Negócios

Villa Germania aposta em carnes de aves gourmet e amplia presença em mais de 30 países

Enquanto grande parte da avicultura brasileira concentra sua produção em commodities, a Villa Germania, de Indaial (SC), consolidou uma estratégia voltada para o mercado premium. Ao investir em carnes de aves especiais e produtos de alto valor agregado, a empresa conquistou espaço no Brasil e no exterior, tornando-se a maior produtora e exportadora de carne de pato da América Latina.

Celebrando 30 anos de atuação, a companhia aposta em um portfólio voltado à alta gastronomia, atendendo clientes em mais de 30 países distribuídos por todos os continentes. A estratégia permitiu à empresa crescer de forma sustentável e reduzir a dependência da competitividade baseada apenas em preços.

Portfólio atende mercados exigentes

Além da carne de pato, a empresa oferece uma linha diversificada de proteínas gourmet, desenvolvida para atender às exigências de restaurantes, distribuidores e consumidores que buscam produtos diferenciados.

Segundo o presidente da holding, Armando Nogueira, a evolução da empresa foi além da especialização em uma única proteína. De acordo com o executivo, a Villa Germania passou a oferecer soluções completas para o segmento gourmet, levando a qualidade da indústria catarinense a mercados internacionais e registrando um crescimento de dez vezes nos últimos dez anos.

Certificações garantem acesso ao mercado internacional

A expansão global da empresa é sustentada por um rigoroso sistema de qualidade e rastreabilidade, considerado essencial para atender às normas sanitárias dos principais mercados consumidores.

Por atuar em um segmento altamente regulado, a planta industrial reúne um dos mais completos conjuntos de certificações internacionais da indústria brasileira de proteína animal, permitindo a exportação para países com elevados padrões sanitários.

O controle acompanha todas as etapas da produção, desde o melhoramento genético e a criação das aves até o processamento, o abate e a distribuição dos produtos.

Expansão mira novos mercados

Com o avanço de seu plano de crescimento, a Villa Germania pretende ampliar sua atuação internacional e aumentar a oferta de produtos nos próximos anos. A estratégia inclui novos investimentos para fortalecer a presença da marca em mercados já consolidados e conquistar novos clientes no segmento de proteínas premium.

Ao apostar na inovação, na qualidade e na diferenciação de seus produtos, a empresa busca consolidar sua posição como referência em carnes de aves especiais no mercado global.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Filipe Scotti

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Negócios

WEG firma contrato com a Engie para expansão da Hidrelétrica Jaguara em projeto de R$ 1,2 bilhão

A WEG anunciou a assinatura de um contrato com a Engie Brasil para fornecer duas unidades geradoras destinadas à ampliação da capacidade da Usina Hidrelétrica Jaguara, empreendimento localizado no Rio Grande, entre os municípios de Rifaina (SP) e Sacramento (MG).

O projeto prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão e permitirá o acréscimo de 232 megawatts (MW) à capacidade instalada da usina. A expansão será realizada com a instalação de duas unidades geradoras de 116 MW cada, aproveitando estruturas já existentes, sem necessidade de construção de um novo reservatório.

Equipamentos devem entrar em operação em 2030

Segundo a WEG, a previsão é de que as novas turbinas iniciem operação em 2030. A empresa destaca que a modernização da hidrelétrica fortalece o papel da energia hidrelétrica na transição energética, contribuindo para atender aos momentos de maior demanda por eletricidade e ampliar a segurança do sistema elétrico brasileiro.

A utilização da infraestrutura existente também favorece a expansão da geração de energia com menor impacto ambiental, tornando o projeto mais eficiente do ponto de vista operacional e sustentável.

Projeto reforça atuação da WEG no setor elétrico

Em comunicado ao mercado, a fabricante informou que sua participação no empreendimento demonstra a capacidade da companhia em desenvolver e fornecer soluções completas para projetos de grande porte no setor elétrico, incluindo tecnologias voltadas à geração de energia.

A empresa é uma das principais fornecedoras de equipamentos para usinas no Brasil e amplia sua presença em iniciativas estratégicas voltadas ao fortalecimento da matriz energética nacional.

Engie aposta na modernização da Usina Jaguara

A Usina Hidrelétrica Jaguara integra o parque gerador da Engie Brasil, uma das maiores companhias privadas de geração de energia elétrica do país. A ampliação da capacidade faz parte da estratégia da empresa de elevar a oferta de energia utilizando ativos já implantados, reduzindo a necessidade de novas intervenções ambientais e aumentando a eficiência operacional.

Com o investimento, a expectativa é fortalecer a contribuição da usina para o abastecimento do Sistema Interligado Nacional e acompanhar o crescimento da demanda por energia nos próximos anos.

FONTE: Invest News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Invest

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Negócios

BYD amplia fábrica na Bahia e projeta produzir 600 mil veículos por ano no Brasil

A BYD acelera a expansão de sua fábrica em Camaçari (BA) com a meta de transformar a unidade no maior complexo automotivo da empresa fora da China. Após investir R$ 5,5 bilhões, a montadora pretende elevar gradualmente sua capacidade produtiva até alcançar 600 mil veículos por ano, volume superior ao da fábrica da Fiat, em Betim (MG).

Além de atender ao mercado brasileiro, o projeto prevê que a unidade baiana se torne uma plataforma de exportação para outros países das Américas.

Produção nacional entra em nova fase a partir de agosto

Desde outubro de 2025, a fábrica realiza a montagem dos modelos Dolphin Mini, King e Song Pro no sistema SKD, em que os veículos chegam parcialmente desmontados e recebem a montagem final no Brasil.

A partir de agosto, a empresa pretende iniciar uma etapa experimental de um processo produtivo mais completo, ampliando a nacionalização da fabricação.

Até o fim de 2026, o complexo deverá contar com novas áreas de estamparia, soldagem e pintura, consideradas essenciais para aumentar a produção local de componentes e reduzir a dependência de peças importadas.

Projeto prevê 17 unidades industriais

O empreendimento ocupa uma área de 4,65 milhões de metros quadrados, equivalente a cerca de 645 campos de futebol, tornando-se o maior investimento industrial da BYD fora do território chinês.

Ao todo, o projeto contempla 17 unidades operacionais, incluindo instalações voltadas à fabricação de peças e componentes, ampliando a verticalização da cadeia produtiva no Brasil.

Segundo a empresa, os investimentos já realizados abrangem tanto a expansão da infraestrutura quanto a produção nacional de componentes automotivos.

Capacidade pode superar fábrica da Fiat em Betim

A primeira fase da operação prevê capacidade para fabricar 150 mil veículos por ano. Em uma segunda etapa, esse número deverá dobrar para 300 mil unidades anuais.

Quando todas as fases do projeto forem concluídas, a expectativa é atingir uma produção de até 600 mil veículos por ano, superando a capacidade atual da fábrica da Fiat, pertencente à Stellantis, em Betim, Minas Gerais.

Fábrica já montou 100 mil veículos em nove meses

A BYD também anunciou que a unidade de Camaçari alcançou a marca de 100 mil veículos montados apenas nove meses após o início das operações.

O automóvel que simbolizou o marco foi um Dolphin Mini, modelo que lidera as vendas de veículos elétricos no varejo brasileiro há cinco meses consecutivos e já ultrapassou 35 mil unidades comercializadas em 2026.

Além do compacto elétrico, a linha de produção inclui o sedã híbrido King e o SUV híbrido Song Pro, reforçando a estratégia da montadora de ampliar sua participação nos segmentos de veículos eletrificados.

Investimento também prevê geração de empregos

Atualmente, o complexo emprega cerca de 5,5 mil trabalhadores diretos. Com a conclusão das próximas etapas de expansão, a expectativa da BYD é contribuir para a criação de aproximadamente 20 mil empregos, entre vagas diretas e indiretas.

Segundo a empresa, todo o investimento de R$ 5,5 bilhões já foi destinado ao desenvolvimento da unidade industrial e à ampliação da produção nacional.

Marca premium Denza pode integrar produção futura

A expansão da fábrica também abre possibilidade para a fabricação de veículos da Denza, marca premium pertencente ao grupo BYD. Embora a montadora ainda não tenha confirmado oficialmente essa produção no Brasil, modelos como o Denza B5 são apontados como tecnicamente compatíveis com a estrutura do complexo baiano.

Em junho, o SUV liderou o segmento premium no mercado brasileiro, com 566 unidades emplacadas, tornando-se o primeiro veículo de uma marca chinesa a alcançar esse resultado. No mesmo período, a BMW manteve a liderança entre as fabricantes premium em volume total de emplacamentos.

FONTE: Click Petróleo e Gás
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CPG

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Negócios

Aquisição da Next Shipping movimenta os bastidores do Comex

A notícia de que a Next Shipping foi adquirida pela Quattuor Holding movimentou os bastidores do comércio exterior nesta quarta-feira. Em poucos minutos, o assunto tomou conta dos grupos de WhatsApp do setor, acompanhado de comentários, especulações e até memes.

Fundada em Itajaí (SC) em 2017 por Evandro Turatto e Bruno Meurer, a Next Shipping passa a integrar um grupo que reúne empresas como DC Logistics Brasil, Amtrans, Rentalog e Royal Cargo. Nos bastidores, a expectativa é de que a operação fortaleça a atuação da Quattuor em logística internacional, com foco em tecnologia, inteligência de mercado e expansão dos negócios.

As informações que circulam até o momento indicam que a Next deve manter sua marca, sua operação e a cultura organizacional que a tornou uma das empresas mais reconhecidas do setor, especialmente pela gestão de pessoas.

A movimentação acontece em um momento em que o mercado de logística internacional vive um processo de consolidação, com grupos ampliando sua atuação por meio de fusões e aquisições para ganhar escala e competitividade.

Até o momento da publicação desta nota, Next Shipping e Quattuor Holding ainda não haviam se manifestado oficialmente sobre a operação nem divulgado detalhes da negociação.

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Negócios

Brastemp e Consul: dona das marcas amplia investimentos no Brasil após reestruturação na Argentina e México

A Whirlpool, fabricante das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, está promovendo uma nova reorganização de sua estrutura industrial nas Américas. Após encerrar a produção de lavadoras na Argentina, a companhia anunciou agora o fechamento gradual de uma fábrica no México, enquanto reforça sua operação brasileira com um investimento superior a R$ 400 milhões.

A estratégia faz parte de um plano global voltado à redução de custos, aumento da eficiência operacional e concentração da produção em unidades consideradas estratégicas. Nesse cenário, o Brasil passa a ocupar uma posição de destaque dentro da operação latino-americana da empresa.

Whirlpool encerrará fábrica no México até 2027

A unidade da Supsa, localizada em Apodaca, no México, terá suas atividades encerradas de forma gradual até o segundo trimestre de 2027. Atualmente, a fábrica é responsável pela produção de refrigeradores.

Segundo a empresa, a decisão integra um processo de reestruturação industrial. A fabricação será redistribuída entre a planta de Ramos Arizpe, também em território mexicano, e outras unidades da rede global de manufatura da companhia.

A Whirlpool esclareceu que a produção da fábrica mexicana não será transferida diretamente para o Brasil. Ainda assim, o anúncio coincide com o fortalecimento da operação brasileira, que vem recebendo novos investimentos e atribuições estratégicas.

A reestruturação no México deve gerar um custo estimado em US$ 165 milhões, sendo aproximadamente US$ 70 milhões em desembolsos futuros. Parte dessas despesas deverá ser reconhecida pela empresa ao longo de 2026.

Brasil recebe investimento de mais de R$ 400 milhões

Enquanto reduz operações em outros países, a Whirlpool amplia sua presença no Brasil. A fábrica de Rio Claro, no interior de São Paulo, receberá mais de R$ 400 milhões para expansão, modernização e aumento da capacidade produtiva.

Com o aporte, a unidade passará a fabricar as lavadoras front-load, incluindo modelos de máquinas de lavar e lava e seca, equipamentos de maior valor agregado e crescente demanda no mercado.

Além da ampliação das linhas de produção, o projeto prevê forte investimento em automação industrial, consolidando a planta paulista como uma das mais relevantes da empresa na América Latina.

Produção deixa a Argentina e passa para Rio Claro

A fábrica de Rio Claro também assumirá a produção que era realizada na unidade de Pilar, na região metropolitana de Buenos Aires.

Inaugurada em 2022, a planta argentina tinha capacidade para fabricar até 300 mil máquinas de lavar por ano. No entanto, menos de três anos depois, a Whirlpool optou por encerrar as atividades industriais no país e transferir a linha produtiva para o Brasil.

A migração foi oficializada em abril de 2026 e incluiu a aquisição de ativos industriais e equipamentos da unidade argentina para adaptação da fábrica paulista.

Mesmo após o fechamento da planta de Pilar, a empresa informou que continuará abastecendo o mercado argentino por meio de outras operações do grupo e de sua estrutura local de distribuição.

Automação e nacionalização de componentes fortalecem fábrica brasileira

O projeto de expansão em Rio Claro vai além da transferência da produção. A Whirlpool pretende elevar a eficiência da fábrica com a instalação de mais de 20 robôs industriais.

Outro destaque é a nacionalização da cadeia produtiva. A expectativa é que cerca de 95% dos componentes utilizados nas novas lavadoras sejam fabricados no Brasil, reduzindo a dependência de peças importadas e minimizando impactos de oscilações cambiais, atrasos logísticos e desafios no comércio internacional.

As primeiras unidades produzidas na nova estrutura devem sair da linha de montagem a partir de setembro de 2026.

Expansão deve gerar cerca de 2,8 mil empregos

O investimento também deve impulsionar a economia da região de Rio Claro. A estimativa da Whirlpool é de criação de aproximadamente 2,8 mil empregos diretos e indiretos durante a expansão da operação.

O anúncio contou com a presença do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, além de autoridades estaduais, representantes municipais e executivos da companhia.

Reorganização fortalece papel do Brasil na América Latina

A reestruturação industrial da Whirlpool evidencia uma mudança na distribuição de suas operações nas Américas. Enquanto unidades na Argentina foram encerradas e uma fábrica no México será desativada, o Brasil concentra investimentos, tecnologia e parte relevante da produção regional.

Com a ampliação da fábrica de Rio Claro, a operação brasileira passa a desempenhar um papel ainda mais estratégico para as marcas Brastemp e Consul, consolidando-se como um dos principais polos industriais da companhia no continente.

FONTE: Portal Tempo Novo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação

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Negócios

MERCOSUL e Japão iniciam negociações para acordo de parceria econômica e livre comércio

Os países que integram o MERCOSUL e o governo do Japão oficializaram o início das negociações para um Acordo de Parceria Econômica (APE). O anúncio foi realizado durante a 68ª Cúpula de Chefes de Estado do MERCOSUL e Estados Associados, realizada em Assunção, no Paraguai.

A iniciativa reúne Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, membros do bloco sul-americano, com o objetivo de fortalecer as relações comerciais e ampliar a integração econômica com o país asiático.

Parceria busca fortalecer comércio e investimentos

O avanço das negociações é resultado dos entendimentos desenvolvidos no âmbito da Parceria Estratégica entre o MERCOSUL e o Japão, lançada em dezembro de 2025. Desde então, representantes das duas partes realizaram encontros em janeiro e março de 2026 para definir as bases do futuro acordo.

Caso seja concluído, o Acordo de Parceria Econômica criará uma área de livre comércio que reunirá aproximadamente 400 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) combinado estimado em US$ 7 trilhões.

Japão está entre os principais parceiros comerciais do MERCOSUL

O Japão figura entre os dez maiores parceiros comerciais do MERCOSUL. Em 2025, a corrente de comércio entre as partes alcançou US$ 13,7 bilhões, reforçando a importância econômica da relação bilateral.

Além dos laços comerciais, o bloco sul-americano abriga a maior comunidade japonesa fora do território japonês, fator que também contribui para o fortalecimento das relações entre os dois lados.

Objetivo é ampliar acesso a mercados e integrar cadeias produtivas

Durante as negociações, os participantes pretendem ampliar o acesso aos mercados de bens agrícolas e bens não agrícolas, além de incentivar a cooperação econômica, os investimentos bilaterais e a integração das cadeias produtivas entre o MERCOSUL e o Japão.

Segundo os governos envolvidos, o acordo representa um passo estratégico para aprofundar a cooperação econômica, comercial e institucional, tendo como base princípios compartilhados, como a democracia, os direitos humanos e o multilateralismo.

FONTE: Ministério das Relações Exteriores
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FSA

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Negócios

Ações da Dell disparam quase 100% em oito dias impulsionadas pela corrida da inteligência artificial

As ações da Dell Technologies vivem um momento de forte valorização em Wall Street e caminham para registrar a maior sequência de ganhos diários em mais de oito anos. Nos negócios realizados antes da abertura do mercado nesta terça-feira (2), os papéis da companhia chegaram a avançar 1,8%, alcançando a cotação de US$ 474,51.

O movimento amplia um rali impressionante iniciado nas últimas semanas. Em apenas oito pregões consecutivos de alta, a fabricante de computadores e servidores acumulou valorização de 98%, praticamente dobrando seu valor de mercado em pouco mais de uma semana.

Caso encerre mais uma sessão em terreno positivo, a empresa atingirá sua sequência mais longa de valorização desde março de 2018, segundo dados da Dow Jones Market Data.

Inteligência artificial impulsiona o interesse dos investidores

O avanço das ações da Dell acompanha o forte entusiasmo do mercado com empresas ligadas ao setor de inteligência artificial (IA).

O cenário ganhou força após a Nvidia apresentar um novo superchip voltado para computadores pessoais, ampliando a competição no segmento de hardware avançado e aumentando as expectativas sobre fabricantes de equipamentos capazes de atender à crescente demanda por soluções de IA.

A Dell é vista como uma das empresas bem posicionadas para aproveitar esse ciclo de investimentos, especialmente na área de servidores e infraestrutura para processamento de inteligência artificial.

Resultados da HPE reforçam otimismo com setor de tecnologia

O sentimento positivo também foi alimentado pelos resultados financeiros divulgados pela Hewlett Packard Enterprise (HPE). A companhia apresentou desempenho acima das expectativas no segundo trimestre e revisou para cima suas projeções para o restante do ano.

A divisão de nuvem e inteligência artificial da empresa registrou receita de US$ 7,71 bilhões, superando a estimativa média de mercado, que apontava para US$ 6,93 bilhões.

A reação dos investidores foi imediata: as ações da HPE chegaram a disparar 24% nas negociações pré-mercado.

Empresas de infraestrutura para IA lideram ganhos

Outra beneficiada pelo otimismo foi a Super Micro Computer, uma das principais fornecedoras globais de servidores voltados para aplicações de inteligência artificial.

Antes da abertura dos mercados, os papéis da companhia avançavam 5,1%. Considerando os últimos cinco pregões, a valorização acumulada já superava 26%.

O desempenho dessas empresas reforça a percepção de que o mercado segue apostando fortemente em companhias ligadas à infraestrutura tecnológica necessária para sustentar a expansão da inteligência artificial nos próximos anos.

FONTE: Exame
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Dell

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Evento, Negócios

CDI Terminais destaca experiência estratégica e geração de negócios na Intermodal South America 2026

A participação da CDI Terminais na Intermodal South America 2026 foi marcada por conexões qualificadas, geração de oportunidades reais de negócios e apresentação de soluções logísticas cada vez mais integradas. Parceira do ReConecta News, a empresa esteve presente no estande compartilhado G100, reforçando seu posicionamento em um dos principais hubs de relacionamento do evento.

Pela primeira vez como expositora, a CDI chegou à feira com uma proposta clara: mostrar, na prática, como sua estrutura integrada — que reúne terminal retroportuário, REDEX, armazenagem e serviços aduaneiros — pode otimizar operações e gerar mais eficiência para clientes. A novidade esteve justamente nesse modelo de atuação cada vez mais completo, que vem sendo fortalecido pela empresa nos últimos anos.

“A gente sempre participou como visitante, mas estar como expositor muda totalmente a experiência. Você se posiciona, é visto e cria oportunidades mais concretas”, destacou Fernando da Silva, representante da empresa.

Durante os três dias de evento, o fluxo intenso de visitantes no estande G100 refletiu o interesse do mercado por soluções logísticas mais ágeis e integradas. Segundo a empresa, a experiência superou as expectativas, especialmente pela qualidade das conexões realizadas. “Recebemos muitos clientes e parceiros estratégicos. Tivemos conversas profundas, com espaço adequado para negociação, o que fez toda a diferença. Saímos da feira com várias oportunidades e muito trabalho de continuidade no pós-evento”, afirmou Fernando.

Outro ponto valorizado pela CDI Terminais foi o formato colaborativo do estande compartilhado do ReConecta News, que potencializou o networking e ampliou o alcance das soluções apresentadas. “O estande compartilhado foi uma decisão muito acertada. Além de otimizar o investimento, ele nos coloca no centro das conexões. Existe uma troca real entre as empresas, que acaba gerando indicações e soluções mais completas para os clientes”, completou.

Com localização estratégica próxima ao Porto de Itapoá e atuação como REDEX autorizado, a CDI vem consolidando sua presença no setor ao oferecer um ecossistema logístico eficiente, seguro e competitivo. A participação na Intermodal 2026 reforça esse movimento, aproximando a empresa de novos mercados e fortalecendo parcerias.

Para o ReConecta News, contar com a CDI Terminais no estande G100 reforça o propósito de conectar empresas, soluções e oportunidades em um ambiente altamente qualificado. A Intermodal, mais uma vez, se confirma como um espaço essencial para quem busca crescimento, inovação e competitividade na logística.

Sobre a CDI Terminais

CDI Terminais é um REDEX autorizado, oferecendo estrutura completa para operações de exportação, importação e movimentação de cargas. Sua atuação estratégica como Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação em Itapoá garante agilidade nos processos aduaneiros e máxima eficiência logística.

SAIBA MAIS: https://www.cdi-terminais.com.br/ 

Sobre a Intermodal

A Intermodal South America é o principal evento de logística, transporte de cargas, tecnologia e comércio exterior da América Latina. Em 2026, a feira ocorreu entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo, marcando sua 30ª edição. 

O evento reuniu mais de 700 marcas nacionais e internacionais de toda a cadeia logística. Ao todo, 50.655 visitantes participaram da edição de 2026, superando os números do ano anterior. O público foi considerado mais qualificado, com foco em decisões e parcerias comerciais. A feira consolidou seu papel como vitrine de tendências e networking do setor.

Para 2027, a expectativa é de crescimento, com destaque para intralogística e equipamentos. A próxima edição da Intermodal South America está prevista para acontecer nos dias 13 a 15 abril de 2027, novamente em São Paulo.  

TEXTO: RECONECTA NEWS

IMAGENS: GIOVANA SANTOS

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Comércio, Negócios

Amazon amplia logística no Brasil e intensifica disputa com Mercado Livre

A Amazon deu um passo estratégico ao abrir sua estrutura de logística integrada para empresas terceiras, movimento que amplia a concorrência no setor e eleva a rivalidade com o Mercado Livre no Brasil. A iniciativa foi anunciada com o lançamento do Amazon Supply Chain Services, plataforma que transforma a rede logística da companhia em um serviço comercial.

Nova estratégia mira mercado trilionário

Com a novidade, a empresa passa a oferecer soluções completas de logística terceirizada (3PL), incluindo transporte aéreo e marítimo, armazenagem e entrega de última milha. O objetivo é disputar espaço com gigantes globais do setor, como DHL, DSV e Kuehne+Nagel.

O mercado global de logística, estimado em cerca de US$ 1,3 trilhão, surge como uma oportunidade para a companhia replicar o modelo adotado pela Amazon Web Services (AWS), que transformou infraestrutura interna em uma das principais fontes de receita da empresa.

Em 2025, os serviços prestados a vendedores terceiros já representaram aproximadamente US$ 172 bilhões, equivalente a 24% do faturamento total da Amazon — sinalizando o avanço dessa estratégia.

Brasil se torna peça-chave na expansão

O Brasil ganhou protagonismo dentro dos planos da empresa. Nos últimos 18 meses, a Amazon ampliou significativamente sua presença logística no país, adicionando 240 novos hubs e totalizando cerca de 300 unidades distribuídas por todos os estados.

Essa estrutura permite entregas no mesmo dia em mais de 200 cidades e no dia seguinte em cerca de 3.600 municípios. O ritmo de expansão também acelerou: de um centro logístico por semana para três em 2026.

Nos últimos dez anos, os investimentos da empresa no Brasil chegaram a cerca de R$ 55 bilhões, acompanhados por mudanças na gestão que aproximaram a operação local da liderança global, tornando decisões estratégicas mais ágeis.

Mercado Livre ainda lidera em infraestrutura

Apesar do avanço da Amazon, o Mercado Livre mantém ampla vantagem no país. A empresa opera cerca de 3,4 milhões de metros quadrados de área logística, contra aproximadamente 709 mil metros quadrados da concorrente. A Shopee aparece como outro player relevante, com cerca de 1,2 milhão de metros quadrados.

Essa diferença impacta diretamente a eficiência operacional, permitindo ao Mercado Livre reduzir custos e acelerar entregas. Em 2025, a companhia registrou crescimento de 41% no volume de envios, com quase 75% das entregas rápidas realizadas em até 48 horas.

Além disso, o custo médio de frete caiu 11% no período, evidenciando ganhos de escala. A empresa encerrou o ano com 121 milhões de compradores ativos na América Latina e receita de US$ 28,9 bilhões.

Ecossistema financeiro amplia vantagem competitiva

Outro diferencial do Mercado Livre está no seu braço financeiro. O Mercado Pago alcançou 78 milhões de usuários ativos mensais em 2025, além de uma carteira de crédito de US$ 12,5 bilhões.

Esse ecossistema fortalece a fidelização de clientes e cria barreiras competitivas que vão além do comércio eletrônico. A Amazon, por sua vez, ainda não possui no Brasil uma solução financeira com alcance semelhante.

Modelo descentralizado e aposta no longo prazo

Para expandir sua operação, a Amazon aposta em modelos como o Delivery Service Partner (DSP), que terceiriza a entrega de última milha para empreendedores locais. A estratégia reduz custos fixos e aumenta a capilaridade da rede logística.

No entanto, especialistas apontam que os investimentos elevados e os incentivos oferecidos a vendedores devem pressionar as margens da empresa no curto prazo. A expectativa é que a rentabilidade melhore à medida que o volume de operações cresça e os custos unitários diminuam.

Desafios e cenário regulatório

A expansão também pode atrair maior atenção regulatória. A atuação simultânea da Amazon como plataforma de vendas e prestadora de serviços logísticos levanta questionamentos sobre concorrência em diferentes mercados.

Ainda assim, analistas avaliam que o movimento reforça o posicionamento da empresa como uma plataforma global de infraestrutura, com o Brasil desempenhando papel estratégico em mercados emergentes.

A disputa com o Mercado Livre, no entanto, deve depender da capacidade da Amazon de acelerar sua expansão e reduzir a diferença estrutural nos próximos anos.

FONTE: InvestNews
TEXTO: Redação
IMAGEM: Bloomberg

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Negócios

Intermodal South America 2026: experiência do cliente impulsiona conexões e negócios para a Wolff Cargo

A participação da Wolff Cargo na Intermodal South America 2026 marcou mais do que uma estreia estratégica: foi uma experiência intensa de relacionamento, geração de negócios e validação de mercado. Parceira do ReConecta News, a empresa esteve no estande compartilhado G100, que se consolidou como um dos principais pontos de networking do evento, realizado de 14 a 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Com foco em soluções completas de logística internacional, a Wolff Cargo levou à feira um posicionamento baseado em atendimento personalizado, agilidade operacional e transparência — diferenciais que ganharam ainda mais visibilidade durante os três dias de evento. A novidade ficou por conta da ampliação da atuação comercial e da apresentação de uma abordagem ainda mais consultiva junto aos clientes, reforçando o compromisso com soluções sob medida em importação e exportação.

Para Jackson Wolff, CEO da empresa, a experiência superou as expectativas. “Foi uma participação extremamente produtiva. O estande G100 virou um verdadeiro hub de encontros: recebemos clientes, parceiros internacionais e também criamos novas conexões que já estão se desdobrando em oportunidades reais”, destaca.

Ele também reforça o papel da Intermodal como espaço de atualização e visão de futuro. “A feira traduz muito bem o momento do setor. A tecnologia está cada vez mais presente e exige das empresas adaptação constante. Estar aqui é acompanhar de perto essas transformações e entender como evoluir junto com o mercado”, afirma.

Estratégia em destaque

Outro ponto destacado pela empresa foi a força do estande compartilhado. A dinâmica colaborativa potencializou conexões qualificadas e ampliou o alcance das soluções apresentadas. “O ambiente colaborativo faz toda a diferença. Existe uma troca genuína entre as empresas, o que permite atender melhor o cliente de forma integrada”, complementa.

A presença da Wolff Cargo na Intermodal acontece em um ano simbólico, em que a empresa completa 10 anos de atuação, consolidando uma trajetória de crescimento e expansão no setor logístico global. Com representantes em portos e aeroportos em todo o Brasil e uma rede internacional que alcança mais de 150 países, a empresa reforça seu posicionamento como parceira estratégica para operações de comércio exterior.

Para o ReConecta News, ter a Wolff Cargo como parceira no estande G100 reforça o propósito de conectar empresas em crescimento com oportunidades reais de mercado, consolidando o espaço como um ambiente de inovação, relacionamento e desenvolvimento de negócios.

SOBRE A WOLFF CARGO

A Wolff Cargo conta, hoje, com representantes em todos os portos e aeroportos do Brasil. Além de uma ampla rede de agentes de cargas que estão presentes em todos os continentes. O que torna possível nosso atendimento a mais de 350 portos e aeroportos, em mais de 150 países, e a garantia de que todas as cargas que passam por aqui sejam manuseadas por empresas experientes e profissionais capacitados em qualquer ponto do globo.

Nossa equipe de colaboradores é altamente qualificada e está em constante atualização. Tudo para oferecer aos nossos clientes soluções rápidas, econômicas e seguras, além de suporte integral durante o ciclo completo de cada operação.

SAIBA MAIS: https://www.wolffcargo.com/ 

Sobre a Intermodal

A Intermodal South America é o principal evento de logística, transporte de cargas, tecnologia e comércio exterior da América Latina. Em 2026, a feira ocorreu entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo, marcando sua 30ª edição. 

O evento reuniu mais de 700 marcas nacionais e internacionais de toda a cadeia logística. Ao todo, 50.655 visitantes participaram da edição de 2026, superando os números do ano anterior. O público foi considerado mais qualificado, com foco em decisões e parcerias comerciais. A feira consolidou seu papel como vitrine de tendências e networking do setor.

Para 2027, a expectativa é de crescimento, com destaque para intralogística e equipamentos. A próxima edição da Intermodal South America está prevista para acontecer nos dias 13 a 15 abril de 2027, novamente em São Paulo.  

TEXTO: RECONECTA NEWS
IMAGENS: GIOVANA SANTOS

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