Portos

Porto de São Francisco do Sul amplia capacidade com novos armazéns e melhora logística

O Porto de São Francisco do Sul deu mais um passo na expansão de sua infraestrutura logística com a conclusão do primeiro de três novos armazéns destinados ao armazenamento de cargas. A estrutura deve entrar em operação nos próximos dias, reforçando a capacidade do terminal.

Este é o primeiro galpão a ser liberado dentro da área operacional do complexo portuário, marcando o início de uma nova fase de ampliação.

Expansão adiciona 15 mil m² de área de armazenagem

Posicionado na parte frontal do porto, próximo ao muro que faz divisa com a rua, o novo espaço integra um projeto que prevê a ampliação de aproximadamente 15 mil metros quadrados de área de armazenagem — o equivalente a mais de dois campos de futebol.

A iniciativa busca fortalecer a eficiência logística e atender ao aumento da demanda por movimentação de cargas na região.

Obras avançam e novos armazéns serão entregues em abril

Enquanto o primeiro galpão aguarda liberação, as obras seguem em ritmo acelerado nas demais estruturas. Um segundo armazém está em fase de construção ao lado da área já concluída. Já o terceiro está sendo instalado na parte posterior do complexo, nas proximidades da comunidade Bela Vista.

Ambos estão em estágio final de montagem e a previsão é que sejam liberados ainda em abril.

Maior capacidade e redução de gargalos operacionais

Cada um dos novos armazéns conta com cerca de 5 mil metros quadrados, contribuindo diretamente para o aumento da capacidade de estocagem do terminal — que já é destaque como o maior em movimentação de cargas em Santa Catarina.

Com a ampliação, a expectativa é melhorar o fluxo logístico, permitindo maior volume de armazenamento e tornando mais ágil a entrada e saída de mercadorias. A medida também deve ajudar a reduzir gargalos operacionais, aumentando a competitividade do porto.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Datamar News

Ler Mais
Portos

Porto de São Francisco do Sul amplia capacidade com novos armazéns de cargas

O Porto de São Francisco do Sul, maior em movimentação de cargas em Santa Catarina, avança em seu plano de expansão com a conclusão do primeiro de três novos armazéns. A estrutura deve ser liberada para operação nos próximos dias, marcando a primeira entrega dentro da área operacional do complexo.

O projeto integra uma estratégia de modernização da infraestrutura portuária, com foco em aumentar a eficiência logística e atender à crescente demanda por movimentação de mercadorias.

Novos galpões ampliam área de armazenagem

Localizado na parte frontal do porto, próximo ao muro voltado para a via pública, o primeiro galpão já finalizado faz parte de um conjunto que adicionará cerca de 15 mil metros quadrados à capacidade de armazenagem — área equivalente a mais de dois campos de futebol.

Cada um dos três armazéns possui aproximadamente 5 mil metros quadrados. As novas estruturas são essenciais para ampliar a capacidade de estocagem e melhorar a organização das operações internas.

Obras avançam e conclusão total se aproxima

Enquanto o primeiro galpão aguarda liberação, o segundo armazém segue em fase final de construção ao lado da estrutura já pronta. O terceiro está sendo instalado na parte posterior do complexo, nas proximidades da comunidade Bela Vista.

A previsão é que ambos também sejam concluídos e liberados ainda em abril, consolidando a ampliação planejada.

Mais eficiência e redução de gargalos operacionais

Com a entrada em operação dos novos espaços, o porto deve ganhar maior agilidade no fluxo de cargas. A ampliação permitirá não apenas armazenar volumes maiores, mas também otimizar os processos de entrada e saída de mercadorias.

A iniciativa tende a reduzir gargalos logísticos, aumentar a produtividade e reforçar a competitividade do terminal no cenário regional e nacional.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Porto de São Francisco do Sul/Divulgação/ND

Ler Mais
Portos

Terminal elétrico em Suape deve revolucionar logística portuária no Nordeste

O Porto de Suape, em Pernambuco, se prepara para um salto estratégico na logística brasileira com a implantação do primeiro terminal de contêineres 100% elétrico da América Latina. O projeto promete elevar em 55% a capacidade operacional do complexo, alcançando a movimentação anual de até 400 mil TEUs.

