Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Exportação, Gestão, Industria

Exportações de café não torrado superam US$ 1 bilhão em março de 2025

Dados divulgados nesta sexta-feira (4) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) revelam que as exportações brasileiras de café não torrado alcançaram um faturamento de US$ 1,424 bilhão em março de 2025.

O valor representa um expressivo aumento em relação ao mesmo mês de 2024, quando a receita somou US$ 739,283 milhões.

A média diária de faturamento também apresentou crescimento significativo, atingindo US$ 74,984 milhões em março de 2025 — avanço de 92,7% frente à média diária de US$ 39,964 milhões registrada em março do ano anterior.

No que se refere ao volume embarcado, foram exportadas 219,132 mil toneladas de café não torrado em março deste ano, ante 208,295 mil toneladas no mesmo período de 2024. A média diária de exportação foi de 11,533 mil toneladas, o que representa um aumento de 5,2% em relação à média de 10,414 mil toneladas registrada no ano anterior.

Quanto ao preço médio do produto, houve uma valorização de 83,2%. Em março de 2025, o grão foi negociado a US$ 6.501,60 por tonelada, enquanto em março de 2024 o valor médio foi de US$ 3.549,20.

Confira abaixo um comparativo das exportações brasileiras de café nos últimos cinco anos. Os dados são do DataLiner:

Exportações Brasileiras de Café | 2021 a 2025 | TEU

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Café torrado e derivados também registram alta na receita, apesar de queda no volume exportado

As exportações de café torrado, extratos, essências e concentrados totalizaram 7,438 toneladas em março de 2025, levemente abaixo das 7,877 toneladas embarcadas nos primeiros 20 dias de março de 2024. A média diária foi de 391 toneladas, queda de 5,6% em relação à média de 393 toneladas no ano anterior.

Apesar da redução no volume, o faturamento com essas exportações apresentou crescimento. A receita total em março de 2025 foi de US$ 94,799 milhões, contra US$ 65,707 milhões em março de 2024. A média diária ficou em US$ 4,989 milhões, representando um avanço de 44,3% frente aos US$ 3,285 milhões de março do ano passado.

O preço médio do produto também subiu de forma significativa. Em março de 2025, o valor negociado foi de US$ 12.745,00 por tonelada, o que equivale a uma valorização de 52,8% em comparação ao preço médio de US$ 8.341,70 registrado no mesmo mês de 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio
https://www.portaldoagronegocio.com.br/agricultura/cafe/noticias/exportacoes-de-cafe-nao-torrado-superam-us-1-bilhao-em-marco-de-2025

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Notícias, Portos

Portos respondem por mais de 90% do comércio exterior do Brasil, e Santos exerce papel estratégico nisso

Conectando mar e terra, os portos brasileiros são a espinha dorsal do comércio exterior, movimentando aproximadamente 95% das importações e exportações do país, garantindo o abastecimento de produtos que chegam aos lares brasileiros.

O mais importante e estratégico é o Porto de Santos, o maior do Hemisfério Sul. Segundo a Autoridade Portuária de Santos (APS), ele está conectado a 600 destinos em mais de 190 países e responde por 30% do fluxo comercial nacional.

Para o presidente executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, o sistema portuário é fundamental para o país. “O porto para o Brasil é vida. Sem portos, não há economia, vida, desenvolvimento econômico, nada”, afirma.

Santos é a porta de entrada de diversos bens de consumo. Ele garante que produtos importados cheguem ao país com eficiência, influenciando os preços dos bens no mercado e sustentando diversas indústrias com insumos essenciais. Por isso, o Porto de Santos recebe e distribui milhares de produtos, desde os smartphones mais modernos desejados pelos jovens até o suco de laranja que adoça o dia a dia da população ou os fertilizantes usados pelo agronegócio para potencializar as lavouras do país.

O consultor portuário Roberto Paveck afirma que praticamente todo brasileiro consome ou utiliza algo que passa pelo Porto de Santos. “Seja alimento, eletrônico, remédio ou um veículo, sua operação impacta diretamente o cotidiano da população. Desde o final do século XIX, quando foi essencial para a imigração e exportação do café, tornou-se a principal conexão entre o Brasil e o mundo”, destaca.

O presidente da APS, Anderson Pomini, afirma que China, Estados Unidos, Alemanha, Japão e Índia são os principais países parceiros do Porto de Santos. São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul se destacam entre os estados atendidos. Esses estados, com uma população de 86 milhões de pessoas, representam mais de 50% do PIB do Brasil.

Ele ressalta: “Em 2024, atingimos o recorde de 180 milhões de toneladas movimentadas. A APS, responsável pela gestão do porto, também registrou lucro líquido recorde de R$ 844 milhões. Isso comprova a eficiência e o comprometimento da empresa, que busca avançar ainda mais.”

O gráfico abaixo revela os dez principais portos do Brasil em termos de participação de carga (exportações e importações de contêineres) em janeiro de 2025. Os dados vêm do DataLiner.

Top 10 Portos | Exportações e Importações | 2025

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

Exportações

Os principais produtos exportados pelo Porto de Santos incluem óleos e minerais de petróleo (14%), minério de ferro (8,1%), soja (6,2%), café não torrado (4,9%), celulose (3,7%), carne bovina (3,8%) e açúcares e melaços (3,8%). Juntas, essas exportações geram US$ 48,3 bilhões para o Brasil.

Ele destaca: “Nosso porto é responsável pela segurança alimentar de vários países ao exportar grãos e proteínas essenciais para populações massivas da Ásia, África e até da Europa.”

Exportações totalizam US$ 22 bilhões em fevereiro

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços mostram que, em fevereiro deste ano, as exportações totalizaram US$ 22,93 bilhões e as importações US$ 23,25 bilhões. O fluxo total do comércio exterior foi de US$ 46,18 bilhões, representando um aumento de 11,1% em relação a fevereiro de 2024.

O valor de US$ 22,93 bilhões exportado representa uma queda de 1,8% em comparação com o mesmo mês de 2024 (US$ 23,35 bilhões). Por outro lado, as importações cresceram 27,6% em relação a fevereiro de 2024 (US$ 18,22 bilhões).

A compra de uma plataforma de petróleo da China no valor de US$ 2,7 bilhões impulsionou as importações.

A indústria de transformação se destacou nas exportações, com crescimento de 8,1% no mês. Entre os principais produtos industriais exportados estão a celulose e a carne.

Impactos

O Porto de Santos garante o fluxo eficiente de mercadorias e impacta outros setores. Ivam Jardim, diretor da Agência Porto Consultoria, afirma que o sistema promove empregos, infraestrutura e melhorias.

“O porto impulsiona a economia regional e nacional ao gerar empregos diretos e indiretos, fomentando o desenvolvimento da infraestrutura logística”, enfatiza.

Essa combinação de logística eficiente e acesso estratégico amplia as possibilidades de desenvolvimento econômico e geração de riqueza para o país. Isso resulta em atividades que impactam diretamente a vida dos moradores locais, como as obras da Avenida Perimetral, a construção do tão aguardado túnel Santos-Guarujá e o Parque Valongo, explica Jardim.

Importações

Entre os itens importados pelo Brasil estão peças automotivas, automóveis, medicamentos, inseticidas, herbicidas, compostos nitrogenados e fertilizantes, que são essenciais para o país. O Brasil também recebe embarcações, plataformas e estruturas flutuantes, que são utilizadas em diferentes setores da economia. As principais origens e destinos dos fluxos comerciais que passam pelo Porto de Santos foram China, Estados Unidos, Alemanha, Japão e Índia. O comércio internacional é intenso com esses países, mas a expansão para novos mercados é uma prioridade, segundo a APS, que recebe delegações internacionais ao longo do ano para explorar novas oportunidades.

Fonte: A Tribuna
Portos respondem por mais de 90% do comércio exterior do Brasil e Santos tem papel estratégico nisso

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Industria, Negócios, Notícias

Balança comercial: Brasil tem superávit de US$ 8,15 bi em março com exportações saltando 5%

A balança comercial brasileira fechou o mês de março no campo positivo, com superávit de US$ 8,155 bilhões, crescimento de 13,8% ante mesmo mês do ano anterior.

Trata-se do melhor saldo para um mês de março já registrado na série histórica. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta sexta-feira, 4.

O resultado da balança comercial é saldo de US$ 29,2 bilhões em exportações e US$ 21 bilhões em importações.

Em termos de volume, tanto exportações quanto importações tiveram crescimento na base anual, de 5% e 4,2%, respectivamente. Olhando para preço, as exportações tiveram aumento de 0,4%, ao passo que as importações apresentaram recuo de 1,5%.

O time de pesquisa macroeconômica do Itaú Unibanco, chefiado pelo economista Mario Mesquita, comenta que o resultado superou as projeções da casa e da mediana das expectativas de mercado, já que ambas em miravam US$ 7 bilhões de superávit.

“O resultado mais forte do que o esperado, com exportações maiores e importações menores do que o projetado por nós. As exportações aceleraram com o avanço da safra de soja e aumento das exportações de carne. Já as importações desaceleraram após dois meses de leitura mais pressionada. Esperamos que a balança comercial siga melhorando com a safra recorde e desaceleração da atividade econômica à frente.”

Em se tratando dos setores, a agropecuária teve a maior alta no valor, com variação de 16% na base anual, para US$ 8,2 bilhões:

  • Agropecuária: US$ 8,2 bilhões (+16% em valor e +10,8% em volume)
  • Indústria Extrativa: US$ 5,5 bilhões (-15,3% em valor e -10,6% em volume)
  • Indústria de transformação: US$ 15,3 bilhões (+10,1% em valor e +9% em volume)

Olhando para os produtos, foram US$ 5,73 bilhões exportados em soja, ante US$ 5,35 bilhões em igual etapa do ano anterior. O produto representou 19,6% das exportações em março deste ano.

No caso do café foram US$ 1,42 bilhão, alta de 92% na base anual e representando 4,9% das exportações.

Óleos brutos tiveram queda de 20%, para US$ 2,8 bilhões e representaram 10% das exportações em março de 2025. Minério de ferro, por sua vez, teve queda de 16,5% para US$ 2 bilhões neste ano, representando uma fatia de 7% das exportações da balança comercial brasileira.

Projeções para 2025

O MDIC estima um superávit comercial de US$ 70,2 bilhões para este ano. Com essa cifra, o superávit apresentaria um recuo ante o resultado do ano anterior, que foi de um superávit de US$ 74,2 bilhões.

A estimativa para as exportações é de US$ 353,1 bilhões, ante US$ 337 bilhões registrados no ano anterior.

Por fim, a projeção para as importações é de US$ 282,9 bilhões, ao passo que em 2024 foram US$ 262,9 bilhões.

Brasil x EUA

Sobre um eventual impacto da política de tarifas dos EUA, especialistas da pasta destacaram que ‘não comentam’ o tema, pois os dados dessa divulgação ainda não contemplam os efeitos das novas diretrizes do governo Trump.

O diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior, Herlon Brandão, comenta que sequer as tarifas no aço, implementadas há algumas semanas, tiveram impacto nos dados referentes a março.

“Temos o que chamamos de embarque antecipado: as empresas embarcam os bens e depois declaram. Operações de commodities estão atrasadas em relação ao calendário. Aço semimanufaturado, o aço bruto que é o mais exportado para os EUA, foi US$ 372 milhões, ou seja, teve inclusive um crescimento de 23,9%.”

Todavia, o crescimento pode ter tido impacto pelos anúncios de Trump.

Indagado sobre esse impacto, Brandão comenta: “Não posso fazer essa afirmação, mas é um comportamento comum no comércio internacional quando se anuncia alguma medida. Vemos isso quando o Brasil vai aplicar um antidumping, uma medida de sobretaxar algum setor, vemos um grande aumento [de importações] antes de entrar em vigor”.

Nos dados da balança referentes a março, as principais quedas de exportação para os EUA foram óleos brutos de petróleo, com queda de 90%, instalações e equipamentos de engenharia (-62%) e aeronaves e outros equipamentos (-21,7%).

De importações, foram motores e máquinas, um crescimento de 42%, óleos brutos de petróleo, crescimento de 78%, maquina de processamento automático e dados, 94% de crescimento.

Balança comercial reverteu déficit

Com o resultado, foi revertido o déficit de fevereiro, quando foi registrado saldo negativo de US$ 324 milhões, calculado a partir de US$ 22,929 bilhões em exportações e US$ 23,253 bilhões em importações.

Foi o primeiro déficit registrado pela balança comercial desde janeiro de 2022, quando foi registrado saldo negativo de US$ 59 milhões. O resultado em questão foi impactado por uma queda de 1,8% no valor exportado em relação ao mesmo mês do ano anterior.

FONTE: Isto é Dinheiro
Balança comercial: Brasil tem superávit de US$ 8,15 bi em março com exportações saltando 5% – ISTOÉ DINHEIRO

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Comércio Exterior, Economia, Industria, Informação, Negócios, Tributação

Entenda a Lei da Reciprocidade Econômica, a resposta do Senado ao tarifaço de Trump

Medida propõe mecanismos e autoriza o governo a retaliar países ou blocos que imponham barreiras comerciais a produtos brasileiros

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (1º) um projeto que cria a Lei da Reciprocidade Econômica. A medida é uma resposta ao tarifaço do presidente americano Donald Trump e propõe mecanismos e autoriza o governo a retaliar países ou blocos que imponham barreiras comerciais a produtos brasileiros. As informações são do g1.

O texto prevê que o governo federal poderá agir para combater decisões unilaterais estrangeiras que:

  • violem e prejudiquem acordos comerciais do Brasil;
  • ameacem ou apliquem sobretaxas; ou
  • decretem critérios ambientais para produtos brasileiros, mais rígidos do que os aplicados para os mesmos produtos nos países importadores.

A proposta tem apoio do governo e da bancada do agronegócio. Além de responder às sobretaxas anunciadas recentemente por Trump em relação a produtos de fora, a medida também mira em ações da União Europeia contra a agropecuária brasileira — incluindo a resistência em assinar o acordo com o Mercosul — por suposta falta de compromisso ambiental.

— Essa é uma lei que não é só para os EUA, ela contempla todos os mercados que fazem comércio exterior com o Brasil. Não é uma retaliação, é uma proteção quando os produtos brasileiros forem retaliados — afirmou a relatora do texto, senadora Tereza Cristina (PP-MS).

O projeto deve seguir agora para a análise da Câmara dos Deputados, desde que não haja recurso para votação no plenário principal do Senado.

— Mais uma vez, quero dizer que falaremos com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta, para que a Câmara possa apreciar essa matéria em caráter de urgência. Muito importante a senadora Tereza fazer o mesmo para que nós possamos ter, na Câmara, uma rápida apreciação — afirmou o presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), após a votação.

Atualmente, o Brasil não adota tarifas específicas contra países. As regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) preveem o princípio da “nação mais favorecida” entre seus membros — ou seja, a proibição de favorecer ou penalizar um colega de OMC com tarifas. Em discursos recentes, porém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem defendendo que o Brasil adote a reciprocidade em casos de taxação.

O que diz a proposta

O projeto prevê que o Poder Executivo poderá adotar contramedidas a barreiras comerciais ou legais decretadas, no mercado internacional, contra produtos brasileiros. As medidas poderão ser aplicadas de forma isolada ou de forma cumulativa.

Um dos mecanismos autorizados é a adoção de sobretaxas nas importações de bens ou de serviços contra um país ou bloco econômico que retaliar o Brasil. Nesse caso, o governo poderia, por exemplo, definir um imposto de importação mais alto para os produtos vindos dos Estados Unidos. Também poderá ser decretada a suspensão das obrigações do Brasil com outros acordos comerciais estrangeiros.

Há ainda uma outra medida de retaliação a ser aplicada em “caráter excepcional”: o governo poderia suspender direitos de propriedade intelectual. Nesse caso, o Brasil poderia suspender o envio de royalties e o registro de patentes a indústrias e indivíduos do país atingido. Enquanto a retaliação vigorar, o Brasil deixaria de compensar ou remunerar o titular da patente pelo uso não autorizado.

Pelo relatório da senadora Tereza Cristina, essa medida só poderá ser decretada se as anteriores forem “consideradas inadequadas” para reverter o entrave comercial. A restrição é uma novidade em relação ao texto original aprovado pela Comissão de Meio Ambiente do Senado.

As retaliações brasileiras poderão ser provisórias ou por tempo indeterminado. Se o projeto virar lei, o governo estará autorizado a alterar ou suspender as medidas conforme o avanço de negociações.

A proposta também determina que as medidas de retaliação do governo brasileiro deverão ser, “na medida do possível”, proporcionais ao impacto econômico causado pelas medidas unilaterais de outros países ou blocos.

Segundo o texto, o governo terá de monitorar os efeitos das medidas e o avanço de negociações com os outros países. Esses dados poderão servir para mitigar ou anular os efeitos das retaliações.

Consultas diplomáticas poderão ser feitas para substanciar esses relatórios, com a participação do Itamaraty e de outros interessados.

FONTE: NSC Total
Entenda a Lei da Reciprocidade Econômica, a resposta do Senado ao tarifaço de Trump – NSC Total

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Comércio Exterior

Movimentação na Barra Norte, na Amazônia, cresce 4,4% e chega a quase 50 milhões de toneladas em 2024

A movimentação de cargas na Barra Norte continua em ascensão.

Em 2024, a região registrou 49,7 milhões de toneladas movimentadas, considerando tanto o longo curso quanto a cabotagem, o que representa um crescimento de 4,4% em relação ao ano anterior. Os Terminais de Uso Privado (TUPs) foram responsáveis por 77,2% desse volume, reforçando a relevância do setor privado na infraestrutura portuária local. As informações, divulgadas nesta segunda-feira (24/03), são da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP).

A Barra Norte compreende os terminais localizados ao longo das margens do Rio Amazonas e seus afluentes, não incluindo aqueles situados na Baía de Marajó (PA). A região tem se consolidado como um eixo estratégico para o escoamento de cargas e o comércio exterior brasileiro, beneficiando-se de avanços na gestão da navegação e investimentos em infraestrutura. Entre as principais cargas escoadas, estão soja, milho e bauxita.

A soja e o milho são procedentes do Estado do Mato Grosso, enquanto a bauxita vem da Mineração Rio do Norte (MRN), do município de Oriximiná, no Pará. E os produtos agrícolas são exportados, principalmente, para a China; já a bauxita tem como destino Canadá e Irlanda.

A ATP tem atuado para ampliar a capacidade operacional e impulsionar a eficiência da Barra Norte por meio de três frentes principais. A primeira envolve a realização de testes para o aumento do calado, conforme autorizado pela Marinha na Portaria 07/2022-Com4ºDN. Até o momento, já foram concluídos dois testes de calado de 11,75 metros, cinco de 11,8 metros e, neste mês, o navio Penélope I realizou com sucesso a passagem com calado de 11,85 metros, sem intercorrências.

Além disso, a Associação realizou levantamentos hidrográficos, patrocinados por alguns associados que operam na região, visando avaliar a viabilidade de operar navios com calados maiores. Entre os principais achados do estudo, destaca-se o aumento da amplitude da maré, que amplia as janelas para a operação de navios de maior calado. Com base nesses levantamentos, a carta náutica da região foi atualizada.

Concessão do canal

A ATP também tem incentivado a concessão do canal, um modelo que transferiria ao concessionário a responsabilidade por levantamentos hidrográficos, gestão de tráfego, manutenção e sinalização náutica. A proposta busca garantir mais previsibilidade, eficiência e segurança para a navegação na região.

“Com esses avanços, a Barra Norte segue consolidando seu papel como um dos principais corredores logísticos do país, garantindo mais competitividade e eficiência para o escoamento de cargas, essenciais para o comércio exterior brasileiro e a inserção no mercado global”, disse Murillo Barbosa, presidente da ATP.

FONTE: DataMar News
Movimentação na Barra Norte, na Amazônia, cresce 4,4% e chega a quase 50 milhões de toneladas em 2024 – DatamarNews

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Industria, Logística

Prorrogadas as inscrições para curso de qualificação de jovens negros na área de comércio exterior

Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) prorrogaram nesta quinta-feira (27/3), as inscrições para o curso de formação profissional gratuita em comércio exterior a pessoas negras (pretas e pardas), com renda per capita de até dois salários-mínimos, a partir de 16 anos.

A iniciativa, que faz parte do Programa Raízes Comex, tem como objetivo aumentar a presença de pessoas negras no comércio exterior, um setor com grande potencial de crescimento e oportunidades.

As inscrições para as cidades de Rio Grande (RS), Paranaguá (PR), Fortaleza (CE), Joinville (SC), Santos (SP) e Itajaí (SC), foram prorrogadas até o dia 31/03. Ao todo são 120 vagas para Qualificação Profissional em Assistente de Serviços de Comércio Exterior e 20 vagas para Técnico em Comércio Exterior, distribuídas entre os seis municípios.

Em breve estarão disponíveis também as inscrições para o município de Recife (PE), com 20 vagas.

Confira as datas das inscrições para os cursos do primeiro semestre:

Curso Técnico em Comércio Exterior

  • 17 a 31/03/2025: Rio Grande (RS) – 20 vagas

Qualificação Profissional em Assistente de Serviços de Comércio Exterior

  • 17 a 31/03/2025: Rio Grande (RS), Paranaguá (PR), Fortaleza (CE), Joinville (SC), Santos (SP), Itajaí (SC)
  • 01 a 11/04/2025: Recife (PE) – 20 vagas
  • 15/04 a 02/05/2025: Vitória (ES), Salvador (BA), Rio Grande (RS) – 20 vagas em cada município

A iniciativa conta com o apoio de outros parceiros, incluindo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), para que essa oportunidade também alcance, por exemplo, as pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).


Sobre os cursos

Os cursos serão oferecidos presencialmente nas 10 principais zonas portuárias e aeroportuárias do Brasil, de forma escalonada ao longo do ano. Com carga horária de 160 e 800 horas, respectivamente, os cursos técnico e de qualificação profissional estarão disponíveis em Salvador (BA), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ), entre outras cidades. O público-alvo são pessoas negras, a partir de 16 anos, com renda familiar mensal per capita de até 2 salários mínimos e escolaridade mínima de ensino médio (concluído ou em andamento).

A capacitação inclui conteúdos práticos sobre os processos de exportação e importação, negociações, despacho aduaneiro e operações de transporte e armazenamento.


Sobre o Programa Raízes Comex

O Raízes Comex é um programa do MDIC que tem o objetivo de aumentar a participação de pessoas negras no comércio exterior. Por meio de ações estratégicas, como capacitação e suporte para o desenvolvimento profissional, visibilidade internacional dos produtos e serviços oferecidos por empreendedores negros e reconhecimento de empresas que promovam diversidade racial no comércio exterior, o programa contribui para reduzir desigualdades históricas e estruturais, conectando jovens negros a carreiras no comércio exterior.

Sobre o Senac

O Senac é uma instituição de ensino com ampla atuação na capacitação profissional nas áreas de comércio, serviços e turismo. Os cursos do Raízes Comex são oferecidos via Programa Senac de Gratuidade (PSG), iniciativa que promove inclusão proporcionando a qualificação de pessoas em situação de vulnerabilidade social e oferecendo uma educação de qualidade para o mercado de trabalho.

>> Mais informações disponíveis no link: https://bit.ly/RaizesComexCapacitacao

Link direto para o formulário de inscrições: bit.ly/RaízesComexSenac1

FONTE: MDIC.gov
Prorrogadas as inscrições para curso de qualificação de jovens negros na área de comércio exterior — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Falta apetite por integração comercial Mercosul-EUA, diz Lucas Ferraz

Coordenador do Centro de Estudos de Negócios Globais da FGV e ex-secretário do Comércio Exterior, questiona ausência de acordos de livre comércio entre países do Cone Sul com os Estados Unidos.

A integração comercial entre o Mercosul e os Estados Unidos tem sido tema de debate há décadas, mas parece haver falta de interesse mútuo, segundo análise do Coordenador do Centro de Estudos de Negócios Globais da Fundação Getulio Vargas (FGV), Lucas Ferraz.

A análise foi durante participação no WW Especial, com William Waack, que debateu os impactos da diplomacia de Donald Trump na América Latina.

Ferraz, que foi secretário do Comércio Exterior do governo Jair Bolsonaro (PL), destaca que, diferentemente de outros países latino-americanos, os membros do Mercosul não possuem acordos de livre comércio com os Estados Unidos.

“Se a gente pegar os países da Aliança do Pacífico, e aqui eu me refiro a Chile, ao México, à Colômbia e ao próprio Peru, todos esses países têm acordos de livre comércio com os Estados Unidos”, observa.

Além dos países da Aliança do Pacífico, Ferraz menciona que nações da América Central também mantêm acordos de livre comércio com os EUA. Este cenário levanta questionamentos sobre as razões pelas quais o Mercosul não segue o mesmo caminho.

“A pergunta de um milhão de dólares é por que os países do Mercosul não têm acordos de livre comércio com os Estados Unidos? Existe alguma coisa especial contra esses países ou também será que existe talvez uma falta de apetite, de interesse também desses países por estreitarem os seus laços econômicos com os Estados Unidos?”, questiona.

Perspectiva histórica

Ferraz faz um resgate histórico, lembrando da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), uma iniciativa da década de 1990 que visava criar uma zona de livre comércio nas Américas. “O Brasil foi contra”, afirma, indicando uma postura histórica de resistência a uma maior integração econômica com os EUA.

Ao analisar a América Latina como um todo, o especialista nota que, com exceção dos países da Aliança do Pacífico, que ele descreve como “os países mais dinâmicos da região”, há uma tendência geral de baixo interesse em integração comercial, especialmente no Cone Sul.

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Obra na Baía da Babitonga amplia competitividade de SC no comércio exterior

Lançamento do edital para execução da dragagem e aprofundamento do canal ocorreu nesta sexta-feira, 21

A obra de dragagem e aprofundamento do canal de acesso à Baía da Babitonga está mais perto de sair do papel. Na última sexta-feira (21), o governo do estado e o Porto Itapoá assinaram o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) que vai viabilizar a iniciativa.

Por meio da Autoridade Portuária de São Francisco do Sul, o governo catarinense também lançou o edital de licitação para a escolha da empresa responsável pela execução do projeto, estimado em R$ 300 milhões. A obra permitirá a atracação e operação de embarcações de 366 metros de comprimento – sendo o primeiro complexo portuário do Brasil com capacidade para navios desse porte com carga máxima.

O presidente da Câmara de Transporte e Logística da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Egídio Martorano, explica que o aprofundamento do canal é uma demanda histórica da Federação, pois aumenta a competitividade do estado no comércio exterior. “A ampliação da capacidade operacional do complexo portuário da Baía da Babitonga vai permitir que navios maiores e mais modernos possam atracar em SC, elevando a quantidade de contêineres transportados por embarcação de 10 mil para 16 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés)”, detalha Martorano.

Para ele, a obra precisa vir acompanhada de melhorias também nos acessos ao complexo portuário, já que o aumento da capacidade também vai elevar a demanda das rodovias de acesso, já saturadas.

FONTE: FIESC
Obra na Baía da Babitonga amplia competitividade de SC no comércio exterior | FIESC

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MDIC, MIR e ApexBrasil lançam 1º Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior

Iniciativa reconhece boas práticas e incentiva a diversidade racial na liderança empresarial

Promover a inclusão racial no comércio exterior. Este é um dos objetivos do 1º Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior, lançado nesta sexta-feira (21/3), Dia Internacional de luta pela eliminação da Discriminação Racial. A iniciativa é uma parceria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Ministério da Igualdade Racial (MIR) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A premiação é parte do Programa Raízes Comex e visa a reconhecer e promover micro e pequenas empresas que demonstram compromisso com a diversidade racial, incentivando a participação de profissionais negros em cargos de liderança e fortalecendo negócios inclusivos no comércio exterior.

Serão premiadas 57 empresas em duas categorias (Liderança Global e Jornada Global). A primeira é dedicada a empresas que já exportam, enquanto a segunda engloba negócios não exportadores ou iniciantes no comércio exterior. Confira abaixo como participar e os benefícios exclusivos para os vencedores. Inscreva-se agora e mostre o compromisso da sua empresa com a diversidade racial.

O Programa Raízes Comex foi lançado pelo vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, em novembro do ano passado, durante cerimônia com a presença da primeira-dama Janja da Silva e da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. No evento, Alckmin destacou a importância de haver mais oportunidades para pretos e pardos no comércio exterior, área que “gera emprego, agrega valor e promove o desenvolvimento do país, e disse que o governo trabalha “firmemente” por uma “forte presença” de negros em empresas exportadoras e importadoras.

Quem pode participar?

Empresas brasileiras, de todos os setores da economia e em qualquer estágio de internacionalização podem se inscrever, desde que atendam aos requisitos do edital:

Critérios de elegibilidade:

  • Empresas de todos os portes e setores da economia.
  • Empresas com profissionais negros em cargos estratégicos, como presidência, sociedade ativa, direção ou gerência.
  • Empresas que adotam práticas de inclusão racial e apoiam o desenvolvimento de profissionais negros no comércio exterior. 

Benefícios para as empresas premiadas

As empresas vencedoras receberão um Certificado de Reconhecimento Oficial, além de acesso a benefícios exclusivos, como:

Empresas exportadoras (“Liderança Global”)

  • Participação em ações internacionais de promoção comercial, com passagem e hospedagem custeadas para até dois profissionais negros da empresa.
  • Desenvolvimento de agenda de negócios internacional customizada, com reuniões estratégicas em mercados onde a ApexBrasil possui escritórios.

Empresas não exportadoras ou iniciantes (“Jornada Global”)

  • Participação na Jornada de Capacitação para Internacionalização, com acesso a treinamentos e mentorias especializadas.
  • Possibilidade de pontuação extra em programas da ApexBrasil, como o Exporta Mais Brasil e a Ação de E-commerce Internacional com a Amazon.com. 

Reconhecimento para empresas comprometidas com a diversidade

O prêmio está alinhado às diretrizes do Programa Raízes Comex, instituído pela Portaria SECEX nº 375/2024, que busca fomentar a equidade racial no setor de comércio exterior. A premiação visa dar visibilidade a empresas que adotam boas práticas de inclusão racial, destacando ações voltadas ao desenvolvimento de profissionais negros e à construção de um ambiente corporativo mais diverso e representativo.

