Internacional

Argentina projeta exportação de 2 milhões de toneladas de milho em setembro, aponta line-up

O line-up argentino de milho, que detalha a programação de embarques do grão, projeta a exportação de 2,045 milhões de toneladas em setembro, de acordo com levantamento realizado por Safras & Mercado.

Volume já embarcado e expectativa para o mês
Do total previsto para o mês, 1,2 milhão de toneladas já foram embarcadas, enquanto 844,978 mil toneladas permanecem projetadas para futuras exportações.

Projeção acumulada para 2025/26
No período de março de 2025 a fevereiro de 2026, o line-up registra um acumulado preliminar de 21,261 milhões de toneladas de milho programadas para exportação, refletindo a robusta presença da Argentina no mercado internacional de grãos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportação

Apex identifica potencial para ampliar exportação de 666 produtos ao EFTA

Mercosul assinou acordo de livre comércio com grupo de países europeus; Brasil pode ampliar vendas de bens como máquinas, alimentos, calçados e móveis

Os países do EFTA, bloco europeu que assinou um acordo de livre comércio com o Mercosul na semana passada, têm forte potencial para ganhar espaço na pauta de exportações brasileiras.

Dos dez principais grupos de produtos vendidos pelo Brasil ao EFTA nos últimos cinco anos, nove apresentaram crescimento, segundo estudo inédito da Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

O mapa de oportunidades desenhado pela agência identifica 666 possibilidades de ampliação das vendas.

Os principais destaques na pauta são: ouro, máquinas e equipamentos de transporte (como caminhões e tratores), produtos alimentícios (como café, uvas e carne bovina), calçados, móveis e esculturas.

O EFTA é formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein — nações que não fazem parte da União Europeia. O grupo reúne quase 15 milhões de habitantes, é o 14º maior mercado importador do mundo e tem uma de suas maiores rendas per capita (US$ 98 mil anuais).

“Vamos ampliar o acesso das nossas empresas a mercados estratégicos, altamente exigentes e de elevado poder de compra”, diz o presidente da Apex Brasil, Jorge Viana.

Após 14 rodadas de negociação, Mercosul e EFTA assinaram um acordo abrangente, que cobre 99% das exportações brasileiras e ainda depende de ratificação legislativa para entrar em vigência.

O tratado também inclui serviços, investimentos, propriedade intelectual, compras governamentais, regras de origem, defesa comercial, medidas sanitárias e fitossanitárias, barreiras técnicas ao comércio.

De acordo com o Banco Central, os sócios do EFTA têm um estoque de investimento de US$ 65 bilhões no Brasil, com crescimento médio anual de 4,9% ao longo da última década. Se fossem considerados como um único emissor, seria o quinto maior investidor estrangeiro no país.

Os investimentos incluem projetos de multinacionais como Nestlé, C&A, Equinor, Lindt, Hydro Rein, Statkraft.

Fonte: CNN Brasil

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Informação

Aplicativo web do sistema NDS terá nova versão

Ferramenta que recebe os pedidos de Autorização de Importação e Exportação de produtos controlados será atualizada.

A Anvisa informa que o aplicativo web do sistema NDS (NDS Web), que recebe os pedidos de Autorização de Importação e Exportação de produtos controlados, será atualizado para uma nova versão.

Em virtude dessa atualização, o sistema ficará indisponível para peticionamento entre as 8h e as 18h desta terça-feira (23/9). Neste período, não devem ser realizadas petições de Autorização de Importação e Exportação. Também serão indisponibilizados os códigos de assunto de cota de importação e renovação de cota de importação, em virtude de integração entre os sistemas.

O manual de acesso ao sistema está disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/medicamentos/controlados

O Sistema Nacional de Controle de Drogas (National Drug Control System – NDS) foi projetado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (United Nations Office on Drugs and Crime – UNODC) para facilitar o gerenciamento e o controle sobre movimentações lícitas de drogas psicoativas e precursores químicos, além de tornar tempestiva e ágil a troca de informações nos níveis nacional e internacional. O NDS pode ser utilizado para atender às diversas necessidades nacionais de gerenciamento de controle de drogas.

Fonte: Anvisa

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Comércio Exterior

Argentina suspende imposto de exportação sobre grãos até 31 de outubro

O governo da Argentina anunciou, nesta segunda-feira (22), que zerou as retenciones (imposto de exportação) para os grãos e derivados até o dia 31 de outubro. A medida foi informada pelo porta-voz da presidência, Manuel Adorni e visa “gerar uma maior oferta de dólares durante este período”.

A decisão afeta o comércio de soja, milho, trigo e girassol.

“A velha política busca gerar incerteza para boicotar o programa do governo. Com isso, pune o povo argentino: não permitiremos isso”, escreveu Ardoni na rede social X.

A expectativa oficial é que o setor agrícola acelere as vendas externas, o que se traduzirá em uma maior entrada de dólares no Banco Central, que está sob pressão há semanas devido à falta de reservas.

Em julho, o presidente argentino Javier Milei já havia reduzido o imposto sobre as exportações de carne bovina e de frango de 6,75% para 5%. Para o milho e o sorgo, a taxa foi de 12% para 9,3%. No caso do girassol, as retenciones passaram de 7,5% e 5% para, respectivamente, 5,5% e 4%. Já a soja, principal produto de exportação da Argentina, a alíquota foi reduzida de 33% para 26% e os subprodutos, de 31% para 24,5%.

Fonte: Globo Rural

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Exportação

Plano Brasil Soberano: veja lista de produtos exportados aptos a receber crédito especial

Exportadores interessados deverão apresentar volume de exportação para os EUA no período de julho de 2024 a junho de 2025; entenda

O Governo Federal publicou a lista dos produtos beneficiados e as regras para a obtenção de crédito dentro do Plano Brasil Soberano. Todos os produtos estão inclusos na Portaria Conjunta MDIC/MF nº 4 , divulgada na última sexta-feira (12/09).

São duas listas de códigos de Nomenclaturas Comum do Mercosul (NCMs) : a primeira é composta por NCMs de produtos afetados e a segunda por NCMs de produtos potencialmente afetados pela imposição de tarifas adicionais.https://vpaid.vidoomy.com/amp/production/index.html?zoneId=66f12c77-080d-4e10-a85f-852a24beb4f1&pid=100584&pageUrl=https%3A%2F%2Frevistaforum.com.br%2Fbrasil%2F2025%2F9%2F19%2Fplano-brasil-soberano-veja-lista-de-produtos-exportados-aptos-receber-credito-especial-188042.html&appearAt=bottom%20right&appearAtMbl=bottom%20right&zoneIdMbl=d5e282d4-f6aa-44fa-a7fc-c45b60d9e80a&usePrebidTags=true&scalePrebidTags=true&loop=12#amp=1

Na Lista 1, encontram-se mais de 300 códigos de produtos relacionados à pesca e à aquicultura. Dessa forma, diferentes cadeias produtivas do pescado brasileiro podem ser contempladas pelas ações do Plano Brasil Soberano. Os critérios de priorização do plano já haviam sido divulgados na Portaria Conjunta MF/MDIC nº 17, de 22 de agosto de 2025 .

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será o responsável pela operacionalização do crédito, dentro do Programa BNDES Brasil Soberano Crédito Emergencial. Os financiamentos serão feitos por instituições financeiras credenciadas, de acordo com a lista disponibilizada, permitindo acesso ao recurso de R$30 bilhões.

Os exportadores interessados deverão apresentar o volume de exportação para os EUA no período de julho de 2024 a junho de 2025, obedecendo os critérios de priorização estabelecidos pelo governo.

Além disso, o enquadramento das empresas exportadoras será feito com base em sua receita bruta ou faturamento bruto anual, que serão calculados segundo as políticas operacionais do BNDES ou regulamentação relativa ao fundo garantidor. O acesso ao crédito prevê cláusula de manutenção ou ampliação de empregos conforme a Portaria MF nº 1.861, de 22 de agosto de 2025 .

Auxílio às pequenas empresas e produtores pesqueiros e aquícolas – As operações para acesso ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) com pessoas físicas e jurídicas, bem como seus fornecedores, especialmente os impactados pela imposição de tarifas adicionais estão disciplinadas conforme a Portaria MF nº 1.863, de 22 de agosto de 2025 .

Fonte: Revista Fórum


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Portos

Porto de Paranaguá amplia calado para navios graneleiros e aumenta capacidade de exportação

Com a nova medida, os navios poderão receber 1,5 mil toneladas a mais a cada atracação

Os navios graneleiros sairão ainda mais carregados do Porto de Paranaguá após autorização dos órgãos competentes para o aumento de calado, que passou de 13,1m para 13,3m. O calado é a distância entre a superfície da água e o ponto mais profundo da embarcação (quilha). A liberação foi publicada pela Portos do Paraná na Portaria nº 188/2025 da Norma de Tráfego Marítimo e Permanência, nesta quarta-feira (17).

Com o acréscimo de 20 centímetros, a capacidade de carregamento de granéis sólidos — como soja, milho e farelos — aumenta em até 1,5 mil toneladas por navio. A medida representa vantagem competitiva para os operadores, que passam a movimentar mais carga sem acréscimo de custos.

Desde a última atualização do calado, em dezembro de 2024, quando passou de 12,80m para 13,10m, o corredor de exportação do Porto de Paranaguá ampliou sua capacidade em mais de 5%. Isso significou pouco mais de 800 mil toneladas adicionais movimentadas até agosto deste ano.

“O nosso objetivo é receber navios cada vez maiores, que possam embarcar mais mercadorias, mantendo a excelência no atendimento às constantes demandas do mercado”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

A medida foi aprovada pela praticagem e pela Marinha do Brasil e se aplica aos berços 201, 202, 204, 209, 211, 212 e 213, destinados à movimentação de cargas como açúcar, farelo, fertilizantes, milho e soja em grão.

As obras de derrocagem concluídas no ano passado e os investimentos frequentes em dragagem realizados pela empresa pública são os principais responsáveis pelos sucessivos avanços no calado.

Concessão do canal de acesso e calado de 15,5m

No próximo dia 22 de outubro será realizado, na Bolsa de Valores do Brasil (B3), o leilão para concessão do canal de acesso aos portos paranaenses. Entre as melhorias previstas está a ampliação do calado para 15,5m nos cinco primeiros anos da concessão e a manutenção do mesmo até o final do contrato.

A concessão também prevê um desconto de 12,63% na taxa Inframar, paga pelas embarcações para acessar os portos. A arrendatária só passará a receber a tarifa completa — e poderá solicitar ajustes gradativos — após cumprir o cronograma de melhorias estipulado no edital e no contrato de concessão.

A vencedora terá ainda o compromisso de realizar estudos e levantamentos hidrográficos, dragagem, derrocagem, sinalização, entre outras ações de manutenção e modernização do canal de acesso ao Porto de Paranaguá.

O investimento previsto é de R$ 1,23 bilhão, a ser executado nos cinco primeiros anos do contrato, que terá vigência de 25 anos.

Flexibilidade de manobras

A última atualização da Norma de Tráfego ocorreu em agosto, quando a Portos do Paraná divulgou a flexibilização das manobras de desatracação nos berços que movimentam, preferencialmente, cargas de granéis vegetais sólidos de exportação, como soja em grão, farelo, milho e açúcar.

A Portaria nº 144/2025 passou a valer no dia 1º de agosto, abrangendo os berços 201, 204, 212, 213 e 214 do Porto de Paranaguá. A medida foi possível após a remoção da ponta da Pedra da Palangana e a revisão da sinalização do Canal de Acesso, com base em simulações de manobras que garantiram segurança às embarcações no momento da saída do cais, sem restrições de maré ou corrente.

Fonte: Portos do Paraná

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Exportação

Embargos ainda prevalentes na exportação, ocasionam retração no volume e no preço dos cortes de frango

Carne de frango in natura – está provado – não é agente de disseminação da IAAP. Mas, pelo quadro de distribuição das exportações brasileiras fica claro que o mundo ainda não entendeu essa verdade científica, pois, neste ano, apenas os industrializados de frango registraram exportações maiores que as do mesmo período de 2024. Ou seja: embora a questão da IAAP na avicultura comercial tenha sido equacionada há bom tempo, o péssimo entendimento da questão continua prejudicando o setor.

Não por menos, pois, as exportações de carne de frango salgada registram no ano (oito meses) queda superior a 9%, enquanto as do frango inteiro acumulam retração já próxima de 6%. É verdade, aqui, que a retração envolvendo os cortes não chega a meio por cento. Mas os cortes representam a maior parcela (quase três quartos, ou 74,96%) do volume total exportado.

No tocante ao preço médio, agora os cortes de frango também apresentam retração (de pouco mais de 1%) em relação ao mesmo período de 2024. Não era o que ocorria até julho último, quando seus preços evoluíam positivamente. Mas a necessidade de encontrar mercados capazes de absorver produtos originalmente destinados ao mercado chinês forçou o setor a aplicar descontos sobre vários dos itens exportados. Foi o que determinou a baixa ora registrada.

De toda forma, os outros três itens contam com preços em evolução, o mais significativo deles recaindo sobre a carne de frango salgada, cujo preço médio no ano se encontra 37% acima do alcançado nos mesmos oito meses de 2024. Por sinal, no bimestre julho/agosto os preços da carne salgada atingiram recordes históricos.

Em função desse desempenho, a carne salgada, junto com os industrializados, registra aumento na receita cambial, com avanços sem dúvida expressivos – de 24,39% e 8,56%, respectivamente. Mas, juntos, esses dois índices respondem por menos de 10% da receita cambial do setor. Assim, não conseguiram neutralizar as quedas enfrentadas pelo frango inteiro e pelos cortes (de, respectivamente, 4,72% e 1,61%) e, com isso, a receita cambial dos oito primeiros meses de 2025 apresenta pequena retração, inferior a 1%.


Fonte: AviSite

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Comércio Exterior, Inovação, Tecnologia

LOGCOMEX ACELERA EXPANSÃO EM TECNOLOGIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA AMÉRICA LATINA COM A AQUISIÇÃO DA UXCOMEX.

Movimento reforça a missão de transformar o comércio exterior, ampliando soluções para supply chain.

A Logcomex, líder em tecnologia para o comércio exterior na América Latina, anuncia a aquisição da UXComex, plataforma especializada em agentes de carga e despachantes aduaneiros. A operação integra o know-how da Logcomex à especialização operacional da UXComex, acelerando a entrega de um ecossistema único que elimina complexidade e conecta toda a cadeia de importação e exportação.

“Esta aquisição é um movimento estratégico na construção do nosso sistema operacional para o comércio exterior. Ao unir nossa infraestrutura de tecnologia e IA à experiência da UXComex, ampliando o portfólio de produtos da Logcomex, simplificando o Comex e criando produtividade real para todo o supply chain global”, afirma Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex.

Fundada em 2017, a UXComex simplifica rotinas do agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro — tarefas que antes dependiam de planilhas e e-mails. “Criamos a UXComex para ajudar agentes de carga e despachantes aduaneiros a escalar suas operações, eliminando o trabalho repetitivo. Com a expertise e o reconhecimento da Logcomex, esse impacto é potencializado”, destaca Cleber Moschini, diretor de tecnologia da UXComex.

Para Carlos Souza, cofundador e COO da Logcomex, o valor ao cliente é imediato: “Execução e inteligência integrados significam menos custos, mais eficiência e decisões muito mais rápidas.”

A UXComex continuará operando com autonomia, mantendo sua tecnologia separada e estrutura de atendimento ao cliente. Isso garante que a empresa mantenha sua identidade, equipe e a relação próxima com seus clientes, agora com a Logcomex como catalisadora de inovação e crescimento.

A Logcomex já atende milhares de clientes em mais de 30 países — com expansão acelerada na América Latina, especialmente no México — e reforça sua presença global ao incorporar os fluxos de agentes de carga e despachantes da UXComex.

Sobre a Logcomex
A Logcomex oferece um ecossistema de soluções de tecnologia e IA, que impulsiona o Comércio Exterior na América Latina, eliminando a complexidade e aumentando a produtividade das operações globais. Presente em diferentes mercados e com uma base crescente de clientes, a Logcomex é referência em inovação para o comércio exterior e supply chain.

Sobre a UXComex
Fundada em 2017, a UXComex simplifica rotinas do agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro com módulos de importação e exportação, aérea e marítima, CRM, web-tracking e gestão financeira – reduzindo erros e acelerando processos globais.

Da esquerda para direita: Helmuth Hofstatter – CEO e cofundador Logcomex ; Giancarlo Fiorotti – CPO, Chief Product Officer da UXComex; Rodrigo Loretti – CSO, Chief Sales Officer da UXComex; Cleber Moschini – CTO, Chief Technology Officer da UXComex; Carlos Souza – COO e confundador da Logcomex – Crédito: Yow Filmes

Danilo Camarini – diretor de tecnologia da Logcomex ; Giancarlo Fiorotti – CPO, Chief Product Officer da UXComex; Carlos Souza – COO e confundador da Logcomex; Mônica Gabriella – head de tecnologia da Logcomex ; Rodrigo Loretti – CSO, Chief Sales Officer da UXComex; Cleber Moschini – CTO, Chief Technology Officer da UXComex; Helmuth Hofstatter – CEO e cofundador Logcomex – Crédito: Yow Filmes

Texto e fotos: Assessoria de Imprensas

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Tributação

Alckmin: “A exportação é fundamental para que pequenas empresas cresçam mais depressa, ganhem escala e avancem mais”.

Fala do vice-presidente e ministro do MDIC se deu durante debate sobre a força dos pequenos exportadores promovido pelo SBT News.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu a necessidade de ampliar a participação de micro e pequenas empresas nas exportações durante a abertura do evento “Os pequenos também exportam”, realizado nesta quarta-feira (17/09) pelo SBT News. Alckmin destacou medidas de apoio aos pequenos empreendedores como o Acredita Exportação, o Portal Único de Comércio Exterior e o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), da Apex Brasil.

“A exportação é fundamental para que pequenas empresas cresçam mais depressa, ganhem escala e avancem mais”, afirmou o ministro. “O Brasil é um importante exportador, mas pequenos empreendedores ainda exportam pouco. A Itália é um bom exemplo de um país onde os pequenos exportam muito”, complementou.

Para o ministro, oferecer estímulos para que os pequenos empreendedores exportem mais faz parte da estratégia para tornar o Brasil um país mais competitivo no exterior. “Com o Acredita Exportação, a micro e a pequena empresa ganha um crédito automático de 3,1% do valor exportado, que é uma maneira do governo devolver parte do imposto pago pelos insumos dos produtos exportados”, exemplificou.

Outra medida importante elencada pelo ministro diz respeito ao Portal Único de Comércio Exterior, que permite o uso de uma mesma licença tanto para exportação como para importação, além de reduzir a burocracia e o uso de papel. “Isso deve reduzir o Custo Brasil em R$ 40 bilhões por ano”, ressaltou Alckmin. “Uma carga parada no porto por um dia custa 0,8% do valor da carga. Se ficar três dias parada, já foi 2,5%. O Portal Único vai dar mais agilidade, reduzir esse tempo e permitir maiores ganhos para os empreendedores”, detalhou.

O ministro ainda citou o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), promovido pela Apex Brasil com o objetivo de preparar micro e pequenas empresas para o mercado externo. “O PEIEX é um programa só para capacitação dos pequenos, para que eles possam exportar e, com isso, ganhar mais mercado”, lembrou.

“Tem também a promoção dos produtos, que traz compradores para o Brasil, para comprarem das pequenas empresas aqui e faz participação também lá fora, em feiras de negócios, para poder colocar o produto das pequenas empresas”, acrescentou.

Tarifaço

Ao mencionar os problemas provocados pela imposição de tarifas a produtos brasileiros pelos Estados Unidos, o ministro destacou o programa de mitigação implantado pelo governo federal para amenizar o impacto na economia. “O que o governo está fazendo? Primeiro, R$ 40 bilhões de crédito pelo fundo garantidor. Dois, compras governamentais. Três, prorrogação do drawback por um ano. E quatro, o reintegra para pequenas empresas que oferece crédito de 6,1% do valor exportado”, enumerou.

Fonte: MDIC gov.br

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Exportação

Exportação de carne de Mato Grosso tem leve alta; Russia compra mais que EUA

As exportações de carne bovina mato-grossenses, mês passado, se mantiveram próximas em relação a julho, sendo enviadas 89,68 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC) segundo a Secex (secretaria de Comércio Exterior), alta de 0,22% no comparativo mensal, representando o maior volume já enviado pelo Estado.

O preço médio por carne exportada, que foi de US$ 4.368/tonelada, resultou no faturamento de US$ 391,80 milhões em agosto. Cabe ressaltar que a demanda chinesa ainda se mantém aquecida, com aumento de 1,71% em relação a julho, mas um ponto de destaque foi a Rússia, que ultrapassou os Estados Unidos nas exportações totais, sendo responsável por 6,47% de toda exportação de carne bovina de Mato Grosso, em 2025. Por fim, o aumento na demanda externa no segundo semestre tende a aumentar a intensidade da alta nos preços do boi gordo, dado que a demanda interna também é maior neste período.

Fonte: Só Notícias

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