Logística

Camorim investe em energia sustentável para rebocadores em portos do Brasil

Rebocadores passam a ser abastecidos por fonte fixa em terra

A Camorim Serviços Marítimos, que atua em Itaguaí, inicia em outubro o abastecimento de seus rebocadores por uma fonte de energia fixa em terra enquanto permanecem no porto. A iniciativa já é utilizada no Porto do Rio de Janeiro desde abril e promete reduzir significativamente as emissões de poluentes.

A empresa estima que a medida resultará em uma diminuição anual de cerca de 1.330 toneladas de CO2. Para contextualizar, seria necessário plantar aproximadamente 75.500 árvores, ocupando mais de 40 mil metros quadrados de floresta, para compensar totalmente essa emissão.

“Nosso objetivo é ampliar os benefícios ambientais em nossas operações, indo além da eficiência energética da frota, com uma visão ampla de responsabilidade socioambiental”, afirma Eduardo Adami, vice-presidente da Camorim.

Sustentabilidade integrada em todas as operações

Reconhecida por certificações ambientais relevantes, a Camorim adota práticas sustentáveis em diferentes frentes. No estaleiro, destacam-se:

  • Tanques de captação e reaproveitamento de água da chuva
  • Painéis solares
  • Coleta seletiva de resíduos

Outro projeto recente visa reutilizar uniformes, EPIs e materiais descartáveis, transformando-os em novos produtos e estendendo seu ciclo de vida útil.

30 anos de tradição no setor marítimo brasileiro

Fundada há 30 anos, a Camorim Serviços Marítimos é uma empresa 100% brasileira e referência como hub 360° em soluções de logística e navegação. Com mais de 1.300 colaboradores, gera oportunidades ao longo da costa nacional, oferecendo serviços como reboque portuário, logística portuária e apoio offshore.

A frota diversificada da Camorim conta com mais de 150 embarcações, incluindo:

  • Rebocadores (azimutais, TKM e convencionais)
  • Embarcações LH (Line Handler), PSV (Platform Supply Vessel), AHTS (Anchor Handling Tug Supply) e OSRV (Oil Spill Response Vessel)
  • Balsas de carga e de água, cábreas (balsas-guindaste) e lanchas de carga e passageiros

O estaleiro da empresa, situado na Ilha da Conceição, em Niterói, abriga um Terminal de Uso Privado (TUP). Além disso, a Camorim mantém três bases operacionais estratégicas — duas em Niterói e uma em Vitória (ES) — e atua em portos importantes pelo litoral brasileiro, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Maranhão.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Camorim

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Logística

Caminhão 100% elétrico realiza transporte de carga pesada inédito no Brasil

Pela primeira vez no país, um caminhão totalmente elétrico percorreu mais de 250 km transportando 27 toneladas de carga, incluindo a subida da Serra da Anchieta, entre o Porto de Santos e Paulínia (SP). O veículo utilizado foi o Electric Tractor SE 437, fabricado pela Sany Irmen, em operação conjunta da Syngenta e da transportadora Gelog.

Veículos pesados elétricos ganham espaço na logística brasileira

O teste demonstrou a viabilidade de caminhões elétricos em rotas complexas e reforçou a estratégia de logística sustentável no país. Segundo Alessandra Gamero, Diretora de Logística Integrada da Syngenta, a operação combina tecnologia, eficiência e responsabilidade ambiental.

Ronaldo Vaciloto, Gerente de Transporte da empresa, destacou que a matriz elétrica majoritariamente renovável do Brasil potencializa o impacto positivo da iniciativa.

Alinhamento com metas ESG e descarbonização do transporte

A operação também está integrada às metas globais de ESG da Syngenta, que incluem a redução de 38% das emissões de CO₂ até 2030. Para a Gelog, responsável pelo caminhão, investir em soluções inovadoras é estratégico para acelerar a descarbonização do transporte de cargas no país.

Crescimento do mercado de caminhões elétricos

O mercado brasileiro de caminhões elétricos deve crescer 25,6% ao ano entre 2025 e 2031, segundo levantamento da Fenatac/Gigantes Elétricos. Operações pioneiras como esta funcionam como vitrine para adoção em larga escala, com potencial de redução de até 76,5% nos custos operacionais em comparação aos veículos a diesel.

FONTE: Vrum Notícias
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Syngenta Brasil

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Logística

Cosco converte porta-contêineres para propulsão dupla de metanol e reforça aposta em combustíveis alternativos

Conversão inédita na frota da Cosco Shipping

O navio porta-contêineres Cosco Shipping Libra, com capacidade nominal de 20.119 TEUs, retornou ao serviço após passar por quatro meses de conversão para propulsão dupla de metanol. A embarcação, construída em 2018, é a primeira da companhia a ser adaptada para esse tipo de combustível alternativo, segundo dados do Alphaliner.

A modernização foi realizada no estaleiro da Ilha Changxing, operado pela Cosco Shipping Heavy Industry (CHI), braço de construção naval do grupo. O projeto envolveu a adaptação do motor principal MAN B&W 11S90ME-C10.5 para o modelo MAN B&W 11S90ME-LGIM10.5, compatível com metanol, além da atualização dos motores auxiliares, instalação de um tanque de grande porte para o novo combustível e inclusão de sistemas adicionais de tubulação.

Impacto na capacidade de carga

Por conta da menor densidade energética do metanol, o tanque ocupa parte significativa do espaço do navio, reduzindo sua capacidade de transporte. Embora a Cosco ainda não tenha divulgado números oficiais, o Alphaliner estima que o Cosco Shipping Libra tenha agora capacidade de aproximadamente 19.700 TEUs, contra os 20.119 originais.

Movimento global por navios movidos a metanol

A Cosco segue a tendência já adotada por outras grandes operadoras. Em 2024, a Maersk converteu o porta-contêineres Maersk Halifax (15.282 TEUs), incluindo a extensão do casco de 353 para 367 metros para compensar a perda de espaço causada pelos tanques de metanol.

O Cosco Shipping Libra é classificado como um Megamax-23, com 399,80 metros de comprimento e 58,60 metros de boca (23 fileiras). Construído no Estaleiro Dalian (DSIC) e entregue em julho de 2018, faz parte de uma série de cinco navios-irmãos produzidos pela DSIC e pela CSSC Shanghai Waigaoqiao Shipbuilding.

Expansão da frota pronta para combustíveis alternativos

Apesar de ser o primeiro navio convertido para metanol da Cosco, a empresa já opera embarcações com tecnologia de combustível duplo. Em junho de 2025, recebeu o Cosco Shipping Yangpu (16.136 TEUs), o primeiro de uma frota superior a 20 navios prontos para metanol, atualmente em construção nos estaleiros Cosco e DACKS.

Após a conversão, o Cosco Shipping Libra voltou a integrar o serviço Ásia-Europa ‘NEU2’ (AEU3) da Ocean Alliance, que conta com navios MGX-23 e MGX-24 da Cosco Shipping Lines e embarcações fretadas internamente por sua subsidiária OOCL.

FONTE: Mundo Marítimo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Cosco

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Logística

MPor celebra parceria com INFRA S/A em mais de 60 projetos de logística

Políticas integradas impulsionam ações em portos, aeroportos, hidrovias e canais de acesso

Na cerimônia de celebração ocorrida nesta segunda-feira (6), pelos três anos da INFRA S/A – empresa pública ligada ao Ministério dos Transportes – o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) ressaltou a importância dessa parceria para a elaboração de projetos de transporte e logística em todo o país.

O evento ocorreu no auditório da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em Brasília, e também marcou os dez anos do Observatório Nacional de Transporte e Logística (ONTL); plataforma que consolida dados sobre os diferentes modos de transporte no Brasil, integrando informações de órgãos públicos e do setor privado.

Representando o MPor na cerimônia, o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, destacou o papel estratégico da parceria. “São mais de 30 projetos em portos e hidrovias, 28 em aeroportos e 8 projetos aquaviários, que já foram desenvolvidos ou estão em andamento; frutos dessa parceria entre MPor e INFRA S/A. É uma demonstração de que conseguimos construir no setor de logística uma estrutura de Estado”, destacou o secretário.

A INFRA S/A nasceu em 2022, a partir da junção entre a EPL (Empresa de Planejamento e Logística) e a Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias. De acordo com seu diretor-presidente, Jorge Bastos, a atuação da empresa está focada na garantia de uma infraestrutura que prepare o Brasil para o futuro. “Hoje temos uma rede cada vez mais eficiente, integrada e sustentável a partir de estudos desenvolvidos pela INFRA S/A, que já ultrapassaram a marca dos R$ 10 bilhões com concessões de rodovias e terminais portuários”, registrou.

Projetos de destaque
Entre os projetos realizados em parceria com o MPor, destacam-se a estruturação dos arrendamentos portuários de Maceió, Rio de Janeiro, Itajaí (SC), entre outros, além da elaboração de estudos para concessão dos canais de acesso aos portos de Rio Grande (RS) e Paranaguá (PR).

Na aviação, a INFRA S/A colaborou nos estudos de concessão de sete aeroportos no Amazonas: Parintins, Carauari, Coari, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués. Também atua no planejamento da concessão de hidrovias estratégicas, como as dos rios Madeira, Paraguai, Amazonas e Lagoa Mirim.

FONTE::
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
IMAGEM:
Reprodução/INFRA

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Logística

Draga Galileo Galilei já está em Itapoá e aguarda liberação para iniciar obras de dragagem e alargamento da orla

Operação da Galileo Galilei marca nova fase nas obras de revitalização da orla de Itapoá

A draga Galileo Galilei, uma das mais modernas embarcações de dragagem do mundo, chegou a Itapoá (SC) na última sexta-feira (3) e já está posicionada para iniciar as obras de dragagem e alargamento da orla. Com capacidade de cisterna de 18 mil metros cúbicos, a embarcação é operada pela empresa Jan De Nul, que conclui neste fim de semana os últimos ajustes técnicos e operacionais para o início dos trabalhos.

Autorização final ainda é aguardada

Embora os estudos e o projeto executivo já tenham sido finalizados e aprovados, o início da dragagem ainda depende da autorização das autoridades competentes. Toda a estrutura técnica, incluindo profissionais e equipamentos, já se encontra mobilizada para a execução das obras.

Etapas preparatórias foram concluídas em setembro

Em setembro, escavadeiras, tratores e maquinários terrestres foram deslocados para o canteiro de obras. A etapa inicial incluiu a montagem da tubulação na praia, responsável por transportar a areia dragada até a faixa litorânea — processo essencial para a recuperação e ampliação da orla.

Projeto segue padrão de grandes obras no litoral brasileiro

A metodologia adotada em Itapoá é semelhante à utilizada em projetos de Balneário Camboriú (SC) e Matinhos (PR), também realizados com a participação da Galileo Galilei. Após a liberação oficial, será concluída a preparação da tubulação e, em cerca de dez dias, deve começar a dragagem do canal externo do porto, que permitirá o depósito de areia na costa e o consequente alargamento da praia.

TEXTO: REDAÇÃO
IMAGEM: DIVULGAÇÃO

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Logística

Multilog registra crescimento das operações no Nordeste

A Multilog, uma das maiores operadoras de logística integrada do Brasil, registrou expansão significativa de suas operações no Nordeste, impulsionada pelo transporte de celulose, insumos automotivos e commodities, especialmente minérios. Entre janeiro e setembro, essas cargas representaram cerca de 13 mil viagens realizadas pela empresa.

Expansão de clientes e novos contratos

A companhia ampliou a atuação junto aos 15 principais clientes da região e conquistou novos contratos, resultando em um crescimento de 2,5% nos últimos quatro meses em comparação ao mesmo período de 2024. A previsão é manter esse ritmo até o final do ano.

Serviços completos de logística

Além do transporte rodoviário de contêineres, que concentra a maior parte da operação, a unidade oferece serviços de pátio, incluindo pré-stacking, ovação e desova de contêineres e crossdocking, que agilizam a movimentação de mercadorias sem necessidade de armazenamento prolongado.

Em Salvador (BA), a Multilog dispõe de cerca de 35 mil m² de pátio e 12 mil m² de armazéns, incluindo áreas específicas para produtos químicos e posições porta pallet com drive in. A frota própria é composta por 26 veículos, apoiados por mais de 100 implementos e uma equipe especializada.

Investimentos e certificações

Recentemente, a empresa investiu em uma nova reach-stacker para movimentação de contêineres e projeta ampliar seus armazéns em 3 mil m² ainda no primeiro semestre de 2026. A unidade também busca a certificação REDEX (Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação) junto à Receita Federal.

“A operação da Multilog no Nordeste possui diferenciais que sustentam nosso crescimento”, afirma Vinicius Santana, gerente de desenvolvimento de negócios. Ele destaca a frota própria, a estrutura de pátio e armazéns, as certificações para produtos químicos e perigosos e a qualidade dos serviços, que inclui rastreabilidade de veículos e equipe qualificada.

Perspectivas para importações

A Multilog prevê aumento das importações pelo porto de Salvador, motivado pela chegada de uma grande empresa que começará a internalizar volume expressivo de cargas ainda em 2025. Segundo Santana, a expectativa é de crescimento nos serviços de desova e maior utilização do pátio para contêineres, consolidando o fortalecimento da unidade Nordeste.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Latam Cargo inaugura rota cargueira inédita entre Bruxelas e São José dos Campos

O Latam Cargo Group, em parceria com o SJK Airport, lançou uma nova rota cargueira exclusiva que conecta Bruxelas (Bélgica) a São José dos Campos (SP). Operada com aeronaves Boeing 767-300F, a operação tem capacidade inicial de até 50 toneladas por semana, fortalecendo a logística internacional entre Europa e Brasil e impulsionando setores estratégicos como indústria, autopeças, bens de consumo e carga geral.

Frequência e expansão planejada

O voo inaugural ocorre às quintas-feiras, com previsão de ampliar para duas frequências semanais durante a temporada de inverno europeu.

Segundo Jorge Carretero, gerente de Vendas de Carga da Latam Airlines Group na Europa, a rota reafirma o compromisso da empresa em expandir a conectividade logística entre Europa e América do Sul. “São José dos Campos é um polo estratégico, que nos permite oferecer soluções cada vez mais competitivas e confiáveis aos clientes”, afirmou.

Papel estratégico para São José dos Campos

O prefeito Anderson Farias destacou a importância da nova ligação direta. “A chegada desta rota cargueira reforça o papel estratégico de São José dos Campos no cenário logístico internacional. Essa parceria gera oportunidades para empresas locais e fortalece o desenvolvimento econômico da cidade e da região.”

Na mesma linha, Eduardo Valle, membro do Conselho do Aeropart, holding do SJK Airport, ressaltou que a operação consolida uma malha logística internacional robusta. “O aeroporto passa a receber cargas de todo o mundo, entregando agilidade, confiabilidade e segurança, fatores que aumentam a produtividade e a eficiência”, disse.

Expansão da malha logística internacional

A abertura dessa conexão faz parte do plano de crescimento da Latam Cargo, que prevê 15 novas frequências semanais entre Europa e América do Sul, além do aumento da oferta de capacidade no compartimento inferior de aeronaves de passageiros.

Em São José dos Campos, a companhia já opera a rota cargueira para Miami (EUA), inaugurada em 2023. Em apenas um ano, a frequência triplicou para três voos semanais, movimentando mais de 150 toneladas por semana.

Liderança consolidada no mercado internacional

Com operações em 23 destinos internacionais, a Latam Cargo se mantém como líder no transporte de cargas no Brasil. Entre as rotas recentes estão Miami–São José dos Campos, Miami–Brasília, Amsterdam–Curitiba e Europa–Florianópolis.

Somente no primeiro semestre de 2025, a companhia transportou cerca de 45 mil toneladas de cargas entre Brasil e exterior, incluindo pescados, frutas como mamão, produtos farmacêuticos, correio e cargas gerais — um crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2024.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Latam

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Logística

Canal do Panamá lança programa LoTSA 2.0 para modernizar alocação de slots

Novo modelo amplia flexibilidade para companhias de navegação

A Autoridade do Canal do Panamá (ACP) anunciou o lançamento do programa LoTSA 2.0 (Alocação de Slots de Longo Prazo), que traz um novo modelo de reservas para companhias de navegação. O objetivo é oferecer mais flexibilidade operacional e adaptação às dinâmicas do mercado global, facilitando o planejamento de trânsitos pelo Canal do Panamá.

Ciclos semestrais e primeiro leilão em 2025

Com a atualização, os pacotes de reserva deixam de seguir um horizonte de 12 meses e passam a ser divididos em dois ciclos de seis meses. O primeiro período vai de 4 de janeiro a 4 de julho de 2026, e o segundo de 5 de julho de 2026 a 3 de janeiro de 2027.

O primeiro leilão de cotas já tem data marcada: 28 de outubro de 2025.

Novos pacotes de serviços e ajustes na oferta

Entre as mudanças anunciadas, a ACP informou que a média de slots diários será ajustada de quatro para três, além da criação de novos pacotes de serviço, como FixContainer, FlexContainer, FixGas, FlexGas, FlexGas+ e FlexSlot+.

Essas modalidades permitirão que os clientes escolham datas com garantia confirmada ou optem por níveis maiores de flexibilidade.

Benefícios adicionais para os clientes

O LoTSA 2.0 também traz vantagens como:

  • possibilidade de reservar com até 15 dias de antecedência;
  • realização de até duas alterações de data, conforme o pacote;
  • cancelamentos com tarifa reduzida, desde que solicitados com mais de 15 dias de antecedência.

Ajustes no sistema geral de reservas

Paralelamente ao novo programa, a ACP anunciou melhorias no sistema de reservas do canal. Entre elas, o restabelecimento do acesso antecipado para navios de gás natural liquefeito (GNL) no período de reserva 1A, a partir de 4 de janeiro de 2026.

Outra mudança é a eliminação da restrição que limitava a utilização das eclusas do Neopanamax a apenas um cliente por data.

Competitividade e sustentabilidade do Canal do Panamá

Segundo a ACP, a implementação do LoTSA 2.0 busca dar maior previsibilidade às empresas de navegação, otimizar operações, reduzir emissões de gases poluentes e reforçar a competitividade do Canal do Panamá diante das transformações do comércio internacional.

FONTE: Mundo Marítimo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Cabotagem no Brasil: 1 em 5 Indústrias Poderia Migrar com Portos Melhores

Cresce o interesse da indústria pelo transporte marítimo

Uma em cada cinco indústrias brasileiras está disposta a adotar a cabotagem caso haja melhorias na infraestrutura portuária. A constatação vem de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e evidencia a forte dependência do país no transporte rodoviário, considerado mais caro e ineficiente.

Atualmente, apenas 29% das indústrias utilizam a navegação entre portos nacionais, e a cabotagem representa apenas 11% da matriz de transporte do país. Deste percentual, cerca de 75% são dedicados ao transporte de petróleo e derivados.

“Os custos de transporte no Brasil são elevados, pois utilizamos de forma equivocada o modal rodoviário em longas distâncias”, afirma Paula Bogossian, analista de infraestrutura da CNI. Segundo a entidade, uma redistribuição mais equilibrada dos modais poderia reduzir os custos logísticos em até 13%.

Programa BR do Mar ainda pouco conhecido

Apesar de estar em vigor desde julho de 2024, o Programa BR do Mar, criado para estimular a cabotagem, ainda é desconhecido por 76% dos empresários que utilizam o modal. O programa, sancionado em 2022, prevê incentivos para aumentar a frota e investimentos no transporte aquaviário.

Entre os que conhecem a iniciativa, 90% reconhecem benefícios, sendo a redução de custos apontada como principal vantagem — 85% das empresas que usam cabotagem e 70% das que ainda não adotaram o modal citaram essa melhoria.

Barreiras geográficas e infraestrutura

A pesquisa revela que 45% das empresas alegam incompatibilidade geográfica como motivo para não usar a cabotagem. No entanto, os números mostram que muitas poderiam migrar caso houvesse condições adequadas: 20% das indústrias que não utilizam o modal demonstraram interesse.

O interesse é distribuído entre estados como Rio Grande do Sul (17%), Bahia (13%), Rio Grande do Norte (13%) e Santa Catarina (13%). Além da geografia, outros obstáculos são indisponibilidade de rotas (39%), maior tempo de trânsito (15%) e distância até portos (15%), desafios que dependem de investimentos federais.

“Para a indústria, que transporta grandes volumes, a cabotagem é um diferencial competitivo. Por isso, o BR do Mar é tão relevante”, afirma Roberto Muniz, diretor de Relações Institucionais da CNI.

Pequenas empresas ainda estão de fora

O levantamento indica que o uso da cabotagem cresce conforme o porte empresarial: apenas 7% das pequenas indústrias adotam o modal, 22% das médias e 44% das grandes. Entre estas últimas, 8% usam intensivamente a navegação entre portos.

Empresas que utilizam cabotagem transportam cargas mais longas — média de 1.213 km contra 862 km das que não utilizam — e destacam a redução de custos (79%) e a segurança no transporte (21%) como principais vantagens.

Regulamentação ainda incompleta

Embora o BR do Mar esteja regulamentado, dispositivos essenciais ainda não foram detalhados, incluindo portarias sobre contratos de longo prazo para afretamento de navios e definição de embarcações sustentáveis.

Muniz ressalta que a integração da indústria com políticas ambientais e sociais é prioridade, mas alerta que exigências excessivas não podem impedir a expansão do modal nem afetar o desenvolvimento da indústria naval brasileira.

Infraestrutura precária limita potencial do país

O principal desafio identificado pelos empresários é a baixa infraestrutura portuária — citado por 69% das empresas que usam cabotagem e 70% das que ainda não adotaram o modal.

Com uma costa de mais de 7.400 km, o Brasil tem grande potencial para transporte aquaviário, mas segue dependente de rodovias caras e desgastadas, comprometendo a competitividade industrial. A pesquisa da CNI evidencia que a falta de investimento não é apenas um problema técnico, mas uma escolha que custa bilhões à economia brasileira.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Atualização constante e treinamento de equipes são essenciais para acompanhar a evolução do mercado, afirma BWIN TECH Seguros

Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a capacidade de se atualizar constantemente e investir no desenvolvimento das equipes é decisiva para o sucesso das empresas. Para a BWIN TECH Seguros, especialista em soluções de seguros para transporte de carga, gestão de riscos e soluções financeiras para logística, a base de uma empresa sólida está na combinação de cultura forte, foco em resultados e atendimento diferenciado.

“Mais do que apresentar soluções, nosso compromisso é compreender profundamente cada necessidade e entregar valor de forma consistente. Colocar o cliente no centro de tudo o que fazemos garante nossa relevância no mercado e sustenta a confiança construída ao longo dos anos”, explica Carla Kuhn, Partner & Business Development Director da BWIN TECH.

A importância de equipes treinadas e consultivas

Na foto: Equipe BWin Tech em treinamento. 

A cultura da BWIN TECH é pautada em profissionalismo, inovação e dedicação. Cada decisão, processo e estratégia é pensado para gerar impacto positivo e resultados sustentáveis, mostrando que resultado e cultura caminham lado a lado. Nesse contexto, investir em equipes comerciais preparadas é fundamental. “Nossos vendedores atuam como verdadeiros consultores, capazes de antecipar cenários, oferecer soluções sob medida e transformar desafios em oportunidades. O atendimento de excelência não é um complemento, mas parte essencial da nossa identidade”, acrescenta Carla.

Tecnologia e experiência como diferenciais da BWIN TECH Seguros

Com mais de 14 anos de atuação e mais de 25 anos de experiência no setor, a BWIN TECH se destaca por sua plataforma 100% digital, que otimiza processos, reduz custos e garante eficiência operacional para transportadores, embarcadores e empresas de comércio exterior. A empresa combina experiência, tecnologia e inteligência de dados para orientar e proteger os negócios diante de desafios logísticos complexos, garantindo tranquilidade mesmo em tempos incertos.

Na foto: Carla Kuhn,  Ronaldo Vinagre e Anderson Lemos.

Segundo Carla, “a soma de cultura forte, foco em resultado e atendimento diferenciado é o que nos permite crescer de forma consistente, gerar valor para o mercado e fortalecer relações de confiança de longo prazo”. Para a BWIN TECH, evoluir, inovar e estar ao lado do cliente é a fórmula para construir histórias de sucesso que refletem a essência da empresa.

Para saber mais sobre a BWIN TECH Seguros, acesse: https://bwintech.com.br

TEXTO: REDAÇÃO
FOTOS: DIVULGAÇÃO BWIN TECH

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