A iniciativa, liderada pela APM Terminals, braço do grupo Maersk, conta com investimento de R$ 2,1 bilhões e tem previsão de inauguração no segundo semestre de 2026. A expectativa é que o novo terminal fortaleça a posição do porto no cenário global, ampliando a atração de novas rotas marítimas e impulsionando a economia do Nordeste.

Localização estratégica fortalece papel de hub logístico

Com movimentação anual de cerca de 24 milhões de toneladas, o Porto de Suape já figura entre os principais do país. Sua localização privilegiada, entre Bahia e Ceará, facilita o acesso aos maiores mercados consumidores da região, além de otimizar rotas para a Europa e América do Norte.

Estudos do setor apontam o porto como forte candidato a se consolidar como um hub portuário, conectando rotas de longo curso com mercados internacionais, incluindo Mediterrâneo, Golfo e norte europeu.

Estrutura moderna e tecnologia de ponta

O novo terminal ocupará uma área de 495 mil m² — equivalente a 69 campos de futebol — e contará com 430 metros de cais e profundidade de 15,5 metros. A estrutura será capaz de receber navios da classe Super Panamax, os maiores em operação no Brasil.

Parte do investimento, cerca de R$ 241 milhões, será destinada a equipamentos de alta tecnologia, incluindo:

  • Guindastes STS para carga e descarga de navios
  • e-RTGs para movimentação de contêineres
  • Caminhões elétricos de transporte interno

Os sistemas contarão com sensores inteligentes, operação remota e foco em segurança operacional e acessibilidade. A infraestrutura também incluirá gates automatizados, rede 5G própria e tecnologia de shore power, que permite aos navios desligarem seus motores enquanto atracados.

Geração de empregos e qualificação profissional

O impacto socioeconômico do projeto já é significativo. Durante as obras, foram gerados cerca de 2.500 empregos diretos e indiretos. Na fase operacional, a previsão é de aproximadamente 1.750 novos postos de trabalho.

Além disso, há investimento em capacitação profissional, com destaque para a parceria com o Senai na criação de uma pós-graduação técnica em mecânica eletroportuária, voltada à operação dos novos sistemas.

Sustentabilidade e descarbonização no setor portuário

A adoção de equipamentos elétricos faz parte da estratégia global de descarbonização da Maersk, que prevê reduzir em 70% as emissões de CO₂ até 2030 e atingir emissões líquidas zero até 2040.

O modelo elimina o uso de combustíveis fósseis, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa, além de diminuir a poluição sonora e melhorar a qualidade do ar no entorno do porto.

Outro benefício relevante é a redução de custos operacionais, já que equipamentos elétricos exigem menos manutenção e oferecem maior integração com sistemas digitais, favorecendo a automação logística e o monitoramento em tempo real.

Tendência global e vantagem competitiva

A eletrificação de operações portuárias já é uma tendência mundial, e o Brasil se destaca pela alta disponibilidade de energia limpa, fator decisivo para a viabilidade do projeto em Suape.

Com isso, o terminal se posiciona como referência em inovação tecnológica, sustentabilidade e eficiência, consolidando Pernambuco como um dos principais polos logísticos da América Latina.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

Ler Mais
Portos

Portos brasileiros podem atingir limite de contêineres até 2030, aponta estudo

Um estudo da consultoria Macroinfra revela que os principais portos brasileiros já operam próximos do limite de capacidade e podem enfrentar esgotamento na movimentação de contêineres antes de 2030. A análise, baseada em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) entre 2015 e 2025, indica um cenário de saturação em terminais estratégicos como Santos (SP), Paranaguá (PR), Itajaí/Navegantes (SC) e Itapoá (SC).

Caso projetos de ampliação e novos terminais não avancem, o limite operacional pode ser atingido em até quatro anos, pressionando ainda mais a infraestrutura logística do país.

Operação no limite eleva custos e riscos

De acordo com a consultoria, a operação próxima ou acima da capacidade prática gera impactos diretos na cadeia logística, como aumento de custos, atrasos nas operações e perda de confiabilidade. Esse cenário também amplia o risco de paralisações.

O sócio-diretor da Macroinfra, Olivier Girard, destaca que a sobrecarga se intensificou a partir de 2020, quando os principais terminais passaram a operar de forma contínua no limite.

