Logística

O transporte fluvial como eixo logístico estratégico

O presidente Yamandú Orsi destacou o potencial do transporte fluvial como eixo logístico estratégico, durante a apresentação do rebocador TFF Anglo em Fray Bentos.

O Uruguai vê no transporte fluvial uma oportunidade chave para diversificar sua matriz logística e reduzir os custos operacionais. Foi o que afirmou o presidente Orsi, que ressaltou que esse modo de transporte ainda tem um grande potencial a ser desenvolvido e concretizado.

A apresentação do rebocador TFF Anglo, da empresa Transportes Fluviales Fray Bentos, foi o cenário desses anúncios. A nova embarcação permitirá impulsionar barcaças carregadas com pasta de celulose no trecho Fray Bentos–Nueva Palmira, integrando rios e portos com eficiência.

Integração modal como desafio

Para Orsi, não se trata apenas de vontade política, mas de identificar os pontos-chave que permitam articular os diferentes modos de transporte. “É preciso encontrar a articulação com o transporte ferroviário, o rodoviário, o fluvial e os portos de águas profundas”, destacou o presidente.

Ele também fez um apelo para melhorar a organização institucional, promovendo espaços de coordenação entre os organismos públicos e privados ligados ao setor.

Compromissos do governo para potencializar o setor

A ministra dos Transportes e Obras Públicas, Lucía Etcheverry, reafirmou o compromisso do governo com uma logística sustentável. Ela destacou que a incorporação de tecnologia no transporte fluvial permitirá ampliar a capacidade e reduzir as emissões ambientais.

Entre os compromissos mencionados estão:

  • Reforçar a Direção Geral de Transporte Fluvial e Marítimo.
  • Incorporar tecnologias para ampliar sua operatividade.
  • Valorizar o Instituto Nacional de Logística (INALOG) como ator chave do ecossistema.

Com isso, o Uruguai dá um passo importante para consolidar uma rede logística mais eficiente, multimodal e ambientalmente responsável.

Fonte: Todo Logistica News

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Internacional, Logística, Negócios

Jorginho Mello vai à China para trazer fábrica de ônibus para Santa Catarina

Governador detalhou a missão que realizará no China e no Japão

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, anunciou nesta segunda-feira (9) que viajará à China para se reunir com diretores da montadora BYD e negociar a construção de uma fábrica para a montagem de ônibus no estado. A informação foi publicada em primeira mão pela Revista Exame, mais tradicional veículo de jornalismo de economia do Brasil.

“É a intenção. Temos conversa com eles, até pediram para não comentar muitos detalhes. Mas a grande ideia é trazer uma fábrica próxima de um dos nossos portos. Somos o único estado que temos seis portos”, disse Jorginho Mello.

A viagem do chefe do executivo catarinense está agendada para sexta-feira (13), e inclui também uma visita ao Japão e à China. Durante a missão, Jorginho discutirá não só os investimentos da BYD no estado, mas também possíveis parcerias com empresas chinesas para implementar serviços de manutenção de aviões. A ideia do governo estadual é criar uma empresa estatal para gerenciar voos entre os aeroportos estaduais e aliviar o transporte rodoviário.

Jorginho Mello vai à Ásia

“Queremos implementar voos regionais, com aviões menores de 20 lugares para passageiros e de carga. Você tira os acentos em 20 minutos e coloca carga para viabilizar os voos e ser superavitário”, explicou o Governador.

Além das questões industriais, Jorginho afirmou que a ampliação das exportações de carne bovina para o Japão e a China também estará na pauta da viagem. “Santa Catarina vende muito para o Japão e para a China carne bovina e suína. Na pauta da viagem está a discussão de ampliação da venda de carne bovina”, afirmou.

O governador também destacou que a guerra comercial iniciada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abriu uma janela de oportunidades para o Brasil, principalmente no setor de carnes.

O chefe do executivo afirmou ainda que o crescimento robusto do PIB catarinense, superior à média nacional e de outros países, atrai investidores.

“Estes países compravam muito dos Estados Unidos e com as tarifas temos uma janela de oportunidade para trazer. Temos frigoríficos muito bem montados em Santa Catarina dentro da exigência sanitária que o mundo exige, principalmente o Japão”, finalizou ele.

Fonte: Guararema News

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Investimento, Logística

Brasil redescobre seus rios e investe em hidrovias para logística eficiente

Enquanto isso, o transporte ferroviário enfrenta entraves que reforçam o papel estratégico das hidrovias. A operação da ferrovia Malha Oeste, para ligar Corumbá a Mairinque, em São Paulo, demandaria investimentos de 18 bilhões de reais, mas a concessionária Rumo já avisou que o baixo potencial de cargas em determinados trechos inviabiliza o projeto. É uma má notícia.

Investimentos privados podem, finalmente, destravar o modal, um dos transportes mais baratos e menos
poluentes — e ainda subutilizado no país.

O Brasil está redescobrindo seus rios. Com a iminente concessão de 600 quilômetros da Hidrovia do Paraguai, em Mato Grosso do Sul, o país dará um passo importante para destravar um dos modais de transporte mais eficientes e sustentáveis — e ainda subutilizado. O leilão, previsto para dezembro, marcará a estreia das concessões hidroviárias brasileiras e pode ser o impulso necessário para transformar a logística nacional. Hoje, enquanto 65% das cargas circulam por rodovias, apenas 5% seguem pelos rios, apesar de o país contar com 60.000 quilômetros de vias navegáveis, dos quais só um terço é realmente aproveitado.

Esse desequilíbrio poderá ser enfrentado a partir de iniciativas como a concessão do trecho entre Corumbá e Porto Murtinho. A extensão que será licitada — o Rio Paraguai entre a cidade de Corumbá e a foz do Rio Apa, em Porto Murtinho, mais o leito do Canal do Tamego — já é navegável. Em 2023, passaram pela hidrovia 8 milhões de toneladas de cargas. A partir de 2030, a movimentação poderá chegar a 30 milhões de toneladas com os investimentos do consórcio que assumir a concessão. Nos primeiros cinco anos, estão previstos 74 milhões de reais em investimentos na hidrovia, incluindo a construção de galpão industrial e a aquisição de draga, além de serviços de dragagem, balizamento, sinalização, gestão de tráfego e monitoramento hidrológico.

Para tornar viável esse avanço, a proposta de concessão passou por uma avaliação aberta. AAgência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) submeteu o modelo econômico a contribuições em duas audiências públicas, em fevereiro e abril. Nos próximos meses, o Ministério de Portos e Aeroportos deve encaminhar o edital para análise do Tribunal de Contas da União. Esse processo servirá de base para outras concessões hidroviárias planejadas, como as dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós, da Barra Norte (Amazonas) e da Lagoa Mirim (Rio Grande do Sul). Relator do processo e diretor da Antaq, Alber Vasconcelos diz que o grande ganho da concessão é a navegabilidade previsível. “A concessionária fará medições em tempo real do fluxo da água, e o usuário da hidrovia vai saber se poderá carregar uma barcaça com parte ou 100% da sua capacidade”, afirma Vasconcelos.

Enquanto isso, o transporte ferroviário enfrenta entraves que reforçam o papel estratégico das hidrovias. A operação da ferrovia Malha Oeste, para ligar Corumbá a Mairinque, em São Paulo, demandaria investimentos de 18 bilhões de reais, mas a concessionária Rumo já avisou que o baixo potencial de cargas em determinados trechos inviabiliza o projeto. É uma má notícia. Os trilhos seriam uma opção econômica ao transporte rodoviário do minério de ferro e do manganês extraídos da fronteira com a Bolívia. Cada vagão de trem tira três caminhões da estrada, segundo comparação da Antaq. Nesse cenário, a Hidrovia do Paraguai surge como alternativa viável, com um comboio típico carregando 48.000 toneladas — o equivalente a 430 vagões ou 1.200 caminhões.

Além dos benefícios logísticos, o modal hidroviário apresenta vantagens ambientais e econômicas. O estudo “Aspectos gerais da navegação interior no Brasil”, da Confederação Nacional do Transporte, mostra que o modal hidroviário emite 80% menos gás carbônico que o rodoviário e 14% menos que o ferroviário. Além disso, em média, o custo do frete hidroviário é 60% menor que o rodoviário e 30% inferior ao ferroviário. Ainda assim, especialistas defendem que a hidrovia deve ser vista como um elemento complementar, e não substituto, aos grandes eixos rodoferroviários de carga, como ressalta o consultor Frederico Bussinger, sócio da Pezco Economics.

Casos concretos reforçam essa perspectiva de sustentabilidade e eficiência. A operadora de serviços portuários e de logística Wilson Sons estima uma redução de 55% nas emissões com a operação do terminal hidroviário do Polo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, em comparação com o transporte rodoviário. O terminal Santa Clara está em um canal que acessa o Lago Guaíba e a Lagoa dos Patos em direção ao porto de Rio Grande. “Com o modal hidroviário, desenvolvemos projetos logísticos mais competitivos do ponto de vista de custos, que oferecem menor risco de acidentes e de avarias para as cargas dos clientes, além de contribuir para a diminuição da emissão de gases causadores do efeito estufa”, diz Paulo Bertinetti, diretor-presidente do Tecon Rio Grande, operado pela Wilson Sons.

Mesmo em situações climáticas extremas, a hidrovia demonstrou resiliência. Um levantamento feito por
empresas da região detectou a necessidade de dragar apenas quatro pontos da Hidrovia do Paraguai durante a maior seca da região, no ano passado. “Então, mesmo no pior momento climático, não se enfrentariam grandes problemas de navegação”, afirma Adalberto Tokarski, presidente da Agência de Desenvolvimento Sustentável das Hidrovias e dos Corredores de Exportação (Adecon). “Mas o Estado não consegue suprir essa infraestrutura e oferecer segurança para uma navegação fluida o ano inteiro.” A dragagem é bancada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), com recursos limitados, e condicionada ao prazo de licitações públicas, nem sempre tão ágeis quanto às movimentações de mercado.

O setor privado, por sua vez, tem dado sinais claros de confiança no potencial das hidrovias. Impulsionada pela aquisição por parte do grupo J&F, em 2022, a mineradora LHG Mining investiu na ampliação da produção de minérios de ferro e manganês em Corumbá e Ladário, em Mato Grosso do Sul, passando de 2 milhões para 12 milhões de toneladas anuais. “Esse crescimento só foi possível porque contamos com o escoamento de 80% da produção pela Hidrovia do Paraguai, fundamental para a logística de exportação com custos e emissões muito inferiores a qualquer outro modal”, diz Darlan Carvalho, diretor de logística da LHG.

Outro exemplo relevante na mesma região é a operação da Hidrovias do Brasil. Em 2023, a empresa
transportou 4 milhões de toneladas de minério de ferro, grãos e fertilizantes. Mesmo com a seca histórica do rio, que impede as embarcações de trafegar com carga total, o desempenho foi compensado com ajuda da frota de empurradores da Hidrovias do Brasil, aptos a navegar com calado de 6,5 pés (cerca de 2 metros), amenizando o impacto causado pela seca. A Hidrovias do Brasil também opera com transporte hidroviário no Pará. Em abril, a Ultrapar – maior acionista da empresa – injetou aproximadamente 1,2 bilhões de reais em outubro do ano passado.

Para entender o potencial do transporte hidroviário brasileiro, basta observar as referências globais. O Rio
Mississippi, onde circulam 669 milhões de toneladas de carga por ano nos Estados Unidos, é usado como
referência do potencial hidroviário. São 6.900 quilômetros de hidrovias de uso comercial, das quais se retiram cerca de 80 milhões de metros cúbicos de sedimentos ao ano por meio de dragagem. Em comparação, o desafio brasileiro é irrisório. O volume no Rio Paraguai chega a cerca de 400.000 metros cúbicos, mero 0,5% da dragagem feita pelo Corpo de Engenheiros do Exército dos Estados Unidos, que administra o sistema americano.

A Europa e a China também servem como modelos de eficiência e integração. Na Europa, a infraestrutura
hidroviária é reconhecida pela grandiosidade das obras de engenharia, como eclusas e elevadores de navios, e pela integração com outros meios de transporte. O custo do modal hidroviário europeu é, em média, 80% inferior ao do rodoviário, segundo relatório elaborado pelo Instituto de Engenharia. A única estrutura semelhante em águas brasileiras é a eclusa de Tucuruí, localizada no Rio Tocantins, no Pará, conforme afirma Moacir de Freitas Júnior, professor do Centro Paula Souza de São Paulo, que estuda a infraestrutura hidroviária da Europa. Assim mesmo, a eclusa permanece sem uso desde a sua inauguração, em 2010. Outro exemplo vem da China, onde metade da produção é escoada por hidrovias, complementa o relatório do instituto. Para um país de dimensões continentais como o Brasil, que pretende ser recordista na produção de commodities, o caminho para aumentar a eficiência passa necessariamente pelas águas.

(*) Leandro Steiw é Jornalista

Por Leandro Steiw.

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Comércio Exterior, Evento, Logística, Negócios, Networking

BWin Tech dobra de tamanho e fortalece presença no setor com participação marcante na Intermodal 2025 

A corretora de seguros BWin Tech deixou sua marca na Intermodal South America 2025 ao participar, pelo segundo ano consecutivo, do maior evento das Américas nos setores de logística, transporte de cargas, intralogística e comércio exterior, em abril. Em um cenário que reuniu os principais players do mercado, a empresa destacou seu crescimento acelerado, inovação em serviços e uma abordagem estratégica que vem transformando a forma como o seguro é percebido no setor logístico.  “Falar da BWin é lembrar que, nos últimos dois anos, estivemos nesta feira maravilhosa. A Intermodal se tornou parte da nossa história”, destaca Carla Kuhn, Partner & Business Development Director da BWin Tech.  

A BWin integrou o espaço RêConecta, no estande G100, um hub de conexões estratégicas que reuniu mais de 10 empresas de diferentes segmentos do setor. Com estrutura moderna, ativações de marca e ambiente de networking, o espaço foi palco de negócios, trocas de conhecimento e aproximação com tomadores de decisão de todo o Brasil. 

Segundo Carla, o principal objetivo foi aumentar sua visibilidade no mercado, receber clientes para apresentar a evolução da marca e gerar novas oportunidades de negócios. E o resultado superou expectativas. “Fechamos dois contratos com clientes que já estavam em negociação e abrimos novas oportunidades que seguimos nutrindo no CRM. A feira foi um divisor de águas para nós.” 

Seguro como ferramenta estratégica na logística 

Durante o evento, a BWin apresentou soluções inovadoras em seguros para logística e comércio exterior, destacando sua atuação baseada em conhecimento técnico e foco em mitigação de riscos com mais eficiência e rentabilidade. A proposta da empresa é ir além da proteção, oferecendo segurança como alavanca estratégica para as operações logísticas. “Queremos mostrar formas diferentes de ver o seguro: como oportunidade de negócio, diferencial competitivo e impulsionador de resultados,” explica Carla.  

