Internacional, Mercado Internacional, Tributação

EUA pressionam países a apresentarem ofertas sobre tarifas até quarta-feira (4)

Documento obtido pela Reuters sugere uma urgência por parte do governo americano em concluir os acordos em relação ao seu próprio prazo apertado

O governo dos Estados Unidos quer que os países forneçam sua melhor oferta em negociações comerciais até quarta-feira, já que as autoridades buscam acelerar as conversas com vários parceiros antes de um prazo autoimposto em apenas cinco semanas, de acordo com uma minuta de carta aos parceiros de negociação vista pela Reuters.

O esboço, do escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, oferece uma visão de como o presidente Donald Trump planeja encerrar as difíceis negociações que começaram em 9 de abril com dezenas de países, quando ele suspendeu suas tarifas do “Dia da Libertação” por 90 dias até 8 de julho, depois que os mercados de ações, títulos e moedas se revoltaram com a natureza abrangente dos impostos.

O documento sugere uma urgência por parte do governo em concluir os acordos em relação ao seu próprio prazo apertado. Embora autoridades como o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, tenham prometido repetidamente que vários acordos estavam prestes a ser concluídos, até o momento apenas um foi firmado com um importante parceiro comercial dos EUA: o Reino Unido. E mesmo esse pacto é mais parecido com uma estrutura para as negociações em andamento do que com um acordo final.

Na carta, os EUA pedem aos países que listem suas melhores propostas em várias áreas importantes, incluindo ofertas de tarifas e cotas para a compra de produtos industriais e agrícolas dos EUA e planos para remediar quaisquer barreiras não tarifárias.
Outros itens solicitados incluem quaisquer compromissos sobre comércio digital e segurança econômica, juntamente com compromissos específicos de cada país, de acordo com a carta.

Os EUA avaliarão as respostas dentro de alguns dias e oferecerão “uma possível zona de aterrissagem” que poderá incluir uma taxa tarifária recíproca, de acordo com a carta.
Não ficou claro quais países receberiam a carta, mas ela foi direcionada àqueles com negociações ativas que incluíam reuniões e trocas de documentos. Washington está envolvido em tais negociações com a União Europeia, Japão, Vietnã e Índia, entre outros.

Um funcionário do Representante de Comércio disse que as negociações comerciais estão em andamento. “As negociações produtivas com muitos parceiros comerciais importantes continuam em um ritmo acelerado. É do interesse de todas as partes fazer um balanço do progresso e avaliar os próximos passos.”

Fonte: InfoMoney

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Importação, Internacional, Mercado Internacional

As Importações das Quais os EUA Mais Dependem de 140 Países, de Albânia a Zimbábue

As tarifas aplicadas (e retiradas) pelo presidente Trump criaram uma profunda incerteza sobre o custo dos produtos importados — e nem sempre está claro quais bens serão mais afetados em relação a cada país.

As maiores importações dos EUA de muitos países incluem petróleo e gás, eletrônicos, automóveis e produtos farmacêuticos. Mas há outra maneira de observar o que os americanos importam: tentar medir a contribuição específica de um país para as necessidades totais dos EUA.

Por exemplo, as maiores exportações da China para os EUA — em valor monetário — são eletrônicos. Mas os EUA também importam grandes quantidades de eletrônicos de outros lugares. No entanto, quase 100% dos carrinhos de bebê importados vêm da China.

A Suíça, por sua vez, é responsável por quase todos os relógios de metais preciosos importados pelos EUA. Já a Etiópia envia cerca de 2% das roupas de bebê em malha que os EUA importam — mas esse é o maior percentual entre todos os produtos que o país exporta para os EUA.

A tabela abaixo mostra o item do qual os EUA mais dependem em relação a cada um dos 140 parceiros comerciais. (Removemos da análise itens que os EUA também exportam em grandes quantidades, como petróleo.)

Do que os EUA mais dependem em relação a cada país

PaísProduto% das Importações dos EUA
CanadáSuínos vivos>99%
PeruFosfatos de cálcio>99%
África do SulMinério de cromo98%
SuíçaRelógios de metal precioso98%
ChinaCarrinhos de bebê97%
MéxicoTransporte ferroviário autopropelido94%
PortugalArtigos de cortiça natural93%
ÍndiaPedras de joalheria sintéticas reconstruídas89%
ItáliaVermute86%
IndonésiaÓleo de palma85%
MadagáscarBaunilha80%
TurquiaFios de filamento artificial para varejo79%
BrasilFerro semiacabado76%
VietnãCocos, castanhas-do-brasil e caju75%
AustráliaCarne de ovelha e cabra74%
Nova ZelândiaGorduras animais diversas73%
GabãoMinério de manganês71%
ChileCobre refinado71%
Países BaixosBulbos e raízes70%
EspanhaAzeite de oliva62%
TaiwanTapioca62%
ArgentinaÓleo de amendoim60%
ColômbiaFlores cortadas60%
BolíviaMinério de tungstênio59%
República DominicanaTabaco processado59%
Costa do MarfimPasta de cacau59%
AlemanhaMáquinas para feltro58%
FinlândiaÓxidos e hidróxidos de cobalto56%
JapãoPianos52%
IsraelFertilizantes fosfatados50%
FilipinasÓleo de coco50%
FrançaResinas de insetos50%
TailândiaAlimentos açucarados preservados47%
MalásiaVestuário de borracha46%
IrlandaSulfônamidas45%
PaquistãoAlgodão leve misto tecido43%
SingapuraVidro com acabamento de bordas39%
GuatemalaBananas38%
EquadorGrãos de cacau38%
Coreia do SulCâmaras de ar de borracha33%
JamaicaMinério de alumínio33%
BangladeshRoupas de bebê não tricotadas31%
ÁustriaArmas de fogo curtas29%
Reino UnidoAntiguidades28%
CambojaTecido têxtil revestido com goma25%
NicaráguaTabaco processado24%
GuianaMinério de alumínio24%
UcrâniaÓleos de sementes24%
BélgicaTecido de linho tecido22%
BahreinFio de alumínio trançado22%
Sri LankaFibras vegetais de coco e outras21%
MarrocosSulfato de bário20%
RomêniaLingotes de aço19%
NoruegaCarbonetos19%
SuéciaLingotes de aço inoxidável17%
Costa RicaBananas16%
HondurasMelaço16%
ParaguaiCarvão vegetal16%
DinamarcaCaseína15%
TunísiaAzeite de oliva puro15%
RússiaFertilizantes fosfatados15%
FijiÁgua15%
Hong KongPérolas13%
NepalTapetes de nós13%
PolôniaCogumelos processados12%
LíbanoFertilizantes fosfatados12%
CroáciaArmas de fogo curtas12%
BulgáriaFio de lã penteada não destinado ao varejo12%
LaosSulfato de bário12%
MoçambiqueMinério de titânio11%
GanaGrãos de cacau11%
BahamasCascalho e pedra britada10%
GréciaPeixe seco, salgado, defumado ou em conserva10%
JordâniaCasacos masculinos de malha10%
República TchecaMáquinas de laminação10%
El SalvadorMelaço10%
EgitoSementes condimentares10%
Emirados Árabes UnidosAlumínio bruto9%
UgandaBaunilha9%
NigériaChumbo bruto9%
UruguaiGordura bovina, ovina e caprina9%
LetôniaMáquinas para encadernação de livros9%
CazaquistãoLigas para siderurgia8%
CamarõesPasta de cacau8%
LituâniaGlúten de trigo8%
OmãSuprimentos metálicos para escritório8%
HungriaÓleos de sementes7%
BelizeMelaço7%
Ilhas FaroePeixe fresco sem filé6%
CatarPérolas6%
MianmarAcessórios diversos de roupa em malha5%
ZâmbiaPedras preciosas5%
EslovêniaMedicamentos embalados5%
SenegalMinério de titânio5%
ArgéliaCimento4%
HaitiCamisetas de malha4%
QuêniaMinério de titânio4%
LiechtensteinPregos de ferro4%
GeórgiaLigas para siderurgia4%
LibériaBorracha4%
SérviaCâmaras de ar de borracha4%
IslândiaFilés de peixe4%
República Democrática do CongoCobre refinado3%
BotsuanaDiamantes3%
ChadeResinas de insetos3%
ZimbábueCouro tratado após curtimento3%
LuxemburgoTecido de poliamida3%
PanamáPeixe fresco sem filé3%
AlbâniaLigas para siderurgia3%
EstôniaEquipamentos de pesca e caça2%
EtiópiaRoupas de bebê em malha2%
NamíbiaCarvão vegetal2%
VenezuelaCrustáceos processados2%
EslováquiaPneus de borracha2%
LesotoCamisas masculinas de malha2%
TanzâniaPedras preciosas2%
Papua-Nova GuinéBaunilha1%
MaurícioPeixe processado1%
Arábia SauditaPregos de ferro1%
MoldáviaVinho<1%
SurinamePeixe fresco sem filé<1%
AngolaFerro gusa<1%
ArmêniaDiamantes<1%
Trinidad e TobagoPeixe fresco sem filé<1%
MacauChapéus de malha<1%
Macedônia do NorteGuias de calçada<1%
TogoCabelos artificiais<1%
Bósnia e HerzegovinaCasacos femininos não tricotados<1%
República do CongoAntiguidades<1%
AzerbaijãoLigas para siderurgia<1%
IraqueAntiguidades<1%
LíbiaProdutos vegetais diversos<1%
ChipreAzeite de oliva<1%
KuwaitLigas para siderurgia<1%
MaltaAparelhos de ar-condicionado<1%
Ilhas Virgens BritânicasDiamantes<1%
BruneiCamisetas de malha<1%
Ilhas CaymanTelefones<1%
Guiné EquatorialChapéus de malha<1%
Sint MaartenBebidas alcoólicas destiladas<1%