O Porto de Santos, maior complexo portuário da América Latina, registrou crescimento significativo na taxa de ocupação, saindo de 55,9% em 2015 para 79,7% no último ano. Apesar do avanço na produtividade — de 72 para 86 TEUs por hora —, o ganho não acompanha a demanda crescente.

Em Paranaguá, o terminal TCP atingiu níveis críticos, com ocupação de 86% em 2025. Embora tenha apresentado evolução operacional ao longo dos anos, houve recuo recente na produtividade.

Já o Porto Itapoá, em Santa Catarina, também apresenta sinais de sobrecarga, com taxa de utilização chegando a 88,7%. Ainda assim, o terminal mantém crescimento consistente na produtividade.

TEU (Twenty-foot Equivalent Unit) é a unidade padrão utilizada para medir a capacidade de contêineres no transporte marítimo.

Migração de cargas e novos polos logísticos

Com a saturação dos principais corredores, a logística marítima brasileira tem passado por uma redistribuição geográfica. Portos considerados secundários vêm ganhando espaço, como o do Rio de Janeiro, que praticamente dobrou sua participação no fluxo nacional de contêineres entre 2015 e 2025.

Outros terminais, como Salvador, Pecém (CE) e Suape (PE), também ampliaram sua relevância ao absorver parte da demanda deslocada.

O avanço do comércio exterior e da cabotagem contribui para o cenário de pressão. Nos últimos dez anos, as exportações e importações marítimas cresceram cerca de 60%, enquanto a navegação de cabotagem avançou 111%.

Apesar disso, a expansão da capacidade portuária não acompanha o ritmo da demanda. Mesmo com projetos em andamento, como o terminal STS10 em Santos e novas estruturas em Suape, o setor pode enfrentar um colapso operacional a partir de 2030.

A projeção indica que, em quatro anos, a demanda deve alcançar 20,4 milhões de TEUs, consumindo quase toda a capacidade estimada de 23 milhões. O cenário reforça a necessidade urgente de novos investimentos e planejamento estratégico para sustentar o crescimento econômico.

Fonte: CNN

Texto: Redação

Imagem: Reprodução CNN

Ler Mais
Portos

Portos do Paraná investe R$ 8,6 milhões em vias de acesso ao Porto de Paranaguá

Investimento impacta operação portuária, ampliando a eficiência logística e a mobilidade urbana  

A Portos do Paraná está investindo R$ 8,6 milhões na manutenção e recuperação viária na região do Porto de Paranaguá. O objetivo é garantir maior qualidade e eficiência da infraestrutura nas ruas e avenidas, além de reforçar a segurança de todos os usuários que circulam diariamente pela região. O contrato também prevê adequações no pavimento da faixa portuária e no Pátio de Triagem Mário Lobo Filho.

“No momento, estamos executando a manutenção no pavimento de concreto da Avenida Portuária, em pontos que apresentam avarias devido ao alto fluxo de veículos pesados”, explicou a coordenadora de Serviços da Diretoria de Engenharia e Manutenção, Thais Avaip Nunes.

Nesta terça-feira (7), será realizada a concretagem de um trecho da Avenida Portuária, nas proximidades do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), além das empresas ALTP e Interalli. “O pavimento em concreto é o mais adequado, pois apresenta maior resistência em comparação ao asfalto”, destacou Thais.

Além da Avenida Portuária, também estão previstas restaurações em trechos das avenidas Manoel Bonifácio, Barão do Rio Branco, Manoel Ribas, Coronel Santa Rita e José Lobo, além do acesso ao Píer Público de Granéis Líquidos.

“Esse contrato de manutenção viária tem vigência de um ano, é contínuo e contempla as vias de acesso em concreto, ideais para o tráfego pesado característico da região portuária”, explicou o coordenador de Fiscalização da Diretoria de Engenharia e Manutenção (DEM), Matheus Arnoni Mendes.

De acordo com o coordenador, a manutenção dessas vias garante mais segurança e eficiência para quem circula nas proximidades do porto. “A obra tem como objetivo melhorar a operação portuária e proporcionar mais segurança aos usuários. Como grande parte das cargas acessa o porto pelo modal rodoviário, as melhorias também contribuem para dar mais fluidez ao trânsito da população que utiliza essas vias no dia a dia”, concluiu.

FONTE: Portos do Paraná
IMAGEM: Claudio Neves/Gcom Portos do Paraná

Ler Mais
Portos

Portos do Paraná investe R$ 100 milhões em segunda etapa de modernização do píer de líquidos

A ampliação da estrutura permitirá a atracação de navios maiores e ampliará a eficiência operacional no Porto de Paranaguá

Para dar sequência ao projeto de ampliação e modernização do Píer de Granéis Líquidos (PPGL), no Porto de Paranaguá, a Portos do Paraná concluiu o processo de seleção e contratação da empresa responsável pela execução da segunda etapa da obra. O anúncio foi publicado nesta quarta-feira (1º) no Diário Oficial do Estado. O investimento previsto é de R$ 100,3 milhões, com prazo de conclusão de 13 meses a partir da emissão da ordem de serviço.

A ampliação da estrutura é necessária para permitir a atracação de navios maiores, tanto em comprimento total (LOA) quanto em calado (distância entre a superfície da água e o ponto mais profundo da embarcação). “O objetivo é proporcionar mais eficiência e competitividade às operações portuárias”, afirmou o diretor de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, Victor Kengo.

Atualmente, a capacidade operacional do PPGL encontra-se limitada, permitindo apenas a recepção de embarcações com até 190 metros de comprimento e calado de 11,60 metros. Com as atualizações das Normas de Tráfego Marítimo e Permanência, em 2025, o Porto de Paranaguá passou a poder receber navios com até 13,30 metros de calado.

“Por ser uma estrutura vital para a movimentação de cargas no complexo portuário, a principal questão a ser resolvida no PPGL é a limitação operacional, uma vez que o píer foi construído na década de 1940 e precisa ser atualizado”, destacou o diretor.

Também será instalado um dolfim de amarração — estrutura marítima fixa e isolada, construída com estacas e concreto armado para amarração de navios fora do cais —, além de dois dolfins de atracação, responsáveis por absorver o impacto inicial das embarcações, e uma nova plataforma de operação. A reforma também irá otimizar a conexão com os terminais retroportuários.

Primeira fase da obra
As obras de readequação do PPGL tiveram início em 2025. Foram investidos R$ 29 milhões na repotencialização do píer, incluindo a construção de um dolfim, substituição das defensas, instalação de sistema de monitoramento e atracação a laser, adequação da iluminação e das instalações elétricas, reestruturação do pavimento e implantação de nova estrutura de elevação de mangotes. A obra segue em andamento, com o novo dolfim já concluído.

Produtividade
Em 2025, os granéis líquidos representaram 12,75% da movimentação anual nos portos paranaenses. Os principais produtos exportados foram óleo de soja (848.253 toneladas) e óleo combustível (461.692 toneladas). Na importação, destacaram-se o óleo diesel (3.245.872 toneladas) e o metanol (1.383.673 toneladas).

FONTE: Portos do Paraná
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

Ler Mais
Portos

Portos do Nordeste crescem 17% e Suape e Itaqui lideram movimentação

Os portos públicos do Nordeste iniciaram o ano com desempenho positivo. Em janeiro, a movimentação total alcançou 6,3 milhões de toneladas, um avanço de 17% na comparação com o mesmo período de 2025.

O crescimento foi puxado principalmente por dois terminais estratégicos: o Porto de Suape, em Pernambuco, e o Porto do Itaqui, no Maranhão. Juntos, eles responderam por cerca de 20% de toda a carga movimentada na região.

Os dados fazem parte do levantamento da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

Suape e Itaqui lideram crescimento no Nordeste

O Porto de Suape registrou movimentação de 2,2 milhões de toneladas, com crescimento expressivo de 38,5%. O desempenho foi impulsionado pelo aumento no fluxo de cargas, maior número de atracações e avanço nos segmentos de granéis líquidos e contêineres.

Já o Porto do Itaqui alcançou 2,1 milhões de toneladas, com alta ainda mais significativa de 44%. O resultado foi puxado principalmente pela movimentação de granéis sólidos e líquidos, com destaque para fertilizantes, milho e soja.

Estratégia logística fortalece o Nordeste

De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, o desempenho reflete políticas públicas voltadas à modernização da gestão portuária e ao fortalecimento da região como hub logístico internacional.

A avaliação é de que o Nordeste vem se consolidando como uma importante rota de exportação, ampliando sua competitividade no comércio exterior.

Indicadores reforçam competitividade dos portos

A administração do Porto de Suape destacou que o crescimento consistente demonstra confiança do mercado e eficiência operacional. Já os dados do Porto do Itaqui apontam que janeiro de 2026 foi o melhor da história do terminal, superando inclusive recordes anteriores.

Tipos de cargas e modalidades de navegação

Entre os principais produtos movimentados nos portos nordestinos estão:

  • Petróleo e derivados
  • Contêineres
  • Fertilizantes
  • Sal

Na navegação de longo curso (internacional), foram registradas 3,7 milhões de toneladas, com crescimento de 13,8%. Já a cabotagem (transporte entre portos nacionais) movimentou 1,6 milhão de toneladas, alta de 22%.

Terminais também registram movimentação relevante

Além dos portos públicos, terminais autorizados apresentaram resultados variados:

  • Terminal Portuário do Pecém, no Ceará: 1,5 milhão de toneladas (+0,3%)
  • Terminal Marítimo de Ponta da Madeira: 9,9 milhões de toneladas
  • Terminal Aquaviário de Madre de Deus, na Bahia: 1,5 milhão de toneladas

Panorama geral da movimentação na região

No total, os portos e terminais do Nordeste movimentaram 21,5 milhões de toneladas em janeiro. A maior parte corresponde a granéis sólidos, com 14,5 milhões de toneladas. Já a carga conteinerizada somou 1,7 milhão de toneladas.

Os granéis líquidos, por sua vez, registraram crescimento de 8%, totalizando 4,1 milhões de toneladas, com destaque para petróleo e derivados.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

Ler Mais
Portos

Dragagem no Rio Itajaí-Açu começa e reforça navegabilidade do Porto de Itajaí

Teve início no último sábado (04), a dragagem no canal do Rio Itajaí-Açu, uma ação estratégica para a manutenção da navegabilidade no Porto de Itajaí. A operação começou por volta das 7h30, sob acompanhamento da Superintendência do Porto, marcando a execução do contrato firmado com a empresa Van Oord, responsável pelo serviço.

O acordo firmado prevê investimento de R$ 63,8 milhões, com duração inicial de 12 meses. O contrato também contempla possibilidade de prorrogação por até 48 meses, conforme legislação vigente, assegurando maior estabilidade para as operações portuárias e a manutenção contínua do canal de acesso.

De acordo com a engenheira civil Stephanie Creato Souza, superintendente de dragagem da Van Oord, os trabalhos começaram com a técnica de injeção de água. A estratégia aproveita a disponibilidade de berços no porto para a retirada de sedimentos e recuperação das profundidades operacionais.

Segundo ela, o objetivo principal é garantir condições adequadas de navegação, mantendo o canal apto para a movimentação segura de embarcações.

Importância da dragagem para o setor portuário

A dragagem de manutenção é considerada fundamental para assegurar a navegabilidade e a praticabilidade do canal, além de garantir a regularidade das operações no Porto de Itajaí. A ação contribui diretamente para a segurança operacional e fortalece a competitividade logística do complexo portuário na região.

Tags: dragagem Rio Itajaí-Açu, Porto de Itajaí, navegabilidade, logística portuária, manutenção de canal, Van Oord, infraestrutura portuária, transporte marítimo

Fonte: Superintendência do Porto de Itajaí

Texto: Redação

Imagem: Porto de Itajaí

Ler Mais
Portos

Dragagem do canal de acesso ao Porto de Itajaí será retomada após novo contrato

A dragagem do canal de acesso ao Porto de Itajaí será retomada após a assinatura de um novo contrato entre a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), a administração portuária local e a empresa holandesa Van Oord. A ordem de serviço foi liberada nesta quarta-feira, permitindo o reinício imediato das atividades de manutenção do calado.

O contrato, firmado de forma eletrônica na terça-feira, prevê investimento de R$ 63,8 milhões e terá vigência inicial de 12 meses. A iniciativa assegura a continuidade dos serviços e a estabilidade das operações portuárias nos próximos anos.

Segurança da navegação e competitividade logística

De acordo com a gestão do porto, a licitação definitiva fortalece a segurança da navegação, preserva as condições adequadas do canal e contribui para ampliar a competitividade logística de Santa Catarina.

O superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos Gama, destacou que o novo contrato representa um avanço estratégico. Segundo ele, a legislação federal permite a prorrogação do acordo por até 60 meses, garantindo maior previsibilidade ao setor.

Ele também ressaltou que a atual administração solucionou pendências financeiras herdadas, incluindo o pagamento de uma dívida de R$ 48 milhões, e agora consolida uma solução estruturante para o porto.

Interrupção de 47 dias impactou o complexo portuário

A retomada ocorre após um período de 47 dias sem serviços de dragagem, que afetou o complexo portuário de Itajaí e Navegantes. A paralisação teve início após o encerramento de um contrato emergencial com a própria Van Oord, em 15 de fevereiro.

Inicialmente, a Codeba havia contratado, em caráter emergencial, um consórcio para executar o serviço por seis meses, com início previsto para 23 de março. No entanto, a empresa vencedora desistiu, o que levou à convocação da segunda colocada.

Economia e solução definitiva para a dragagem

Paralelamente, o processo licitatório definitivo seguiu em andamento e teve a Van Oord como vencedora. Diante disso, a administração optou por firmar diretamente o contrato anual, substituindo a solução emergencial.

A decisão deve gerar uma economia estimada em cerca de R$ 2,3 milhões por mês, além de garantir maior eficiência e estabilidade na manutenção do canal de acesso.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

Ler Mais
Portos

Arauco no Porto de Santos: empresa recebe aval e prevê investimento de R$ 2 bilhões

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários autorizou a chilena Arauco a assumir o controle da Alempor e operar um Terminal de Uso Privado na região da Alemoa, no Porto de Santos. O projeto será estratégico para o escoamento da produção de celulose de eucalipto da nova fábrica em construção no Mato Grosso do Sul.

Projeto logístico prevê ampliação da infraestrutura portuária

Para viabilizar a operação, a empresa estima investir cerca de R$ 2 bilhões em infraestrutura portuária. O plano inclui:

  • obras de dragagem
  • construção de berço de atracação
  • implantação de armazéns logísticos
  • criação de acesso rodoferroviário

As licenças ambientais ainda serão solicitadas, e a conclusão da negociação depende da aprovação final do Ministério de Portos e Aeroportos, prevista para os próximos meses.

Terminal terá capacidade para milhões de toneladas de celulose

De acordo com o diretor de logística da Arauco, Alberto Pagano, a escolha do terminal foi resultado de análises iniciadas em 2022.

A área possui cerca de 200 mil metros quadrados e capacidade estimada de 3,55 milhões de toneladas por ano, volume alinhado à produção prevista da fábrica em Inocência (MS).

As obras no terminal devem começar no segundo semestre deste ano, com prazo de execução entre 14 e 18 meses.

Investimentos incluem ferrovia e integração logística

O projeto faz parte de um pacote logístico mais amplo, que contempla R$ 2,4 bilhões adicionais na construção de uma ferrovia para conexão com a malha da Rumo.

A estrutura inclui:

  • 45 km de ferrovia até a Malha Norte
  • 9 km de trilhos internos
  • operação com 26 locomotivas e 721 vagões
  • capacidade de até 9.600 toneladas por composição

As obras ferroviárias começaram no fim de 2025 e devem ser concluídas em 2027, junto com o início das operações da fábrica.

Mega fábrica de celulose será uma das maiores do mundo

O chamado Projeto Sucuriú prevê investimento total de US$ 4,6 bilhões e capacidade anual de 3,5 milhões de toneladas de celulose branqueada de eucalipto, o que deve tornar a unidade a maior do mundo nesse segmento.

Atualmente, as obras estão cerca de 42% concluídas, com previsão de entrega em 2027.

Setor de celulose vive nova onda de expansão na América Latina

A iniciativa da Arauco integra um movimento mais amplo de expansão da indústria de celulose na região, com investimentos relevantes de empresas como CMPC, Bracell, Eldorado Brasil e Paracel.

Com a nova unidade no Brasil, a Arauco deve igualar sua produção nacional ao volume atualmente produzido no Chile, consolidando sua presença no mercado global de celulose.

FONTE: Valor Econômico
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook