Portos

Porto de Natal conclui primeira etapa da dragagem e aguarda licença para nova fase

O Porto de Natal concluiu a primeira etapa da dragagem do canal de acesso pelo Rio Potengi e agora depende de uma autorização ambiental para dar continuidade ao projeto. O serviço foi finalizado no fim de agosto, com a retirada de aproximadamente 1,2 milhão de metros cúbicos de sedimentos.

Com a intervenção, a profundidade do canal passou de 10,5 metros para 12,5 metros, aumentando a capacidade operacional do terminal e permitindo a entrada de embarcações de maior porte.

Dragagem amplia capacidade para navios maiores

Antes das obras, o Porto de Natal conseguia receber navios com até 202 metros de comprimento e 30 metros de largura. Após a dragagem de manutenção, o terminal passa a ter condições de operar com embarcações de até 232 metros de comprimento e entre 35 e 40 metros de largura.

Segundo Paulo Sidney Gomes Silva, diretor técnico e comercial da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), a ampliação aumenta as possibilidades de operação e permite que novos tipos de navios utilizem o terminal.

A primeira fase da obra começou em 24 de abril e tinha prazo de até quatro meses. De acordo com a Codern, o cronograma foi cumprido.

Após a retirada dos sedimentos, a equipe responsável pela fiscalização realiza verificações para conferir o nivelamento das áreas onde houve intervenção.

A última dragagem de manutenção do canal havia sido realizada em 2009.

Segunda etapa depende de licença ambiental

A próxima fase do projeto prevê alterações na Bacia de Evolução, área utilizada pelos navios para realizar as manobras de entrada e saída do porto.

Atualmente, a estrutura está localizada praticamente em frente ao Porto de Natal, no Rio Potengi. A proposta é transferi-la para uma área mais próxima da Ponte Newton Navarro.

Para iniciar os trabalhos, a Codern aguarda uma licença de alteração do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema).

A expectativa da companhia é obter a autorização no início de outubro. Depois da liberação ambiental, a segunda etapa deverá ser executada em até quatro meses.

A mudança da Bacia de Evolução é considerada necessária para ampliar a capacidade operacional do terminal e permitir a movimentação de navios de maior porte.

Investimento chega a R$ 60 milhões

O projeto de dragagem envolve investimentos de aproximadamente R$ 60 milhões. A obra faz parte de um pacote de melhorias previsto para modernizar a estrutura do Porto de Natal.

Entre as intervenções estão a substituição das defensas do cais, a recuperação dos armazéns e a implantação de uma usina fotovoltaica.

De acordo com a Codern, as novas estruturas deverão melhorar as condições oferecidas aos clientes do terminal, enquanto a geração de energia solar contribuirá para ampliar o uso de energia limpa.

Melão lidera exportações do Porto de Natal

O melão é atualmente o principal produto exportado pelo Porto de Natal. A maior parte das cargas tem como destino países da União Europeia.

O terminal também movimenta produtos importados. Entre eles, o trigo ocupa posição de destaque, com cargas provenientes principalmente do Canadá e da Argentina.

Com a conclusão das novas etapas da dragagem e das demais obras de modernização, o Porto de Natal busca ampliar sua capacidade para atender embarcações maiores e fortalecer a movimentação de cargas pelo Rio Grande do Norte.

FONTE: Agora RN
TEXTO: Redação
IMAGEM: José Aldenir/Agora RN

Ler Mais
Portos

Porto do Itaqui avança na construção do Berço 98, com conclusão prevista para 2026

As obras do Berço 98 do Porto do Itaqui, no Maranhão, entraram na etapa final da fundação. A evolução do projeto foi acompanhada durante uma visita do ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, ao complexo portuário.

A previsão é que a construção seja concluída em dezembro de 2026. Nesta fase, estão sendo instalados os dois últimos pilares de concreto que integram a estrutura do novo berço de atracação.

Nova estrutura terá 380 metros de extensão

O Berço 98 terá 380 metros de comprimento, 40 metros de largura e profundidade de até 18 metros. As dimensões foram projetadas para permitir a operação de grandes embarcações e ampliar a capacidade logística do Porto do Itaqui.

Com a entrada em operação da nova estrutura, a expectativa é elevar a capacidade de exportação em mais de 8 milhões de toneladas por ano. O aumento da movimentação também deve representar um crescimento estimado de aproximadamente 20% na receita anual do complexo portuário.

Berço contará com estrutura tecnológica e operacional

Além da área destinada à atracação de navios, o projeto contempla uma série de sistemas para dar suporte às operações portuárias.

Entre os equipamentos e instalações previstos estão trilhos para guindastes, sistema de combate a incêndio, redes de abastecimento de água e energia elétrica e dutos destinados ao bunker, utilizado no abastecimento de combustível das embarcações.

