Logística

Como a Amalog transforma a logística com seus três pilares estratégicos

A Amalog, referência em soluções logísticas inovadoras, construiu sua atuação com base em três pilares fundamentais: Facilidade Imediata, Previsibilidade Imediata e Economia Imediata. Cada um deles reflete o compromisso da empresa em oferecer agilidade, controle e eficiência para o setor de transporte e logística no Brasil.

Facilidade Imediata: agilidade em cada etapa

No primeiro pilar, a palavra-chave é agilidade.

A Amalog simplifica processos do início ao fim, garantindo que cada etapa — da cotação à entrega — aconteça de forma rápida, clara e sem burocracia. Com tecnologia de ponta e inovação aplicada, a empresa reduz complexidades e entrega operações mais eficientes e dinâmicas.

Previsibilidade Imediata: transparência e controle em tempo real

O segundo pilar é guiado pelo controle.

Com tecnologia e comunicação clara, a Amalog garante que clientes acompanhem o status das entregas em tempo real, sem surpresas indesejadas. O DMS (Sistema de Gerenciamento de Entregas) permite monitoramento completo da operação, além de follow ups automáticos, transparência nos processos e maior segurança em toda a cadeia logística.

Economia Imediata: redução de custos e maior eficiência

O terceiro pilar é a economia.

As soluções da Amalog otimizam rotas, reduzem desperdícios e aumentam a competitividade das operações. A ferramenta de cotação online disponibiliza valores de frete rápidos e precisos, permitindo que empresas tenham mais controle sobre seus custos logísticos. O resultado é simples: menos gastos, maior eficiência e ganhos de margem.

Tecnologia como aliada da logística

Com esses três pilares, a Amalog se consolida como pioneira no segmento logístico, oferecendo uma combinação estratégica de tecnologia, inovação e transparência. Para empresas que buscam operações mais ágeis, seguras e competitivas, a Amalog se posiciona como uma parceira essencial.

Sobre a Amalog

Fundada com o propósito de transformar a logística por meio da tecnologia e automação, a Amalog vem expandindo sua atuação nos últimos sete anos. Com sede em Santos (SP) e unidades operacionais em pontos estratégicos como Itajaí (SC), Cachoeirinha (RS), São José dos Pinhais (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e Manaus (AM), a empresa se destaca pela integração entre modais e simplificação de processos.

Um de seus principais diferenciais é a Plataforma Amalog de Serviços (PAS), que conecta todos os envolvidos no processo logístico e de comércio exterior, permitindo gestão em tempo real, redução de burocracias e maior controle operacional.

TEXTO: REDAÇÃO

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Logística, Tecnologia

China lidera revolução logística com porto 100% automatizado e movido a energia limpa

O porto inteligente de Tianjin, na China, marca um avanço histórico ao se tornar o primeiro porto do mundo totalmente automatizado e abastecido por energia limpa. A estrutura representa um marco na logística global, combinando tecnologia de ponta, eficiência energética e sustentabilidade ambiental.

Operando com guindastes autônomos, veículos automatizados e sistemas inteligentes integrados ao satélite Beidou, o porto realiza todas as operações de carga e descarga sem intervenção humana direta. Todo o processo é alimentado por fontes renováveis, reforçando o compromisso chinês com a redução de emissões e a modernização do setor marítimo.

Eficiência, segurança e sustentabilidade em um só modelo

A iniciativa eleva os padrões internacionais de eficiência logística e segurança portuária, tornando-se referência para infraestruturas marítimas sustentáveis em todo o mundo. Especialistas classificam o porto de Tianjin como um modelo global que une automação, inteligência artificial e energia limpa em larga escala.

China amplia liderança tecnológica e desafia o Ocidente

De acordo com análises do setor, a China é responsável por 80% da produção mundial de robôs industriais, ultrapassando Estados Unidos, Alemanha e Japão em densidade robótica por trabalhador. Esse domínio reforça a posição do país como líder na automação portuária e na indústria 4.0.

Especialistas alertam que, sem investimentos robustos em inovação, IA e infraestrutura, o Ocidente pode se tornar dependente da tecnologia chinesa, não apenas em produtos, mas também em processos produtivos estratégicos.

