Comércio Exterior

Leite em pó: Argentina prepara ação na OMC contra medidas antidumping do Brasil

A aplicação de medidas antidumping pelo Brasil sobre o leite em pó importado da Argentina e do Uruguai pode gerar um novo capítulo nas relações comerciais do Mercosul. O governo argentino estuda levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC), questionando a legalidade e os critérios utilizados na investigação conduzida pelas autoridades brasileiras.

A decisão foi oficializada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) em 29 de maio, estabelecendo a cobrança de direito antidumping por até cinco anos. Apesar disso, a medida permanece temporariamente suspensa enquanto o governo avalia possíveis impactos sobre a inflação.

Retaliações comerciais também estão em análise

Além do acionamento da OMC, autoridades argentinas avaliam outras respostas comerciais ao Brasil. Segundo fontes ligadas às negociações, a medida brasileira pode afetar acordos em andamento entre os dois países e provocar uma revisão de decisões anteriormente favoráveis ao comércio bilateral.

Entre as alternativas estudadas está a retomada da sobretaxa aplicada sobre a importação de talheres de aço inoxidável brasileiros, suspensa em 2024 após solicitação do governo brasileiro. Na época, a tarifa adicional de 47% atingia fabricantes nacionais do setor.

As possíveis medidas estão sendo analisadas pelos ministérios da Economia e das Relações Exteriores da Argentina.

Exportações de leite têm peso estratégico para a Argentina

A reação argentina está diretamente relacionada à importância do setor lácteo para sua balança comercial. O Brasil é atualmente o principal comprador do leite em pó argentino, utilizado principalmente pela indústria alimentícia.

Os embarques do produto para o mercado brasileiro movimentam centenas de milhões de dólares por ano, tornando o segmento uma das principais fontes de receita das exportações agroindustriais argentinas.

Autoridades do país vizinho argumentam que a relação comercial entre as duas nações já é desfavorável à Argentina, especialmente devido à forte presença de produtos brasileiros de maior valor agregado, como veículos.

Questionamentos sobre os critérios da investigação

Na contestação que pretende apresentar à OMC, a Argentina deverá concentrar seus argumentos nos critérios técnicos adotados pelo Brasil durante a investigação antidumping.

Representantes do governo argentino consideram que houve falhas na metodologia utilizada para comparar os produtos analisados e afirmam que a decisão pode abrir precedentes para interpretações divergentes em futuras disputas comerciais.

O Uruguai, que também foi atingido pelas medidas, acompanha o caso e avalia a possibilidade de adotar medidas semelhantes perante os organismos internacionais.

Caso amplia tensões diplomáticas entre Brasil e Argentina

O episódio ocorre em um momento de distanciamento político entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Javier Milei. Diplomatas dos dois países avaliam que a disputa comercial pode dificultar o andamento de negociações técnicas que vinham sendo conduzidas de forma relativamente estável.

Segundo interlocutores envolvidos nas discussões, decisões com forte impacto econômico tendem a aumentar a pressão sobre as relações diplomáticas e comerciais entre os parceiros do Mercosul.

Divergências surgem após acordo entre Mercosul e União Europeia

O impasse envolvendo o leite em pó ocorre poucos dias após outro atrito comercial dentro do Mercosul. A distribuição das cotas agrícolas previstas no acordo entre o bloco sul-americano e a União Europeia gerou disputas entre os países membros.

Utilizando o sistema “First-In, First-Out” (FIFO), Argentina e Uruguai registraram rapidamente suas exportações e esgotaram as cotas com tarifa reduzida para produtos como arroz e ovos.

A situação limitou o acesso de exportadores brasileiros aos benefícios iniciais do acordo e evidenciou diferenças operacionais entre os países na implementação das novas regras comerciais.

No caso do arroz, a totalidade da cota anual destinada ao Mercosul foi preenchida logo nas primeiras semanas de vigência do tratado. Já no segmento de ovos, produtores argentinos conseguiram ocupar integralmente a cota disponível para exportação ao mercado europeu, fortalecendo a posição do país no comércio internacional desses produtos.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: Qu1m/Flickr/Creative Commons

Ler Mais
Exportação

Exportações de algodão podem bater recorde histórico em junho

As exportações de algodão do Brasil seguem em alta e podem alcançar um novo recorde para o mês de junho. Mesmo em período de entressafra, a ampla oferta de algodão em pluma no mercado interno e a necessidade de escoar o excedente da produção continuam impulsionando os embarques para o exterior.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o país consolidou nos últimos anos sua capacidade de atender à demanda internacional de forma contínua durante todo o ano. Esse cenário representa uma mudança em relação ao passado, quando os embarques se concentravam principalmente no segundo semestre.

Embarques superam volume registrado em junho do ano passado

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o Brasil exportou 146,8 mil toneladas de algodão brasileiro nos primeiros 14 dias úteis de junho. Embora o volume seja 49,6% inferior ao registrado em maio, ele já supera em 10,6% o total embarcado durante todo o mês de junho de 2025.

A média diária de exportações chegou a 10,49 mil toneladas, desempenho significativamente superior ao observado no mesmo período do ano passado. O avanço foi de 57,9% em comparação às 6,64 mil toneladas diárias registradas em junho de 2025.

Projeção aponta novo recorde para o mês

Segundo avaliação do Cepea, caso o ritmo atual seja mantido até o fim do mês, os embarques podem atingir cerca de 220 mil toneladas. O resultado representaria um novo recorde mensal para junho na série histórica.

Além disso, o volume projetado ficaria bem acima das 160,4 mil toneladas registradas em junho de 2024, que até então figuravam como o maior resultado já contabilizado pela Secex para o período.

FONTE: Globo Rural
TEXTO: Redação
IMAGEM: Wenderson Araujo/CNA

Ler Mais
Investimento

BID Invest destina US$ 35 milhões para modernização da Ponte Internacional São Borja–Santo Tomé

O BID Invest anunciou apoio financeiro para a modernização da Ponte Internacional São Borja–Santo Tomé, importante corredor logístico que conecta Brasil e Argentina. O aporte total de US$ 35 milhões será direcionado à concessionária CS Rodovias Mercosul para a execução das melhorias na infraestrutura binacional.

Obras incluem requalificação da ponte e ampliação do centro de fronteira

O projeto prevê a recuperação da estrutura da ponte internacional, além de intervenções em 15,6 quilômetros de vias de acesso localizadas nos dois lados da fronteira. Também está prevista a expansão e atualização do Centro Unificado de Fronteira, considerado estratégico para o fluxo de pessoas e mercadorias.

Entre as melhorias programadas estão a ampliação da área destinada a caminhões, instalação de novos scanners, implementação de balanças rodoviárias modernas e adoção de sistemas tecnológicos de monitoramento e informação. A expectativa é aumentar a eficiência no processamento de passageiros e cargas.

Corredor estratégico para o comércio no Mercosul

Segundo Gian Franco Carassale, diretor-geral para o Cone Sul do BID Invest, a iniciativa reforça o compromisso da instituição com a ampliação da conectividade regional e do comércio internacional.

De acordo com o executivo, a modernização do corredor entre Brasil e Argentina deve elevar a eficiência operacional, facilitar a circulação de mercadorias e criar novas oportunidades econômicas para os países da região, além de fortalecer a participação do setor privado no desenvolvimento sustentável do Mercosul.

Projeto busca aumentar eficiência logística e integração regional

Para Fernando Quintas, CEO da CS Infra, a participação do BID Invest demonstra a relevância da iniciativa para ampliar a cooperação entre os dois países.

Ele destacou que o projeto reúne autoridades brasileiras e argentinas em uma ação conjunta voltada ao fortalecimento da integração regional, com potencial para impulsionar um novo ciclo de crescimento econômico baseado em maior eficiência no comércio exterior e na melhoria dos serviços de infraestrutura.

Melhorias devem agilizar controles aduaneiros e fitossanitários

A expectativa é que as intervenções contribuam para aperfeiçoar os processos de fiscalização aduaneira e fitossanitária, ampliar a capacidade operacional da travessia e aumentar a confiabilidade do corredor logístico.

Com isso, o projeto deve favorecer a facilitação do comércio, reduzir gargalos operacionais e aprimorar a logística de transporte em uma das principais rotas de ligação entre Brasil e Argentina.

Financiamento combina recursos próprios e fundo internacional

A estrutura financeira da operação inclui um empréstimo de US$ 17,5 milhões concedido pelo BID Invest e outros US$ 17,5 milhões mobilizados por meio do Fundo Fiduciário TADAC para o Desenvolvimento da América Latina e do Caribe, administrado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento.

O modelo foi desenvolvido para viabilizar investimentos de longo prazo em um ativo binacional considerado estratégico, especialmente diante das limitações de acesso a financiamentos equivalentes no mercado.

Gestão de riscos e segurança também fazem parte do projeto

Além do suporte financeiro, o BID Invest acompanhará a iniciativa com a aplicação de padrões internacionais de gestão de riscos. As ações incluem o fortalecimento das práticas de segurança, da gestão operacional e do relacionamento com as partes interessadas durante as fases de construção e operação.

A proposta é garantir maior resiliência e sustentabilidade ao corredor logístico no longo prazo, alinhando-se às estratégias de desenvolvimento do Brasil e da Argentina e ao programa Conexão Sul, promovido pelo Grupo BID.

FONTE: IDB Invest
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/IDB Invest

Ler Mais
Comércio Exterior

Cota chinesa para carne bovina brasileira pode atingir 94,5% já em junho

A cota de exportação de carne bovina para a China pode alcançar 94,5% de ocupação até o fim de junho, segundo projeção da Terra Investimentos. O levantamento indica que o espaço restante dentro do limite anual estabelecido pelo governo chinês está cada vez mais restrito, o que aumenta a atenção do mercado para os próximos embarques.

De acordo com a análise, considerando a carne já desembaraçada nos portos chineses e os carregamentos atualmente em trânsito, restariam apenas cerca de 60,3 mil toneladas disponíveis dentro da cota autorizada para 2026.

Exportações brasileiras avançam rapidamente

A China definiu para este ano uma cota de importação de 1,106 milhão de toneladas de carne bovina brasileira. Dados da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC) mostram que, até maio, 723,8 mil toneladas já haviam sido liberadas no país asiático, representando 65,4% do total permitido.

Para estimar o preenchimento da cota, a Terra Investimentos também considerou informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) referentes aos embarques realizados pelo Brasil.

Segundo os cálculos, aproximadamente 153,9 mil toneladas exportadas em maio devem chegar ao mercado chinês entre junho e julho. Já os embarques previstos para junho, estimados em 168 mil toneladas, devem ser recebidos entre julho e agosto.

Pipeline logístico compromete quase toda a cota anual

Ao somar o volume já internalizado pela China com as cargas embarcadas e em trânsito, o montante comprometido alcança cerca de 1,045 milhão de toneladas.

Isso significa que aproximadamente 94,5% da cota anual de importação chinesa já estaria ocupada até o encerramento de junho, reduzindo significativamente a margem para novos embarques dentro das condições tarifárias atuais.

Mercado acompanha possível esgotamento da cota

De acordo com Geraldo Isoldi, analista da Mesa Agro da Terra Investimentos, o ritmo das exportações aponta para um rápido consumo do volume disponível.

A projeção da instituição indica que o limite poderá ser totalmente preenchido entre os dias 12 e 14 de julho nos portos brasileiros. Considerando o tempo médio de viagem de cerca de 45 dias entre Brasil e China, essas cargas chegariam ao destino entre o final de agosto e o início de setembro.

Tarifas adicionais podem impactar negócios

O avanço acelerado da ocupação da cota é acompanhado de perto por frigoríficos, exportadores e importadores chineses. Isso porque as compras realizadas após o esgotamento do limite estabelecido ficam sujeitas a tarifas adicionais, o que pode alterar estratégias comerciais e decisões de aquisição nos próximos meses.

Além disso, a evolução dos embarques durante julho e agosto será determinante para confirmar a data exata de saturação da cota e avaliar os possíveis reflexos sobre o fluxo de comércio entre Brasil e China, um dos principais mercados da proteína bovina mundial.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN Brasil

Ler Mais
Comércio Exterior

Guerra comercial impulsiona empresas brasileiras a buscar novos mercados no exterior

A intensificação da guerra comercial iniciada pelo governo dos Estados Unidos tem levado empresas brasileiras a acelerar a busca por novos destinos para seus produtos. O movimento já reflete nos números do comércio exterior: em 2025, o Brasil registrou recordes de exportação para 42 países, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Entre os mercados que alcançaram volumes históricos de compras de produtos brasileiros estão Canadá, Índia, Turquia, Paraguai, Uruguai, Bangladesh, Filipinas, Panamá, Paquistão e Noruega. A expectativa é que essa tendência se fortaleça nos próximos anos com a ampliação dos acordos comerciais firmados pelo país.

Empresas revisam estratégias para ampliar presença internacional

O cenário de mudanças nas políticas comerciais globais e o aumento das tensões geopolíticas têm levado empresas a repensar suas estratégias de exportação.

Segundo especialistas ligados ao setor, a diversificação de mercados já faz parte da cultura de muitas empresas brasileiras, mas o ambiente internacional atual tornou essa prática ainda mais necessária para reduzir riscos e ampliar oportunidades de negócios.

A busca por novos parceiros comerciais também tem incentivado governos e entidades empresariais a adotar uma postura mais pragmática nas negociações internacionais.

Novos acordos ampliam alcance do comércio exterior brasileiro

O avanço das negociações comerciais tem sido apontado como um dos reflexos da necessidade de ampliar mercados para os produtos brasileiros.

Recentemente, o Congresso Nacional aprovou dois acordos firmados pelo Mercosul: um com Singapura e outro com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Com esses novos tratados, a parcela do comércio brasileiro coberta por acordos internacionais passou de 12% para 31%, ampliando significativamente o acesso das empresas nacionais a mercados estratégicos.

Mercosul negocia novas parcerias com Canadá, Japão e países asiáticos

A expansão da rede de acordos comerciais deve continuar nos próximos anos.

O Mercosul mantém negociações com o Canadá, que ganhou relevância entre os destinos das exportações brasileiras, além de tratativas em andamento com Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Líbano e Vietnã.

Também está em discussão a abertura de negociações entre Mercosul e Japão, tema debatido recentemente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi. O anúncio oficial das conversas poderá ocorrer durante a próxima cúpula do bloco sul-americano.

Paralelamente, o Brasil busca ampliar acordos já existentes com Índia e México, considerados mercados estratégicos para o crescimento das exportações.

Singapura e EFTA oferecem oportunidades além dos grandes números

Embora as exportações brasileiras para Singapura e os países da EFTA sejam fortemente concentradas em petróleo e combustíveis, autoridades do comércio exterior destacam que a pauta exportadora é mais diversificada do que os números gerais sugerem.

Das cerca de 8 mil categorias de produtos exportadas pelo Brasil em 2025, aproximadamente 2,5 mil foram vendidas para Singapura e 2.280 chegaram aos países da EFTA.

Esse cenário indica potencial para ampliar a presença de empresas brasileiras, especialmente dos setores industrial e de produtos com maior valor agregado.

Impacto econômico dos acordos pode gerar bilhões em investimentos

Estudos do governo apontam que os novos acordos comerciais podem trazer benefícios relevantes para a economia brasileira.

No caso de Singapura, considerada uma porta de entrada para o dinâmico mercado do Sudeste Asiático, a previsão é de um impacto positivo de R$ 28 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) até 2040. Além disso, os investimentos podem crescer R$ 11 bilhões e o fluxo comercial aumentar cerca de R$ 40 bilhões.

Já o acordo com a EFTA poderá acrescentar R$ 2,69 bilhões ao PIB brasileiro, estimular R$ 660 milhões em investimentos e elevar as exportações em R$ 3,34 bilhões.

As projeções reforçam o apoio recebido pelos acordos junto ao setor industrial, que vê nos tratados uma oportunidade para ampliar negócios e atrair novos investimentos.

Setor produtivo defende regras rígidas para evitar triangulação comercial

Apesar do apoio aos acordos, representantes da indústria defendem mecanismos de controle para impedir a chamada triangulação comercial.

A preocupação é que produtos fabricados em terceiros países utilizem Singapura como rota de acesso ao Mercosul, aproveitando vantagens tarifárias sem cumprir os critérios de origem estabelecidos nos tratados.

Especialistas também destacam que as relações comerciais internacionais envolvem não apenas fatores econômicos, mas aspectos políticos e estratégicos. O tema ganha ainda mais relevância em um contexto de eleições e de redefinição das políticas comerciais em grandes economias globais.

FONTE: Valor International
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agência Brasil

Ler Mais
Comércio Exterior

Corrente de comércio do Brasil alcança US$ 43,6 bilhões até a terceira semana de junho

A corrente de comércio brasileira atingiu US$ 43,6 bilhões até a terceira semana de junho de 2026, impulsionada pelo crescimento das exportações e pela manutenção de um forte superávit na balança comercial. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (22) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Somente na terceira semana de junho, o país registrou um saldo positivo de US$ 3,1 bilhões. No período, as exportações somaram US$ 9,3 bilhões, enquanto as importações alcançaram US$ 6,3 bilhões. Com isso, a corrente de comércio da semana chegou a US$ 15,58 bilhões.

Exportações acumulam US$ 25,6 bilhões em junho

No acumulado do mês até a terceira semana, as exportações brasileiras totalizaram US$ 25,6 bilhões. Já as importações atingiram US$ 18 bilhões, resultando em um superávit comercial de US$ 7,6 bilhões.

O desempenho positivo também elevou a corrente de comércio mensal para US$ 43,6 bilhões, reforçando o ritmo de crescimento das transações internacionais do país.

Resultado do ano supera US$ 308 bilhões em comércio exterior

De janeiro até a terceira semana de junho, as exportações brasileiras chegaram a US$ 174,1 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 133,9 bilhões.

Com esses números, o saldo da balança comercial acumulado em 2026 alcançou US$ 40,3 bilhões. Já a corrente de comércio exterior atingiu US$ 308,1 bilhões no período.

Média diária das exportações cresce 26%

Na comparação entre a média diária das exportações até a terceira semana de junho de 2026 e a registrada em junho de 2025, houve crescimento de 26%.

A média diária passou de US$ 1,451 bilhão para US$ 1,828 bilhão. As importações também apresentaram avanço, com alta de 10,7%, saindo de US$ 1,158 bilhão para US$ 1,283 bilhão na mesma base de comparação.

A média diária da corrente de comércio alcançou US$ 3,11 bilhões até a terceira semana do mês, enquanto o saldo médio diário ficou em US$ 545,4 milhões. Em relação a junho do ano passado, o crescimento da corrente de comércio foi de 19,2%.

Agropecuária, indústria extrativa e transformação impulsionam exportações

Entre os setores exportadores, a agropecuária registrou aumento de US$ 75,68 milhões na média diária, avanço de 21,9% frente ao mesmo período de 2025.

A indústria extrativa apresentou o maior crescimento percentual, com expansão de 70,3%, equivalente a US$ 220,17 milhões. Já os produtos da indústria de transformação avançaram 10%, com incremento de US$ 79,01 milhões.

Importações avançam na indústria e recuam na agropecuária

No lado das importações, a indústria extrativa registrou crescimento de 11,6% na média diária, o que representa aumento de US$ 5,48 milhões.

Os produtos da indústria de transformação também tiveram desempenho positivo, com alta de 11% e acréscimo de US$ 118,77 milhões. Em contrapartida, a agropecuária apresentou leve retração de 0,8%, equivalente a US$ 0,18 milhão.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

Ler Mais
Comércio Exterior

Comércio Brasil-Argentina movimenta US$ 31 bilhões e amplia oportunidades para exportadores brasileiros

O intercâmbio comercial entre Brasil e Argentina alcançou aproximadamente US$ 31 bilhões em 2025, consolidando o país vizinho como um dos principais parceiros econômicos do Brasil. Os dados fazem parte do novo Perfil de Comércio e Investimentos – Argentina, divulgado pela ApexBrasil, que destaca o fortalecimento da integração regional e o crescimento das oportunidades para empresas brasileiras.

Atualmente, a Argentina ocupa a posição de terceiro maior destino das exportações brasileiras no mundo e segue como o principal parceiro comercial do Brasil dentro do Mercosul.

Economia argentina em recuperação favorece exportações

Segundo o levantamento, a economia argentina registrou crescimento de 4,4% em 2025, impulsionada principalmente pelos setores agropecuário, energético e mineral.

A retomada da atividade econômica tem aumentado a demanda por produtos importados, criando um ambiente favorável para a expansão dos negócios brasileiros no mercado argentino. O cenário fortalece a presença de empresas nacionais que buscam ampliar suas vendas internacionais com vantagens logísticas e tarifárias proporcionadas pela proximidade regional.

Exportações brasileiras crescem mais de 30%

As vendas do Brasil para a Argentina somaram US$ 18,1 bilhões em 2025, representando um avanço de 31,4% em relação ao ano anterior.

O desempenho reforça a posição do Brasil como principal fornecedor do mercado argentino, respondendo por 24,3% das importações do país, à frente de grandes economias globais como China e Estados Unidos.

Setor automotivo lidera a pauta comercial

O segmento automotivo continua sendo o principal elo produtivo entre os dois países e lidera as exportações brasileiras para a Argentina.

Entre os produtos com maior participação estão:

  • Veículos de passeio;
  • Caminhões e veículos de carga;
  • Autopeças;
  • Motores automotivos.

Além do setor automotivo, a indústria brasileira também mantém forte presença em áreas de maior valor agregado, incluindo máquinas industriais, equipamentos elétricos, papel, cartão e maquinário agrícola.

ApexBrasil identifica mais de 1.900 oportunidades de negócios

O estudo aponta um amplo potencial de expansão para empresas brasileiras interessadas no mercado argentino. O Mapa de Oportunidades da ApexBrasil identificou mais de 1.900 possibilidades comerciais para exportadores nacionais.

As oportunidades estão concentradas em segmentos nos quais o Brasil possui elevada competitividade, como:

  • Produtos químicos;
  • Bens manufaturados;
  • Máquinas e equipamentos;
  • Equipamentos de transporte.

O levantamento também destaca espaço para crescimento em áreas como equipamentos médicos, fertilizantes, instrumentos industriais, insumos produtivos e produtos tecnológicos.

Mercosul garante vantagens competitivas para empresas brasileiras

Um dos principais fatores que favorecem o comércio bilateral é a estrutura institucional do Mercosul.

O bloco assegura benefícios tarifários para grande parte dos produtos brasileiros exportados à Argentina, reduzindo custos e ampliando a competitividade das empresas nacionais. Além disso, diversos produtos industriais operam sob regimes específicos que proporcionam maior previsibilidade e estabilidade nas relações comerciais.

Investimentos bilaterais também avançam

A integração entre os dois países não se limita ao comércio de mercadorias. Os investimentos bilaterais também registram crescimento expressivo.

Em 2024, o estoque de investimentos argentinos no Brasil alcançou US$ 2,2 bilhões, avanço de 155,6% em comparação ao ano anterior. Os recursos estão concentrados principalmente nos setores de varejo, indústria, serviços e cadeias ligadas ao segmento automotivo e agroindustrial.

Por outro lado, o Brasil permanece entre os principais investidores estrangeiros na Argentina, com estoque acumulado de aproximadamente US$ 8,6 bilhões distribuídos em diversos setores produtivos da economia.

Mercado argentino segue estratégico para empresas brasileiras

Com a recuperação econômica da Argentina, a ampliação das exportações e as vantagens proporcionadas pelo Mercosul, o mercado argentino continua sendo uma das principais portas de entrada para empresas brasileiras que desejam expandir sua presença internacional.

A combinação de proximidade geográfica, integração produtiva e acordos comerciais fortalece as perspectivas de crescimento para exportadores, cooperativas e indústrias nacionais nos próximos anos.

FONTE: apexBrasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/apexBrasil

Ler Mais
Comércio Internacional

Acordos de livre comércio do Mercosul com Singapura e EFTA ampliam oportunidades para exportações brasileiras

O Senado Federal aprovou, em caráter de urgência, dois importantes acordos de livre comércio do Mercosul, ampliando o acesso de empresas brasileiras a mercados de alto poder aquisitivo na Ásia e na Europa. As medidas envolvem uma parceria com Singapura e outra com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

Os projetos já haviam recebido aval da Câmara dos Deputados e agora seguem para promulgação pelo Congresso Nacional, consolidando um novo passo na estratégia de expansão internacional do bloco sul-americano.

Singapura se torna ponte para novos negócios na Ásia-Pacífico

O acordo firmado entre o Mercosul e Singapura marca a primeira grande parceria comercial do bloco com um país da região Ásia-Pacífico, considerada uma das mais dinâmicas da economia global.

Pelas regras aprovadas, Singapura eliminará imediatamente as tarifas de importação para todos os produtos exportados pelos países do Mercosul. Em contrapartida, o bloco promoverá uma abertura gradual de seu mercado, removendo tarifas sobre a maior parte dos produtos singapurianos ao longo de até 15 anos.

Alguns setores considerados estratégicos para a indústria regional, como máquinas, equipamentos elétricos, plásticos e instrumentos ópticos, permanecerão protegidos, preservando a competitividade das empresas locais.

A expectativa é que o tratado fortaleça a inserção do Brasil em cadeias globais de valor, além de ampliar o acesso a um dos principais centros internacionais de inovação, tecnologia e logística.

Acordo com a EFTA amplia acesso a mercados europeus

Além da parceria asiática, o Mercosul avançou nas negociações com a EFTA, bloco europeu composto por países que não integram a União Europeia, mas possuem elevados níveis de renda e forte participação no comércio internacional.

O tratado abrange não apenas o intercâmbio de mercadorias, mas também áreas como serviços, investimentos, compras governamentais, propriedade intelectual e desenvolvimento sustentável.

Com a entrada em vigor do acordo, os países da EFTA eliminarão imediatamente as tarifas de importação para produtos industriais e pesqueiros brasileiros. Considerando os setores agrícola e industrial, o acesso em condições de livre comércio abrangerá praticamente a totalidade do valor exportado pelo Brasil para esses mercados.

Agronegócio brasileiro conquista novas cotas de exportação

O acordo também cria oportunidades relevantes para o agronegócio brasileiro, com a concessão de cotas preferenciais por parte da Suíça, Noruega e Liechtenstein.

Entre os produtos beneficiados estão carne bovina, carne de aves, milho, farinha de milho, mel e óleos vegetais, segmentos que poderão ampliar sua presença em mercados reconhecidos pelo alto valor agregado e exigência de qualidade.

Em contrapartida, o Brasil concederá isenção tarifária para a maior parte das importações oriundas da EFTA, mantendo mecanismos de proteção para setores considerados sensíveis, como alguns produtos lácteos e chocolates europeus.

Empresas brasileiras terão mais oportunidades de internacionalização

A aprovação simultânea dos dois acordos abre novas perspectivas para empresas de diferentes portes, incluindo cooperativas, pequenas indústrias e produtores rurais que buscam ampliar sua atuação internacional.

Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), os tratados oferecem maior previsibilidade comercial, redução de custos e melhores condições de acesso a mercados estratégicos.

ApexBrasil prepara ações para orientar exportadores

Com a promulgação dos acordos prevista para os próximos meses, a ApexBrasil pretende reforçar programas de inteligência de mercado, capacitação e orientação técnica para empresas interessadas em aproveitar as novas oportunidades.

As ações incluirão informações sobre regras de origem, exigências regulatórias, padrões técnicos e identificação de oportunidades comerciais nos mercados europeu e asiático, facilitando a adaptação dos exportadores brasileiros ao novo cenário internacional.

FONTE: apexBrasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/apexBrasil

Ler Mais
Pessoas

Inclusão racial no comércio exterior: governo premia empresas que promovem diversidade e inovação

O Governo Federal anunciou os vencedores da segunda edição do Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior, iniciativa realizada pelo Ministério da Igualdade Racial (MIR), Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O resultado foi divulgado em 12 de junho de 2026 e reconhece empresas que transformam a igualdade racial em parte de sua estratégia de crescimento, contribuindo para um ambiente corporativo mais diverso e para o fortalecimento da competitividade brasileira nos mercados internacionais.

Diversidade e competitividade caminham juntas

Durante o anúncio, a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, reforçou o compromisso do governo com a redução das desigualdades e o aumento da representatividade negra em setores estratégicos da economia.

Segundo a ministra, ainda persistem desafios relacionados à diferença salarial e à baixa presença de pessoas negras em cargos formais e posições de liderança. Por isso, políticas voltadas à justiça racial, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico fazem parte da estratégia nacional para promover crescimento com mais equidade.

A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, destacou que as empresas premiadas demonstram, na prática, que diversidade corporativa e desempenho empresarial são fatores complementares. De acordo com ela, organizações mais inclusivas tendem a ampliar sua capacidade de inovação e competitividade no cenário internacional.

Empresas premiadas recebem incentivo à internacionalização

Além do certificado oficial de reconhecimento, as empresas selecionadas poderão escolher entre duas modalidades de apoio oferecidas pela ApexBrasil:

  • Agenda de negócios personalizada em mercado internacional;
  • Participação em ações de promoção comercial organizadas pela agência.

A iniciativa busca incentivar a adoção de práticas voltadas à inclusão racial nas empresas, ampliando oportunidades para profissionais negros e fortalecendo a presença da diversidade em cargos estratégicos.

Conheça as empresas reconhecidas em 2026

Engenho Chapadão de Minas

Com sede em Uberaba (MG), a empresa atua na produção de cachaça artesanal, valorizando métodos tradicionais e foco na qualidade do produto.

Scooto LTDA

Localizada em São Paulo (SP), desenvolve soluções voltadas ao atendimento ao cliente e suporte a vendas no setor de serviços.

SPVI Books Editora

A editora paulista trabalha na produção e comercialização de livros e conteúdos voltados ao mercado editorial.

Dani Embalagens Plásticas

Instalada no Rio de Janeiro (RJ), atua na fabricação e comercialização de embalagens plásticas para diferentes segmentos da economia.

Bicipr3ta

Com atuação em Salvador (BA), desenvolve projetos voltados à mobilidade urbana, especialmente na área de ciclomobilidade e iniciativas direcionadas à população negra.

The Class Professional

A empresa carioca atua nos segmentos de cosméticos e capacitação profissional, com foco em produtos e formação voltados para cabelos cacheados e crespos.

LUDO Thinking

Sediada em Vila Velha (ES), desenvolve soluções em jogos corporativos e gamificação aplicadas a treinamentos e programas de engajamento organizacional.

Setor privado amplia compromisso com a equidade racial

As iniciativas apresentadas pelas empresas vencedoras refletem o crescente engajamento do setor privado na promoção da equidade racial, demonstrando que inclusão e desenvolvimento econômico podem avançar de forma integrada.

Segundo os organizadores, ambientes corporativos mais diversos contribuem para a inovação, aumentam a competitividade e fortalecem a sustentabilidade dos negócios.

Programa Raízes Comex busca ampliar participação de negros no setor

O prêmio integra as ações do Programa Raízes Comex, criado pelo MDIC após estudo da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) que apontou desafios relacionados à representatividade racial no mercado de trabalho ligado ao comércio exterior.

A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso de pessoas negras, jovens e estudantes da rede pública às oportunidades do setor, por meio de qualificação profissional, inclusão produtiva e geração de empregos em uma das áreas mais estratégicas da economia brasileira.

FONTE: Ministério da Igualdade Racial
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

Ler Mais
Exportação

FGCE é lançado para ampliar crédito e impulsionar exportações de pequenas e médias empresas

Os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), lançaram nesta sexta-feira (19) o Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior (FGCE). A iniciativa marca uma nova fase das políticas de incentivo às exportações brasileiras e busca facilitar o acesso ao crédito para empresas que atuam no mercado internacional.

O anúncio foi realizado durante o evento “FGCE – Uma Nova Etapa no Apoio às Exportações Brasileiras”, em São Paulo, reunindo representantes do governo federal, instituições financeiras, entidades empresariais e empresas exportadoras.

Modalidade MPME+ amplia acesso ao crédito

Uma das principais novidades do novo fundo é a entrada em operação da modalidade MPME+, criada para fortalecer a competitividade de micro, pequenas e médias empresas exportadoras.

Com o FGCE em funcionamento, empresários passam a contar com um mecanismo mais moderno e acessível para obter financiamento destinado às operações de comércio exterior por meio de instituições financeiras credenciadas pela ABGF.

A proposta foi desenvolvida para enfrentar uma das maiores barreiras enfrentadas pelo setor: a dificuldade de acesso ao crédito. Apesar de representarem cerca de 69% das empresas exportadoras do país, as micro, pequenas e médias empresas respondem por apenas 6% do valor total exportado.

Crédito poderá ser contratado antes do fechamento de exportações

Entre os avanços anunciados está a possibilidade de obtenção de crédito com garantia mesmo antes da formalização de contratos de exportação.

Na prática, as empresas poderão acessar recursos para capital de giro, investimentos, compra de insumos, ampliação da capacidade produtiva e preparação para atender futuros clientes internacionais. A medida oferece mais previsibilidade e condições para a expansão dos negócios no exterior.

Prazo de financiamento para pré-embarque é ampliado

Outra mudança relevante envolve o aumento do período de apoio às operações de pré-embarque. O prazo, que anteriormente era de até 180 dias, passa a alcançar até 720 dias.

A ampliação oferece mais segurança financeira e melhora o planejamento das empresas que dependem de ciclos produtivos mais longos para atender mercados internacionais.

Instituições financeiras ampliam alcance do programa

Durante o lançamento, também foram divulgadas as instituições financeiras habilitadas a operar as garantias oferecidas pelo FGCE.

A participação de diferentes bancos e agentes financeiros deve ampliar o alcance do programa em todo o país, facilitando o acesso das empresas às linhas de financiamento voltadas para o comércio exterior.

Além disso, a modalidade MPME+ funciona por análise de carteira, reduzindo a necessidade de aprovação individual de cada operação. O modelo diminui a burocracia, torna o processo mais eficiente e amplia a oferta de crédito em condições mais competitivas.

Empresas com faturamento de até R$ 300 milhões poderão participar

As garantias disponibilizadas pelo FGCE estarão acessíveis para empresas com receita operacional bruta anual de até R$ 300 milhões, desde que atendam aos critérios de elegibilidade e possuam histórico de atuação no mercado exportador.

Governo destaca impacto positivo para economia e geração de empregos

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, o novo fundo representa um passo importante para ampliar a participação das pequenas e médias empresas nas exportações.

De acordo com ele, a combinação entre recursos públicos e a atuação de instituições financeiras privadas poderá multiplicar significativamente o apoio ao setor, estimulando crescimento empresarial, inovação, geração de empregos e fortalecimento da balança comercial brasileira.

Já o secretário-executivo do MDIC, Rodrigo Zerbone, destacou que o FGCE integra uma estratégia mais ampla de fortalecimento dos instrumentos públicos voltados à internacionalização das empresas brasileiras e ao aumento da presença do país no comércio global.

FGCE pode multiplicar apoio às exportações

Para a presidente da ABGF, Maíra Madrid, o fundo representa um marco para o desenvolvimento das exportações brasileiras, especialmente entre empresas de menor porte.

A expectativa é que o instrumento amplie de forma expressiva o volume de crédito garantido disponível para o setor, podendo disponibilizar até R$ 2,2 bilhões por ano em financiamentos destinados a micro, pequenas e médias empresas.

FONTE: Ministério da Fazenda
TEXTO: Redação
IMAGEM: Ministério da Fazenda

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook