Comércio Exterior, Inovação, Logística, Tecnologia

RFID passivo amplia acesso à tecnologia de segurança logística 

A Fractal tem expandido sua oferta de lacres RFID passivos com o objetivo de democratizar o acesso à tecnologia de rastreamento e integridade no transporte. 

Os dispositivos de uso único vêm sendo apontados como soluções viáveis para empresas de diferentes portes. Segundo Elio Santos, gerente comercial da Fractal, esses dispositivos de uso único dispensam logística reversa, têm custo reduzido e podem ser implementados sem a necessidade de infraestrutura complexa — características que os tornam uma solução viável para empresas de pequeno, médio e grande porte. 

A Fractal tem expandido sua oferta de lacres RFID passivos com o objetivo de democratizar o acesso à tecnologia de rastreamento e integridade no transporte de cargas. Esses dispositivos de uso único dispensam logística reversa, têm custo reduzido e podem ser implementados sem a necessidade de infraestrutura complexa — características que os tornam uma solução viável para empresas de pequeno, médio e grande porte. 

“A solução foi desenvolvida justamente para ampliar o acesso a tecnologias de segurança que antes estavam restritas a grandes operações”, afirma Elio Santos, gerente comercial da Fractal. O foco está em operadores logísticos que buscam maior controle sobre violações, rastreabilidade contínua e integração com sistemas regulatórios. 

Os lacres são compatíveis com plataformas de monitoramento e estão em conformidade com a Resolução nº 5.232/2016 da ANTT, que estabelece os critérios para a interoperabilidade de sistemas de monitoramento eletrônico de veículos e cargas. Essa norma busca padronizar a comunicação entre dispositivos e promover maior visibilidade nas operações de transporte terrestre, com foco na prevenção de sinistros e na segurança da carga. 

No contexto da rastreabilidade e segurança, os lacres RFID têm aplicação ampliada em setores regulados. De acordo com Elio Santos, gerente comercial da Fractal, “além do setor logístico tradicional, os lacres RFID da Fractal são indicados para segmentos regulados, como farmacêutico, alimentos, bebidas, eletrônicos e automotivo. A adoção da tecnologia contribui para auditorias mais ágeis, cumprimento de exigências contratuais e atendimento a normas de segurança e compliance”. 

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO 

SAIBA MAIS EM https://www.linkedin.com/company/fractal-intelligent-security/  

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Comércio Exterior, Importação, Informação, Inovação

Setor de saúde precisa se adaptar à nova fase do Novo Processo de Importação 

Com impacto direto sobre o setor regulado, a medida exige que empresas da área da saúde adotem novos procedimentos para internalização de produtos no Brasil.

A Receita Federal e o Ministério da Fazenda vêm promovendo transformações significativas nas operações de comércio exterior por meio do Novo Processo de Importação (NPI), parte do Programa Portal Único de Comércio Exterior. 

Com impacto direto sobre o setor regulado, a medida exige que empresas da área da saúde – incluindo fabricantes e importadores de medicamentos, dispositivos médicos e insumos hospitalares – adotem novos procedimentos para internalização de produtos no Brasil. 

Entre os principais pontos do NPI estão a adoção obrigatória da Declaração Única de Importação (DUIMP), o uso do Catálogo de Produtos e a digitalização de autorizações por meio do módulo LPCO (Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos). A integração com órgãos anuentes, como a Anvisa, exige maior rigor técnico e atualização constante das equipes responsáveis pelas operações aduaneiras. 

“As empresas do setor de saúde precisam alinhar sua rotina ao novo processo para evitar atrasos e penalidades. O conhecimento técnico da operação, aliado à integração com os sistemas públicos, é fundamental para garantir eficiência e conformidade”, afirma Alex Sandro Santos, coordenador de importação da Unia. 

A Unia atua com foco no setor farmacêutico, prestando assessoria logística e aduaneira para empresas que precisam se adequar às novas exigências do comércio exterior. O suporte inclui análise de conformidade, classificação fiscal e estruturação de processos alinhados às normas atuais. 

TEXTO E FOTOS: DIVULGAÇÃO UNIA 

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Comércio Exterior, Inovação, Logística, Terminais de Cargas

AMA Terminais é lançada oficialmente em Itajaí com foco em cargas LCL e soluções logísticas personalizadas 

Itajaí (SC) – O setor logístico brasileiro ganhou um reforço de peso na noite de quinta-feira (03), com o lançamento oficial da AMA Terminais, uma empresa especializada no atendimento e manuseio de cargas LCL (Less than Container Load), que chega ao mercado com uma proposta inovadora: aliar alta tecnologia, atendimento personalizado e visão de futuro. 

O evento de inauguração, realizado no Giardino Del Porto, reuniu empresários, parceiros estratégicos e clientes no coração de um dos maiores polos logísticos do país. A AMA Terminais está localizada dentro do Terminal Barra do Rio, um terminal portuário alfandegado, o que potencializa ainda mais sua operação e reforça a escolha estratégica do local. “É uma nova empresa que chega ao mercado já grande, com muita tecnologia, com um atendimento dedicado e personalizado, entendendo cada necessidade do cliente, entendendo como o mercado funciona e respeitando a regionalidade. Estamos trazendo algo diferenciado ao mercado, com tecnologia e know-how, olhando para o futuro”, destacou Lucas Balioli, diretor da AMA Terminais. 

Focada no segmento LCL, a AMA Terminais nasce com um diferencial que a posiciona como referência desde o primeiro dia de operação. A empresa oferece soluções logísticas sob medida, adaptadas às demandas de clientes que buscam agilidade, eficiência e integração no transporte de cargas fracionadas. “Estamos oferecendo aos clientes um nível de visibilidade tecnológica que, posso afirmar com segurança, ainda não existe no mercado catarinense. Em muito pouco tempo, conseguimos colocar essa estrutura em operação. Só temos a agradecer aos parceiros — atuais e futuros — que caminham conosco nesse processo de crescimento de ponta a ponta”, complementou Balioli. “Reunimos nossa expertise em operação com um atendimento comercial próximo, em espaços modernos e bem preparados, para atender cada cliente de forma proativa e altamente personalizada.” 

Parceria estratégica 

A parceria com o Terminal Barra do Rio, que atua há 9 anos no mercado como terminal alfandegado multipropósito, foi essencial para consolidar o projeto da AMA. Com experiência em exportação e importação, o terminal oferece infraestrutura robusta e equipe qualificada para garantir um fluxo operacional ágil e seguro. “A operação LCL vem agregar as atividades do Terminal, com a qualificação e evolução do processo. Nossa expertise está na armazenagem, desova eficiente, guarda e distribuição da carga. Todo esse trabalho se soma ao processo da AMA”, explicou Eriosmar Batista, gerente institucional e regulatório do Terminal Barra do Rio. 

A sinergia entre as duas empresas promete impulsionar o desenvolvimento logístico da região de Itajaí, com ganhos concretos para o mercado. A AMA traz inovação, enquanto o Terminal investe fortemente em infraestrutura e processos aduaneiros mais modernos, como aquisição de scanner, expansão de gates e automação de sistemas. “Quando você faz uma parceria com um parceiro estratégico que complementa o que você já faz, as chances de dar certo são muito maiores. O grupo todo fica mais forte”, avaliou Carlos Weidlich, gerente de finanças e controladoria do Terminal Barra do Rio. “Estamos focados naquilo que é nossa vocação, prestando serviços com excelência. A AMA entra para trazer esse braço especializado na comunicação e operação de cargas LCL.” 

Com estrutura moderna, foco em logística inteligente e soluções orientadas por dados e tecnologia, a AMA Terminais inicia sua trajetória com ambição e clareza de propósito: ser referência nacional em cargas fracionadas e oferecer uma nova experiência logística para empresas de todos os portes. 

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Inovação, Tecnologia

Com foco em IA, SC avalia instalação de data center de empresa chinesa

Governo de Santa Catarina avançou neste sábado, dia 21, nas negociações com a PowerChina, uma das maiores empresas globais de infraestrutura, energia e tecnologia.

A reunião teve como foco principal a possibilidade de instalação de um grande data center no estado, projeto que pode posicionar Santa Catarina na vanguarda da transformação digital e do avanço da Inteligência Artificial (IA) no Brasil.

Uma das cidades discutidas foi Lages. Isso porque o clima ameno favorece esse tipo de equipamento que necessita de resfriamento. 

“O mundo está vivendo uma revolução digital com a Inteligência Artificial, e Santa Catarina não vai ficar para trás. Queremos trazer para o Estado investimentos que nos coloquem como referência em tecnologia e inovação no Brasil”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Durante o encontro, a empresa apresentou sua estrutura internacional e destacou sua experiência em projetos de grande escala, com um portfólio global que ultrapassa 200 bilhões de dólares em contratos. Só no Brasil, a empresa já tem um projeto em andamento avaliado em 3,2 bilhões de dólares.

Além do Centro de Supercomputação, o diálogo incluiu a discussão sobre a ZPE de Imbituba, um modelo que permite benefícios fiscais e logísticos para empresas interessadas em investir no estado.

A reunião também abriu espaço para futuros investimentos em projetos de infraestrutura logística, como ferrovias, com destaque para iniciativas que melhorem o escoamento da produção catarinense.

A agenda integra a missão internacional do governo estadual, que nesta semana cumpre compromissos estratégicos na China para atrair investimentos e gerar oportunidades de emprego e desenvolvimento para os catarinenses.

Fonte: Economia SC

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Exportação, Inovação, Logística, Negócios

Resultados da Missão de SC à Ásia incluem acordos para exportações, inovação e mobilidade logística

A missão oficial do Governo de Santa Catarina ao Japão e à China, realizada de 12 a 25 de junho, efetivou o Estado como protagonista em relações econômicas com o mercado asiático. Liderada pelo governador Jorginho Mello, a comitiva catarinense cumpriu uma agenda de alto nível com empresas, governos, instituições de pesquisa e organismos de cooperação internacional, com avanços concretos em frentes como exportações, infraestrutura logística, inovação tecnológica e mobilidade aérea. A missão foi organizada pela Secretaria Executiva de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos.

“A cada missão internacional dessas eu tenho mais certeza. O mundo inteiro quer comprar de Santa Catarina. Em todas as nossas visitas que fizemos, tanto em instituições públicas como privadas, ouvimos elogios sobre o que é produzido pelas empresas catarinenses. Tanto do nosso agronegócio, a carne catarinense consumida pelos japoneses e pelos chineses, como sobre a nossa indústria, pelos componentes que acabam integrando produtos de alta tecnologia feitos nesses países. Tenho certeza que podemos esperar mais exportações e mais investimentos em um futuro próximo”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Agendas com efeito imediato 

Entre os resultados imediatos da missão, destacam-se a assinatura de uma carta de intenções com o governo japonês para ampliar a exportação de grãos e desenvolver rotas logísticas estratégicas a partir do Porto de São Francisco do Sul; um protocolo com a Marubeni Corporation para investimentos em infraestrutura portuária; e o avanço nas negociações para a abertura do mercado japonês à carne bovina catarinense, que hoje já exporta suínos e aves ao país.

Durante o SC Day, realizado na Embaixada do Brasil em Tóquio, o potencial econômico catarinense foi apresentado a gigantes como Mitsubishi, Mitsui, Sumitomo, Itochu, Marubeni, Seara Japan, BRF Japan, Nippon Ham, JERA e Yokorei. Foram discutidas oportunidades em áreas como proteína animal, energia, agroindústria, inovação e logística.

Aviação regional, ferrovias e datacenter para IA na pauta do governador 

Na China, o governador Jorginho Mello tratou da instalação de uma linha de montagem de aviões em SC, em parceria com uma das maiores fabricantes do país, em Harbin, além das visitas da delegação catarinense à CRRC e à CCCC, focadas no fortalecimento do plano ferroviário catarinense. Também foram iniciadas tratativas com a Power China para implantação de um grande data center em Lages, voltado à capacidade de atuação do estado no desenvolvimento da inteligência artificial (IA). 

Em Pequim, Jorginho Mello visitou a Nidec Global Appliance (ex-Embraco), que apresentou sua planta industrial. Na ocasião, a Invest SC iniciou tratativas para a instalação de fábrica em Joinville, de fornecedores interessados da cadeia da Nidec, ampliando a indústria de componentes.

O governador aproveitou a reunião com o vice-ministro da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), Zhao Zenglian, para reforçar o pedido de retomada das exportações de carne de frango de Santa Catarina ao mercado chinês, que enfrenta suspensão temporária desde a confirmação de um foco isolado de gripe aviária no Rio Grande do Sul.

Jorginho Mello destacou que Santa Catarina jamais registrou casos da doença em granjas comerciais, graças ao rigor do seu controle sanitário e apresentou os protocolos de biossegurança e o isolamento preventivo estabelecido entre SC e o RS. O governador convidou oficialmente as autoridades chinesas a visitarem o estado para conhecer de perto o sistema sanitário local. A comitiva chinesa respondeu positivamente.

Parcerias renovadas em agro, aquicultura e contenção de cheias

A missão à Ásia também incluiu a renovação do acordo de irmandade com a província japonesa de Aomori, firmado originalmente em 1980, e encontros com a JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão) para atualização de projetos de contenção de cheias no Vale do Itajaí.

“Santa Catarina mostrou ao Japão e à China que é um Estado confiável, inovador e com vocação internacional. Cumprimos nossa missão com resultados concretos e caminhos abertos para novos investimentos e exportações. A liderança do governador Jorginho Mello foi decisiva para o sucesso de cada agenda”, destaca o secretário de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos, Paulo Bornhausen.

A delegação oficial incluiu os secretários estaduais Kennedy Nunes (Casa Civil), Carlos Chiodini (Agricultura e Pecuária), Edgard Usuy (Ciência, Tecnologia e Inovação), Mário Hildebrandt (Proteção e Defesa Civil), Bruno Oliveira (Comunicação), Beto Martins (Portos, Aeroportos e Ferrovias) e Danieli Porporatti (Gabinete do Governador); além dos presidentes Celles Regina de Mattos (CIDASC) e Renato Lacerda (InvestSC).

Também fizeram parte da missão os prefeitos Adriano Silva (Joinville) e Egídio Ferrari (Blumenau), o senador Jorge Seif, os presidentes Hélio Dagnoni (Fecomércio SC), Ariel Verdi (AFEIESC), Diego Brites Ramos (ACATE), além de representantes da Portonave, Porto de Itapoá e do setor produtivo catarinense.

:: Resumo dos principais Resultados da Missão Ásia realizada pelo Governo de SC

Exportações
Carta de Intenções com o Japão para exportações de grãos via Porto de São Francisco do Sul

Agroindústria
Reforço nas negociações para abertura do mercado japonês à carne bovina catarinense

Carne de frango
Reunião com GACC (China) e pedido formal de retomada das exportações de frango; SC apresentou protocolos sanitários e convidou missão técnica chinesa ao Estado

Infraestrutura portuária
Protocolo de investimentos com Marubeni Corporation para modernização portuária

Tecnologia e IA
Tratativas com Power China para instalação de data center em Lages

Indústria de componentes
Início das tratativas para a instalação de outros fabricantes da cadeia de fornecedores da Nidec Global Appliance, em Joinville

Aviação regional
Avanço em negociação para instalação de linha de montagem de aviões para voos regionais em SC

Logística ferroviária
Diálogos com CRRC e CCCC para fornecimento de trens e parceria em ferrovias

Relações bilaterais
Renovação do acordo de irmandade com a Província de Aomori, Japão

Cooperação internacional
Reunião com JICA para retomada de projetos de contenção de cheias no Vale do Itajaí

Diplomacia econômica
Realização do SC Day com 11 conglomerados asiáticos e abertura para novos negócios

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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Comércio Exterior, Informação, Inovação, Logística, Sustentabilidade

GH Solucionador Logístico: quando sustentabilidade e eficiência caminham juntas na logística 

Em um cenário cada vez mais voltado para a responsabilidade ambiental, a logística verde deixa de ser tendência e se torna uma exigência. E um exemplo concreto de como a sustentabilidade pode estar no centro das operações é a GH Solucionador Logístico, empresa catarinense que vem transformando compromissos ambientais em ações práticas — e mensuráveis. 

Com matriz localizada em Itajaí, a GH é hoje referência em logística sustentável, adotando soluções inovadoras que aliam eficiência, tecnologia e respeito ao meio ambiente. Desde o uso de energia solar até a reutilização de resíduos plásticos, a empresa mostra que é possível reduzir impactos ambientais sem comprometer a performance operacional.  

Segundo Ana Laura Heinske dos Santos, Especialista em Assuntos Regulatórios na GH, as transformações na empresa ocorreram em meio ao avanço das discussões globais sobre as mudanças climáticas e os compromissos da Agenda 2030 da ONU e do Acordo de Paris, onde a empresa identificou a necessidade de adequar sua operação aos princípios do desenvolvimento sustentável. “O aumento das exigências dos clientes em relação aos pilares ESG e o perfil consciente dos próprios sócios impulsionaram uma transformação estratégica. Esse movimento resultou na contratação de um gestor de ESG e na criação de dois programas estruturados: o GHEco, voltado para ações ambientais, e o SinerGHia, que trata das questões sociais. Ambos possuem centro de custo próprio e autonomia operacional”, explica Ana Laura.  

Matriz carbono zero e energia limpa em toda a operação 

A sede principal da GH em Itajaí já pode se orgulhar de carregar o selo carbono zero. A estrutura é abastecida majoritariamente por painéis solares, que tornam a matriz autossuficiente em energia limpa. Essa medida não só diminui a dependência de fontes fósseis, como contribui para a redução significativa das emissões de gases de efeito estufa. Essa preocupação também se estende aos equipamentos utilizados internamente. Todas as empilhadeiras GLP utilizadas na unidade foram substituídas por empilhadeiras elétricas, oferecendo uma operação mais silenciosa e de baixo impacto ambiental.   

Outro destaque entre as ações sustentáveis da GH é o sistema de reaproveitamento de água da chuva. A água coletada é reutilizada em atividades de limpeza e manutenção, reduzindo o consumo de água potável e promovendo uma gestão mais eficiente de um dos recursos naturais mais preciosos do planeta.  

Frota sustentável: menos poluentes nas estradas 

O compromisso da GH com a sustentabilidade também percorre as estradas. A frota da empresa é composta por veículos com tecnologia EURO 5 e EURO 6, que emitem menos poluentes. Além disso, parte dos caminhões é movida a GNV (gás natural veicular), o que possibilita a redução de até 23% nas emissões de CO₂. 

Outro diferencial é o uso de melhorias na aerodinâmica dos veículos, que otimizam trajetos, diminuem o tempo nas estradas e reduzem o consumo de combustível — uma combinação que beneficia tanto o meio ambiente quanto os custos operacionais. “Diversas dessas metas já foram alcançadas com êxito. O indicador de rendimento dos pneus, por exemplo, evoluiu para 74,28%, um aumento de mais de 13% em relação ao ano anterior, resultado de uma condução mais eficiente e treinamentos específicos oferecidos aos motoristas”, ressalta Ana Laura. 

Economia circular: plásticos viram brinquedos em projeto social 

Entre os projetos ESG de destaque está o “Resinas que Transformam”, uma iniciativa que reutiliza resíduos plásticos gerados na operação e os transforma em brinquedos educativos. Esses itens são doados a crianças de comunidades locais, fortalecendo a economia circular e o impacto social positivo. Além disso, a GH participa do programa Itajaí Carbono Zero, reforçando o compromisso da empresa com uma cidade mais equilibrada e ambientalmente consciente. 

Mais do que tendência: a sustentabilidade como responsabilidade empresarial 

Para a GH, sustentabilidade não é diferencial de mercado — é responsabilidade. Cada decisão estratégica é orientada para respeitar o meio ambiente, cuidar das pessoas e preservar os recursos para as próximas gerações, sem abrir mão da eficiência logística, que segue sendo prioridade.  “Apesar do progresso, a GH entende que a sustentabilidade é um compromisso contínuo. A governança da empresa trabalha com o princípio de evolução constante, com a ambição de diversificar ainda mais sua matriz energética e reduzir de forma estrutural os impactos ambientais da operação. A sustentabilidade é, hoje, parte integrante da identidade organizacional da GH Solucionador Logístico. Mais do que iniciativas, programas como o GHEco, representam um compromisso real e contínuo com a construção de um futuro mais sustentável, alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e com as novas exigências de um mercado cada vez mais consciente e responsável”, finaliza Ana Laura.  

Sobre a GH Solucionador Logístico 

Com forte atuação no sul do Brasil, a GH oferece soluções completas em logística, armazenagem e transporte, com foco em inovação, performance e compromisso ambiental. A empresa disponibiliza uma página dedicada a suas iniciativas sustentáveis e projetos de ESG. 

🔗 Conheça mais sobre as práticas ambientais da GH: 

ghlogistica.com.br/esg 

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Comércio Exterior, Inovação, Logística

Navio movido a vela metálica é usado para transportar açúcar brasileiro; conheça projeto

transporte marítimo também tem sua parcela de contribuição em emissões de CO2 equivalente. Mas o comércio mundial depende desse tipo de transporte e, por isso, algumas soluções para minimizar o impacto de navios gigantes circulando pelos oceanos para abastecer o mundo têm sido pensadas, como navio a vela.

Essa foi a opção da Cargill para transportar 72 mil toneladas métricas de açúcar a partir do Terminal Açucareiro Copersucar (TAC), no Porto de Santos. A embarcação, de nome Pyxis Ocean, é um navio a vela que partiu na última semana com destino à China e vai cruzar o globo usando o vento como combustível auxiliar.

Segundo a Alvean, subsidiária da Copersucar responsável pelo transporte, a tecnologia permite uma redução de até 30% no consumo de combustível em condições ideais, diminuindo a pegada de carbono do transporte marítimo.

O Pyxis Ocean é equipado com duas WindWings (enormes velas metálicas) que medem 37,5 metros de altura, equivalente a um prédio de 12 andares. As asas são instaladas verticalmente para capturar o vento e impulsionar o navio para a frente, como a lógica de qualquer veleiro. Assim, o motor do navio é menos exigido e utiliza menos combustível. Com isso, o navio consegue manter a velocidade ideal, com menos emissões.

O Pyxis Ocean é um projeto de cooperação entre a Cargill, a BAR Technologies, a Mitsubishi Corporation e a Yara Marine Technologies, e é o primeiro navio cargueiro a ser adaptado com as velas propulsoras.

O projeto WindWing recebeu financiamento do programa de pesquisa e inovação Horizon 2020, da União Europeia. De acordo com a Cargill, as WindWings podem ajudar os proprietários de navios a cumprir metas de descarbonização no transporte marítimo. A empresa destaca que, em uma rota internacional média, as WindWings podem poupar 1,5 toneladas de combustível por vela ao dia, com a possibilidade de poupar mais em rotas transoceânicas.

Segundo a Copersucar, a única adaptação no terminal para o Pyxis Ocean é que ele teve que atracar de bombordo – ou à esquerda – por conta da presença das velas fixadas na lateral onde normalmente os rebocadores atuam. Essa foi a primeira viagem feita para o transporte de açúcar. Por enquanto, não há previsão de novas viagens, que dependem da disponibilidade da embarcação.

Em setembro de 2023, o mesmo navio fez o transporte de 63 mil toneladas de farelo de soja até a Polônia saindo do Porto de Paranaguá, no Paraná.

Fonte: Istoé Dinheiro

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Inovação, Mercado de trabalho, Tecnologia

Empresas querem funcionários que se adaptem à inteligência artificial, diz estudo

Pesquisa ouviu 2 mil organizações de 13 países e 17 setores econômicos; confira dicas para companhias e trabalhadores se aproximarem desta ferramenta

Uma pesquisa com 2 mil empresas de 13 países revela que 60% esperam que seus colaboradores atualizem suas habilidades para se adaptar à inteligência artificial.

Apesar disso, apenas 30% dos executivos destas companhias participaram de treinamentos em IA no último ano, evidenciando um descompasso entre discurso e prática.

O estudo, conduzido pelo Grupo Adecco, empresa suíça de gestão de recursos humanos, também mostra que 34% das organizações não têm políticas claras sobre o uso da tecnologia no ambiente de trabalho.

“A transformação impulsionada pela IA deve ser centrada nas pessoas e exige estratégia unificada. Para que as organizações permaneçam competitivas, os líderes devem alinhar uma visão compartilhada, começando por preencher a lacuna entre talento e tecnologia”, diz Denis Machuel, CEO do Grupo Adecco.

As organizações classificadas como “preparadas para o futuro” têm pontos em comum: 65% adotam força de trabalho baseada em habilidades, 71% confiam em suas estratégias de implementação de IA e 64% relatam que o uso da tecnologia pela liderança melhora a tomada de decisões.

DICAS

A partir do estudo, a Indústria News reuniu dicas para empresas e trabalhadores que ainda não usam IA se aproximarem dela.

➤ Empresas

1. Mapeie oportunidades de uso da IA internamente – Avalie onde a tecnologia pode reduzir custos, aumentar produtividade ou melhorar decisões.

2. Invista na formação da liderança – Os gestores devem entender o potencial e os riscos da IA para orientar suas equipes.

3. Crie políticas claras sobre uso de IA – Defina limites, responsabilidades e diretrizes para o uso ético da tecnologia.

4. Estimule uma cultura de aprendizagem contínua – Capacite os times e valorize quem busca se atualizar.

5. Comece com projetos-piloto – Implante a IA de forma gradual, com testes em áreas específicas, medindo resultados antes de escalar.

➤ Trabalhadores

1. Aprenda o básico – Plataformas como Coursera e até o YouTube oferecem cursos introdutórios gratuitos.

2. Foque em IA aplicada à sua área – Busque exemplos de uso da IA no seu setor; isso facilita a relação com a tecnologia.

3. Participe de comunidades online – Fóruns, newsletters e grupos no LinkedIn ajudam a acompanhar tendências.

4. Adote ferramentas de IA no dia a dia – Use IA para atividades de lazer, como modificações de foto para redes sociais, e de trabalho, como recriar ou gerar tabelas

Fonte: FIESC

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Inovação, Tecnologia

Maior marca chinesa de celulares estreia no mercado brasileiro

A marca chinesa Jovi está ampliando sua presença global com o lançamento de seus novos smartphones no Brasil. A partir deste domingo, os modelos JOVI V50 5G e JOVI V50 Lite 5G estarão disponíveis para os consumidores brasileiros, marcando um novo capítulo na estratégia de expansão da empresa.

Esta entrada no mercado brasileiro é resultado de uma parceria estratégica com a GBR, que será responsável pela produção local dos dispositivos na Zona Franca de Manaus. Além disso, a Jovi mantém sua colaboração com a Zeiss, renomada empresa de óptica, para oferecer recursos avançados de imagem em seus produtos.

O que motivou a Jovi a investir no Brasil?

A decisão da Jovi de entrar no mercado brasileiro foi cuidadosamente planejada. Segundo Allan Feng, CEO da Jovi, a empresa passou anos estudando o mercado local, identificando as preferências dos consumidores e estabelecendo parcerias essenciais. Em 2024, a Jovi formalizou sua presença no Brasil e, em 2025, iniciou a produção de smartphones no país.

Para garantir a qualidade dos produtos, a Jovi importou tecnologia de produção da China, assegurando que os dispositivos fabricados no Brasil mantenham o padrão de excelência que caracteriza a marca.

Quais são as características dos modelos JOVI V50 5G e V50 Lite 5G?

O JOVI V50 5G é projetado para usuários que buscam um dispositivo com recursos de fotografia profissional. Desenvolvido em parceria com a Zeiss, o smartphone oferece um design sofisticado, bateria de longa duração e tecnologia de carregamento rápido.

O JOVI V50 Lite 5G, por sua vez, é ideal para quem procura um aparelho elegante e funcional para o dia a dia. Com uma bateria que dura o dia inteiro e uma câmera de alta qualidade, este modelo atende às necessidades de consumidores que valorizam tanto o estilo quanto a funcionalidade.

Quais são as inovações tecnológicas dos novos smartphones?

Os novos dispositivos da Jovi vêm equipados com funcionalidades avançadas de inteligência artificial, cortesia da Plataforma Google Gemini. Entre os recursos, destacam-se ferramentas como o Circule para Pesquisar e o Apagador de Objetos, que aprimoram a experiência do usuário.

Além disso, o V50 5G inclui o Aura Light, um ring light exclusivo que permite ajustar a iluminação para capturar fotos e vídeos de alta qualidade em condições de pouca luz.

Qual é o impacto da parceria com a Zeiss?

A colaboração com a Zeiss permite que a Jovi ofereça aos consumidores brasileiros recursos de imagem de nível profissional em seus smartphones. Marisa Weis, responsável pelos negócios de celulares da Zeiss, destaca que essa parceria facilita o acesso a tecnologias avançadas de fotografia, permitindo que os usuários capturem momentos importantes com clareza e criatividade.

Com essa estratégia, a Jovi reafirma seu compromisso em proporcionar produtos inovadores e de alta qualidade, atendendo às expectativas dos consumidores mais exigentes.

Fonte: Terra Brasil

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Inovação, Negócios

Neogrid anuncia Nicolás Simone como novo CEO e promove Augusto Vilela a CFO

A Neogrid, empresa fundada em Joinville (SC) e referência em soluções para gestão da cadeia de consumo, anunciou mudanças na sua liderança. Nicolás Simone, que desde 2024 ocupava o cargo de Chief Product and Technology Officer (CPTO), assume como CEO. Augusto Vilela, até então head de Relações com Investidores e Tesouraria, foi promovido a CFO. Ambos assumem os cargos a partir desta semana.

A mudança marca o encerramento de um ciclo iniciado sob a gestão de Jean Carlo Klaumann (CEO) e Aury Ronan Francisco (CFO), que permanecem na companhia até 30 de junho para conduzir a transição. Segundo comunicado da empresa, o período foi marcado pela reorganização estratégica, integração de negócios e fortalecimento do desenvolvimento de tecnologia própria.

“A chegada de Nicolás Simone e Augusto Vilela representa mais um passo na evolução da Neogrid. É um ciclo que começa focado em execução, crescimento sustentável e geração de valor no longo prazo”, afirma Miguel Abuhab, fundador e presidente do Conselho de Administração da companhia.

Engenheiro com carreira em empresas como McDonald’s, Petrobras, Grupo Boticário, Itaú Unibanco e AB InBev, Simone acumula experiência em transformação digital, inovação, inteligência artificial e segurança da informação. Ele substitui Jean Carlo Klaumann, que esteve à frente da empresa durante os últimos anos.

“Assumo esse desafio com o compromisso de dar continuidade à estratégia da companhia. A Neogrid construiu uma base robusta de tecnologia, portfólio e posicionamento, o que nos permite seguir avançando com foco em eficiência, excelência e no cliente”, afirma Nicolás Simone.

O novo CFO, Augusto Vilela, é formado em Administração pela UFMG, com mestrado em Economia e Finanças pela EESP-FGV. Com 15 anos de experiência, tem passagens por Itaú Unibanco, Hotmart e Semantix, além de já atuar nas áreas de finanças e relações com investidores da Neogrid. “É uma honra assumir essa responsabilidade e seguir contribuindo para o fortalecimento da companhia, mantendo a disciplina financeira e a transparência com nossos stakeholders”, afirma.

A mudança ocorre em um momento de execução do planejamento estratégico que a Neogrid revisou em 2023. A companhia, que realizou investimentos relevantes em tecnologia no último ano, inaugura agora uma nova fase, com foco em eficiência operacional e expansão de seus negócios.

Fonte: SC Inova

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