O futuro dos portos: autônomos e sustentáveis

A transição para portos autônomos e 100% verdes é vista como o modelo produtivo do futuro, oferecendo tanto riscos quanto oportunidades para outras economias. Investir em automação, energia renovável e tecnologia inteligente será essencial para garantir competitividade, eficiência operacional e segurança global nas próximas décadas.

FONTE: Jornal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGENS: Reprodução/Jornal Portuário
VÍDEO: @pixnewsms

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Logística

Operadores Logísticos ampliam presença e fortalecem integração entre regiões do Brasil

O setor de Operadores Logísticos (OLs) vive um momento de forte crescimento e expansão territorial no Brasil. De acordo com o mais recente estudo “Perfil dos Operadores Logísticos”, elaborado pela Associação Brasileira de Operadores Logísticos (Abol), 48% das empresas do setor já atuam nas cinco regiões brasileiras, enquanto 59% ampliaram sua cobertura geográfica nos últimos anos. Além disso, 40% das companhias passaram a oferecer serviços de logística internacional, reforçando o avanço consistente e a diversificação das operações.

Descentralização logística avança fora do eixo Sudeste

Embora o Sudeste ainda concentre 94% das operações logísticas do país, o estudo aponta crescimento expressivo nas demais regiões. O Norte registrou salto de 25% para 51% de presença desde 2020; o Nordeste evoluiu de 43% para 69%; e o Centro-Oeste subiu de 37% para 70%. Já o Sul avançou de 63% para 76%, consolidando-se como uma das regiões mais estruturadas do setor.
Esses números evidenciam um movimento de descentralização da logística nacional, impulsionado pela ampliação da infraestrutura, aumento da capilaridade e melhor distribuição dos serviços logísticos em áreas antes menos atendidas.

Integração e equilíbrio das cadeias produtivas

A expansão dos Operadores Logísticos reflete a maturidade do setor e sua importância estratégica para a integração econômica do Brasil. A presença mais equilibrada entre as regiões contribui para reduzir desigualdades regionais, otimizar o transporte de cargas e fortalecer as cadeias produtivas, promovendo mais eficiência e competitividade no mercado nacional.

Abol reforça papel do setor e busca segurança jurídica

O estudo “Perfil dos Operadores Logísticos” reúne indicadores de desempenho, desafios e evolução do segmento, oferecendo uma visão ampla sobre as transformações e tendências do mercado. A Abol, entidade responsável pela publicação, atua desde 2012 na representação e defesa do setor, com o objetivo de regulamentar a atividade, garantir segurança jurídica, estimular a competitividade e promover a sustentabilidade.
Atualmente, as empresas associadas à Abol — nacionais e multinacionais — respondem por cerca de 16% da Receita Bruta do mercado logístico brasileiro, atendendo diversas cadeias produtivas em todo o país.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Rumo é a 1ª ferroviária do Brasil a usar Starlink nas locomotivas

Tecnologia acoplada às locomotivas garante comunicação ininterrupta e maior segurança operacional

A Rumo, operadora de ferrovias do Brasil, acaba de alcançar um feito inédito no transporte ferroviário ao se tornar a primeira do país a adotar a tecnologia Starlink, da SpaceX, em suas locomotivas. A inovação, neste modelo, garante comunicação estável entre os trens e o Centro de Controle, mesmo em áreas com cobertura limitada ou sem sinal, garantindo operações mais seguras, ágeis e totalmente conectadas em tempo real.

A Starlink complementa os sistemas de comunicação já usados pela Rumo, como rede móvel e satélite tradicional, funcionando como uma “terceira via” de conexão. Antenas especiais instaladas nas locomotivas se conectam a satélites em órbita baixa, permitindo que as informações circulem quase em tempo real, o que, no mundo da tecnologia, significa baixa latência, ou seja, um atraso mínimo no envio dos dados. Testes de campo mostraram estabilidade de sinal superior a 97%, permitindo a transmissão de dados operacionais, suporte técnico remoto e atualizações de software sem impactar a circulação dos trens.

O investimento amplia a segurança, permitindo atendimento ágil e eficiente às composições, em caso de ocorrências durante o percurso. O recurso já foi aplicado com sucesso em áreas de difícil acesso em São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Tocantins.

Para o diretor de Tecnologia da Rumo, Marco Andriola, a iniciativa reforça a vocação da empresa para inovar e liderar a implementação de novas tecnologias, garantindo mais eficiência operacional. “Essa solução não apenas garante a continuidade das nossas operações em qualquer cenário, como também abre caminho para um futuro com trens cada vez mais conectados, inteligentes e seguros”, afirma.

A instalação da Starlink começou em fevereiro deste ano e a meta é ter cerca de 400 locomotivas equipadas até o fim de setembro. O projeto coloca a Rumo na vanguarda da modernização da comunicação ferroviária, mostrando como tecnologias de ponta podem ser aplicadas de forma prática e segura para transformar o transporte sobre trilhos no Brasil e no mundo.

FONTE: Modais em Foco
IMAGEM: Reprodução/Rumo

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Comércio, Logística

Rota expressa China-Europa pelo Ártico conclui sua primeira viagem

Um navio de carga cheio de 4.890 contêineres padrão partiu do porto de Zhoushan, em Ningbo, leste da China, atravessou o Círculo Polar Ártico em 20 dias de viagem e chegou no dia 13 ao Porto de Felixstowe, maior porto de contêineres do Reino Unido, marcando com sucesso a abertura da primeira rota de navegação rápida de contêineres entre a China e a Europa através do Ártico no mundo.

A rota atravessa o canal de navegação noroeste do Ártico para chegar à Europa. Assim, o tempo de trânsito de ida desde o Porto de Zhoushan até o de Felixstowe pode diminuir 22 dias em comparação com as rotas tradicionais, diminuindo em cerca de 50% de emissão de carbono por ida.

FONTE: CMG
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Logística

Multilog reduz em 75% o tempo de liberação de cargas com automação da averbação de importações

A Multilog, uma das maiores operadoras de logística integrada do Brasil, alcançou uma redução de 75% no tempo médio de liberação de cargas em seus recintos alfandegados com a implantação da Automação da Averbação de DI (Declaração de Importação). A inovação faz parte do processo de transformação digital da companhia, consolidando sua posição como referência em eficiência e modernização no comércio exterior brasileiro.

Liberação de cargas em menos de 30 minutos

Com a automação, o tempo médio de liberação caiu de duas horas para menos de 30 minutos, gerando uma economia estimada de R$ 1,5 milhão apenas em tempo de equipe no último ano. Além da agilidade, a tecnologia trouxe padronização nacional, redução de custos operacionais, eliminação de deslocamentos e fortalecimento da cultura orientada a dados.

Os importadores também foram beneficiados, com menor custo de armazenagem e transporte, mais previsibilidade e transparência e processos aduaneiros mais ágeis e precisos. Já a Receita Federal do Brasil (RFB) passou a contar com informações mais confiáveis e rastreáveis, o que contribuiu para reduzir inconsistências, consultas manuais e melhorar o compliance aduaneiro.

Segundo a Multilog, a Receita participou do projeto desde o início, com alinhamentos técnicos e operacionais para garantir que todas as etapas respeitassem as normas legais. Com isso, todo o fluxo — da recepção da DI às validações fiscais, liberações e entrega das cargas — passou a ocorrer de forma totalmente automatizada, com notificações automáticas e visibilidade completa ao cliente.

“A Multilog é pioneira no Brasil na automação completa e em escala nacional. A Automação da Averbação de DI elevou o padrão de eficiência do comércio exterior, trazendo ganhos concretos para a Receita Federal, os clientes e o mercado”, destacou Leonardo Moura, gerente de TI da empresa.

Jornada rumo à automação completa

A digitalização da averbação de DI começou em 2016, quando a Multilog automatizou apenas etapas básicas, como a validação do status do documento aduaneiro. Ainda assim, atividades como pagamento de impostos, validação de notas fiscais e verificação de eventos Siscarga eram feitas manualmente.

Em 2024, a companhia implementou a automação total de ponta a ponta, cobrindo desde a recepção dos documentos até a entrega final das mercadorias. Antes da mudança, o processo era altamente manual e descentralizado, com tempo médio (SLA) de duas horas por DI, explicou Moura.

O projeto, desenvolvido internamente, levou seis meses entre a fase de planejamento e a implantação nas primeiras unidades alfandegadas. Entre os diferenciais, estão a integração total com os sistemas internos Genius e SARA, a padronização nacional e a orquestração completa do processo aduaneiro.

Reconhecimento em inovação logística

A iniciativa rendeu à Multilog o Prêmio Comex Tech Fórum 2025, que reconhece empresas inovadoras do setor de comércio exterior. O compromisso contínuo da companhia com a inovação, a excelência operacional e a sustentabilidade também lhe garantiu destaque em premiações como o IT Forum 100+ Inovadoras e o TOTVS Brasil que Faz 2025.

FONTE: R7
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Multilog

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Logística

Câmara avança em adesão ao sistema TIR e abre caminho para integração logística global

A tramitação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 655/2025, que aprova a adesão do Brasil à Convenção Aduaneira sobre o Transporte Internacional de Mercadorias ao Abrigo das Cadernetas TIR (Convenção TIR), marca um passo histórico rumo à integração logística internacional. A proposta já avança na Câmara dos Deputados.

“Estamos acompanhando de perto o processo legislativo e defendemos uma implementação técnica, gradual e justa, que assegure competitividade e proteção aos operadores brasileiros”, explica o presidente do SINDICOMIS NACIONAL e da ACTC, Luiz Ramos.

O que é a Convenção TIR

Celebrada sob os auspícios da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975 e atualmente em vigor em mais de 70 países, a Convenção TIR estabelece um sistema internacional padronizado de trânsito aduaneiro. Por meio das chamadas Cadernetas TIR, selos únicos reconhecidos entre países signatários, o regime visa reduzir burocracias, custos e prazos no transporte internacional de cargas.

Com a adesão, o Brasil se integraria a esse sistema global, com impactos diretos na competitividade logística, especialmente nas rotas terrestres do Mercosul e da América do Sul.

Adesão sim, mas com responsabilidade técnica

O SINDICOMIS NACIONAL e a ACTC têm participado ativamente das discussões técnicas, apresentando propostas para garantir que a implementação do regime proteja os interesses dos operadores brasileiros, assegure prazos adequados de adaptação e promova apoio técnico e financeiro às empresas do setor.

“A adesão à Convenção TIR é positiva e necessária, mas deve ser acompanhada de um plano nacional sólido de execução, com participação efetiva das entidades representativas. É isso que estamos defendendo junto ao Congresso Nacional e à Receita Federal”, afirma Ramos.

Para proteger e maximizar os interesses dos associados, as entidades entendem ser essencial buscar inclusão e esclarecimento no texto do projeto em relação aos seguintes pontos:

  1. Prazos de adaptação escalonados: permitir que os operadores adaptem gradualmente veículos, contêineres e processos, com prazos razoáveis antes da obrigatoriedade plena.
  2. Apoio ou subsídios técnicos e financeiros: criar incentivos (subsídios, linhas de crédito, assistência técnica) para que empresas de menor porte consigam se adequar às exigências do regime.
  3. Limitação proporcional das garantias exigidas: estabelecer que o valor das garantias ou cauções seja proporcional ao risco estimado da operação, com faixas progressivas que favoreçam operadores menores.
  4. Regulamentações complementares claras e estáveis: garantir que as normas complementares (aduaneiras e de fiscalização) sejam transparentes, estáveis e com períodos de transição adequados, permitindo planejamento empresarial.
  5. Cláusulas de defesa e processo administrativo justo: assegurar prazos de correção, direito à ampla defesa e mecanismos educativos antes de sanções severas, com regime de advertência para infrações leves.
  6. Transparência e governança no sistema de emissão de Cadernetas TIR: definir critérios claros e auditáveis para escolha das entidades garantidoras e emissoras, assegurando concorrência leal, regulação justa e supervisão institucional.
  7. Mecanismos de monitoramento e avaliação pós-adesão: prever avaliações periódicas de impacto operacional e econômico, identificando gargalos fronteiriços e permitindo ajustes de política se os resultados não forem satisfatórios.
  8. Cláusula de reversão ou saída em caso de disfunções graves: incluir previsão legal para suspensão ou revisão do regime em situações de disfunção grave, sem penalizar operadores de boa-fé.
  9. Harmonização com regimes aduaneiros já existentes: evitar conflitos com tratados e regimes especiais (Mercosul, acordos bilaterais, regimes de trânsito regional), garantindo compatibilidade operacional.
  10. Capacitação e suporte institucional: promover programas de capacitação, manuais técnicos e sistemas de teste, com apoio da Receita Federal e órgãos de fronteira, antes da implementação plena.

Próximos passos

O SINDICOMIS NACIONAL e a ACTC manterão seus associados e representados informados sobre cada etapa da tramitação do projeto e os próximos passos regulatórios junto às autoridades competentes.

FONTE: Sindicomis
IMAGEM: Reprodução/Sindicomis

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Logística

Brasil amplia em 279 km sua hidrovia navegável

Com R$ 30 bilhões previstos até 2026, MPor aposta no transporte hidroviário como alternativa eficiente para o escoamento de cargas

Em dois anos, o Brasil ampliou em 279 quilômetros a extensão total de suas vias hidroviárias economicamente navegáveis. O número passou de 20,1 mil quilômetros, em 2022, para 20,4 mil quilômetros, em 2024, um crescimento de 1,39%. Os dados fazem parte do Estudo de Vias Aquaviárias Interiores Economicamente Navegáveis (VEN), produzido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) a cada dois anos, e aprovado na última Reunião Ordinária de Diretoria (ROD).

Entre 2023 e 2026, o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) prevê R$ 30 bilhões em investimentos em concessões no setor portuário e hidroviário, fortalecendo a infraestrutura logística nacional e ampliando a participação do transporte aquaviário na economia brasileira. “Os investimentos em infraestrutura hidroviária são fundamentais para tornar o transporte mais eficiente, reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade, fortalecendo toda a cadeia econômica e produtiva do país”, destacou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

O levantamento da Antaq sobre a matriz de transporte hidroviário de cargas e passageiros, com base em dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), traz um panorama detalhado por região hidrográfica, confirmando o protagonismo do Norte, que apresentou o maior crescimento da malha, com 3,56% de acréscimo.

Com a atualização a proporção entre a malha hidroviária economicamente navegável (20,4 mil km) e a prevista no Plano Nacional de Viação (PNV), de 41,7 mil km, passou para quase 49%, revelando o grande potencial ainda a ser explorado. Estudos apontam que o Brasil possui mais de 42 mil quilômetros de rios navegáveis, enquanto apenas cerca de 20 mil quilômetros estão em uso.

O modal é considerado um dos mais sustentáveis, pois emite até cinco vezes menos poluentes que o transporte rodoviário e 1,5 vez menos carbono que o ferroviário. Além de reduzir custos de operação e implementação, as hidrovias também aumentam a segurança logística, com menor índice de acidentes e roubos de carga.

A expectativa é de que, com a expansão das concessões, a movimentação de cargas alcance entre 25 e 30 milhões de toneladas por ano até 2030. O transporte hidroviário tem se mostrado uma alternativa competitiva e ambientalmente vantajosa para o escoamento de grãos, minérios e outros produtos destinados à exportação.

Hidrovia do Paraguai

O Plano Geral de Outorgas (PGO 2023), elaborado pela Antaq e aprovado pelo MPor, definiu seis hidrovias como prioritárias para concessão: rios Madeira, Tapajós, Tocantins e Paraguai, além de Barra Norte (Hidrovia Verde) e Lagoa Mirim (RS).

A Hidrovia do Paraguai será a primeira a ter edital publicado, previsto para o primeiro semestre de 2026. Com cerca de 600 quilômetros de extensão em território brasileiro, a hidrovia é estratégica para o escoamento de cargas no Centro-Oeste. A concessão compreende o Tramo Sul, o Canal do Tamengo e as infraestruturas associadas, abrangendo o trecho entre Corumbá (MS) e a foz do Rio Apa.

Com a futura concessão, o espaço contará com calado operacional de 3 metros em períodos de cheia e de 2 metros na estiagem, garantindo trafegabilidade durante a maior parte do ano. A próxima etapa será a consolidação dos estudos finais, que serão submetidos ao Tribunal de Contas da União (TCU). Após a aprovação do órgão de controle, o edital será publicado e o leilão poderá ser realizado.

FONTE: Modais em Foco
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Câmara aprova acordo internacional sobre transporte de cargas TIR

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (9) o Projeto de Decreto Legislativo (PDL 655/25), que ratifica a Convenção Aduaneira sobre o Transporte Internacional de Mercadorias ao Abrigo das Cadernetas TIR. O texto, relatado pelo deputado Alex Manente (Cidadania-SP), será agora analisado pelo Senado.

O Brasil mantém acordos internacionais de transporte de cargas com diversos países e entidades, e, conforme a Constituição, esses instrumentos precisam do aval do Congresso Nacional para serem implementados.

O que é o sistema TIR

O TIR (Transportes Internacionais Rodoviários) é um sistema global de trânsito de mercadorias criado pela Organização das Nações Unidas em 1949 e atualizado em 1975. Implementado como uma parceria público-privada, o TIR facilita a circulação de cargas entre quase 80 países.

Benefícios e funcionamento das Cadernetas TIR

As Cadernetas TIR permitem que transportadores autorizados operem sob um regime aduaneiro simplificado. Esse sistema oferece benefícios como:

  • Circulação de veículos e contêineres com selos alfandegários específicos
  • Sistema de garantia internacional
  • Reconhecimento recíproco dos controles aduaneiros
  • Acesso controlado ao sistema TIR

Para usufruir dessas vantagens, é necessária a aprovação de veículos e contêineres, além do cumprimento de todas as normas internacionais do acordo.

FONTE: Agência Câmara de Notícias
TEXTO: Redação
IMAGEM: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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Evento, Logística

EMASFI Group reforça presença estratégica na Sindetrap e destaca expansão internacional durante a ETRANSPi 2025

Empresa referência em soluções contábeis marca presença no principal evento do transporte rodoviário da região e celebra 25 anos de inovação e crescimento global.

O EMASFI Group, multinacional brasileira de referência no setor contábil, marcou presença na Etranspi 2025, evento promovido pelo Sindetrap (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Piracicaba e Região), realizado entre os dias 16 e 18 de setembro no SEST SENAT Piracicaba. A participação reforçou a conexão da empresa com o setor logístico e o compromisso em oferecer soluções contábeis integradas para transportadoras e empresas que movimentam o Brasil.

Parceria que impulsiona o transporte e a gestão empresarial

O EMASFI Group participou ativamente das ações no espaço do Sindetrap, que completou 45 anos de atuação em 2025. O estande foi projetado para fomentar o relacionamento entre empresários, gestores e profissionais do transporte, promovendo networking e a troca de experiências sobre inovação, sustentabilidade e eficiência operacional.

Para o CEO do EMASFI, Eduardo Camargo, a participação no evento reforça o papel da empresa como parceira estratégica do setor. “O transporte é um dos motores da economia brasileira, e nossa missão é apoiar essas empresas com gestão contábil eficiente, compliance e tecnologia. O Sindetrap é um espaço fundamental para gerar conexões e fortalecer esse ecossistema”, destaca.

De empresa familiar a multinacional presente em mais de 50 países

Com 25 anos de história, o EMASFI Group evoluiu de uma empresa familiar fundada por José Eduardo Ferreira Camargo para uma multinacional presente em mais de 50 países. O crescimento ganhou força a partir de 2020, com a associação a uma empresa holandesa de contabilidade e, posteriormente, a uma fusão com uma companhia chilena do mesmo segmento.

Atualmente, o grupo conta com mais de 1.000 clientes e 120 colaboradores, com escritórios em Vinhedo (SP), São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Segundo Camargo, o avanço internacional veio da necessidade de unificar serviços e atender empresas globais com eficiência e integração. “Percebemos que muitas organizações sofriam com a fragmentação do serviço contábil em países diferentes. Nossa proposta é oferecer uma gestão única, ágil e conectada em qualquer lugar do mundo.”

Tecnologia, consultoria e eficiência tributária

O diferencial da EMASFI está em sua abordagem consultiva e no uso de tecnologia de ponta para otimizar processos, reduzir riscos e melhorar o fluxo de caixa das empresas. Com um time altamente qualificado, o grupo atua como parceiro estratégico de empresas que buscam crescimento sustentável e conformidade com as melhores práticas de governança. “Nosso compromisso é vestir a camisa do cliente, oferecendo soluções estratégicas para otimizar a carga tributária e potencializar resultados”, reforça o CEO.

Sindetrap e Etranspi: o palco da inovação no transporte

A Etranspi consolidou-se como a maior feira de negócios do setor de transporte rodoviário da região de Piracicaba, reunindo empresas, entidades e parceiros institucionais como CNT, FETCESP, SEST SENAT e NTC&Logística.

Durante os três dias de evento, o público teve acesso a serviços exclusivos do Sindetrap, encontros estratégicos e apresentações de soluções que impactam diretamente o transporte de cargas no país.

A participação do EMASFI Group reforçou a importância da integração entre contabilidade, logística e tecnologia como pilares para a modernização do setor.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGENS: DIVULGAÇÃO

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