O programa busca endereçar os desafios identificados em um estudo inédito da SECEX, lançado em 2024, que revelou a sub-representação de pessoas negras nas empresas exportadoras brasileiras – tanto em seus quadros diretores quanto como beneficiários dos salários pagos na área.

  • Inscrições abertas!

Prazo de inscrição: 21/03/2025 a 11/05/2025
Leia o Edital de Convocação Nº 1/2025: CLIQUE AQUI
Inscreva sua empresa agora mesmo! CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER

Não perca essa oportunidade de destacar sua empresa e fortalecer a diversidade no comércio exterior!

FONTE: MDIC
MDIC, MIR e ApexBrasil lançam 1º Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Comércio Exterior, Evento, Logística, Mulheres, Networking

“A força das mulheres no mundo dos negócios” é tema de palestra de Renata Palmeira no 5º Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas

O mundo dos negócios está em constante evolução, e um dos fatores mais transformadores desse cenário é o crescente protagonismo feminino. Mulheres empreendedoras, líderes e inovadoras vêm conquistando espaço, quebrando barreiras e trazendo novas perspectivas para diversos setores da economia. 

No dia 27 de março de 2025, esse tema será destaque no 5º Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas, um dos eventos mais importantes para o desenvolvimento empresarial e institucional na América Latina. Entre os nomes confirmados, está a CEO do ReConecta News, Renata Palmeira, trazendo sua visão sobre “A Força das Mulheres no Mundo dos Negócios”, especialmente no mercado do comércio exterior e da logística. 

Mulheres no comando: um movimento que veio para ficar 

A presença feminina no universo corporativo e no empreendedorismo cresce ano após ano, impulsionada por mudanças culturais, avanços na legislação e um reconhecimento cada vez maior da importância da diversidade para a inovação e competitividade dos negócios. 

Dados de organizações internacionais mostram que empresas com maior participação feminina em cargos de liderança apresentam melhores resultados financeiros, maior capacidade de inovação e um ambiente organizacional mais equilibrado e produtivo. No Brasil e no Mercosul, essa realidade também se reflete, com um número crescente de mulheres ocupando cargos de CEO, fundando startups e liderando grandes transformações nos mercados em que atuam.  

No comércio exterior e na Logística, não é diferente. “Hoje, 58% dos profissionais do setor de Comex e Logística são mulheres. No entanto, as mulheres recebem, em média, 28,4% menos que os homens. Apenas 13% das profissionais são proprietárias de negócios e somente 20% das empresas exportadoras são lideradas por mulheres… Diante desse cenário, o nosso objetivo é fortalecer a presença feminina, dando suporte e nos apoiando para construir um mercado diverso e muito mais justo”, explica Renata Palmeira, CEO do ReConecta News. 

Mesmo com avanços significativos, desafios como o acesso a crédito, a superação de preconceitos e a necessidade de equilibrar múltiplos papéis ainda fazem parte da jornada de muitas mulheres. E é sobre essas conquistas, desafios e oportunidades que Renata Palmeira irá falar no Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas. 

Reconhecimento e inspiração 

Além de compartilhar sua experiência e insights sobre o papel feminino no mundo dos negócios, Renata será homenageada com o “Troféu Destaque do Mercosul”, um reconhecimento pelo impacto e contribuição da sua trajetória profissional para o desenvolvimento empresarial na região. 

Este prêmio reforça o compromisso do ReConecta News e de sua CEO com a transformação do mercado, conectando pessoas, ampliando oportunidades e fortalecendo o ecossistema de negócios no Brasil e nos países do Mercosul. 

Sobre o evento 

O Fórum de Negócios do Mercosul & das Américas é uma iniciativa do Conselho Nacional de Negócios do Mercosul (CNM Mercosul), que busca aproximar empresas de diversos setores da economia a governos, entidades institucionais e parceiros estratégicos. 

Nesta 5ª edição, o evento acontecerá em São Paulo, no Hub Green Ade Sampa, no dia 27 de março de 2025, das 9h às 17h, proporcionando um ambiente dinâmico para palestras, networking e negociações de alto nível. 

 

📍 Local: Hub Green Ade Sampa – São Paulo
📅 Data: 27 de março de 2025
Horário: 9h às 17h 

Acompanhe a ReConecta News e fique por dentro desse e de outros eventos que fazem a diferença no mundo dos negócios! 

Para participar clique aqui:
https://www.sympla.com.br/evento/5-forum-de-negocios-do-mercosul-das-americas/2850827?referrer=www.google.com&share_id=copiarlink  

 

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