Evento, Internacional, Negócios

Empresas brasileiras recebem prêmio por inclusão racial no comércio internacional

1º Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior valoriza a equidade racial e a presença negra em cargos estratégicos

A primeira edição do Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior reconheceu 20 empresas que se destacaram pela adoção de boas práticas de inclusão de pessoas negras em posições de liderança e protagonismo no cenário do comércio internacional. A iniciativa faz parte do programa Raízes Comex e foi promovida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pela ApexBrasil, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial (MIR).

A empresa Inputsom Arte Sonora foi a vencedora na categoria Liderança Global, destinada a empresas que já atuam no mercado internacional. A organização atua em pós-produção sonora e supervisão musical no cenário internacional, atuando em projetos de plataformas globais como Netflix, Amazon, Disney+, Discovery+ e Apple TV+. A presença da empresa em produções internacionais tem permitido a exportação contínua de serviços criativos com DNA brasileiro e lideranças negras em funções estratégicas.

Outras 19 organizações foram reconhecidas na categoria Jornada Global, voltada a empresas que ainda não exportam ou estão em fase inicial de internacionalização. São de diferentes setores como serviços; alimentos, bebidas e agronegócios; higiene pessoal e cosméticos; tecnologia da informação, entre outros.

O prêmio foi lançado no último dia 21 de março – Dia Internacional contra a Discriminação Racial, e está alinhado às diretrizes do Programa Raízes Comex, instituído pela Portaria SECEX nº 375/2024, que busca fomentar a equidade racial no comércio exterior.

Práticas de inclusão

Para esta primeira edição, 45 empresas se inscreveram. Com base nos critérios definidos, puderam participar empresas de todos os portes e setores da economia; com profissionais negros em cargos estratégicos, como presidência, sociedade ativa, direção ou gerência e; ainda, organizações que adotem práticas de inclusão racial e apoiem o desenvolvimento de profissionais negros no comércio exterior.

Após o processo seletivo, 20 empresas foram aprovadas e passarão a contar com benefícios exclusivos de promoção internacional e de capacitação.

Reconhecimento oficial

As empresas vencedoras receberão um Certificado de Reconhecimento Oficial pela contribuição à diversidade no comércio exterior brasileiro. A iniciativa valoriza o papel da liderança negra e incentiva práticas corporativas alinhadas aos princípios de equidade racial, inclusão produtiva e responsabilidade social.

A entrega desse prêmio, segundo Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior do MDIC, é o reconhecimento de que não há avanço sustentável sem diversidade e sem equidade. “Parabenizo as 20 empresas premiadas, que iniciam ou aprofundam sua jornada internacional com um olhar atento à inclusão. A diversidade não é apenas um valor; é uma força que amplia horizontes e conecta o Brasil a um mundo mais dinâmico e representativo”, destaca.

Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Ana Paula Repezza, a diversidade é um motor essencial de inovação e competitividade. “Essa premiação reconhece histórias inspiradoras de empreendedores e empreendedoras que, com talento e resiliência, ampliam a presença do Brasil no mundo. É uma honra valorizar essas trajetórias e reforçar nosso compromisso com um comércio exterior mais plural e representativo”, avalia.

Categorias e benefícios

Liderança Global: para empresas exportadoras (1 premiada)

  • Participação em ações internacionais de promoção comercial, com passagens e hospedagens custeadas para até dois profissionais negros;
  • Agenda de negócios internacional customizada, com reuniões estratégicas nos mercados-alvo selecionados com o apoio da ApexBrasil.

Jornada Global: para empresas iniciantes na exportação (19 premiadas)

  • Acesso à Jornada de Capacitação para Internacionalização, com treinamentos e mentorias especializadas;
  • Pontuação extra em programas da ApexBrasil, como o Exporta Mais Brasil e ações de e-commerce internacional com a Amazon.com.

Confira a lista de empresas aprovadas

Sorvetes Algaroba
Bkl Modas Serviços & Comércio Ltda
Business for All
Cambui Online
Diaspora.Black
Diversidade.io
Field Right
Grupo Riqueza Descoberta
Interfrazão
Interpres
IPORINCHE
LH Indústria
Moa Coffee
New Tabernacle Space Islands Startup Tecnologia Espacial Ltda
Proeduca
Resolut Capital
SBX Casa Editorial
Thiago dos Santos Fernandes
Zambia Brand

Sobre o Raízes Comex

O Raízes Comex é um programa do MDIC, lançado em novembro de 2024, que tem como objetivo ampliar a participação de pessoas negras no comércio exterior brasileiro. A iniciativa surgiu a partir de um estudo da Secex que revelou a baixa representatividade racial no setor, especialmente em cargos de liderança. Por meio de capacitação, promoção comercial, incentivo à inclusão nas empresas e valorização de negócios liderados por pessoas negras, o programa busca fortalecer a diversidade e a equidade no comércio internacional, em alinhamento com a Política Nacional da Cultura Exportadora.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Mercado de trabalho, Negócios

Microsoft demitirá cerca de 9 mil empregados em seu maior corte em 2 anos

Companhia fala em “mudanças organizacionais necessárias para melhor posicionar a empresa e as equipes para o sucesso em um mercado dinâmico”

A Microsoft está demitindo milhares de funcionários, sua terceira rodada de cortes nos últimos meses, confirmou a empresa na quarta-feira (2).

A redução de pessoal afetará menos de 4% da força de trabalho total da empresa, ou cerca de 9.000 trabalhadores, de acordo com um porta-voz da companhia.

Isso marca as maiores demissões da gigante da tecnologia desde que cortou 10.000 funcionários em 2023 e ocorre em meio a cortes de pessoal em outras áreas do setor de tecnologia.

As ações da Microsoft permaneceram inalteradas após o anúncio.

“Continuamos a implementar as mudanças organizacionais necessárias para melhor posicionar a empresa e as equipes para o sucesso em um mercado dinâmico”, disse um porta-voz da Microsoft em comunicado, acrescentando que a empresa está reduzindo os níveis gerenciais e tornando os funcionários mais produtivos com novas tecnologias.

A redução de pessoal também ocorre porque empresas de tecnologia, incluindo a Microsoft, estão usando IA (inteligência artificial) para tornar sua força de trabalho mais eficiente.

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, afirmou no início deste ano que 20% a 30% do código da empresa estava sendo gerado por IA, e a empresa está investindo bilhões em investimentos em infraestrutura para a tecnologia.

Não está claro se a IA contribuiu diretamente para os cortes de quarta-feira e quais divisões da Microsoft serão afetadas. O The Verge noticiou que o líder do Xbox, Phil Spencer, enviou uma nota interna informando que sua equipe seria impactada.

A Bloomberg também noticiou anteriormente que as demissões planejadas para julho teriam como alvo as equipes de vendas e do Xbox.

Os cortes de quarta-feira ocorrem depois que a Microsoft demitiu 3% de sua equipe, cerca de 7.000 funcionários, em maio.

Em julho de 2024, a última vez que a Microsoft divulgou formalmente seu quadro total de funcionários, a empresa contava com 228.000 trabalhadores.

Outras empresas de tecnologia também realizaram demissões neste ano, incluindo a Meta e a Bumble. O CEO da Amazon, Andy Jassy, ​​também alertou sua equipe no mês passado que a IA acabaria ajudando a empresa a reduzir o número de funcionários.

Em abril, a Microsoft anunciou que seus lucros trimestrais aumentaram 18%, para US$ 25,8 bilhões, durante o trimestre encerrado em 31 de março, impulsionados pelo forte desempenho de seus negócios em nuvem e serviços de IA. A empresa deve divulgar os resultados do quarto trimestre fiscal ainda este mês.

Fonte: CNN Brasil

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Negócios

Grupo Tigre anuncia novo diretor executivo para o Brasil

Klecios Souza chega com mais de duas décadas de experiência nos setores de infraestrutura e construção

 O Grupo Tigre, multinacional catarinense líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, anuncia Klecios Souza como novo diretor executivo da Unidade de Negócios Brasil. O executivo assumiu a nova posição em 9 de junho e se reporta diretamente ao presidente da companhia, Luis Felipe Dau.

Com sólida carreira de 21 anos na Schneider Electric, Klecios possui ampla experiência em vendas, marketing, transformação digital e inovação. Ao longo de sua trajetória, liderou projetos estratégicos, como a aquisição da Steck Elétrica, reforçando sua atuação no mercado de infraestrutura e construção, com ênfase em canais de distribuição.

Formado em Administração de Empresas pelo SENAC-SP e em Engenharia Elétrica pela PUC-SP, Klecios possui, ainda, pós-graduação em Finanças pela Business School-SP, além de especializações em Liderança e Negócios pela IESE Business School.  

“Assumir a liderança da Unidade de Negócios Brasil da Tigre é, ao mesmo tempo, uma grande honra e uma responsabilidade significativa. Estou entusiasmado com a oportunidade de contribuir com uma marca tão sólida e admirada, reconhecida por sua excelência, inovação e impacto positivo na sociedade. Nosso foco será impulsionar o crescimento sustentável da companhia no Brasil, tendo como norte a execução com excelência e a proximidade com nossos clientes e parceiros”, afirma Klecios Souza, novo Diretor Executivo da Unidade de Negócios Brasil do Grupo Tigre.

Sobre o Grupo Tigre
A Tigre é uma multinacional brasileira com 83 anos de história, líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, com presença em cerca de 30 países. O portfólio de produtos abrange itens para instalação hidráulica, elétrica, drenagem, acessórios e ferramentas para pintura, além de soluções para tratamento de água e efluentes atendendo os mercados predial, saneamento, irrigação e industrial.

O Grupo conta com aproximadamente cinco mil profissionais, 11 unidades de negócios no Brasil e 9 no exterior, localizadas na Argentina, Bolívia, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. Além da Tigre Materiais e Soluções, fazem parte do grupo as marcas Azzo Torneiras ABS, Tigre Ferramentas para Pintura, ADS Tigre e TAE – Tigre Água e Efluentes. 

Fonte: FIESC

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Investimento, Negócios

Empresa espanhola do setor agroalimentar confirma investimento de R$ 800 milhões em Santa Catarina

Um dos maiores grupos do setor agroalimentar da Europa confirmou um investimento de R$ 800 milhões para instalar uma nova unidade em Santa Catarina. O anúncio foi feito durante missão internacional na Europa, em reunião com a vice-governadora do Estado, Marilisa Boehm, a secretária de Estado do Turismo, Catiane Seif, e a consultora de atração de investimentos da InvestSC, Caroline Canale e representantes do Grupo Vall Companys. 

A comitiva do governo catarinense foi recebida pelo CEO da empresa, Josep Pedrós, o diretor de expansão internacional, Tomás Blasco, e o diretor de assuntos públicos, Tomás Rubiato. A reunião de negócios com a vice-governadora foi realizada na noite desta quinta-feira, 19, em Barcelona, na Espanha.

A planta será expandida no município de Videira, no Meio-Oeste catarinense, através de uma parceria com a Master Agroindustrial. As negociações para fomentar a vinda do grupo ao estado já vinham sendo conduzidas pelo governador Jorginho Mello e agora foram oficialmente concluídas, com a definição do local da operação.

“O contato com a empresa vinha sendo feito há mais de um ano. O grupo espanhol comprou parte das ações dessa empresa brasileira, que sinalizou interesse de abrir sede na região Oeste, que já é referência no nosso agro catarinense. É um orgulho muito grande para Santa Catarina receber mais uma empresa internacional que agora bateu o martelo e terá sua operação no nosso estado. Aqui da Ásia estou comemorando essa conquista anunciada pela nossa vice-governadora em missão na Europa. Estamos trabalhando forte junto à InvestSC para trazer mais empresas internacionais como essa, que queiram investir em Santa Catarina”, disse o governador Jorginho Mello.

A expectativa é de que o novo empreendimento gere centenas de empregos diretos e indiretos, impulsione a cadeia produtiva local e amplie as exportações catarinenses para mercados estratégicos da Ásia, Europa e América. “É mais uma grande conquista para Santa Catarina. A chegada dessa empresa fortalece ainda mais o nosso agro, gera empregos, movimenta a economia regional e amplia nossa presença no mercado internacional. O nosso governador foi o grande articulador desse projeto que de fato foi oficializado essa noite pelos diretores do grupo europeu”, destacou a vice-governadora Marilisa Boehm.

Grupo europeu reforça presença no Brasil

O Grupo Vall Companys responsável pelo investimento em Santa Catarina é referência internacional na produção de suínos, aves e bovinos, com atuação integrada em toda a cadeia de valor agroalimentar, além de segmentos como rações, farinhas, produtos farmacêuticos e nutrição animal. Fundado em 1956, na Espanha, o conglomerado é composto por mais de 50 empresas, emprega mais de 12 mil pessoas e exporta cerca de 30% da sua produção para países como Japão, Coreia do Sul, além de atuar fortemente no mercado europeu e latino-americano.

“Há uns três anos fizemos contato com diferentes empresas referência no setor agro alimentar do Brasil e a empresa Master Agroindustrial foi a que a gente mais gostou, pela filosofia de trabalho muito semelhante a nossa. E Santa Catarina nos chamou a atenção e nos mostrou ser um estado super favorável para iniciar nossas atividades internacionais. Tínhamos uma expectativa, mas a realidade que vimos superou tudo que esperávamos. Temos um projeto fantástico para o Brasil e estamos surpreendidos pela capacidade e generosidade da equipe do Governo de Santa Catarina juntamente com a vice-governadora”, destacou o diretor de expansão internacional do Grupo Vall Companys, Tomaz Blasco.

Ampliar a produção para poder exportar

No Brasil, o grupo vai se instalar em Santa Catarina por meio de uma parceria recente com participação na empresa Master Agroindustrial, reforçando sua presença estratégica no país e completando o processo de internacionalização na América Latina.

A InvestSC vem trabalhando em cooperação com a Secretaria da Fazenda avaliando os melhores cenários e apoio para instalação da Master Agroindustrial, já prevendo possíveis expansões na região.

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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Internacional, Mercado Internacional, Negócios

Rússia espera que Brasil ocupe lacunas de mercado em complemento à China após saída de empresas ocidentais

As empresas brasileiras podem preencher algumas das lacunas nos mercados russos deixadas pela saída de empresas ocidentais e apenas parcialmente ocupadas pelas companhias chinesas, disse nesta quarta-feira o vice-ministro da Economia da Rússia, Vladimir Ilyichev.

A saída abrupta de dezenas de empresas ocidentais da Rússia devido ao conflito na Ucrânia levou à fuga de capitais e à desaceleração econômica. Moscou agora se concentra na produção local e na cooperação com os chamados países “amigos” que não impuseram sanções, particularmente os membros do Brics: Brasil, Índia, China e África do Sul.

Qualquer empresa ocidental que tente retornar para a Rússia enfrenta barreiras, e alguns setores, como o de telecomunicações, parecem estar totalmente fora dos limites.

Empresas locais preencheram alguns nichos deixados pelas companhias ocidentais, enquanto outros setores, particularmente a indústria automobilística, agora são dominados pelos chineses.

Ilyichev, falando no painel Brasil-Rússia no fórum econômico russo em São Petersburgo, sugeriu que empresas brasileiras poderiam estabelecer operações na Rússia para fornecer produtos de engenharia e bens relacionados às indústrias de consumo.

“Acreditamos que as empresas brasileiras podem ocupar alguns dos nichos que ficaram vagos em nosso mercado, após a saída de empresas ocidentais, e que ainda não foram totalmente preenchidos por nossos colegas chineses”, disse Ilyichev.

O comércio bilateral de bens como fertilizantes, derivados de petróleo, alimentos e metais entre a Rússia e o Brasil atingiu o recorde de US$12,4 bilhões em 2024, embora as exportações brasileiras estejam bem abaixo das russas.

Ilyichev disse estar esperançoso com uma cooperação mais ampla, inclusive em termos de energia nuclear.

Em um painel separado, o presidente-executivo da Rostelecom, Mikhail Oseevskiy, disse: “(Empresas) europeias, empresas americanas, desenvolvedores de software e hardware não devem ser autorizados a entrar. A estrada deve ser fechada. Eles saíram, batendo a porta, abandonando tudo: não há confiança.”

Os comentários ecoaram os do presidente-executivo do conglomerado industrial Rostec, uma peça crucial da indústria de defesa da Rússia.

“Os vários parceiros ocidentais que tínhamos antes de 2022 falharam conosco”, disse o chefe da Rostec, Sergei Chemezov, em uma entrevista na semana passada à Razvedchik, uma revista publicada pelo SVR, o serviço de inteligência estrangeira da Rússia.

Fonte: Investing

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Internacional, Mercado Internacional, Negócios, Tributação

Empresas tentam driblar tarifas dos EUA sobre produtos chineses; entenda

Quando a passarela metálica é baixada, a tripulação começa a trabalhar para fixar o navio ao cais – seus macacões laranja parecem minúsculos comparados ao imenso navio porta-contêineres rosa atrás deles. Uma vez que o navio ONE Modern está devidamente atracado, três operadores de guindaste iniciam uma corrida contra o tempo para descarregar e recarregar mais de 700 contêineres no Porto de Hong Kong, em menos de 10 horas.

Para inúmeras empresas ao redor do mundo na mesma situação, há uma corrida ainda maior em jogo: a operação massiva para retirar mercadorias da China e levá-las aos EUA antes que expire, em 12 de agosto, a suspensão das tarifas mais altas impostas pelo presidente Donald Trump. “Os índices de imprevisibilidade e caos estão realmente em um nível sem precedentes”, disse Roberto Giannetta, presidente da Associação de Navegação de Linha de Hong Kong, à CNN.

“Esta instabilidade está criando muito caos.” Negociações entre os EUA e a China ocorreram em Londres na semana passada, resultando em um acordo sobre uma estrutura de trégua comercial, segundo autoridades de ambos os lados. Mas aqueles que estão na linha de frente lidando com essas políticas comerciais mutáveis não estão correndo riscos.

A China é o segundo maior parceiro comercial dos Estados Unidos, atrás do México.   O comércio entre os dois países ultrapassou US$ 688 bilhões no ano passado, de acordo com dados chineses. “As regras mudam três vezes por semana”, disse Rick Woldenberg, CEO da Learning Resources, uma empresa de brinquedos educativos baseada em Chicago. “Não temos absolutamente nenhuma ideia de quais serão as regras quando o produto chegar.”

Quando os EUA anunciaram tarifas abrangentes sobre a maior parte do mundo em 2 de abril, isso desencadeou o caos nas complexas cadeias de suprimentos globais que permitem o livre fluxo de mercadorias ao redor do mundo – especialmente na indústria naval, que transporta 90% de todos os bens manufaturados.

Apesar de uma pausa separada de 90 dias na maioria das tarifas, líderes empresariais dizem que precisam operar como se as tarifas fossem retornar. Empresas americanas têm tentado estocar mercadorias durante o período de trégua, fazendo com que as fábricas chinesas trabalhem em ritmo acelerado para atender à demanda e pressionando as empresas de navegação para entregar o máximo possível nesta janela atual. “As empresas querem antecipar cargas porque simplesmente não sabem como será a realidade daqui a algumas semanas”, disse Jens Eskelund, presidente da Câmara de Comércio da UE na China, baseado em Pequim. “Isso torna muito difícil planejar, cria ineficiência e, eventualmente, isso também aumentará os custos.”

A bordo do ONE Modern, com 302 metros de comprimento (990 pés), propriedade da Ocean Network Express do Japão, há até 7.000 contêineres cheios de produtos como roupas, móveis e peças automotivas – majoritariamente fabricados na China – destinados aos EUA.

Apesar das mudanças bruscas no comércio americano, a tripulação do navio parece notavelmente estoica, um sinal da resiliência que se tornou a marca registrada da indústria naval. Nos últimos anos, o setor enfrentou crises constantes, incluindo a pandemia de Covid-19, o bloqueio do Canal de Suez e a ameaça de mísseis Houthi no Mar Vermelho. “O transporte marítimo sempre continua, não importa o que você jogue contra ele”, disse Giannetta. “Esta é uma indústria que não para.”

Após deixar Hong Kong, o navio viajará mais de 10.000 milhas náuticas – parando em três portos na China continental e um na Coreia do Sul, antes de atravessar o Oceano Pacífico, passar pelos estreitos canais do Canal do Panamá e finalmente chegar a Houston, Texas. Do lado americano, algumas empresas que dependem de importações chinesas estão lutando para se manter à tona. “Você verá uma extinção de algumas dessas empresas”, disse Woldenberg. “Há uma tremenda destruição de riqueza, e não acho que isso seja recuperável.”

A indústria de brinquedos foi particularmente afetada, pois quase 80% de todos os brinquedos vendidos nos EUA são fabricados na China, segundo a Associação Americana de Brinquedos. Woldenberg processou com sucesso a administração Trump por causa da guerra comercial, embora a decisão de um tribunal distrital dos EUA de conceder uma liminar sobre as tarifas esteja atualmente suspensa após um recurso do governo.

A Learning Resources, um negócio familiar de quarta geração com 100 anos de história, emprega 500 pessoas nos EUA. Eles estão agora ativamente movendo parte da produção de brinquedos para fora da China para evitar os “altos e baixos novelescos entre os EUA.” Mas transferir a fabricação para os EUA, um dos objetivos declarados da guerra comercial, é apenas “uma fantasia burocrática”, disse Woldenberg, porque a capacidade não está atualmente disponível em solo nacional.

Trump anteriormente minimizou o impacto das tarifas sobre empresas e consumidores americanos, dizendo em uma reunião de gabinete em 30 de abril que os navios porta-contêineres que chegam aos EUA estão “carregados de coisas, muito das quais não precisamos.” “Talvez as crianças tenham duas bonecas em vez de 30”, acrescentou Trump “Talvez as duas bonecas custem alguns dólares a mais do que custariam normalmente.” “Os varejistas ficarão sem produtos”, afirmou Woldenberg. “Isso é algo absolutamente certo de acontecer.”

Além da escassez nas prateleiras, os líderes do setor também deixam claro que qualquer prejuízo financeiro será repassado ao público americano. Woldenberg concordou: “Eles podem chamar de tarifas ou do que quiserem, mas é um imposto e eles transformaram nossa empresa em uma coletora de impostos.”

Fonte: CNN Brasil

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Importação, Negócios

Empresas de baixo risco ganham agilidade e mais prazo nas licenças de importação

Portaria da Secex/MDIC amplia benefícios do programa OEA-Integrado e pode facilitar a utilização de mais de 40 mil licenças por ano

Empresas consideradas de baixo risco agora podem obter licenças de importação com mais rapidez e maior prazo de validade. Portaria publicada nesta quarta-feira (11/6) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC) permite aos agentes certificados no Programa Operador Econômico Autorizado Integrado da Secex (OEA-Integrado Secex) a obtenção de prioridade na análise dos pedidos de licença. Além disso, a validade do documento – que varia caso a caso – pode ser até 50% superior a usual.

Com as autorizações da Secex sendo emitidas de forma mais ágil e com período maior de validade, a expectativa é de que as empresas certificadas diminuam a quantidade de pedidos de licença ao órgão, tornando o processo menos oneroso tanto para governo quanto para o setor privado. 

O Programa OEA-Integrado Secex oferece benefícios para empresas que demonstrem ser confiáveis quanto ao cumprimento de regras publicadas pela Secretaria sobre operações de comércio exterior. O principal requisito que um agente precisa atender é sua prévia certificação na modalidade conformidade do Programa OEA, instituído pela Receita Federal.

Em harmonia com as diretrizes de simplificação e maior eficiência da ação governamental, não é necessária a apresentação à Secex de qualquer informação ou documento encaminhado anteriormente ao órgão fazendário.

A medida amplia a lista de benefícios oferecidos no âmbito do OEA-Integrado Secex, passando a incluir licenças expedidas pela Secretaria para a entrada no país de material usado, de bens sujeitos a benefícios fiscais e de itens objeto de cotas com redução da tarifa de importação.

Até agora, as vantagens estavam concentradas nas operações associadas ao drawback suspensão e isenção, que desoneram de tributos a importação ou a aquisição no mercado interno de insumos para a produção de bens exportados.

Em 2024, as exportações das empresas certificadas no OEA-Integrado Secex totalizaram US$ 10,36 bilhões, respondendo por 15% das vendas externas totais apoiadas pelo drawback no mesmo período (US$ 68,7 bilhões).

“A nova regulamentação dá mais agilidade e reduz os custos das empresas. E está alinhada às boas práticas internacionais, reforçando o compromisso do MDIC com a agenda de facilitação comercial”, afirma a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

Com a ampliação do OEA-Integrado Secex, 77 empresas já certificadas passam a se beneficiar de forma imediata das novas facilidades implementadas. A medida também torna a certificação ainda mais atrativa para novos operadores, visto que somente em 2024 foram emitidas mais de 40 mil licenças de importação não automáticas elegíveis às vantagens do programa, viabilizando cerca de US$ 5 bilhões em importações no período.

Condições para certificação

A nova regulamentação também passa a permitir que as empresas certificadas no OEA-Integrado Secex corrijam situações de desconformidade antes de sofrerem uma medida mais severa. Assim, eventual descumprimento do compromisso de exportação por parte da empresa, dentro do drawback, que antes resultava na suspensão imediata do programa por dois anos, agora ocasiona uma advertência, com a suspensão sendo aplicada apenas em caso de reincidência.

Programa OEA

O Programa OEA é uma ferramenta preconizada pela Organização Mundial de Aduanas (OMA). É também um dos compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo sobre a Facilitação do Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Consiste, basicamente, na certificação concedida pela Receita Federal aos operadores da cadeia internacional de suprimentos que demonstrem capacidade de gerir os riscos aos quais estão expostos.

A adesão é voluntária e o operador de comércio exterior deve atender aos níveis de segurança e conformidade previamente estabelecidos. O programa oferece aos agentes privados benefícios que resultam em maior agilidade e trâmites simplificados para exportar e importar.

Conforme o Regulamento Aduaneiro Brasileiro (Decreto nº 6.759/2009) e a Portaria RFB nº 435/2024, é possível a participação, no Programa OEA, de outros órgãos e entidades da administração pública que exercem controles sobre operações de comércio exterior por meio do módulo OEA-Integrado.

Para mais informações sobre o OEA-Integrado Secex, incluindo a relação de todos os benefícios do programa, as instruções acerca de como solicitar a certificação perante a Secex e a lista das empresas atualmente certificadas, acesse a PÁGINA OEA-INTEGRADO.

Fonte: GOV – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Negócios

CNDI: GT apresenta balanço com a conclusão de 11 ações para melhorar competitividade das empresas

Medidas buscam desonerar, desburocratizar e dar mais segurança, transparência e previsibilidade ao ambiente regulatório

O Grupo de Trabalho do Custo Brasil, constituído no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), apresentou nesta quarta-feira (11) um balanço com a conclusão de 11 das 44 de ações destinadas a aumentar a produtividade e competitividade da economia brasileira a longo prazo.

Durante a reunião, a Secretaria de Competitividade e Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (SCPR/MDIC) anunciou a inclusão de três projetos sobre Propriedade Intelectual e Melhoria Regulatória entre as entregas.

“A Agenda de Redução do Custo Brasil parte de instrumentos regulatórios, legais ou infralegais, com o intuito de evitar recorrência excessiva de gastos fiscais ou subsídios”, explicou a secretária da SCPR, Andrea Macera. “São atos normativos sem custos para o Estado, mas que podem modernizar, desburocratizar e dar maior segurança jurídica ao ambiente regulatório”, detalhou.

Para a secretária, a execução dessa agenda garantirá a competitividade do setor produtivo no longo prazo. “Trata-se de uma política de estado que busca reduzir custos sistêmicos, promover previsibilidade regulatória e aumentar a segurança jurídica, de modo a garantir transparência, escuta ativa e acompanhamento da nossa carteira de projetos”, ressaltou.

Confira as ações já realizadas para auxiliar a redução do Custo Brasil:

1)       Letra de Crédito do Desenvolvimento (LCD): instrumento de captação mais eficiente e menos oneroso para os bancos de desenvolvimento, permitindo uma ampliação da oferta de crédito em condições mais atrativas.

2)      Projeto de Lei nº 2.925: trata da transparência em processos arbitrais e do fortalecimento do sistema de tutela privada dos direitos de investidores no mercado de valores imobiliários.

3)      Reforma Tributária sobre consumo: disciplina os principais tributos do novo modelo, com destaque para o Imposto sobre Valor Adicionado – IVA Dual, composto por Imposto sobre Bens e Serviços (substitui ICMS e ISS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (substitui PIS e Cofins).

4)      Projeto de Lei nº 3.278/2021: novo Marco Legal do Transporte Coletivo Urbano; busca garantir maior aderência às demandas atuais do setor e às diretrizes de uma política pública moderna de mobilidade.

5)      Debêntures de infraestrutura: Busca ampliar fontes de financiamento para projetos de infraestrutura e inovação tecnológica no país, complementando o modelo já existente de debêntures incentivadas.

6)      Programa Navegue Simples: estabelece conjunto de diretrizes voltadas à modernização do sistema de outorgas do setor portuário brasileiro.

7)      Programa de Financiamento à Exportação (PROEX): aprimoração das condições do programa, com realização de melhorias regulatórias, revisão do prazo máximo de financiamentos nas operações e permissão de desembolso prévio à exportação.

8)      Transição energética: Mapeamento de políticas internacionais à transição energética, com elaboração de relatório técnico do Ministério de Relações Exteriores com informações estratégicas sobre estratégias adotadas por 26 países.

9)      Decreto nº 12.153/2024: Remoção de barreiras à entrada de novos investidores no mercado de gás natural.

10) Projeto de Lei nº 5.719/2023: Busca viabilizar a retomada das operações de apoio às exportações de serviços, interrompidas desde 2017.

11) Projeto de Lei nº 04/2025: busca aprimorar o sistema geral de garantias da economia brasileira.

Monitoramento

A reunião também contou com a apresentação do Observatório do Custo Brasil, uma plataforma desenvolvida pelo MDIC, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que realiza o acompanhamento e avaliação de políticas estratégicas com potencial de reduzir entraves estruturais à competitividade da economia brasileira. O chamado Custo Brasil representa um ônus estimado de R$ 1,7 trilhão por ano, de acordo com estudo realizado pelo MBC em parceria com o MDIC.

Conheça a plataforma neste link. 

Fonte: GOV – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços


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Negócios

Empresas brasileiras esperam US$ 3,6 milhões em negócios após NYSCC Suppliers’ Day 2025

Cinco empresas participantes do Beautycare Brazil estiveram no evento dias 3 e 4 de junho

O Brasil esteve representado no Suppliers’ Day 2025: The Nexus of Science and Beauty (dias 3 e 4 de junho), por meio de cinco empresas nacionais participantes do Beautycare Brazil: ALS, Assessa, Chemyunion, Plantus e Vollmens. A ação foi parte das atividades do Projeto Setorial, criado pela -ABIHPEC (Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Juntas as indústrias indicaram a realização de 655 contatos, gerando US$ 630 mil em negócios com expectativas de mais US$3 millhões nos próximos 12 meses.

“Em razão do atual cenário de tensões comerciais entre Estados Unidos e China, compradores norte-americanos estão buscando novos fornecedores, e o Brasil tem sido cada vez mais considerado como alternativa viável. Essa movimentação representa uma oportunidade significativa para ampliar a presença da indústria brasileira no mercado global.” Tiago Milani, Gerente de Negócios Internacionais da ABIHPEC e representante do Beautycare Brazil

Sobre o Beautycare Brazil

O Beautycare Brazil é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Criado nos anos 2000, o projeto setorial tem a finalidade de promover, facilitar e acelerar o processo de internacionalização das empresas do setor de HPPC e seus correlatos, sendo seu objetivo principal alavancar o crescimento das exportações de produtos e serviços que envolvem a cadeia de valor do setor de HPPC (produtos acabados, ingredientes, embalagens, serviços e acessórios em geral). Mais informações: www.beautycarebrazil.org.br. 

Sobre a ABIHPEC

A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) é uma entidade privada que tem como finalidade representar nacional e internacionalmente as indústrias desse setor, instaladas em todo país e de todos os portes, promovendo e defendendo os seus legítimos interesses, por meio de ações e instrumentos que contribuam para o seu desenvolvimento, buscando fomentar a competitividade, a credibilidade, a ética e a evolução contínua de toda a cadeia produtiva. Mais informações: www.abihpec.org.br.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

Fonte: Apex Brasil

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Inovação, Mercado de trabalho, Tecnologia

Empresas querem funcionários que se adaptem à inteligência artificial, diz estudo

Pesquisa ouviu 2 mil organizações de 13 países e 17 setores econômicos; confira dicas para companhias e trabalhadores se aproximarem desta ferramenta

Uma pesquisa com 2 mil empresas de 13 países revela que 60% esperam que seus colaboradores atualizem suas habilidades para se adaptar à inteligência artificial.

Apesar disso, apenas 30% dos executivos destas companhias participaram de treinamentos em IA no último ano, evidenciando um descompasso entre discurso e prática.

O estudo, conduzido pelo Grupo Adecco, empresa suíça de gestão de recursos humanos, também mostra que 34% das organizações não têm políticas claras sobre o uso da tecnologia no ambiente de trabalho.

“A transformação impulsionada pela IA deve ser centrada nas pessoas e exige estratégia unificada. Para que as organizações permaneçam competitivas, os líderes devem alinhar uma visão compartilhada, começando por preencher a lacuna entre talento e tecnologia”, diz Denis Machuel, CEO do Grupo Adecco.

As organizações classificadas como “preparadas para o futuro” têm pontos em comum: 65% adotam força de trabalho baseada em habilidades, 71% confiam em suas estratégias de implementação de IA e 64% relatam que o uso da tecnologia pela liderança melhora a tomada de decisões.

DICAS

A partir do estudo, a Indústria News reuniu dicas para empresas e trabalhadores que ainda não usam IA se aproximarem dela.

➤ Empresas

1. Mapeie oportunidades de uso da IA internamente – Avalie onde a tecnologia pode reduzir custos, aumentar produtividade ou melhorar decisões.

2. Invista na formação da liderança – Os gestores devem entender o potencial e os riscos da IA para orientar suas equipes.

3. Crie políticas claras sobre uso de IA – Defina limites, responsabilidades e diretrizes para o uso ético da tecnologia.

4. Estimule uma cultura de aprendizagem contínua – Capacite os times e valorize quem busca se atualizar.

5. Comece com projetos-piloto – Implante a IA de forma gradual, com testes em áreas específicas, medindo resultados antes de escalar.

➤ Trabalhadores

1. Aprenda o básico – Plataformas como Coursera e até o YouTube oferecem cursos introdutórios gratuitos.

2. Foque em IA aplicada à sua área – Busque exemplos de uso da IA no seu setor; isso facilita a relação com a tecnologia.

3. Participe de comunidades online – Fóruns, newsletters e grupos no LinkedIn ajudam a acompanhar tendências.

4. Adote ferramentas de IA no dia a dia – Use IA para atividades de lazer, como modificações de foto para redes sociais, e de trabalho, como recriar ou gerar tabelas

Fonte: FIESC

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