A receptividade do público foi positiva, com destaque para a presença de influenciadores e decisores de empresas em busca de novas soluções. A visibilidade alcançada na feira também refletiu diretamente nas redes sociais e na percepção de marca da BWin, reforçando sua imagem de empresa em expansão. “Acreditamos que muitos negócios são impulsionados pela imagem. Estamos dobrando de tamanho a cada ano e a Intermodal tem papel central nesse crescimento.” 

RêConecta: um elo entre negócios e propósito 

A presença da BWin no evento foi viabilizada pela parceria com o RêConecta News, um portal digital que conecta, informa e fortalece o ecossistema do comércio exterior e da logística. Mais do que notícias, o RêConecta promove eventos, networking e ações de valorização profissional, como o projeto Divas do Comex & Log. 

O espaço coletivo do RêConecta se consolidou como um ponto de referência dentro da Intermodal, reforçando a força da inteligência colaborativa e do trabalho em rede. Para a BWin, a parceria representa alinhamento de valores e visão de futuro. “Somos incansáveis e imparáveis quando tratamos nosso negócio com integridade e respeito. A Intermodal nos dá isso: visibilidade, conexões e propósito. Estamos aqui para mudar vidas,” ressalta Carla.  

Próximos passos: expansão e impacto 

Após a participação na Intermodal 2025, a BWin foca na aceleração dos contatos comerciais, expansão da equipe de vendas e na estruturação de novas filiais, em Curitiba e Espírito Santo. O compromisso é seguir gerando oportunidades, fortalecendo o mercado e promovendo transformação através do seu modelo de negócios. “Geramos melhorias para nossos clientes e potencializamos empresas. Nossa cultura se expande no atendimento. Podemos mudar o mundo com resultados e bons exemplos,” finaliza Carla Kuhn, Partner & Business Development Director da BWin Tech.  

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Logística, Portos

Porto de Santos terá tráfego monitorado por torre com radar marítimo; sistema começa a operar em dezembro

Trata-se do Sistema de Gerenciamento e Informações do Tráfego de Embarcações (VTMIS); licitação deve ser aberta neste mês

O monitoramento em tempo real do trânsito de embarcações no Porto de Santos será intensificado a partir de dezembro, quando o Sistema de Gerenciamento e Informações do Tráfego de Embarcações (VTMIS, na sigla em inglês) iniciará as operações. A licitação deve ser aberta neste mês e o investimento previsto é de R$ 100 milhões.

A autorização que faltava para dar início às instalações dos equipamentos na Ilha da Moela, em Guarujá, foi obtida nesta terça-feira (3), em acordo entre a Autoridade Portuária de Santos (APS) e a Marinha. O termo de cooperação técnica foi assinado entre o presidente da APS, Anderson Pomini, o comandante do 8º Distrito Naval, vice almirante Marco Antônio Ismael Trovão de Oliveira, e o capitão dos Portos de São Paulo, Marcus André de Souza e Silva.

“Conseguimos as autorizações dessas torres para quatro locais. A licitação do sistema será feita este mês e o início da implementação do sistema será em dezembro”, diz Pomini, acrescentando que o sistema será integralmente implantado e custeado pela APS.

“Esse sistema é tão complexo e importante para a navegação brasileira que exige a integração de todas as autoridades”, afirma Pomini, explicando que será montada uma sala na sede administrativa do Porto que contará com profissionais da Praticagem, Receita Federal, Polícia Federal e Marinha

“O VTMIS busca eficiência para as manobras de entradas e saídas dos navios, mas é um sistema que conta com quatro torres permitindo que as instituições compartilhem 100% das informações geradas e monitoradas diuturnamente pelo sistema”, ressalta o presidente da APS.

Já o capitão dos Portos lembra que o sistema vai permitir o acompanhamento, monitoramento e vetoramento (orientação) em tempo real de todas as embarcações que estão entrando e saindo do Porto de Santos, “contribuindo ainda mais para a segurança da navegação sob a ótica da Autoridade Marítima que é a Marinha”.

A Ilha da Moela, sob administração da Marinha, fica próxima à área de fundeio de navios. Dotada de um farol do século 19, é ponto de referência aos navegantes na região. O acordo permite à administração portuária realizar obras de infraestrutura e instalar equipamentos e sensores do VTMIS na Ilha.

Na ilha
A Ilha da Moela receberá uma torre do VTMIS, com radar marítimo, equipamentos meteorológicos e câmeras eletro-ópticas. Os investimentos atenderam todas as exigências previstas pelos órgãos de controle. Essa estação-radar do VTMIS e os demais equipamentos serão alimentados por energia solar fotovoltaica.

Fonte: A Tribuna

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Comércio Exterior, Gestão, Industria, Logística, Negócios, Sustentabilidade, Tecnologia

O ESPECIALISTA: ANDREY LEANDRO 

De executor a estrategista de supply: a transformação das compras internacionais no Brasil 

Há pouco mais de uma década, bastava importar para vender. O Brasil vivia um boom de consumo e um mercado menos competitivo, onde praticamente tudo o que se importava se vendia. Mas o tempo passou, os players aumentaram e os desafios se multiplicaram. A globalização acelerada, somada à instabilidade econômica e às rupturas logísticas, como a pandemia, exigiu muito mais do que apenas bons fornecedores e negociações de preço. Foi o início da transformação: o comprador precisava deixar de ser um executor de pedidos para se tornar um estrategista de supply

Essa mudança não foi apenas de nomenclatura — foi de mentalidade, estrutura e visão. Vivenciei isso de perto ao longo dos últimos 15 anos, enfrentando decisões críticas em momentos de crise e de crescimento. Aprendemos que o sucesso de uma operação de compras internacionais está diretamente ligado ao alinhamento com o time comercial, ao entendimento do mercado consumidor e, principalmente, à capacidade de planejar com meses de antecedência a demanda futura, mesmo diante de um cenário incerto. Ou seja, integrando compras, vendas e estratégia. 

Hoje, o profissional que atua nessa área precisa ser multifuncional: entender de logística, regulação, finanças, tecnologia e, sobretudo, de comportamento humano. Saber o que o time comercial precisa vender e o que o cliente final deseja comprar se tornou tão importante quanto conseguir o melhor lead time ou condição comercial. 

Nesse contexto, o Brasil forma alguns dos compradores mais resilientes do mundo. Afinal, navegamos diariamente por mares turbulentos: câmbio volátil, mudanças regulatórias, burocracia alfandegária, gargalos logísticos e, por vezes, interpretações subjetivas das autoridades. Ainda assim, seguimos entregando resultados, porque combinamos planejamento, tecnologia, relacionamento e, claro, muita criatividade. 

O futuro aponta para uma jornada ainda mais estratégica. A digitalização, a automação, a sustentabilidade e os novos acordos comerciais vão moldar os próximos anos. E quem quiser se destacar nesse cenário precisará ir além das hard skills. Será necessário cultivar autoconhecimento, networking e resiliência. Porque o sucesso duradouro não vem em 10 segundos, como um vídeo viral. Ele é construído dia após dia, com visão, paciência e propósito. 

Para evoluir, o mindset também precisa mudar: 

  • Do foco no resultado imediato → para a valorização do processo. 
  • Da busca por cargos→ para a entrega de valor real. 
  • Da pressa → para a construção consistente. 

É por isso que, mais do que ser apenas um bom comprador que simplesmente monta um pedido e negocia o preço, acredito que, na importação, é preciso ser um estrategista de supply — um conector de soluções globais. Sourcing internacional é muito mais do que encontrar preços baixos: é encontrar parceiros confiáveis, tecnologias de ponta e soluções sob medida que tragam resultados reais. 

Atuo como um hub global de sourcing, com presença forte na Ásia e parceiros estratégicos em todo o mundo. Da prospecção e homologação de fornecedores, passando por auditorias, inspeções e negociações, até o acompanhamento logístico e técnico da produção, minha missão é transformar o acesso a mercados internacionais em vantagem competitiva sustentável. 

Já ajudei indústrias a dobrarem sua produção com o mesmo número de colaboradores, graças à introdução de máquinas mais modernas e automatizadas. Também eliminei elos da cadeia de fornecimento, proporcionando reduções de até 40% no custo final de produtos. 

Trabalho com profundidade técnica, sensibilidade cultural e estratégia comercial para garantir que cada decisão de sourcing seja segura, eficaz e orientada ao crescimento. 

Sourcing internacional é uma alavanca de crescimento quando bem-feito — e estou aqui para fazer isso com você! 

QUEM É ANDREY LEANDRO? 

Andrey Silvino Leandro é um profissional com mais de 15 anos de experiência em compras internacionais, sourcing e desenvolvimento de fornecedores. Atualmente, é fundador da Marco Polo Trade Experts, empresa especializada em conectar empresas brasileiras a fornecedores globais, facilitando processos de importação e promovendo soluções estratégicas no comércio exterior. Reconhecido por seu networking global e visão estratégica, Andrey é um facilitador de importações e um conector de soluções globais, com profundo conhecimento em logística, regulação, finanças e comportamento de consumo. Sua trajetória é marcada por resiliência, inovação e uma abordagem integrada entre compras, vendas e estratégia. 

Graduado em Relações Internacionais pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI/SC), com pós-graduação em Gestão Organizacional, Logística e Comércio Exterior pela mesma instituição. Além da formação no Program for Management Development (PMD) – um programa internacional de Direção Geral voltado a executivos e diretores no IESE Business School – onde foi exposto a decisões de alta complexidade, exigindo uma visão estratégica e integrada da gestão empresarial. Provocado a pensar de forma inovadora os desafios organizacionais, aprimorar a liderança e fortalecer a capacidade de execução, além de ampliar a rede global de relações. 

