Industria, Tecnologia

Indústria têxtil debate tendências globais e soluções tecnológicas

Workshops em Blumenau mostram como a inovação pode ampliar a competitividade do setor; confira a programação e veja como participar

No dia 17 de setembro, o UniSENAI Blumenau recebe dois eventos da indústria têxtil: o 3º TEXDAY: Workshop de Inovação e o 4º Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis. A programação ao longo do dia conecta empresários, pesquisadores e profissionais do setor em debates sobre química 4.0, produtividade, sustentabilidade e soluções de pesquisa aplicada.

De manhã, o Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário e Design promove o Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis. O evento apresenta palestras sobre química têxtil 4.0, alavancas para produtividade e a importância da escolha da fibra na competitividade dos produtos, incluindo uma mesa-redonda interativa com discussões sobre estes temas.

À tarde, o 3º Texday, uma iniciativa da Câmara da Indústria Têxtil, Confecção, Couro e Calçados da FIESC, destaca a participação da pesquisadora Johanna Liipola, da Universidade de Turku, na Finlândia, além da apresentação de linhas de pesquisa do Instituto SENAI em áreas como têxteis condutores, tingimento com microrganismos e intensificação de processos enzimáticos. O evento também aborda fontes de fomento e apresenta a equipe de pesquisa do UniSENAI.

Fontes:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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Tecnologia

Volume de aves e suínos produzidos com energia solar pela BRF ultrapassa 60% em um ano

Apenas na produção de frangos, o índice subiu de 58% para 68% entre 2023 e 2024; além da vantagem ambiental, a migração tem gerado uma economia média de 95% no custo de energia elétrica aos produtores integrados

Como parte de uma estratégia estruturada para promover a transição para uma agropecuária de baixo carbono, a BRF, uma das maiores produtoras de aves e suínos do Brasil, aderiu à energia renovável tanto em suas unidades fabris como nas granjas de seus produtores integrados.

A implementação de painéis solares fotovoltaicos teve início em 2023, por meio de fornecedores estrangeiros, e desde então os resultados têm sido promissores tanto para a BRF, quanto aos quatro mil produtores integrados, distribuídos por sete estados brasileiros (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e na Turquia.

“Houve toda uma preparação para que a gente pudesse levar a esse integrado, mostrando para ele que aquilo, efetivamente, era benéfico, tanto do nosso ponto de vista, como um propósito de fazer uma produção que seja mais sustentável, mas também do ponto de vista da rentabilidade do negócio dele”, afirma Paulo Pianez, diretor global de sustentabilidade da BRF.

Entre 2023 e 2024, o volume de aves e suínos produzidos com energia solar pelos produtores integrados da BRF passou de 49% para 61%, um avanço de 24,5%. Considerando apenas a produção de frangos, o índice subiu de 58% para 68%.

Na produção de perus, o salto foi de 64% para 73%. Já na suinocultura, o avanço foi ainda mais expressivo: de 28% em 2023 para 51% em 2024. Segundo Pianez, os números equivalentes a 2025 serão fechados no fim do ano, mas a expectativa é de ganhos ainda mais expressivos.

Para se ter noção, o volume de energia solar gerado pelas granjas parceiras até agora tem capacidade para abastecer uma cidade com aproximadamente 230 mil habitantes – Hortolândia, no interior de São Paulo, por exemplo.

A adoção crescente da energia solar entre os integrados da BRF conta com apoio do convênio firmado com o Banco do Brasil, que oferece R$ 200 milhões em crédito com taxas reduzidas para financiamento de sistemas de energia solar. Além da vantagem ambiental, a migração tem gerado benefícios econômicos significativos, com uma economia média de 95% no custo de energia elétrica.

Metas de descarbonização

Em 2025, a BRF teve suas metas de descarbonização validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), tornando-se a primeira empresa do setor de alimentos no Brasil a ter metas aprovadas com base na nova metodologia FLAG, sigla em inglês para florestas, uso da terra e agricultura.

O compromisso da companhia é reduzir, até 2032, 51% das emissões diretas, que incluem fábricas, centros de distribuição e consumo de energia nas operações próprias, além de cortar em 35,7% as emissões indiretas, que representam cerca de 98% do total e abrangem toda a cadeia de valor.

Para além da energia solar, um outro campo que a BRF tem explorado e estudado sua viabilidade tem a ver com o uso de tecnologia para a transformação de dejetos suínos em biometano. “O gás biometano produzido pode se converter tanto em combustível para nossa frota, como também como combustível para mover geradores de energia”, exemplifica Pianez.

Fonte: Época Negócios

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Tecnologia

Drones entregarão seu próximo pedido de comida?

O delivery de alimentos é um luxo que deixou os moradores das cidades acostumados. Mas estão surgindo mais opções para pessoas que moram fora da zona urbana.

Com cerca de 700 mil ilhas, a Suécia, a Noruega e a Finlândia abrigam a maior quantidade de ilhas do mundo. Seu litoral é pontilhado de arquipélagos, que formaram sua história e cultura.

Diversas dessas ilhas são acessíveis por balsas e pontes para os moradores das cidades da região. Mas existe algo que os moradores locais, muitas vezes, não têm: delivery de comida quente na porta de casa, um serviço que seus primos da cidade provavelmente usam com frequência.

Mas a start-up norueguesa Aviant quer mudar esta situação, com o primeiro serviço de delivery de comida por drones da região, começando pela ilha de Värmdö, na Suécia.

Värmdö fica a apenas 13 km em linha reta da capital sueca, Estocolmo. A ilha tem acesso de carro, ônibus e balsa.

Mas sua população de cerca de 46 mil habitantes (que chega a 100 mil, no verão) tem poucas opções de delivery de comida.

Em uma chamada de vídeo, o CEO (diretor-executivo) e um dos fundadores da Aviant, Lars Erik Fagernæs, mostra um mapa das ilhas mais próximas a Estocolmo.

“Todos os quadrados azuis e brancos são onde [os serviços de delivery] Foodora e Wolt mantêm atendimento e todos os quadrados pretos são onde eles não estão”, explica Fagernæs. Ele mora na cidade norueguesa de Trondheim, a 500 km da capital, Oslo.

“Você pode ver no mapa que existem 87 mil pessoas sem acesso a um serviço de delivery. Essas pessoas moram no que você chamaria de subúrbios e gostariam de pedir comida para entrega, mas simplesmente não têm opções.”

Mas, desde fevereiro, os moradores de Gustavsberg — a maior cidade de Värmdö — e regiões vizinhas podem pedir hambúrgueres quentes da cadeia escandinava Bastard Burgers diretamente para sua casa por drone, usando a tecnologia da Aviant.

O custo da entrega é comparável aos serviços de carro ou moto, pois os drones eliminam o custo do motorista.

No momento, a Aviant está em “fase beta”. Ela entrega apenas 10 itens por semana, para verificar se tudo funciona.

Mas o plano é aumentar a escala com o passar do ano.

‘Óvni entregando a comida’

A Aviant deve lançar um serviço similar na península de Nesodden, na Noruega. Ela fica a apenas 6,5 km de distância em linha reta de Oslo, mas a viagem rodoviária é de 47 km. Fagernæs mostra novamente a localização no mapa.

“Toda a parte branca é o local onde, atualmente, não há um serviço de delivery de comida”, explica ele. “Por isso, cerca de 100 mil pessoas, agora, terão acesso ao delivery, o que não tinham antes.”

Fagernæs reconhece que este não foi um processo fácil de se aperfeiçoar. Foram necessárias diversas tentativas para garantir que a comida permanecesse quente e fresca durante o tempo máximo de voo de até 10 minutos, em um raio de até 10 km.

“Testamos isso por três anos”, relembra ele. “No começo, muitas batatas ficavam encharcadas.”

“Mas melhoramos o recipiente isolado onde vai o hambúrguer. Agora, sabemos que ele chega quente, mesmo no inverno.”

“As pessoas ficam malucas com isso”, conta Fagernæs. “Eles chamam seus vizinhos e a vovó. Eles acham que é um óvni entregando a comida.”

Fagernæs espera que os dois serviços piloto forneçam a “receita”, como ele chama, para iniciar um desdobramento em plena escala por toda a Escandinávia, contemplando comunidades como as de Värmdö e Nessoden, selecionadas pela sua geografia. Ele aponta para o mapa outra vez.

“Não temos cidades enormes, mas estas áreas são viáveis para o delivery por drones”, explica ele. “Elas ficam nos limites entre o urbano e o rural, onde é muito difícil atender de carro. E representam boa parte da população da Escandinávia.”

A Aviant identificou cerca de 40 bases de expansão em toda a Escandinávia para os próximos dois anos. E observa geografia similar no Canadá, com mais de 52 mil ilhas, e na região nordeste dos Estados Unidos, caracterizada por lagos, ilhas e montanhas.

Em relação ao clima, Fagernæs admite que os fortes ventos, ocasionalmente, derrubam os drones, mas espera que o serviço fique operante por 90% do tempo.

Em relação aos drones para fornecer comida para regiões realmente remotas, a Aviant é uma dentre várias empresas de drones que verificaram a tendência, mas concluíram que os números não compensavam.

Em 2022, a Aviant começou a fornecer comida tailandesa, italiana e sushi para moradores fora de Trondheim. Mas encerrou o serviço em agosto de 2023.

Paralelamente, em 2022, a empresa britânica Skyports forneceu merenda escolar para crianças nas ilhas Orkney, na Escócia. A ação era financiada pelo conselho local de Argyll e Bute e, temporariamente, forneceu um serviço de delivery de “peixe com batatas fritas às sextas-feiras” para a comunidade estendida.

Da mesma forma, a empresa alemã Wingcopter forneceu produtos de uso diário para moradores rurais, em 2023, como parte de uma parceria com o governo local.

E, na província de Zhejiang, no leste da China, um município está financiando o delivery de refeições quentes por drones para moradores idosos, isolados nas montanhas.

Mas a continuidade destes serviços sem um parceiro privado ou governamental não é comercialmente viável.

As distâncias fazem com que o custo da entrega seja proibitivo para a pessoa que faz o pedido, ou para a loja fornecedora do alimento. E, por serem áreas rurais, a quantidade de moradores não gera pedidos suficientes para iniciar o serviço.

Mas a Skyports opera um serviço de delivery por drones em parceria com o correio britânico nas ilhas Orkney, desde 2023. Atualmente, ela busca saber como os drones usados no serviço podem ser redirecionados para retomar o serviço de delivery de refeições — desta vez, para todos os moradores.

“Ainda não abrimos para outras pessoas, além dos usuários do correio, pois, atualmente, este é um serviço exclusivo do correio britânico”, explica o diretor da Skyports, Alex Brown.

“Mas, certamente, podemos observar, quando os drones não estiverem em uso, como poderíamos transportar carga das lojas do continente para as ilhas.”

“Precisaríamos observar qual seria o adicional de preço, pois será importante reduzir os custos”, prossegue Brown. “Hoje, estamos concentrados apenas no bom desempenho do serviço, antes de considerar esta expansão.”

“Certamente poderíamos fazer algo deste tipo funcionar. Quanto mais você utilizar o drone, melhor.”

“Existem modelos em que você tem um cliente âncora, que cobre o custo principal, e, depois, você pode aproveitar cada vez mais novas oportunidades comerciais para trazer mais receita e, então, um novo serviço para que as pessoas possam fazer uso.”

A segurança dos drones

Além de fechar as contas, no Reino Unido, os operadores comerciais de drones precisam trabalhar em conjunto com a Autoridade de Aviação Civil, para designar um espaço aéreo exclusivo onde possam operar, evitando colisões com outras aeronaves e minimizando o risco de acidentes com as pessoas em terra.

A prioridade é a segurança, mas isso dificulta muito a entrada no mercado britânico de drones, em comparação com o continente europeu, a Ásia ou a Austrália, indica Brown.

Ele explica que os operadores rurais podem defender que estão operando em espaço aéreo atípico, ou onde provavelmente não haverá outras aeronaves voando ou muitas pessoas em terra. Eles podem também demonstrar que estão usando tecnologia de navegação e detecção de riscos de alta tecnologia.

Brown afirma que o governo britânico está cada vez mais aberto para estas opções e incentiva os empresários do setor.

“Está ficando mais fácil e, dando crédito ao governo britânico, eles estão fazendo bons progressos”, conclui ele.

Fonte: BBC

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Comércio, Tecnologia

Eletrificados alcançam 9,4% da venda de carros novos no Brasil em agosto

Híbridos plug-in lideraram as vendas no período, com mais de 8 mil unidades; os 100% elétricos tiveram recorde de mais de 7,6 mil emplacamentos

As vendas de carros elétricos no Brasil somaram 20.222 unidades em agosto, uma participação de 9,4% do mercado automotivo no período (214.490 em agosto, segundo a Fenabrave), de acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

A associação projeta que os emplacamentos devem superar a marca de 200 mil em 2025. Entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados 126.087 carros híbridos e a bateria.

Segundo estimativa da ABVE Data, num cenário conservador, as vendas devem chegar a pelo menos 200 mil, com aumento de 13% sobre o total de 2024 (177.358). No cenário que considera o ritmo de vendas atual, podem atingir 215 mil, o que representaria um crescimento anual de 21%.

“Esses números são significativos por vários motivos”, comenta o presidente da ABVE, Ricardo Bastos. “As vendas de eletrificados continuam aquecidas, mesmo diante de taxas de juros altas e do aumento do imposto de importação de veículos elétricos”.

“Confirmando-se o cenário mais provável, teremos aumento das vendas acima de 20% em 2025 sobre o ano anterior, o que representa um crescimento três vezes mais rápido do que a média do conjunto do mercado automotivo brasileiro”, conclui.

Perfil do mercado

Na comparação com julho deste ano (19.016), as vendas de agosto aumentaram 6%. Sobre agosto de 2024 (14.667), o crescimento foi ainda mais expressivo: 38%.

Na classificação da ABVE Data, os eletrificados incluem os 100% elétricos (BEV), os híbridos elétricos plug-in (PHEV), híbrido sem recarga externa (HEV) e híbridos a etanol (HEV Flex).

Um dos destaques de agosto foram os 2.245 híbridos flex (HEV Flex) emplacados, com aumento expressivo de 118% sobre julho (1.026). Liderados pelo estado de São Paulo, esse foi o melhor desempenho de vendas dos veículos com essa tecnologia desde o início do ano.

Os 100% elétricos também registraram novo recorde de vendas, puxados pelo Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Em agosto, foram 7.624 unidades em todo o país, com crescimento de 9%, sobre julho (7.010).

A ABVE aponta que o ano de 2025 tem sido marcado pelos investimentos significativos das montadoras chinesas de eletrificados, com destaque para a inauguração de duas novas fábricas no Brasil: BYD, em Camaçari (BA), e GWM, em Iracemápolis (SP).

Além disso, novas marcas passaram a operar no país, ampliando a oferta de modelos eletrificados.

Dos 20.222 eletrificados leves vendidos em agosto de 2025, 77,5% foram veículos plug-in (BEV e PHEV) e 22,5% híbridos sem recarga externa (HEV e HEV Flex).

Entre os plug-in, os PHEV lideraram as vendas em agosto com 8.057 unidades, representando 40% do total de eletrificados. Em relação a julho (8.644), houve uma queda de 7% dos PHEV; já sobre agosto de 2024 (5.781), um crescimento expressivo de 39,4%.

Os BEV bateram mais uma vez o recorde mensal de vendas em agosto, com 7.624 unidades, correspondentes a 38% das vendas de eletrificados no mês. Sobre agosto de 2024 (5.115), os BEV tiveram um crescimento robusto de 49%.

Os HEV e HEV Flex totalizaram 4.541 unidades, equivalentes a 22,5% do mercado de eletrificados em agosto. Os números indicam que os híbridos não plug-in continuam relevantes em regiões onde a infraestrutura de recarga ainda está em desenvolvimento, observa a ABVE.

Os híbridos convencionais representaram 11,4% das vendas de eletrificados em agosto (2.296), com leve queda de 1,7% sobre julho (2.336), mas aumento significativo de 73,5% sobre agosto de 2024 (1.323).

Já os HEV Flex responderam por 11% das vendas de eletrificados (2.245), com um aumento expressivo de 119% sobre julho (1.026) e de 40% sobre agosto de 2024 (1.604).

Participação de mercado por tecnologia em agosto

  • PHEV 057 (39,8%)
  • BEV 624 (37,7%)
  • HEV FLEX 296 (11,4%)
  • HEV FLEX 245 (11,1%)
  • TOTAL: 20.222

Geografia da eletromobilidade

 A Região Sudeste lidera de forma expressiva o mercado de eletrificação no Brasil, impulsionada principalmente pelo estado de São Paulo, que se destaca tanto nas vendas de veículos leves eletrificados quanto de ônibus elétricos.

Ranking de agosto:

  • 1º – Sudeste: 9.430 (46,6%)
  • 2º – Sul: 3.551 (17,6%)
  • 3º – Nordeste: 3.302 (16,3%)
  • 4º – Centro-Oeste: 3.079 (15,2%)
  • 5º – Norte: 860 (4,3%)

Os 5 estados que mais venderam veículos eletrificados leves em agosto de 2025

  • 1º – São Paulo: 6.487 (32,1%)
  • 2º – Distrito Federal: 2.010 (9,9%)
  • 3º – Santa Catarina: 1.243 (6,1%)
  • 4º – Rio de Janeiro: 1.234 (6,1%)
  • 5º – Minas Gerais: 1.204 (6%)

Os 5 municípios que mais venderam veículos eletrificados leves em agosto de 2025

5º – Curitiba: 525

1º – São Paulo: 2.747

2º – Brasília: 2.010

3º – Rio de Janeiro: 670

4º – Belo Horizonte: 634

Fonte: Eixos

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Investimento, Tecnologia

Sem Musk, titãs da tecnologia jantam com Trump e prometem investir bilhões

Donald Trump recebeu executivos de tecnologia de alto escalão para um jantar na Casa Branca na noite desta quinta-feira (4). No evento, ele falou sobre inteligência artificial e ressaltou os que as empresas estão fazendo nos Estados Unidos.

O encontro foi o exemplo mais recente de um delicado relacionamento entre o presidente americano e líderes do setor de tecnologia, vários dos quais compareceram à sua posse.

Enquanto os executivos elogiavam Trump e falavam sobre suas esperanças de avanço tecnológico, o presidente republicano se concentrava nos cifrões. Ele circulou a mesa e perguntou aos executivos quanto eles estavam investindo no país.

Mark Zuckerberg, da Meta, que estava sentado à direita de Trump, disse US$ 600 bilhões. Tim Cook, da Apple, disse o mesmo. Sundar Pichai, do Google, disse US$ 250 bilhões.

Elon Musk, ex-aliado próximo de Trump, não estava na lista de convidados. Musk rompeu publicamente com Trump no início deste ano.

Fonte: G1

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Portos

Viracopos moderniza operações no Terminal de Cargas

As iniciativas automatizam processos, reduzem prazos e ampliam a rastreabilidade

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), implementou novas soluções digitais para modernizar seu Terminal de Carga. De acordo com a concessionária, as iniciativas automatizam processos, reduzem prazos e ampliam a rastreabilidade, para assim oferecer mais agilidade, previsibilidade e segurança para importadores e exportadores.

Entre as novidades, estão as melhorias na tarifação para Declarações de Importação, portal para atendimento digital, integração com sistemas governamentais, monitoramento tecnológico para cargas refrigeradas e iniciativas para redução de burocracia.

Tarifação automática para DI

O primeiro passo da jornada de modernização do terminal é a Tarifação Automática para Declarações de Importação (DI), que elimina etapas manuais e agiliza a emissão de guias. Agora, assim que a DI é registrada no Siscomex, as informações são integradas automaticamente ao sistema do aeroporto, permitindo a disponibilização da guia no Portal de Rastreamento em até 10 minutos.  Antes, esse processo podia levar até três horas.

Com isso, clientes do Terminal de Carga ganham precisão nas informações, maior velocidade no atendimento e mais eficiência no planejamento logístico.

Novo Portal TECA VCP: centralização dos serviços

Para complementar esse avanço, Viracopos está implantando o Portal de Atendimento TECA VCP, uma plataforma digital que reúne todas as solicitações operacionais e documentais em um único ambiente. O objetivo é proporcionar mais controle, transparência e rastreabilidade aos clientes, com acompanhamento em tempo real de cada etapa.

A ferramenta já substituiu sistemas antigos, como o TECA Virtual, e segue incorporando novas funcionalidades, como o catálogo Smart Pharma, dedicado a cargas farmacêuticas e com controle de temperatura. A concessionária afirma que todos os serviços estarão disponíveis no portal até o fim do ano, pelo site servicos.viracopos.com.

Integração à DUIMP: garantia de processos mais simples

Outro marco importante dos serviços do TECA é a preparação completa para a Declaração Única de Importação (DUIMP), que unifica procedimentos e traz mais previsibilidade para o comércio exterior. Em Viracopos, a integração com o sistema da Receita Federal do Brasil já permite consultas automáticas e tarifação inteligente a partir do envio da chave de acesso pelo importador. Essa automação elimina retrabalho e reduz prazos.

Monitoramento inteligente para cargas refrigeradas

No segmento de cargas especiais, Viracopos implementou um sistema de monitoramento de temperatura em tempo real para seu complexo refrigerado. Com tecnologia baseada em radiofrequência e conectividade em nuvem, o recurso elimina cabos físicos e oferece dados mais estáveis e precisos.

Além disso, os relatórios de gráficos térmicos agora podem ser emitidos em até seis horas, antes, esse prazo chegava a cinco dias, atendendo às rigorosas exigências do mercado farmacêutico e garantindo conformidade regulatória com maior rapidez.

Programa Linha Verde

Em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Viracopos segue expandindo o Programa Linha Verde, que reconhece empresas com histórico de conformidade fitossanitária. A iniciativa isenta temporariamente de fiscalização cargas que contenham madeira maciça. Isso foi possível graças a um processo automatizado de identificação do número de importadores habilitados com segurança e agilidade.

Agendamento para Liberação de Cargas

Viracopos também se prepara para o lançamento do sistema de agendamento para liberação de cargas, que deve transformar a experiência do cliente no TECA. Com a funcionalidade, será possível programar a retirada da mercadoria com horário definido, evitando filas, reduzindo custos e trazendo mais previsibilidade às operações.

A fase piloto será iniciada ainda este ano com clientes parceiros, permitindo ajustes antes da implementação completa. Interessados em participar podem acessar o Portal de Atendimento TECA VCP.

Fonte: Modais em Foco

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Tecnologia

Parada Programada para Atualização Tecnológica – 07/09/2025

Atualização é essencial para garantir a continuidade e a qualidade da prestação dos serviços pelo Serpro.

No dia 07 de setembro de 2025, entre 1h00 e 3h00, será realizada uma parada programada para atualização da infraestrutura tecnológica do mainframe. Durante esse período, ocorrerá a migração de serviços para um novo equipamento, com maior capacidade e desempenho.

Essa atualização é essencial para garantir a continuidade e a qualidade da prestação dos serviços pelo Serpro, alinhando o ambiente tecnológico às demandas atuais e futuras.

Durante a janela de manutenção, alguns sistemas ficarão temporariamente indisponíveis, como o e-CAC, por exemplo.

Agradecemos a compreensão de todos e reforçamos nosso compromisso com a inovação e a melhoria contínua dos serviços.

Fonte: Receita Federal

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Aeroportos

Anac lança manual inédito sobre o uso de drones em aeroportos

Documento elaborado em parceria com a indústria traz orientações valiosas para o uso seguro e eficiente dessa tecnologia no setor

A Anac lançou a primeira edição do Manual sobre Operação de Drones (UA) no Apoio às Atividades Aeroportuárias, que reúne boas práticas e orientações para o uso seguro e eficiente dessa tecnologia em aeródromos. O documento é resultado de parceria com a indústria e consolida experiências nacionais e internacionais já aplicadas no setor.

O manual destaca ganhos de eficiência, sustentabilidade e segurança em atividades como inspeção de pistas, monitoramento de fauna, verificação de drenagem, acompanhamento de obras e apoio à segurança operacional. Com drones, tarefas que antes exigiam mais tempo, equipes em solo e custos elevados podem ser realizadas de forma mais ágil, precisa e com menor impacto ambiental.

Entre as aplicações apresentadas estão:

  • Inspeções de pistas e pátios: drones equipados com câmeras de alta resolução e sensores térmicos permitem identificar fissuras, desgaste e objetos estranhos com rapidez, possibilitando ações preventivas.
  • Gerenciamento do risco da fauna: o uso de câmeras térmicas e alto-falantes acoplados aos equipamentos auxilia na identificação e no afastamento de aves e animais, reduzindo riscos para pousos e decolagens.
  • Monitoramento e obras: drones podem acompanhar em tempo real o andamento de intervenções na infraestrutura, gerar imagens comparativas e apoiar a tomada de decisão com dados de alta precisão.
  • Apoio à segurança (AVSEC): a vigilância aérea contínua amplia a proteção do perímetro dos aeroportos e auxilia na prevenção de atos de interferência ilícita.

O uso de inteligência artificial integrada também expande as possibilidades, permitindo análise automatizada de pavimentos (PCI), detecção de objetos estranhos (FOD) e verificação do balizamento. Testes realizados em Confins (MG), Vitória (ES) e Florianópolis (SC) demonstraram ganhos ambientais, como a redução do consumo de combustível e das emissões de CO2 em atividades relacionadas às operações dos aeroportos.

O documento traz também recomendações para a comunicação entre pilotos remotos e órgãos de controle de tráfego aéreo, com o uso de fraseologia padronizada e elaboração de Cartas de Acordo Operacional (CAOp), além de orientar o uso da Avaliação de Impacto de Segurança Operacional (AISO) para a realização de voos de drones pelo operador do aeródromo, fundamental para mitigar riscos de colisão com aeronaves tripuladas.

Fonte: Modais em Foco

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Tecnologia

SC bate recorde em tecnologia e vira 5º maior polo do Brasil

Setor fatura R$ 42,5 bilhões em 2024 e deve gerar 140 mil empregos até 2030

Santa Catarina vem consolidando sua posição como uma das economias mais dinâmicas do Brasil. O desempenho aparece em duas frentes: além de ultrapassar o Rio Grande do Sul e assumir a 5ª colocação no ranking nacional do setor de tecnologia, com faturamento de R$ 42,5 bilhões em 2024, o estado também deu um salto no Ranking de Competitividade dos Estados — estudo nacional que compara a força da economia e da gestão pública em todas as unidades da federação.

Nesse ranking, SC subiu sete posições no chamado “Potencial de Mercado”, chegando à 3ª colocação em 2025. Esse pilar avalia justamente se a economia de um estado está crescendo, se há geração de empregos e se a população tem capacidade de consumir e pagar suas contas.

📈 Tecnologia em alta

De acordo com o Observatório Acate, apresentado nesta quinta-feira durante o Startup Summit em Florianópolis, o setor catarinense de tecnologia cresceu 11% em 2024, bem acima da média nacional (7,7%). Esse avanço fez com que a área passasse a representar 7,75% de toda a riqueza produzida no estado (PIB) — a terceira maior participação do setor em todo o Brasil.

Nos últimos cinco anos, o crescimento acumulado já passa de 40%.

Ranking nacional do setor de tecnologia (2024)

  • 1º São Paulo – R$ 376 bi
  • 2º Rio de Janeiro – R$ 68 bi
  • 3º Minas Gerais – R$ 64 bi
  • 4º Paraná – R$ 55 bi
  • 5º Santa Catarina – R$ 42,5 bi
  • 6º Rio Grande do Sul – R$ 41 bi

Além do faturamento, cresceu também o número de empresas do setor. Hoje são mais de 29,3 mil negócios ativos, o que coloca SC em 6º lugar nacional nesse quesito. Mas o que chama atenção é a velocidade: o aumento foi de 6,2% em apenas um ano, a maior alta proporcional do Brasil.

🔮 Projeções

O futuro é promissor: até 2030, o setor de tecnologia de SC deve chegar a R$ 68 bilhões de faturamento, representando quase 10% do PIB estadual. A expectativa é gerar 140 mil empregos diretos, sendo 98 mil novas vagas até 2027, das quais 44 mil só para desenvolvedores de software.

💡 Competitividade nacional

Além dos resultados do setor de TI, Santa Catarina também se destacou em outro levantamento — o Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública, que mede indicadores de crescimento econômico, mercado de trabalho e ambiente de negócios.

Em 2025, no pilar Potencial de Mercado, o estado saiu da 10ª posição para a 3ª. O avanço foi puxado por dois indicadores principais:

• Crescimento do PIB – SC lidera a atividade econômica nacional em 2025.

• Mercado de trabalho – com taxa de desemprego de apenas 2,2%, a menor do Brasil (e uma das menores do mundo), o estado ganhou 360 mil trabalhadores em cinco anos, ampliando renda e consumo.

📊 Indicadores do Potencial de Mercado (SC em 2025)

• Crescimento do PIB: 12ª posição (↑5)

 Crescimento da força de trabalho: 11ª posição (↑11)

• Tamanho do mercado: 6ª posição (estável)

• Inadimplência: 1ª posição (melhor do Brasil, ou seja, menos gente devendo)

• Comprometimento da renda: 17ª posição (↑1)

• Qualidade do crédito: 14ª posição (estável)

• Volume de crédito: 9ª posição (↓2)

No ranking geral de competitividade, SC manteve a 2ª colocação nacional, atrás apenas de São Paulo. O estado é destaque principalmente em Segurança Pública, Inovação, Capital Humano (formação de pessoas) e Sustentabilidade Social.

O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, atribui o desempenho a um ambiente favorável:

“O estado está desburocratizando o ambiente de negócios, atraindo investimentos e garantindo mais infraestrutura e segurança pública. Tudo isso potencializa o crescimento da economia, impulsionado também por um povo criativo e empreendedor.”

Fonte: Diarinho

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Economia, Finanças, Tributação

Dólar cai e Bolsa bate recorde com Tarcísio de Freitas e PIB dos EUA

Na véspera, dólar terminou o dia em baixa de 0,32%, cotado a R$ 5,416. Ibovespa, principal índice da Bolsa, subiu 1,04%, aos 139 mil pontos

O dólar operava em queda nesta quinta-feira (28/8), em um dia no qual os investidores monitoram dados sobre o desempenho da economia dos Estados Unidos no segundo trimestre deste ano e repercutem os resultados financeiros da Nvidia, gigante norte-americana na fabricação de chips para computadores e dispositivos móveis.
No cenário doméstico, as atenções se voltam a dados como o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de agosto, à pesquisa de confiança do setor de serviços e à reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, participa de um evento sobre os 5 anos do Open Finance, em Brasília.

Dólar

  • Às 14h49, o dólar caía 0,24%, a R$ 5,404.
  • Mais cedo, às 13h01, a moeda norte-americana recuava 0,11% e era negociada a R$ 5,411.
  • Na cotação máxima do dia até aqui, o dólar bateu R$ 5,432. A mínima é de R$ 5,397.
  • Na véspera, o dólar terminou o dia em baixa de 0,32%, cotado a R$ 5,416.
  • Com o resultado, a moeda dos EUA acumula perdas de 3,29% em agosto e de 12,35% frente ao real em 2025.

Ibovespa

  • O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), operava em forte alta no pregão.
  • Às 14h53, o Ibovespa disparava 1,74%, aos 141,6 mil pontos.
  • Na pontuação máxima do pregão até aqui, o indicador bateu 142.138,27 pontos, novo recorde intradiário.
  • No dia anterior, o indicador fechou o pregão em alta de 1,04%, aos 139,2 mil pontos.
  • Com o resultado, a Bolsa brasileira acumula ganhos de 4,61% no mês e de 15,73% no ano.

Tarcísio à frente de Lula

O Ibovespa sobe impulsionado pela divulgação de uma pesquisa eleitoral que mostrou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno em eventual disputa pelo Palácio do Planalto.

De acordo com um levantamento divulgado pela AtlasIntel, Tarcísio – apontado como o nome preferido por grande parte do mercado financeiro para as eleições de 2026 – teria 48,4% das intenções de voto em uma suposta disputa contra Lula, que ficaria com 46,6%.

A pesquisa também mostrou que a aprovação de Lula voltou a cair após um período de recuperação, indo de 50,2% para 47,9%. A desaprovação é de 51%, ante 49,7% do levantamento anterior.

Por volta das 10h30 (pelo horário de Brasília), o Ibovespa subia 1%, aos 140,6 mil pontos. Pouco antes das 11 horas, o Ibovespa avançava 1,53%, aos 141,3 mil pontos.

Até então, a máxima histórica intradiária (durante o pregão) havia sido alcançada no dia 4 de julho deste ano, com 141.264 pontos.

Nova leitura do PIB dos EUA

O principal destaque desta quinta-feira foi a divulgação da segunda leitura sobre o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA referente ao segundo trimestre de 2025.

No período entre abril e junho deste ano, a maior economia do mundo registrou alta de 3,3%, segundo dados do Departamento do Comércio do governo norte-americano.

Divulgada no mês passado, a primeira leitura dos dados havia apontado um crescimento um pouco menor, de 3%.

O resultado veio em linha com as estimativas de analistas do mercado, que projetavam expansão de 3,2% no segundo trimestre.

No primeiro trimestre deste ano, o PIB dos EUA recuou 0,5%.

Balanço da Nvidia, gigante dos chips

A Nvidia, gigante norte-americana na fabricação de chips para computadores e dispositivos móveis, viu suas ações caírem na noite dessa quarta-feira (27/8), nas negociações após o fechamento do mercado nos EUA (o chamado “after market”).

Na divulgação do balanço financeiro referente ao segundo trimestre deste ano, a companhia informou que não fechou nenhuma venda do seu chip de inteligência artificial H20 para clientes da China no período, acusando o golpe em meio à guerra comercial deflagrada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em abril, Trump havia proibido a comercialização desse tipo de produto para os chineses. O republicano, contudo, recuou neste mês, mas parcialmente. Ele liberou a venda mediante o repasse de 15% da receita obtida pela empresa com o comércio desses semicondutores com clientes na China.

No balanço, no entanto, a Nvidia reportou lucro líquido de US$ 26,4 bilhões no segundo trimestre, montante que representou um crescimento de 59% em relação ao mesmo período do ano passado. O ganho por ação diluído ajustado foi de US$ 1,05, superando o consenso do mercado, que previa US$ 1,01.

Apesar do resultado, as ações da empresa caíram. Elas chegaram a baixar 5% “no after market”. A queda nos papéis da Nvidia fez com que a companhia perdesse cerca de US$ 110 bilhões em valor de mercado.

Antes da abertura das bolsas de valores nos EUA, nesta quinta-feira (28/8), as ações da empresa recuavam cerca de 1,8%, por volta das 8h40 (pelo horário de Brasília).

Diante dos números divulgados pela empresa, o mercado também ficou com um pé atrás para os dados do segmento de data centers, que inclui chips e sistemas voltados para computação de inteligência artificial. Esse setor registrou receita de US$ 41,1 bilhões, alta de 56% sobre o ano anterior, mas ficou abaixo dos US$ 41,3 bilhões aguardados por analistas.

Além disso, a empresa projetou que as vendas no terceiro trimestre fiscal (até outubro) devem ficar em cerca de US$ 54 bilhões. Parte do mercado, previa US$ 60 bilhões. Essa divergência provoca especulações sobre uma eventual diminuição no ritmo de investimentos de empresas na área de inteligência artificial, que tem sido massivo até aqui.

Fonte: Metrópoles

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