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Oxford amplia portfólio com Rita Lobo e quer elevar novas categorias a 20% do faturamento

A Oxford, fabricante de louças e porcelanas de mesa fundada em Santa Catarina, está diversificando seu portfólio para ampliar a presença da marca na rotina dos consumidores. A estratégia inclui a venda de produtos de outras categorias, como panelas, talheres, copos, taças, travessas e utensílios domésticos, adquiridos de fabricantes nacionais e internacionais.

Atualmente, esses itens representam menos de 10% da receita da companhia. A meta é elevar essa participação para 20% do faturamento até 2027, aproveitando a estrutura de distribuição e o reconhecimento da marca no mercado de utilidades domésticas.

Os primeiros resultados indicam avanço nas vendas. No último ano, a comercialização de talheres dobrou, enquanto as vendas de panelas cresceram cerca de 50%. Já taças e copos registraram alta aproximada de 30%, e as travessas tiveram vendas três vezes maiores.

Oxford registra alta no faturamento e projeta R$ 800 milhões

O avanço das novas categorias acompanha o crescimento da empresa. No último ano, a receita da Oxford aumentou 10%, alcançando R$ 711 milhões. Para este ano, a projeção da companhia é chegar a R$ 800 milhões em faturamento.

As exportações respondem por aproximadamente 10% da receita, enquanto a distribuição dos produtos alcança mais de cinco mil municípios brasileiros e cerca de 60 países.

A ampliação do portfólio combina artigos de marcas parceiras com coleções próprias. A proposta é aproveitar a presença comercial já estabelecida pela fabricante para conquistar espaço em segmentos complementares ao mercado tradicional de louças e porcelanas.

Rita Lobo assina primeira coleção com a Oxford

Uma das principais iniciativas dessa nova fase é a coleção In Natura, primeira linha desenvolvida pela Oxford em parceria com Rita Lobo, apresentadora e fundadora do projeto Panelinha.

Embaixadora da marca desde 2025, Lobo participa do desenvolvimento de produtos voltados a consumidores que valorizam a culinária e a experiência de cozinhar e servir refeições em casa.

A coleção estreia com panelas de cerâmica refratária, que passam a integrar a oferta da empresa. A distribuição utilizará a estrutura comercial da Oxford para alcançar consumidores no Brasil e no exterior.

“ A coleção foi pensada para quem vê a cozinha como um estilo de vida e vai direto para a mesa, sempre com comida de verdade”, afirma Rita Lobo.

A parceria busca aproximar a marca de novos públicos e ampliar sua atuação para além das louças, conectando diferentes produtos ao universo da gastronomia e da vida doméstica.

Estratégia busca integrar produtos e fortalecer a marca

Para a direção comercial da Oxford, a diversificação não se limita ao lançamento de novos itens. O objetivo é criar uma oferta integrada, na qual diferentes categorias se complementem e ampliem a presença da empresa dentro das casas dos consumidores.

“Não estamos simplesmente colocando mais produtos no mercado. Queremos que uma categoria converse com a outra e aumente a relevância da marca dentro da casa”, afirma Ricardo Bartsch Filho, conhecido como Caco Bartsch, diretor comercial e acionista da companhia.

Bartsch é neto de Eggon João da Silva, um dos fundadores da WEG, fabricante de motores elétricos.

Segundo o executivo, a Oxford pretende aproveitar os ativos desenvolvidos ao longo de sua trajetória, incluindo a força da marca, a capacidade industrial, a rede de distribuição e o conhecimento sobre o comportamento dos consumidores.

Empresa catarinense tem ligação com as famílias fundadoras da WEG

Fundada em 1953, em São Bento do Sul, no Norte de Santa Catarina, a Oxford construiu sua trajetória no segmento de louças e porcelanas. No fim da década de 1990, porém, a companhia enfrentou dificuldades financeiras em meio ao aumento da concorrência de fabricantes chineses.

Em 2003, a empresa foi adquirida pela WPA Participações, veículo de investimentos ligado às famílias fundadoras da WEG. O grupo reúne descendentes de Werner Ricardo Voigt e Geraldo Werninghaus, além da família de Eggon João da Silva.

A partir dessa mudança de controle, a Oxford passou a explorar novas possibilidades comerciais com base em sua estrutura industrial e de distribuição, buscando ampliar a atuação para além de seu segmento original.

A diversificação atual representa a continuidade desse movimento, com a incorporação de categorias que complementam o negócio tradicional de louças e ampliam as oportunidades de crescimento.

Casa Oxford será espaço para lançamentos e relacionamento

Como parte da estratégia de expansão, a empresa prevê inaugurar em fevereiro a Casa Oxford, um showroom no Jardim Paulistano, em São Paulo.

O espaço reunirá diferentes linhas de produtos da marca e será utilizado para apresentar lançamentos, aproximar a companhia dos consumidores e fortalecer o relacionamento com parceiros comerciais.

A iniciativa acompanha a transformação da Oxford em uma marca mais abrangente de artigos para cozinha e mesa. Com novas coleções, parcerias e expansão do portfólio, a empresa busca aumentar a participação de produtos complementares nas receitas e atingir a meta de 20% do faturamento até 2027.

FONTE: Pipeline
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação

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Bunge, BRF e WEG lideram ranking das 100 maiores empresas de Santa Catarina

A Bunge, a BRF e a WEG estão entre os principais destaques do ranking das 100 maiores empresas de Santa Catarina, levantamento que evidencia a força da indústria catarinense e o desempenho das companhias no cenário econômico regional e nacional.

Os resultados foram apresentados durante a premiação 500 Maiores do Sul, promovida pelo Grupo Amanhã em parceria com a PwC Brasil. O evento foi realizado na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), em Florianópolis, e reuniu representantes do setor empresarial.

Na abertura do encontro, o presidente em exercício da FIESC, André Odebrecht, destacou a capacidade de crescimento e adaptação das empresas do Estado, além da importância da atuação empresarial para o desenvolvimento econômico catarinense.

“Nos orgulha muito ver nessa lista indústrias de Santa Catarina crescendo, liderando setores e destacando-se entre as maiores do Sul. Para além do ranking, nos orgulha vê-las fazendo história, impulsionando a economia catarinense, conquistando mercados aqui e no exterior”, afirmou.

Bunge mantém liderança entre as maiores empresas catarinenses

O levantamento aponta uma disputa acirrada entre as principais companhias de Santa Catarina. A Bunge permanece na primeira posição do ranking estadual, enquanto BRF e WEG aparecem entre as empresas que se aproximam da liderança.

A classificação considera o Valor Ponderado de Grandeza (VPG), indicador utilizado para avaliar o porte econômico das organizações a partir de três componentes financeiros.

A metodologia atribui pesos diferentes aos indicadores analisados:

  • Patrimônio líquido: corresponde a 50% da pontuação.
  • Receita líquida: representa 40% do cálculo.
  • Resultado financeiro: responde pelos 10% restantes.

A combinação desses fatores permite comparar o porte e o desempenho das companhias com base em seus resultados financeiros e patrimoniais.

WEG se destaca em patrimônio, lucro e capital de giro

Além de figurar entre as líderes do ranking, a WEG apresentou resultados expressivos em indicadores financeiros. A companhia registrou o maior patrimônio líquido, o maior lucro líquido e o maior capital de giro próprio entre as empresas catarinenses avaliadas.

Os números reforçam a posição da empresa entre os destaques da economia de Santa Catarina e evidenciam sua relevância no cenário industrial do Estado.

O desempenho da WEG também contribui para demonstrar a diversidade e a competitividade das grandes empresas catarinenses, que atuam em diferentes segmentos e disputam espaço nos mercados brasileiro e internacional.

Empresas de Santa Catarina têm menor endividamento do Sul

Outro dado relevante do levantamento é a situação financeira das cem maiores empresas catarinenses. Em conjunto, elas apresentam um índice de endividamento de 54,8%, o menor entre os três estados da Região Sul.

Para comparação, as grandes empresas do Rio Grande do Sul registram endividamento de 58,8%, enquanto as companhias do Paraná apresentam índice de 59%.

Os resultados colocam as empresas catarinenses em posição de destaque nesse indicador e reforçam a importância da gestão financeira para a manutenção da competitividade empresarial.

Indústria catarinense reforça protagonismo econômico

A presença de empresas como Bunge, BRF e WEG entre os principais nomes do ranking evidencia a participação das grandes companhias na economia estadual.

A premiação 500 Maiores do Sul também funciona como uma referência para acompanhar a evolução das empresas da região, considerando indicadores patrimoniais, receitas e resultados financeiros.

Para a FIESC, o crescimento das indústrias catarinenses e a conquista de novos mercados são fatores importantes para o fortalecimento da atividade econômica, a geração de oportunidades e a ampliação da presença de Santa Catarina no Brasil e no exterior.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Elis Pereira

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Pequenos negócios correspondem a 88% das empresas e são responsáveis por metade dos novos empregos em Santa Catarina

No dia da micro e pequena empresa, celebrado neste dia 5 de outubro, o Sebrae/SC ressalta a força dos pequenos negócios e a sua contribuição para o desenvolvimento socioeconômico do Estado

Neste dia 5 de outubro é celebrado o Dia da Micro e Pequena Empresa, data que reconhece a importância dos milhões de empreendedores que ajudam a movimentar a economia do país todos os dias. A escolha da data é uma referência à sanção da Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que instituiu o primeiro Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte no Brasil.

Ao longo dos anos, a legislação evoluiu, surgiram novos mecanismos de apoio aos empreendedores, e os pequenos negócios se tornaram cada vez mais relevantes para a economia do país.

De acordo com dados do Observatório de Negócios do Sebrae/SC, Santa Catarina tem 1,37 milhão de pequenos negócios, que representa 88,1% das empresas ativas. Além de serem maioria no universo empresarial catarinense, as MPEs têm participação expressiva na geração de empregos, na massa salarial e na economia estadual. No primeiro semestre de 2026, foram responsáveis por 31.551 novos empregos formais, o equivalente a 50% do saldo de vagas geradas em Santa Catarina. Juntos, os pequenos negócios correspondem a 43% do PIB catarinense.

Esses números reforçam a importância de valorizar o pequeno negócio como uma forma de contribuir para o desenvolvimento de Santa Catarina. “Apoiar as micro e pequenas empresas é garantir que a renda continue girando nas nossas cidades. Quando você escolhe comprar de um pequeno negócio, você não está apenas adquirindo um produto ou serviço, está investindo no sonho de uma família, fortalecendo a economia do seu bairro e fazendo o dinheiro circular e gerar novos empregos exatamente onde você vive”, comenta o diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca.

Para o Sebrae/SC, o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa é uma oportunidade para valorizar a dimensão e a importância desses negócios e de reconhecer a coragem e a resiliência de quem empreende todos os dias.

“Sabemos que empreender é um ato contínuo de coragem. O empresário enfrenta desafios diários que vão muito além da gestão do seu negócio e englobam a carga tributária, a burocracia complexa, a dificuldade de acesso ao crédito e a constante necessidade de se reinventar em mercados cada vez mais digitais e competitivos. Entender essas dores é o que guia o trabalho do Sebrae/SC, garantindo que o empreendedor não precise superar esses obstáculos sozinho”, afirma Carlos Henrique.

Nesse sentido, a missão do Sebrae/SC é caminhar lado a lado dos empresários em todas as fases da sua jornada. Por isso, oferece desde capacitações, consultorias técnicas e orientação financeira, até apoio para inovação, acesso a novos mercados e melhoria do ambiente de negócios. “Queremos garantir que o empreendedor catarinense tenha as ferramentas necessárias não apenas para manter suas portas abertas, mas para crescer, gerar novos empregos e continuar fazendo de Santa Catarina uma referência nacional em empreendedorismo”, finaliza o diretor.

FONTE: Sebrae
TEXTO: Redação
IMAGEM: Márcio Nagano

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Filosofia para CEOs: Como Dirigir Decisões Estratégicas em Tempos de Incerteza

Embora planilhas financeiras, indicadores de desempenho e projeções matemáticas continuem sendo o alicerce do mundo corporativo, os maiores dilemas de um CEO e de membros de conselhos surgem justamente quando os dados deixam de fornecer respostas definitivas.

Por Que a Alta Liderança Precisa da Filosofia?

Dilemas sobre como balancear resultados financeiros imediatos, o horizonte de longo prazo, a adoção de tecnologias disruptivas e a concorrência de interesses entre acionistas e sociedade exigem mais do que fórmulas matemáticas. São escolhas que dependem de visão de mundo, valores fundamentais e capacidade de interpretação.

Instituições de referência mundial, como a Harvard Business Review e a Stanford Graduate School of Business, apontam que a habilidade de examinar pressupostos e premissas filosóficas é tão vital quanto dominar técnicas tradicionais de gestão empresarial. Em cenários complexos, questionar o óbvio evita que a governança corporativa falhe diante de conflitos éticos e operacionais onde nenhum algoritmo oferece uma saída pronta.

O Fator Humano: Compreender Quem Decide

Executivos carregam para a sala de reuniões suas próprias subjetividades, vieses cognitivos e experiências de vida. Para entender os rumos de uma organização, é preciso primeiro compreender o comportamento humano de quem comanda as escolhas estratégicas.

Essa premissa fundamenta programas voltados para a alta liderança, a exemplo do SEER da Saint Paul, que examinam aspectos do inconsciente, da neurociência aplicada e da psicologia comportamental. A lógica é direta: a eficácia da liderança executiva passa obrigatoriamente pelo autoconhecimento e pela decodificação das diferentes perspectivas humanas.

A Relação Entre Arte e Estratégia nos Negócios

Exercícios voltados para a apreciação artística ajudam a ilustrar como a subjetividade opera no cotidiano de uma diretoria. Diante da mesma obra de arte, observadores distintos formulam leituras radicalmente diferentes.

O mesmo fenômeno ocorre em conselhos de administração: diante de um mesmo relatório financeiro, executivos enxergam riscos, prioridades e oportunidades sob óticas variadas. Ampliar o repertório cultural e intelectual capacita o gestor a enxergar além do convencional, transformando incertezas em diferenciais competitivos.

A Complexidade da Gestão Moderna

Quanto mais alta a senioridade na hierarquia corporativa, mais escassas se tornam as respostas prontas. Os dilemas que chegam à mesa de um diretor-presidente acumulam informações incompletas, interesses divergentes e impactos difíceis de prever.

Nesse patamar de alta complexidade, o papel do líder deixa de ser apenas acumular respostas e passa a ser o de apurar a percepção da realidade. É nesse ecossistema que conceitos de filosofia corporativa, comportamento humano e cultura organizacional deixam de ser teóricos para se tornarem ferramentas indispensáveis de sobrevivência e inovação nos negócios.

FONTE: Exame
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Negócios

Brasil Soberano 3: BNDES abre pedidos de empréstimos para empresas

Empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos ou pelos impactos econômicos da guerra no Oriente Médio já podem solicitar financiamento por meio da terceira fase do Plano Brasil Soberano. O programa prevê R$ 22,6 bilhões em crédito para negócios enquadrados nas regras estabelecidas pelo governo.

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) abriu nesta quinta-feira (17) o protocolo para que as empresas interessadas façam a habilitação aos financiamentos.

Além dos negócios diretamente atingidos pelas medidas comerciais norte-americanas e pelo conflito no Oriente Médio, o programa contempla empresas de setores estratégicos, incluindo segmentos como fertilizantes e minerais críticos.

Brasil Soberano 3 reúne recursos do Tesouro e do BNDES

O pacote de crédito é composto por R$ 13,5 bilhões do Tesouro Nacional e outros R$ 9,1 bilhões em recursos do BNDES, instituição vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

A nova etapa amplia o alcance das medidas de apoio financeiro criadas pelo governo para empresas que enfrentam dificuldades relacionadas ao cenário comercial e geopolítico internacional.

Quem pode ter acesso ao crédito?

A terceira fase do Plano Brasil Soberano estabelece três grupos de empresas que podem ser contemplados, de acordo com portaria do governo:

  • Grupo 1: empresas exportadoras de bens e seus fornecedores prejudicados pelo aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos.
  • Grupo 2: empresas de setores industriais relevantes para o comércio exterior ou considerados estratégicos para a transição para uma economia de baixo carbono.
  • Grupo 3: exportadoras de bens e seus fornecedores que comercializam com países do Golfo Pérsico.

No terceiro grupo estão incluídos negócios que exportam para Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã.

Entre os segmentos contemplados no segundo grupo estão as indústrias têxtil, química, farmacêutica e automotiva, além dos setores de minerais críticos e de máquinas e equipamentos.

Programa Brasil Soberano está em sua terceira fase

O Plano Brasil Soberano foi criado em meados de 2025 como uma iniciativa de apoio às empresas brasileiras depois que os Estados Unidos elevaram as tarifas sobre produtos nacionais.

Uma segunda etapa foi lançada em março de 2026 e passou a incluir empresas afetadas pelos efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio.

Agora, a terceira fase amplia novamente o público que pode buscar os financiamentos oferecidos pelo programa.

Quais são as condições para conseguir o financiamento?

As empresas enquadradas nos grupos relacionados ao tarifaço norte-americano ou ao conflito no Oriente Médio precisam atender a determinados critérios de elegibilidade.

Entre as exigências está a comprovação de que pelo menos 1% do faturamento da empresa tenha origem em operações comerciais com os países envolvidos nas medidas ou no conflito, conforme o enquadramento.

Os empresários podem consultar previamente se a empresa atende aos requisitos por meio do sistema disponibilizado pelo programa.

Para que o dinheiro pode ser usado?

Os recursos do crédito do Brasil Soberano podem ser destinados a diferentes finalidades empresariais, entre elas:

  • Capital de giro;
  • Compra de máquinas e equipamentos;
  • Projetos de investimento.

As taxas de juros variam entre 4,3% e 17,5% ao ano. O custo do financiamento depende de fatores como o porte da empresa e a finalidade para a qual o dinheiro será utilizado.

As empresas interessadas também podem consultar no BNDES as regras completas e os procedimentos necessários para solicitar a habilitação ao programa.

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Jorge Silva

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Negócios

Brasil e Itália ampliam oportunidades de negócios com Acordo Mercosul-União Europeia

Brasil e Itália buscam ampliar a parceria econômica e comercial em setores estratégicos, impulsionados pelas oportunidades que podem surgir com o Acordo Mercosul-União Europeia. Representantes dos governos e do setor empresarial dos dois países se reuniram na última sexta-feira (11), na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

O encontro teve como objetivo aproximar empresas, estimular parcerias de longo prazo e abrir novas oportunidades em áreas como negócios, tecnologia e investimentos.

Organizado pela CNI em conjunto com a Confindustria, ApexBrasil, Agência Italiana de Comércio Exterior (ICE) e Embaixada da Itália no Brasil, o Encontro Empresarial Brasil-Itália encerrou a missão empresarial italiana pela América Latina, que também passou por Buenos Aires e São Paulo.

Acordo Mercosul-UE abre espaço para novos negócios

Na abertura do evento, o vice-presidente da CNI e presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Bittar, destacou a importância de estreitar as relações entre os dois países diante das mudanças no cenário internacional e da necessidade de construir cadeias produtivas mais resilientes.

Bittar também mencionou uma reunião realizada anteriormente em Roma, na sede da Confindustria, e defendeu a continuidade do diálogo entre representantes dos setores produtivos brasileiro e italiano.

Segundo ele, a relevância da Itália para a indústria brasileira pode ser observada na evolução das relações comerciais ao longo dos últimos anos. O país europeu está entre os principais parceiros comerciais do Brasil dentro da União Europeia, tanto como destino de exportações quanto como fornecedor de produtos para o mercado brasileiro.

Para o executivo, a perspectiva de avanço do livre comércio entre Mercosul e União Europeia torna ainda mais importante a aproximação entre empresas dos dois lados do Atlântico.

Bittar ressaltou, porém, que a existência de um acordo comercial não garante, por si só, o aumento das transações. Na avaliação apresentada durante o evento, será necessário que as empresas encontrem oportunidades, formem parcerias e desenvolvam projetos capazes de aproveitar as condições criadas pelo tratado.

Entre os segmentos apontados como promissores estão indústria farmacêutica, tecnologia digital, energia, infraestrutura, máquinas e mineração.

Itália busca ampliar investimentos no Brasil

A vice-presidente da Confindustria para Exportação e Atração de Investimentos, Barbara Cimmino, afirmou que a participação italiana no encontro em Brasília é estratégica para acompanhar as diretrizes econômicas brasileiras e compreender as decisões que influenciam o ambiente de negócios.

A aproximação também foi destacada pelo embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese. Segundo ele, o Acordo Mercosul-UE cria uma oportunidade para aprofundar a relação bilateral e ampliar o intercâmbio entre os dois países.

Cortese também citou a criação de um grupo de trabalho formado pelos governos brasileiro e italiano. A iniciativa terá como foco o aumento do comércio bilateral e a ampliação dos investimentos entre Brasil e Itália.

Indústria brasileira apresenta cenário e oportunidades

A programação do encontro incluiu ainda uma apresentação sobre o desempenho e os principais desafios da indústria brasileira.

A gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, apresentou dados sobre a participação do setor na economia nacional. De acordo com os números apresentados, a indústria representa 23,4% do Produto Interno Bruto (PIB), responde por 67,7% das exportações de bens e serviços e concentra 66,8% dos investimentos empresariais em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Outro dado destacado foi o efeito da atividade industrial sobre o restante da economia: para cada R$ 1 produzido pela indústria, são gerados R$ 1,44 na economia.

CNI defende medidas para aumentar competitividade

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mario Sérgio Telles, apresentou uma agenda estratégica com prioridades para os próximos 25 anos.

Entre os pontos destacados está a necessidade de reduzir o chamado Custo Brasil, considerado um obstáculo à competitividade das empresas e à atração de novos investimentos.

Telles também defendeu o fortalecimento dos mecanismos de defesa comercial. Durante a apresentação, classificou o fim da chamada “taxa das blusinhas” como um retrocesso dentro dessa agenda.

A discussão ocorre em um momento em que Brasil e Itália buscam ampliar os negócios bilaterais e aproveitar as oportunidades associadas à aproximação comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

FONTE: Portal da Indústria
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gilberto Sousa / CNI

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Negócios, Sem Categoria

Missão empresarial aproxima empresários brasileiros das oportunidades de negócios no Paraguai

A busca por novas oportunidades de negócios e caminhos para a internacionalização levou cerca de 20 empresários brasileiros a Ciudad del Este, no Paraguai, no ultimo dia 08 de setembro. Organizada pela CN Mercosul, a missão contou com o acompanhamento do ReConecta News, representado pela CEO Renata Palmeira, que esteve presente durante toda a programação.

Mais do que uma apresentação sobre vantagens tributárias, a proposta foi proporcionar aos participantes uma experiência prática sobre o ambiente empresarial paraguaio. A agenda incluiu encontros com especialistas em contabilidade, direito tributário e migração, além de visitas e apresentações de empresas que já investem no país.

“Nosso principal objetivo foi mostrar o Paraguai como ele realmente é. Mais do que falar sobre incentivos ou apresentar números, queríamos proporcionar aos empresários uma experiência presencial, com contato com o ambiente de negócios, empresas, profissionais e instituições locais, mostrando tanto as oportunidades quanto os desafios de empreender no país”, explica Jonathan Roger Linzmeyer, fundador e presidente da CN Mercosul.

Economia em crescimento e ambiente favorável

Um dos pontos apresentados durante a missão foi o cenário macroeconômico paraguaio. Segundo dados apresentados durante a programação, o país registrou crescimento de 6,6% do PIB em 2025 e tem projeção de expansão de 4,5% para 2026. A inflação interanual estava em 1,5%, enquanto a dívida pública correspondia a cerca de 39% do PIB.

Entre os diferenciais destacados estão a disponibilidade de energia proveniente de Itaipu e Yacyretá, uma estrutura tributária mais enxuta, legislação voltada à atração de investimentos e uma população jovem, com mão de obra competitiva.

A Lei de Maquila também vem despertando o interesse de empresas brasileiras. O regime permite industrializar produtos no Paraguai destinados à exportação, com tributação reduzida sobre o valor agregado local. Com novas regras estabelecidas em 2025 e regulamentadas em 2026, o mecanismo amplia as possibilidades para empresas que avaliam internacionalizar sua produção.

“O que percebemos é que o interesse pela internacionalização cresceu muito. Hoje, o empresário brasileiro já olha para o Paraguai não apenas como uma alternativa tributária ou de redução de custos, mas como uma plataforma para expansão, produção, distribuição e acesso a novos mercados”, afirma Jonathan.

Ciudad del Este concentra oportunidades

Na região de Ciudad del Este, o crescimento econômico se combina a uma forte demanda por moradia e serviços. Hoje existem 11 faculdades de medicina na cidade e região, com mais de 18 mil alunos matriculados, muitos deles brasileiros.

A área que reúne Ciudad del Este, Hernandarias, Presidente Franco, Minga Guazú e Los Cedrales soma aproximadamente 586 mil habitantes, segundo o Censo de 2022, formando o segundo maior aglomerado urbano do Paraguai.

Esse movimento também está relacionado à expansão industrial e logística. A Rota Bioceânica de Capricórnio, que conecta os portos do Pacífico aos portos brasileiros do Atlântico, e a chamada Rota da Proteína colocam o Paraguai em uma posição estratégica para o transporte de cargas e a integração regional.

Investimentos acompanham transformação da região

Durante a missão, os empresários conheceram projetos da Axial Constructora, entre eles o Residencial Del Sol, em Minga Guazú, e o Parque Integración, empreendimento logístico apresentado como o primeiro parque Triple A do Paraguai.

O Residencial Del Sol possui 248 lotes e está localizado no KM 14 de Minga Guazú, entre Ciudad del Este e o corredor industrial. O projeto conta com estrutura de lazer e sistema próprio de tratamento de água e esgoto.

Para Fernando Parra, da Axial, os empreendimentos refletem uma transformação que já está em curso no Alto Paraná. “Os projetos da Axial ajudam a mostrar uma transformação que já está acontecendo no Alto Paraná. O crescimento da região não está acontecendo apenas no comércio. Estamos vendo uma evolução simultânea na demanda por moradia, na instalação de empresas e na necessidade de uma infraestrutura logística mais moderna”, explica.

Segundo Parra, o Residencial Del Sol acompanha uma nova demanda habitacional provocada pela chegada de empresas, investimentos e profissionais à região. O empreendimento é apresentado como o primeiro condomínio fechado do Paraguai com sistema próprio de tratamento de água e esgoto, com ETE e ETA.

Já o Parque Integración foi apresentado como um projeto voltado à crescente demanda por infraestrutura logística. O empreendimento prevê 34 galpões, com módulos de 1.250 a 1.500 metros quadrados, em uma área total de 43 hectares e a cerca de 10 quilômetros da nova Ponte da Integração.

Decisão precisa ser baseada em números

Apesar das oportunidades apresentadas, a CN Mercosul reforçou durante a missão que a decisão de internacionalizar uma operação não deve ser tomada apenas com base em incentivos fiscais ou custos aparentemente menores. “Antes de investir, é fundamental realizar um estudo de viabilidade completo, analisando tributação, logística, custos operacionais, estrutura societária, mercado, legislação, mão de obra, incentivos aplicáveis e, principalmente, as projeções financeiras da operação. Nós defendemos que o empresário tenha um DRE projetado e números concretos antes de tomar a decisão”, destaca Jonathan.

Segundo ele, o Paraguai apresenta oportunidades relevantes, mas cada projeto precisa ser analisado individualmente. “Internacionalização precisa ser uma decisão empresarial baseada em dados e estratégia, e não simplesmente uma mudança de endereço em busca de benefícios fiscais”, resume.

Nesse cenário, a missão acompanhada pelo ReConecta mostrou um Paraguai que busca se posicionar não apenas como alternativa tributária, mas como um mercado em transformação, impulsionado por crescimento econômico, investimentos, infraestrutura, logística e integração regional.

TEXTO E IMAGENS: ReConecta News

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Negócios

Mauro Vieira participa de reuniões da ALADI e do MERCOSUL em Montevidéu

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, participa nesta quarta-feira, 2 de setembro de 2026, de uma série de encontros diplomáticos em Montevidéu, no Uruguai. A agenda inclui o XX Conselho de Ministros das Relações Exteriores da ALADI (Associação Latino-Americana de Integração) e uma Reunião Informal de Chanceleres do MERCOSUL.

Os encontros devem tratar de temas relacionados à integração regional, ao comércio e às relações externas dos países latino-americanos.

ALADI discute novo secretário-geral e comércio regional

Durante o Conselho de Ministros da ALADI, os representantes dos países-membros deverão escolher o novo secretário-geral da organização.

A pauta também prevê discussões sobre medidas para ampliar a harmonização regulatória e reduzir barreiras técnicas ao comércio entre os países da região.

Criada em 1980 pelo Tratado de Montevidéu, a ALADI desempenha papel central na construção da integração econômica e comercial latino-americana.

Chanceleres do MERCOSUL avaliam negociações comerciais

Na reunião informal do MERCOSUL, os ministros das Relações Exteriores devem analisar questões ligadas ao relacionamento externo do bloco. Entre os assuntos previstos estão as negociações comerciais em andamento e a implementação de acordos que já foram firmados.

Outro tema em discussão será a renovação do Fundo de Convergência Estrutural do MERCOSUL (FOCEM), mecanismo voltado à redução das assimetrias entre os países integrantes do bloco.

A Presidência Pro Tempore do Uruguai também deverá apresentar informações sobre os preparativos para a próxima Cúpula de Presidentes dos Estados Partes e Estados Associados, programada para dezembro.

Comércio entre países do bloco cresce mais de 11 vezes

Os dados apresentados na agenda destacam a expansão do comércio dentro do MERCOSUL desde a criação do bloco, em 1991.

As trocas comerciais entre os Estados Partes passaram de aproximadamente US$ 4,5 bilhões naquele ano para cerca de US$ 51 bilhões em 2025. O comércio intrabloco é composto, em sua maior parte, por bens manufaturados.

A integração também se reflete na relação do MERCOSUL com outros mercados. No primeiro semestre de 2026, as trocas comerciais do bloco com o restante do mundo somaram US$ 438 bilhões, alta de 9% em comparação com os US$ registrados no mesmo período de 2025.

O resultado reforça o peso do MERCOSUL na integração econômica regional e sua importância como plataforma para a inserção dos países membros no comércio internacional.

FONTE: Ministério das Relações Exteriores
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Civitatis

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Negócios

FIESC leva missão empresarial à Expo Paraguay-Brasil para ampliar negócios

A FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina) prepara uma missão empresarial para a Expo Paraguay-Brasil 2026, com o objetivo de ampliar a internacionalização da indústria catarinense e criar novas oportunidades de negócios no país vizinho.

A 17ª edição do evento será realizada nos dias 11, 12 e 13 de novembro, em Ciudad del Este, no Paraguai. A programação deve reunir empresários e representantes dos setores produtivos dos dois países em uma agenda voltada à prospecção de negócios, networking e formação de parcerias comerciais.

A participação da delegação catarinense busca aproximar empresas do estado do mercado paraguaio, além de identificar oportunidades de comércio, investimentos e expansão internacional.

“A aproximação com o Paraguai abre espaço para novas parcerias e para a ampliação dos negócios das empresas catarinenses. Participar da Expo Paraguay-Brasil permite conhecer melhor o ambiente empresarial paraguaio, estabelecer conexões e identificar oportunidades concretas de comércio e investimentos”, afirma Maria Teresa Bustamante, presidente do Conselho de Comércio Exterior da FIESC.

Missão terá agenda exclusiva com a Embaixada

Além das atividades da Expo Paraguay-Brasil, a delegação da FIESC terá uma agenda institucional exclusiva com a Embaixada do Brasil no Paraguai.

O encontro pretende ampliar o diálogo com representantes institucionais e oferecer aos empresários participantes informações mais abrangentes sobre o ambiente econômico e as oportunidades disponíveis no país.

A iniciativa integra a estratégia da FIESC de fortalecer as relações comerciais entre Santa Catarina e Paraguai e apoiar empresas interessadas em avançar no processo de internacionalização.

Participação é voltada a empresários e executivos

A missão empresarial é direcionada a empresários industriais, executivos, gestores de comércio exterior e tomadores de decisão que buscam oportunidades de expansão internacional.

Também podem participar empresas associadas e parceiros da FIESC interessados em conhecer o mercado paraguaio, estabelecer contatos comerciais e prospectar novas possibilidades de negócios.

Com a participação na Expo Paraguay-Brasil, a entidade pretende ampliar a presença da indústria catarinense no mercado internacional e estimular novas conexões entre empresas de Santa Catarina e do Paraguai.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Negócios

Liderança: estratégias para engajar a equipe e desenvolver talentos

Assumir uma posição de liderança vai muito além de ocupar um novo cargo ou acumular responsabilidades. O papel exige equilíbrio entre decisões estratégicas, gestão de pessoas e acompanhamento das atividades do dia a dia.

Entre os principais desafios estão alinhar os profissionais aos objetivos da empresa, administrar demandas administrativas, desenvolver competências e manter a equipe motivada.

Para a psicóloga e mentora de carreiras do IEL/SC, Ana Carolina Freitas, o processo começa pelo próprio líder.

“Antes de aprender a conduzir pessoas, o líder precisa estar disposto a olhar para si mesmo. Autoconhecimento, escuta, inteligência emocional e abertura para aprender são competências fundamentais para construir relações de confiança e equipes verdadeiramente engajadas.”

Engajamento da equipe pode aumentar a produtividade

A atuação dos gestores tem impacto direto sobre o engajamento dos colaboradores. Segundo um estudo da Gallup, empresa norte-americana especializada em análise e consultoria em gestão, os gestores imediatos estão relacionados a 70% das oscilações no nível de engajamento e comprometimento das equipes.

A pesquisa também indica que organizações que conseguem melhorar o engajamento dos funcionários podem registrar ganhos de até 70% na produtividade.

Nesse contexto, tornar-se líder também significa reconhecer que o cargo não representa conhecimento absoluto. Para Ana Carolina Freitas, é importante ter humildade para identificar pontos de melhoria e estar disposto a receber avaliações sobre a própria atuação.

“É necessário olhar para si, identificar pontos de desenvolvimento, ouvir feedbacks e compreender o impacto dos próprios comportamentos sobre a equipe. Essa postura requer maturidade emocional, especialmente para admitir erros, rever atitudes ou reconhecer que um integrante do time pode ter mais conhecimento sobre determinado assunto.”

Escuta e segurança psicológica fortalecem o time

Uma liderança eficaz envolve abertura para ouvir diferentes opiniões, solicitar ajuda e considerar perspectivas que não necessariamente coincidem com as do gestor.

Esse comportamento contribui para criar segurança psicológica no ambiente de trabalho. Com mais confiança, os profissionais tendem a se sentir mais confortáveis para tirar dúvidas, apresentar ideias, propor soluções e reconhecer erros.

O resultado é um ambiente mais favorável ao aprendizado, à colaboração e ao desenvolvimento coletivo.

Como desenvolver uma liderança inspiradora

Além das competências técnicas, algumas atitudes podem ajudar o gestor a construir relações mais sólidas e fortalecer o vínculo dos profissionais com a organização.

  • Pratique a escuta ativa: dê espaço para que os colaboradores apresentem opiniões, dúvidas, sugestões e dificuldades.
  • Reconheça o trabalho da equipe: valorize esforços, resultados e contribuições individuais e coletivas.
  • Estimule o desenvolvimento profissional: incentive a aquisição de novos conhecimentos e a busca por oportunidades de crescimento.
  • Ofereça feedbacks construtivos: acompanhe a evolução dos profissionais e mostre quais pontos podem ser aprimorados.
  • Fortaleça o sentimento de pertencimento: faça com que os colaboradores percebam que suas contribuições são importantes para a empresa.

Liderança também é desenvolver pessoas

Uma boa gestão de pessoas não se resume ao cumprimento de metas. O desenvolvimento de profissionais, a construção de confiança e a capacidade de manter uma equipe motivada e engajada também fazem parte das responsabilidades de quem lidera.

Ao investir no próprio autoconhecimento, praticar a escuta e estimular o crescimento dos integrantes do time, o gestor amplia as condições para construir uma equipe mais participativa e conectada aos objetivos da organização.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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