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FIESC leva missão empresarial à Expo Paraguay-Brasil para ampliar negócios

A FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina) prepara uma missão empresarial para a Expo Paraguay-Brasil 2026, com o objetivo de ampliar a internacionalização da indústria catarinense e criar novas oportunidades de negócios no país vizinho.

A 17ª edição do evento será realizada nos dias 11, 12 e 13 de novembro, em Ciudad del Este, no Paraguai. A programação deve reunir empresários e representantes dos setores produtivos dos dois países em uma agenda voltada à prospecção de negócios, networking e formação de parcerias comerciais.

A participação da delegação catarinense busca aproximar empresas do estado do mercado paraguaio, além de identificar oportunidades de comércio, investimentos e expansão internacional.

“A aproximação com o Paraguai abre espaço para novas parcerias e para a ampliação dos negócios das empresas catarinenses. Participar da Expo Paraguay-Brasil permite conhecer melhor o ambiente empresarial paraguaio, estabelecer conexões e identificar oportunidades concretas de comércio e investimentos”, afirma Maria Teresa Bustamante, presidente do Conselho de Comércio Exterior da FIESC.

Missão terá agenda exclusiva com a Embaixada

Além das atividades da Expo Paraguay-Brasil, a delegação da FIESC terá uma agenda institucional exclusiva com a Embaixada do Brasil no Paraguai.

O encontro pretende ampliar o diálogo com representantes institucionais e oferecer aos empresários participantes informações mais abrangentes sobre o ambiente econômico e as oportunidades disponíveis no país.

A iniciativa integra a estratégia da FIESC de fortalecer as relações comerciais entre Santa Catarina e Paraguai e apoiar empresas interessadas em avançar no processo de internacionalização.

Participação é voltada a empresários e executivos

A missão empresarial é direcionada a empresários industriais, executivos, gestores de comércio exterior e tomadores de decisão que buscam oportunidades de expansão internacional.

Também podem participar empresas associadas e parceiros da FIESC interessados em conhecer o mercado paraguaio, estabelecer contatos comerciais e prospectar novas possibilidades de negócios.

Com a participação na Expo Paraguay-Brasil, a entidade pretende ampliar a presença da indústria catarinense no mercado internacional e estimular novas conexões entre empresas de Santa Catarina e do Paraguai.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Liderança: estratégias para engajar a equipe e desenvolver talentos

Assumir uma posição de liderança vai muito além de ocupar um novo cargo ou acumular responsabilidades. O papel exige equilíbrio entre decisões estratégicas, gestão de pessoas e acompanhamento das atividades do dia a dia.

Entre os principais desafios estão alinhar os profissionais aos objetivos da empresa, administrar demandas administrativas, desenvolver competências e manter a equipe motivada.

Para a psicóloga e mentora de carreiras do IEL/SC, Ana Carolina Freitas, o processo começa pelo próprio líder.

“Antes de aprender a conduzir pessoas, o líder precisa estar disposto a olhar para si mesmo. Autoconhecimento, escuta, inteligência emocional e abertura para aprender são competências fundamentais para construir relações de confiança e equipes verdadeiramente engajadas.”

Engajamento da equipe pode aumentar a produtividade

A atuação dos gestores tem impacto direto sobre o engajamento dos colaboradores. Segundo um estudo da Gallup, empresa norte-americana especializada em análise e consultoria em gestão, os gestores imediatos estão relacionados a 70% das oscilações no nível de engajamento e comprometimento das equipes.

A pesquisa também indica que organizações que conseguem melhorar o engajamento dos funcionários podem registrar ganhos de até 70% na produtividade.

Nesse contexto, tornar-se líder também significa reconhecer que o cargo não representa conhecimento absoluto. Para Ana Carolina Freitas, é importante ter humildade para identificar pontos de melhoria e estar disposto a receber avaliações sobre a própria atuação.

“É necessário olhar para si, identificar pontos de desenvolvimento, ouvir feedbacks e compreender o impacto dos próprios comportamentos sobre a equipe. Essa postura requer maturidade emocional, especialmente para admitir erros, rever atitudes ou reconhecer que um integrante do time pode ter mais conhecimento sobre determinado assunto.”

Escuta e segurança psicológica fortalecem o time

Uma liderança eficaz envolve abertura para ouvir diferentes opiniões, solicitar ajuda e considerar perspectivas que não necessariamente coincidem com as do gestor.

Esse comportamento contribui para criar segurança psicológica no ambiente de trabalho. Com mais confiança, os profissionais tendem a se sentir mais confortáveis para tirar dúvidas, apresentar ideias, propor soluções e reconhecer erros.

O resultado é um ambiente mais favorável ao aprendizado, à colaboração e ao desenvolvimento coletivo.

Como desenvolver uma liderança inspiradora

Além das competências técnicas, algumas atitudes podem ajudar o gestor a construir relações mais sólidas e fortalecer o vínculo dos profissionais com a organização.

  • Pratique a escuta ativa: dê espaço para que os colaboradores apresentem opiniões, dúvidas, sugestões e dificuldades.
  • Reconheça o trabalho da equipe: valorize esforços, resultados e contribuições individuais e coletivas.
  • Estimule o desenvolvimento profissional: incentive a aquisição de novos conhecimentos e a busca por oportunidades de crescimento.
  • Ofereça feedbacks construtivos: acompanhe a evolução dos profissionais e mostre quais pontos podem ser aprimorados.
  • Fortaleça o sentimento de pertencimento: faça com que os colaboradores percebam que suas contribuições são importantes para a empresa.

Liderança também é desenvolver pessoas

Uma boa gestão de pessoas não se resume ao cumprimento de metas. O desenvolvimento de profissionais, a construção de confiança e a capacidade de manter uma equipe motivada e engajada também fazem parte das responsabilidades de quem lidera.

Ao investir no próprio autoconhecimento, praticar a escuta e estimular o crescimento dos integrantes do time, o gestor amplia as condições para construir uma equipe mais participativa e conectada aos objetivos da organização.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Eve prepara fábrica em Taubaté para produzir 480 eVTOLs por ano

A Eve Air Mobility, empresa de mobilidade aérea elétrica controlada pela Embraer, prepara o início das operações comerciais de seus eVTOLs, aeronaves elétricas capazes de decolar e pousar verticalmente. A expectativa é que os primeiros voos comerciais ocorram até o fim de 2028, com a produção inicial concentrada na fábrica de Taubaté (SP).

A unidade foi projetada para alcançar uma capacidade de até 480 aeronaves por ano. A operação comercial poderá começar simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos, mercados considerados estratégicos pela companhia.

No Brasil, a proximidade com a estrutura de engenharia e industrial da Embraer é apontada como uma vantagem. Já nos Estados Unidos, a Eve identifica oportunidades comerciais em diferentes cidades e pretende utilizar o país como uma das bases para a expansão do serviço.

Eve já reúne cerca de 3 mil cartas de intenção

A empresa acumula aproximadamente 3 mil cartas de intenção de compra para o eVTOL, além de alguns pedidos firmes. Apesar da demanda prospectiva, a Eve ainda não definiu onde serão instaladas eventuais novas unidades industriais.

A estratégia prevê iniciar a fabricação em Taubaté e, em uma etapa posterior, realizar a montagem final das aeronaves mais próxima dos mercados onde elas serão utilizadas.

A decisão considera a própria característica do eVTOL, que possui autonomia limitada e não foi desenvolvido para percorrer grandes distâncias entre a fábrica e os locais de operação.

Fábrica de Taubaté terá capacidade para 480 eVTOLs

A unidade paulista deverá ter capacidade inicial para produzir 480 eVTOLs por ano. Antes de decidir pela construção de novas fábricas, a companhia pretende observar a evolução da demanda.

A estratégia permitirá ajustar a expansão industrial ao ritmo de crescimento do mercado de mobilidade aérea elétrica.

Durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre, a administração da Embraer indicou que a companhia pretende utilizar a evolução da demanda como referência para definir os próximos investimentos industriais da Eve.

Certificação será decisiva para o início das operações

Um dos principais objetivos do programa é obter a certificação do eVTOL até o fim de 2028. Para chegar a essa etapa, a Eve precisa avançar nos testes e reduzir os riscos relacionados ao desenvolvimento da aeronave.

Entre os marcos considerados importantes está a realização de um voo completo de transição e reversão, envolvendo os diferentes modos de voo do veículo.

A empresa pretende avançar nessa fase de testes ao longo de 2026 e 2027. Até o momento, o programa já acumula mais de 60 voos verticais e recentemente realizou sua primeira transição parcial para o voo horizontal.

Centenas de engenheiros estão envolvidos no projeto

O desenvolvimento do eVTOL mobiliza atualmente centenas de engenheiros da Embraer. A equipe atua paralelamente no projeto da nova aeronave, na evolução dos produtos já existentes, em programas de defesa e no desenvolvimento de tecnologias para futuras gerações de aeronaves.

A fabricante também mantém estudos sobre novas tecnologias e possíveis produtos nos segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa.

A expectativa da Embraer é que a Eve passe a contribuir de maneira mais significativa para os resultados do grupo principalmente a partir de 2029 e 2030, complementando a estratégia de crescimento prevista para o início da próxima década.

Brasil e Estados Unidos devem concentrar os primeiros voos

A estratégia inicial de operação prevê a entrada do eVTOL nos mercados brasileiro e norte-americano.

No Brasil, a proximidade entre a operação da Eve, a engenharia e a estrutura industrial da Embraer pode facilitar o início das atividades. Nos Estados Unidos, a empresa identifica oportunidades em diferentes centros urbanos e pretende desenvolver o mercado como parte de sua estratégia internacional.

Ainda não há definição sobre as próximas fábricas. A expansão da produção dependerá da evolução da demanda por eVTOLs e do desenvolvimento das operações comerciais.

Embraer também amplia capacidade industrial

O avanço da Eve acontece paralelamente aos planos de expansão da Embraer. A fabricante pretende chegar a 2030 com capacidade para produzir entre 110 e 120 aeronaves comerciais por ano, além de mais de 200 jatos executivos e mais de 10 aeronaves KC-390 anuais no Brasil.

No caso da Eve, a capacidade projetada de 480 unidades anuais em Taubaté representa uma estrutura voltada a uma nova categoria de aeronaves e a uma possível expansão futura do mercado de mobilidade aérea elétrica.

Por enquanto, essa capacidade não significa produção em escala comercial. Até 2028, as prioridades são concluir o desenvolvimento do eVTOL, avançar nos testes e obter as certificações necessárias para o início das operações.

Com cerca de 3 mil cartas de intenção e pedidos firmes já registrados, a Eve entra em uma etapa decisiva: transformar a demanda potencial em operações certificadas e produção em escala.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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FIESC recebe missão empresarial de Ruanda em busca de novos negócios

A FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina) recebe, no dia 18 de agosto, uma missão empresarial de Ruanda em Florianópolis. A iniciativa busca aproximar empresas ruandesas de potenciais parceiros comerciais brasileiros e ampliar as oportunidades de negócios entre os dois mercados.

A delegação será formada por representantes de 56 empresas de Ruanda, além do embaixador do país no Brasil, Lawrence Manzi.

Durante o encontro, empresários catarinenses poderão participar de reuniões B2B com integrantes da missão. A agenda pretende estimular exportações, cooperação tecnológica e a criação de novas parcerias comerciais.

Empresas brasileiras interessadas em participar podem manifestar interesse por meio do formulário disponibilizado pela organização.

Comércio entre Santa Catarina e Ruanda

As relações comerciais entre Brasil e Ruanda vêm ganhando espaço nos últimos anos. Em 2025, Santa Catarina exportou para o país africano produtos como farinhas, papéis e máquinas para mistura de matérias minerais.

No mesmo período, o estado também registrou importações de Ruanda, com destaque para conversores elétricos.

A movimentação reforça o potencial de ampliação do intercâmbio comercial e abre espaço para novos negócios entre empresas dos dois países.

Brasil e Ruanda ampliam cooperação

A aproximação entre os mercados também avançou em 2026, durante o Fórum de Cooperação Econômica Ruanda–Brasil, realizado em Kigali, capital ruandesa.

O encontro resultou na assinatura de acordos voltados à promoção do comércio, facilitação de investimentos, realização de missões empresariais e cooperação em setores considerados prioritários.

A visita da delegação a Santa Catarina ocorre, portanto, em um cenário de fortalecimento das relações econômicas entre os dois países e pode criar novas oportunidades para empresas interessadas no mercado africano.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: AdobeStock

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Wesley Batista Filho será o novo CEO global da JBS a partir de 2027

A JBS anunciou na segunda-feira (10) que Wesley Batista Filho assumirá o cargo de CEO global da companhia em janeiro de 2027. A mudança faz parte de um processo planejado de sucessão no comando de uma das maiores empresas de alimentos do mundo.

Batista Filho substituirá Gilberto Tomazoni, que está à frente da JBS desde dezembro de 2018 e passará a ocupar novas funções no Conselho de Administração da companhia.

Wesley Batista Filho assume comando global da JBS

Com 15 anos de trajetória na JBS, Batista Filho atualmente é responsável pela JBS USA, principal plataforma da empresa em receita. A experiência acumulada em diferentes áreas e mercados do grupo foi um dos elementos do processo de sucessão anunciado pela companhia.

Filho de Wesley Batista, um dos controladores da JBS, e neto de José Batista Sobrinho, fundador da empresa, o executivo construiu sua carreira principalmente dentro do próprio grupo. Documentos apresentados pela companhia à Securities and Exchange Commission (SEC) confirmam os vínculos familiares.

Antes de chegar ao comando global, Batista Filho ocupou posições de liderança em operações de carne bovina, aves, suínos e alimentos de valor agregado. Também atuou em mercados como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Uruguai e Paraguai.

Carreira começou como trainee nos Estados Unidos

A trajetória de Batista Filho na JBS começou em 2011, como trainee na operação de carne bovina em Greeley, no Colorado. Depois, passou pela área de exportações em São Paulo e assumiu posições de comando nas operações de carne bovina do Uruguai e do Paraguai.

Entre 2014 e 2015, presidiu a JBS Canadá. Em seguida, retornou aos Estados Unidos para liderar a JBS USA Fed Beef, operação que esteve entre as maiores plataformas do grupo naquele período.

Em 2018, assumiu o comando da JBS Brasil. Dois anos depois, passou também a liderar a Seara, acumulando a gestão dos dois principais negócios brasileiros em uma fase de expansão da companhia em produtos de maior valor agregado.

Em 2022, Batista Filho tornou-se presidente global de Operações. A função ampliou sua atuação sobre as operações da JBS na América do Norte, América do Sul, Oceania e Europa.

Desde 2023, o executivo está à frente da JBS USA, que reúne mais de 60 unidades de produção e aproximadamente 70 mil funcionários distribuídos por 31 estados americanos.

Operação nos EUA tem papel estratégico

A experiência de Batista Filho no mercado americano ganha relevância no processo de sucessão. As operações da JBS nos Estados Unidos representam mais da metade da receita global da companhia.

Sob sua liderança estão negócios relacionados a carne bovina, suínos, aves, alimentos preparados e outros produtos alimentícios.

Ao comentar a nomeação, o futuro CEO afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido por Tomazoni. Entre as prioridades citadas estão as equipes, os clientes, os produtores parceiros, a excelência operacional e a geração de valor para os acionistas.

Tomazoni, por sua vez, ressaltou a experiência acumulada pelo sucessor dentro da própria JBS. Segundo ele, Batista Filho iniciou a carreira nas operações da companhia e, posteriormente, passou pelo comando da JBS Brasil, da Seara e dos negócios nos Estados Unidos.

Gilberto Tomazoni deixa CEO e vai para o Conselho

Tomazoni continuará como CEO global durante os próximos cinco meses, período em que deverá conduzir a transição para o novo comando. Depois, assumirá a vice-presidência do Conselho de Administração da JBS e atuará como senior advisor da companhia.

O executivo também permanecerá como presidente do conselho da Pilgrim’s Pride e passará a comandar o Instituto J&F.

Antes de ingressar na JBS, Tomazoni teve uma carreira de 27 anos na Sadia, onde começou como estagiário e chegou ao cargo de CEO. Depois, trabalhou por três anos na Bunge Alimentos, ocupando posições de liderança nas áreas de Alimentos e Ingredientes e nas operações da América do Sul e Central.

Tomazoni comandou expansão e diversificação da JBS

Tomazoni chegou à JBS em 2013, inicialmente como presidente global do negócio de aves. Mais tarde, assumiu a presidência da Seara, tornou-se presidente global de Operações e, em 2017, passou a ocupar o cargo de COO global.

Em dezembro de 2018, foi nomeado CEO global da JBS.

Durante os oito anos em que esteve no principal cargo executivo, a receita da companhia cresceu 73%, passando de US$ 49,7 bilhões para US$ 86,2 bilhões, segundo dados divulgados pela própria empresa.

A gestão também foi marcada pela expansão para diferentes categorias de proteínas, pelo fortalecimento do portfólio de marcas e pelo aumento da participação em produtos de maior valor agregado.

Nesse período, a JBS conquistou grau de investimento e concluiu a listagem de suas ações na Bolsa de Nova York. A companhia também ampliou investimentos em biotecnologia e diversificou sua atuação geográfica e seus negócios.

Nova etapa na liderança da companhia

Além da experiência executiva, Tomazoni possui atuação em conselhos de administração. Ele integra o Conselho de Administração da JBS N.V. e preside há 13 anos o conselho da Pilgrim’s Pride, controlada pela JBS e uma das maiores produtoras de aves do mundo.

Para Tomazoni, o conhecimento de Batista Filho sobre as operações da empresa, especialmente sua experiência nos Estados Unidos, contribui para a continuidade da estratégia da companhia.

A sucessão na JBS acontece pouco mais de um ano após a conclusão da estrutura que levou as ações da empresa à Bolsa de Nova York. A mudança também coloca um integrante da terceira geração da família fundadora no comando executivo global da companhia.

FONTE: Times Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/JBS

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Labace 2026 reúne setor da aviação de negócios e destaca investimentos em infraestrutura aeroportuária

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou na terça-feira (4), em São Paulo, da cerimônia de abertura da Labace 2026, considerada a maior feira de aviação de negócios da América Latina e uma das principais do segmento no cenário internacional.

Promovido pela Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), o evento reúne fabricantes de aeronaves, operadores, prestadores de serviços, investidores e representantes do poder público para apresentar inovações, discutir tendências e fortalecer o ambiente de negócios da aviação brasileira.

Infraestrutura e conectividade são prioridades do governo

Durante a solenidade de abertura, Tomé Franca ressaltou a relevância da aviação de negócios para impulsionar a integração entre regiões do país, fomentar o desenvolvimento econômico e ampliar a geração de empregos.

Segundo o ministro, o governo federal mantém o compromisso de modernizar a infraestrutura aeroportuária, ampliar a conectividade regional e consolidar um ambiente regulatório mais eficiente e previsível, com o objetivo de incentivar novos investimentos no setor.

Ele destacou que a melhoria dos aeroportos tem impacto direto sobre a aviação geral, que depende de estruturas adequadas distribuídas em diferentes regiões do Brasil para ampliar suas operações e atender à demanda crescente.

Agenda ConectAR reforça estratégia para o setor

A presença do Ministério de Portos e Aeroportos na Labace 2026 também integra as ações da Agenda ConectAR, política pública estruturada em três pilares: ampliação da concorrência, redução do chamado custo Brasil e fortalecimento da estabilidade regulatória e da segurança jurídica.

De acordo com Tomé Franca, a iniciativa foi construída em conjunto com representantes da indústria, do comércio, do turismo, órgãos ligados à aviação e diversos ministérios, formando uma estratégia voltada ao desenvolvimento sustentável do setor aéreo brasileiro.

Evento reúne líderes da indústria aeronáutica

Em sua 21ª edição, a Labace reúne centenas de expositores nacionais e internacionais, apresentando lançamentos e soluções voltadas à indústria aeronáutica.

A programação inclui debates sobre inovação, sustentabilidade, novas tecnologias e os principais desafios para o futuro da aviação de negócios, consolidando o evento como um dos mais importantes pontos de encontro do segmento na América Latina.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Vosmar Rosa/MPor

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Terminal de GNL será instalado no Cais Leste do Estaleiro Atlântico Sul após acordo de venda

As empresas Mover e Somah, sucessoras dos antigos grupos Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, concluíram a negociação para a venda do Cais Leste do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado em Pernambuco. A área será destinada à implantação de um terminal de gás natural liquefeito (GNL).

A operação integra o plano das acionistas para monetizar ativos considerados ociosos e acelerar o processo de recuperação financeira do estaleiro, que está em recuperação judicial e possui um passivo estimado em cerca de R$ 700 milhões.

Venda estava prevista no plano de recuperação judicial

A possibilidade de destinar o Cais Leste para um empreendimento de GNL ou uma usina termelétrica já constava no plano de recuperação judicial do Estaleiro Atlântico Sul.

O documento estabelecia um valor econômico mínimo de R$ 380 milhões para as áreas localizadas no Cais Leste e autorizava a realização da venda por negociação direta.

A expectativa é que a transação contribua para reduzir o endividamento da empresa e fortalecer o processo de reestruturação financeira.

Projeto apresentado à Antaq previa outro tipo de operação

Apesar da previsão existente no plano de recuperação, o projeto apresentado publicamente pelo estaleiro à Antaq seguia outra direção.

Na proposta encaminhada à agência reguladora, a área era destinada à movimentação de derivados de petróleo e carga geral, sem referência à instalação de um terminal de gás natural liquefeito.

Com a conclusão da negociação, o espaço deverá ganhar uma nova vocação logística, alinhada ao crescimento da demanda por infraestrutura para o mercado de GNL no Brasil.

FONTE: Veja
TEXTO: Redação
IMAGEM:

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JBS firma parceria com empresa sul-coreana para ampliar presença no mercado asiático

A JBS anunciou a assinatura de um memorando de entendimento com a empresa sul-coreana Highland Foods Co., Ltd., marcando o início de uma parceria estratégica voltada à expansão dos negócios no mercado asiático. O acordo foi formalizado na terça-feira (28) e tem como foco ampliar a cooperação comercial entre as duas companhias, impulsionar a inovação e fortalecer a presença dos produtos da empresa brasileira na Coreia do Sul e em outros mercados considerados estratégicos.

A iniciativa representa mais um passo da JBS na ampliação de sua atuação internacional, especialmente em uma região com crescente demanda por proteína animal.

Assinatura ocorreu durante encontro empresarial Brasil-Coreia

A parceria foi oficializada durante a Mesa Redonda Empresarial Brasil-Coreia, realizada em São Paulo e promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em conjunto com a Federação das Indústrias da Coreia (FKI).

O documento foi assinado pelo presidente do Conselho de Administração da JBS, Jerry O’Callaghan, e pela fundadora e CEO da Highland Foods, Young Mi Youn.

Além do memorando firmado entre as duas empresas, o evento reuniu representantes dos setores público e privado e resultou na assinatura de outros cinco acordos envolvendo áreas como inovação, inteligência artificial, indústria farmacêutica e setor aeroespacial.

Highland Foods atua em 19 países

Fundada em 1999, a Highland Foods é especializada na importação, processamento, logística e distribuição de carnes bovina, suína, de frango e cordeiro.

A empresa mantém parcerias comerciais em 19 países, abrangendo mercados das Américas, Europa, Oceania e Sudeste Asiático. Em 2025, a companhia registrou faturamento de aproximadamente US$ 876,4 milhões, consolidando sua posição como uma das principais distribuidoras de proteínas na Coreia do Sul.

Parceria acompanha avanço das relações entre Brasil e Coreia do Sul

O anúncio ocorre em meio ao fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Coreia do Sul, durante a visita oficial do presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, ao país.

Na segunda-feira (27), o presidente participou de encontros em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando foi anunciada a criação de um grupo de trabalho destinado a retomar as negociações do acordo comercial entre o Mercosul e a Coreia do Sul, interrompidas desde 2019.

Mercado coreano pode abrir espaço para carne bovina brasileira

Durante a agenda bilateral, o governo brasileiro também informou que autoridades sanitárias da Coreia do Sul devem visitar o Brasil em agosto. A missão faz parte das negociações para viabilizar a abertura do mercado sul-coreano à carne bovina brasileira, medida considerada estratégica para ampliar as exportações do setor.

Caso avance, o processo poderá fortalecer ainda mais a presença da JBS e de outras empresas brasileiras no mercado asiático, ampliando as oportunidades para a cadeia nacional de proteína animal.

FONTE: Globo Rural
TEXTO: Redação
IMAGEM: JBS

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Villa Germania aposta em carnes de aves gourmet e amplia presença em mais de 30 países

Enquanto grande parte da avicultura brasileira concentra sua produção em commodities, a Villa Germania, de Indaial (SC), consolidou uma estratégia voltada para o mercado premium. Ao investir em carnes de aves especiais e produtos de alto valor agregado, a empresa conquistou espaço no Brasil e no exterior, tornando-se a maior produtora e exportadora de carne de pato da América Latina.

Celebrando 30 anos de atuação, a companhia aposta em um portfólio voltado à alta gastronomia, atendendo clientes em mais de 30 países distribuídos por todos os continentes. A estratégia permitiu à empresa crescer de forma sustentável e reduzir a dependência da competitividade baseada apenas em preços.

Portfólio atende mercados exigentes

Além da carne de pato, a empresa oferece uma linha diversificada de proteínas gourmet, desenvolvida para atender às exigências de restaurantes, distribuidores e consumidores que buscam produtos diferenciados.

Segundo o presidente da holding, Armando Nogueira, a evolução da empresa foi além da especialização em uma única proteína. De acordo com o executivo, a Villa Germania passou a oferecer soluções completas para o segmento gourmet, levando a qualidade da indústria catarinense a mercados internacionais e registrando um crescimento de dez vezes nos últimos dez anos.

Certificações garantem acesso ao mercado internacional

A expansão global da empresa é sustentada por um rigoroso sistema de qualidade e rastreabilidade, considerado essencial para atender às normas sanitárias dos principais mercados consumidores.

Por atuar em um segmento altamente regulado, a planta industrial reúne um dos mais completos conjuntos de certificações internacionais da indústria brasileira de proteína animal, permitindo a exportação para países com elevados padrões sanitários.

O controle acompanha todas as etapas da produção, desde o melhoramento genético e a criação das aves até o processamento, o abate e a distribuição dos produtos.

Expansão mira novos mercados

Com o avanço de seu plano de crescimento, a Villa Germania pretende ampliar sua atuação internacional e aumentar a oferta de produtos nos próximos anos. A estratégia inclui novos investimentos para fortalecer a presença da marca em mercados já consolidados e conquistar novos clientes no segmento de proteínas premium.

Ao apostar na inovação, na qualidade e na diferenciação de seus produtos, a empresa busca consolidar sua posição como referência em carnes de aves especiais no mercado global.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Filipe Scotti

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WEG firma contrato com a Engie para expansão da Hidrelétrica Jaguara em projeto de R$ 1,2 bilhão

A WEG anunciou a assinatura de um contrato com a Engie Brasil para fornecer duas unidades geradoras destinadas à ampliação da capacidade da Usina Hidrelétrica Jaguara, empreendimento localizado no Rio Grande, entre os municípios de Rifaina (SP) e Sacramento (MG).

O projeto prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão e permitirá o acréscimo de 232 megawatts (MW) à capacidade instalada da usina. A expansão será realizada com a instalação de duas unidades geradoras de 116 MW cada, aproveitando estruturas já existentes, sem necessidade de construção de um novo reservatório.

Equipamentos devem entrar em operação em 2030

Segundo a WEG, a previsão é de que as novas turbinas iniciem operação em 2030. A empresa destaca que a modernização da hidrelétrica fortalece o papel da energia hidrelétrica na transição energética, contribuindo para atender aos momentos de maior demanda por eletricidade e ampliar a segurança do sistema elétrico brasileiro.

A utilização da infraestrutura existente também favorece a expansão da geração de energia com menor impacto ambiental, tornando o projeto mais eficiente do ponto de vista operacional e sustentável.

Projeto reforça atuação da WEG no setor elétrico

Em comunicado ao mercado, a fabricante informou que sua participação no empreendimento demonstra a capacidade da companhia em desenvolver e fornecer soluções completas para projetos de grande porte no setor elétrico, incluindo tecnologias voltadas à geração de energia.

A empresa é uma das principais fornecedoras de equipamentos para usinas no Brasil e amplia sua presença em iniciativas estratégicas voltadas ao fortalecimento da matriz energética nacional.

Engie aposta na modernização da Usina Jaguara

A Usina Hidrelétrica Jaguara integra o parque gerador da Engie Brasil, uma das maiores companhias privadas de geração de energia elétrica do país. A ampliação da capacidade faz parte da estratégia da empresa de elevar a oferta de energia utilizando ativos já implantados, reduzindo a necessidade de novas intervenções ambientais e aumentando a eficiência operacional.

Com o investimento, a expectativa é fortalecer a contribuição da usina para o abastecimento do Sistema Interligado Nacional e acompanhar o crescimento da demanda por energia nos próximos anos.

FONTE: Invest News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Invest

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