Contato:
https://www.linkedin.com/in/andrey-silvino-leandro/

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Comércio Exterior, Evento, Logística, Negócios, Networking

Amalog fortalece presença no mercado logístico após destaque na Intermodal 2025 

Com a proposta de inovar no transporte multimodal, a Amalog encerrou sua participação na Intermodal South America 2025, realizada em abril, com saldo positivo e novas perspectivas de negócios. A maior feira de logística, transporte de cargas e comércio exterior das Américas foi palco do lançamento do novo serviço da empresa como Operador de Transporte Multimodal (OTM), com destaque para uma solução inédita no mercado brasileiro: a cabotagem para cargas fracionadas. 

Essa inovação logística permite que empresas de diferentes portes acessem uma modalidade mais eficiente, segura e sustentável, antes restrita a grandes embarcadores. A novidade chamou atenção do público e consolidou a presença da Amalog como referência em soluções multimodais integradas. 

A empresa participou do evento dentro do espaço RêConecta, um hub voltado à promoção de marcas inovadoras da cadeia logística. Idealizado pelo portal RêConecta News, especializado em comunicação e tendências do setor, o espaço promoveu conteúdo ao vivo, conexões estratégicas e visibilidade qualificada para os expositores durante os três dias de feira. 

Segundo Shandres Jordani, Diretor Executivo da Amalog, o principal objetivo da empresa ao participar da Intermodal foi “captar novas possibilidades de negócios”, o que foi plenamente atingido. “A receptividade foi incrível, conseguimos atingir diversos perfis ligados ao transporte de cargas OTM e rodoviário”, destacou. 

Além da visibilidade, a empresa saiu da feira com negociações em andamento e projeções promissoras. “Temos diversas novas oportunidades, captamos diversos contatos e estamos em negociação.” A edição 2025 da Intermodal, realizada em São Paulo, reuniu cerca de 50 mil visitantes e reafirmou seu papel como plataforma estratégica para o setor logístico na América Latina. 

Soluções integradas para um mercado em transformação 

Durante o evento, a Amalog apresentou suas soluções para transporte multimodal com foco em eficiência operacional, redução de custos e menor impacto ambiental. O estande atraiu visitantes interessados em logística integrada, transporte rodoviário e modelos OTM, validando o interesse crescente do mercado por soluções completas e tecnológicas. 

Jordani reforçou a importância do evento: “Com certeza a junção de diversos setores em um único local torna a feira muito estratégica, conseguimos realizar diversas reuniões e infinitas novas possibilidades de negócios.” Ele também destacou os impactos para a imagem institucional da empresa: “Passamos a ser mais vistos e conhecidos no mercado e o esperado é que os resultados comecem a aparecer em curto a médio prazo.” 

Próximos passos e visão de futuro 

Com o fim da feira, a Amalog direciona seus esforços para a consolidação dos contatos gerados e conversão das oportunidades em novos contratos. “Colocar o time comercial para entrar em contato com os novos possíveis clientes e captar o máximo possível”, pontuou Jordani. 

A experiência com o RêConecta também foi celebrada: “A Intermodal 2025 foi um marco para a Amalog. Saímos com a certeza de que estamos no caminho certo e mais preparados para os desafios do setor logístico”, finalizou. 

Sobre a Amalog 

Fundada com o propósito de transformar a logística por meio da tecnologia e automação, a Amalog vem expandindo sua atuação nos últimos sete anos. Com sede em Santos (SP) e unidades operacionais em pontos estratégicos como Itajaí (SC), Cachoeirinha (RS), São José dos Pinhais (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e Manaus (AM), a empresa se destaca pela integração entre modais e simplificação de processos. 

Um de seus principais diferenciais é a Plataforma Amalog de Serviços (PAS), que conecta todos os envolvidos no processo logístico e de comércio exterior, permitindo gestão em tempo real, redução de burocracias e maior controle operacional. 

Com os aprendizados e conexões geradas na Intermodal 2025, a Amalog reforça seu compromisso com a inovação e se posiciona como um dos nomes mais promissores da logística integrada no Brasil. 

Texto: Daiana Brocardo 

Imagens: Giovana Santos 

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Comércio Exterior, Economia, Logística, Notícias

Brasil acelera na eletromobilidade: mercado bate recordes e Porto de Itajaí se firma como novo hub logístico de veículos elétricos

O mercado de veículos eletrificados no Brasil vive um momento histórico. Em maio de 2025, o país registrou o maior volume de vendas do setor, com 21.397 unidades emplacadas, o que representa 10% de todos os veículos vendidos no mês. O crescimento foi de 59% em comparação ao mesmo período de 2024 — um marco na transição energética da mobilidade nacional. 

Enquanto os modelos elétricos ganham as ruas, os portos brasileiros assumem um papel estratégico nessa transformação. Um dos grandes protagonistas dessa nova fase é o Porto de Itajaí, em Santa Catarina, que vem consolidando sua vocação para cargas de alto valor agregado. A operação histórica realizada no início de junho, que movimentou 7.292 veículos elétricos e híbridos da montadora chinesa BYD, não apenas marcou a maior descarga de veículos já registrada em uma única escala no Brasil, como também simbolizou o reposicionamento do porto no cenário do comércio exterior. 

Expansão dos elétricos e protagonismo chinês 

Com os veículos 100% elétricos superando os híbridos nas vendas (7.351 vs. 6.456 unidades), o Brasil aponta uma mudança concreta no perfil de consumo automotivo. A preferência por modelos que dispensam o uso de combustíveis fósseis é reflexo da busca por sustentabilidade e economia a longo prazo. A BYD, uma das maiores montadoras do mundo, vem liderando essa virada com modelos como o Dolphin Mini e o Song Pro, que têm conquistado o consumidor brasileiro com tecnologia embarcada, preços competitivos e autonomia energética. 

As marcas chinesas já representam 8,8% do mercado automotivo nacional, e seguem em trajetória ascendente. Além da BYD, empresas como a Great Wall Motors (GWM) têm ampliado suas operações e oferta de modelos adaptados ao perfil do consumidor latino-americano. 

Itajaí na rota dos elétricos: logística eficiente e valor agregado 

A operação realizada com o navio BYD Shenzhen reposiciona o Porto de Itajaí no mapa da logística internacional. Foram quatro dias de desembarque ininterrupto, com uso de guindastes móveis (MHC) e planejamento minucioso de stowage para garantir máxima eficiência no sequenciamento das cargas Ro-Ro. 

Com um modelo logístico plug-and-play, o terminal se destacou pelo alto índice de produtividade de píer, apoio de rebocadores, amarração contínua e escoamento rodoviário rápido dos veículos para centros de distribuição espalhados por todo o país. A operação seguiu rigorosos padrões de compliance e fortaleceu o elo entre operadores logísticos, autoridades portuárias e montadoras. “Essa foi a maior operação de veículos já realizada em uma única escala no Brasil. É a prova de que o Porto Federalizado de Itajaí voltou a ser referência em eficiência logística e geração de valor”, afirma o superintendente João Paulo Tavares Bastos. 

O impacto da operação se estende a despachantes aduaneiros, operadores portuários, empresas de seguro, transportadoras e concessionárias. Com o desembarque em Itajaí, a cadeia logística dos elétricos ganha um novo ponto de apoio estratégico na Região Sul. 

Vendas diretas e novo perfil de consumo 

Outro fator que impulsiona esse cenário é o crescimento das vendas diretas — voltadas a locadoras, frotistas e empresas — que já representam 50,1% dos emplacamentos no Brasil. Montadoras adaptam suas estratégias a esse novo modelo, oferecendo condições específicas para atender o setor corporativo, um dos maiores impulsionadores da eletromobilidade. 

Futuro elétrico: Brasil no caminho da transição energética 

A tendência é clara: com o avanço da infraestrutura de recarga, incentivos à produção local e maior oferta de modelos acessíveis, o Brasil se posiciona como um dos mercados mais promissores da América Latina para veículos elétricos. Portos como o de Itajaí, com capacidade técnica e localização estratégica, assumem papel central na cadeia global de fornecimento automotivo. 

A operação da BYD em Itajaí é mais do que um desembarque recorde — é o sinal de que a eletromobilidade chegou para ficar. E o Brasil, finalmente, começa a acelerar na direção certa. 

TEXTO: DA REDAÇÃO 

FONTES:  

terrabrasilnoticias.com 

portoitajai.com.br 

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Logística

Antecipação do GRI e desvio de navios elevam custos logísticos

Os fretes marítimos no Brasil registraram uma disparada nas últimas semanas, em meio à crescente escassez de navios e contêineres disponíveis para o país. O motivo é o redirecionamento de embarcações para a rota entre China e Estados Unidos, impulsionado por uma trégua tarifária de 90 dias entre as duas potências, segundo avaliação de Andrew Lorimer, diretor-executivo da Datamar.

“Estamos observando aumentos de mais de 100% no frete entre Ásia e Brasil em apenas uma semana, com valores já em torno de US$ 3.300 por contêiner. E a tendência é de novas altas”, afirma Lorimer. Ele explica que as companhias anteciparam a aplicação do GRI (General Rate Increase), geralmente esperado entre julho e setembro, período em que o varejo brasileiro costuma reforçar seus estoques para o Natal. “Desta vez, o ajuste veio antes, puxado pela pressão global por capacidade logística.”

Com o comércio norte-americano se preparando para a Black Friday e o Natal, embarcadores nos EUA têm puxado a realocação de navios que atuavam em outras rotas — incluindo América do Sul — para o corredor Ásia-EUA. Esse deslocamento tem reduzido a oferta de espaço para cargas com destino ou origem no Brasil.

Lorimer também chama atenção para a crescente dificuldade de acesso a contêineres no país, o que pode impactar negativamente não apenas as importações, mas também as exportações. “A falta de equipamentos logísticos poderá provocar gargalos, especialmente no caso de produtos que dependem do transporte refrigerado”, alerta.

De acordo com dados da Datamar, entre janeiro e abril de 2025, as importações brasileiras em contêineres somaram 1,136 milhão de TEUs, alta de 10,7% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar do crescimento, o executivo observa que ainda não é possível atribuí-lo exclusivamente ao cenário tarifário, embora os efeitos do realinhamento global já comecem a aparecer.

Outro fator que contribui para o desequilíbrio logístico, segundo Lorimer, é a ausência de um acordo tarifário entre Estados Unidos e União Europeia. Isso tem provocado congestionamentos nos portos europeus, agravados por questões como o baixo nível dos rios, falta de mão de obra e sobrecarga nos terminais. “Tudo isso adiciona incerteza ao mercado e pressiona ainda mais o custo do frete global”, afirma.

Embora a trégua tarifária tenha aberto uma janela para reorganização das rotas, o cenário permanece imprevisível. “É possível que novos acordos comerciais tragam estabilidade, mas também existe o risco de novas turbulências”, conclui Lorimer.

Fonte: Datamar News

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Comércio Exterior, Evento, Logística, Mercado Internacional

EMASFI Group leva suas soluções contábeis para o setor logístico na Intermodal 2025 

Com uma trajetória consolidada no setor contábil e reconhecida expertise em soluções para empresas de logística e transporte, o EMASFI Group foi um dos destaques entre os parceiros do RêConecta News durante a Intermodal South America 2025, realizada em abril, em São Paulo. A participação da empresa no estande colaborativo teve como principais objetivos ampliar a visibilidade da marca, fortalecer o relacionamento com o mercado e gerar novas conexões de negócios no setor de logística, comércio exterior e transporte de cargas. 

“A feira é muito rica para o nosso mercado alvo e o estande está ajudando a tirar o melhor proveito desse mercado alvo. Fora que outros colegas de outras empresas que estão participando do estande estão sendo um networking importante para chegar em muitos desses clientes. Estamos trocando contatos, trocando parcerias, um indicando negócios para os outros”, destacou o head comercial do EMASFI Group, Agno Vinicius Biliato, em entrevista gravada no evento.  

Durante os três dias da feira, o EMASFI Group apresentou seu portfólio de soluções contábeis, fiscais e de auditoria especializadas para transportadoras — segmento no qual já atende mais de 400 empresas em todo o Brasil. Apesar de não ter gerado resultados comerciais imediatos, a experiência foi considerada positiva pela equipe. 

Segundo Renata Palmeira, CEO do RêConecta News, cada empresa participante do estande colaborativo recebeu uma base de mais de 3 mil leads coletados durante a feira, o que amplia significativamente as oportunidades de relacionamento pós-evento. 

Quem é o EMASFI Group 

Com 25 anos de história, o EMASFI Group passou de uma empresa familiar, fundada por José Eduardo Ferreira Camargo, a uma multinacional de referência em contabilidade e gestão estratégica para o setor logístico. Atualmente, a empresa atende mais de 1.000 clientes com uma equipe de 120 profissionais altamente qualificados. 

A transformação da marca ganhou força em 2020, com a associação a uma empresa holandesa e, posteriormente, com a fusão a uma companhia chilena do mesmo setor. Com isso, a atuação internacional se expandiu para mais de 50 países. No Brasil, a empresa mantém escritórios em Vinhedo (SP), São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. 

Diferencia-se no mercado pela abordagem consultiva e pelo uso de tecnologia de ponta para otimização de processos, redução de riscos fiscais e eficiência operacional. “Nosso compromisso é com a gestão fiscal e tributária dos clientes, atuando de forma personalizada para otimizar a carga tributária e melhorar o fluxo de caixa. O nosso time veste a camisa do cliente para garantir soluções estratégicas e eficazes”, reforça o CEO Eduardo Camargo. 

Intermodal: o maior evento da logística nas Américas 

O estande G100, onde o EMASFI Group esteve presente, foi muito mais que um espaço expositivo — tornou-se um hub de inteligência coletiva, reunindo mais de 10 empresas dos segmentos de logística, comércio exterior e transporte. Além da movimentação intensa, apresentações e networking, o estande foi cenário de conexões estratégicas, trocas colaborativas e muita geração de valor para os visitantes. 

A Intermodal South America é reconhecida como a maior feira das Américas nos setores de logística, transporte de cargas, intralogística e comércio exterior. Durante os dias 22 a 24 de abril de 2025, empresas, especialistas e profissionais do setor se reuniram em São Paulo para apresentar tendências, discutir inovações e consolidar parcerias que vão impulsionar os próximos passos do mercado. 

Sobre o RêConecta News 

O RêConecta News é um portal digital voltado ao fortalecimento do ecossistema de comércio exterior e logística no Brasil, promovendo informação estratégica, visibilidade e networking qualificado para profissionais, empresas e instituições. Com conteúdos sobre importação, exportação, tributos, operações logísticas e tendências globais, o portal atua como uma plataforma de conexões reais e desenvolvimento setorial. Entre suas iniciativas de destaque estão o projeto Divas do Comex & Log, que promove o protagonismo feminino no setor, e a participação estratégica na Intermodal South America ao lado de empresas parceiras. 

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