Economia, Internacional, Mercado Internacional

Xi Jinping defende mercado nacional unificado e economia marinha de alta qualidade

Presidente chinês destaca importância da coordenação institucional e inovação para o desenvolvimento moderno e sustentável

O presidente Xi Jinping afirmou nesta terça-feira que a China deve intensificar os esforços para construir um mercado nacional unificado e promover o desenvolvimento de alta qualidade da economia marinha. As declarações foram feitas durante reunião da Comissão Central para Assuntos Financeiros e Econômicos, presidida por Xi, que também é secretário-geral do Partido Comunista da China e presidente da Comissão Militar Central.

Segundo Xi, a criação de um mercado unificado é fundamental para moldar um novo padrão de desenvolvimento, exigindo maior coordenação entre instituições, infraestrutura de mercado, conduta governamental, fiscalização regulatória e mercados de fatores de produção. Ele defendeu a padronização de práticas como concorrência de preços, compras públicas e atração de investimentos por governos locais.

No campo da economia marinha, Xi enfatizou a necessidade de crescimento impulsionado por inovação, modernização industrial, proteção ecológica e cooperação internacional. A reunião destacou ainda o estímulo ao investimento privado no setor e o fortalecimento da pesquisa científica, prevenção de desastres e economia azul.

Também participaram da reunião os líderes Li Qiang, Cai Qi e Ding Xuexiang, todos membros do Comitê Permanente do Birô Político do Partido e integrantes da Comissão.

Fonte: China Hoje

Ler Mais
Internacional, Mercado Internacional, Portos

Chile atualizará regras portuárias para cargas a granel

O Chile implementará uma nova circular marítima com normas específicas para o manuseio seguro de graneis sólidos em seus portos.

A medida será baseada no Código IMSBC da Organização Marítima Internacional, que regula esse tipo de transporte.

O comandante Boris Abarza, chefe do Departamento de Prevenção de Riscos Marítimos da Direção do Território Marítimo (Dirsomar), confirmou a informação e explicou que a circular incluirá responsabilidades claras para os donos da carga, navios, portos e laboratórios responsáveis por analisar umidade e amostras.

Planos de emergência para incidentes com graneis no Chile

Um dos focos da nova norma será a inclusão de planos de emergência para incêndios em correias transportadoras de grãos. Esses planos respondem a incidentes registrados em 2023 e 2024 nos portos de Ventanas e Mejillones.

Além disso, será feito um esforço para integrar os protocolos à Lei de Desastres do Senapred. Abarza destacou que a meta é estabelecer um plano único e padronizado para enfrentar qualquer emergência relacionada a cargas.

Modificações no Decreto 618 e no Código IMDG

Paralelamente, será atualizado o Decreto 618, que trata do manuseio de cargas perigosas e explosivos nos portos chilenos. Também serão incorporadas modificações baseadas no Código IMDG, incluindo regras sobre tempo de permanência e retirada imediata de determinados tipos de carga.

A Dirsomar planeja avançar com essas regulamentações por meio de circulares marítimas enquanto tramita a formalização junto ao Ministério da Defesa. As medidas visam reforçar a segurança operacional e ambiental nos principais terminais marítimos do país.

Com essas mudanças, o Chile busca consolidar padrões internacionais na gestão portuária e se antecipar a riscos logísticos e de segurança.

Fonte: Todo Logística News

Ler Mais
Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Mercado Internacional

China impulsiona alfândegas inteligentes

A China avança com força rumo a um modelo de “aduanas inteligentes” para agilizar o comércio exterior e reforçar o controle de fronteiras. A iniciativa combina inteligência artificial, big data, automação e cooperação internacional.

O projeto vai além da simples digitalização de trâmites, propondo uma transformação profunda baseada em vigilância não intrusiva, gestão automatizada de riscos e processos coordenados.

O sistema também utiliza inteligência artificial para analisar imagens de scanners, detectar produtos ilegais e prever riscos fiscais. Nos primeiros onze meses de 2024, as ferramentas automatizadas alcançaram uma taxa de apreensão 7% superior à da seleção manual.

Centenas de scanners inteligentes foram instalados, e modelos foram desenvolvidos para selecionar operações com maior risco fiscal. Isso aumentou a arrecadação e reduziu a evasão.

Em aeroportos como o de Xangai, foi implementada inspeção inteligente com raios X e robôs. O despacho de um voo com 300 passageiros foi reduzido para 30 minutos.

Também foram testados veículos autônomos na fronteira com a Mongólia e sistemas automatizados para cargas aéreas que realizam o despacho em menos de 20 minutos.

Em nível nacional, a China integra ferramentas locais e centrais. Foram desenvolvidas 132 soluções regionais, 12 projetos transversais e 22 em nível departamental.

No plano internacional, o país promove a Parceria para Aduanas Inteligentes e colabora com a OMA (Organização Mundial das Aduanas). Também foi criado um Centro de Excelência Aduaneira para os países BRICS.

O modelo se baseia em planejamento por fases, integração sistêmica e medição constante em relação a padrões globais. A meta: aduanas mais ágeis, seguras e conectadas.

Essa abordagem transforma as aduanas em nós inteligentes de análise preditiva. A China, assim, oferece um modelo piloto que pode ser replicado em outras regiões do mundo.

Fonte: Todo Logística News

Ler Mais
Internacional, Mercado Internacional

Manufatura dos EUA segue fraca em junho por tarifas

Esse foi o quarto mês consecutivo em que o PMI ficou abaixo da marca de 50, o que indica contração no setor que responde por 10,2% da economia

A manufatura dos Estados Unidos permaneceu lenta em junho, com o volume de novos pedidos mostrando fraqueza e os preços pagos pelos insumos aumentando, sugerindo que as tarifas do governo Trump sobre produtos importados continuaram a prejudicar a capacidade de planejamento das empresas.

O Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) informou nesta terça-feira que seu PMI de manufatura subiu para 49,0 no mês passado, em comparação com a mínima de seis meses de 48,5 em maio.

Esse foi o quarto mês consecutivo em que o PMI ficou abaixo da marca de 50, o que indica contração no setor que responde por 10,2% da economia. Economistas consultados pela Reuters previam leitura de 48,8.

A pesquisa juntou-se aos dados fracos sobre o mercado imobiliário, os gastos dos consumidores e o aumento do número de desempregados, sugerindo que o impulso da economia desacelerou ainda mais no segundo trimestre, mesmo com a provável recuperação do Produto Interno Bruto uma vez que o peso de um déficit comercial recorde diminuiu devido à queda das importações.

Uma medida da demanda doméstica cresceu em seu ritmo mais lento em mais de dois anos no trimestre de janeiro a março. As tarifas abrangentes do presidente Donald Trump, que levaram as empresas e as famílias a antecipar as importações e as compras de produtos para evitar preços mais altos decorrentes das tarifas, confundiram o cenário econômico.

Economistas alertaram que pode levar algum tempo para que as distorções relacionadas às tarifas sejam eliminadas dos dados econômicos.

Fonte: InfoMoney

Ler Mais
Internacional, Mercado Internacional

BRICS: um novo capítulo para o Brasil e o mundo

Por Michelle Fernandes, especialista em comércio exterior, CEO da Get Global Trading, professora e mediadora da CAAEB.

Em julho de 2025, o Brasil será palco de um encontro estratégico para as economias emergentes. O Rio de Janeiro sediará a 16ª Cúpula dos BRICS, agora com novos países membros, já apelidado de BRICS+ e reforçando o protagonismo do grupo no cenário global.

Desde que conheci o acrônimo BRICS em 2005, por meio do economista Jim O’Neill, acompanho a transformação da sigla em uma aliança real. O que era apenas previsão se consolidou. Agora, com a entrada de Egito, Irã, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, os BRICS se expandem e se fortalecem, representando quase metade da população mundial e ganhando ainda mais peso no comércio, na energia e na geopolítica.

Essa expansão amplia a pluralidade econômica e cultural do grupo e aponta para um novo equilíbrio global. Os BRICS evoluem como alternativa às instituições ocidentais tradicionais, buscando maior autonomia, inclusão e cooperação entre países em desenvolvimento.

Para o Brasil, sediar essa cúpula reforça sua posição estratégica. Somos um país que constrói pontes, promove o diálogo e mantém relações diplomáticas sólidas. Nossa economia tem avançado, especialmente no agronegócio, na infraestrutura e na exportação de produtos com valor agregado.

O evento no Rio será uma oportunidade para discutir temas-chave, como o uso de moedas alternativas ao dólar, financiamento de projetos sustentáveis, inovação e segurança alimentar.

Estamos em um momento crucial para reposicionar o Brasil no centro das decisões internacionais. A recente reforma tributária é um passo importante, mas ainda precisamos enfrentar desafios internos, como o Custo Brasil e a qualificação da mão de obra. Com uma visão estratégica e integrada, podemos transformar nosso potencial em influência real.

O Brasil segue no radar global e os BRICS, com novos integrantes e novas agendas, são parte fundamental desse caminho.

Fonte: Última Hora

Ler Mais
Internacional, Mercado Internacional

Chile impulsiona o sistema TIR na América do Sul

Chile avança na implementação do sistema TIR, uma ferramenta fundamental para agilizar o comércio terrestre na América do Sul. A frase-chave “sistema TIR” guia esse processo que busca reduzir tempos, custos e burocracia nas passagens de fronteira.

Representantes da IRU e do governo chileno se reuniram recentemente para fortalecer a cooperação aduaneira. Participaram do encontro Lucas Lagier, da IRU, e Alejandra Arriaza, diretora da Aduana do Chile, que discutiram temas como digitalização de documentos, harmonização de normas e melhorias nos processos de fronteira.

O sistema TIR permite que caminhões atravessem várias fronteiras sem inspeções intermediárias, desde que os lacres permaneçam intactos. Essa modalidade, vigente em mais de 60 países, reduz atrasos e melhora a segurança das cadeias logísticas.

Na América do Sul, a adoção do sistema TIR facilitaria o fluxo de mercadorias em rotas chave, como as que conectam o Chile à Argentina, Bolívia e Peru. O Chile poderia se tornar um eixo bioceânico eficiente, ligando portos do Atlântico e do Pacífico e fortalecendo os corredores logísticos regionais.

Segundo a IRU, o uso do sistema TIR pode reduzir os custos logísticos em até 40%. Isso representa uma mudança significativa em regiões onde os atrasos aduaneiros ultrapassam 20 horas.

Além dos benefícios logísticos, a implementação do TIR pode impulsionar o desenvolvimento das economias regionais. Ao conectar polos produtivos do interior com portos estratégicos, criam-se novas oportunidades de exportação, emprego e investimento.

Os desafios incluem ajustes regulatórios, investimento em infraestrutura e capacitação de pessoal. No entanto, a vontade política e a articulação entre os setores público e privado podem consolidar o Chile como líder na integração logística terrestre regional.

Uma América do Sul mais conectada começa com uma logística moderna, interoperável e eficiente.

Fonte: Todo Logística News

Ler Mais
Internacional, Mercado Internacional

Xi Jinping favorece Trump contra Lula ao não vir ao BRICS

O presidente chinês, Xi Jinping, estaria ou não cometendo erro estratégico ao não comparecer à reunião dos BRICS, na próxima semana, presidida pelo presidente Lula?

Também, será sentida a ausência do presidente da Rússia, Vladimir Putin, mas esta tem justificativa compreensível, porque ele poderia ser preso por ordem do Tribunal Penal Internacional, sob acusação de sequestros de crianças ucranianas, na guerra na Ucrânia.

Igualmente, não comparecerá o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, provavelmente, solidário com a decisão dos seus dois maiores aliados na agressão dos Estados Unidos contra seu país, para evitar a derrota de Israel para os iranianos.

Sem esses três importantes integrantes do BRICS, formado por 11 países( Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia), a reunião mais importante do bloco, em 2025, esvazia-se, politicamente.

TRUMP SE FORTALECE

A consequência óbvia desse esvaziamento político, que enfraquece Lula, é o fortalecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que considera o BRICS principal perigo à desestabilização do dólar nas relações de trocas internacionais.

Justificativas para as importantes ausências de Xi Jinping: conflito de agendas.

Trata-se de algo questionável, porque não haveria, por suposto, fato internacional mais relevante do que a reunião dos BRICS, considerado força internacional emergente que supera em poder econômico efetivo o G7, graças ao peso da China como nova potência mundial que ameaça a hegemonia americana.

Fonte: MSN

Ler Mais
Agricultura, Comércio Exterior, Exportação, Internacional

Governo Milei aumenta imposto sobre exportação de soja e milho na Argentina

O governo do presidente argentino, Javier Milei, publicou um decreto nesta sexta-feira, 27, aumentando as taxas de exportação (retenciones) para soja e milho a partir de terça-feira, 1º de julho.

Segundo o documento, a alíquota sobre a soja será elevada de 26% para 33%, enquanto as taxas sobre milho e sorgo passarão de 9,5% para 12%. A alíquota do girassol subirá de 5,5% para 7%. Por outro lado, a taxa sobre o trigo e cevada foi mantida em 9,5%, enquanto o imposto sobre a farinha de trigo caiu para 5,5%.

Desde que assumiu a Presidência, em dezembro de 2023, Milei tem implementado uma série de reformas econômicas. Uma das mais aguardadas e solicitadas durante sua campanha foi a redução ou eliminação das retenciones, o imposto sobre exportações agrícolas.

O imposto sobre a soja em grão foi reduzido de 33% para 26%, enquanto as taxas sobre farelo e óleo de soja caíram de 31% para 24,5%. As retenciones sobre trigo e milho também sofreram redução, passando de 12% para 9,5%. Contudo, em abril, o presidente argentino anunciou que essas taxas retornariam aos níveis anteriores até o final de junho.

As críticas entre as entidades do setor foram mistas. Tanto a Confederação Rural Argentina (CRA) quanto a Coninagro expressaram preocupações sobre os prejuízos que o aumento de impostos está causando aos produtores. No entanto, Nicolás Pino, presidente da Sociedade Rural Argentina, pediu “calma”.

“Não tenho motivos para duvidar das palavras do presidente quando disse durante a campanha, e depois as repetiu aqui em casa, que as retenciones são um imposto terrível. Estamos no caminho certo, e é por isso que digo moderação. Vamos esperar um pouco,” afirmou.

Pino anunciou que Milei deve comparecer à cerimônia de abertura do Rural de Palermo, feira anual, e há incertezas sobre como os produtores o receberão.

Segundo estimativa da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), a Argentina deve recuperar sua produção de soja e milho na safra 2024/25.

Após duas temporadas consecutivas de queda em razão das condições climáticas, o país vizinho projeta uma produção de 50,3 milhões de toneladas de soja e 49 milhões de toneladas de milho.

Farelo de soja para a China
O aumento dos impostos de exportação ocorre em meio às especulações de que a Argentina enviou o primeiro carregamento de farelo de soja para a China.

Segundo informações da Bloomberg, o país asiático comprou a commodity argentina em meio à guerra comercial iniciada pelo presidente dos Estados Unidos.

A Argentina é a maior exportadora global de farelo de soja, com 50 milhões de toneladas, e Pequim havia autorizado a importação desse importante insumo para ração animal em 2019. No entanto, desde então, nenhuma compra efetiva havia sido concretizada.

Essa primeira importação será um teste de mercado e envolverá um carregamento de 30 mil toneladas, que deve deixar a Argentina em julho e chegar à província de Guangdong, no sul da China, em setembro, diz a Bloomberg.

A encomenda foi realizada em conjunto por traders e produtores de ração chineses. A carga foi cotada a cerca de US$ 360 por tonelada, incluindo o frete.

Fonte: Exame

Ler Mais
Industria, Internacional

Fraqueza da atividade industrial da China em junho mantém pressão por mais estímulos

A atividade industrial da China encolheu pelo terceiro mês consecutivo em junho, embora em um ritmo mais lento, uma vez que os aumentos em novos pedidos, volumes de compras e prazos de entrega dos fornecedores sinalizaram que as medidas de apoio implementadas desde o final do ano passado está surtindo efeito.

No entanto, a confiança das empresas permanece moderada, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgada nesta segunda-feira, com o emprego, os preços de fábrica e os novos pedidos de exportação ainda enfraquecidos, mantendo vivos os apelos por ainda mais estímulos conforme as autoridades lidam com o ataque tarifário do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com a fraqueza crônica do setor imobiliário.

O PMI do Escritório Nacional de Estatísticas subiu de 49,5 em maio para 49,7 em junho, em linha com a mediana das previsões em uma pesquisa da Reuters, mas permanecendo abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração.

“Dois meses de melhorias sucessivas, o que é uma leitura decente, já que junho foi o primeiro mês completo sem as tarifas proibitivas de Trump de 100% ou mais”, disse Xu Tianchen, economista sênior da Economist Intelligence Unit.

“Ainda há evidências de antecipação no comércio, mas as tarifas estão mais baixas agora e os fabricantes estão se preparando para enviar os produtos da temporada de férias”, acrescentou.

O subíndice de novos pedidos de exportação permaneceu em contração pelo 14º mês consecutivo em junho, subindo de 47,5 em maio para 47,7, enquanto o nível de emprego divergiu dos outros indicadores, deteriorando-se ainda mais.

Entretanto, as novas encomendas domésticas aumentaram de 49,8 para 50,2 e os volumes de compras saltaram de 47,6 para 50,2, oferecendo às autoridades alguma esperança de que a demanda doméstica possa estar começando a se recuperar.

Zichun Huang, economista da Capital Economics para a China, disse que o PMI sugeriu que a segunda maior economia do mundo recuperou algum ímpeto no mês passado, mas alertou que as tensões com o Ocidente continuarão a pressionar suas exportações e que ainda há sinais de pressões deflacionárias.

O PMI não manufatureiro, que inclui serviços e construção, passou de 50,3 para 50,5.

A atividade nos setores de alimentos e bebidas, viagens, hotelaria e logística caiu este mês, disse o estatístico sênior da agência de estatísticas, Zhao Qinghe, em um comunicado. No entanto, essa queda foi compensada por um aumento no PMI de construção, que subiu para 52,8, um recorde de três meses, disse Huang, da Capital Economics.

Fonte: MSN

Ler Mais
Internacional, Mercado Internacional

PMI Industrial da China sobe a 49,7 em junho e supera previsão

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) Industrial chinês subiu de 49,5 em maio para 49,7 em junho. Quando o indicador está abaixo de 50 pontos isso significa que a atividade econômica do país está em contração.

O dado, porém, veio acima das expectativas dos analistas da FactSet, que previam 49,5. O PMI de serviços caiu a 50,1 em junho, ante 50,2 em maio, igual à previsão dos analistas, de 50,1.

Fonte: MSN

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook