Comércio Exterior, Exportação, Industria

Setor moveleiro debate estratégias para ampliar mercados de exportação

Indústrias estudam impactos de tarifas e da economia norte-americana nas vendas externas; EUA são principal destino das exportações do segmento em SC, com 48,4% do total em 2024

 A indústria de móveis de Santa Catarina acompanha o desempenho das exportações do setor e avalia estratégias para vencer potenciais desafios diante do comportamento da economia dos Estados Unidos – principal comprador externo de móveis de madeira do estado. O país foi o destino de 48,4% das exportações catarinenses em 2024.

Em reunião da Câmara da Indústria do Mobiliário da Federação das Indústrias de SC (FIESC) realizada nesta quinta (26), a presidente da Câmara de Comércio Exterior, Maria Teresa Bustamante, destacou que desde o tarifaço e da abertura de uma investigação pelo governo dos EUA para avaliar o impacto das importações de madeira e seus derivados na segurança do país – a chamada seção 232, o segmento vem estudando estratégias para os desafios decorrentes da elevação de tarifas.

Estudo da FIESC aponta ainda que uma possível desaceleração da economia norte-americana também poderá ter efeitos sobre as encomendas de produtos brasileiros, já que a expectativa é de que, com uma inflação maior por lá e uma manutenção de juros, haveria redução de demanda. 

A despeito da concentração de vendas aos Estados Unidos, Maria Teresa destaca que as exportações catarinenses de móveis de madeira têm destinos diversificados. “O setor tem uma clara capacidade de abertura de mercados, o que se reflete em oportunidades para ampliar essas parcerias e reduzir o impacto das exportações para os Estados Unidos”, afirmou.

Potência no estado

Análise da FIESC mostrou ainda o forte encadeamento produtivo local do setor de móveis, evidenciando ainda mais a relevância do segmento para o estado. O estudo mostra que 65% dos insumos do segmento têm origem em SC, e 43% da produção tem como destino o consumo das famílias no próprio estado. A análise mostra que R$ 100 milhões em pedidos geram R$ 318 milhões em produção, capazes de se refletir na geração de 2,8 mil empregos.

Apesar do dinamismo do ramo, a atração e a formação de profissionais qualificados é um desafio. Para fortalecer a imagem do setor e apresentá-lo como atrativo para uma carreira, um o polo moveleiro do Planalto Norte criou o AMPLIA, com foco em construir estratégias que contribuam com a valorização e o desenvolvimento sustentável, através do aperfeiçoamento profissional, da qualidade de vida e da evolução tecnológica do setor moveleiro da região. “Com a participação das empresas e das entidades parceiras, estamos buscando soluções para oferecer qualificação e oportunidades de trabalho no setor, mostrando que é inovador, tecnológico e pode ser uma opção para os jovens entrarem no mercado de trabalho”, informa o vice-presidente da FIESC para o Planalto Norte e presidente da Câmara de Desenvolvimento da Indústria do Mobiliário, Arnaldo Huebl.

Fonte: FIESC

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Investimento, Portos

Presidente do Porto de São Francisco detalha investimentos de R$ 340 milhões em infraestrutura, durante evento na Fiesc

Duas importantes obras de infraestrutura, com início previsto para 2025, vão aprimorar a logística e facilitar o acesso ao Complexo Portuário da Baía da Babitonga, no Norte catarinense. São elas, a dragagem de aprofundamento e alargamento do canal de acesso à Baía e a obra da terceira faixa da BR-280, no acesso ao Porto, que será realizada com recursos próprios do terminal portuário.

O detalhamento destas obras foi apresentado pelo presidente do Porto de São Francisco do Sul, Cleverton Vieira, durante um debate na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), nesta terça-feira, 17, em Florianópolis. O evento abordou a mobilidade urbana no entorno da BR-280, principal acesso ao Complexo Portuário.

“Até 2026, com o aprofundamento para 16 metros, os portos da Babitonga terão condições de receber navios maiores, de 366 metros, com capacidade plena”, explicou Vieira, acrescentando que a licitação já está em curso e resultado da empresa vencedora para realizar a obra será conhecido no dia 4 de julho.

Com um investimento de R$ 324 milhões, a dragagem é caracterizada por dois aspectos inéditos e inovadores. Pela primeira vez no Brasil, um porto público firma parceria com um porto privado para a realização de uma obra desta natureza.  Além disso, parte dos sedimentos retirados do mar será destinada ao engordamento de sete quilômetros da praia de Itapoá, que nos últimos anos, tem sofrido com erosão marítima.

O presidente do Porto de São Francisco também detalhou a obra da terceira faixa da BR-280, no acesso ao terminal portuário. “São R$ 12,4 milhões de recursos próprios do Porto para facilitar a chegada e saída dos caminhões”.

No debate, o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Santa Catarina, Alysson de Andrade, parabenizou e agradeceu a diretoria do Porto por viabilizar esta obra da terceira faixa da BR-280.

Participaram também do evento o secretário adjunto de Portos, Aeroportos e Ferrovias (SPAF), Ivan Amaral, e o diretor de Integração de Modais da SPAF, Lucas Sampaio Ataliba.

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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Evento, Sustentabilidade

Mercado de carbono e mudança climática são temas de debate na FIESC

Reunião conjunta da Câmara de Meio Ambiente e do Comitê de Logística Reversa traz especialistas para discutir estratégias de descarbonização e resiliência para as indústrias de SC

O desafio da descarbonização e o papel das indústrias no fomento à adoção de práticas mais sustentáveis entre seus fornecedores são temas da reunião que a Câmara de Meio Ambiente e Sustentabilidade e o Comitê Logística Reversa da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) realizam no próximo dia 10 de junho. 

O evento vai trazer a experiência da Engie e da Descarbonizar – empresa especializada em tornar cadeias de suprimentos mais sustentáveis -, além de um debate sobre o mercado de carbono no Brasil. 

O evento híbrido está marcado para às 10h, e pode ser acompanhado presencialmente na sede da FIESC ou online. Faça sua inscrição.

Fonte: FIESC

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Evento

FIESC promove missão à maior feira do setor alimentício, na Alemanha

Anuga deve reunir 7,9 mil expositores de 120 países entre 4 e 8 de outubro na cidade de Colônia; inscrições vão até 30/6

Conhecer as principais tendências e inovações do setor de alimentos e bebidas e promover o acesso a fornecedores de todo o mundo. Esses são os objetivos da missão que a Federação das Indústrias de SC (FIESC) promove para a Anuga, maior evento mundial do setor que ocorre em Colônia, na Alemanha.

As inscrições para participar da comitiva vão até o dia 30/06. O evento, que reúne os principais players globais da cadeia de alimentos e bebidas em 10 feiras simultâneas de diferentes ramos da cadeia, contou com cerca de 7,9 mil expositores e 140 mil visitantes de mais de 200 países em sua última edição.

A missão está sendo organizada pela Federação industrial gaúcha e a programação conta com um seminário preparatório online, circuitos temáticos guiados com tradução pela feira e visitas técnicas a empresas alemãs.

Além de áreas de exposições, a Anuga também contempla palestras, painéis e seminários. A feira ocorre de 4 a 8 de outubro em Colônia, na Alemanha.

SERVIÇO:
Inscrições até: 30/06
Data do evento: 04 a 08 de outubro de 2025

Fonte: FIESC

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Comércio, Evento, Mercado Internacional

“Não estamos no olho do furacão”, diz Tatiana Prazeres em evento na FIESC

Secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços participou de encontro nesta sexta (16), em Florianópolis

A secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Tatiana Prazeres, disse nesta sexta (16) que o Brasil está relativamente protegido no mercado global atual, marcado por incertezas e tensões desde a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos.

“Não estamos no olho do furacão”, afirmou durante evento promovido em Florianópolis pela Câmara de Comércio Exterior da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), presidida por Maria Teresa Bustamante.

Segundo Tatiana, o comércio global vive uma “nova ordem”, com revisão profunda na forma como os países se relacionam. Neste “cenário desafiador”, disse, a “resiliência das cadeias de produção ganha muita importância”.

