Indústria

Escassez de ácido sulfúrico ameaça indústria global e pressiona agronegócio e tecnologia

A intensificação do conflito no Oriente Médio e as restrições no Estreito de Ormuz provocaram uma forte turbulência no mercado internacional de ácido sulfúrico, considerado um dos insumos mais importantes da economia mundial. Conhecido como o “sangue da indústria”, o composto químico é essencial para diversos setores produtivos e sua falta já acende um alerta em cadeias estratégicas ao redor do planeta.

Crise afeta fertilizantes, chips e baterias

A redução na oferta global do produto impacta diretamente a fabricação de fertilizantes agrícolas, elevando os custos de produção no campo e pressionando os preços dos alimentos. Ao mesmo tempo, segmentos ligados à tecnologia, como a produção de semicondutores e chips eletrônicos, também enfrentam dificuldades de abastecimento.

Outro setor atingido é a mineração de metais utilizados em baterias elétricas, fundamentais para a indústria de veículos eletrificados e armazenamento de energia. Especialistas apontam que o problema deixou de ser regional e se transformou em uma ameaça global para a segurança industrial e econômica.

Dependência logística expõe fragilidade do mercado

A crise também revelou a vulnerabilidade das cadeias internacionais de suprimentos e a forte dependência de rotas comerciais consideradas estratégicas. Empresas de diferentes países passaram a enfrentar aumento expressivo nos custos operacionais para garantir o fornecimento mínimo do insumo químico.

Em vários mercados, indústrias já operam sob risco de paralisações e redução de produção, cenário que compromete margens de lucro e amplia a insegurança em setores considerados essenciais para a economia global.

Estratégia e diversificação ganham importância em 2026

Diante do cenário de instabilidade, cresce a pressão para que empresas adotem medidas de resiliência estratégica. Entre as alternativas avaliadas estão a diversificação de fornecedores, a busca por substitutos químicos e o fortalecimento de parcerias regionais para reduzir a dependência de mercados instáveis.

A nova realidade do comércio internacional reforça a necessidade de adaptação rápida das companhias frente à fragilidade das commodities essenciais e aos riscos geopolíticos que impactam diretamente a indústria mundial.

FONTE: Maxiquim
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Shutterstock

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Importação

Gecex zera imposto de importação para 692 produtos e amplia estímulo à indústria

A redução do imposto de importação para 692 itens foi aprovada durante reunião do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), realizada na última semana. A medida busca facilitar o acesso a insumos e equipamentos estratégicos, além de impulsionar setores industriais no país.

Medida alcança medicamentos, insumos e tecnologia

Entre os produtos beneficiados com a alíquota zero de importação, estão medicamentos voltados ao tratamento de diabetes e à redução de efeitos colaterais da quimioterapia. Também entram na lista proteínas utilizadas em suplementos alimentares, itens para controle de tráfego aéreo e insumos aplicados na fabricação de detergentes.

A decisão amplia o acesso a produtos considerados essenciais e contribui para a redução de custos em cadeias produtivas específicas.

Foco em bens industriais sem produção nacional

A maior parte das reduções tarifárias envolve Bens de Capital (BK) e Bens de Informática e Telecomunicações (BIT). Ao todo, 685 itens contemplados são utilizados em processos industriais e não possuem fabricação no Brasil.

Com isso, o governo pretende estimular a modernização da indústria e aumentar a competitividade de segmentos que dependem de tecnologia e equipamentos importados.

Estratégia inclui fortalecimento de setores produtivos

Além da isenção do imposto de importação, o Gecex também deliberou medidas voltadas ao fortalecimento da indústria nacional, com foco em áreas como metalurgia, embalagens e produção de baterias elétricas.

A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de desenvolvimento industrial, combinando redução de custos com incentivo à inovação.

A lista completa das decisões está disponível nos canais oficiais da Camex.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Informação

Amazon encerra suporte a Kindles antigos no Brasil a partir de maio

A Amazon confirmou que vai descontinuar o suporte para modelos antigos do Kindle no Brasil. A medida entra em vigor em 20 de maio e afeta dispositivos lançados até 2012, que perderão acesso a funções essenciais da plataforma.

O que muda para os usuários de Kindle

Com o fim do suporte, os aparelhos impactados deixarão de permitir:

  • compra de novos e-books;
  • download de conteúdos da loja;
  • empréstimo de livros digitais;
  • registro do dispositivo em contas da Amazon.

Além disso, caso o usuário desregistre o aparelho ou restaure o sistema para as configurações de fábrica, o dispositivo poderá se tornar inutilizável para novas funções.

Leitura offline continuará disponível

Apesar das restrições, a Amazon informou que os usuários ainda poderão acessar livros já baixados antes do prazo, desde que o Kindle permaneça registrado e não seja resetado.

Outra alternativa será a transferência de arquivos por meio de cabo USB, permitindo o envio manual de documentos e conteúdos digitais.

Modelos de Kindle que perderão suporte

A decisão atinge diversos modelos clássicos do leitor digital, incluindo:

  • Kindle (1ª geração – 2007)
  • Kindle (2ª geração – 2009)
  • Kindle DX (2009)
  • Kindle DX Graphite (2010)
  • Kindle Keyboard (3ª geração – 2010)
  • Kindle 4 (2011)
  • Kindle Touch (2011)
  • Kindle 5 (2012)
  • Kindle Paperwhite (1ª geração – 2012)

Por que a Amazon está encerrando o suporte

A empresa não detalhou os motivos específicos, mas decisões desse tipo geralmente estão relacionadas à evolução tecnológica e à necessidade de manter sistemas atualizados e seguros.

Com isso, usuários de dispositivos mais antigos podem precisar considerar a atualização para modelos mais recentes, que continuam compatíveis com os serviços da plataforma.

Impacto para leitores digitais

A mudança afeta diretamente quem ainda utiliza e-readers antigos, especialmente aqueles que dependem da loja integrada para adquirir livros. Ainda assim, a possibilidade de leitura offline garante uma sobrevida aos aparelhos.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC

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Eventos, Sem Categoria

Sigraweb leva soluções inovadoras para comércio exterior ao estande G100 na Intermodal 2026

A Sigraweb estará presente como parceira do ReConecta News na Intermodal South America 2026, que acontece entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A empresa integra o grupo de organizações que estarão no estande G100, espaço que promete reunir inovação, networking e geração de negócios em um dos principais eventos do setor na América Latina.

Referência em tecnologia para o comércio exterior, a Sigraweb vem se consolidando como uma plataforma estratégica para o despacho aduaneiro, com foco em automação, integração de sistemas e uso intensivo de inteligência artificial. A empresa desenvolve soluções que tornam processos como DI, DUIMP e DUE mais ágeis, seguros e eficientes, reduzindo erros operacionais e aumentando a produtividade das equipes.

Criada a partir da vivência prática no setor, a Sigraweb nasceu com o propósito de resolver gargalos históricos do comércio exterior brasileiro, especialmente a falta de integração entre sistemas e o excesso de processos manuais. Hoje, a empresa oferece um ecossistema tecnológico robusto, capaz de conectar diferentes órgãos e automatizar etapas críticas das operações, trazendo mais celeridade e confiabilidade para empresas e despachantes aduaneiros.

Entre os principais diferenciais da plataforma está o uso de inteligência artificial aplicada diretamente à rotina operacional, permitindo leitura, interpretação e preenchimento automático de documentos com alto nível de precisão, além de automatizar grande parte dos processos de importação e exportação. Outro destaque é a forte integração com sistemas estratégicos, como o Portal Único, ampliando o controle, a rastreabilidade e a gestão de riscos ao longo de toda a cadeia logística.

IMAGEM: INTERMODAL SOUTH AMERICA 2025

A participação na Intermodal ao lado do ReConecta News reforça a sinergia entre tecnologia e conexão de mercado. No estande G100, a Sigraweb pretende apresentar, na prática, soluções que vêm transformando a rotina do comércio exterior brasileiro.

Segundo Lucas Ferreira da Costa, CEO da Sigraweb, este será o segundo ano na Intermodal, com uma proposta ainda mais conectada ao mercado. “É o nosso segundo ano na Intermodal e estamos buscando trazer o que há de melhor, especialmente em relação a Inteligência Artificial aplicada para o Comércio Exterior. Vamos apresentar essas soluções durante a feira, mostrando na prática como a tecnologia pode simplificar e otimizar os processos” destaca.

Mais do que presença institucional, a participação da Sigraweb na Intermodal 2026 simboliza um movimento maior do setor: a digitalização e a busca por eficiência operacional. Para o ReConecta News, contar com a empresa como parceira fortalece o propósito de conectar inovação, negócios e pessoas, consolidando o estande G100 como um hub de soluções e oportunidades durante o evento.

Sobre a SigraWeb

A Sigraweb é uma empresa brasileira de tecnologia fundada em 2010, especializada em soluções para a gestão do comércio exterior. A plataforma automatiza e integra processos de importação e exportação, oferecendo mais agilidade, precisão e controle operacional. Voltada para despachantes aduaneiros e importadores, utiliza tecnologia e inteligência artificial para reduzir retrabalho, minimizar riscos e aumentar a produtividade nas operações internacionais

SAIBA MAIS: https://sigraweb.com/

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Importação

Imposto de importação sobe para 1.200 produtos e governo reage ao avanço das compras externas

O governo federal decidiu elevar o imposto de importação de mais de 1.200 produtos, em uma medida que atinge principalmente máquinas, equipamentos industriais e itens de tecnologia. A iniciativa é vista como resposta ao crescimento das importações e à perda de competitividade da indústria nacional.

As alterações foram oficializadas por meio da Resolução Gecex nº 852, de 4 de fevereiro de 2026, que atualiza 1.252 códigos tarifários. As novas alíquotas passaram a valer entre fevereiro e março.

Tecnologia e bens de capital estão entre os mais afetados

O reajuste atinge produtos como servidores de dados, switches, roteadores e outros equipamentos de infraestrutura de tecnologia da informação. Entidades do setor reagiram à decisão, alegando que o impacto pode ir além da área tecnológica.

Em nota, a Associação Brasileira das Empresas de Software afirmou que a tecnologia da informação é base para praticamente todos os setores da economia, o que amplia os efeitos indiretos da medida.

Crescimento das importações acende alerta

Segundo dados do governo, as importações de bens de capital e tecnologia somaram cerca de US$ 75 bilhões em 2025, mantendo trajetória de alta nos últimos anos.

A equipe econômica avalia que o país tem aumentado sua dependência de produtos estrangeiros, especialmente em áreas estratégicas. Nota técnica do Ministério da Fazenda classificou o movimento como risco estrutural à capacidade produtiva nacional.

O documento aponta que os importados já representam aproximadamente 45% do consumo interno de máquinas e equipamentos e mais de 50% dos bens de informática e telecomunicações — índices considerados elevados para o porte da economia brasileira.

Nova estrutura de tarifas

Antes da mudança, muitos produtos ingressavam no país com imposto reduzido ou zerado, graças a regimes especiais e reduções temporárias. Em alguns casos, a alíquota era de 0% ou inferior a 7%.

Com a reformulação, as tarifas passam a se concentrar em faixas de 7%, 12,6% e 20%. O objetivo, segundo o governo, é reequilibrar preços relativos, reduzir a vantagem competitiva dos importados e estimular a produção doméstica.

Impacto na indústria e na inflação

Setores intensivos em investimento, como mineração, petróleo e gás, energia, infraestrutura e agronegócio, tendem a sentir efeitos mais imediatos, já que dependem fortemente de equipamentos importados.

Apesar disso, a avaliação oficial é de que o impacto inflacionário deve ser limitado, pois os itens atingidos são majoritariamente bens de produção, e não produtos destinados ao consumidor final.

A medida integra a estratégia de fortalecimento da política industrial, alinhada ao programa Nova Indústria Brasil, que busca ampliar a capacidade produtiva nacional em áreas consideradas estratégicas.

Exceções e regimes especiais permanecem

Mesmo com o aumento das tarifas, permanecem mecanismos que reduzem ou zeram o imposto para produtos sem fabricação nacional. Entre eles estão o regime de ex-tarifário e instrumentos específicos voltados a setores estratégicos.

Continuam válidos programas como:

  • Repetro
  • Recof
  • Drawback

Esses regimes funcionam como amortecedores, permitindo elevar a proteção à indústria local sem comprometer investimentos que dependem de tecnologia estrangeira.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Paulo Whitaker

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Comércio Exterior

SIGRAWEB revoluciona o comércio exterior com automação e inteligência artificial no despacho aduaneiro

A transformação digital do comércio exterior brasileiro avança de forma consistente, impulsionada pela automação de processos, pela integração de sistemas e pelo uso crescente de inteligência artificial (IA). Nesse cenário, a Sigraweb se consolida como uma plataforma de referência em tecnologia para despacho aduaneiro, oferecendo soluções que automatizam e integram operações como DI, DUIMP, DUE e para a Zona Franca de Manaus DCI, DCR, DAI e PLI, tornando os processos mais rápidos, precisos e seguros.

Agora, a empresa passa a integrar o grupo de parceiros do ReConecta News, fortalecendo o ecossistema de informação, inovação e inteligência aplicada ao comex, à logística e às aduanas.

O que é a Sigraweb e como surgiu

A SigraWeb é uma plataforma tecnológica especializada na automação do desembaraço aduaneiro, desenvolvida para atender principalmente despachantes aduaneiros, com foco na integração entre sistemas governamentais, redução de tarefas manuais e aumento da segurança operacional.

Segundo Lucas Ferreira da Costa, CEO da Sigraweb, a empresa nasceu a partir da vivência prática no setor e da identificação de gargalos operacionais ainda comuns no final dos anos 2000. “A Sigraweb surgiu de uma necessidade que a gente enxergou em 2009, quando os sistemas não tinham integração, eram bem arcaicos, tela preta muitas vezes.”

A proposta foi criar uma solução mais moderna, capaz de se conectar diretamente aos órgãos oficiais e simplificar o dia a dia das operações. “A gente viu a oportunidade de trazer uma ferramenta mais moderna, que pudesse ter uma integração com todos os órgãos, todos os sites governamentais para trazer celeridade e segurança no processo.”

Inicialmente desenvolvida para uso interno em uma comissária de despachos, a plataforma evoluiu de forma orgânica até ganhar escala comercial. “Fizemos um software para uma comissária e aos poucos outras foram descobrindo e começamos a ver o potencial comercial.”

Quais serviços e soluções a Sigraweb oferece

A SigraWeb oferece um ecossistema de soluções digitais para o despacho aduaneiro, com foco em automação, integração e inteligência de dados, entre elas:

  • Automação de processos aduaneiros como DI, DUIMP, DUE e para a Zona Franca de Manaus DCI, DCR, DAI e PLI.
  • Leitura, interpretação e preenchimento automático de documentos por meio de inteligência artificial.
  • Integração com sistemas governamentais, como SISCOMEX, Portal Único, Siscarga e Marinha Mercante.
  • Redução de erros operacionais e retrabalho, minimizando a manipulação manual de dados.
  • Aumento do controle e do gerenciamento de riscos nas operações de comércio exterior.
  • Otimização do tempo do analista, permitindo foco em atividades estratégicas
  • Módulo Financeiro 100% integrado, com operação completa que vai desde o lançamento e controle de custos, até a conciliação bancária e faturamento automatizado.

Essas soluções atendem principalmente despachantes aduaneiros, mas também podem ser utilizadas por importadores, de acordo com os produtos contratados.

Automação e inteligência artificial aplicadas ao despacho aduaneiro

Um dos principais diferenciais da Sigraweb é o uso intensivo de inteligência artificial no comércio exterior, aplicada diretamente à rotina operacional do despacho.

De acordo com Rodrigo de Souza Araújo, Head de Produtos, o objetivo central da tecnologia é transformar a forma como o trabalho é executado. “Nosso principal objetivo é fazer com que o analista foque no essencial.”

Com o avanço da IA, a plataforma é capaz de interpretar documentos e automatizar o preenchimento de dados com alto grau de precisão. “Com a evolução da IA somos capazes de ler, interpretar e preencher dados com até 95% de eficiência garantindo uma maior agilidade e precisão do processo.”

O resultado é uma operação mais ágil, com menos erros, menos retrabalho e maior produtividade.

Integração com sistemas governamentais e redução de riscos

A integração com sistemas oficiais é um dos pilares da Sigraweb. A plataforma conecta-se a bases governamentais estratégicas, garantindo fluidez, confiabilidade e rastreabilidade das informações. Essa abordagem reduz significativamente a intervenção manual nos processos e fortalece o controle operacional.  “Nosso foco é automação, nossas soluções têm como objetivo a integração entre sistemas. Isso permite minimizar manipulação de dados, por consequência disso uma maior assertividade, além do controle e do gerenciamento de risco da operação,” explica Rodrigo.

Estrutura da empresa e perfil dos clientes

Com sede em Curitiba (PR), a Sigraweb conta atualmente com 21 colaboradores, atuando em modelo híbrido e remoto. A empresa adota uma cultura organizacional voltada à flexibilidade, produtividade e qualidade de vida. “Fornecemos um ambiente flexível, com qualidade de vida e foco na produtividade, isso é cultura da empresa”, afirma Lucas.

O principal público da plataforma são os despachantes aduaneiros, público para o qual as soluções foram originalmente concebidas. “Nosso perfil de cliente são os despachantes aduaneiros, porque nosso foco é atuar no desembaraço aduaneiro.”

Desafios técnicos e inovação contínua

O desenvolvimento de integrações com sistemas oficiais sempre representou um desafio técnico relevante. Para Erick Brandão de Castro, Head de Desenvolvimento, esse cenário evoluiu ao longo dos anos. “Hoje é curioso que há alguns anos atrás, nosso maior desafio era a falta de APIs e estrutura que nos permitissem integrar de forma fácil, nos tomando muito tempo com o desenvolvimento de robôs e leituras de telas para captura dos dados. Enquanto hoje, com os sistemas mais abertos e APIs disponíveis, nosso desafio está em sempre estar acompanhando esses avanços para entregar aos nossos clientes cada vez mais agilidade”, explica.

Mesmo diante de limitações técnicas impostas por sistemas externos, a empresa mantém o foco em soluções que gerem valor real ao usuário. “A gente busca sempre desenvolver soluções que façam sentido para o cliente.”

E aposta na diferenciação tecnológica como estratégia permanente. “Sempre trabalhamos com o objetivo de adicionar uma camada a mais na integração, um diferencial.”

Sigraweb e ReConecta News: parceria para impulsionar a inovação no Comex

A chegada da Sigraweb como nova parceira do ReConecta News reforça o compromisso do portal em conectar o mercado às principais tendências em tecnologia para comércio exterior, automação aduaneira e inteligência artificial aplicada ao Comex.

A parceria amplia o debate sobre eficiência operacional, gestão de riscos e transformação digital, contribuindo para um ecossistema mais integrado, moderno e competitivo no comércio exterior brasileiro.

SAIBA MAIS EM https://sigraweb.com/ 

TEXTO: REDAÇÃO
IMAGEM: DIVULGAÇÃO

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Tecnologia

Inteligência Artificial aproxima empresas do Brasil e da China em busca de parcerias estratégicas

Empresas brasileiras e chinesas avançaram nas negociações para parcerias em Inteligência Artificial (IA) durante encontro realizado na semana passada, na sede do Serpro, em Brasília. A iniciativa foi articulada de forma conjunta pelo Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Casa Civil da Presidência da República.

O diálogo ocorre no contexto da implementação de políticas públicas voltadas à soberania tecnológica, com foco no desenvolvimento e uso estratégico da IA no Brasil, a partir de um acordo de cooperação bilateral firmado entre os dois países.

Cooperação Brasil–China em IA ganha continuidade

Batizado de China-Brazil Application Cooperation Centre on Artificial Intelligence, o encontro deu sequência às tratativas iniciadas em 2024, durante a presidência brasileira do BRICS. A proposta é criar um ambiente permanente de cooperação para o desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial, com benefícios mútuos e fortalecimento das capacidades nacionais.

Durante o evento, o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira, ressaltou que o Brasil busca parcerias estratégicas capazes de impulsionar tecnologias ligadas à indústria 4.0, alinhadas às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB), com destaque para a Missão 4 – Transformação Digital.

“Essas parcerias são fundamentais, desde que tragam ganhos concretos para o país”, afirmou.

Datacenters e sustentabilidade entram na agenda

O secretário também destacou a importância do programa Redata, voltado à instalação de datacenters no Brasil, com critérios de sustentabilidade, eficiência energética e estímulo ao desenvolvimento de cadeias produtivas nacionais, fortalecendo a infraestrutura necessária para aplicações avançadas de IA.

Infraestrutura e modelos de IA no centro dos debates

As discussões do encontro se concentraram em dois eixos principais: infraestrutura computacional em Inteligência Artificial e modelos de IA. Empresas chinesas presentes, reconhecidas por estarem na vanguarda tecnológica global, apresentaram soluções com potencial de aplicação no mercado brasileiro.

As oportunidades mapeadas envolvem desde infraestrutura tecnológica e conectividade, até soluções de IA para eficiência operacional, melhoria de serviços e uso, gestão e compartilhamento de dados, incluindo o desenvolvimento de espaços de dados.

Rodadas de negócios reúnem grandes empresas

Participaram das rodadas de debates e negócios empresas como Huawei, iFlytek, Petrobras, Magalu, Ceia, Cimatec, Widelabs, CPQD, Eldorado, Positivo e SoberanIA, reforçando o interesse do setor produtivo em ampliar a cooperação internacional em tecnologias de Inteligência Artificial.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Comércio

Brasil busca ampliar e diversificar comércio e investimentos com a Rússia

A VIII Reunião da Comissão Brasileiro-Russa de Alto Nível de Cooperação (CAN) discutiu nesta quinta-feira (5/2), em Brasília, a agenda de comércio, investimentos e cooperação econômica entre Brasil e Rússia. O evento foi copresidido pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e pelo primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin.

Potencial econômico bilateral

Na abertura da reunião, Alckmin destacou o potencial estrutural das duas economias. Segundo ele, Brasil e Rússia possuem bases produtivas amplas, recursos naturais estratégicos, capacidade tecnológica e mercados internos relevantes, fatores que podem impulsionar a expansão e diversificação da cooperação econômica e comercial.

“Essa combinação cria oportunidades concretas para ampliar, diversificar e qualificar nossa parceria econômica e comercial”, afirmou o vice-presidente.

Prioridades estratégicas da CAN

Durante o encontro, foram apontadas as áreas estratégicas para o desenvolvimento conjunto: cooperação industrial, fortalecimento do agronegócio, energia, ciência, tecnologia e inovação, infraestrutura, logística e desenvolvimento sustentável. Alckmin reforçou a importância de promover integração produtiva, parcerias empresariais e cooperação tecnológica em todos esses setores.

O vice-presidente ainda contextualizou a relação bilateral dentro da política de modernização produtiva do Brasil, destacando a aposta em uma indústria mais verde, digital e conectada às cadeias globais de valor.

Fluxo comercial em 2025

A comissão é a principal instância de coordenação intergovernamental entre os países e orienta iniciativas para ampliar negócios, estimular investimentos produtivos e consolidar parcerias estratégicas. Em 2025, o comércio bilateral Brasil-Rússia atingiu US$ 10,9 bilhões, sendo US$ 1,5 bilhão em exportações brasileiras e US$ 9,4 bilhões em importações.

Visão russa sobre a parceria

O primeiro-ministro Mikhail Mishustin ressaltou a evolução positiva da cooperação econômica e a implementação de novos projetos conjuntos. “Estamos interagindo ativamente na área comercial e econômica, com iniciativas que beneficiam diferentes setores”, disse.

Mishustin ainda destacou a relevância do Brasil para o comércio exterior russo, apontando que o país concentra metade do volume comercial da Rússia na América Latina e se destaca como fornecedor de produtos alimentares, como carne e café. Segundo ele, a parceria contribui para a segurança alimentar global.

Declaração conjunta fortalece cooperação

Ao final da reunião, os líderes assinaram uma declaração conjunta confirmando o compromisso de continuar a parceria, ampliando projetos de cooperação em áreas de interesse estratégico para ambos os países. As autoridades avaliaram positivamente o diálogo político bilateral e destacaram a importância do encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Vladimir Putin, realizado em Moscou em 9 de maio de 2025.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Cadu Gomes/VPR

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Exportação

Japão pede suspensão de controles da China sobre exportações de terras-raras

O governo do Japão solicitou que a China suspenda o reforço nos controles de exportação sobre produtos de uso duplo, civil e militar, que podem atingir itens estratégicos como os elementos de terras-raras. O pedido foi feito após o Ministério do Comércio chinês anunciar, no mesmo dia, a adoção imediata das novas regras.

Embora Pequim não tenha detalhado quais produtos serão afetados, autoridades japonesas demonstraram preocupação com possíveis restrições ao fornecimento de minerais críticos, fundamentais para as indústrias de tecnologia, defesa e transição energética.

Temor de restrições a minerais estratégicos

Tóquio avalia que parte dos elementos de terras-raras pode estar incluída na lista chinesa de produtos classificados como de dupla utilização. Esses materiais são essenciais para a fabricação de semicondutores, equipamentos eletrônicos, baterias e sistemas militares avançados, setores nos quais o Japão tem forte dependência de importações.

A falta de clareza sobre o alcance das medidas aumentou a apreensão do governo japonês, que vê risco de impacto direto em cadeias globais de suprimentos.

Crise diplomática entre Japão e China se intensifica

O episódio amplia a tensão diplomática entre os dois países, agravada após declarações da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, sobre a possibilidade de reação militar em caso de um ataque a Taiwan. Analistas apontam que o momento e o tom do anúncio chinês podem estar ligados a esse contexto geopolítico sensível.

O secretário-geral do Escritório de Assuntos Asiáticos e da Oceania do Ministério das Relações Exteriores do Japão, Masaaki Kanai, afirmou que apresentou um protesto formal às autoridades chinesas. Segundo comunicado oficial, Kanai “protestou veementemente e exigiu a revogação das medidas”.

Pedido formal apresentado à embaixada chinesa

A reclamação foi encaminhada diretamente a Shi Yong, vice-chefe da missão da embaixada da China no Japão, informou o ministério japonês. Para Kanai, as novas regras “se desviam significativamente da prática internacional” e são “absolutamente inaceitáveis e profundamente lamentáveis”.

Especialistas avaliam que a linguagem ambígua utilizada por Pequim pode ser uma estratégia para pressionar o governo japonês a adotar uma postura mais moderada nas relações bilaterais.

FONTE: Estadão
TEXTO: Redação
IMAGEM: JIJI Press/AFP

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Tecnologia

China alerta para possível bolha na indústria de robôs humanoides

A China emitiu um alerta sobre a possibilidade de uma bolha econômica envolvendo a indústria de robôs humanoides, cenário semelhante ao que ameaça o setor de inteligência artificial (IA). O aviso partiu da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.

Durante entrevista coletiva, a porta-voz Li Chao demonstrou preocupação com a rápida expansão desse mercado, considerado estratégico para o crescimento do país até o fim da década. Segundo ela, mais de 150 empresas já estão investindo na produção de robôs humanoides na China.

Oferta elevada e baixa adesão preocupam autoridades
Com tantas fabricantes entrando no segmento, o governo teme que o mercado seja inundado com modelos semelhantes, sem diferenciação relevante. A Comissão avalia que o excesso de oferta pode comprometer o avanço em pesquisa e desenvolvimento, reduzindo a inovação.

Apesar da grande variedade de máquinas disponíveis, a adesão do público ainda é baixa.
– Há robôs capazes de executar tarefas pesadas em fábricas, substituindo trabalhadores;
– Modelos domésticos tentam auxiliar em atividades do dia a dia;
– Mesmo assim, nenhuma categoria teve vendas expressivas, ficando abaixo das expectativas.

O contraste entre alta oferta e demanda limitada ocorre em um momento de crescente investimento no setor. O índice Solactive China Humanoid Robotics, que acompanha empresas chinesas do ramo, registrou alta de 26% em 2025. Para o próximo ano, o Citigroup prevê um crescimento “exponencial” na produção.

Uma bolha acontece quando o valor de determinado ativo — neste caso, robôs humanoides — cresce além do seu valor real, alimentado por especulação e otimismo excessivo. Quando estoura, pode gerar grandes perdas, como ocorreu em bolhas anteriores, a exemplo da bolha da internet e da bolha imobiliária.

China anuncia medidas para evitar o estouro da bolha
Para reduzir o risco de desequilíbrio, o governo chinês anunciou uma série de ações:
– Fortalecimento da infraestrutura de treinamento e testes;
– Aceleração do desenvolvimento de tecnologias essenciais;
– Criação de mecanismos mais claros de entrada e saída de mercado;
– Incentivo à consolidação e compartilhamento de recursos industriais;
– Promoção do uso real dos robôs humanoides em diversos setores.

As autoridades também relacionaram a preocupação com a situação da IA, apontando que o setor enfrenta risco semelhante devido ao ritmo acelerado de investimentos.

FONTE: Tec Mundo
TEXTO: Redação
IMAGEM: iLexx/Getty Images

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