O projeto inclui ainda sistemas de drenagem de águas pluviais e tratamento de efluentes sanitários, além de banheiros, guarita, Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) e circuito fechado de televisão (CFTV).

Investimento supera R$ 400 milhões

Segundo o ministro Tomé Franca, o empreendimento terá investimento superior a R$ 400 milhões, equivalente a cerca de US$ 77,51 milhões. Os recursos são próprios do complexo portuário.

“Estamos fiscalizando a construção de mais um berço no Porto do Itaqui, que vai ampliar a capacidade de movimentação do terminal em 8 milhões de toneladas. Esta obra, com custo superior a R$ 400 milhões (USD 77,51 milhões) e financiada com recursos próprios, consolida o Porto do Itaqui como fundamental para o escoamento da produção da região do Matopiba”, afirmou o ministro.

A ampliação reforça a importância do Itaqui para o escoamento da produção do Matopiba, região formada por áreas agrícolas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Obra amplia infraestrutura logística do Itaqui

Para Oquerlina Costa, presidenta da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), a visita do ministro permitiu apresentar o andamento e a dimensão do projeto.

Segundo ela, a construção do Berço 98 representa uma etapa relevante para a modernização da infraestrutura do porto e para o fortalecimento da capacidade logística brasileira.

“Receber o ministro Tomé Franca é uma excelente oportunidade para demonstrar, na prática, a grandiosidade, a celeridade e a qualidade das obras que estamos realizando no porto. A construção do Berço 98 marca um marco para a nossa infraestrutura. Estamos materializando um projeto que não apenas moderniza o Itaqui, mas também garante ao Brasil uma plataforma logística ainda mais eficiente e preparada para o futuro”, destacou.

A conclusão do novo berço deverá ampliar a capacidade operacional do Porto do Itaqui e reforçar sua função estratégica no transporte e na exportação de cargas produzidas na região.

FONTE: Portal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuário

Ler Mais
Evento

Falta uma semana para o Meeting Comex 2026, um dos principais eventos de comércio exterior do Brasil

Falta apenas uma semana para o início do Meeting Comex 2026, que chega à sua 13ª edição com a expectativa de reunir mais de três mil profissionais ligados ao comércio exterior, logística e cadeias globais de suprimentos. O evento será realizado nos dias 22 e 23 de setembro, na Expoville, em Joinville (SC).

Promovido pela Associação Empresarial de Joinville (ACIJ), o encontro se consolidou ao longo de suas edições como um dos principais fóruns brasileiros para discutir os caminhos do comércio internacional, reunindo empresários, executivos, operadores logísticos, importadores, exportadores, especialistas e representantes do poder público.

Uma semana para conectar negócios e mercados internacionais

Entre os destaques desta edição está o fortalecimento da participação internacional. Delegações empresariais de países como Alemanha, Portugal, Espanha, Paraguai, China, Panamá, Rússia, África do Sul, Guatemala, Moçambique, Austrália, Colômbia e Marrocos já confirmaram presença.

A participação de representantes de diferentes mercados amplia a proposta do Meeting Comex de funcionar não apenas como espaço de debates, mas também como ambiente para conexão empresarial, geração de negócios e construção de novas parcerias comerciais.

A expectativa é que a presença internacional contribua para aproximar empresas brasileiras de mercados estratégicos e ampliar as possibilidades de relacionamento ao longo dos dois dias de programação.

Reforma Tributária, geopolítica e logística estão entre os temas

Com mais de 20 horas de conteúdo técnico, a programação desta edição foi estruturada a partir de temas que impactam diretamente as empresas que atuam no comércio internacional.

Entre os assuntos previstos estão os impactos da Reforma Tributária nas operações de importação, o acordo entre Mercosul e União Europeia, os efeitos da geopolítica sobre os negócios, a competitividade da logística brasileira e os cenários para o transporte marítimo e aéreo de cargas.

Também estarão em discussão questões relacionadas ao tratamento administrativo das importações e às transformações que vêm afetando as cadeias globais de suprimentos.

Especialistas e autoridades entre os palestrantes

O Meeting Comex 2026 contará com autoridades governamentais, representantes de órgãos anuentes, executivos e especialistas do mercado nacional e internacional.

Entre os nomes confirmados está o economista Marcos Troyjo, ex-presidente do Banco dos BRICS, que abordará os desafios e oportunidades do comércio exterior brasileiro diante das novas exigências globais relacionadas ao ESG.

Outro destaque da programação é o General André Novaes, que apresentará uma análise sobre o cenário geopolítico internacional e seus impactos nas estratégias das empresas que atuam no mercado global.

Feira e networking ampliam oportunidades

Além dos painéis e palestras, o evento terá feira de negócios, workshops e espaços dedicados ao networking, aproximando empresas, fornecedores, operadores logísticos, despachantes aduaneiros e representantes de instituições públicas.

A proposta é criar um ambiente que combine atualização profissional e relacionamento, permitindo que os participantes acompanhem as principais transformações do setor e, ao mesmo tempo, encontrem potenciais parceiros e oportunidades de negócios.

Ao longo de 12 edições, o Meeting Comex passou a integrar o calendário de eventos relevantes do comércio exterior brasileiro, atraindo um público formado principalmente por CEOs, diretores, gestores, profissionais de supply chain e tomadores de decisão.

Inscrições seguem abertas

Com a realização marcada para a próxima semana, os interessados ainda podem garantir participação no Meeting Comex 2026.

O ingresso dá acesso aos dois dias de programação, incluindo conteúdo técnico, workshops, painéis, feira de negócios, espaços de networking, coffee breaks, brunch oficial, Happy Comex, estacionamento durante o evento e certificado de participação.

🔗 Clique no link, garanta o seu passaporte e venha fazer negócios com a gente:

https://weox.com.br/eventos/meeting-comex-2026/19

Fonte: Associação Empresarial de Joinville (ACIJ).

Texto: Redação

Imagens: Meeting Comex 2025

Ler Mais
Exportação

Docol completa 70 anos como maior exportadora de metais sanitários da América Latina

A Docol chegou aos 70 anos de história em agosto de 2026 consolidada como a maior exportadora de metais sanitários da América Latina. Com sede em Joinville, no Norte de Santa Catarina, a empresa mantém na cidade parte relevante de sua estrutura industrial, além das áreas de engenharia e inovação.

A companhia foi fundada em 1956, em Jaraguá do Sul, e posteriormente transferiu suas operações para Joinville. Ao longo de sete décadas, ampliou sua atuação para além dos metais sanitários, passando a oferecer também louças sanitárias e soluções produzidas em aço inox.

Atualmente, a Docol conta com mais de 2.600 colaboradores, quatro parques fabris e um portfólio superior a 3 mil produtos. A marca está presente em mais de 35 países e mantém uma trajetória marcada pela expansão internacional e pelo desenvolvimento tecnológico.

Docol constrói história junto com gerações de profissionais

A evolução da empresa também está ligada às histórias de funcionários que acompanharam suas principais transformações. Um dos exemplos é José Fernando Kina, que entrou na Docol aos 17 anos, quando a fábrica ainda funcionava na rua Visconde de Mauá, no Centro de Joinville.

Mais de quatro décadas depois, Kina acompanhou diferentes fases da companhia e participou de momentos importantes da evolução de seus produtos. Entre as memórias está o início da fabricação da linha DocolMatic, sistema de fechamento automático da torneira acionado com apenas um toque.

A tecnologia se tornou um dos marcos da empresa na busca por soluções capazes de reduzir o consumo de água. Para Kina, a novidade representava uma inovação significativa para aquele período.

A ligação da família com a Docol continuou na geração seguinte. Márcio Kina, filho de José Fernando, ingressou na empresa em 2016. Após começar na área de Usinagem, passou a atuar na Ferramentaria.

A experiência familiar também influenciou sua relação com a companhia. Segundo Márcio, desde a infância ele associava a empresa à rotina do pai e, posteriormente, encontrou na Docol oportunidades para desenvolver sua carreira.

A história pode avançar ainda mais uma geração: o filho de Márcio, atualmente com 14 anos, já demonstra interesse em trabalhar na empresa no futuro.

Inovação impulsiona desenvolvimento de novos produtos

A inovação tecnológica é um dos pilares da trajetória da Docol. A empresa possui 321 patentes e fabrica aproximadamente 17 milhões de peças por ano, com soluções voltadas principalmente à eficiência e ao uso racional da água.

Somente em 2025, foram destinados R$ 25 milhões para pesquisa, desenvolvimento e inovação, valor equivalente a cerca de 3% do faturamento bruto. Desse montante, R$ 2 milhões foram aplicados no desenvolvimento de produtos relacionados ao bem-estar.

A companhia também mantém o Flow, centro dedicado à criação e ao desenvolvimento de novos produtos e tecnologias.

O investimento em design e inovação rendeu à Docol mais de 60 premiações nacionais e internacionais. Entre os reconhecimentos estão o Red Dot Award, iF Design Award, Good Design Award e German Design Award.

Para Guilherme Bertani, presidente da Docol, os 70 anos representam não apenas uma oportunidade de celebrar a trajetória construída desde 1956, mas também de reforçar os planos para o futuro, com foco em soluções que melhorem a vida das pessoas e estimulem o uso responsável da água.

