transportadas por cabotagem na Região Sul do Brasil.

Crescimento da cabotagem segue em alta em 2026

A expansão do setor continua em ritmo acelerado neste ano. Somente no primeiro bimestre de 2026, o porto movimentou 52 mil TEUs, frente aos 41 mil registrados no mesmo período de 2025, representando crescimento de 27%.

De acordo com o CEO do terminal, Ricardo Arten, a ampliação da navegação costeira contribui diretamente para a redução das emissões de gases de efeito estufa e também ajuda a diminuir o fluxo de caminhões nas rodovias brasileiras.

Modal marítimo também reduz custos operacionais

Além dos ganhos ambientais, o setor destaca vantagens econômicas com o fortalecimento da logística portuária. Informações da Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem indicam que a cabotagem pode reduzir em até 30% os custos de frete em rotas estratégicas, graças à alta capacidade de transporte das embarcações.

Um único navio, por exemplo, consegue transportar carga equivalente à de até 300 caminhões em apenas uma viagem, reduzindo despesas com combustível, manutenção da frota e mão de obra.

Brasil possui potencial para ampliar a cabotagem

O estudo da CNI também aponta que o Brasil reúne condições favoráveis para expandir a participação da cabotagem na matriz logística nacional. Entre os fatores estão os mais de 8 mil quilômetros de litoral e a forte concentração industrial próxima às regiões costeiras.

Segundo a entidade, o crescimento do setor depende principalmente de investimentos em infraestrutura portuária, melhorias operacionais e redução da burocracia no transporte marítimo nacional.

FONTE: SC em Pauta
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Porto de Itapoá

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Agronegócio

Operação em SC desmonta esquema de fraude fiscal de R$ 129 milhões no agronegócio

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou na quinta-feira (14) uma operação contra um grupo suspeito de aplicar um esquema milionário de fraude fiscal envolvendo empresas do agronegócio e do setor de transportes. De acordo com as investigações, a organização teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 129,7 milhões aos cofres públicos por meio de falsas operações de exportação.

A ação, denominada Operação Bilioagro, foi coordenada pela Delegacia de Investigação de Crimes Contra a Fazenda Pública (DFAZ/DEIC), com apoio da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina.

Esquema simulava exportações para obter benefícios fiscais

Segundo os investigadores, o grupo utilizava empresas de fachada, conhecidas como “noteiras”, para emitir notas fiscais frias e simular transações de compra, venda, transporte e exportação de grãos.

O objetivo era obter isenções irregulares de ICMS, além de facilitar o desvio de mercadorias sem o recolhimento do imposto estadual.

Mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de bens, foram cumpridos em Santa Catarina e em outros oito estados, além do Distrito Federal.

Investigação aponta uso de “laranjas” no esquema

As apurações começaram após auditorias fiscais detectarem inconsistências em operações ligadas ao setor agrícola. Conforme a Polícia Civil, a quadrilha teria criado uma estrutura complexa para ocultar os verdadeiros responsáveis pelas fraudes.

Entre os supostos “laranjas” utilizados pelo grupo estariam pessoas em situação de vulnerabilidade social, beneficiários de programas assistenciais e indivíduos com antecedentes criminais.

Operação teve ações em diversos estados

Além de Santa Catarina, a operação ocorreu nos estados do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Alagoas e Pernambuco. A ofensiva contou com apoio de delegacias especializadas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e das polícias civis locais.

De acordo com os investigadores, o prejuízo estimado em R$ 129.741.511,96 impacta não apenas Santa Catarina, mas também outros estados brasileiros. A prática ainda teria provocado concorrência desleal no setor produtivo.

Materiais apreendidos serão analisados

Os documentos e equipamentos recolhidos durante a operação passarão por análise para aprofundar as investigações e identificar outros possíveis integrantes da organização criminosa.

A polícia também busca reunir novas provas relacionadas a crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e fraudes tributárias.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: PCSC; Marcello Casal Jr., Agência Brasil

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Evento

Global Trade Summit 26 debate comércio exterior e oportunidades internacionais em SC

O Global Trade Summit 26 reúne especialistas, empresários e profissionais do setor para discutir os principais desafios e tendências do comércio exterior. O encontro promove palestras, networking e debates sobre temas como logística, importação, exportação e inovação nos negócios internacionais.

Evento fortalece setor em Santa Catarina

O summit busca aproximar empresas de novas oportunidades comerciais e ampliar o conhecimento sobre o cenário econômico global. A programação também destaca a importância estratégica do mercado internacional para o crescimento econômico de Santa Catarina.

Além disso, o evento reforça o papel do comércio exterior brasileiro na competitividade das empresas nacionais e na expansão de negócios em outros países.

Networking e inovação em destaque

Durante o encontro, empresários e profissionais do setor têm a oportunidade de trocar experiências, fortalecer conexões e acompanhar discussões sobre inovação e desenvolvimento no ambiente global de negócios.

Confira entrevista da CEO do RêConecta News, Renata Palmeira, para o Programa Ver Mais Itajaí (NDTV)

*Entrevista concedida ontem, dia 13 de maio de 2026

FONTE: NDTV+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NDTV

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