Logística, Portos

Porto de Pelotas recebe novas boias para reforço da sinalização náutica

Foram entregues 10 boias cegas e 4 boias luminosas, que serão utilizadas no balizamento da região

Nesta semana, o Porto de Pelotas recebeu um novo lote de equipamentos para reforço do sistema de sinalização náutica da hidrovia. Foram entregues 10 boias cegas e 4 boias luminosas, que serão utilizadas no balizamento da região. Os equipamentos integram o contrato de manutenção da sinalização náutica coordenado pela Portos RS.

As boias, produzidas em Polietileno de Alta Densidade (PEAD), foram adquiridas para substituir unidades danificadas devido à ação do tempo, às condições climáticas e ao tráfego de embarcações. As boias cegas não possuem espaço para acoplamento de lanternas, ao contrário das luminosas, que são equipadas com sinalização noturna.

O sistema de sinalização náutica dos portos públicos sob responsabilidade da Portos RS conta atualmente com 260 boias distribuídas ao longo de 345 km de extensão. Desde o início do contrato com a empresa especializada responsável pela execução dos serviços, já foram realizados 24 restabelecimentos de boias, 17 reposicionamentos, 16 reformas e a troca de 6 lanternas de sinalização.

Paralelamente à entrega dos novos equipamentos, uma vistoria com lancha rápida está sendo realizada no Guaíba para avaliar as condições atuais da sinalização e preparar a próxima campanha de manutenção preventiva.

Fonte: Correio do Povo

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Inovação, Logística, Sustentabilidade

GH Solucionador Logístico traz inovação, sustentabilidade e segurança na Intermodal 2025

GH Solucionador Logístico brilhou na Intermodal 2025, destacando inovações sustentáveis, como caminhões movidos a GNV, e reforçando seu compromisso com a eficiência e o futuro da logística.

GH Solucionador Logístico se destacou na Intermodal South America 2025, realizada de 22 a 24 de abril no Distrito Anhembi, em São Paulo, ao apresentar soluções inovadoras, sustentáveis e seguras para o transporte e armazenagem de cargas. Com mais de 14 anos de atuação no mercado, a empresa se consolidou como um operador logístico completo, oferecendo soluções personalizadas para atender todas as necessidades da cadeia logística. Seu compromisso com a tecnologia, inovação e, principalmente, com as pessoas que fazem a operação acontecer, foi reforçado durante o evento.

A GH aproveitou a plataforma da Intermodal para reafirmar seu papel de destaque no mercado, mostrando como a combinação de tecnologia avançada e práticas sustentáveis pode transformar a logística. “Estar presentes na Intermodal nos permite mostrar não apenas o que fazemos, mas como fazemos – com tecnologia, inovação e pessoas que fazem acontecer”, comentou Brendon Ramon, gerente de marketing da GH.

Caminhão GNV: Uma solução sustentável para o setor logístico

Um dos grandes destaques da participação da GH foi a apresentação de caminhões movidos a Gás Natural Veicular (GNV), uma tecnologia que a empresa vem incorporando à sua frota com o objetivo de reduzir emissões e promover a sustentabilidade no setor. Com autonomia de até 940 km, os veículos movidos a GNV representam uma redução de 30% na emissão de gases de efeito estufa, em comparação aos caminhões a diesel.

O modelo de caminhão GNV é apenas uma das inovações que a GH tem investido. Brendon Ramon explicou: “Com a modificação nos cilindros, conseguimos aumentar a autonomia dos caminhões, que antes chegavam a 437 km e, agora, podem alcançar até 700 km com carga. Vazio, chegam a 940 km. Isso representa uma grande economia e contribui para a redução das emissões de CO2.” Esse investimento na frota sustentável faz parte do compromisso da empresa com práticas logísticas mais responsáveis e ecoeficientes.

Práticas de ESG e compromisso com a sustentabilidade

GH Solucionador Logístico também se destaca por suas práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança), que fazem parte de sua estratégia de longo prazo. A empresa é certificada pela TfS – Together for Sustainability, organização que promove cadeias de suprimentos químicas sustentáveis. Seu foco em tecnologias sustentáveis e iniciativas sociais reflete seu compromisso com um futuro mais responsável, tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.

Em 2024, a empresa investiu mais de R$ 10 milhões na aquisição de caminhões modernos com motorização EURO 6, tecnologia que reduz a emissão de poluentes. Além disso, a GH foi reconhecida com o selo Great Place to Work (GPTW) pelo quarto ano consecutivo, evidenciando sua cultura de valorização e engajamento dos colaboradores.

Soluções logísticas completas e personalizadas

A GH também aproveitou a Intermodal 2025 para destacar suas soluções logísticas completas, que atendem a uma ampla gama de necessidades do mercado. Entre as soluções oferecidas estão:

  • Armazenagem Inteligente: Infraestrutura moderna e tecnologia avançada garantem segurança, rastreabilidade e eficiência no armazenamento de mercadorias.
  • Transporte Especializado: Frota equipada e gestão eficiente asseguram agilidade, segurança e redução de custos no transporte rodoviário, multimodal e em operações dedicadas.
  • Gestão de Supply Chain: Atuação completa na cadeia de suprimentos, integrando processos para otimizar o tempo e garantir eficiência operacional.
  • Soluções Personalizadas: Estratégias logísticas sob medida, alinhando tecnologia, expertise e inovação, para cada cliente de forma única.

Conectando o presente ao futuro da logística

A participação da GH na Intermodal South America 2025 foi mais do que uma simples presença em um evento. Foi uma reafirmação do compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor logístico, apresentando suas soluções sustentáveis e inovadoras. Durante o evento, a empresa se conectou com clientes, parceiros e especialistas, trocando experiências e aprendendo com os desafios do mercado.

“Participar da Intermodal é uma oportunidade de mostrar o que a GH tem feito para transformar a logística e impulsionar o futuro do setor. Estamos aqui para apresentar soluções que vão muito além do transporte, com foco na inovação, sustentabilidade e eficiência”, completou Brendon Ramon.

Na busca por soluções logísticas inovadoras, sustentáveis e eficientes, a GH Solucionador Logístico se destaca como um parceiro estratégico de confiança. Com mais de 14 anos de experiência, a empresa não apenas entrega resultados, mas transforma a maneira como as operações logísticas são realizadas. Seja por meio de sua frota sustentável, soluções personalizadas ou foco em práticas responsáveis de ESG, a GH está sempre um passo à frente, antecipando as necessidades de seus clientes.

Fonte: Canal Diesel

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Comércio, Logística, Portos

O equívoco no corredor logístico que ligará portos do Brasil ao Pacífico

A promessa é de aumento das exportações para a China, mas o problema se encontra em um ponto-chave: a ênfase nas rodovias

Quando governou o estado de São Paulo, de 1920 a 1924, Washington Luís transformou a construção de rodovias na grande marca de sua gestão, a ponto de cunhar a frase com que seria lembrado: “Governar é construir estradas”. Seus desafetos não perderam a chance de apelidá-lo de “Dr. Estradas de Bobagem”, um trocadilho jocoso com as estradas de rodagem que tanto prezava. Desde então, o Brasil percorreu um longo caminho de asfalto que o afastou cada vez mais dos meios de transporte mais eficientes para a economia, como as ferrovias e as hidrovias.

Cem anos depois, o encontro ocorrido há poucos dias entre os presidentes Lula, do Brasil, e Gabriel Boric, do Chile, mostra que o país insiste nessa trilha. O centro das atenções foi o anúncio dos detalhes da rota rodoviária que ligará os portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), São Francisco do Sul e Itajaí (ambos em SC) aos portos chilenos de Iquique, Mejillones e Antofagasta. Promovido por Lula como a solução para aumentar as exportações para a China e os países vizinhos, o projeto é o mais recente exemplo de desperdício de recursos provocados pela opção por um caminho equivocado. “Ninguém garante que trará ganhos aos exportadores”, diz Olivier Girard, presidente da consultoria Macroinfra.

A rota terrestre para o Chile é estudada há décadas e agora vai mesmo sair do papel. Com 3 320 quilômetros de extensão entre os oceanos Atlântico e Pacífico, e cruzando a Argentina e o Paraguai, ela deve ser concluída no primeiro semestre de 2026. O trecho brasileiro, com cerca de 1 500 quilômetros, custará 19 bilhões de reais, providos pelo Orçamento federal e pelo BNDES. Em tempos de déficit fiscal e aumento da dívida pública, o governo argumenta que o projeto reduzirá a distância, o tempo e os custos para alcançar a China, nossa maior cliente. Hoje, um navio que parte de Santos e cruza o Canal do Panamá demora 54 dias até Xangai. Se partisse do Chile, economizaria doze dias. Para a ministra do Planejamento, Simone Tebet, uma das mais entusiasmadas com o projeto, os custos de exportação para a Ásia serão até 90% menores.

Esse otimismo não encontra amparo nas contas dos especialistas. É verdade que o frete marítimo cairá, mas o problema é levar a carga até o Chile a preços competitivos — e a opção por rodovias é a pior possível. “Não faz sentido utilizar estradas para transporte de longa distância”, afirma Roberto Guimarães, diretor da Abdib, que representa as empresas de infraestrutura. “O melhor seriam as ferrovias.” Um estudo feito no ano passado pela Anec, que reúne os exportadores de soja, mostra que o transporte rodoviário para os portos representa até 75% do frete total para chegar à China. Segundo a entidade, os produtores de Sorriso, em Mato Grosso, gastavam 138 dólares para carregar 1 tonelada de grãos até o país asiático. O transporte rodoviário para o Porto de Santos consumia 103 dólares. Apenas 35 dólares eram gastos com o navio.

Nesse sentido, aumentar a utilização das estradas para escoar a exportação não convence os entendidos. “Caminhões são adequados para distâncias de até 500 quilômetros”, diz Maria Fernanda Hijjar, sócia da consultoria Ilos. Outros fatores podem onerar ainda mais a conta. A nova rota cruzará a Argentina, o Paraguai e o Chile. Em cada fronteira, há o risco de os caminhoneiros esperarem dias até que a carga seja liberada pela alfândega para seguir viagem. Além disso, o corredor logístico cruzará a Cordilheira dos Andes em um trecho elevado, onde o trânsito de veículos pesados é restrito — não é possível, por exemplo, fazer o trajeto com os caminhões biarticulados comuns por aqui.

Apesar desses entraves, o governo federal acredita que a nova rota ajudará a elevar o intercâmbio com os nossos vizinhos. No ano passado, a América do Sul contribuiu com 6,3 bilhões dos 75 bilhões de dólares de superávit que o Brasil obteve transacionando com o mundo. Os automóveis e as autopeças responderam por 25% dos 37 bilhões de dólares que vendemos na região. “Negociar com os vizinhos faz sentido no mundo todo”, diz João Villaverde, secretário de Articulação Institucional do Ministério do Planejamento. Faz sentido, mas ocorre que há caminhos mais eficientes e econômicos para atingir esse objetivo, conforme apontam especialistas e empresários que exportam seus produtos. Em um país como o Brasil, tão atrasado em investimentos em infraestrutura, é bastante questionável gastar bilhões de reais em um projeto que investe em uma trilha antiga. A rota terrestre para o Pacífico festejada por Lula representa um novo capítulo de uma série de projetos que privilegiam um caminho equivocado.

Fonte: Veja Negócios

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Logística, Portos

Rota direta de Guangzhou a Chancay

O Porto de Chancay, no Peru, já opera uma rota marítima direta a partir de Guangzhou, o maior centro de transporte do sul da China. A medida, anunciada pela Televisão Central da China (CCTV), reduz os custos logísticos em 20% e encurta o tempo de trânsito para aproximadamente 30 dias.

A primeira viagem foi realizada pelo navio porta-contêineres Cosco Volga, com 300 metros de comprimento e 48 metros de largura. A embarcação partiu com mais de 400 contêineres carregados com geladeiras, peças de reposição e acessórios para eletrodomésticos, produtos fabricados na província de Guangdong.

Chancay, localizado ao norte de Lima, foi inaugurado em novembro de 2024 pela presidente Dina Boluarte e pelo líder chinês Xi Jinping. O terminal é operado pela Cosco Shipping, que promove seu uso como um hub logístico chave para a América do Sul. A obra exigiu um investimento de US$ 1,4 bilhão e é considerada parte essencial da Rota da Seda Marítima do Século XXI.

Com essa conexão a partir de Guangzhou, a China busca fortalecer os laços logísticos com a América Latina, região estratégica devido à sua abundância de recursos naturais. Além disso, facilita o envio de produtos latino-americanos para a Ásia, como vinho tinto, frutos do mar e frutas.

A rota também impulsionará outros portos como San Antonio (Chile) e Manzanillo (México), ao integrá-los em novas cadeias logísticas. O desenvolvimento posiciona Chancay como um nó estratégico para o transporte de mercadorias no Pacífico.

O projeto faz parte da Iniciativa do Cinturão e Rota, estratégia com a qual Pequim busca expandir suas redes de infraestrutura global. Espera-se que os investimentos chineses aumentem nos próximos anos, reforçando a conectividade entre a Ásia e a América do Sul por meio desse novo corredor marítimo.

Fonte: Todo Logística News

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Logística, Portos

Primeiro leilão de arrendamento de terminais portuários do ano garante R$ 857,1 milhões

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) realizou, nesta quarta-feira (30), o leilão para o arrendamento das áreas RDJ11, localizada no Rio de Janeiro (RJ) e PAR14, PAR15 e PAR25, que ficam no Porto de Paranaguá (PR).

O primeiro certame do ano garantiu R$ 857,1 milhões aos cofres públicos. O valor total a ser investido nessas áreas, ao longo dos contratos, chega a R$ 2,17 bilhões. Parte desses recursos serão destinados para a construção do Píer em “T” no porto paranaense.

Em sua fala, o diretor-geral substituto da ANTAQ, Caio Farias, destacou a qualidade do trabalho dos profissionais da ANTAQ e do Ministério de Portos e Aeroportos na elaboração dos editais de licitação dos terminais leiloados.

Ele completou afirmando: “não tenho dúvidas que os terminais leiloados na data de hoje ampliarão a capacidade de escoamento da produção agrícola nacional, como também serão de extrema importância para a modernização da infraestrutura portuária e o fortalecimento da competitividade do Brasil no comércio internacional”.

Áreas arrendadas

O primeiro terminal leiloado foi o RDJ11, que é um contrato simplificado com duração de 10 anos, destinado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos e carga geral. O Consórcio Porto do Rio de Janeiro – composto pelas empresas Triunfo Logística Ltda. e Sul Real GMBL – arrematou a área por R$ 2,1 milhões. A previsão de investimentos é de R$ 6,8 milhões.

As demais áreas localizadas no Porto de Paranaguá (PR) são voltados à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais, como soja e milho, com contratos de 35 anos.

O vencedor do leilão do PAR25 foi o Consórcio ALDC – composto pelas empresas Louis Dreyfus Company Brasil S.A. e Amaggi Exportação e Importação Ltda. -, em disputa de viva-voz, com uma oferta de R$ 219 milhões. A estimativa de investimento no terminal é de R$ 233,5 milhões e de R$ 331,6 milhões na infraestrutura do porto.

Também em disputa de viva-voz, a BTG Pactual Commodities Sertrading S.A. fez a maior proposta para o terminal PAR14, no valor de 225 milhões. O investimento previsto para o terminal é de R$ 529,2 milhões e para a infraestrutura pública é de R$ 477 milhões.

O último terminal leiloado foi o PAR15 que receberá investimentos no terminal de R$ 293,2 milhões, além de um aporte adicional para a construção do Píer em “T” de R$ 311 milhões. A Cargill Brasil Participações Ltda. foi a vencedora com uma proposta de outorga de R$ 411 milhões. O terminal também foi para disputa em viva-voz

Além do diretor-geral substituto, o evento contou com a presença da diretora Flávia Takafashi e dos diretores Wilson Lima Filho e Alber Vasconcelos.

Fonte: Datamar News

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Comércio, Logística, Tecnologia

Maior navio automotivo do mundo inicia viagem ao Brasil pela BYD

BYD Shenzhen parte da China com mais de 7.000 veículos rumo ao mercado brasileiro

O maior navio automotivo do mundo, o BYD Shenzhen, iniciou sua primeira viagem internacional rumo ao Brasil no dia 27 de abril. A embarcação partiu do porto de Jiangsu, na China, transportando mais de 7.000 veículos elétricos e híbridos plug-in. O movimento faz parte da estratégia de expansão da BYD no mercado brasileiro, atualmente seu maior destino fora da Ásia.

O BYD Shenzhen é o quarto navio roll-on/roll-off (RoRo) da montadora chinesa e se destaca pelas dimensões. São 219,9 metros de comprimento, 37,7 metros de largura e 12 conveses dedicados exclusivamente ao transporte de veículos. Com capacidade para carregar até 9.200 automóveis simultaneamente, o navio equivale em área a cerca de 20 campos de futebol.

Além do tamanho, o BYD Shenzhen conta com um sistema de propulsão dual, utilizando Gás Natural Liquefeito (GNL) e combustível convencional. A embarcação pode atingir uma velocidade máxima de 18,5 nós, aproximadamente 34,3 km/h. A entrega oficial do navio foi realizada em 22 de abril de 2025, poucos dias antes da partida em direção ao Brasil.

Desde 2024, a BYD vem intensificando suas operações no Brasil, ampliando investimentos e acelerando a venda de veículos elétricos e híbridos. Modelos como o Song Pro e o Dolphin Mini foram destaques no crescimento da marca, que se consolidou como a de maior expansão no mercado brasileiro no ano passado.

No primeiro trimestre de 2025, a BYD exportou mais de 25.000 veículos utilizando seus navios próprios. Embora esse número represente apenas uma fração das vendas internacionais da empresa — que somaram 206.000 unidades no período, alta de 110% em relação ao ano anterior —, a frota própria contribui para reduzir custos e ampliar a eficiência logística.

Além do Shenzhen, a BYD já opera outros três navios RoRo: Explorer No.1, Changzhou e Hefei. A montadora também prepara a incorporação de mais duas embarcações: o Changsha, desatracado em março e com entrega prevista para maio, e o Xi’an, desatracado em abril, mas ainda sem data oficial para início de operações.

O envio do BYD Shenzhen ao Brasil marca uma nova fase na expansão internacional da montadora chinesa, reforçando sua capacidade de atendimento à demanda crescente por veículos eletrificados no mercado brasileiro e em outros mercados da América Latina.

A previsão é que a BYD continue ampliando sua frota marítima nos próximos anos, como parte da estratégia de consolidar sua presença global.

Fonte: Inside EVs

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Logística, Tecnologia

BYD Shenzhen é o novo marco na logística de veículos elétricos

A montadora chinesa BYD está redefinindo o transporte marítimo de veículos elétricos com o lançamento do BYD Shenzhen, o maior navio de sua categoria. Esta embarcação partiu recentemente do Porto de Taicang, na China, com destino ao Brasil, carregando mais de 7 mil veículos. A chegada ao Porto de Itajaí, em Santa Catarina, está prevista para ocorrer em breve, marcando um passo importante na estratégia de expansão da BYD no mercado brasileiro.

O BYD Shenzhen não é apenas um feito de engenharia naval, mas também um componente crucial na logística global da empresa. Com sua capacidade de transportar até 9.200 veículos por viagem, o navio é um ativo estratégico para a BYD, que busca aumentar sua presença internacional e melhorar a eficiência na distribuição de seus produtos.

Inovações tecnológicas e sustentabilidade

O BYD Shenzhen foi construído com foco em eficiência energética e sustentabilidade. Equipado com motores avançados e sistemas de reaproveitamento de gás, o navio é projetado para minimizar o consumo de combustível e reduzir emissões. Essas características não apenas refletem o compromisso da BYD com práticas ambientais responsáveis, mas também oferecem uma vantagem competitiva no mercado global de veículos elétricos.

Durante a cerimônia de lançamento, representantes da BYD destacaram a importância do navio como um símbolo de inovação e progresso. A empresa vê o BYD Shenzhen como uma ponte entre a tecnologia chinesa e os mercados internacionais, facilitando o acesso a veículos elétricos de alta qualidade em todo o mundo.

O crescimento das exportações automotivas da China

O lançamento do BYD Shenzhen ocorre em um contexto de expansão das exportações automotivas chinesas. Em 2024, a China exportou milhões de veículos, consolidando sua posição como líder global no setor. Para acompanhar essa demanda crescente, empresas como a BYD estão investindo em frotas marítimas próprias, garantindo maior controle sobre a logística e a distribuição de seus produtos.

Nos primeiros meses de 2025, a BYD já enviou dezenas de milhares de veículos elétricos para diversos mercados ao redor do mundo. Este movimento faz parte de uma estratégia mais ampla para aumentar a presença da marca em mais de 100 países, incluindo o Brasil, onde a demanda por veículos elétricos está em ascensão.

Impacto no mercado brasileiro de veículos elétricos

A chegada do BYD Shenzhen ao Brasil representa uma oportunidade significativa para o mercado local de veículos elétricos. Com a operação direta de sua frota marítima, a BYD espera reduzir os tempos de entrega e otimizar os custos logísticos, tornando seus veículos mais acessíveis aos consumidores brasileiros.

Especialistas do setor apontam que a capacidade da BYD de controlar sua própria logística marítima pode resultar em uma maior eficiência operacional e em uma oferta mais consistente de veículos elétricos no Brasil. Isso é particularmente relevante em um momento em que o país busca aumentar a adoção de tecnologias sustentáveis e reduzir sua dependência de combustíveis fósseis.

Fonte: Terra Brasil Notícias

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Comércio Exterior, Evento, Inovação, Logística, Negócios, Networking

RêConecta News marca presença na Intermodal South America 2025 com estande colaborativo e vivência de conexões transformadoras 

A 29ª edição da Intermodal South America foi marcada por conexões estratégicas, inovação e crescimento — e o RêConecta News esteve no centro desse movimento. Pela segunda vez com um estande próprio no evento, o RêConecta reuniu 10 empresas parceiras, promovendo uma experiência colaborativa que destacou a força do ecossistema logístico e empresarial voltado à inovação, tecnologia e sustentabilidade. 

Durante os três dias da feira, o espaço do RêConecta News  foi palco de encontros de negócios, trocas de experiências e exposição de soluções que dialogam diretamente com os desafios e tendências do setor de Comércio Exterior, Logística e Transportes. “Foram momentos incríveis de conexão, oportunidades de negócios e geração de relacionamentos, que fazem com que o RêConecta e os parceiros cresçam e se desenvolvam cada vez mais mercadologicamente”, fala Renata Palmeia, CEO do RêConecta. 

Realizada pela primeira vez no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), a Intermodal South America 2025 superou as expectativas, consolidando-se mais uma vez como o principal ponto de encontro do setor logístico na América Latina. Reconhecida como a feira de logística mais visitada das Américas o evento atraiu líderes empresariais, tomadores de decisão, autoridades públicas, operadores e empresas de diversos segmentos ligados à logística, intralogística, transporte de cargas, tecnologia e comércio exterior. 

De acordo com a organização, 49.852 profissionais passaram pela feira, representando um crescimento de 15% em relação à edição anterior. O público pôde conferir lançamentos de equipamentos e serviços de ponta, soluções e uma intensa programação de conteúdo, com fóruns, painéis e palestras que abordaram temas como economia, infraestrutura, sustentabilidade, tecnologia e comércio internacional. 

Entre os destaques do evento esteve também a participação da BwinTech, empresa parceira do RêConecta, que celebrou os resultados alcançados: “Ano passado já foi incrível e nesse ano conectamos com muito mais pessoas no quesito qualidade e quantidade. Muitas empresas passaram pelo estande e pudemos apresentar as nossas soluções. No ano passado a gente cresceu mais de 400%, e a expectativa é dobrar pra esse ano.” revela Carla Kuhn, diretora comercial da BwinTech. 

Tendência mundial 

Durante os três dias da Intermodal South America 2025 o estande do RêConecta News teve um convidado especial:  o RêBot, o humanoide do futuro que desembarcou direto da China, atraindo olhares, provocando reflexões e simbolizando a conexão entre o Brasil e as grandes tendências globais. 

Inspirado pelas inovações da Canton Fair, na China, RêBot representou o avanço da inteligência artificial, automação e robótica, aproximando o público do que há de mais moderno no mundo da tecnologia. Para Renata Palmeia, CEO do RêConecta, a presença do RêBot reforça o compromisso do projeto em antecipar tendências e conectar o mercado nacional com o cenário global: “Não se trata só de chamar atenção, mas de mostrar que estamos prontos para o futuro – e o futuro é agora. Foi uma mostra de que estamos trabalhando para nos mantermos conectados com as tendências mundiais”, finaliza Renata.  

Edição de 2026 já tem data 

A Intermodal 2025 foi um verdadeiro sucesso, e o RêConecta teve orgulho de fazer parte dessa edição histórica. Em 2026, a feira retorna ao Distrito Anhembi, de 14 a 16 de abril, para a sua 30ª edição — e o RêConecta já prepara novidades para fortalecer ainda mais sua presença e a de suas empresas parceiras. 

Nos vemos na próxima edição! 

Conheça quem são os parceiros RêConecta News na Intermodal 2025 

ADVANCED: Com mais de 20 anos de experiência, a Advanced é referência em câmbio internacional e soluções personalizadas, baseadas nas movimentações atualizadas do mercado internacional. 

AMALOG: Especializados em operações multimodais, facilidade, previsibilidade e economia imediata para o seu negócio, a AMALOG combina tecnologia avançada e serviços customizados para os seus processo logísticos para cargas fracionadas. 

BLUE ROUTE: A Blue Route é uma empresa especializada em tecnologia para o comércio exterior, oferecendo soluções que proporcionam maior produtividade, gerenciamento de riscos e uma jornada eficiente. A Blue Route tem a mais completa plataforma para gestão do catálogo de produtos, presente em importadores dos mais diversos segmentos e em diversos prestadores de serviço do Comércio Exterior.  

BWIN TECH: Com mais de 20 anos de experiência, a BWIN TECH é uma corretora de seguros referência no mercado nacional e internacional, especializada em oferecer soluções personalizadas para o seu negócio em transporte, Property, Frota, Impo&Expo e gestão de riscos. 

EMASFI GROUP: Com presença global em mais de 50 países, a EMASFI viabiliza soluções integradas e adaptadas às necessidades das empresas, com expertise em contabilidade, recuperação tributária e soluções fiscais, além de auditoria e banco digital para empresas do setor! 

FRACTAL INTELIGENT SECURITY: A Fractal é pioneira no desenvolvimento de lacres passivos de uso único e descartáveis. Aliando consultoria especializada e tecnologia para criar protocolos personalizados e garantir a integridade da carga com rastreabilidade da origem ao destino. 

GH SOLUCIONADOR LOGÍSTICO: A GH é a parceira ideal para soluções logísticas completas e personalizadas, facilitando a logística para impulsionar negócios em direção aos seus objetivos, conectando mercados, indústrias e pessoas de maneira significativa. 

NAC BANK: O NAC é pioneiro quando se trata de Banco do Importador, com uma ampla gama de soluções financeiras que superam as ofertas tradicionais. 

PROCESS CERTIFICAÇÕES: Com mais de 10 anos de experiência, a PROCESS CERTIFICAÇÕES combina inteligência regulatória e uma equipe altamente qualificada para conduzir, com estratégia e segurança, os registros, licenças e certificações junto aos principais órgãos reguladores, como INMETRO, ANVISA, ANATEL, IBAMA e MAPA. 

UNIA COMEX: Oferece soluções completas que facilitam e impulsionam os negócios, a UNIA disponibiliza um serviço integrado que abrange desde o desembaraço aduaneiro até o transporte internacional, com dedicação e precisão. É especializada e premiada no setor de fármacos. 

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Comércio, Logística, Notícias, Tecnologia

GWM vai produzir picape Poer a diesel no Brasil

Modelo será produzido em Iracemápolis, em São Paulo, e irá receber motorização híbrida

As picapes serão montadas na fábrica da GWM em Iracemápolis, em São Paulo. Duas opções de motorizações serão produzidas: uma a diesel, provavelmente com o novo motor 2.4 turbo da companhia, e outra híbrida plug-in com motor a combustão movido a gasolina.

Apesar de ambas as motorizações já estarem confirmadas, ainda não há confirmação de que chegarão ao mesmo tempo no mercado nacional. Há a possibilidade; segundo a empresa, de que apenas uma opção seja lançada neste ano.

“Somos líderes na China vendendo picapes a diesel. Isso já está no nosso DNA. Sempre tivemos o diesel no radar para o Brasil [.] Não queremos um produto de nicho. Queremos cobrir o mercado.”, disse Ricardo Bastos, diretor para assuntos institucionais da GWM Brasil.

Será a primeira experiência da GWM no país vendendo carros com motores puramente a combustão. A marca chegou com o status de ‘autotech’, apenas com opções híbridas e totalmente elétricas no catálogo.

Perguntado se o lançamento de um modelo a diesel era um passo atrás para a companhia, o diretor institucional diz: “acho que é um passo para frente. Ao invés de insistir com uma coisa que eu acho que talvez vá bater na parede [não ter sucesso], vou com o veículo certo. Hoje, sabemos que o mercado de diesel, para trabalho, é o mais relevante”.

A escolha de trazer a motorização a diesel acontece depois das baixas vendas da picape Shark, da BYD, uma das principais concorrentes da GWM no mercado nacional.

A chegada da concorrente foi citada pela GWM como um dos fatores que influenciaram na decisão de vender a picape a diesel no país.

A BYD Shark foi lançada com motorização híbrida, preço de R$ 379.800. Em fevereiro deste ano, a picape recebeu um desconto de R$ 40 mil para impulsionar as vendas.

A fábrica da GWM deve ser inaugurada na metade deste ano.

Entre os meses de junho e julho, três modelos serão fabricados localmente: o Haval h6 (em todas as versões), que hoje é importado pela companhia, as novas picapes da linha Poer e também, no futuro, um novo SUV (da linha Haval ou Tank), que será feito com a base das picapes e vai usar a mesma motorização (2.4 turbo diesel ou híbrido plug-in a gasolina).

A data para a chegada no novo SUV não foi confirmada.

Fonte: CNN Brasil


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Comércio Exterior, Internacional, Logística, Mercado Internacional

Trump diz que Brasil “ficou rico” cobrando tarifas dos EUA

Em entrevista à Time, presidente americano classificou a estratégia econômica dos EUA como um “tremendo sucesso”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Brasil e outros países “ficaram ricos” cobrando tarifas de importação sobre produtos americanos.

Em entrevista à revista Time, Trump foi questionado sobre as tarifas aplicadas pelo governo americano. O presidente afirmou que, caso as altas tarifas de importação permaneçam em vigor daqui a um ano, considerará isso uma vitória.

“Veja, foi isso que a China fez conosco. Eles nos cobram 100%. Se você olhar para a Índia, ela cobra entre 100% e 150%. Se você olhar para o Brasil, se olhar para muitos, muitos países, eles cobram – é assim que sobrevivem. É assim que ficaram ricos”, disse Trump.

O presidente americano classificou a estratégia econômica protecionista como “um tremendo sucesso”, afirmando que a produção industrial dos EUA está aumentando.

“Lembre-se disso: não há tarifas se eles fabricarem os produtos aqui. Isso é um sucesso tremendo. Você ainda não percebeu, mas o que está acontecendo é um enorme sucesso. Estamos arrecadando bilhões e bilhões de dólares — dinheiro que nunca tínhamos arrecadado antes”, disse Trump.

À Time, Trump também afirmou que diversos acordos comerciais já foram fechados após a imposição das tarifas e devem ser anunciados nas próximas semanas.

Questionado sobre quando os acordos seriam divulgados, o presidente evitou dar uma data específica, mas garantiu que os Estados Unidos estão “se dando bem” com todos.

“Fechei 200 acordos. Você precisa entender, estou lidando com todas as empresas, com países muito amigáveis. Estamos nos reunindo com a China. Estamos indo bem com todos. Mas, no fim das contas, fui eu quem fechou todos os acordos”, afirmou.

Fonte: CNN Brasil


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