Logística

Hidrovia Verde fortalece logística sustentável e impulsiona desenvolvimento na Amazônia

A Hidrovia Verde vem se consolidando como um dos mais importantes projetos de infraestrutura hidroviária em andamento no Brasil. Com 1.602 quilômetros de extensão entre Manaus e a Barra Norte, na foz do Rio Amazonas, a iniciativa busca ampliar a eficiência logística, fortalecer o transporte aquaviário e promover o desenvolvimento sustentável em uma das regiões mais estratégicas do país.

Coordenado pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em parceria com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o projeto reúne ações voltadas à modernização da infraestrutura, segurança da navegação e gestão operacional, com foco no aumento da competitividade logística nacional.

Barra Norte é peça-chave para o escoamento da produção

Dividida em quatro trechos, a Hidrovia Verde tem na região da Barra Norte, localizada entre os estados do Amapá e Pará, um ponto fundamental para o transporte de cargas e a conexão com mercados nacionais e internacionais.

Integrante do chamado Arco Norte, corredor estratégico para exportações brasileiras, a hidrovia desempenha papel relevante no escoamento de produtos como grãos, minérios e combustíveis. O objetivo do projeto é ampliar a capacidade operacional da rota, garantindo mais segurança, previsibilidade e eficiência para a navegação.

Com aproximadamente 150 quilômetros navegáveis, a Barra Norte já se destaca como uma das áreas mais movimentadas do transporte hidroviário brasileiro. Estudos da Antaq apontam que o volume de cargas na região poderá superar 170 milhões de toneladas até 2035.

Brasil possui grande potencial para expansão das hidrovias

O país conta com mais de 40 mil quilômetros de rios com potencial para navegação, o que coloca o Brasil entre as maiores redes hidroviárias do mundo. O fortalecimento desse modal é visto como uma alternativa estratégica para ampliar a integração regional, reduzir custos logísticos e incentivar o crescimento econômico.

Nos últimos anos, os investimentos destinados ao setor ganharam força. Entre 2023 e 2025, os aportes chegaram a aproximadamente R$ 1,29 bilhão, valor significativamente superior aos R$ 716 milhões aplicados entre 2019 e 2022.

Os recursos têm sido direcionados para obras e serviços como dragagem de manutenção, sinalização náutica, melhorias na navegabilidade e modernização da infraestrutura hidroviária.

Novo modelo de gestão busca mais eficiência

Além das obras estruturais, o governo federal avança na implementação de um modelo de concessões para serviços hidroviários. A proposta prevê planejamento contínuo e gestão permanente das rotas navegáveis, aumentando a segurança das operações e a previsibilidade para transportadores e operadores logísticos.

Entre as medidas previstas estão o monitoramento constante dos canais de navegação, manutenção das condições operacionais dos rios, aprimoramento da sinalização e ações voltadas à segurança das embarcações.

A expectativa é criar um ambiente mais eficiente para o transporte aquaviário e estimular novos investimentos no setor.

Hidrovias contribuem para reduzir desigualdades regionais

Além dos benefícios logísticos, a expansão da infraestrutura hidroviária tem impacto direto sobre o desenvolvimento social e econômico das comunidades que dependem dos rios para transporte, abastecimento e mobilidade.

Ao melhorar a conectividade entre diferentes regiões, as hidrovias ampliam oportunidades de negócios, facilitam o acesso a serviços e fortalecem cadeias produtivas locais. Nesse contexto, a Hidrovia Verde é vista como um projeto capaz de combinar crescimento econômico, integração territorial e sustentabilidade ambiental.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Logística

Ferrovia de Mato Grosso entra em operação com entrega dos primeiros 162 quilômetros

A Ferrovia Estadual de Mato Grosso deu um passo importante para fortalecer a logística do agronegócio brasileiro. Neste sábado (20), foi inaugurado o primeiro trecho da obra, com 162 quilômetros de extensão entre os municípios de Rondonópolis e Dom Aquino, marcando o início das operações de um dos maiores projetos ferroviários em andamento no país.

A nova ligação ferroviária integra a expansão da Malha Norte e conecta Rondonópolis ao terminal ferroviário construído às margens da BR-070, em Dom Aquino. Apenas nesta etapa inicial, os investimentos somam cerca de R$ 5 bilhões.

Projeto ferroviário deve ultrapassar 740 quilômetros

Reconhecida como a primeira ferrovia estadual em construção no Brasil, a obra deverá atingir mais de 740 quilômetros quando estiver totalmente concluída. O traçado ligará Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses, além de contar com uma futura conexão até Cuiabá.

As obras começaram em novembro de 2022 e mobilizaram aproximadamente 5 mil trabalhadores. Somente a construção do terminal ferroviário gerou mais de 800 empregos diretos e indiretos, impulsionando a economia regional.

Ligação estratégica com o Porto de Santos

A nova infraestrutura amplia a conexão das áreas produtoras de Mato Grosso com o sistema ferroviário nacional, facilitando o transporte de cargas até o Porto de Santos, principal corredor de exportação do país.

Projetado para movimentar até 10 milhões de toneladas anuais, o terminal de Dom Aquino terá foco no transporte de soja, milho e outras commodities agrícolas. As operações passam agora por uma fase de testes antes do início da atividade comercial em larga escala.

Ferrovia fortalece logística do agronegócio

Durante a cerimônia de inauguração, autoridades destacaram a importância da expansão da malha ferroviária para acompanhar o crescimento da produção agrícola brasileira.

O governador Otaviano Pivetta ressaltou que os investimentos em infraestrutura têm sido fundamentais para aumentar a competitividade do estado. Segundo ele, além da expansão ferroviária, Mato Grosso também avança na modernização da malha rodoviária, com milhares de quilômetros de pavimentação em andamento.

Já o vice-`nte da República, Geraldo Alckmin, afirmou que o desenvolvimento econômico do país exige uma participação maior das ferrovias no transporte de cargas. Para ele, a expansão da produção agropecuária torna indispensável a ampliação dos corredores logísticos que conectam as regiões produtoras aos portos brasileiros.

Próximas fases vão ampliar corredor logístico

A entrega do trecho entre Rondonópolis e Dom Aquino representa apenas a primeira etapa do empreendimento. Quando finalizada, a Ferrovia Estadual de Mato Grosso deverá criar um novo eixo logístico para o escoamento da produção agrícola do médio-norte do estado, reduzindo custos de transporte e aumentando a eficiência operacional.

Representantes do setor destacam que o projeto foi estruturado com foco no longo prazo e permitirá maior integração entre os mercados nacional e internacional. Além do transporte de grãos, a ferrovia deverá atender segmentos como fertilizantes, algodão e a indústria do etanol.

Dom Aquino aposta em desenvolvimento econômico

A chegada da ferrovia também gera expectativas positivas para Dom Aquino. A nova estrutura coloca o município em uma importante rota logística nacional, criando oportunidades para produtores rurais, empresas e novos investimentos.

Com a expansão da infraestrutura ferroviária, a cidade passa a desempenhar papel estratégico no escoamento da produção agrícola de Mato Grosso, um dos maiores polos do agronegócio brasileiro.

FONTE: Canal Rural Mato Grosso
TEXTO: Redação
IMAGEM: `Mayke Toscano/Secom-MT

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Logística

Pisos mínimos do frete elevam custos em mais de 16% para a indústria, aponta CNI

A política de pisos mínimos do frete continua gerando impactos significativos sobre a competitividade da indústria brasileira. Levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que 94% das empresas que contratam transporte rodoviário de cargas identificam efeitos negativos da medida sobre os custos logísticos.

Além disso, o setor produtivo demonstra preocupação com a Medida Provisória nº 1.343/2026, que ampliou os mecanismos de fiscalização e endureceu as penalidades relacionadas ao cumprimento das tabelas estabelecidas pela Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC).

Dependência do transporte rodoviário amplia impacto da medida

De acordo com a pesquisa, 86% das indústrias utilizam serviços terceirizados de frete para escoar sua produção, seja de forma exclusiva ou em conjunto com frota própria. O dado evidencia o alcance das consequências da política sobre diversos segmentos da economia.

Para o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, o cenário reforça a necessidade de aperfeiçoar as regras que regem o transporte de cargas no país.

Segundo ele, os custos de transporte e logística já figuram entre os principais componentes do chamado Custo Brasil, e intervenções que restringem a livre negociação entre embarcadores e transportadores acabam afetando toda a cadeia produtiva.

Empresas apontam aumento expressivo nos custos do frete

A pesquisa mostra que 64% das empresas classificam os impactos do tabelamento como altos ou muito altos. Entre os negócios de menor porte, essa percepção é ainda mais acentuada.

As empresas consultadas estimam que a política elevou, em média, 16,4% os custos do frete rodoviário em comparação a um cenário de livre negociação. No entanto, os efeitos variam conforme o porte da empresa, a região e o setor de atuação.

Pequenas e médias empresas sentem mais os efeitos

Os dados apontam que as pequenas empresas foram as mais afetadas, registrando aumento médio de 19% nos custos de transporte. Entre as médias empresas, a elevação estimada é de 18%, enquanto as grandes companhias apontam impacto de 14%.

Além disso, cerca de 70% das pequenas e médias empresas classificam os reflexos da política sobre os valores do frete como elevados.

Metodologia da ANTT é alvo de críticas

Outro ponto destacado pela sondagem envolve a metodologia utilizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para calcular os pisos mínimos.

Oito em cada dez empresas avaliam que os critérios adotados estão parcial ou totalmente desconectados da realidade operacional do transporte rodoviário brasileiro.

A analista de infraestrutura da CNI, Paula Bogossian, afirma que o modelo atual não consegue representar adequadamente a diversidade das operações existentes no país, fator que ganha importância devido ao uso da tabela como referência para fiscalização e aplicação de sanções.

Setores com menor valor agregado enfrentam maiores impactos

Os efeitos do tabelamento são mais intensos em segmentos onde a logística representa parcela significativa dos custos de produção.

Entre os setores mais impactados estão os de extração mineral e produtos minerais não metálicos, como fertilizantes, sal, gesso e cerâmica, que registraram aumento próximo de 23% nos custos de transporte.

Também apresentaram elevações acima da média nacional os setores de alimentos, máquinas e equipamentos, evidenciando que os impactos da política não ocorrem de forma uniforme entre as diferentes cadeias produtivas.

Nova MP amplia preocupação com custos e segurança jurídica

Além dos efeitos já observados com a política de pisos mínimos, a Medida Provisória nº 1.343/2026 também preocupa o setor industrial.

A norma amplia a fiscalização do cumprimento das tabelas de frete, cria novas exigências regulatórias e aumenta as penalidades aplicáveis em casos de descumprimento.

Entre as empresas que conhecem o conteúdo da medida, 85% apontam a elevação dos custos de transporte como principal preocupação. Na sequência aparecem a perda de competitividade (57%) e a insegurança jurídica (35%).

Também foram citados riscos relacionados a atrasos operacionais, interrupções na cadeia logística e à proporcionalidade das sanções previstas.

Proposta prevê piso salarial para motoristas de longa distância

A comissão mista responsável por analisar a medida provisória foi instalada recentemente no Congresso Nacional. O relatório deverá ser apresentado pelo deputado Zé Trovão (PL-SC), relator da proposta.

Entre as alterações em discussão está a criação de um piso salarial de R$ 5 mil para motoristas profissionais que atuem em operações de longa distância, caracterizadas por permanência superior a 24 horas fora da base de trabalho.

Caso a proposta avance, os impactos poderão atingir tanto empresas que operam com frota própria quanto aquelas que terceirizam o transporte, já que os custos tendem a ser repassados aos contratantes por meio de reajustes no frete.

Na avaliação do setor, a medida pode aumentar ainda mais os custos do transporte rodoviário de cargas e, consequentemente, influenciar os preços finais dos produtos para os consumidores.

Debate segue no Judiciário

A política de frete mínimo também é alvo de questionamento no Supremo Tribunal Federal por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5.964, apresentada pela CNI.

A entidade contesta a constitucionalidade da Lei nº 13.703/2018, que instituiu a política de pisos mínimos do frete, além de pedir a suspensão dos efeitos da MP nº 1.343/2026.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: fanjianhua/Magnific

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Logística

Hidrovias do Mercosul ganham destaque em debate sobre integração logística e sustentabilidade

O potencial das hidrovias do Mercosul para impulsionar o comércio regional, ampliar a eficiência logística e promover a sustentabilidade esteve no centro das discussões do evento internacional realizado em Buenos Aires, na Argentina. O encontro reuniu representantes governamentais e empresários para debater investimentos, desafios estruturais e estratégias para fortalecer o transporte hidroviário na América do Sul.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou da abertura do “Diálogos Hidroviáveis Internacional”, realizado nos dias 17 e 18 de junho, reforçando a importância da integração regional por meio das vias navegáveis.

Hidrovias estratégicas para o escoamento da produção

Entre os principais temas do encontro estiveram as hidrovias Paraguai-Paraná e Tietê-Paraná, consideradas fundamentais para o transporte de produtos agrícolas, minerais e combustíveis.

Esses corredores logísticos desempenham papel essencial no escoamento de commodities como soja, milho, minério de ferro, cana-de-açúcar e derivados energéticos, fortalecendo a competitividade dos países do bloco econômico.

Durante sua participação, o ministro destacou a visão do governo brasileiro para o setor.

“Nossa visão para as hidrovias é de um futuro onde a integração regional seja a norma, onde a eficiência logística otimize o desenvolvimento econômico e onde a sustentabilidade seja uma diretriz permanente”, afirmou.

Investimentos e inovação no transporte hidroviário

A programação do evento contempla discussões sobre a ampliação dos investimentos privados em concessões de canais navegáveis, além da criação de mecanismos de financiamento voltados à modernização da infraestrutura hidroviária.

Também estão na pauta iniciativas para a formação de um fundo regional destinado ao desenvolvimento de embarcações sustentáveis, bem como ações de planejamento de longo prazo para aumentar a eficiência operacional das hidrovias.

Outro destaque são as rodadas de negócios e os debates sobre inovação tecnológica, que buscam aproximar investidores, operadores e fornecedores de soluções para o setor.

Modal hidroviário se destaca pela eficiência ambiental

A sustentabilidade aparece como um dos principais argumentos para a expansão do transporte hidroviário no Mercosul. De acordo com especialistas presentes no evento, o modal pode consumir até 80% menos combustível por tonelada transportada em comparação ao transporte rodoviário.

Essa característica contribui diretamente para a redução das emissões de carbono e para o fortalecimento de uma logística mais sustentável.

Para Tomé Franca, as hidrovias vão além da função de transporte.

“Além de uma rota de transporte, a hidrovia é um vetor estratégico para o desenvolvimento econômico, a sustentabilidade ambiental e a coesão social”, destacou.

Brasil e Argentina fortalecem cooperação logística

Ainda durante a agenda oficial em Buenos Aires, o ministro participou de reunião com o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Glinternick Bitelli.

O encontro abordou iniciativas de cooperação bilateral nas áreas de portos, aeroportos e hidrovias, com foco na integração logística entre os dois países, troca de experiências e fortalecimento do diálogo institucional.

Porto de Buenos Aires recebe visita técnica

A comitiva brasileira também realizou uma visita técnica ao Porto de Buenos Aires, considerado o principal terminal portuário da Argentina e responsável por cerca de 60% da movimentação nacional de contêineres.

A estrutura movimenta aproximadamente 11 milhões de toneladas de cargas por ano e cerca de um milhão de contêineres, consolidando-se como uma das principais portas de saída das exportações argentinas. Entre os produtos escoados estão soja, milho, carne bovina, insumos industriais e bens de consumo.

Perspectivas para o futuro da logística sul-americana

A participação brasileira no encontro reforça a estratégia de modernização e expansão da infraestrutura portuária e hidroviária, considerada fundamental para ampliar o comércio exterior e fortalecer a integração entre os países do Mercosul.

A expectativa é que os debates e acordos construídos durante o evento contribuam para avanços concretos no setor, gerando novas oportunidades de negócios, empregos e desenvolvimento sustentável em toda a região.

Segundo o ministro, a meta é consolidar parcerias capazes de impulsionar uma logística mais eficiente e conectada entre os países sul-americanos.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Matheus Fagundes/MPor

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Logística

ANTAQ torna obrigatória tentativa de acordo em denúncias sobre cobranças indevidas na logística de contêineres

A ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) passou a exigir uma etapa prévia de negociação entre as partes envolvidas em denúncias relacionadas a cobranças indevidas na logística de contêineres. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pela Agência e tem como objetivo estimular soluções consensuais, reduzindo o tempo necessário para a resolução de conflitos antes da abertura de processos fiscalizatórios.

A iniciativa foi estabelecida pela Superintendência de Fiscalização e Coordenação das Unidades Regionais (SFC) e valerá para denúncias que ainda estejam em fase de fiscalização e que não tenham resultado na emissão de auto de infração até 13 de fevereiro de 2026.

Prazo para negociação será de 15 dias

Com a nova sistemática, após o recebimento da denúncia, a ANTAQ notificará os envolvidos para que tentem chegar a um acordo no prazo inicial de 15 dias. Esse período poderá ser prorrogado conforme avaliação da área técnica responsável.

Durante a fase de negociação, as partes terão a oportunidade de esclarecer os fatos e buscar uma solução consensual para o impasse. Caso haja entendimento entre os envolvidos, o processo será arquivado sem aplicação de penalidades. Se não houver acordo, a denúncia seguirá para os trâmites normais de fiscalização da Agência.

Tecnologia deve ampliar eficiência do novo procedimento

A portaria também prevê a adoção de soluções tecnológicas para automatizar etapas do novo rito, tornando mais ágil a análise das manifestações e aumentando a eficiência operacional.

Segundo o superintendente de Fiscalização e Coordenação das Unidades Regionais da ANTAQ, Alexandre Florambel, a expectativa é de crescimento significativo no número de acordos firmados. Ele destacou que, em 2025, a Agência evitou aproximadamente R$ 30 milhões em cobranças indevidas relacionadas à sobreestadia de contêineres, e acredita que a ampliação do mecanismo para toda a logística de contêineres deverá potencializar os resultados.

Denúncias precisarão atender critérios de admissibilidade

A regulamentação também estabelece critérios para o recebimento das denúncias. Entre os requisitos estão a apresentação de documentos que comprovem a operação logística realizada, a cobrança contestada e a demonstração de tentativa prévia de resolução junto à empresa ou responsável pela cobrança.

Mesmo quando houver acordo entre as partes, os registros permanecerão armazenados nos sistemas da ANTAQ. As informações serão utilizadas para ações de monitoramento regulatório e para identificar possíveis práticas abusivas recorrentes no setor.

Caso a Agência detecte indícios de irregularidades repetidas, poderão ser adotadas medidas fiscalizatórias específicas para apuração dos fatos.

FONTE: ANTAQ
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/ANTAQ

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Logística

Brasil e Argentina Estreitam Laços em Missão Oficial de Logística e Transportes

O setor de infraestrutura de transportes na América do Sul ganha um novo capítulo de cooperação bilateral. Entre os dias 17 e 18 de junho, o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, lidera uma comitiva brasileira em Buenos Aires, na Argentina. O objetivo central da agenda oficial é impulsionar a integração regional, otimizar a conectividade e debater soluções conjuntas para a logística sul-americana.

A comitiva nacional conta com integrantes do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e de outros braços do Governo Federal, que cumprem agendas com lideranças políticas e empresariais do país vizinho.

Foco na Aviação Civil e Infraestrutura Portuária

A programação na capital argentina abrange rodadas de conversas estratégicas voltadas para o transporte aéreo e a eficiência portuária. O ministro e sua equipe têm encontros marcados com agências reguladoras locais, gestores de aeroportos e representantes de companhias aéreas para discutir a ampliação de rotas e o fortalecimento do turismo e do comércio.

Além disso, o cronograma inclui uma visita técnica às instalações do Porto de Buenos Aires, visando a troca de experiências em gestão e modernização de terminais.

O Futuro das Hidrovias e a Sustentabilidade

Um dos pontos altos da viagem é o fórum Diálogos Hidroviáveis Internacional. O painel colocará em pauta o potencial da navegação fluvial no continente, concentrando esforços nos desafios e oportunidades da Hidrovia Paraguai–Paraná.

Organizado por entidades dos segmentos portuário e aquaviário, o encontro debaterá tópicos cruciais para o futuro do setor, tais como:

  • Iniciativas de transição energética na frota naval;
  • Práticas de sustentabilidade e preservação ambiental;
  • Garantia de segurança jurídica para atração de novos investimentos;
  • Linhas de financiamento para o desenvolvimento de embarcações de menor impacto ecológico.

Resumo da Agenda

  • Evento: Visita oficial do Ministério de Portos e Aeroportos à Argentina
  • Período: 17 e 18 de junho de 2026
  • Cidade: Buenos Aires, Argentina

FONTE: Ministério de Portos e Aeropo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Mpor

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Logística

Ferrogrão pode reduzir custos de frete em mais de R$ 9 bilhões e impulsionar logística do agronegócio

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permitiu a retomada do andamento da Ferrogrão recolocou o projeto entre as principais prioridades da infraestrutura nacional. Considerada estratégica para o setor agropecuário, a ferrovia promete ampliar a competitividade do Brasil no mercado internacional e reduzir significativamente os custos logísticos do transporte de grãos.

Com extensão prevista de 933 quilômetros, ligando Sinop, em Mato Grosso, ao terminal portuário de Miritituba, no Pará, a obra poderá gerar uma economia superior a R$ 9 bilhões em fretes, além de fortalecer o corredor de exportação do Arco Norte.

Ferrogrão deve ampliar eficiência no escoamento da produção

O traçado da ferrovia acompanha, em grande parte, a BR-163, rodovia que atualmente concentra o transporte da safra mato-grossense rumo aos portos do Norte do país. O corredor movimenta mais de 17 milhões de toneladas de grãos anualmente, mas enfrenta limitações operacionais, especialmente nos períodos de colheita.

A expectativa é que a Ferrogrão se torne uma alternativa mais eficiente para o transporte de soja, milho e farelo, reduzindo a dependência das rodovias em trajetos de longa distância.

Levantamentos da ANTT apontam que a ferrovia poderá atingir uma capacidade superior a 50 milhões de toneladas por ano quando estiver plenamente operacional, consolidando um novo eixo de exportação pelo Arco Norte.

Projeto contribui para mudança da matriz logística brasileira

A implantação da ferrovia também é vista como um passo importante para ampliar a participação do transporte ferroviário no país. Atualmente, cerca de 65% das cargas brasileiras são movimentadas por rodovias, enquanto as ferrovias representam aproximadamente 21% da matriz logística nacional.

Para especialistas do setor, a logística ferroviária tem potencial para aumentar a eficiência dos corredores de exportação, especialmente no transporte de commodities agrícolas.

Além disso, a transferência de parte do fluxo de cargas dos caminhões para os trilhos poderá aliviar a movimentação na BR-163, reduzir o consumo de combustíveis fósseis e contribuir para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa.

Sinop ganha protagonismo como polo logístico do agro

O avanço da Ferrogrão reforça a posição de Sinop como um dos principais centros logísticos do agronegócio brasileiro. Localizada em um dos mais importantes corredores de escoamento do Centro-Oeste, a cidade tem atraído investimentos de produtores rurais, tradings, transportadoras e operadores logísticos.

A expectativa é que a nova ferrovia acelere a consolidação de um hub multimodal, aumentando a demanda por armazéns, centros de distribuição, terminais de transbordo e empreendimentos ligados à cadeia agroindustrial.

A integração entre os modais rodoviário e ferroviário poderá gerar ganhos de competitividade para uma região que concentra parcela significativa da produção nacional de grãos.

Segurança jurídica aumenta interesse de investidores

Segundo Antonio Pereira, diretor comercial e de operações do PZ Log, empreendimento voltado ao setor de logística e agronegócio em Sinop, a decisão do STF fortalece a confiança do mercado e amplia o interesse de investidores pela região.

De acordo com o executivo, a Ferrogrão deverá promover uma valorização expressiva dos ativos logísticos e imobiliários locais, impulsionada pela modernização da infraestrutura de transporte.

Pereira destaca ainda que os recursos economizados com fretes poderão ser direcionados para novos investimentos produtivos, estimulando a geração de riqueza, empregos e desenvolvimento regional.

Próximas etapas do projeto

Apesar do avanço jurídico, a Ferrogrão ainda precisa cumprir uma série de exigências técnicas, ambientais e regulatórias antes do início efetivo das obras e do processo de concessão.

O projeto prevê investimentos estimados em cerca de R$ 25,2 bilhões durante o período de concessão e deverá operar por 69 anos.

O desafio agora será transformar a autorização obtida no campo jurídico em um empreendimento economicamente sustentável, capaz de atrair investidores e consolidar um novo corredor logístico entre o Centro-Oeste e os portos paraenses.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Logística

Biocombustíveis devem transformar a logística brasileira nos próximos anos, avalia VLI

O avanço dos biocombustíveis tende a redesenhar o cenário da logística brasileira, criando novas demandas de transporte e impulsionando investimentos em infraestrutura. A avaliação é da VLI, que aponta a expansão dos combustíveis renováveis como um dos principais fatores de mudança na movimentação de cargas no país.

A análise faz parte do Relatório de Sustentabilidade 2025 da companhia, divulgado nesta segunda-feira (15), que destaca a evolução da matriz produtiva nacional e o surgimento de novos corredores logísticos voltados a produtos de maior valor agregado.

Crescimento dos combustíveis renováveis impulsiona investimentos

Segundo a empresa, as transformações já influenciam o planejamento estratégico e os projetos de expansão da companhia, especialmente no Corredor Norte, considerado uma das principais apostas para o crescimento das operações nos próximos anos.

A VLI avalia que o fortalecimento do mercado de combustíveis renováveis, aliado à criação de novos fluxos internos de cargas, exigirá uma estrutura logística mais eficiente e integrada para atender à crescente demanda.

Novo terminal em Tocantins amplia capacidade de transporte

Entre os projetos destacados no relatório está a construção de um novo terminal de combustíveis em Palmeirante, no Tocantins, desenvolvido em parceria com a Ultracargo.

Instalada ao lado do Terminal Integrador de Palmeirante (TIPA), a estrutura contará com um desvio ferroviário exclusivo e instalações voltadas ao abastecimento dos mercados do Tocantins e do nordeste de Mato Grosso.

De acordo com a companhia, o empreendimento possui potencial para movimentar aproximadamente 1 milhão de toneladas por ano, fortalecendo a integração entre os modais de transporte da região.

Expansão em Marabá elimina gargalos operacionais

Outro investimento citado pela empresa é a ampliação da capacidade logística em Marabá, no Pará, realizada em conjunto com a Ipiranga e a operadora da base local.

A iniciativa permitirá eliminar limitações de armazenagem e abrir espaço para um crescimento estimado em cerca de 300 mil toneladas anuais na movimentação de produtos.

Corredor Norte ganha protagonismo na matriz logística

Tradicionalmente ligado ao escoamento da produção agrícola, o Corredor Norte vem ampliando sua atuação para diferentes segmentos da economia.

A rota conecta regiões produtoras do Matopiba, Mato Grosso, Goiás e Pará ao Terminal Portuário São Luís, no Maranhão, e atualmente também atende operações relacionadas a fertilizantes, combustíveis, celulose e minerais.

Segundo o CEO da VLI, Fábio Marchiori, a companhia se prepara para uma nova configuração da demanda logística nacional, impulsionada pelas mudanças na matriz de cargas e pela expansão dos biocombustíveis.

Palmeirante se consolida como hub logístico estratégico

O relatório também destaca a evolução do complexo logístico de Palmeirante, que movimentou 530 mil toneladas em 2025.

Com capacidade instalada de 1,5 milhão de toneladas, o terminal vem se consolidando como um importante hub logístico do Arco Norte, integrando operações de cargas agrícolas, fertilizantes e combustíveis em uma mesma plataforma multimodal.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Logística

Ponte do Corredor Bioceânico está a poucos metros de unir Brasil e Paraguai

A construção da Ponte do Corredor Bioceânico avança para um dos momentos mais aguardados desde o início das obras. Faltam apenas 13,60 metros para que a estrutura faça a ligação física entre Porto Murtinho (MS), no Brasil, e Carmelo Peralta, no Paraguai, consolidando um marco histórico para a integração logística da América do Sul.

A previsão é que o encontro das duas extremidades da ponte aconteça ainda em junho, representando um passo decisivo rumo à conclusão de uma das mais importantes obras de infraestrutura da região.

Obra entra na fase final de conexão

Os trabalhos atuais estão concentrados na preparação do segmento central que unirá definitivamente os trechos construídos a partir das margens brasileira e paraguaia do rio Paraguai.

Uma das etapas técnicas em andamento envolve o reposicionamento dos chamados carros de avanço, equipamentos utilizados na execução da estrutura principal da ponte. Após essa operação, restará apenas a concretagem da seção de fechamento, responsável por concluir a ligação entre os dois países.

Construção já ultrapassa 85% de execução

De acordo com o mais recente relatório de acompanhamento da obra, divulgado em junho de 2026, a Ponte Bioceânica alcançou 86% de execução ao final de abril. Em maio, a expectativa era atingir um índice próximo de 88%.

Os vãos laterais da estrutura já tiveram suas etapas de concretagem finalizadas tanto no lado brasileiro quanto no paraguaio. Com isso, as equipes concentram esforços exclusivamente no vão central, considerado a última grande fase da construção.

Acessos rodoviários seguem em desenvolvimento

Enquanto a conexão principal se aproxima, as obras complementares continuam avançando.

Entre os serviços em execução estão a instalação das lajes superiores da ponte, estruturas de apoio previstas no projeto e melhorias nos acessos rodoviários.

No lado brasileiro, equipes trabalham na implantação de dispositivos de proteção, além de atividades de terraplenagem, cercamento, limpeza das áreas de domínio e adequações da infraestrutura viária que dará suporte ao novo corredor logístico.

Corredor Bioceânico promete transformar a logística regional

Quando entrar em operação, a Ponte do Corredor Bioceânico será um elo estratégico para a integração entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, fortalecendo o transporte de cargas e ampliando a competitividade das exportações sul-americanas.

O empreendimento faz parte do projeto do Corredor Bioceânico, rota que busca conectar o Oceano Atlântico ao Pacífico, reduzindo distâncias, custos logísticos e tempo de transporte para diversos mercados internacionais.

Além dos benefícios para o comércio exterior, a nova travessia deverá estimular investimentos, gerar oportunidades econômicas e facilitar a circulação de pessoas entre os dois países.

Marco histórico previsto para junho

Financiada pela Itaipu Binacional no lado paraguaio e executada pelo Consórcio Binacional PYBRA, a obra se aproxima de seu momento mais simbólico.

Caso o cronograma seja mantido, as estruturas construídas a partir do Brasil e do Paraguai deverão se encontrar no centro do rio Paraguai em 26 de junho, marcando oficialmente o início da etapa final de um projeto que promete redefinir a conectividade logística da região.

FONTE: MPOC Paraguai
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Logística

Fretes China–Brasil seguem pressionados, mas ritmo de alta começa a perder força

As empresas brasileiras que dependem de importações da Ásia, especialmente da China, continuam enfrentando um cenário desafiador no transporte marítimo internacional. Nas últimas seis semanas, o valor do frete para um contêiner de 40 pés na rota China–Brasil saltou de aproximadamente US$ 2.500 para patamares próximos de US$ 8.000, impulsionado principalmente pela forte demanda e gestão ativa dos espaços pelos armadores.

Diante desse cenário, a principal dúvida dos importadores é: os fretes continuarão subindo ou existe expectativa de alívio para o final de junho e julho?

Embora o mercado continue extremamente volátil, alguns indicadores sugerem que a velocidade das altas já não é a mesma observada ao longo do mês de maio. As principais companhias marítimas seguem operando com elevada ocupação e, em muitos casos, com embarcações lotadas semanas antes da partida. No entanto, o volume de novas consultas e reservas começa a apresentar um comportamento mais moderado em comparação aos períodos anteriores.

Segundo Simone Rodrigues, especialista em Pricing da Schryver Logistics, ainda é cedo para afirmar que o mercado iniciou um movimento consistente de queda. “O cenário permanece bastante volátil. Embora a intensidade das altas tenha diminuído em relação às últimas semanas, a evolução dos fretes continuará dependendo principalmente da oferta efetiva de espaço disponível, da ocorrência de omissões de escalas e das estratégias de capacidade adotadas pelos armadores. Neste momento, ainda não existem sinais consistentes que indiquem uma redução imediata dos fretes”, explica.

Outro fator observado pelo mercado é a crescente resistência dos importadores aos níveis atuais de frete. Após sucessivos reajustes, muitas empresas passaram a reavaliar compras, reduzir volumes ou postergar embarques, o que pode contribuir para uma desaceleração da pressão sobre os preços ao longo das próximas semanas.

Apesar disso, a disponibilidade de espaço continua sendo um fator crítico. Em diversas operações, reservas seguem sendo realizadas com três a quatro semanas de antecedência, exigindo maior planejamento por parte dos embarcadores.

O que esperar para as próximas semanas?

A expectativa é que o mercado permaneça pressionado durante a segunda quinzena de junho, ainda sujeito a reajustes pontuais por parte dos armadores. Ao mesmo tempo, começam a surgir alguns sinais de acomodação, incluindo ofertas abaixo dos patamares máximos observados recentemente em determinadas operações. Caso a demanda continue apresentando sinais de moderação e a oferta de espaço melhore gradualmente, aumentam as chances de flexibilização dos preços ao longo do mês de julho.

No entanto, especialistas alertam que qualquer movimento de redução dependerá diretamente do equilíbrio entre oferta e demanda. A entrada de navios adicionais, a redução de omissões de escalas e uma maior disponibilidade de equipamentos podem favorecer um ambiente mais estável. Por outro lado, novas restrições de capacidade poderão manter os fretes em níveis elevados por mais tempo.

Planejamento continua sendo a principal estratégia

Diante da volatilidade atual, a recomendação para os importadores continua sendo o planejamento antecipado dos embarques. Adiar decisões na expectativa de uma queda imediata dos fretes pode resultar em dificuldades para obtenção de espaço, atrasos operacionais e custos adicionais. Em um mercado ainda sujeito a mudanças rápidas, garantir espaço e equipamentos continua sendo tão importante quanto negociar tarifas competitivas.

Por outro lado, para cargas sem urgência e com flexibilidade de prazo, vale acompanhar atentamente o comportamento do mercado nas próximas semanas, pois começam a surgir indícios de que o ciclo de alta está se aproximando do seu limite.

O consenso entre os agentes de mercado é que o movimento de alta ainda não terminou, mas já apresenta sinais de perda de intensidade. A tendência de curto prazo continua sendo de um mercado firme, porém a probabilidade de novas altas expressivas parece menor do que a observada nas últimas seis semanas.

Nesse contexto, planejamento, agilidade na tomada de decisão e acompanhamento constante das condições de mercado permanecem como os principais fatores para reduzir riscos e garantir maior previsibilidade nas operações de importação

TEXTO:  RECONECTA NEWS

IMAGEM: ILUSTRATIVA / MAGNIFIC

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