Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação, Investimento, Navegação, Portos

Com investimentos de R$ 123 milhões, ministro assina ordem de serviço para obras no molhe do Porto de Suape

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e a governadora Raquel Lyra assinaram, nesta sexta-feira (11), o Termo de Compromisso para o início das obras da 4ª fase de recuperação do molhe de Suape; uma obra fundamental para o fortalecimento do porto.

Com um investimento total de R$ 123 milhões, essa iniciativa é crucial para melhorar a infraestrutura do porto, garantindo operações mais seguras e eficientes. Os recursos são provenientes de diversas fontes, com R$ 50 milhões do Novo PAC e R$ 73 milhões do governo do estado de Pernambuco.

O projeto visa a recomposição do prolongamento do molhe, que sofreu danos significativos na berma hidráulica ao longo dos anos. As obras garantirão a integridade do local, assegurando condições seguras para a manobra e atracação de navios, além de minimizar a ação das ondas e correntes marítimas. Os trabalhos estão programados para começar ainda em outubro e devem ser concluídos em maio de 2028.

“Governadora, o presidente Lula lhe mandou um abraço. Ele sabe da importância que tem Suape para o nossa estado e o Nordeste brasileiro. Suape representa mais 8% do PIB do nosso estado. Um grande ativo de Pernambuco! Mais de 83 empresas fazem parte desse complexo; mais de 20 mil empregos gerados aqui. É muito bom trazer investimentos e ajudar na retomada do protagonismo de Suape no Nordeste. Uma obra que será fundamental para dar segurança à infraestrutura portuária”, destacou Silvio Costa Filho.

Outros investimentos estão sendo trabalhados como a Dragagem e a Pedra Fundamental agora para novembro. São investimentos da APM Terminais, de R$ 1.7 bilhões.

Participaram do ato, além do ministro e da governadora, o senador Humberto Costa, o deputado federal Ossesio Silva, os secretários nacionais de Portos, Alex Ávila, de Aeroportos, Tomé Franca; o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Guilherme Cavalcanti, o presidente de Suape, Márcio Guiot, entre outras autoridades.

O Porto de Suape

Entre janeiro e julho deste ano, o complexo portuário de Suape movimentou impressionantes R$ 14,5 bilhões, um aumento de 2,76% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento é impulsionado pela atuação de 83 empresas em 12 polos industriais, gerando cerca de 20 mil empregos e sustentando inúmeras famílias na região.

Com essa nova etapa de obras, o Porto de Suape se prepara para fortalecer ainda mais sua importância econômica e a segurança de suas operações.

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Agronegócio, Economia, Exportação, Informação, Mercado Internacional

Brasil bate recorde de exportação de feijão

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o Brasil está alcançando um marco histórico nas exportações de feijão, resultado da crescente organização do setor de Pulses. Até setembro de 2024, o país exportou 217 mil toneladas, apontando para um novo recorde.

A maioria dos feijões exportados foram vendidos a preços acessíveis ao consumidor ou correspondem a cultivares com baixo consumo interno. O maior volume foi destinado à Índia, totalizando 102 mil toneladas, composto por 70 mil toneladas de caupi branco do Mato Grosso e Pingo de Ouro da Bahia, além de 39 mil toneladas de Mungo-verde e Mungo-preto.

Ainda de acordo com o IBRAFE, conforme previsto no final de 2023, quando surgiu a possibilidade de o produtor enfrentar dificuldades com a comercialização do feijão-preto, foram realizadas exportações para a Venezuela (28 mil toneladas), México (26 mil toneladas), Guatemala (11 mil toneladas) e República Dominicana (6 mil toneladas). Além disso, cerca de 35 mil toneladas de feijões rajados e vermelhos foram enviadas ao exterior, contribuindo para a diversificação dos mercados de exportação.

Desde 2010, o Brasil passou a exportar feijão anualmente, inicialmente com duas cultivares, e, atualmente, já são produzidos 18 tipos diferentes, com exportações para 75 países em 2021. O crescimento da área irrigada tem impulsionado essa expansão, e o país precisa acelerar as conexões internacionais para ampliar sua presença nos mercados já estabelecidos, além de abrir novos mercados para continuar essa trajetória positiva. O resultado desse esforço é a diminuição dos riscos para os produtores brasileiros, que encontram no mercado externo uma alternativa viável para evitar prejuízos, garantindo sustentabilidade e rentabilidade para o setor de feijão.

Brasil bate recorde de exportação de feijão (agrolink.com.br)

 

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Gestão, Informação, Investimento, Mercado Internacional, Negócios, Oportunidade de Mercado

SC é o 3º maior exportador de mel do Brasil e está entre os cinco maiores produtores do país

De janeiro a agosto desse ano, foram três mil toneladas de mel exportadas, levando o Estado a atingir a marca de R$ 38,5 milhões.

Santa Catarina é o terceiro maior exportador de mel do Brasil, de acordo com dados levantados de janeiro a agosto deste ano pelo Observatório da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). Foram três mil toneladas de mel exportadas, levando o Estado a atingir a marca de R$ 38,5 milhões.

Santa Catarina tem cerca de 16 mil criadores de abelhas, e está entre os cinco maiores produtores de mel do país, segundo dados da Secretaria da Agricultura do Estado. Em 2022, os catarinenses produziram 4,75 mil toneladas de mel.

— A presença catarinense no topo do ranking dos maiores exportadores de mel do Brasil é um reflexo do trabalho árduo e da dedicação dos nossos apicultores e beneficiadores, que fazem de Santa Catarina um estado forte e competitivo — afirma Camila Morais, economista do Observatório Fiesc.

Mel de Melato da Bracatinga é destaque em SC

Entre os mais de 100 tipos de mel produzidos no Estado, o Mel de Melato da Bracatinga se destaca, representando 95% da exportação catarinense, conforme as Associações de Apicultores de Santa Catarina (Faasc).

O produto possui selo de indicação geográfica com denominação de origem, por conta das características únicas: não cristaliza, tem uma cor escura típica e possui, na composição, sais minerais com propriedades que estimulam os sentidos e são benéficos para o ser humano. Diferentemente do mel floral, ele é obtido a partir do melato excretado por insetos conhecidos como cochonilhas, que se alimentam da seiva da árvore bracatinga. É aí que abelhas colhem esse excremento como se fosse néctar.

A produção da iguaria exige que os apicultores fiquem atentos aos ciclos da natureza, para fazer o manejo das abelhas no momento correto, ou seja, quando a cochonilha atinge a fase adulta e passa a produzir o melato, processo que acontece a cada dois anos. O mel de melato é, então, colhido das colmeias na forma natural, extraído dos favos e envasado tal como as abelhas o produzem.

Mercado do mel é valorizado mundialmente

Santa Catarina se destaca em um mercado cada vez mais valorizado. Em 2024, o mercado mundial do mel atingirá a marca de US$ 11,08 bilhões, e, até 2029, será de US$ 14,28 bilhões, conforme estudos da consultoria Mordor Intelligence.

SC é o 3º maior exportador de mel do Brasil e está entre os cinco maiores produtores do país – NSC Total

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Exportação, Gestão, Informação, Investimento, Logística, Mercado Internacional

Conselho Nacional aprova 4 projetos para a ZPE de Cáceres; 140 empregos serão criados

O Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) aprovou, nessa quarta-feira (9), quatro novos projetos industriais em ZPE.

Entre eles está um empreendimento no Mato Grosso destinado à produção de tábuas, blocos e decks de madeira de teca, que será a empresa – âncora da ZPE de Cáceres.

O projeto da empresa TRC prevê a geração de 140 empregos diretos e investimentos totais de R$ 24 milhões, assegurando a viabilidade econômico-financeira da administradora da ZPE.

ZPE de Pecém – CE

Além disso, o CZPE aprovou o maior projeto de produção de hidrogênio verde em larga escala do Brasil, a ser instalado na ZPE de Pecém, no Ceará. Como contrapartidas, o projeto vai utilizar bens e serviços nacionais e investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Estratégica para a transição energética, a iniciativa faz parte do plano de criação de hub de produção de hidrogênio verde no Ceará. O projeto da Brasil Fortescue Sustainable Industries Ltda prevê R$ 17,5 bilhões em investimento, com capacidade de produção de 1,2 gigawatts (GW), por ano, podendo chegar a 2,1 GW em uma possível segunda fase do projeto, que está alinhado à Missão 5 (Bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas) da Nova Indústria Brasil (NIB).

“O Brasil tem todas as condições para ser o grande protagonista da transformação ecológica que o mundo inteiro busca. E este projeto, com investimentos significativos, é um grande passo nessa direção. A ZPE de Pecém se torna um símbolo dessa nova era, onde a indústria e a preservação do meio ambiente caminham juntas”, afirma o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

A resolução do CZPE que autoriza a implementação da empresa na ZPE de Pecém foi assinada nesta quarta-feira pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, em reunião com o governador do Ceará, Elmano de Freitas.

A previsão é que o projeto gere mais de 9 mil postos de trabalho diretos e indiretos. A fase de implementação deve começar ainda neste mês de outubro. O início das operações está previsto para agosto de 2028.

ZPE de Bacabeira – MA

Outra iniciativa de transição energética foi autorizada na reunião do CZPE. Foi aprovado o projeto industrial destinado à produção de querosene de aviação renovável (SAF), diesel comum e renovável, diesel marítimo (MGO) e gasolina. A refinaria modular de combustíveis será a empresa âncora da ZPE de Bacabeira (MA), garantindo a operacionalização dessa nova ZPE, criada na última reunião do conselho, em 22 de maio.

O projeto prevê investimentos da ordem de R$ 8 bilhões e a geração de 2.300 postos de trabalho nas fases de implementação e operação.

ZPE de Parnaíba – PI

A instalação de indústria de fabricação de féculas e amidos vegetais, para exportação, foi aprovada para a ZPE de Parnaíba (PI). O projeto prevê envolvimento da indústria com agricultura local. A região do baixo Parnaíba é uma das principais regiões produtora de mandioca do Piauí́ e Maranhão.

A estimativa é que o projeto gere cerca de 40 empregos diretos e 500 indiretos. O investimento previsto é de é de R$ 40 milhões.

Exportação de Serviços

O Conselho das Zonas de Processamento de Exportação também aprovou a lista de serviços qualificáveis ao regime das ZPE, que será colocada em consulta pública ainda neste mês. Foram definidas 76 atividades, com base da Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS).

Para a construção da lista foram considerados alguns dos serviços mais exportados pelo país, na modalidade em que o prestador está no Brasil e o consumidor do serviço está no exterior. A partir desses critérios, foram selecionados serviços de base tecnológica e que utilizam mão de obra qualificada para aproveitar as inovações tecnológicas, de alto valor agregado e relacionados à Missão 4 – Transformação Digital, da Nova Indústria Brasil.

O que são Zonas de Processamento de Exportação

As ZPE são áreas criadas com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento da cultura exportadora, a difusão tecnológica e reduzir desequilíbrios regionais. As empresas que se instalam em tais espaços têm acesso a tratamento tributário, cambial e administrativo específicos para promover a maior competitividade de seus produtos no mercado internacional.

A produção no espaço da ZPE, destinada à exportação, garante às empresas suspensão do recolhimento de IPI, Pis-Cofins, Imposto de Importação e AFRMM (Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante) na aquisição de máquinas, equipamentos e instalações e também para insumos e matérias primas, com a conversão em isenção ou alíquota zero no caso de posterior exportação do produto final.

O CZPE é órgão deliberativo presidido pelo MDIC. Fazem parte do Conselho representantes da Casa Civil da Presidência da República e dos ministérios da Fazenda, da Integração e do Desenvolvimento Regional, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, do Planejamento e Orçamento, de Portos e Aeroportos e dos Transportes.

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Agronegócio, Comércio Exterior, Economia, Exportação, Gestão, Industria, Mercado Internacional, Negócios

Exportações de arroz cresceram 81,6% em setembro

No mesmo período, importações recuaram 8,1%, informa a Abiarroz

As exportações brasileiras de arroz (base casca) somaram 148,6 mil toneladas em setembro, 81,6% mais que no mesmo período de 2023, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Arroz (Abiarroz). A receita com essas vendas cresceu 83,1% e ficou em US$ 61,03 milhões.

Desse total, 123,7 mil toneladas foram de arroz beneficiado, 182,7% mais que em setembro de 2023.

No ano, as vendas externas do cereal totalizaram 1,04 milhão de toneladas, queda de 23,6%, com receita de US$ 413,8 milhões, recuou de 13,3%.

Também de acordo com a Abiarroz, as importações do cereal em setembro totalizaram 103,6 mil toneladas, com queda e 8,1% na comparação com o mesmo mês de 2023. Os gastos com essas compras ficaram em US$ 52,9 milhões e aumentou de 13,5%.

No ano, as importações de arroz cresceram 10,5%, para 1,3 milhão de toneladas, com gastos de US$ 566,08 milhões e aumento de 43,1%.

Exportações de arroz cresceram 81,6% em setembro | Arroz | Globo Rural

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Agronegócio, Exportação

SC é terceiro maior exportador de mel do país

Mercados como EUA, Reino Unido e Alemanha estão entre os principais destinos. Mel de Melato da Bracatinga tem 95% da produção exportada

Florianópolis, 10.10.2024 – Santa Catarina se destaca como o terceiro maior exportador de mel do Brasil, resultado da qualidade e competitividade do produto no mercado internacional. Segundo dados do Observatório FIESC, de janeiro a agosto deste ano, SC exportou 3 mil toneladas de mel, atingindo a marca de US$ 7,7 milhões.

Dados da Secretaria da Agricultura do estado apontam que SC tem cerca de 16 mil criadores de abelhas e está entre os 5 maiores produtores de mel do Brasil. Em 2022, os catarinenses produziram 4,75 mil toneladas de mel.

“A presença catarinense no topo do ranking dos maiores exportadores de mel do Brasil é um reflexo do trabalho árduo e da dedicação dos nossos apicultores e beneficiadores, que fazem de Santa Catarina um estado forte e competitivo”, afirma Camila Morais, economista do Observatório FIESC.

Produção de SC

Entre os mais de 100 tipos de mel produzidos no estado, destaca-se o Mel de Melato da Bracatinga, produto que recebeu selo de indicação geográfica com denominação de origem devido a suas características únicas: não cristaliza, possui uma cor escura típica e tem na sua composição sais minerais com propriedades que estimulam os sentidos e são benéficos para o ser humano. Diferente do mel floral, é obtido a partir do melato excretado por insetos conhecidos como cochonilhas, que se alimentam da seiva da árvore bracatinga. As abelhas então colhem esse excremento como se fosse néctar.

A produção da iguaria demanda que o apicultor fique atento aos ciclos da natureza para fazer o manejo das abelhas no momento correto, quando a cochonilha atinge a fase adulta e passa a produzir o melato, processo que acontece a cada dois anos. O mel de melato é então colhido das colmeias na sua forma natural, extraído dos favos e envasado tal como as abelhas o produzem. Dados da Federação das Associações de Apicultores de Santa Catarina (FAASC) apontam que 95% da produção desse mel é exportada.

Os números reforçam o papel de Santa Catarina como um ator relevante na economia do mel, que está cada vez mais valorizada mundialmente. Estudos da consultoria Mordor Intelligence indicam que em 2024 o mercado mundial do produto será de US$ 11,08 bilhões em 2024, e deverá atingir US$ 14,28 bilhões até 2029.

SC é terceiro maior exportador de mel do país | FIESC

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação

Importações brasileiras via contêineres têm crescimento acelerado

Dados recém-divulgados pela equipe de Business Intelligence da Datamar sobre a movimentação brasileira via contêineres apontam que nos primeiros oito meses do ano o Brasil importou 2.106.570 TEUs, volume 18,8% superior ao de igual período do ano passado. Considerando apenas o mês de agosto, o país importou 281.807 TEUs, volume 13,1% superior a igual mês de 2023.

O gráfico a seguir utiliza dados extraídos do DataLiner, produto mestre da Datamar, para comparar as importações de contêineres registradas nos portos brasileiros de janeiro a agosto, desde 2021.

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Grande parte dos produtos mais importados nos oito primeiros meses do ano, segundo os dados, são matéria-prima ou equipamentos para a indústria. Os recebimentos de plásticos aumentaram 28,3% na comparação janeiro a setembro de 2024 e 2023, a importação de reatores, máquinas e caldeiras aumentou 12,1% e materiais elétricos 9,6% no mesmo comparativo.

Nas exportações, foram 2.049.388 TEUs enviados pelos portos brasileiros entre janeiro e agosto de 2024, volume 14,3% superior ao de iguais meses de 2023. Apesar do volume acumulado no ano bem superior, no oitavo mês do ano o crescimento foi de apenas 0,7%.

O gráfico a seguir usa dados extraídos do DataLiner para comparar as exportações de contêineres nos portos brasileiros de janeiro a agosto nos últimos três anos.

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Os dados apontam que o Brasil continua sendo um grande exportador de commodities, sendo a carne a mercadoria mais enviada ao exterior via contêineres, com um volume 8,3% superior nos oito primeiros meses de 2024 ao de igual período de 2023, seguido por madeia (+16,1%) e algodão (+169,3%).

A China continua sendo o principal parceiro comercial do Brasil, tanto nas importações, que cresceram 31,5% como nas exportações, cujo aumento dos embarques foi de 14%.

Argentina e Uruguai

As exportações argentinas também cresceram no acumulado janeiro a agosto de 2023: 6,1%. Em agosto, o crescimento foi de 1,9%.

As importações, em contrapartida, caíram 25,7% nos primeiros oito meses do ano em relação ao ano anterior e 33,3% no oitavo mês do ano em relação a igual mês de 2023.

O Uruguai por sua vez importou um volume 0,6% maior nos oito primeiros meses de 2024 em relação a iguais meses de 2023 e menos 9,7%  mas no mês de agosto registrou queda de 9,7% nos recebimentos na comparação anual. Nas exportações houve um aumento dos embarques de 10,4% no acumulado de janeiro a agosto em relação a mesmos meses de 2023 mas uma queda de 7,4% em agosto em relação a agosto de 2023.

Importações brasileiras via contêineres têm crescimento acelerado – DatamarNews

 

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Agronegócio, Exportação

Exportações brasileiras de carne suína registraram alta de 7,3% em setembro

As exportações brasileiras de carne suína registraram alta de 7,3% em setembro quando comparado a igual período do ano passado. Ao todo, foram embarcados 120,4 mil toneladas de produtos in natura e processados nesse período, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em valor, as exportações de carne suína somaram US$ 283,7 milhões no último mês, avanço de 15,9% na comparação com setembro de 2023. Segundo a ABPA, o resultado é o segundo melhor da série histórica. O recorde foi registrado em julho deste ano, quando as exportações atingiram US$ 309,4 milhões.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, as exportações somam 90,7 mil toneladas, aumento de 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita foi de US$ 2,169 bilhões, avanço de 0,4% na mesma comparação.

Entre os principais destinos estão Filipinas, com 28,2 mil toneladas de carne suína brasileira importadas em setembro, seguido de China, com 16,7 mil toneladas e Chile, com 9,7 mil toneladas.

Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o fluxo [das exportações] deve seguir positivo ao longo de 2024, com perspectiva de crescimento nas exportações totais do ano”.

Exportações brasileiras de carne suína registraram alta de 7,3% em setembro – DatamarNews

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Exportação

Exportação de carne de frango de SC tem seu melhor resultado dos últimos 5 anos

No total, Santa Catarina exportou 173,6 mil toneladas de carnes em setembro

A exportação de carne de frango in natura e industrializada teve o melhor desempenho mensal no Brasil desde maio de 2019.  Em setembro, Santa Catarina exportou 105,6 mil toneladas de frango, com altas de 25,3% na quantidade exportada e de 32,1% nas receitas em relação a agosto.

Na comparação com setembro de 2023, o aumento foi 23,1%  na quantidade e 33,4% no valor exportado. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) e disponíveis no Observatório Agro Catarinense.

No total, Santa Catarina exportou 173,6 mil toneladas de carnes em setembro, que compreende frangos, suínos, perus, patos e marrecos, bovinos, entre outras, o aumento foi de 13,8% na comparação aos embarques do mês anterior e de 17% em relação do registrado no mesmo mês de 2023. Em receitas, o estado exportou US$ 386,7 milhões, altas de 16,9% em relação às de agosto e de 26,4% na comparação com os valores de setembro de 2023.

“Esses resultados demonstram o compromisso de toda cadeia produtiva e do governo do Estado com a sanidade e qualidade da proteína animal. Somos um estado referência, mais de 130 países compram o que o nosso Agro produz”, avalia o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Valdir Colatto.

O estado foi responsável por 23,4% das receitas geradas pelas exportações brasileiras de carne de frango nos nove primeiros meses deste ano. A maioria dos principais destinos apresentou variação positiva, na comparação entre o acumulado deste ano e o mesmo período de 2023, com destaque para Japão (33,7% em quantidade e 9,8% em valor), Países Baixos (11% e 0,2%) e Emirados Árabes Unidos (6,9% e 11,5%). Por outro lado, quedas foram registradas nos embarques para Arábia Saudita (-18% em quantidade e -5,6% em valor) e China (-29,2% e -37,6%).

Suínos

Santa Catarina foi responsável por 55,3% da quantidade e 57% das receitas das exportações brasileiras de carne suína dos nove primeiros meses deste ano. O estado exportou 61,4 mil toneladas de carne suína (in natura, industrializada e miúdos) em setembro, queda de 0,7% em relação aos embarques do mês anterior, mas alta de 10,1% na comparação com os de setembro de 2023. As receitas de setembro foram de US$ 150,4 milhões, altas de 0,1% na comparação com as do mês anterior e de 18% em relação às de setembro de 2023.

Segundo o analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, as expectativas são positivas. “Caso o ritmo de embarques se mantenha ao longo dos próximos meses, o estado deve bater um novo recorde de exportações desse produto, superando o montante do ano passado”, avalia.

A maioria dos principais destinos registrou aumento nos embarques deste ano em relação ao mesmo período de 2023, com destaque para Filipinas (altas de 52,1% em quantidade e de 38,9% em receitas), Japão (125,2% e 120,2%) e México (83,1% e 70,2%). Dois outros importantes compradores, contudo, apresentaram variações negativas no período: China (-39,2% em quantidade e -49,0% em receitas) e Chile (-13,2% e -17,3%).

Filipinas se consolidou como o principal comprador de carne suína catarinense neste ano, respondendo por 24,3% das receitas geradas, enquanto a China, que ocupa a segunda posição no ranking, responde por 18,7% e o Japão, por 17,8%.

FONTE: Exportação de carne de frango de SC tem seu melhor resultado dos últimos 5 anos – Guararema News

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Agronegócio, Exportação

Conheça características da produção de algodão no Brasil

Atualmente, o Brasil é o maior exportador do mundo e o terceiro maior produtor

Nesta segunda-feira (7), celebram-se cinco anos do Dia Mundial do Algodão. A data foi criada pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2019 com o objetivo de destacar a importância dessa fibra tanto para a economia global quanto para o agronegócio.

“Este ano, alcançamos o patamar de maior exportador de fibra de algodão, enviando o produto para grandes mercados, incluindo o Egito, conhecido por ter o melhor algodão do mundo. Essa data simboliza a grande relevância dessa produção para o Brasil e para os produtores rurais”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), desde o final da década de 1990 e início dos anos 2000, o cerrado se consolidou como a principal região produtora da fibra. Conforme a Embrapa Algodão, o ciclo do algodoeiro varia em função da cultivar e do ambiente. Quanto mais próximo à linha do Equador, mais curto é o ciclo. No cerrado, as cultivares precoces têm ciclo de cerca de 150 dias, as de ciclo médio entre 160 e 180 dias, e as de ciclo longo, mais de 180 dias.

Para o plantio, o solo deve ser adequadamente manejado e trabalhado para garantir a qualidade dos cultivos futuros. A cultura do algodão é exigente em nutrientes, demandando solo com pH corrigido e livre de alumínio tóxico, além de boas práticas de conservação da terra e da água. Outro ponto fundamental é o controle de pragas. Para garantir maior produtividade, fatores como a condição climática, a disponibilidade adequada de água e luz, e temperaturas favoráveis são essenciais.

Ainda segundo a Embrapa Algodão, a cotonicultura brasileira é um exemplo de organização setorial, com a colaboração de diversas entidades públicas e privadas, que atuam na inovação e melhoria dos processos de produção da fibra.

O algodão é a fibra têxtil vegetal mais comercializada no mundo. A cotonicultura brasileira apresenta grande diversidade em termos de sementes, climas e beneficiamento, o que pode gerar variações significativas nas características do produto. O Brasil é o terceiro maior produtor de algodão do mundo, e os principais estados produtores são Mato Grosso, Bahia e Mato Grosso do Sul.

Segundo a Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (SPA/Mapa), o cultivo de algodão é a quarta maior cultura temporária do país, com valor de produção estimado em R$ 33 bilhões.

APOIO DO MAPA

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) trabalha para fomentar a cadeia produtiva e incentivar os produtores rurais. Os cotonicultores podem acessar recursos por meio da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) e de linhas de crédito rural para custeio e comercialização. Em 2023, segundo dados do Banco Central, os contratos de financiamento para comercialização (FEE e FGPP) e custeio de algodão totalizaram R$ 561 milhões e R$ 3,54 bilhões, respectivamente, conforme apresentado pela SPA.

Em 2024 o Brasil alcançou a marca de maior país exportador de algodão. Nos primeiros oito meses deste ano, o Brasil já comercializou US$ 3,35 bilhões e 1,72 milhões de toneladas, superando o total exportado em todo o ano de 2023, que registrou US$ 3,33 bilhões e 1,68 milhões de toneladas, conforme apresentou a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI/Mapa).

As exportações de algodão brasileiro vão para mais de 150 países, e os principais importadores são: China, Vietnã, Bangladesh, Turquia e Paquistão.

Conheça características da produção de algodão no Brasil — Ministério da Agricultura e Pecuária (www.gov.br)

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