Fonte: The New York Times

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Mercado Internacional, Negócios

Limitação às vendas de terras raras pela China já afetam os EUA, de montadoras a fábricas de robôs

Executivos alertam que a produção de carros elétricos em algumas regiões pode ser reduzida nos próximos dias

Há duas décadas, fábricas no estado de Indiana, nos Estados Unidos, que transformavam metais de terras raras em ímãs transferiram sua produção para a China — justamente quando a demanda por esses ímãs começava a disparar, sendo utilizados em tudo, de carros e semicondutores a jatos de combate e robôs.

Agora, os Estados Unidos estão enfrentando as consequências de ter perdido essa cadeia de suprimentos. Em abril, o governo chinês interrompeu abruptamente as exportações de ímãs de terras raras para qualquer país, como parte de sua guerra comercial com os EUA.

As autoridades americanas esperavam que a China aliviasse suas restrições aos ímãs como parte da trégua comercial que os dois países firmaram em 12 de maio, em Genebra. No entanto, na sexta-feira, o presidente Donald Trump sugeriu que a China continuava restringindo o acesso.

Agora, empresas americanas e europeias estão ficando sem esses ímãs.

As montadoras americanas são as mais afetadas, com executivos alertando que a produção em fábricas no Meio-Oeste e no Sul dos EUA poderá ser reduzida nos próximos dias e semanas.

As montadoras precisam dos ímãs para os motores elétricos que acionam os freios, a direção e os injetores de combustível. Os motores de um único banco de carro de luxo, por exemplo, usam até 12 ímãs.

Robôs industriais também dependem de ímãs de terras raras.

— Esse é o calcanhar de Aquiles dos Estados Unidos, e do mundo, que a China explora continuamente — disse Nazak Nikakhtar, que foi secretária assistente de comércio responsável pelos controles de exportação durante o primeiro mandato de Trump.

O governo chinês tem falado pouco ultimamente sobre suas restrições à exportação de terras raras. Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, disse no programa “This Week”, da ABC, neste domingo, que Trump e o líder chinês Xi Jinping poderiam conversar sobre comércio já nesta semana, embora nenhuma data tenha sido definida.

Após a China suspender todas as exportações, informou que os envios futuros exigiriam licenças de exportação separadas. Desde então, o Ministério do Comércio da China tem enfrentado dificuldades para emitir essas licenças. Concedeu algumas a empresas europeias em meados de abril e mais algumas para empresas americanas na semana passada, mas os estoques globais estão se esgotando rapidamente.

— Algumas aprovações estão sendo concedidas, mas estão longe de serem suficientes para evitar paralisações iminentes na produção — disse Jens Eskelund, presidente da Câmara de Comércio da União Europeia na China. — Ainda estamos enfrentando uma grande interrupção nas cadeias de suprimento.

Para piorar a situação, alguns fabricantes chineses de ímãs de terras raras pararam de produzir enquanto aguardam permissão para retomar as exportações. A lacuna de várias semanas na produção de ímãs está se propagando pelas cadeias de suprimento e pode em breve atingir os fabricantes.

— A China poderia paralisar as montadoras de automóveis dos Estados Unidos — disse Michael Dunne, consultor automotivo especializado na China.

A China produz 90% das cerca de 200 mil toneladas anuais de ímãs de terras raras de alto desempenho do mundo. Empresas japonesas produzem a maior parte do restante no Japão e no Vietnã, principalmente para fabricantes japoneses.

Já os Estados Unidos praticamente não produzem nada, embora pequenas fábricas comecem a operar em plena capacidade ainda este ano na Carolina do Sul e no Texas. Uma sucessão de governos tentou reativar a indústria desde que a China chamou atenção para sua dominância ao impor um embargo de dois meses sobre o envio de terras raras ao Japão durante uma disputa territorial em 2010.

Mas pouco foi feito por causa de uma realidade difícil: fabricar ímãs de terras raras exige investimentos consideráveis em todas as etapas da produção. No entanto, as vendas e os lucros são muito baixos.

As vendas globais de terras raras extraídas somam apenas US$ 5 bilhões por ano — um valor ínfimo quando comparado a indústrias como a de mineração de cobre ou de minério de ferro, que movimentam US$ 300 bilhões cada uma.

Vantagem competitiva

A China tem uma vantagem competitiva formidável. A indústria estatal quase não tem custos de conformidade ambiental em suas minas e conta com um orçamento governamental praticamente ilimitado para construir grandes refinarias de processamento e fábricas de ímãs.

O processamento de terras raras é tecnicamente complexo, mas a China desenvolveu novos métodos. Programas de química voltados para terras raras são oferecidos em 39 universidades do país, enquanto os Estados Unidos não têm programas similares.

Segunda maior economia do mundo, a nação asiática refina mais de 99% da oferta mundial das chamadas terras raras pesadas, que são as menos comuns. As terras raras pesadas são essenciais para a fabricação de ímãs capazes de resistir às altas temperaturas e campos elétricos encontrados em carros, semicondutores e muitas outras tecnologias.

A única mina de terras raras dos Estados Unidos, localizada em Mountain Pass, na Califórnia, parou de operar em 1998, após o vazamento de traços de metais pesados e material levemente radioativo de um oleoduto no deserto. Empresas chinesas tentaram três vezes, sem sucesso, comprar a mina desativada antes que ela fosse adquirida por investidores americanos em 2008.

Um programa de investimento de US$ 1 bilhão apoiado pelo Pentágono foi lançado em 2010 para melhorar a conformidade ambiental e expandir a mina e sua refinaria adjacente. Mas o complexo, de alto custo, não conseguiu competir quando reabriu brevemente em 2014, fechando novamente no ano seguinte.

A MP Materials, um grupo de investidores de Chicago que incluía uma empresa parceira minoritária parcialmente controlada pelo governo chinês, comprou a mina em 2017. Ela foi reaberta no ano seguinte, mas o minério extraído era enviado para a China, onde era feita a difícil separação dos diversos tipos de terras raras.

Somente nos últimos meses a mina passou a conseguir separar quimicamente as terras raras em mais da metade de sua produção. No entanto, isso gera prejuízo, pois o processamento na China é muito mais barato. A MP Materials construiu uma nova fábrica no Texas para transformar as terras raras separadas em ímãs.

Um gargalo considerável está na transformação das terras raras separadas em lingotes metálicos quimicamente puros, que podem ser utilizados nos fornos das máquinas de fabricação de ímãs. Uma startup da Nova Inglaterra, a Phoenix Tailings, está tentando resolver essa limitação, mas sua pequena escala evidencia o desafio.

A Phoenix Tailings assumiu grande parte da equipe e dos equipamentos da Infinium, uma startup que havia tentado fazer a mesma coisa. A Infinium ficou sem recursos em 2020, quando os formuladores de políticas dos Estados Unidos estavam mais focados na pandemia de COVID-19 do que nas terras raras.

Com os minerais de terras raras chineses difíceis de obter, a Phoenix produz o metal a partir de rejeitos de mina — material remanescente que já foi processado uma vez para a remoção de outro elemento, como o ferro.

A Phoenix Tailings possui quatro máquinas, cada uma do tamanho de uma pequena casa, em sua fábrica em Burlington, Massachusetts. Cada máquina produz um lingote de três quilos a cada três horas, funcionando 24 horas por dia. A capacidade total da operação é de 40 toneladas por ano, segundo Nick Myers, CEO da Phoenix. Ele não revelou o nome do comprador, mas disse que se trata de uma montadora.

A Phoenix está instalando equipamentos em uma unidade maior em Exeter, New Hampshire, para produzir metal a uma taxa de 200 toneladas por ano — ainda um volume pequeno comparado às fábricas chinesas, que produzem mais do que isso em um único mês.

Thomas Villalón Jr., diretor técnico da Phoenix, disse que aumentar rapidamente a produção é essencial durante uma guerra comercial: — É uma corrida neste momento.

Fonte: O Globo

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Exportação, Internacional, Mercado Internacional

EUA suspendem exportação de semicondutores à China

O governo dos Estados Unidos determinou que empresas norte-americanas de software para design de semicondutores interrompam a venda de seus serviços a grupos chineses. A decisão, conduzida pelo Departamento de Comércio dos EUA, foi comunicada por meio de cartas enviadas a empresas de automação de design eletrônico (EDA), como Cadence, Synopsys e Siemens.

De acordo com fontes ouvidas pelo Financial Times na última quarta-feira, 28, a ordem foi expedida pelo Bureau of Industry and Security (BIS), órgão responsável pelos controles de exportação dentro do Departamento de Comércio norte-americano. Não está claro se todas as empresas do setor receberam a notificação.

O movimento representa um novo esforço do governo norte-americano para limitar a capacidade da China de desenvolver chips avançados, particularmente voltados para aplicações de inteligência artificial. Em abril, Washington já havia restringido a exportação dos chips de IA desenvolvidos pela Nvidia especificamente para o mercado chinês.

Durante teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre, o diretor executivo da Synopsys, Sassine Ghazi, comunicou ter recebido a carta do governo e anunciou a suspensão de sua previsão financeira para o ano fiscal.

Um porta-voz do Departamento de Comércio afirmou que o governo está “revisando exportações de importância estratégica para a China”. Segundo ele, “em alguns casos, [o departamento] suspendeu licenças de exportação existentes ou impôs requisitos adicionais de licença enquanto a revisão está pendente”.

A iniciativa ocorre em meio a um período de trégua comercial entre os dois países. Depois de negociações em Genebra, China e EUA acordaram uma pausa de 90 dias nas tarifas impostas mutuamente.

No entanto, segundo o ex-analista da CIA Christopher Johnson, os novos controles demonstram a “fragilidade inata” da trégua. “Com ambos os lados querendo manter e continuar demonstrando a potência de suas respectivas capacidades de estrangulamento, o risco de que o cessar-fogo se desfaça mesmo dentro da pausa de 90 dias é onipresente”, avalia.

Johnson, atualmente à frente da consultoria China Strategies Group, acrescentou que a China utilizou com sucesso seu domínio sobre o fornecimento de terras raras para levar os EUA à mesa de negociações, o que “deixou os chefes da administração Trump em relação à China ansiosos para demonstrar que suas armas de controle de exportação ainda têm eficácia.”

Fonte: Revista Oeste

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Internacional, Tributação

Trump diz que EUA dobrarão tarifas sobre aço para 50%

O presidente Donald Trump informou nesta sexta-feira (30) aos trabalhadores de aço dos Estados Unidos que dobrará as tarifas sobre as importações do metal para 50%.

“Nós vamos aumentar de 25% para 50% as tarifas sobre o aço que entra nos Estados Unidos da América”, disse Trump durante um discurso na Irvin Works da U.S. Steel, em West Mifflin, Pensilvânia.

Trump está visitando a U.S. Steel após indicar, na semana passada, que aprovará uma fusão controversa com a Nippon Steel do Japão. Investidores e membros do sindicato aguardam respostas do presidente sobre como será o acordo anunciado entre a U.S. Steel e a Nippon.

Trump descreveu o acordo como uma “parceria” em uma publicação no dia 23 de maio em sua plataforma de mídia social Truth Social. O presidente afirmou que a sede da U.S. Steel permaneceria em Pittsburgh e a Nippon investiria US$ 14 bilhões ao longo de 14 meses na icônica indústria americana, com mais de 120 anos de história.

Trump disse a jornalistas no domingo que o acordo é um “investimento, é uma participação parcial, mas será controlado pelos Estados Unidos”. No entanto, a Casa Branca e as empresas não forneceram muitos detalhes ao público sobre como o acordo será estruturado desde o anúncio de Trump.

A U.S. Steel descreveu o acordo como uma “fusão”, na qual ela se tornaria uma “subsidiária integral” da Nippon Steel North America, mas continuaria operando como uma empresa separada, de acordo com um arquivo enviado à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) em 8 de abril.

Fontes próximas ao assunto disseram à CNBC que a Nippon deve fechar sua aquisição da U.S. Steel a US$ 55 por ação, a oferta original feita pela produtora de aço japonesa antes de o presidente Joe Biden rejeitar o acordo em janeiro. Biden bloqueou a proposta de aquisição da Nippon com base em motivos de segurança nacional, argumentando que isso colocaria em risco cadeias de suprimentos essenciais.

No entanto, Trump ordenou uma nova análise do acordo em abril, suavizando sua oposição anterior à aquisição da U.S. Steel pela Nippon. O presidente anunciou a “parceria” um dia após o Comitê para Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos (CFIUS) supostamente concluir sua análise e fazer uma recomendação sobre se as empresas haviam encontrado formas de “mitigar quaisquer riscos à segurança nacional”.

“Acordo de Segurança Nacional”

O senador da Pensilvânia, Dave McCormick, disse à CNBC na terça-feira que o governo dos EUA terá uma “golden share” que permitirá decidir sobre várias cadeiras do conselho de administração. “A U.S. Steel terá um CEO americano, e a maioria dos membros do conselho virá dos EUA”, afirmou McCormick.

“É um acordo de segurança nacional que será assinado com o governo dos EUA”, disse McCormick à CNBC no “Squawk Box”. “Haverá uma golden share que essencialmente exigirá a aprovação do governo dos EUA sobre vários membros do conselho, e isso permitirá que os Estados Unidos garantam que os níveis de produção não sejam reduzidos.”

James Brower, sócio do departamento de litígios do escritório Morrison Forrester, afirmou que a “golden share” provavelmente não será uma participação acionária do governo dos EUA, pois o CFIUS, o comitê que revisou o acordo, não negocia interesses acionários.

A “golden share” provavelmente será uma forma de direito contratual que permite ao governo dos EUA vetar certas ações, disse Brower.

McCormick explicou que a Nippon terá “certamente membros do conselho e isso fará parte da sua estrutura corporativa geral”. O assessor de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, disse aos jornalistas na quinta-feira que “a Nippon Steel terá algum envolvimento, mas nenhum controle da empresa”.

“A U.S. Steel possui a empresa”, afirmou Navarro. O Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, disse à CNBC na sexta-feira que os detalhes do acordo com a Nippon Steel “continuam confidenciais, relativamente”.

“O princípio subjacente é que os Estados Unidos devem ter controle sobre setores críticos, seja em manufatura básica ou alta tecnologia”, afirmou Greer ao “Squawk Box”. “Caso países ou indivíduos estrangeiros ou empresas queiram adquirir essas companhias ou fazer grandes investimentos, os EUA devem manter o controle sobre o que é importante.”

O Sindicato dos Trabalhadores do Aço dos EUA, que inicialmente se opôs ao acordo, afirmou que o sindicato “não pode especular sobre o impacto” do anúncio de Trump “sem mais informações”.

“Nossa preocupação continua sendo que a Nippon, uma corporação estrangeira com um longo e comprovado histórico de violar nossas leis comerciais, continuará a erodir a capacidade de produção doméstica de aço e colocar em risco milhares de bons empregos sindicais”, disse o presidente do USW, David McCall, em um comunicado.

Fonte: Times Brasil

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Comércio Exterior, Internacional, Tributação

Na guerra de tarifas, Brasil ainda bate os EUA em vendas à China

Em estudo, Insper Agro Global avaliou os seis itens agrícolas que chineses mais compram

A guerra comercial entre Estados Unidos e China confere ao Brasil uma vantagem competitiva temporária. Mas o governo e o setor produtivo devem ficar atentos porque essa vantagem pode ser usada nas próximas semanas como moeda de troca para por fim à disputa de tarifas entre os dois países. O alerta é do professor Marcos Jank, do Insper Agro Global.

Um estudo realizado por Jank e pelos pesquisadores Leandro Gilio e Victor Cardoso, do Insper Agro Global, mostra que as tarifas impostas pela China a produtos americanos reduzem a competitividade dos EUA em relação a outros fornecedores, como o Brasil. A pesquisa considerou os seis produtos agropecuários que a China mais importa dos dois países: soja em grão (92% é comprada de EUA e Brasil), milho (66%), algodão (76%), carne bovina (55%), carne suína (31%) e carne de aves (64%).

Em abril, os Estados Unidos e a China intensificaram a escalada tarifária, com o governo americano anunciando tarifas de até 145% e a China respondendo com tarifas de até 125% sobre produtos americanos. Em 12 de maio, os países anunciaram uma trégua de 90 dias, com redução de 115 pontos percentuais sobre as tarifas de abril, o que deveria resultar em tarifas finais de 30% (cobrado da China pelos EUA) e 10% (sobre produtos americanos que vão para a China).

Na prática, no entanto, as tarifas impostas pela China aos produtos americanos continuam acima desse patamar de 10% e acima das tarifas impostas aos produtos brasileiros, aponta Jank. As tarifas chinesas sobre a soja em grão americana são de 23%, contra 3% para o Brasil. Para milho e algodão, as tarifas são de 26% para EUA e 1% para o Brasil. Para a carne bovina, a China cobra 12% do Brasil e 32% dos EUA. O caso mais extremo é da carne suína. Os EUA são taxados em 57%, e o Brasil é tarifado em 12%.

Embora o cenário pareça favorável para o Brasil no curto prazo, é preciso ter cautela, na visão do especialista. “Entendo que essas tarifas que estão sendo praticadas hoje vão ser usadas como instrumento de negociação para pressionar os Estados Unidos a reduzir a tarifa média de 30% que querem aplicar sobre os produtos chineses”, afirma Jank.

Medidas pontuais

O professor observa que a China tem adotado medidas pontuais, atingindo segmentos que são importantes politicamente para o presidente Donald Trump, como os produtores de grãos do meio oeste americano. “A China também tem feito um negócio perigoso, que é escolher a empresa que terá direito de enviar produtos ao país”, diz Jank.

No caso do milho, por exemplo, a China tem uma cota de importação de 7,7 milhões de toneladas dos EUA ao ano e concedeu o direito para a chinesa Cofco embarcar 4,4 milhões de toneladas. “Não duvido que, no futuro, o país possa retaliar o embarque de empresas americanas, como Bunge e Cargill”, pondera o professor.

Para o Brasil, a situação no momento é favorável, mas Jank considera relevante tanto o governo quanto o setor produtivo acompanharem as mudanças de perto. “O que é hoje um benefício para o Brasil pode virar moeda de negociação. A China busca negociar tarifas mais baixas para exportar aos EUA. E os Estados Unidos, que têm um déficit comercial de US$ 300 bilhões com a China, também vão tentar construir um acordo para exportar mais ao país”, diz Jank.

Fonte: Globo Rural

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Internacional, Mercado Internacional, Tributação

AGORA: Tribunal dos EUA aceita recurso de Trump e restabelece tarifaço

Um tribunal federal de apelações dos Estados Unidos suspendeu uma liminar e restabeleceu nesta quinta-feira, 29, o tarifaço do presidente Donald Trump, que havia sido bloqueado pela Justiça na quarta-feira.

Trump impôs tarifas duras a boa parte dos países do mundo, gerando uma turbulência nos mercados globais. As taxações mais altas foram impostas inicialmente a China, México e Canadá. Entre recuos e negociações, o presidente americano reduziu alíquotas. As tarifas dos EUA à China, que eram de 145%, por exemplo, foram reduzidas a 30%. Já as da China aos EUA, que eram de 125%, foram a 10%.

A decisão de bloqueio foi emitida na quarta-feira por três juízes do Tribunal de Comércio Internacional, em Nova York, e atendia a uma série de processos que acusam Trump de ferir os limites constitucionais da presidência.

Pelo menos sete processos questionam a legalidade das tarifas. Normalmente, para imposição de tarifas, é preciso que o Congresso americano aprove, o que não vem ocorrendo neste caso. O presidente tem usado a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, para impor as tarifas.

Os processos argumentam que a lei não autoriza o uso de tarifas como medida emergencial e que o déficit comercial que os Estados Unidos têm com os países não é uma “ameaça” que justifique a aplicação da legislação.

Fonte: Veja

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Comércio, Internacional, Tributação

A tarifa antidumping do PVC oriundo dos EUA passa para 43,7%

O Brasil aprovou ontem planos para aumentar as taxas antidumping sobre importações de cloreto de polivinila (PVC) dos EUA de 8,2% para 43,7%.

É uma das maiores tarifas do Brasil. O forte aumento nos impostos foi adotado após uma proposta apresentada em 2024 pela Braskem e pela Unipar, as principais produtoras de PVC do Brasil.

O governo brasileiro também está investigando o potencial de dumping de polietileno (PE) dos EUA, uma proposta apresentada pela Braskem.

Também está avaliando o potencial dumping de tereftalato de polietileno (PET) da Malásia e do Vietnã, seguindo propostas da Indorama e da Alpek.

Fonte: MDIC – Governo Federal

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Comércio Exterior, Exportação

SC pode ocupar espaço das exportações chinesas aos EUA

Estudo da FIESC aponta que setores como equipamentos elétricos, máquinas e equipamentos e têxtil e de confecções têm potencial para substituir similares chineses nos EUA; Invasão de produtos chineses no mercado brasileiro é ameaça e pode chegar a US$ 7,46 bilhões.

As exportações da indústria catarinense aos Estados Unidos têm potencial de crescimento, mesmo com novas tarifas impostas aos produtos brasileiros. Os Estados Unidos são o principal destino das exportações de Santa Catarina e esse relacionamento comercial favorece a substituição de importações chinesas por produtos catarinenses em setores relevantes para a pauta exportadora do estado, segundo um estudo da Federação das Indústrias de SC (FIESC).

O trabalho identificou que as exportações de SC de itens similares aos itens que os chineses vendem para os Estados Unidos somaram US$ 488 milhões em 2023. “Entre os principais setores que poderiam ocupar o espaço deixado pela falta de competitividade de preços chineses dado o aumento de tarifas estão o de equipamentos elétricos, máquinas e equipamentos, têxtil, confecções e calçados e produtos de madeira, que representam uma parcela relevante da atual pauta de exportações do estado”, explica o coordenador do estudo, o economista Marcelo de Albuquerque.

Hoje, as tarifas norte-americanas sobre produtos chineses são superiores às impostas ao Brasil, o que poderia também fomentar novos negócios entre Brasil e  China para viabilizar exportações a partir do território brasileiro. “As oportunidades também podem incluir parcerias estratégicas com empresas chinesas para contornar o impacto tarifário”, afirma o economista.

Invasão de chineses
Por outro lado, o trabalho identificou também a possibilidade de direcionamento do excedente chinês ao mercado brasileiro e catarinense, levando em conta a tarifa máxima já aplicada pelos EUA à China, que chegou a alcançar 145%.

O estudo da FIESC aponta que o país poderia receber US$ 7,46 bilhões em novos produtos chineses entrando no mercado brasileiro – o que corresponde a 2,84% das compras externas do país, considerando o cenário extremo de tarifas.

Santa Catarina estaria exposta a uma entrada de até US$ 1,33 bilhão de produtos chineses neste contexto. De acordo com Albuquerque, os segmentos mais vulneráveis seriam: produtos químicos e plásticos, equipamentos elétricos, indústria diversa – que inclui a fabricação de produtos médicos, ópticos e brinquedos, por exemplo -, máquinas e equipamentos e também o setor têxtil, de confecções, calçados e acessórios. A projeção foi obtida a partir da participação de Santa Catarina sobre a pauta importadora desses produtos no Brasil.

“A consolidação desse cenário de tarifas extremas sobre a China projeta um aumento da competição no mercado doméstico e entradas de mais insumos para o setor industrial”, explica o coordenador do estudo da FIESC.

Novos destinos
O trabalho desenvolvido na FIESC aponta que o Japão será o país mais afetado pela invasão de produtos excedentes chineses nesse contexto, seguido pela Alemanha e Reino Unido. O Brasil seria o 23º país na lista dos que seriam mais impactados pelo redirecionamento das exportações da China.

Sobre o estudo
Para identificar o desvio de comércio e transbordamento do excedente Chinês para outros países, o estudo da FIESC levou conta as seguintes premissas: 
* Tarifas de 145% impostas pelos EUA à China
* Volume atual de importações de produtos chineses pelos EUA
* O PIB dos demais países, representando o tamanho do mercado consumidor potencial
* Tarifas aplicadas a cada um dos demais países
* Volumes de importação de produtos similares por outros países

Fonte: FIESC

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Economia, Mercado Internacional

Dólar sobe a R$ 5,67 com commodities em baixa e liquidez reduzida por feriado nos EUA

Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em leve baixa de 0,24%, a R$ 5,6473

O dólar fechou a segunda-feira em alta ante o real, em uma sessão com liquidez reduzida em função de feriados nos EUA e no Reino Unido e com investidores ainda atentos ao noticiário relacionado ao IOF, após o governo Lula ter voltado atrás em algumas medidas na semana passada.

Qual a cotação do dólar hoje?

A moeda norte-americana à vista fechou em alta de 0,50%, aos R$5,6757. No acumulado do mês a divisa está praticamente estável, com leve baixa de 0,01%.

Às 17h03 na B3 o dólar para junho — atualmente o mais líquido — subia 0,41%, aos R$5,6805.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,675
  • Venda: R$ 5,675

Dólar turismo

Venda: R$ 5,699

Compra: R$ 5,879

O que aconteceu com dólar hoje?

Na agenda local, o Banco Central informou que o déficit em conta corrente do Brasil foi de US$ 1,347 bilhão em abril, menor que o esperado (US$ 2 bilhões), mas o maior para o mês de abril desde 2024, quando foi de US$ 1,722 bilhão, segundo o Banco Central.

A entrada líquida de Investimentos Diretos no País (IDP) foi de US$ 5,491 bilhões em abril, acima da mediana das projeções (US$ 5,0 bilhões). Em 2025, o IDP soma US$ 27,282 bilhões e, em 12 meses, totaliza US$ 69,838 bilhões (3,29% do PIB).

No boletim Focus, a mediana da projeção suavizada do IPCA em 12 meses passou de 4,91% para 4,86%. A mediana para o IPCA de 2025 se manteve estável em 5,50%, e para o IPCA de 2026 se estabilizou em 4,50%, colada ao teto da meta.

O Banco Central quer colocar a portabilidade de crédito pessoal via Open Finance no ar em fevereiro de 2026, apurou o Broadcast.

A suspeita de gripe aviária em uma granja comercial em Ipumirim (SC) foi descartada e há 12 investigações de suspeita de gripe aviária em andamento no País, segundo o Ministério da Agricultura.

O Santander estima que a deslistagem da JBS no Brasil pode levar a um fluxo de saída de R$ 550 milhões de fundos passivos.

A confiança do consumidor subiu 1,9 ponto em maio, para 86,7 pontos, puxada pela resiliência econômica, segundo a FGV.

Fonte: Info Money

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