A secretária destacou que o ambiente internacional atravessa uma fase de rupturas e transformações, impulsionada por seis vetores interligados:

1. Aumento do protecionismo (sozinho, não explica tudo);
2. Tensões geopolíticas crescentes (reconfiguram as cadeiras produtivas);
3. Crise do multilateralismo, da governança do comércio internacional (movimentos globais afetam inclusive os mercados mais conservadores);
4. Retorno das políticas industriais (é um reconhecimento da importância da indústria e dos empregos);
5. Aceleração da transformação digital (muda a competitividade dos países e amplia o comércio de serviços);
6. Interseção entre comércio e sustentabilidade (gera pressão por práticas empresariais mais sustentáveis; é algo que veio para ficar);

NEGOCIAÇÕES COMERCIAIS

Em relação aos acordos com outros países e blocos econômicos, Tatiana destacou que o Brasil tem ampliado sua agenda de negociações em 2025. Entre os avanços, citou tratativas com os Emirados Árabes Unidos e com a EFTA — bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Na América Latina, afirmou, há negociações em andamento com Panamá e El Salvador, além de discussões com o México. Também estão em curso iniciativas para aprofundar acordos com Colômbia, Chile e Bolívia, e modernizar o Mercosul. “Nossa proposta é priorizar e concluir, em vez de manter muitas agendas abertas”, disse.

EXPORTAÇÕES

Em relação às exportações, afirmou que ampliar a base exportadora é uma das prioridades para o Brasil. Hoje, apenas 1% das empresas brasileiras exporta, e a chance de uma companhia começar a exportar nos seus primeiros 10 anos de atividade também é de apenas 1%.

De acordo com o MDIC, Santa Catarina é o décimo estado que mais exporta. Os principais destinos são Estados Unidos, China, México, Argentina e Japão. Entre os produtos mais exportados estão carnes, motores elétricos, partes de máquinas e produtos de madeira.

A secretária elogiou a indústria catarinense, classificando-a como “sofisticada e diversificada”. “Quando vejo o perfil exportador de Santa Catarina em relação a outros estados, é diferenciado. Há diversidade setorial e valor agregado. Acima da média, claramente.”

RELEMBRE A ORIGEM DA CRISE

Em seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump tem reconfigurado o comércio global e causado incertezas mundo afora com um novo pacote de tarifas. Ele retomou uma política protecionalista, com aumento de tarifas de importação, especialmente contra produtos chineses. Segundo o governo dos EUA, o objetivo é proteger a indústria americana de concorrência desleal e reduzir a dependência da China em setores considerados estratégicos.

Fonte: FIESC

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Industria, Negócios, Tributação

Fator Tarifaço é tema de imersão da Academia FIESC de Negócios

Marcos Troyjo, Oliver Stuenkel, Constantin Jancsó e Fabrizio Sardelli Panzini estão entre os especialistas que vão participar do encontro, nos dias 21 e 22 de maio, da FIESC, em Florianópolis

Com o desafio de subsidiar indústrias catarinenses para fazer frente às mudanças que o mundo vem enfrentando com a nova configuração geopolítica e as tensões no comércio internacional, a Federação das Indústrias de SC (FIESC), por meio da Academia FIESC de Negócios, realizará imersão com foco no “Fator Tarifaço”.

O encontro, que ocorre nos dias 21 e 22 de maio, tem como foco preparar líderes e profissionais estratégicos das indústrias para compreender, antecipar e se posicionar de forma competitiva diante das transformações, convertendo riscos em oportunidades de crescimento e vantagem estratégica.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas aqui

Na programação estão profissionais como Oliver Stuenkel, especialista em risco geopolítico e colunista do Estadão e da Foreign Policy; Constantin Jancsó, economista do Bradesco; Marcos Troyjo, cientista político e membro do Conselho do Futuro Global do Fórum Econômico Mundial; Fabrizio Sardelli Panzini, diretor de políticas públicas e relações governamentais na AMCHAM, além de especialistas da FIESC.

Além do network, a imersão traz ainda a possibilidade de interação com os especialistas em atividades práticas. Também traz o case de internacionalização da Rohden, com apresentação do CEO do grupo, Jorge Luís Rohden, e do gerente de vendas internacionais da Rohden Artefatos de Madeira, Michel Cembranel.