Eficiência hídrica faz parte da trajetória da empresa

A preocupação com a eficiência hídrica acompanha a Docol há décadas e também está presente em seus processos industriais. A companhia foi uma das primeiras indústrias brasileiras a tratar a água utilizada durante a produção, ainda nos anos 1980.

O tema também orienta iniciativas desenvolvidas pelo Instituto Ingo Doubrawa, mantido pela empresa. Criado em 2022, o instituto já destinou mais de R$ 3 milhões a projetos voltados à comunidade.

Entre as ações estão programas de educação ambiental, conscientização sobre o uso da água e iniciativas de preservação dos manguezais de Joinville.

Sete décadas de indústria, inovação e sustentabilidade

A trajetória de 70 anos coloca a Docol entre as empresas que ajudaram a consolidar Joinville como polo industrial. Da produção de metais sanitários à expansão internacional, a companhia combina investimentos em tecnologia, formação de profissionais e iniciativas ambientais para sustentar seu crescimento.

Com presença em dezenas de países, milhares de produtos e investimentos contínuos em inovação, a empresa chega às sete décadas projetando sua atuação para os próximos anos e mantendo a água como um dos principais eixos de seus produtos e projetos.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Docol

Ler Mais
Eventos, Portos

Quando o navio espera, o Brasil paga: os gargalos que travam a logística

ReConecta News acompanhou o 5º Fórum Conexão Porto e Indústria que debateu os impactos dos gargalos portuários no Custo Brasil e os investimentos necessários para ampliar a eficiência logística.

Os gargalos de infraestrutura e os impactos econômicos provocados pela espera de navios nos portos brasileiros estiveram no centro dos debates do 5º Fórum Conexão Porto e Indústria, realizado na sexta-feira (4), em Santos (SP). Promovido pela RECORD Litoral e Vale, em parceria com a RECORD News, o encontro reuniu autoridades, instituições, empresas e representantes de diferentes segmentos ligados à logística e ao comércio exterior.

O ReConecta News esteve presente acompanhando as discussões, com cobertura dos principais debates e dos temas que impactam diretamente a competitividade do comércio exterior brasileiro.

O ponto central do fórum foi o chamado Custo Brasil e a necessidade de reduzir ineficiências que encarecem a operação logística. Entre os assuntos discutidos esteve o custo gerado pelas filas de navios e pela limitação da infraestrutura portuária diante do crescimento da demanda.

O Porto de Santos (SP), principal complexo portuário do país, vem registrando volumes históricos de movimentação. Só nesse ano já movimentou mais de 186 milhões de toneladas – quantidade histórica. O cenário reforça a necessidade de investimentos em infraestrutura, acessos e eficiência operacional para garantir que o crescimento da movimentação seja acompanhado pela capacidade de atendimento, não apenas em Santos, mas em todos os portos do país.

Monitoramento da saturação portuária

A abertura do evento contou com palestra do ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, que apresentou investimentos realizados pelo governo e anunciou a criação de um novo grupo de trabalho voltado ao monitoramento da saturação portuária.

Segundo o ministro, a iniciativa deverá avaliar a demanda, a capacidade instalada e o nível de serviço dos portos brasileiros, permitindo identificar gargalos e apontar soluções. “O resultado desse grupo de trabalho vai justamente apontar as demandas, a capacidade instalada e as soluções necessárias para os portos, não apenas o Porto de Santos, mas para todos os portos do Brasil.”

A proposta é ampliar a capacidade de planejamento do setor e antecipar problemas que possam comprometer o fluxo de cargas nos próximos anos.

Eficiência agora e grandes obras para o futuro

O fórum foi dividido em dois painéis. O primeiro tratou da eficiência operacional e das medidas que podem ser adotadas no curto prazo para melhorar o desempenho dos portos.

Já o segundo debateu grandes obras e projetos de infraestrutura, considerando investimentos de maior porte e prazos mais longos de implantação. Durante as discussões, o presidente da Autoridade Portuária de Santos, Anderson Pomini, destacou a necessidade de pensar a estrutura portuária para as próximas décadas, com investimentos tanto no canal de navegação quanto nos acessos terrestres. A visão de longo prazo considera a necessidade de garantir maior agilidade para a entrada e saída de navios, além da melhoria das áreas secas e das vias de acesso ao complexo portuário.

Diálogo entre setor público e iniciativa privada

Outro ponto que ganhou destaque ao longo do encontro foi a necessidade de ampliar o diálogo entre empresas, terminais, entidades e poder público. A avaliação compartilhada durante o fórum é de que a construção de soluções para os gargalos logísticos depende de uma atuação coordenada entre os diferentes atores envolvidos na cadeia.

Para o ReConecta News, acompanhar esse tipo de debate é também uma forma de aproximar o mercado das discussões que definem os rumos da infraestrutura brasileira. Renata Palmeira, CEO do ReConecta News, destaca a importância de estar próximo dos principais debates do setor. “O ReConecta tem como propósito conectar pessoas, empresas e informações que movimentam o comércio exterior e a logística. Estar presente em um fórum como este é fundamental para acompanhar de perto as discussões que impactam toda a cadeia e levar ao nosso público os principais desafios, oportunidades e caminhos apontados pelos especialistas e autoridades.”

O debate realizado em Santos reforçou que a eficiência portuária não é uma questão restrita aos terminais. Os impactos alcançam toda a cadeia logística e podem refletir diretamente nos custos das empresas, na competitividade das exportações e importações e, consequentemente, na economia brasileira.

Com o aumento da movimentação de cargas e a perspectiva de crescimento da demanda, o desafio é encontrar um equilíbrio entre ações imediatas de eficiência e investimentos estruturantes de longo prazo.

TEXTO E IMAGENS: ReConecta News

Ler Mais
Comércio Exterior

Raízes Comex oferece 250 vagas gratuitas em curso de comércio exterior

O Programa Raízes Comex está com inscrições abertas para uma nova turma do curso Formação em Comércio Exterior. Ao todo, são 250 vagas gratuitas destinadas a jovens negros e mulheres interessados em conhecer melhor o setor e ampliar as possibilidades de inserção profissional.

As inscrições podem ser feitas até 11 de setembro. A capacitação será realizada totalmente on-line, com carga horária de 90 horas.

Quem pode participar do curso

A formação é voltada para jovens negros de 17 a 29 anos e mulheres que tenham interesse em desenvolver conhecimentos na área de comércio exterior.

Durante o curso, os participantes terão contato com conteúdos relacionados ao funcionamento do comércio internacional, às operações de exportação e importação e às possibilidades de atuação no mercado de trabalho.

A proposta é oferecer uma formação que ajude os alunos a compreender as principais atividades do setor e identificar oportunidades profissionais ligadas à economia internacional.

Formação busca ampliar acesso ao comércio exterior

O curso é promovido pelo Instituto Aliança Procomex em parceria com a ONG Vocação, dentro das ações do Programa Raízes Comex, desenvolvido em cooperação com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A iniciativa busca ampliar o acesso à qualificação profissional em comércio exterior para grupos que historicamente encontram mais obstáculos para ingressar no mercado de trabalho.

Além da capacitação técnica, o programa pretende aproximar jovens negros e mulheres das oportunidades profissionais geradas pelo setor de comércio exterior.

MDIC destaca importância da diversidade

Para a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, ampliar o acesso à formação profissional é uma medida importante para tornar o setor mais diversificado.

Segundo ela, a qualificação pode contribuir para que mais jovens negros e mulheres ocupem espaços no comércio exterior e participem da economia internacional.

“O comércio exterior precisa ser uma porta de oportunidades para mais brasileiros. Ampliar o acesso à formação e à qualificação profissional é fundamental para que jovens negros e mulheres possam ocupar novos espaços e participar cada vez mais da economia internacional”, afirmou.

Tatiana também destacou que o Raízes Comex tem como objetivo ajudar a diminuir barreiras de entrada e aproximar esses públicos das oportunidades oferecidas pelo setor.

Instituto Aliança Procomex atua há mais de 20 anos

O Instituto Aliança Procomex é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve projetos relacionados à facilitação do comércio exterior, modernização da logística e formação profissional.

A entidade atua há mais de duas décadas em iniciativas voltadas ao aprimoramento do ambiente de comércio exterior e ao desenvolvimento de profissionais para o setor.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Fabrício Murta

Ler Mais
Exportação

Drawback: empresas afetadas por tarifas dos EUA já podem pedir prorrogação

Empresas brasileiras com operações de exportação para os Estados Unidos prejudicadas pela aplicação de tarifas adicionais já podem solicitar a extensão do prazo de atos concessórios do drawback suspensão.

A medida foi regulamentada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A Portaria Secex nº 536, de 25 de agosto de 2026, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) em 26 de agosto e estabelece as regras para a prorrogação excepcional.

A norma permite ampliar por mais um ano os prazos de suspensão de tributos de atos de drawback afetados pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos, que variam de acordo com o país de origem.

Quem pode solicitar a prorrogação do drawback

A extensão extraordinária é destinada a atos concessórios de drawback suspensão que cumpram determinados critérios.

Podem ser enquadrados na medida os atos que:

  • tenham o compromisso de exportação comprovadamente prejudicado pelas tarifas adicionais dos Estados Unidos;
  • já tenham passado por uma prorrogação anterior concedida pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex);
  • tenham término de vigência previsto entre 22 de julho e 31 de dezembro de 2026; e
  • ainda não estejam encerrados.

O novo período terá duração de 12 meses e será contado a partir do fim da vigência atual do ato, considerando as prorrogações ordinárias que já tenham sido concedidas.

Empresa precisa comprovar intenção de exportar aos EUA

Para ter acesso à prorrogação, a empresa deverá comprovar que, em 25 de agosto de 2026, o ato concessório ainda contemplava compromisso de exportação de pelo menos um produto não incluído na lista de mercadorias isentas das tarifas adicionais aplicadas pelos Estados Unidos.

A comprovação deve estar relacionada às medidas adotadas com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, previstas nos memorandos presidenciais publicados em 15 e 23 de julho de 2026.

Entre os documentos aceitos estão contratos e outros registros comerciais, como ofertas, solicitações, propostas ou negociações, desde que tenham sido produzidos antes de 25 de agosto de 2026.

A documentação deverá permitir identificar o produto destinado à exportação, o potencial comprador nos Estados Unidos e a empresa brasileira potencialmente responsável pela venda. Documentos redigidos em inglês poderão ser apresentados sem tradução.

Regras também abrangem fabricantes-intermediários

A regulamentação contempla ainda empresas fabricantes-intermediárias que utilizam o drawback para importar ou adquirir insumos destinados à fabricação de componentes e outros produtos intermediários que serão utilizados na produção de mercadorias destinadas à exportação.

Nessas situações, a intenção comercial de venda aos Estados Unidos poderá ser demonstrada pela empresa responsável pela exportação do produto final.

Também será necessário comprovar o vínculo entre a fabricante do produto intermediário e a empresa que produz o bem final. Para isso, poderão ser apresentados contratos firmados antes de 25 de agosto de 2026 ou notas fiscais referentes à venda do produto intermediário.

Exportações indiretas também estão previstas

A Portaria Secex nº 536 estabelece regras para casos em que o compromisso de exportação é cumprido por meio de exportações indiretas.

Nesse modelo, o produto fabricado por uma empresa é efetivamente embarcado por uma empresa comercial exportadora, como as chamadas trading companies.

Quando essa situação ocorrer, a intenção comercial de vender a mercadoria aos Estados Unidos poderá ser comprovada pela própria empresa comercial exportadora, desde que sejam atendidos os demais requisitos estabelecidos pela regulamentação.

Como solicitar a prorrogação

As empresas interessadas deverão encaminhar um ofício ao Decex utilizando o módulo de Anexação Eletrônica de Documentos do Siscomex.

O pedido deverá apresentar:

  • os números dos atos concessórios que serão abrangidos pela solicitação;
  • o número do item de exportação correspondente, em cada ato, ao produto cuja venda aos Estados Unidos foi afetada pelas tarifas;
  • os documentos que comprovem a intenção comercial de exportação;
  • quando necessário, a documentação relacionada às empresas fabricantes-intermediárias; e
  • os documentos referentes às operações realizadas por meio de empresas comerciais exportadoras.

A Portaria Secex nº 536 passou a valer na data de sua publicação e regulamenta, no âmbito do MDIC, os procedimentos para aplicação da prorrogação extraordinária prevista na Medida Provisória nº 1.386/2026.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agência Gov

Ler Mais
Portos

Porto de Charleston amplia conexão com a América do Sul em serviço da CMA CGM

O Porto de Charleston, na Carolina do Sul, passou a integrar a rota do serviço CMA CGM AmerXL, ampliando as opções de transporte marítimo entre o sudeste dos Estados Unidos e importantes mercados da América do Sul.

Com a mudança, o porto passa a contar com seis serviços semanais de conexão com Cartagena, na Colômbia; Guayaquil, no Equador; Callao, no Peru; e San Antonio, no Chile. A nova configuração aumenta a capacidade logística para o transporte de cargas refrigeradas, beneficiando especialmente segmentos como pescados, frutas, hortaliças e flores.

Mais capacidade para cargas refrigeradas

A inclusão de Charleston na rotação do AmerXL oferece aos importadores norte-americanos maior acesso a produtos perecíveis provenientes de regiões com forte produção de alimentos frescos e produtos refrigerados.

Para os embarcadores do sudeste dos Estados Unidos, a operação também representa uma alternativa adicional para alcançar mercados sul-americanos de maneira regular e com conexões em dias fixos da semana.

A estrutura ganha importância diante do crescimento populacional e econômico registrado no sudeste dos EUA, região que vem apresentando desempenho superior ao observado em outras partes do país. Na Carolina do Sul, o avanço também supera a média nacional.

Estrutura de cadeia fria em Charleston

O aumento da oferta de transporte refrigerado ocorre em um momento de maior demanda por infraestrutura de cadeia fria no sudeste norte-americano.

Segundo Micah Mallace, vice-presidente executivo da South Carolina Ports, o Porto de Charleston dispõe de uma estrutura voltada à movimentação de contêineres refrigerados, com mais de 2 mil tomadas para contêineres reefer e instalações de armazenamento refrigerado nas proximidades do complexo portuário.

A estrutura permite atender importadores que dependem de condições controladas de temperatura para preservar a qualidade das mercadorias durante a operação logística.

Exportadores ganham acesso a mercados de proteínas

A nova rota também cria oportunidades para empresas norte-americanas que exportam proteínas e produtos alimentícios para a América do Sul.

Greg Tyler, presidente e CEO do U.S. Poultry & Egg Export Council (USAPEEC), destacou que a ampliação da capacidade pelo Porto de Charleston abre uma nova alternativa para produtores agrícolas e da indústria de alimentos dos Estados Unidos alcançarem consumidores sul-americanos.

Na avaliação da entidade, a conexão contribui para manter os produtos norte-americanos competitivos no mercado internacional de alimentos.

Serviço oferece trânsito de até 17 dias

Os exportadores que utilizarem o serviço AmerXL terão acesso a importantes mercados consumidores de proteínas nos Estados Unidos, com tempo de trânsito de cinco a 17 dias no sentido sul.

A rotação do serviço passa por Port Everglades, na Flórida, Philadelphia e New York antes de chegar a Charleston. Depois, os navios seguem para terminais comerciais de Cartagena, Callao, Guayaquil e San Antonio.

A operação semanal em dias fixos amplia a previsibilidade para embarcadores e fortalece a ligação logística entre os Estados Unidos e a América do Sul, especialmente para mercadorias que exigem rapidez e controle de temperatura.

FONTE: Data Portuaria
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Data Portuaria

Ler Mais
Comércio Internacional

Drawback poderá ser estendido por até um ano para empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA

Empresas brasileiras que tiveram seus compromissos de exportação prejudicados pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos poderão contar com mais tempo para cumprir as exigências do regime de drawback suspensão. A possibilidade foi criada pela Medida Provisória (MP) 1.386, publicada nesta terça-feira (25) no Diário Oficial da União.

A nova regra permite a prorrogação, por até 12 meses, dos prazos de suspensão de tributos para empresas que atendam aos critérios estabelecidos pela medida.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a iniciativa busca oferecer maior flexibilidade às companhias diante das mudanças nas condições de acesso ao mercado norte-americano.

Medida integra o Plano Brasil Soberano

A extensão do prazo faz parte do Plano Brasil Soberano 3, conjunto de medidas criado pelo governo federal para apoiar empresas brasileiras impactadas pelas tarifas adicionais aplicadas pelos Estados Unidos. Com o prazo ampliado, as companhias poderão continuar buscando oportunidades no mercado norte-americano ou direcionar seus produtos para outros destinos, sem perder imediatamente os benefícios vinculados aos atos concessórios de drawback.

O drawback suspensão é um regime aduaneiro especial que permite a aquisição ou importação de determinados insumos utilizados na fabricação de produtos destinados à exportação com suspensão dos tributos incidentes nessas operações.

Para utilizar o benefício, a empresa assume um compromisso de exportação dentro de um período previamente estabelecido no chamado ato concessório. Na prática, a companhia obtém autorização para adquirir os insumos com a suspensão tributária, utiliza esses materiais na fabricação dos produtos e, posteriormente, realiza a exportação dentro do prazo previsto. A nova medida busca atender empresas que enfrentam dificuldades para cumprir esse compromisso em razão das alterações provocadas pelas tarifas norte-americanas.

Quais empresas poderão solicitar a extensão

A prorrogação poderá alcançar empresas que tenham ato concessório de drawback suspensão com prazo final entre 22 de julho e 31 de dezembro de 2026, desde que consigam comprovar que seus compromissos de exportação foram afetados pelas tarifas adicionais dos Estados Unidos. Nesses casos, o prazo poderá ser ampliado em até 12 meses, conforme as condições que serão estabelecidas para aplicação da medida.

A regra também contempla empresas fabricantes-intermediárias, que utilizam o drawback para adquirir insumos e produzir peças ou componentes posteriormente empregados por outra empresa na fabricação do produto final destinado à exportação.

O regime de drawback é considerado um importante mecanismo de estímulo à competitividade das exportações brasileiras, principalmente por reduzir o impacto tributário sobre insumos utilizados na produção de mercadorias destinadas ao mercado externo.

Em 2025, empresas beneficiadas pelo drawback suspensão foram responsáveis por US$ 72,8 bilhões em exportações, valor correspondente a 20,9% das exportações brasileiras no período, que totalizaram US$ 348 bilhões. Ao longo daquele ano, 1.791 empresas utilizaram o regime.

Entre os produtos enviados aos Estados Unidos com utilização do drawback estão mercadorias como itens de madeira, pedras trabalhadas, produtos químicos, portas, calçados, transformadores, carnes, móveis, máquinas e equipamentos.

Regulamentação ainda será publicada

Apesar da publicação da medida provisória, a aplicação prática da nova possibilidade ainda depende de regulamentação da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao MDIC. Uma portaria deverá definir os procedimentos para apresentação dos pedidos de prorrogação, além dos documentos necessários para comprovar que os compromissos de exportação foram prejudicados pelas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos.

De acordo com o governo federal, a medida não representa uma nova renúncia de receita nem provoca impacto orçamentário ou financeiro, uma vez que os atos concessórios contemplados pela regra já haviam sido emitidos anteriormente. A extensão dos prazos pretende, assim, reduzir os impactos do tarifaço sobre empresas exportadoras, permitindo que tenham mais tempo para reorganizar operações, buscar novos mercados e preservar compromissos assumidos antes da mudança nas condições comerciais com os Estados Unidos.

Fonte: Agência Brasil, com informações do Governo Federal.

Texto: Redação

Imagem: Reprodução Agência Brasil / Porto de Santos

Ler Mais
Transporte

Integração logística conecta produção brasileira aos mercados nacional e internacional

Da propriedade rural às áreas industriais e, posteriormente, aos terminais portuários, diferentes modais de transporte atuam de forma integrada para movimentar cargas e conectar o Brasil ao mercado externo.

Antes de chegar ao destino final, uma mercadoria brasileira pode percorrer milhares de quilômetros e utilizar diferentes meios de transporte. Soja, minério, carnes, máquinas e produtos industrializados dependem de uma cadeia logística capaz de conectar áreas produtoras, centros de distribuição e mercados consumidores.

O transporte rodoviário costuma assumir os primeiros ou últimos trechos da operação. Pela flexibilidade, os caminhões conseguem acessar propriedades rurais, indústrias e armazéns, fazendo a ligação com terminais ferroviários, hidroviários e portuários.

A partir desses pontos, a carga pode ser transferida para ferrovias ou hidrovias, conforme as características da operação e da região.

O modal ferroviário se destaca principalmente no deslocamento de grandes volumes por longas distâncias. Para produtos como grãos e minérios, as ferrovias podem estabelecer conexões estratégicas entre regiões produtoras e portos, contribuindo para reduzir a dependência do transporte rodoviário em determinados trajetos.

O transporte hidroviário também tem papel relevante na logística brasileira. O país possui aproximadamente 42 mil quilômetros de rede hidroviária, sendo cerca de 20 mil quilômetros considerados navegáveis.

Em regiões com infraestrutura adequada, as hidrovias permitem movimentar grandes volumes de cargas por longas distâncias e funcionam como uma alternativa importante para conectar áreas do interior a outros pontos da cadeia logística.

Portos concentram diferentes etapas da cadeia

Os portos são pontos estratégicos dessa integração. É nesses complexos que cargas provenientes de rodovias, ferrovias e hidrovias podem ser recebidas, armazenadas, movimentadas e posteriormente embarcadas em navios.

A partir dos terminais portuários, as mercadorias seguem por rotas marítimas para diferentes destinos internacionais. Ao mesmo tempo, os portos também recebem produtos importados que abastecem a indústria, o comércio e os consumidores brasileiros.

Por isso, o desempenho de um porto não depende apenas de sua estrutura interna. A qualidade das conexões terrestres e hidroviárias que levam as cargas até os terminais também influencia diretamente a eficiência logística.

Integração reduz gargalos e melhora os fluxos

Em uma cadeia logística extensa, problemas em um único trecho podem comprometer toda a operação. Já a integração entre os diferentes modais permite encontrar alternativas mais eficientes para o deslocamento das cargas.

A conexão entre rodovias, ferrovias, hidrovias e portos ganha ainda mais importância diante das dimensões continentais do Brasil. Uma rede de transporte mais integrada pode melhorar a organização dos fluxos, ampliar a capacidade de movimentação e fortalecer a competitividade da produção nacional nos mercados interno e internacional.

Fonte: Ministério de Portos e Aeroportos – Assessoria Especial de Comunicação Social.

Texto: Redação

Imagem: Divulgação / Divulgação/Instituto Brasil Logística

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook