Inovação

Sigraweb se destaca na Intermodal 2026 com inovação em IA e conexões estratégicas no estande do ReConecta

A Sigraweb esteve na Intermodal South America 2026 com um posicionamento claro: apresentar ao mercado as evoluções de sua plataforma com inteligência artificial aplicada ao comércio exterior — e o resultado foi uma experiência marcada por alto engajamento e conexões qualificadas no estande G100, do ReConecta News.

Entre as principais novidades, a empresa destacou o avanço das funcionalidades de automação inteligente nos processos de DI, DUIMP e DUE. As soluções, que realizam leitura, interpretação e preenchimento automático de documentos, foram demonstradas ao vivo durante a feira, evidenciando ganhos práticos em produtividade, redução de erros operacionais e mais agilidade nas rotinas de importação e exportação.

Outro diferencial apresentado foi a ampliação da integração com sistemas estratégicos, como o Portal Único, fortalecendo a rastreabilidade, o controle e a gestão de riscos em toda a cadeia logística — um ponto que chamou a atenção de despachantes aduaneiros e empresas presentes no evento.

Experiência no estande G100: conexões que geram resultados

A vivência no estande do ReConecta foi um dos grandes destaques para a Sigraweb. O ambiente proporcionou encontros qualificados e trocas relevantes com profissionais do setor, criando um cenário propício para negócios e parcerias. “Foi uma experiência extremamente positiva. O público era muito qualificado e isso elevou o nível das conversas. Já conseguimos fechar algumas parcerias durante a feira e temos uma expectativa muito grande para os desdobramentos no pós-evento”, afirma Lucas Ferreira da Costa, CEO da Sigraweb.

Networking estratégico e parcerias fortalecidas

Além da apresentação das soluções, a participação ao lado do ReConecta potencializou o networking da empresa. Para a Sigraweb, o estande G100 funcionou como um verdadeiro ponto de conexão entre inovação e mercado. “A experiência com o ReConecta fez toda a diferença. Conseguimos criar conexões valiosas, não só com clientes, mas também com parceiros estratégicos. Existe uma curadoria e uma energia no ambiente que favorecem esse tipo de resultado”, destaca o CEO.

Com resultados concretos já durante a Intermodal e uma perspectiva promissora para os próximos meses, a Sigraweb reforça seu papel como protagonista na transformação digital do comércio exterior — e consolida sua presença em um dos eventos mais relevantes do setor na América Latina.

Sobre a SigraWeb

A Sigraweb é uma empresa brasileira de tecnologia fundada em 2010, especializada em soluções para a gestão do comércio exterior. A plataforma automatiza e integra processos de importação e exportação, oferecendo mais agilidade, precisão e controle operacional. Voltada para despachantes aduaneiros e importadores, utiliza tecnologia e inteligência artificial para reduzir retrabalho, minimizar riscos e aumentar a produtividade nas operações internacionais

SAIBA MAIS: https://sigraweb.com/ 

Sobre a Intermodal

A Intermodal South America é o principal evento de logística, transporte de cargas, tecnologia e comércio exterior da América Latina. Em 2026, a feira ocorreu entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo, marcando sua 30ª edição. 

O evento reuniu mais de 700 marcas nacionais e internacionais de toda a cadeia logística. Ao todo, 50.655 visitantes participaram da edição de 2026, superando os números do ano anterior. O público foi considerado mais qualificado, com foco em decisões e parcerias comerciais. A feira consolidou seu papel como vitrine de tendências e networking do setor.

Para 2027, a expectativa é de crescimento, com destaque para intralogística e equipamentos. A próxima edição da Intermodal South America está prevista para acontecer nos dias 13 a 15 abril de 2027, novamente em São Paulo. 

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Inovação

Inovação industrial: projetos de Santa Catarina ganham destaque em congresso nacional

Projetos liderados por Santa Catarina estarão entre os protagonistas do 11º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, que acontece nos dias 25 e 26 de março, em São Paulo. As iniciativas reforçam o papel do estado como referência em inovação industrial, com soluções voltadas à transição energética, digitalização e sustentabilidade.

As propostas contemplam diferentes setores estratégicos, como energia, agroindústria, defesa, óleo e gás e meio ambiente, evidenciando a diversidade e o alcance das tecnologias desenvolvidas.

Tecnologias com dados satelitais e monitoramento climático

Entre os destaques, estão projetos que utilizam dados geoespaciais, sensoriamento remoto e inteligência artificial para otimizar processos e ampliar a capacidade de análise em tempo real.

Um dos exemplos é o Catarina A2, nanossatélite de pequeno porte que opera a cerca de 500 quilômetros da Terra. O equipamento já passou por avaliação técnica que valida sua prontidão para lançamento, reforçando o avanço da tecnologia espacial brasileira.

Outras soluções incluem plataformas que integram imagens de satélite para monitoramento de ativos elétricos e ferramentas voltadas ao agro, capazes de identificar culturas, prever safras e apoiar a gestão agrícola inteligente.

Transição energética e foco em sustentabilidade

A pauta da energia limpa também ganha espaço entre os projetos apresentados. Iniciativas voltadas ao hidrogênio verde, eficiência energética e controle ambiental demonstram o compromisso da indústria com práticas mais sustentáveis.

Entre elas, está um sistema inteligente que otimiza a produção e o armazenamento de energia, além de plataformas digitais que permitem a rastreabilidade ambiental e o monitoramento de desmatamento em cadeias produtivas.

Outro destaque é a aplicação de soldagem a laser, que contribui para a redução de emissões e melhora da eficiência nos processos industriais, alinhando inovação com metas de descarbonização.

Robótica e manufatura digital ampliam produtividade

A indústria 4.0 também marca presença com projetos que integram robótica avançada, manufatura digital e soluções voltadas à segurança operacional.

Entre as inovações, estão robôs desenvolvidos para atuar em ambientes complexos, como a desobstrução de dutos no pré-sal, além de tecnologias que substituem estoques físicos por bibliotecas digitais de peças, otimizando custos e logística.

Outros sistemas permitem a virtualização de processos industriais, reduzindo riscos aos trabalhadores, e aplicações específicas como robôs com laser para manutenção de estruturas navais e soluções voltadas à segurança aeronáutica, incluindo prevenção de congelamento em superfícies.

Prêmio Nacional de Inovação reconhece projetos

Durante o evento, também serão anunciados os vencedores do 9º Prêmio Nacional de Inovação (PNI), que conta com representantes catarinenses entre os finalistas.

A premiação, promovida pela Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) e coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Sebrae e outras instituições, reconhece iniciativas que impulsionam a competitividade industrial, a produtividade e o avanço tecnológico no país.

Desde sua criação, o prêmio já contabiliza mais de 16 mil inscrições e mais de 100 vencedores em todo o Brasil, consolidando-se como uma das principais iniciativas de valorização da inovação no setor industrial.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Nathalia Barros

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Inovação

Mercoagro 2026 destaca inovação e automação na indústria da carne

A Mercoagro 2026 consolidou mais uma vez sua relevância como vitrine de inovação para a indústria da carne. O evento reuniu grandes empresas da cadeia produtiva e apresentou soluções voltadas à automação industrial, processamento de alimentos e aumento da eficiência produtiva.

Considerada estratégica para o agronegócio brasileiro, a feira reforçou seu papel na geração de negócios, networking e apresentação de tecnologias que impactam diretamente a competitividade do setor.

Integração de soluções marca presença de empresas nacionais

Entre os destaques, o Grupo Fluxo, de Chapecó, apresentou um portfólio integrado com sete unidades de negócios voltadas ao agro. A proposta da empresa é oferecer soluções completas que atendem todas as etapas da produção, desde o monitoramento em granjas até processos industriais como automação, insensibilização e eficiência energética.

Um dos principais lançamentos foi um sistema automatizado de apanha de aves, ainda inédito no Brasil. A tecnologia promete substituir processos manuais na avicultura, aumentando a produtividade e reduzindo custos operacionais.

Segundo a empresa, a participação na feira também fortalece a marca diante de grandes players do setor, graças ao público altamente qualificado presente no evento.

Tecnologia de precisão ganha espaço no processamento de alimentos

A multinacional alemã Handtmann também apresentou soluções inovadoras voltadas à indústria alimentícia. Com atuação em mais de 100 países, a empresa levou equipamentos que atuam em diferentes etapas do processamento, incluindo embutimento, moagem, mistura e cozimento.

As tecnologias combinam automação e soluções digitais, garantindo padronização, eficiência e melhor custo-benefício na produção. A avaliação da empresa é de que a edição 2026 superou expectativas, tanto em organização quanto em geração de novos negócios.

Inovação inédita chama atenção no setor

Outro destaque da feira foi o lançamento de um equipamento exclusivo no mercado global. A empresa J da Luz apresentou uma nova termorresistência desenvolvida ao longo de dois anos, voltada à automação industrial no agronegócio.

O diferencial da solução está na rapidez da manutenção: o tempo de substituição de peças, que antes podia levar até duas horas, foi reduzido para menos de um minuto. A inovação contribui diretamente para diminuir o tempo de máquinas paradas, aumentando a produtividade industrial.

A receptividade foi imediata, com empresas do setor demonstrando interesse logo nas primeiras horas do evento.

Expansão e resultados acima das expectativas

A Ishida do Brasil também marcou presença com foco na expansão no mercado de proteínas. A empresa apresentou tecnologias avançadas de pesagem industrial, incluindo o modelo CCW-AS, voltado para linhas de produção de alta velocidade.

Reconhecida globalmente pelas balanças multicabeçote, a companhia aposta na proximidade com clientes como estratégia para crescimento no país, especialmente no segmento de carnes.

Durante a feira, os resultados superaram as expectativas comerciais. A empresa atingiu, ainda no segundo dia, as metas de vendas previstas para todo o mês — reflexo de negociações que vinham sendo desenvolvidas anteriormente e foram consolidadas durante o evento.

Evento reforça protagonismo do setor agroindustrial

Além dos números expressivos, a Mercoagro reafirma sua importância como ponto de encontro entre empresas, fornecedores e clientes. A feira permite não apenas fechar negócios, mas também apresentar soluções, validar tecnologias e acompanhar as principais tendências da agroindústria.

Com pavilhões cheios e alta movimentação, o evento reforça o protagonismo da região Sul como um dos principais polos da indústria de processamento de carne no Brasil.

FONTE: Noticenter
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Noticenter

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Inovação

Uber Air: táxi voador da Uber começa a operar em Dubai e promete revolucionar mobilidade urbana

Os táxis voadores — antes vistos apenas em filmes de ficção científica — estão prestes a entrar na rotina de transporte urbano. A Uber, em parceria com a Joby Aviation, anunciou o lançamento do serviço Uber Air em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com previsão de início das operações comerciais em 2026.

A iniciativa faz parte da estratégia de mobilidade aérea urbana, que busca oferecer uma alternativa rápida e sustentável aos deslocamentos nas grandes cidades. O projeto pretende integrar viagens aéreas curtas ao ecossistema de transporte já operado pela plataforma da Uber.

Projeto de mobilidade aérea começou há quase uma década

A aposta da Uber na mobilidade aérea não é recente. Entre 2015 e 2016, a empresa criou o projeto Uber Elevate, divisão interna dedicada ao desenvolvimento de soluções de transporte aéreo para áreas urbanas.

O objetivo era expandir o modelo de transporte sob demanda — já consolidado nas ruas — para o espaço aéreo das cidades.

Um passo importante ocorreu em 2021, quando a Uber transferiu a divisão Uber Elevate para a Joby Aviation, empresa especializada em aeronaves elétricas. Ao mesmo tempo, reforçou a parceria ao investir cerca de US$ 75 milhões na companhia.

Com isso, a tecnologia, a equipe e os projetos da Uber passaram a ser desenvolvidos diretamente sob a gestão da Joby. Eric Allison, atualmente executivo da empresa, liderava a operação do programa dentro da Uber.

Parceria une tecnologia aeronáutica e plataforma da Uber

A colaboração entre as empresas combina dois pilares principais: a experiência da Uber em gestão de mobilidade sob demanda e a tecnologia avançada da Joby no desenvolvimento de aeronaves.

Segundo Sachin Kansal, diretor de produtos da Uber, os táxis aéreos elétricos podem ajudar a enfrentar desafios urbanos relacionados à mobilidade e à sustentabilidade.

Durante uma visita à imprensa em Dubai, que reuniu dezenas de jornalistas, Kansal destacou o potencial do projeto.

Ele afirmou que a expansão da plataforma para o transporte aéreo permitirá aplicar a escala tecnológica da Uber a um novo tipo de mobilidade, ampliando as opções de deslocamento nas grandes cidades.

Tempo perdido no trânsito motiva nova solução de transporte

Um dos principais objetivos do Uber Air é reduzir o tempo gasto em deslocamentos urbanos.

De acordo com estimativas apresentadas pela empresa, motoristas e passageiros podem perder até 93 horas por ano presos em congestionamentos em trajetos cotidianos, como ida e volta do trabalho ou da escola.

Para a companhia, ampliar estradas ou construir novas vias não resolve completamente o problema. A alternativa seria diversificar os meios de transporte disponíveis nas cidades, incluindo rotas aéreas para trajetos curtos.

Aeronave elétrica eVTOL será usada no serviço

O funcionamento do Uber Air depende da integração entre software e hardware. De um lado está a tecnologia da plataforma da Uber; do outro, as aeronaves eVTOL (Electric Vertical Take-Off and Landing) desenvolvidas pela Joby.

Esse tipo de veículo elétrico consegue decolar e pousar verticalmente, sem a necessidade de pistas longas, característica que facilita o uso em áreas urbanas.

A Joby Aviation, sediada na Califórnia, é considerada uma das empresas líderes em Mobilidade Aérea Avançada (AAM). A companhia desenvolve internamente praticamente todos os componentes das aeronaves, desde o design até o software de controle.

Tecnologia automotiva ajudou na produção das aeronaves

A empresa também contou com a colaboração de especialistas da Toyota, que participaram do desenvolvimento dos processos industriais da Joby.

A experiência da montadora japonesa em produção em larga escala ajudou a estruturar métodos de fabricação capazes de viabilizar a produção comercial das aeronaves.

O resultado dessa integração tecnológica é o Joby S1, veículo aéreo que será utilizado no serviço Uber Air.

Desempenho e autonomia do táxi voador

O Joby S1 é equipado com seis hélices inclináveis e motor totalmente elétrico. A aeronave pode atingir velocidade máxima de cerca de 320 km/h e possui autonomia de até 160 quilômetros com uma única carga.

Outro diferencial é o baixo nível de ruído. Segundo os desenvolvedores, o som gerado pelo veículo pode ser até 100 vezes menor que o de helicópteros tradicionais, característica essencial para operações em áreas urbanas.

Durante voos de demonstração, o ruído é mais perceptível apenas na decolagem e no pouso. Em altitude de cruzeiro, o som tende a ser significativamente reduzido.

Sistema digital garante controle e segurança

A aeronave conta com tecnologias avançadas, incluindo o sistema fly-by-wire digital, que transforma os movimentos feitos pelo piloto nos controles em sinais elétricos interpretados por computadores de bordo.

Além disso, diversos componentes essenciais — como motores, baterias, atuadores e sistemas eletrônicos — são produzidos internamente pela empresa, o que permite maior controle de qualidade e segurança operacional.

Aplicativo da Uber conectará transporte aéreo e terrestre

A experiência do usuário continuará integrada ao aplicativo da Uber, que será responsável por conectar as rotas aéreas com os trajetos terrestres.

Segundo Eric Allison, diretor de produtos da Joby, o sistema utiliza uma plataforma própria chamada Elevate OS, responsável por gerenciar reservas de voos, disponibilidade de pilotos e integração com a infraestrutura urbana.

Com isso, o usuário poderá solicitar um voo da mesma forma que pede um carro no aplicativo.

Viagens de 30 km podem levar apenas 11 minutos

Simulações feitas pela Uber indicam que trajetos que hoje levam dezenas de minutos podem ser drasticamente reduzidos.

Um exemplo é o percurso entre Dubai Marina e o Aeroporto Internacional de Dubai, com cerca de 30 quilômetros de distância. Pelo ar, o deslocamento poderia ser realizado em aproximadamente 11 minutos.

A redução no tempo de viagem pode beneficiar principalmente executivos, empresários e viajantes que precisam se deslocar rapidamente dentro da cidade.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Forbes

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Inovação

Meetup Startup SC reúne 80 participantes em Itajaí e reforça crescimento do Ecossistema de Inovação na região

Nesta quinta-feira (26), Itajaí foi palco da edição local do Meetup Startup SC, iniciativa do Sebrae/SC voltada ao fortalecimento do ecossistema de inovação. Realizado em parceria com atores locais, o evento reuniu cerca de 80 participantes, entre empreendedores, lideranças e profissionais da área para debater temas relacionados à tecnologia e jornada empreendedora, compartilhar experiências e ampliar conexões estratégicas. O evento aconteceu no Elume Centro Regional de Inovação e teve como objetivo também apresentar o Programa Startup SC – executado por meio da rede MIDIHUB.

“Este evento nasce como um canal estratégico para divulgar as inscrições do MIDIHUB, apresentar as novidades e evoluções do Startup SC e fortalecer, por meio do Meetup Startup SC, cada ecossistema local do nosso estado.
Mais do que um encontro, este é um movimento de conexão, colaboração e desenvolvimento, que amplia as oportunidades não apenas para startups, mas para todo o ambiente de inovação catarinense”, ressaltou a gestora de Projetos Luiza Pedroso, representando o Sebrae/SC.

Atualmente, a região conta com aproximadamente 100 startups mapeadas, em diferentes níveis de maturidade – uma em fase de escala, 18 em crescimento, 40 em tração e 41 em validação. A maior concentração está em Tecnologia da Informação (24), seguida por Construção e Imóveis (10), Saúde e Bem-estar (8) e Gestão e Consultoria (8), além de segmentos como Educação, Alimentos e Bebidas, Finanças, Logística e Serviços Profissionais.

Para o gerente da Regional Foz do Sebrae/SC, Aloisio Salomon, os dados reforçam o potencial de inovação local e a importância da iniciativa para impulsionar o desenvolvimento sustentável dos negócios. “Nosso objetivo é fomentar o empreendedorismo inovador e apoiar o desenvolvimento de startups em todas as suas fases. Conectamos empreendedores a mentores, investidores e grandes empresas, oferecendo capacitação, acesso ao mercado e oportunidades de networking”, afirmou.

A programação da edição local do Meetup Startup SC contou com duas palestras inspiradoras. A especialista e sócia do Grupo dtcode, Karol Oliveira, abordou o tema IA como Motor de Crescimento no Estágio Inicial. Já o fundador da Verso Company, o empresário e especialista em diferenciação de marcas, Kelvin Almeira, apresentou a palestra Crescimento Sem Estratégia é Só Correria: como construir um posicionamento relevante.

Rede MIDIHUB abre inscrições para startups de base tecnológica em Santa Catarina
Criada a partir da metodologia do MIDITEC — iniciativa da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com o Sebrae/SC, a Rede MIDIHUB é considerada a maior rede de incubadoras do Brasil e está com inscrições abertas para startups de base tecnológica interessadas em ingressar em seu programa de incubação.
O período de candidatura segue até 8 de março e oferece vagas em 12 incubadoras espalhadas por Santa Catarina. Em Itajaí, a incubadora participante é o MIDITEC Marina Tech – projeto desenvolvido pela Universidade do Vale do Itajaí – Univali. As inscrições podem ser feitas pelo link https://www.midihub.com.br/

FONTE E IMAGENS: SEBRAE

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Inovação

Do cockpit à inovação: como ambientes regulados moldam soluções tecnológicas

Em um cenário global marcado por volatilidade, sistemas interdependentes e decisões de alto impacto, a capacidade de operar com clareza sob pressão tornou-se um diferencial relevante em diferentes setores. A atuação em ambientes técnicos e regulados, como a aviação, oferece paralelos diretos com os desafios enfrentados por líderes que constroem soluções tecnológicas e operam em contextos complexos.

Nesse contexto, a trajetória de Mariana Tomelin ilustra como experiências em ambientes de alta exigência técnica podem contribuir para uma leitura mais estruturada de risco, tomada de decisão e construção de soluções aplicáveis ao mundo real. Ao transitar entre setores que demandam rigor operacional, visão sistêmica e uso consistente de dados, sua atuação reflete uma abordagem que vai além de setores específicos, oferecendo aprendizados relevantes sobre como lidar com complexidade, incerteza e execução responsável em cenários contemporâneos.

Leia a entrevista na íntegra:


Você atua no setor de aviação. Como essa experiência se conecta com sua atuação profissional em tecnologia e operações internacionais?

MARIANA: A atuação no setor de aviação ampliou significativamente minha forma de enxergar sistemas, risco e responsabilidade. Trata-se de um ambiente em que decisões precisam ser tomadas com base em dados, procedimentos claros e avaliação contínua de cenários. Essa lógica se conecta diretamente com tecnologia e operações internacionais, onde múltiplas variáveis interagem simultaneamente e erros têm impacto real. A experiência na aviação reforçou uma abordagem mais disciplinada, analítica e orientada à tomada de decisão consciente em contextos complexos.


Que paralelos você identifica entre aviação e tecnologia?

MARIANA: Aviação e tecnologia compartilham a lógica de sistemas complexos, nos quais diferentes componentes operam de forma interdependente. Em ambos os casos, é fundamental compreender o sistema como um todo, antecipar falhas e responder de forma estruturada a cenários imprevistos. Procedimentos bem definidos, redundância e uso consistente de dados são elementos essenciais para garantir confiabilidade, segurança e desempenho, seja em um ambiente operacional altamente técnico ou no desenvolvimento de sistemas tecnológicos.


Essa experiência influencia o desenvolvimento de soluções tecnológicas?

MARIANA: Sim, de forma direta. Ao participar da construção de soluções tecnológicas voltadas a operações críticas, priorizo clareza funcional, confiabilidade e simplicidade operacional. Sistemas precisam ser compreensíveis, testáveis e resilientes, especialmente quando utilizados em ambientes regulados. Essa abordagem reduz falhas, facilita a adoção e aumenta a eficiência, criando soluções que funcionam de forma consistente na prática, e não apenas em teoria.


Como essa vivência em ambientes técnicos e regulados influencia sua liderança e processo decisório?

MARIANA: A vivência em ambientes técnicos e regulados contribui para uma liderança mais objetiva e responsável. Decisões precisam ser tomadas com critérios claros, avaliação de risco e consciência das consequências. Isso influencia diretamente a forma como conduzo projetos e equipes, criando estruturas que favorecem execução consistente, aprendizado contínuo e responsabilidade compartilhada. Em contextos complexos, liderar significa reduzir ambiguidade, sustentar decisões com método e manter clareza mesmo sob pressão.


Esse tipo de perfil é valorizado por ecossistemas globais de inovação?

MARIANA: Sim. Ecossistemas globais de inovação tendem a valorizar perfis capazes de operar sob pressão, lidar com incerteza e manter clareza decisória em cenários complexos. A capacidade de aprender continuamente, adaptar-se rapidamente e tomar decisões responsáveis é vista como um diferencial relevante em ambientes de alta performance, especialmente em setores que lidam com tecnologia, dados e sistemas interdependentes.

A experiência em ambientes técnicos e regulados, como a aviação, aliada à atuação em tecnologia e operações internacionais, contribuiu para o desenvolvimento de uma abordagem orientada à disciplina, ao pensamento sistêmico e à tomada de decisão baseada em dados. Em um contexto global marcado por complexidade crescente, essa combinação reflete competências que se aplicam diretamente aos desafios contemporâneos de liderança, inovação responsável e execução consistente.

Foi a partir dessa trajetória — marcada pela necessidade de lidar com grandes volumes de informação, múltiplos mercados e decisões de alto impacto — que se consolidou o desenvolvimento da Trax. A plataforma foi concebida como uma extensão prática dessas experiências, com foco na organização e análise de dados aplicados a operações de comércio internacional, conectando tecnologia à realidade operacional de ambientes globais e regulados.

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO EXONTRADE

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Inovação

SENAI realiza desafio global de inovação com apoio de agências espaciais europeias

Começa nesta sexta-feira (30), em Florianópolis, a etapa brasileira do ActInSpace 2026, um hackathon internacional de inovação promovido com apoio da Agência Espacial Francesa (CNES) e da Agência Espacial Europeia (ESA). No Brasil, o evento acontece no Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, com coordenação do SENAI de Santa Catarina.

Hackathon conecta talentos a tecnologias espaciais

Durante 24 horas consecutivas, o desafio reunirá estudantes, jovens profissionais, pesquisadores e equipes multidisciplinares para o desenvolvimento de soluções inovadoras baseadas em tecnologias e dados do setor espacial. A proposta é estimular a aplicação prática de conhecimentos científicos e tecnológicos em desafios reais do mercado.

O ActInSpace é realizado simultaneamente em mais de 45 países, conectando participantes a desafios lançados por organizações globais como ESA, CNES, Airbus e parceiros internacionais do ecossistema aeroespacial.

Inovação com foco em novos negócios e startups

O principal objetivo do hackathon é transformar tecnologias espaciais — como satélites, bases de dados e patentes — em soluções com potencial comercial, capazes de originar novos negócios e startups de base tecnológica.

Ao longo da maratona, os participantes recebem mentorias técnicas e de negócios, suporte à prototipação e orientação para a preparação do pitch final. As equipes com melhor desempenho avançam para a fase internacional do desafio.

Conexão com o ecossistema europeu de inovação

Os projetos de destaque passam a integrar o ecossistema europeu de inovação, com acesso a redes internacionais e a incubadoras especializadas, como os ESA Business Incubation Centres (ESA BICs). A iniciativa amplia as oportunidades de internacionalização e aceleração de soluções inovadoras desenvolvidas no Brasil.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC

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Inovação

Whirlpool amplia nacionalização e acelera renovação de portfólio no Brasil

A Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul, consolida o Brasil como um dos principais eixos de sua estratégia global. A operação brasileira é atualmente a segunda maior da companhia no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, e ocupa papel central nas frentes de produção, inovação e relacionamento com o consumidor.

Segundo o diretor-geral da Whirlpool Brasil, Gustavo Ambar, a relevância do país vai além do discurso institucional. Mais de 95% dos produtos vendidos no mercado interno são fabricados no Brasil, enquanto cerca de 80% dos insumos e matérias-primas têm origem nacional, o que confere maior resiliência diante da volatilidade cambial, das tensões geopolíticas e da concorrência internacional.

Produção local sustenta desempenho mesmo com juros altos

Apesar do cenário de juros elevados, o desempenho recente da companhia contrariou a percepção de retração no consumo de bens duráveis. De acordo com a Whirlpool, 2025 registrou um dos melhores resultados da última década, mesmo com a taxa Selic se aproximando de 15%.

A explicação está na combinação entre aumento da renda, queda do desemprego e maior confiança do consumidor. Para a empresa, esses fatores compensaram o impacto do crédito mais caro, mantendo a disposição para compras parceladas, especialmente em produtos considerados essenciais.

Demanda estrutural impulsiona a linha branca

Outro fator relevante é o perfil do setor. Aproximadamente 75% das compras de grandes eletrodomésticos ocorrem por necessidade de reposição, especialmente em categorias como geladeiras e fogões. Metade do parque instalado brasileiro desses produtos tem mais de seis anos de uso, o que cria uma demanda estrutural contínua por substituição.

Brastemp e Consul operam de forma complementar

A estratégia comercial da Whirlpool no país é baseada no modelo de duas marcas complementares. A Brastemp concentra atributos como design, tecnologia e inovação, enquanto a Consul aposta em durabilidade, eficiência e maior acessibilidade, com forte presença em canais físicos.

Já a KitchenAid permanece focada no segmento de eletroportáteis premium, com estudos em andamento para eventual ampliação de portfólio no mercado brasileiro.

Inovação acelera renovação do mix de produtos

A inovação é um dos pilares da estratégia. A empresa prepara o lançamento de 35 novos produtos no ciclo atual, com maior peso de itens considerados mais relevantes, especialmente nas linhas Brastemp e de refrigeração.

Nos últimos quatro anos, os produtos lançados passaram a representar cerca de 75% da receita, indicando uma renovação acelerada do portfólio. A meta da companhia é renovar praticamente todo o mix a cada quatro ou cinco anos. Um dos destaques previstos é uma nova geração de geladeiras, com proposta de redefinir o conceito do produto e sua integração à cozinha.

ESG integrado ao modelo de negócio

A agenda ESG também faz parte da estratégia corporativa. No pilar ambiental, a Whirlpool atuou junto a órgãos reguladores para elevar os padrões de eficiência energética, com impacto direto na redução do consumo de energia.

A empresa mantém ainda um programa de logística reversa, que recolhe eletrodomésticos usados — inclusive de outras marcas — sem custo para o consumidor. Em 2025, o volume superou 1 milhão de produtos recolhidos, iniciativa que passou a ser integrada a modelos de troca digital.

No eixo social, o programa Consulado Mulher recebeu novos investimentos dentro de um pacote que soma R$ 100 milhões em ações sociais, com foco em capacitação, empreendedorismo feminino e formação profissional.

Venda direta ao consumidor ganha relevância

A frente de venda direta ao consumidor (D2C) ganhou peso estratégico, com ampliação de serviços como entrega agendada, instalação, rastreamento em tempo real e manutenção por assinatura. A empresa também investe na integração de dados entre canais digitais, call centers e rede de assistência técnica, buscando mais eficiência e melhor experiência do cliente.

Estoques, câmbio e eficiência operacional

Com o custo do capital elevado, a gestão de estoques e fluxo de caixa tornou-se ainda mais estratégica. A Whirlpool afirma ter simplificado sua cadeia produtiva e aumentado a flexibilidade das fábricas, permitindo maior variedade de produtos sem elevar o capital imobilizado.

Mesmo com alta produção local, a empresa reconhece o impacto do câmbio, especialmente sobre commodities como o aço. Para mitigar riscos, utiliza instrumentos de hedge, embora admita que a volatilidade elevou os custos de proteção no fim de 2024 e início de 2025.

No varejo, cerca de 40% das vendas de eletrodomésticos no Brasil ocorrem no ambiente online, patamar semelhante ao da própria companhia. Após oscilações no período pós-pandemia, o mix entre lojas físicas e e-commerce tende à estabilização, com maior integração entre os canais.

Com uma base industrial robusta, alto grau de nacionalização, renovação acelerada do portfólio e foco crescente em serviços, a Whirlpool aposta que a demanda estrutural por reposição, aliada à inovação e à proximidade com o consumidor, sustentará seu crescimento mesmo em um cenário econômico ainda incerto.

FONTE: Brazil Economy
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Brazil Economy

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Inovação

AgriHub Conecta abre inscrições para identificar soluções tecnológicas no agro de Mato Grosso

O AgriHub Conecta 2026 iniciou o período de inscrições para sua terceira fase. A iniciativa, conduzida pelo Instituto AgriHub em parceria com o Senar-MT, busca mapear soluções tecnológicas já prontas para o mercado capazes de enfrentar gargalos reais da agricultura e pecuária em Mato Grosso.

Diferentemente de programas tradicionais de aceleração, o foco está na validação prática das tecnologias diretamente nas fazendas ao longo do ano, aproximando inovação e rotina produtiva no campo.

Soluções aplicáveis à realidade do produtor rural

O programa é voltado a startups e empresas que possuam CNPJ ativo há pelo menos seis meses, estejam enquadradas no Marco Legal das Startups e já contem com soluções operacionais e clientes ativos. O objetivo é garantir que as ferramentas selecionadas tenham maturidade suficiente para serem testadas em ambiente real de produção.

A proposta do AgriHub Conecta é ampliar a eficiência produtiva, estimulando o uso de tecnologia aplicada às demandas concretas do produtor rural mato-grossense.

Seleção baseada em diagnóstico com produtores

A escolha das empresas participantes será orientada por um diagnóstico prévio realizado com mais de mil produtores rurais do estado. A partir desse levantamento, foram identificados desafios recorrentes que servirão como base para a seleção das tecnologias.

Segundo o Instituto AgriHub, as soluções escolhidas deverão demonstrar capacidade de resposta aos problemas mapeados e estar preparadas para cumprir cronogramas de reuniões técnicas, demonstrações práticas e testes em campo.

Desafios prioritários do agronegócio

Entre os principais gargalos apontados pelos produtores estão questões relacionadas ao manejo do solo, recuperação de áreas degradadas, alto custo da irrigação e escassez de mão de obra qualificada. Problemas logísticos, como o valor do frete e o aumento dos custos de insumos e maquinários, também aparecem como demandas estratégicas.

Para tecnologias que não se enquadram diretamente nesses temas, o programa abriu a categoria “Desafio Extra”, voltada a soluções inovadoras e disruptivas que possam gerar impacto no agronegócio estadual.

Validação em campo e modelo equity free

Um dos diferenciais do AgriHub Conecta é o modelo equity free, que não exige participação societária das empresas selecionadas. A proposta é fomentar oportunidades de negócio, ampliar a visibilidade das startups e fortalecer o ecossistema de inovação no agro.

As empresas escolhidas terão acesso direto às principais regiões produtoras de Mato Grosso, com participação em encontros presenciais e dias de campo. Esse contato permite que os desenvolvedores recebam feedback imediato dos produtores, ajustem suas soluções e validem seus produtos em um dos mercados agrícolas mais competitivos do mundo.

FONTE: Canal Rural Mato Grosso
TEXTO: Redação
IMAGEM: AgriHub

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Inovação

China cria máquina de hipergravidade que gera força 1.900 vezes maior que a da Terra

Cientistas da Universidade de Zhejiang, no leste da China, colocaram em operação uma das mais avançadas estruturas de pesquisa do mundo: a CHIEF1900, uma centrífuga gigante capaz de produzir forças equivalentes a 1.900 vezes a gravidade da Terra. Instalada a 15 metros abaixo do solo para reduzir vibrações, a máquina estabeleceu um novo recorde global, superando um equipamento semelhante utilizado pelo Exército dos Estados Unidos.

A centrífuga integra um complexo científico interdisciplinar avaliado em US$ 285 milhões e foi projetada para funcionar como um verdadeiro “compressor de tempo” aplicado à ciência e à engenharia, permitindo simulações extremamente aceleradas de fenômenos naturais e estruturais.

Como a hipergravidade acelera o tempo científico

O princípio por trás da chamada compressão do tempo está no uso de centrífugas de hipergravidade, que reproduzem em laboratório processos que, na natureza, levariam décadas ou até milhares de anos para se manifestar. Ao intensificar a força gravitacional, o comportamento físico dos materiais ocorre de forma proporcionalmente mais rápida.

Na engenharia civil, por exemplo, um modelo reduzido de 3 metros de uma barragem, submetido a 100g (cem vezes a gravidade terrestre), reproduz com precisão o mesmo nível de tensão e estresse estrutural que uma barragem real de 300 metros de altura enfrentaria ao longo de sua vida útil.

Com a CHIEF1900, pesquisadores conseguem ainda simular a dispersão de poluentes no solo ao longo de milhares de anos em apenas algumas horas de experimento.

Desafios extremos e soluções de engenharia

Operar sob forças de 1.900 toneladas-g impõe desafios técnicos severos. Para efeito de comparação, uma máquina de lavar roupas atinge cerca de duas toneladas-g. Em níveis tão elevados, calor e pressão podem comprometer a integridade do equipamento.

Para contornar esses riscos, engenheiros chineses desenvolveram um sistema avançado de controle térmico, baseado em ambiente a vácuo, com uso combinado de fluidos refrigerantes e ventilação especializada, evitando o superaquecimento ou a deformação estrutural da centrífuga.

Aplicações científicas e impacto internacional

As aplicações da CHIEF1900 abrangem diversas áreas estratégicas. Entre elas estão estudos sobre o comportamento de células e plantas em gravidade extrema, simulações de condições encontradas em outros planetas, análises da interação entre trens de alta velocidade e o solo ao longo de anos de operação e testes de resistência de materiais submetidos a acelerações intensas.

Aberta à comunidade científica internacional, a instalação posiciona a China como um novo polo global de pesquisas em física e engenharia de grande escala. O rápido avanço do país, que saltou de modelos anteriores para a CHIEF1900 em pouco tempo, evidencia um forte investimento estatal em pesquisa experimental de fronteira.

FONTE: Xataka Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Xataka Brasil

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