Efeitos do tarifaço

A FIESC apresenta na imersão um estudo inédito da área de desenvolvimento industrial que traça os possíveis cenários decorrentes dos efeitos do tarifaço do governo norte-americano.

A ideia é mostrar aos participantes quais os destinos possíveis e prováveis do excedente de exportações chinesas, para que possam identificar oportunidades e potenciais ameaças em seus mercados.

O trabalho identificou todos os produtos importados da China pelos Estados Unidos, levando em conta as mais altas tarifas anunciadas pelos EUA, e quais países poderiam absorver esse excedente, considerando os custos de importação para esse novo destino, o potencial de mercado e também se já existem vendas chinesas daquele produto para o novo país.

Fonte: FIESC

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Negócios, Portos

Reunião na FIESC aborda situação e perspectivas do Porto de Itajaí

Encontro terá a participação de Anderson Pomini, diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), que assumiu a gestão do porto catarinense em janeiro

A situação atual e as perspectivas do Porto de Itajaí serão discutidas em reunião, nesta quarta-feira, dia 7, às 14 horas, na FIESC, em Florianópolis, e também com transmissão pelo YouTube da entidade. O encontro terá a participação de Anderson Pomini, diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), que assumiu a gestão do porto catarinense em janeiro deste ano. O evento é uma iniciativa conjunta do Conselho de Infraestrutura e da Câmara de Transporte e Logística da FIESC.

A reunião também contará com a participação de James Winter, membro da Comissão de Juristas responsáveis pela atualização e modernização da legislação portuária no Brasil (CEPORTOS).

Confira a programação

14 horas – Abertura
Mario Cezar de Aguiar – Presidente da FIESC
Egídio Antônio Martorano – Presidente da Câmara de Transporte e Logística da FIESC

14h30 – Comentários Gerais
James Winter – Membro CEPORTOS

14h45 – Porto de Santos e Itajaí – Situação Atual e Perspectivas
Anderson Pomini – Diretor-Presidente da Autoridade Portuária de Santos

15h45 – Questionamentos

16h – Encerramento

Fonte: FIESC

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Evento, Internacional

FIESC encerra missão aos Estados Unidos

Ao longo da semana, o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, e o diretor de inovação e competitividade da Federação, José Eduardo Fiates, participaram da maior feira de móveis do mundo, de reunião com investidores e com o cônsul-geral do Brasil em Miami

A Federação das Indústrias (FIESC) encerrou neste final de semana missão aos Estados Unidos. O presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, e o diretor de inovação e competitividade da instituição, José Eduardo Fiates, participaram da High Point Market — a maior feira de móveis do mundo, realizada na cidade de High Point, na Carolina do Norte. Também reuniram-se com o cônsul-geral do Brasil em Miami, André Odenbreit Carvalho, e com investidores norte-americanos.

“Identificamos um segmento importante de móveis que produzimos em Santa Catarina e que podemos incrementar as vendas para os Estados Unidos”, disse Aguiar, observando que há uma forte concorrência com países como o Vietnã e outros asiáticos. “Apesar da competição acirrada, temos toda a condição de alçar voos mais ousados e crescer nossa participação neste mercado, sempre focando em design e agregação de valor”, completou.

A Rotta Indústria de Móveis, de Caçador, foi uma das empresas brasileiras que expôs na feira — que teve a participação de cerca de 75 mil visitantes de 100 países. Aguiar destaca que Santa Catarina tem uma indústria de móveis e madeira formada por 6 mil indústrias — e as exportações do segmento no ano passado totalizaram US$ 1,6 bilhões de dólares.

Aguiar e Fiates também conheceram as universidades de High Point e da Carolina do Norte e reuniram-se com investidores norte-americanos, que chamaram a atenção para a necessidade de integração entre o Brasil e os países da América Latina com os Estados Unidos para formar um grande mercado — forte e competitivo. “Mas para isso, o Brasil precisa ter um ambiente de negócios melhor”, alertou Aguiar, salientando que os investidores relataram que a infraestrutura de transportes brasileira é um grande desafio. “Nas nossas missões, sempre ouvimos que o ambiente de negócios desafiador e a falta de infraestrutura adequada são obstáculos para quem investe e faz negócios com o Brasil”, afirma Aguiar.

Ainda durante a missão, eles reuniram-se com o cônsul-geral do Brasil em Miami, André Odenbreit Carvalho, e com o cônsul-adjunto, José Renato, e discutiram iniciativas ligadas à inovação e internacionalização. 

Fonte: FIESC

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Evento, Negócios, Notícias

FIESC realiza SC Day na Colômbia em julho

Evento focado nos segmentos de máquinas e equipamentos elétricos e máquinas agrícolas terá participação do governador

As oportunidades de exportações das indústrias de Santa Catarina para a Colômbia são o foco do evento SC Day Colômbia, que a Federação das Indústrias de SC (FIESC) organiza de 7 a 10 de julho, em Bogotá.

O evento, focado nos setores de máquinas e equipamentos elétricos e máquinas agrícolas, terá participação do governador Jorginho Mello, de membros do governo e industriais de SC. A escolha dos setores levou em conta estudo de inteligência comercial e a identificação de oportunidades na Colômbia.

Entre os ramos com potencial exportador estão a fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria de laticínios, desde a produção de leite até equipamentos de refrigeração. A avicultura também é outro ramo com demanda por produtos. A indústria colombiana também tem demandas no setor de máquinas e equipamentos elétricos.

A iniciativa da Federação tem como objetivo fomentar parcerias comerciais entre a indústria catarinense e empresas colombianas, de forma a intensificar o comércio internacional. Durante o SC Day Colômbia, indústrias de SC poderão apresentar seus produtos para compradores selecionados em rodadas de negócios com suporte da FIESC, além da visita à AgroExpo.

A agenda traz ainda apresentações sobre os diferenciais de SC e do setor industrial catarinense a potenciais parceiros colombianos.  

As inscrições para empresas que desejam iniciar ou intensificar relações comerciais com a Colômbia podem ser feitas no site https://fiesc.com.br/scday. As vagas são limitadas.

Fonte: FIESC

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Industria, Inovação, Marketing, Notícias

Empresa de Brusque conquista primeiro lugar em desafio de inovação da Fiesc

Grupo se destacou entre equipes de outras grandes empresas

A empresa Fischer, de Brusque, conquistou o primeiro lugar no Desafio de Desenvolvimento e Inovação da Academia de Negócios da Fiesc. A premiação é resultado da participação no curso de extensão “Desenvolvimento de Produtos Inovadores para a Neoindustrialização – DPIN Fomento”, que teve duração de seis meses e contou com o apoio do BRDE.

A equipe da empresa foi formada por funcionários de diferentes áreas da empresa: Fausto Estevao Zanatta (gestor de processos), Giorgio Leandro De Souza (gestor de engenharia), Jean Carlo De Matos (projetista e designer), Roberto Gonzaga (gestor financeiro) e Taina Schwamberger (gestora de marketing). O grupo se destacou entre equipes de outras grandes empresas, como a FGM Dental Group e a Schulz Compressores, apresentando soluções com alto potencial de impacto e inovação real.

Conforme o sócio da Fischer, Edemar Fischer, o reconhecimento é fruto do empenho e da capacidade do time de pensar além do convencional. “Inovação está no DNA da Fischer, e ver nossos talentos se destacando em meio a grandes nomes da indústria só reforça nosso compromisso com o futuro”.

O projeto apresentado pela equipe vencedora seguirá em desenvolvimento dentro da empresa, com o objetivo de se transformar em uma solução concreta.

Ingo Fischer Junior, mentor da equipe e diretor industrial, planejamento e novos negócios da Fischer, conta que foi uma grande satisfação acompanhar de perto a evolução do time durante o programa. “O projeto que apresentaram é promissor e mostra como a inovação pode surgir da colaboração entre diferentes áreas. Ver esse tipo de iniciativa sendo construída dentro da Fischer, com o envolvimento direto dos nossos profissionais, reforça nosso compromisso com o crescimento e a capacitação contínua das pessoas que fazem parte da nossa história”, destacou.

FONTE: O Município
Empresa de Brusque conquista primeiro lugar em desafio de inovação da Fiesc

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