Logística

Custos logísticos devem pressionar empresas brasileiras em 2026, aponta ILOS

Um cenário de atenção começa a se desenhar para as empresas brasileiras em 2026. Um estudo do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) indica que mais da metade das companhias do país prevê aumento nos custos de transporte, enquanto despesas com armazenagem e manutenção de estoques também tendem a subir.

Transporte lidera expectativa de alta de custos

De acordo com o levantamento, 52% das empresas entrevistadas esperam elevação nos preços do transporte em 2026. Já os custos de armazenamento aparecem como preocupação para 22% das companhias, enquanto 13% avaliam que haverá aumento nas despesas relacionadas aos estoques.

Os dados reforçam o peso crescente da logística na estrutura de custos corporativa, especialmente em um ambiente de crescimento da demanda e gargalos estruturais persistentes.

Logística representa 15,5% do PIB brasileiro

O estudo do ILOS aponta ainda que os custos logísticos no Brasil equivalem a 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2025, evidenciando o impacto do setor sobre a economia nacional. Apesar disso, o preço do transporte rodoviário de cargas registrou queda de 1% na comparação anual, movimento que não foi suficiente para compensar outros aumentos ao longo da cadeia.

Infraestrutura não acompanha crescimento do setor

Em nota, o sócio-diretor do ILOS, Maurício Lima, destacou que o volume de cargas transportadas no país cresceu 25% nos últimos dez anos, sem que os investimentos em infraestrutura acompanhassem esse avanço.

Segundo ele, a defasagem estrutural pressiona os custos logísticos de forma contínua. “Os investimentos em infraestrutura não evoluíram no mesmo ritmo do setor logístico. Esse descompasso encarece a operação e limita a capacidade de crescimento do país”, afirmou.

Setores mais impactados pelos custos logísticos

O relatório também detalha quais segmentos sentem com mais intensidade o peso da logística em suas receitas. As empresas de materiais de construção lideram, com custos que representam 14,3% do faturamento. Na sequência aparecem os setores de óleo e gás (13,3%) e de higiene, limpeza e cosméticos (9,9%).

Na média geral, os gastos logísticos correspondem a 8,7% da receita das empresas, percentual que registrou um aumento de 15,5% ao longo de 2025, segundo o ILOS.

Fonte: Times Brasil, com informações do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS).

TEXTP: REDAÇÃO

IMAGEM: FREEPIK

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Logística

Aeronave híbrida de carga não tripulada da China realiza primeiro voo com sucesso

A aeronave híbrida de carga não tripulada YH-1000S, desenvolvida integralmente na China, realizou com sucesso seu primeiro voo no município de Chongqing, no sudoeste do país. O teste inicial foi concluído nesta semana e representa um marco inédito: trata-se da primeira aeronave híbrida não tripulada de grande porte com essas características a operar no mundo.

Tecnologia híbrida de alto desempenho

Segundo a Academia Chinesa de Aerodinâmica Aeroespacial, a YH-1000S utiliza um sistema híbrido de potência de alta performance, criado em parceria com um fabricante de veículos de nova energia. A tecnologia foi validada durante o voo inaugural, confirmando a eficiência do projeto em condições reais de operação.

Mais alcance e maior capacidade de carga

Em comparação com o modelo anterior, o YH-1000 — que voou pela primeira vez em maio do ano passado —, a nova aeronave não tripulada chinesa apresenta melhorias significativas. Entre os avanços estão distâncias menores de decolagem e pouso, além de maior capacidade de carga útil e alcance de voo ampliado, fatores que aumentam sua versatilidade operacional.

Aplicações no mercado global

Projetada para atender às demandas do mercado internacional, a YH-1000S pode ser empregada em diferentes áreas estratégicas. Entre as principais aplicações estão logística e transporte internacional, resgate emergencial, redução de desastres, modificação artificial do clima, além de monitoramento e supervisão marítima.

FONTE: Xinhua
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Xinhua

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Logística

Argentina avalia rota ferroviária bioceânica para acesso a portos do Chile

O governo da Argentina iniciou tratativas para avançar na criação de uma rota ferroviária bioceânica com destino aos portos do Chile, com o objetivo de garantir uma saída logística direta ao Oceano Pacífico. A iniciativa é considerada estratégica para ampliar a competitividade do comércio exterior argentino e fortalecer a integração regional.

Investimento bilionário e corredor entre Argentina e Chile

O projeto prevê um investimento estimado em cerca de US$ 4 bilhões e propõe a implantação de um corredor ferroviário internacional, conectando regiões produtivas argentinas aos terminais portuários chilenos. A proposta está baseada na recuperação de trechos das linhas San Martín e Sarmiento, segundo informações divulgadas pela imprensa local.

O traçado em estudo ligaria a província de San Juan ao sul de Mendoza, criando um novo eixo de transporte de cargas entre os dois países.

Passo Planchón–Vergara é apontado como rota estratégica

O cruzamento da Cordilheira dos Andes deve ocorrer pelo passo Planchón–Vergara, nas proximidades da cidade de Curicó, na Região do Maule, no Chile. A escolha se deve às condições climáticas mais estáveis e à maior operabilidade durante o inverno, quando comparada a outros passos internacionais.

Conexão com Vaca Muerta amplia alcance logístico

Do lado argentino, o plano também contempla a construção de um ramal ferroviário entre General Alvear (Mendoza) e Vaca Muerta, em Neuquén. A ligação permitiria o transporte de recursos energéticos e produtivos para diferentes polos industriais, ampliando a eficiência da logística regional.

Desafios incluem infraestrutura e financiamento

Apesar do respaldo político, o projeto enfrenta obstáculos relevantes. Entre os principais desafios estão a reconstrução de vias férreas, a atualização dos padrões técnicos e a adaptação às exigências atuais do transporte ferroviário de cargas.

Para viabilizar a iniciativa, o governo avalia modelos de parceria público-privada (PPP) e sistemas de concessão, alternativas consideradas essenciais para garantir o financiamento do corredor.

Integração logística e ganho de competitividade

O corredor ferroviário bioceânico é visto como uma alternativa estratégica para reduzir custos logísticos, diversificar rotas de exportação e aproximar a Argentina dos mercados asiáticos, por meio dos portos chilenos do Pacífico.

FONTE: Todo Logistica News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Todo Logistica News

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Logística

Cabotagem fortalece abastecimento e conecta a região Norte aos mercados nacionais

O avanço da cabotagem tem se consolidado como um dos principais vetores de integração logística do país, ampliando o abastecimento, reduzindo custos logísticos e aproximando a produção da região Norte dos grandes centros consumidores. Dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) mostram que, entre janeiro e novembro de 2025, o transporte por cabotagem entre portos brasileiros movimentou 10,8 milhões de toneladas no Norte, impulsionado pelas medidas do Programa BR do Mar.

Crescimento consistente e maior previsibilidade logística

Na comparação com o mesmo período de 2024, a cabotagem na região registrou um acréscimo de aproximadamente 200 mil toneladas em 2025, considerando todos os tipos de carga. O destaque ficou para a movimentação de contêineres, que avançou 8,25% no período.

O desempenho mantém a trajetória de expansão observada nos últimos anos. Em 2024, o crescimento já havia sido de cerca de 8,3% frente a 2023, refletindo maior regularidade das operações e mais previsibilidade no transporte aquaviário.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os resultados confirmam a relevância do novo marco regulatório. Segundo ele, os dados evidenciam a importância da cabotagem para a integração logística nacional, especialmente em regiões estratégicas como o Norte, onde o BR do Mar contribuiu para ampliar a eficiência do setor.

Escoamento da produção e integração regional

Os principais polos de origem da cabotagem no Norte estão concentrados no Pará, com destaque para os terminais de Trombetas, Juruti e Vila do Conde, além de Manaus (AM). A partir desses pontos, as cargas seguem majoritariamente para portos do Nordeste e do Sudeste, que atuam como hubs de distribuição e consumo.

De acordo com o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, o ganho de eficiência está diretamente ligado ao ambiente de negócios mais competitivo criado pelo programa. Para ele, a ampliação da oferta de serviços, o estímulo à concorrência e o reforço da segurança jurídica são fatores decisivos, sobretudo em regiões com grandes distâncias e forte dependência do modal aquaviário.

Esse fluxo consolida a cabotagem como um instrumento estratégico para o escoamento de cargas em larga escala e para a conexão efetiva da região Norte aos mercados nacionais.

Perfil das cargas transportadas

A movimentação por cabotagem no Norte é fortemente concentrada no transporte de bauxita, tanto em granel sólido quanto em carga geral, que somaram 3,86 milhões de toneladas no período analisado.

As cargas conteinerizadas alcançaram 3,23 milhões de toneladas, reunindo produtos industriais e tecnológicos, além de alimentos, bebidas e insumos essenciais. Esse tipo de carga tem papel relevante no abastecimento regular das cidades e na redução dos custos logísticos.

Já os granéis líquidos e gasosos tiveram como principal destaque o petróleo e seus derivados, com 2,81 milhões de toneladas movimentadas entre janeiro e novembro de 2025.

Desde a criação do BR do Mar, o crescimento da cabotagem de contêineres na região tem sido contínuo. O volume transportado passou de 2,4 milhões de toneladas em 2022 para 2,5 milhões em 2023, 3 milhões em 2024 e atingiu 3,2 milhões de toneladas em 2025, o maior patamar já registrado no Norte.

BR do Mar reforça segurança regulatória e sustentabilidade

O desempenho positivo da cabotagem está diretamente associado às medidas regulatórias do Programa BR do Mar, que ampliaram a previsibilidade do setor, fortaleceram a competitividade e garantiram maior disponibilidade de frota para atender às demandas logísticas do país.

Entre os avanços recentes estão a Portaria de Cláusulas Essenciais para Contratos de Longo Prazo, publicada em novembro de 2025, e a Portaria de Embarcação Sustentável, atualmente em fase final de regulamentação. Os instrumentos trazem mais estabilidade ao mercado, maior equilíbrio nos fretes marítimos e estímulo a práticas sustentáveis na navegação.

Segundo a coordenadora-geral de Navegação Marítima, Bruna Roncel, a atualização normativa eleva o patamar do mercado ao associar a expansão da cabotagem a critérios de sustentabilidade e segurança jurídica, garantindo que o crescimento logístico ocorra de forma estruturada.

Ao combinar previsibilidade regulatória, estímulo à concorrência e sustentabilidade, o BR do Mar reforça a cabotagem como política pública essencial para a integração logística nacional. Na região Norte, esse conjunto de medidas tem ampliado o abastecimento, reduzido custos e conectado a produção regional aos principais mercados do país.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Logística

Bolívia propõe porto seco para integrar logística entre Brasil e Chile

Durante o Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe, realizado no Panamá, o presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, apresentou uma proposta voltada à integração logística regional: transformar o território boliviano em um porto seco capaz de conectar a produção do Brasil aos portos do Chile. A iniciativa indica uma orientação mais pragmática do governo, com foco em desenvolvimento econômico, empregos e ampliação do comércio regional.

Bolívia como hub logístico sul-americano

Ao discursar para chefes de Estado, Paz ressaltou a posição geográfica estratégica da Bolívia no centro da América do Sul. O país faz fronteira com Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Peru, o que, segundo o presidente, permite que o território funcione como uma plataforma logística integrada para os países vizinhos.

A proposta prevê facilitar o escoamento de cargas brasileiras, especialmente do agronegócio do Centro-Oeste, em direção ao oceano Pacífico por meio de portos do norte chileno. Em contrapartida, o Chile teria acesso mais eficiente ao mercado brasileiro, utilizando rotas terrestres e a Hidrovia Paraguai-Paraná.

Corredor Bioceânico ganha reforço

A iniciativa está alinhada aos esforços de consolidação do Corredor Bioceânico, um projeto de infraestrutura com mais de 2.400 quilômetros de extensão. O eixo busca conectar o Porto de Santos, em São Paulo, e regiões produtivas de Mato Grosso do Sul aos portos de Antofagasta e Iquique, no Chile, atravessando Paraguai e Argentina.

A inclusão mais ativa da Bolívia nesse corredor pode otimizar o transporte de cargas minerais e agrícolas, ampliando a eficiência logística e reduzindo distâncias até os mercados asiáticos.

Projetos estruturantes em destaque

Dois projetos de infraestrutura são apontados como fundamentais para viabilizar a proposta boliviana. O Túnel Aguaragüe, localizado no departamento de Tarija, pretende fortalecer a conexão com o norte do Chile e integrar o Corredor Logístico Oeste-Sul. Já a Ferrovia Bioceânica, conduzida pela Unidade Técnica de Ferrovias (UTF), prevê a reativação de trechos ferroviários estratégicos, ampliando a capacidade de transporte de grãos e minérios no Corredor Bioceânico Central – Amazônico Andino.

Hidrovia e logística multimodal

Outro pilar da proposta é a Hidrovia Paraguai-Paraná, corredor fluvial com cerca de 3.400 quilômetros, que conecta Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Especialistas avaliam que a integração entre modais rodoviário, ferroviário e fluvial pode resultar em um sistema multimodal mais eficiente, com redução de custos de exportação tanto para o Atlântico quanto para o Pacífico.

Segundo o governo boliviano, a viabilidade do plano passa pela construção de uma confiança verificável entre os países envolvidos. A meta é reposicionar a Bolívia, historicamente sem saída para o mar, como um articulador estratégico da integração física sul-americana.

FONTE: Portal Portuario
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Logística

Fiel Depositário em Manaus garante mais agilidade e redução de custos nas operações logísticas com a AMALOG

Em um cenário logístico cada vez mais desafiador, transportar carga para a Região Norte do país, não é tarefa fácil. Neste cenário, ter agilidade na liberação e no fluxo das cargas tornou-se um fator decisivo para a competitividade das empresas. 

É nesse contexto que a AMALOG passa a ofertar em suas operações de cabotagem, o benefício de Fiel Depositário em Manaus (AM), garantindo mais velocidade, previsibilidade e redução de custos para operações que dependem da liberação do SEFAZ.

Com essa modalidade, a AMALOG possibilita que as cargas, retiradas por questões relacionadas à liberação fiscal, sejam retiradas do Terminal portuário após sua chegada, com mais rapidez, reduzindo gargalos operacionais e evitando atrasos e custos extras que impactam diretamente no caixa das empresas.

Mais fluidez operacional e menos custos ocultos

O serviço de Fiel Depositário oferecido pela AMALOG traz ganhos claros para os Clientes que atuam na Zona Franca de Manaus e que têm suas operações sujeitas à fiscalização estadual. 

Entre os principais benefícios estão:

  • Mais agilidade na retirada da carga no porto, logo após a chegada,
  • Rapidez na entrega das mercadorias, após a selagem realizada pelo SEFAZ
  • Maior previsibilidade logística, permitindo melhor planejamento das operações
  • Redução de custos operacionais, especialmente em cargas que exigem maior tempo de liberação fiscal
  • Mais tranquilidade e segurança para empresas que confiam suas operações à AMALOG

Ao minimizar o tempo de permanência das cargas no porto, o modelo contribui diretamente para a diminuição de despesas com armazenagem, demurrage e outros custos indiretos que afetam a rentabilidade do negócio.

Solução estratégica para quem opera em Manaus

Contar com o benefício de Fiel Depositário reforça o compromisso da AMALOG em oferecer soluções logísticas inteligentes, alinhadas às particularidades fiscais e operacionais da região de Manaus. 

A empresa atua como parceira estratégica dos seus clientes, assumindo um papel fundamental na fluidez da cadeia logística e no cumprimento das exigências legais junto ao SEFAZ.

Sobre a Amalog

A Amalog atua há oito anos com foco em transformar a logística por meio da tecnologia e da automação, oferecendo soluções eficientes e integradas. Com sede em Santos e armazéns em pontos estratégicos do país, como Itajaí, Campinas, Cachoeirinha, São José dos Pinhais, Belo Horizonte e Manaus, a empresa destaca-se pela integração de diferentes modais. Especializada em cargas fracionadas (LTL) e no transporte por cabotagem, a Amalog garante agilidade, redução de custos e cobertura nacional. Como define no Diretor Shandres Jordani, “transportamos de alfinete a foguete”, atendendo diferentes perfis de carga em todo o Brasil.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM:AMALOG

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Logística

Gestão da cadeia de custódia pode elevar segurança no transporte de cargas

A Fractal, focada em segurança tecnológica para cadeias logísticas, destaca que integrar sensores, sistemas de rastreabilidade e análises de eventos oferece um controle mais inteligente do percurso, apoiando empresas na prevenção de perdas.

A evolução das operações logísticas tem reforçado a importância de uma gestão mais profissionalizada da cadeia de custódia, especialmente em setores que movem produtos sensíveis, de alto valor e sujeitos a regulamentações específicas. Com diversas etapas de circulação e inúmeras interfaces operacionais, manter a integridade da carga depende cada vez mais do uso de tecnologias capazes de fornecer visibilidade contínua e dados confiáveis.

A Fractal, focada em segurança tecnológica para cadeias logísticas, destaca que integrar sensores, sistemas de rastreabilidade e análises de eventos oferece um controle mais inteligente do percurso, apoiando empresas na prevenção de perdas, na garantia de conformidade e no atendimento aos padrões exigidos pelo mercado.

Para José Roberto Mesquita, diretor executivo da empresa, a digitalização se tornou uma aliada estratégica da governança logística.

Segundo o executivo, a gestão orientada a dados fortalece auditorias, reduz incertezas e melhora a tomada de decisão. “Informações estruturadas permitem identificar e corrigir desvios antes que se transformem em prejuízos. A prevenção passa a ser resultado de monitoramento inteligente, não apenas de intervenção reativa”, explica Mesquita.

A Fractal ressalta que interoperabilidade e histórico auditável ampliam a confiabilidade das operações, modernizando rotinas e contribuindo para uma logística mais segura, eficiente e alinhada a padrões nacionais e internacionais.

A empresa reforça que profissionalizar a cadeia de custódia é um movimento essencial para quem deseja garantir previsibilidade, proteger ativos e manter a continuidade operacional em um ambiente de negócios cada vez mais exigente.

TEXTO E IMAGEM: DIVULGAÇÃO FRACTAL

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Logística

Terminal Barra do Rio completa 10 anos e reforça papel estratégico de Itajaí no comércio global

Em janeiro de 2016, o Terminal Barra do Rio Terminal Portuário S/A iniciou suas operações em Itajaí (Santa Catarina), dando início a uma trajetória marcada por crescimento, investimentos e fortalecimento da logística portuária no Sul do Brasil. Dez anos depois, o empreendimento celebra uma década de atuação conectando a cidade às principais rotas do comércio global.

Ao longo desse período, o Terminal consolidou-se como um dos pontos estratégicos para operações portuárias no país. A estrutura oferece soluções completas para a movimentação de contêineres, carga geral, carga projeto, granéis sólidos e serviços alfandegados, atendendo tanto operações de importação quanto de exportação. O terminal também atua de forma expressiva na cabotagem e como entreposto aduaneiro.

Investimentos em infraestrutura impulsionam eficiência operacional

O crescimento do Terminal Barra do Rio está diretamente ligado aos investimentos contínuos em infraestrutura. Atualmente, o complexo conta com uma área total de cerca de 70.000 m², píer de 220 m, 18.000 m² de armazéns cobertos com 4.130 posições de pallets e uma ampla retroárea destinada às operações logísticas.

Nos últimos anos, o terminal ampliou sua capacidade operacional por meio da modernização do pátio, melhorias no piso operacional, aquisição de equipamentos como reach stackers e um novo scanner, além da implantação de sistemas de gestão que elevaram os níveis de eficiência e segurança das operações.

Capital humano e relacionamento como diferenciais competitivos

O avanço registrado ao longo dos últimos 10 anos também foi acompanhado pela formação de uma equipe qualificada e comprometida. Clientes e parceiros destacam o atendimento ágil, a capacidade de adaptação às demandas do mercado e a proximidade no relacionamento como diferenciais do Terminal Barra do Rio.

Relatos de parceiros reforçam a postura profissional dos colaboradores e o comprometimento da gestão com metas claras e foco em resultados, refletindo os valores que norteiam a empresa: companheirismo, engajamento e respeito.

Visão de futuro e integração às rotas globais

Para Ricardo Ramos Moraes, Diretor-Presidente do Terminal, a celebração dos 10 anos vai além do tempo de operação e simboliza a consolidação de um propósito maior. 

“Chegar a uma década de operação é um marco que nos enche de orgulho. Não apenas pelo que construímos em termos de infraestrutura e processos, mas principalmente pela confiança que nossos clientes, parceiros e colaboradores depositaram em nós ao longo desses anos. Seguimos com a mesma determinação de sempre, inovar, servir com excelência e ampliar nossa atuação para integrar ainda mais Itajaí às principais rotas globais de comércio.” — Ricardo Ramos Moraes.

O Terminal Barra do Rio também tem avançado em iniciativas estratégicas voltadas ao futuro, como a abertura de novas rotas marítimas — incluindo uma ligação inédita com a África — e a adoção de práticas sustentáveis alinhadas aos desafios contemporâneos do setor logístico.

Ao completar uma década de operação, o Terminal reafirma sua posição como um elo vital da cadeia de suprimentos brasileira, refletindo não apenas a evolução da infraestrutura portuária nacional, mas também sua capacidade de adaptação às exigências de um mercado cada vez mais globalizado.

Fonte: Terminal Barra do Rio

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Logística

Flexibilidade na logística impulsiona agilidade e competitividade

O setor logístico brasileiro está em plena transformação, impulsionado por consumidores que exigem entregas mais rápidas e personalizadas e por demandas cada vez maiores do mercado corporativo. Empresas do segmento têm adotado modelos operacionais flexíveis como forma de se diferenciar e responder rapidamente a cenários dinâmicos.

O Third-Party Logistics Study 2025 aponta que 61% dos emissores e 73% dos operadores logísticos consideram o gerenciamento de mudanças um fator crítico no mercado atual, evidenciando a importância da adaptação e da flexibilidade nas operações frente às pressões do mercado e às expectativas dos clientes.

Flexibilidade como diferencial competitivo

Conceitos como versatilidade, adaptabilidade e flexibilidade tornaram-se essenciais na estruturação de serviços logísticos modernos. Empresas como a Cargocenter têm ajustado rotas, prazos e processos conforme a necessidade do cliente, mantendo a qualidade e garantindo eficiência operacional.

Especializadas em transporte de cargas expressas e soluções personalizadas, essas empresas exemplificam como a logística ágil se tornou um diferencial estratégico. A Cargocenter, que atua no transporte aéreo e rodoviário de cargas, organiza suas operações para responder rapidamente a demandas emergenciais, comuns em operações de alto desempenho.

Flexibilidade operacional e gestão da qualidade

Segundo conceitos de gestão da qualidade, a flexibilidade logística permite ajustar atividades sem comprometer conformidade, rastreabilidade ou desempenho, desde que padrões sejam monitorados.

Estudos da Science Direct destacam que a flexibilidade está ligada à melhoria na qualidade de serviço e à capacidade de resposta em ambientes incertos. Processos adaptáveis aumentam a satisfação do cliente, mesmo diante de condições de mercado instáveis.

Desafios e estratégias no transporte de cargas

No transporte de cargas, fatores externos como trânsito, condições climáticas e atuação de terceiros tornam a adaptabilidade operacional ainda mais relevante. Para manter eficiência, empresas investem em tecnologia, monitoramento e capacitação de equipes, garantindo decisões rápidas e assertivas.

Michael Boff, diretor da Cargocenter, afirma:

“Para nós, a flexibilidade vai muito além: é cultura organizacional, é competência comportamental, refere-se à integração de capacidades da empresa que se refletem no desempenho percebido por clientes e parceiros.”

Flexibilidade e eficiência em entregas expressas

Em operações super expressas, padrões rígidos podem comprometer respostas a situações emergenciais. A gestão que equilibra flexibilidade e padrões de qualidade permite cumprir prazos, manter segurança operacional e oferecer níveis consistentes de serviço, mesmo em condições variáveis.

Competitividade e capacidade de adaptação

Em um mercado logístico cada vez mais complexo, manter capacidade de adaptação contínua é essencial para a competitividade. Empresas que alinham processos às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes conseguem se destacar, garantindo eficiência e qualidade ao longo do tempo.

FONTE: Terra
TEXTO: Redação
IMAGEM: FreePik / DINO

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Logística

Workshop TAPA reúne mais de 100 líderes da logística e marca avanço da certificação no Brasil

São Paulo (SP) – A segurança da cadeia logística ganhou protagonismo no Brasil com a realização do primeiro Workshop TAPA na América do Sul, que reuniu mais de 100 empresários e gestores das áreas de segurança de grandes empresas de logística e transporte. O encontro teve como foco a apresentação da certificação TAPA (Transported Asset Protection Association) e os detalhes de como o processo passará a ser conduzido no país.

A certificação TAPA é uma referência internacional em proteção de ativos transportados e tem como objetivo reduzir riscos de roubos, furtos e perdas ao longo da cadeia de suprimentos, um dos principais desafios enfrentados pelo setor logístico brasileiro.

Brasil passa a contar com auditores TAPA qualificados

Durante o workshop, Marcelo Fontoura, Managing Director Brasil & Argentina da DQS, destacou que o país já está preparado para atender à demanda do mercado. “Nós temos os auditores já preparados para dois requisitos, e os requisitos extras relacionados a estacionamentos estão em processo de qualificação, que deve acontecer até março. Para cobrir o mercado brasileiro e a América do Sul, estamos completamente preparados”, afirmou.

Os dois requisitos inicialmente atendidos dizem respeito às operações de transporte e trucking, consideradas críticas dentro da cadeia logística.

Como funciona o processo de certificação TAPA

O passo a passo para a obtenção da certificação foi detalhado aos participantes. Empresas interessadas devem entrar em contato com a certificadora e preencher um formulário básico de dados, que permite mensurar a quantidade de horas necessárias para a auditoria. A partir dessas informações, a DQS devolve uma proposta formal.

Após a aprovação, é elaborado um cronograma de atividades que a empresa deve cumprir antes da auditoria final, realizada de forma presencial (in loco). A certificação tem validade de três anos, quando então é necessário passar por um novo processo de avaliação.

A auditoria é criteriosa e envolve mais de 200 itens, que vão desde a qualificação de motoristas até a forma de armazenamento dos produtos dentro dos centros de distribuição.

Roubo de cargas segue como principal ameaça

Para Fabio Barbosa, fundador e host do Bytes & Cargas e responsável por trazer a certificação ao Brasil – o roubo de cargas segue como o maior gargalo da logística nacional. “O principal problema é o roubo de cargas. Cerca de 95% dos roubos acontecem nas rodovias ou nas ruas das cidades”, destacou.

Segundo ele, os protocolos criados pela TAPA são fundamentais para garantir maior segurança e reduzir os riscos no transporte. A realização da certificação por auditores brasileiros representa um avanço importante, ao facilitar o acesso e reduzir custos para as empresas.

Interesse de grandes players do mercado

A certificação TAPA já desperta o interesse de grandes multinacionais. Artur Gonzalez, gerente regional da Amazon, ressaltou que a empresa é entusiasta do programa. “Somos entusiastas do programa e já estávamos tentando trazer a certificação para as operações da Amazon no Brasil”, afirmou.

Segurança logística como diferencial competitivo

Com o crescimento do comércio internacional e o aumento da complexidade das operações, a segurança deixou de ser apenas uma exigência operacional e passou a ser um diferencial estratégico. Empresas certificadas demonstram maior confiabilidade, alinhamento a padrões globais e capacidade de atender às exigências de grandes players do mercado internacional.

Durante o workshop, foram abordados temas como os fundamentos da certificação TAPA, as principais vulnerabilidades da cadeia logística, estratégias de mitigação de riscos, os benefícios da certificação para operadores logísticos, embarcadores e transportadores, além da importância da cultura de segurança nas organizações.

Dados reforçam urgência de padrões globais de segurança

O debate ganha ainda mais relevância diante do avanço do roubo de cargas no país. Dados da nstech indicam que os casos cresceram 24,8% em relação ao mesmo período de 2024. Embora o Sudeste siga liderando as ocorrências, sua participação caiu, enquanto regiões como Nordeste e Sul passaram a registrar aumento significativo.

O relatório também aponta mudanças no perfil das cargas roubadas, com crescimento expressivo no roubo de alimentos e aumento das ocorrências em períodos noturnos e em rodovias estratégicas, como a BR-101.

Por outro lado, empresas que investiram em monitoramento e rastreamento apresentaram redução de 32% na taxa de sinistralidade, reforçando a importância de estratégias integradas de segurança.

Parceria fortalece conexão entre certificação e mercado

A parceria entre a DQS e o Bytes & Cargas reforça o compromisso de aproximar certificações internacionais, conhecimento técnico e o mercado logístico, criando um ambiente de troca qualificada entre profissionais e tomadores de decisão.

Além do conteúdo técnico, o Workshop TAPA na América do Sul também se consolidou como um espaço de networking e geração de conexões estratégicas, alinhando segurança, competitividade e posicionamento internacional para o setor logístico.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGENS: RECONECTA NEWS

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