Tecnologia

WEG entrega aerogerador que pode atender 15 mil residências

Equipamento com 220 metros de altura foi encomendado pela Petrobras e instalado em parque eólico na região da Chapada Diamantina

Entrou em operação na cidade baiana de Brotas de Macaúbas o maior aerogerador instalado em terra firme (onshore) das Américas. O equipamento tem capacidade para gerar cerca de 2.500 MWh/mês, o equivalente ao consumo anual de cerca de 15 mil residências brasileiras.

O aerogerador tem 220 metros de altura do solo até a ponta da pá, equivalente à soma de seis estátuas do Cristo Redentor, e pesa 1830 toneladas, correspondente a cerca de 1660 carros populares.

O gerador foi desenvolvido pela WEG, multinacional de Jaraguá do Sul, à pedido da Petrobras. A encomenda deriva dos contratos de concessão para exploração e produção de petróleo e gás natural, que prevê que as empresas invistam um percentual de sua receita bruta em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

“O desenvolvimento do aerogerador de 7 MW reflete nossa capacidade de inovação e consolida o papel da WEG como protagonista no avanço da energia eólica”, afirma João Paulo Gualberto da Silva, diretor superintendente da WEG Energia. A empresa prevê que ele poderá ser produzido em série a partir da demanda do mercado por novos projetos eólicos.

Uma das vantagens do novo aerogerador é a redução do custo da energia. Com essa capacidade, produz mais eletricidade por unidade de área ocupada, reduzindo a necessidade de instalação de múltiplos aerogeradores. Isso também otimiza o uso do terreno e tende a diminuir os custos gerais de instalação e manutenção.

O equipamento foi comprado e instalado pela norueguesa Statkraft no projeto de modernização do Parque Eólico de Seabra, localizado na região da Chapada Diamantina, interior da Bahia.

Com informações da WEG.

Fontes:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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Tecnologia

China traça rota para se tornar potência científica em 10 anos

Balanço do governo destaca avanços do 14º Plano Quinquenal e metas para consolidar liderança global até 2035

Nos últimos cinco anos, a China passou por um momento histórico de avanços em ciência e tecnologia, alcançando um novo patamar no cenário mundial. Esses resultados fazem parte do 14º Plano Quinquenal (2021-2025), que orienta as metas de desenvolvimento do país.

Nesta quarta-feira (18), o ministro da Ciência e Tecnologia, Yin Hejun, apresentou em Pequim um balanço desses progressos em coletiva de imprensa organizada pelo Conselho de Estado. Ao lado de vice-ministros, ele destacou que as conquistas obtidas até agora são inéditas e fundamentais para que a China atinja seu grande objetivo: tornar-se uma potência global em ciência e tecnologia.

Próximos passos

Segundo Yin Hejun, a China tem um horizonte muito claro: faltam apenas dez anos para atingir a meta de se consolidar como uma potência científica e tecnológica. Ele ressaltou que o país já percorreu um caminho importante, mas que os próximos cinco anos serão decisivos para consolidar as bases dessa transformação. No 15º Plano Quinquenal (2026-2030), o governo definiu quatro grandes diretrizes:

1. Integrar educação, ciência e formação de talentos

A ideia é investir de forma coordenada em universidades, centros de pesquisa e empresas, formando profissionais altamente qualificados. O objetivo é reduzir a distância entre o conhecimento acadêmico e o setor produtivo, garantindo que novos cientistas, engenheiros e técnicos estejam preparados para os desafios tecnológicos do futuro.

2. Aprofundar a ligação entre inovação científica e industrial
A China quer acelerar o processo de transformar descobertas em produtos e serviços aplicáveis no mercado. Isso inclui áreas estratégicas como inteligência artificial, biotecnologia, energias renováveis e exploração espacial. O foco é que os avanços saiam rapidamente dos laboratórios e fortaleçam setores-chave da economia.

3. Criar um ambiente de inovação de classe mundial
Para atrair e manter talentos, o governo promete reduzir burocracias, ampliar linhas de financiamento, fortalecer a infraestrutura de pesquisa e incentivar colaborações internacionais. A ideia é transformar a China em um destino atrativo para cientistas e empreendedores de todo o mundo, em condições competitivas com os principais polos globais.

4. Elevar de forma ampla a capacidade nacional de inovação
Mais do que aumentar investimentos, o objetivo é melhorar a eficiência no uso dos recursos. Isso inclui o fortalecimento da pesquisa básica, a criação de polos regionais de inovação e o estímulo a ecossistemas tecnológicos que possam gerar impacto direto na economia e na sociedade.

Yin destacou que essas medidas fazem parte de um planejamento estratégico de longo prazo, no qual ciência e tecnologia são tratadas como pilares para o desenvolvimento econômico, a segurança nacional e a projeção internacional da China.

“Essas medidas vão consolidar as bases para que a China se firme como líder global em ciência e tecnologia”, afirmou o ministro, reforçando que a inovação é vista como o motor central da modernização chinesa.

Avanços recentes

Nos últimos anos, a China registrou conquistas de grande impacto em diferentes áreas da ciência e da tecnologia, consolidando-se como um dos países mais dinâmicos nesse campo.

Tecnologia quântica, ciências da vida e dos materiais
Pesquisadores chineses fizeram descobertas originais que podem transformar setores inteiros. Na área quântica, há avanços em comunicação segura e computação de altíssima capacidade, capazes de revolucionar o futuro da informática. Em ciências da vida, os progressos vão de técnicas médicas inovadoras a biotecnologias com aplicações na agricultura e na indústria farmacêutica. Já em ciências dos materiais, novos compostos mais leves e resistentes têm potencial para mudar desde a construção civil até a fabricação de eletrônicos de ponta.

Exploração espacial
O país também se consolidou como potência espacial. A Estação Espacial Tiangong entrou em operação regular, funcionando como base para experimentos científicos em órbita e símbolo da autonomia chinesa no espaço. Outro marco foi a missão Chang’e-6, que trouxe à Terra amostras do lado oculto da Lua — feito inédito que amplia o conhecimento científico sobre a formação do satélite e fortalece a posição da China na corrida lunar.

Comunicação e digitalização
No campo das telecomunicações, a China avançou com a implementação em larga escala do 5G, que já sustenta serviços de cidades inteligentes, sistemas de transporte, logística, saúde digital e até agricultura de precisão. A infraestrutura instalada não só impulsiona a economia digital doméstica, mas também ajuda o país a influenciar padrões globais em tecnologias emergentes.

Indústria automotiva e transição energética
Na área automotiva, a China se tornou líder mundial na produção e venda de veículos de nova energia (VNEs), como carros elétricos e híbridos. Essa expansão é resultado da combinação entre investimentos maciços em inovação, forte apoio governamental e crescente demanda interna. O desempenho não só reposiciona a indústria automotiva mundial, mas também contribui diretamente para as metas ambientais chinesas, de redução de emissões de carbono e fortalecimento da economia verde.

Investimentos em pesquisa e desenvolvimento
Essas conquistas se sustentam em uma base sólida de investimento. Apenas em 2024, a China aplicou mais de 3,6 trilhões de yuans (cerca de R$ 2,59 trilhões) em pesquisa e desenvolvimento (P&D), o que representa um crescimento de 48% em relação a 2020. O gasto em P&D já equivale a 2,68% do PIB, superando a média da União Europeia. Além do aporte financeiro, o país conta hoje com o maior número de pesquisadores do mundo, consolidando um ecossistema de inovação robusto e com capacidade de gerar impacto em escala global.

Posição internacional

Os investimentos crescentes em ciência e tecnologia tiveram reflexos claros na posição da China no cenário global. O país subiu do 14º lugar em 2020 para o 10º lugar em 2024 no ranking mundial de inovação, mostrando que sua estratégia de longo prazo está dando resultados concretos. Esse avanço coloca a China ao lado das maiores potências tecnológicas do planeta.

Indústria de alta tecnologia em expansão
Um dos motores dessa ascensão foi o crescimento da indústria de alta tecnologia, que registrou um aumento de 42% em valor agregado nos últimos cinco anos. Esse desempenho é puxado por setores estratégicos como semicondutores, que são a base da revolução digital; biotecnologia, essencial para a medicina e a agricultura do futuro; e energias renováveis, fundamentais para a transição ecológica e para a redução das emissões de carbono.

A força da “nova economia”
Outro destaque é a consolidação da chamada “nova economia”, formada por novas indústrias, modelos de negócio e áreas emergentes como inteligência artificial, comércio eletrônico e veículos inteligentes. Em 2024, esse setor já representava 18% do PIB chinês, revelando o peso crescente de atividades ligadas à inovação na estrutura produtiva do país.

Protagonismo das empresas privadas
As empresas privadas ganharam um papel cada vez mais central nesse processo. Elas respondem hoje por 77% de todos os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), superando a dependência de recursos exclusivamente estatais e mostrando a vitalidade de um setor empresarial que aposta na inovação como diferencial competitivo.

Explosão de empresas de alta tecnologia
O ambiente de negócios também se transformou rapidamente. O número de empresas de alta tecnologia passou de pouco mais de 270 mil em 2020 para mais de 500 mil em 2024, um aumento de 83%. Esse crescimento revela não apenas o fortalecimento de grandes conglomerados, mas também a criação de espaço para startups e companhias inovadoras, capazes de gerar soluções ágeis e criativas em diferentes áreas.

Com esses avanços, a China se consolidou como um dos principais polos de inovação do mundo, combinando escala de investimentos, expansão industrial e dinamismo empresarial para sustentar sua ambição de liderar a economia global do futuro.

Reformas no setor científico

Além dos altos investimentos, a China também passou por uma profunda transformação na forma de organizar sua ciência e incentivar a inovação. O governo percebeu que não bastava apenas colocar mais dinheiro: era preciso mudar as regras do jogo para que pesquisadores, empresas e instituições tivessem mais liberdade, competição saudável e estímulos para produzir resultados rápidos e relevantes.

Novos modelos de incentivo
Foram criados diferentes mecanismos para estimular a inovação:

Ranking competitivo: equipes de pesquisa disputam diretamente entre si para ver quem chega primeiro à solução de um problema. Esse modelo aumenta a eficiência e estimula a criatividade.

Corrida de cavalos: vários grupos trabalham simultaneamente na mesma questão, mas apenas a solução mais eficaz é implementada. Isso evita dependência de uma única equipe e amplia as chances de sucesso.

Líder da cadeia: uma instituição de referência assume a coordenação do projeto como um todo, garantindo foco, organização e integração entre diferentes atores.

Menos burocracia, mais dinamismo
Outra frente importante foi a flexibilização na gestão de recursos. Pesquisadores passaram a ter mais autonomia para usar verbas públicas e privadas, reduzindo a burocracia que muitas vezes travava o andamento de projetos. Além disso, foram criadas avaliações específicas para jovens cientistas, permitindo que eles assumam papéis de liderança e tragam ideias novas sem depender apenas de estruturas hierárquicas tradicionais.

Apoio financeiro ao ecossistema de inovação
No campo financeiro, o governo lançou pacotes de estímulo para fortalecer o ambiente de inovação. Isso inclui fundos especiais para startups tecnológicas, linhas de crédito facilitadas e incentivos fiscais. O resultado já pode ser medido: desde 2021, 376 empresas de base científica e tecnológica abriram capital na STAR Market, a bolsa de inovação de Xangai. Esse movimento não só garante novas fontes de financiamento para essas empresas, como também mostra a confiança dos investidores no potencial tecnológico do país.

Essas reformas estruturais ajudaram a criar um ambiente mais competitivo, flexível e atrativo para pesquisadores e empreendedores, consolidando a ciência como um dos motores da economia chinesa.

Fonte: Revista Fórum

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Comércio Exterior, Inovação, Tecnologia

LOGCOMEX ACELERA EXPANSÃO EM TECNOLOGIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA AMÉRICA LATINA COM A AQUISIÇÃO DA UXCOMEX.

Movimento reforça a missão de transformar o comércio exterior, ampliando soluções para supply chain.

A Logcomex, líder em tecnologia para o comércio exterior na América Latina, anuncia a aquisição da UXComex, plataforma especializada em agentes de carga e despachantes aduaneiros. A operação integra o know-how da Logcomex à especialização operacional da UXComex, acelerando a entrega de um ecossistema único que elimina complexidade e conecta toda a cadeia de importação e exportação.

“Esta aquisição é um movimento estratégico na construção do nosso sistema operacional para o comércio exterior. Ao unir nossa infraestrutura de tecnologia e IA à experiência da UXComex, ampliando o portfólio de produtos da Logcomex, simplificando o Comex e criando produtividade real para todo o supply chain global”, afirma Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex.

Fundada em 2017, a UXComex simplifica rotinas do agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro — tarefas que antes dependiam de planilhas e e-mails. “Criamos a UXComex para ajudar agentes de carga e despachantes aduaneiros a escalar suas operações, eliminando o trabalho repetitivo. Com a expertise e o reconhecimento da Logcomex, esse impacto é potencializado”, destaca Cleber Moschini, diretor de tecnologia da UXComex.

Para Carlos Souza, cofundador e COO da Logcomex, o valor ao cliente é imediato: “Execução e inteligência integrados significam menos custos, mais eficiência e decisões muito mais rápidas.”

A UXComex continuará operando com autonomia, mantendo sua tecnologia separada e estrutura de atendimento ao cliente. Isso garante que a empresa mantenha sua identidade, equipe e a relação próxima com seus clientes, agora com a Logcomex como catalisadora de inovação e crescimento.

A Logcomex já atende milhares de clientes em mais de 30 países — com expansão acelerada na América Latina, especialmente no México — e reforça sua presença global ao incorporar os fluxos de agentes de carga e despachantes da UXComex.

Sobre a Logcomex
A Logcomex oferece um ecossistema de soluções de tecnologia e IA, que impulsiona o Comércio Exterior na América Latina, eliminando a complexidade e aumentando a produtividade das operações globais. Presente em diferentes mercados e com uma base crescente de clientes, a Logcomex é referência em inovação para o comércio exterior e supply chain.

Sobre a UXComex
Fundada em 2017, a UXComex simplifica rotinas do agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro com módulos de importação e exportação, aérea e marítima, CRM, web-tracking e gestão financeira – reduzindo erros e acelerando processos globais.

Da esquerda para direita: Helmuth Hofstatter – CEO e cofundador Logcomex ; Giancarlo Fiorotti – CPO, Chief Product Officer da UXComex; Rodrigo Loretti – CSO, Chief Sales Officer da UXComex; Cleber Moschini – CTO, Chief Technology Officer da UXComex; Carlos Souza – COO e confundador da Logcomex – Crédito: Yow Filmes

Danilo Camarini – diretor de tecnologia da Logcomex ; Giancarlo Fiorotti – CPO, Chief Product Officer da UXComex; Carlos Souza – COO e confundador da Logcomex; Mônica Gabriella – head de tecnologia da Logcomex ; Rodrigo Loretti – CSO, Chief Sales Officer da UXComex; Cleber Moschini – CTO, Chief Technology Officer da UXComex; Helmuth Hofstatter – CEO e cofundador Logcomex – Crédito: Yow Filmes

Texto e fotos: Assessoria de Imprensas

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Inovação, Tecnologia

IA pode elevar valor do comércio global em quase 40% até 2040, diz OMC

A inteligência artificial pode aumentar o valor do comércio de bens e serviços em quase 40% até 2040, mas sem políticas adequadas também pode exacerbar as divisões econômicas, alertou um novo relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta quarta-feira.

Custos comerciais mais baixos e maior produtividade podem gerar aumentos substanciais no comércio e no Produto Interno Bruto (PIB) até 2040, com projeções de ganhos de 34% a 37% em vários cenários, de acordo com o Relatório de Comércio Mundial da OMC.

O PIB global também pode aumentar em 12% ou 13%, disse.

“A IA pode ser um ponto positivo para o comércio em um ambiente comercial cada vez mais complexo”, disse a vice-diretora-geral da OMC, Johanna Hill, comentando o relatório anual que analisa tendências no sistema comercial multilateral.

Reconhecendo a turbulência atual no sistema comercial mundial, Hill observou que a IA estava remodelando o futuro da economia global e do comércio internacional, com o potencial de reduzir os custos e aumentar a produtividade.

As regras do comércio global, regidas pelo órgão de fiscalização sediado em Genebra, enfrentaram grandes interrupções neste ano após uma série de tarifas impostas pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump.

O relatório destacou como as empresas podem reduzir custos em logística, conformidade regulatória e comunicações.

“As tecnologias de tradução baseadas em IA podem tornar a comunicação mais rápida e econômica, beneficiando particularmente pequenos produtores e varejistas, permitindo que eles se expandam para mercados globais”, afirma o relatório.

Esses avanços poderiam ajudar a aumentar o crescimento das exportações em países de baixa renda em até 11%, desde que melhorassem sua infraestrutura digital.

No entanto, o relatório alertou que, sem investimentos direcionados e políticas inclusivas, a IA poderia aprofundar as divisões existentes.

“Os efeitos do desenvolvimento e da implantação da IA estão levantando preocupações de que muitos trabalhadores, e até mesmo economias inteiras, podem ficar para trás”, disse o relatório.

A diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, disse que os formuladores de políticas precisam gerenciar cuidadosamente a transição para a IA.

“A IA pode revolucionar os mercados de trabalho, transformando alguns empregos e substituindo outros. Gerenciar essas mudanças exige investimento em políticas nacionais para aprimorar a educação, as habilidades, a reciclagem profissional e as redes de segurança social”, disse ela durante o evento de lançamento do relatório em Genebra.

Para garantir que os benefícios da IA fossem amplamente compartilhados, o comércio previsível apoiado pelas regras da OMC e tarifas mais baixas sobre matérias-primas essenciais para tecnologias de inteligência artificial, incluindo semicondutores, eram cruciais, acrescentou a OMC.

Fonte: Terra

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Tecnologia

Pontos de recarga de veículos elétricos no Brasil crescem 14%

A rede total de infraestrutura de recarga do país já tem 16.880 pontos públicos e semipúblicos de carregamento

Um levantamento mostra que o Brasil tinha 16.880 pontos públicos e semipúblicos de carregamento de veículos elétricos em agosto. Na comparação com o levantamento anterior, de fevereiro (14.827), houve um crescimento de 14% na rede total de infraestrutura de recarga do país.

Pelo menos 1.499 municípios brasileiros contam com eletropostos, crescimento de 10% na disponibilidade de infraestrutura na comparação com fevereiro de 2025. A atual infraestrutura aponta para uma relação de 18 veículos plug-in por eletroposto.

Os dados são da Tupi Mobilidade, em parceria com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

Dos 16.880 eletropostos existentes até agosto, 77% (13.025) oferecem carga lenta (AC), enquanto 23% (3.855) são carregadores rápidos (DC). Esse serviço cresceu 59% em seis meses.

O Norte foi a região que teve a maior evolução porcentual (31%) de pontos, mas o crescimento da infraestrutura tem se distribuído de maneira desigual pelo território nacional, revelando diferentes estágios de maturidade, de acordo com o levantamento.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Negócios

WEG se torna líder global em motores elétricos de baixa tensão

A empresa brasileira alcança 16% de participação no mercado global, superando a ABB, histórica líder do setor

A WEG se tornou a maior produtora mundial de motores elétricos de baixa tensão, com 16% de participação de mercado, segundo dados do relatório de 2025 da Omdia. A companhia ultrapassou a ABB, que ficou com 15,5%. Esse marco reflete a estratégia de internacionalização da WEG e sua contínua verticalização, com destaque para operações em países como China e México, que visam ampliar a produção local.

Rodrigo Fumo Fernandes, Diretor de Motores da WEG, comentou que o foco em produção local e a constante revisão do portfólio de produtos foram essenciais para alcançar a liderança. Ele ressaltou que a expansão internacional foi um dos principais motores dessa conquista. A mudança no ranking global também é atribuída ao desempenho competitivo da WEG em comparação com empresas tradicionais europeias, cujos custos de produção mais elevados limitaram seu crescimento.

Além disso, a chinesa Wolong se destacou ao conquistar 7,5% de participação de mercado, enquanto a Siemens perdeu força após vender suas operações de motores para um fundo de private equity. Mesmo com desafios, como as políticas tarifárias nos EUA, a WEG segue consolidando sua posição de liderança no setor.

Fonte: Brasil 247

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Industria, Tecnologia

Indústria têxtil debate tendências globais e soluções tecnológicas

Workshops em Blumenau mostram como a inovação pode ampliar a competitividade do setor; confira a programação e veja como participar

No dia 17 de setembro, o UniSENAI Blumenau recebe dois eventos da indústria têxtil: o 3º TEXDAY: Workshop de Inovação e o 4º Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis. A programação ao longo do dia conecta empresários, pesquisadores e profissionais do setor em debates sobre química 4.0, produtividade, sustentabilidade e soluções de pesquisa aplicada.

De manhã, o Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário e Design promove o Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis. O evento apresenta palestras sobre química têxtil 4.0, alavancas para produtividade e a importância da escolha da fibra na competitividade dos produtos, incluindo uma mesa-redonda interativa com discussões sobre estes temas.

À tarde, o 3º Texday, uma iniciativa da Câmara da Indústria Têxtil, Confecção, Couro e Calçados da FIESC, destaca a participação da pesquisadora Johanna Liipola, da Universidade de Turku, na Finlândia, além da apresentação de linhas de pesquisa do Instituto SENAI em áreas como têxteis condutores, tingimento com microrganismos e intensificação de processos enzimáticos. O evento também aborda fontes de fomento e apresenta a equipe de pesquisa do UniSENAI.

Fontes:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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Tecnologia

Volume de aves e suínos produzidos com energia solar pela BRF ultrapassa 60% em um ano

Apenas na produção de frangos, o índice subiu de 58% para 68% entre 2023 e 2024; além da vantagem ambiental, a migração tem gerado uma economia média de 95% no custo de energia elétrica aos produtores integrados

Como parte de uma estratégia estruturada para promover a transição para uma agropecuária de baixo carbono, a BRF, uma das maiores produtoras de aves e suínos do Brasil, aderiu à energia renovável tanto em suas unidades fabris como nas granjas de seus produtores integrados.

A implementação de painéis solares fotovoltaicos teve início em 2023, por meio de fornecedores estrangeiros, e desde então os resultados têm sido promissores tanto para a BRF, quanto aos quatro mil produtores integrados, distribuídos por sete estados brasileiros (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e na Turquia.

“Houve toda uma preparação para que a gente pudesse levar a esse integrado, mostrando para ele que aquilo, efetivamente, era benéfico, tanto do nosso ponto de vista, como um propósito de fazer uma produção que seja mais sustentável, mas também do ponto de vista da rentabilidade do negócio dele”, afirma Paulo Pianez, diretor global de sustentabilidade da BRF.

Entre 2023 e 2024, o volume de aves e suínos produzidos com energia solar pelos produtores integrados da BRF passou de 49% para 61%, um avanço de 24,5%. Considerando apenas a produção de frangos, o índice subiu de 58% para 68%.

Na produção de perus, o salto foi de 64% para 73%. Já na suinocultura, o avanço foi ainda mais expressivo: de 28% em 2023 para 51% em 2024. Segundo Pianez, os números equivalentes a 2025 serão fechados no fim do ano, mas a expectativa é de ganhos ainda mais expressivos.

Para se ter noção, o volume de energia solar gerado pelas granjas parceiras até agora tem capacidade para abastecer uma cidade com aproximadamente 230 mil habitantes – Hortolândia, no interior de São Paulo, por exemplo.

A adoção crescente da energia solar entre os integrados da BRF conta com apoio do convênio firmado com o Banco do Brasil, que oferece R$ 200 milhões em crédito com taxas reduzidas para financiamento de sistemas de energia solar. Além da vantagem ambiental, a migração tem gerado benefícios econômicos significativos, com uma economia média de 95% no custo de energia elétrica.

Metas de descarbonização

Em 2025, a BRF teve suas metas de descarbonização validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), tornando-se a primeira empresa do setor de alimentos no Brasil a ter metas aprovadas com base na nova metodologia FLAG, sigla em inglês para florestas, uso da terra e agricultura.

O compromisso da companhia é reduzir, até 2032, 51% das emissões diretas, que incluem fábricas, centros de distribuição e consumo de energia nas operações próprias, além de cortar em 35,7% as emissões indiretas, que representam cerca de 98% do total e abrangem toda a cadeia de valor.

Para além da energia solar, um outro campo que a BRF tem explorado e estudado sua viabilidade tem a ver com o uso de tecnologia para a transformação de dejetos suínos em biometano. “O gás biometano produzido pode se converter tanto em combustível para nossa frota, como também como combustível para mover geradores de energia”, exemplifica Pianez.

Fonte: Época Negócios

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Tecnologia

Drones entregarão seu próximo pedido de comida?

O delivery de alimentos é um luxo que deixou os moradores das cidades acostumados. Mas estão surgindo mais opções para pessoas que moram fora da zona urbana.

Com cerca de 700 mil ilhas, a Suécia, a Noruega e a Finlândia abrigam a maior quantidade de ilhas do mundo. Seu litoral é pontilhado de arquipélagos, que formaram sua história e cultura.

Diversas dessas ilhas são acessíveis por balsas e pontes para os moradores das cidades da região. Mas existe algo que os moradores locais, muitas vezes, não têm: delivery de comida quente na porta de casa, um serviço que seus primos da cidade provavelmente usam com frequência.

Mas a start-up norueguesa Aviant quer mudar esta situação, com o primeiro serviço de delivery de comida por drones da região, começando pela ilha de Värmdö, na Suécia.

Värmdö fica a apenas 13 km em linha reta da capital sueca, Estocolmo. A ilha tem acesso de carro, ônibus e balsa.

Mas sua população de cerca de 46 mil habitantes (que chega a 100 mil, no verão) tem poucas opções de delivery de comida.

Em uma chamada de vídeo, o CEO (diretor-executivo) e um dos fundadores da Aviant, Lars Erik Fagernæs, mostra um mapa das ilhas mais próximas a Estocolmo.

“Todos os quadrados azuis e brancos são onde [os serviços de delivery] Foodora e Wolt mantêm atendimento e todos os quadrados pretos são onde eles não estão”, explica Fagernæs. Ele mora na cidade norueguesa de Trondheim, a 500 km da capital, Oslo.

“Você pode ver no mapa que existem 87 mil pessoas sem acesso a um serviço de delivery. Essas pessoas moram no que você chamaria de subúrbios e gostariam de pedir comida para entrega, mas simplesmente não têm opções.”

Mas, desde fevereiro, os moradores de Gustavsberg — a maior cidade de Värmdö — e regiões vizinhas podem pedir hambúrgueres quentes da cadeia escandinava Bastard Burgers diretamente para sua casa por drone, usando a tecnologia da Aviant.

O custo da entrega é comparável aos serviços de carro ou moto, pois os drones eliminam o custo do motorista.

No momento, a Aviant está em “fase beta”. Ela entrega apenas 10 itens por semana, para verificar se tudo funciona.

Mas o plano é aumentar a escala com o passar do ano.

‘Óvni entregando a comida’

A Aviant deve lançar um serviço similar na península de Nesodden, na Noruega. Ela fica a apenas 6,5 km de distância em linha reta de Oslo, mas a viagem rodoviária é de 47 km. Fagernæs mostra novamente a localização no mapa.

“Toda a parte branca é o local onde, atualmente, não há um serviço de delivery de comida”, explica ele. “Por isso, cerca de 100 mil pessoas, agora, terão acesso ao delivery, o que não tinham antes.”

Fagernæs reconhece que este não foi um processo fácil de se aperfeiçoar. Foram necessárias diversas tentativas para garantir que a comida permanecesse quente e fresca durante o tempo máximo de voo de até 10 minutos, em um raio de até 10 km.

“Testamos isso por três anos”, relembra ele. “No começo, muitas batatas ficavam encharcadas.”

“Mas melhoramos o recipiente isolado onde vai o hambúrguer. Agora, sabemos que ele chega quente, mesmo no inverno.”

“As pessoas ficam malucas com isso”, conta Fagernæs. “Eles chamam seus vizinhos e a vovó. Eles acham que é um óvni entregando a comida.”

Fagernæs espera que os dois serviços piloto forneçam a “receita”, como ele chama, para iniciar um desdobramento em plena escala por toda a Escandinávia, contemplando comunidades como as de Värmdö e Nessoden, selecionadas pela sua geografia. Ele aponta para o mapa outra vez.

“Não temos cidades enormes, mas estas áreas são viáveis para o delivery por drones”, explica ele. “Elas ficam nos limites entre o urbano e o rural, onde é muito difícil atender de carro. E representam boa parte da população da Escandinávia.”

A Aviant identificou cerca de 40 bases de expansão em toda a Escandinávia para os próximos dois anos. E observa geografia similar no Canadá, com mais de 52 mil ilhas, e na região nordeste dos Estados Unidos, caracterizada por lagos, ilhas e montanhas.

Em relação ao clima, Fagernæs admite que os fortes ventos, ocasionalmente, derrubam os drones, mas espera que o serviço fique operante por 90% do tempo.

Em relação aos drones para fornecer comida para regiões realmente remotas, a Aviant é uma dentre várias empresas de drones que verificaram a tendência, mas concluíram que os números não compensavam.

Em 2022, a Aviant começou a fornecer comida tailandesa, italiana e sushi para moradores fora de Trondheim. Mas encerrou o serviço em agosto de 2023.

Paralelamente, em 2022, a empresa britânica Skyports forneceu merenda escolar para crianças nas ilhas Orkney, na Escócia. A ação era financiada pelo conselho local de Argyll e Bute e, temporariamente, forneceu um serviço de delivery de “peixe com batatas fritas às sextas-feiras” para a comunidade estendida.

Da mesma forma, a empresa alemã Wingcopter forneceu produtos de uso diário para moradores rurais, em 2023, como parte de uma parceria com o governo local.

E, na província de Zhejiang, no leste da China, um município está financiando o delivery de refeições quentes por drones para moradores idosos, isolados nas montanhas.

Mas a continuidade destes serviços sem um parceiro privado ou governamental não é comercialmente viável.

As distâncias fazem com que o custo da entrega seja proibitivo para a pessoa que faz o pedido, ou para a loja fornecedora do alimento. E, por serem áreas rurais, a quantidade de moradores não gera pedidos suficientes para iniciar o serviço.

Mas a Skyports opera um serviço de delivery por drones em parceria com o correio britânico nas ilhas Orkney, desde 2023. Atualmente, ela busca saber como os drones usados no serviço podem ser redirecionados para retomar o serviço de delivery de refeições — desta vez, para todos os moradores.

“Ainda não abrimos para outras pessoas, além dos usuários do correio, pois, atualmente, este é um serviço exclusivo do correio britânico”, explica o diretor da Skyports, Alex Brown.

“Mas, certamente, podemos observar, quando os drones não estiverem em uso, como poderíamos transportar carga das lojas do continente para as ilhas.”

“Precisaríamos observar qual seria o adicional de preço, pois será importante reduzir os custos”, prossegue Brown. “Hoje, estamos concentrados apenas no bom desempenho do serviço, antes de considerar esta expansão.”

“Certamente poderíamos fazer algo deste tipo funcionar. Quanto mais você utilizar o drone, melhor.”

“Existem modelos em que você tem um cliente âncora, que cobre o custo principal, e, depois, você pode aproveitar cada vez mais novas oportunidades comerciais para trazer mais receita e, então, um novo serviço para que as pessoas possam fazer uso.”

A segurança dos drones

Além de fechar as contas, no Reino Unido, os operadores comerciais de drones precisam trabalhar em conjunto com a Autoridade de Aviação Civil, para designar um espaço aéreo exclusivo onde possam operar, evitando colisões com outras aeronaves e minimizando o risco de acidentes com as pessoas em terra.

A prioridade é a segurança, mas isso dificulta muito a entrada no mercado britânico de drones, em comparação com o continente europeu, a Ásia ou a Austrália, indica Brown.

Ele explica que os operadores rurais podem defender que estão operando em espaço aéreo atípico, ou onde provavelmente não haverá outras aeronaves voando ou muitas pessoas em terra. Eles podem também demonstrar que estão usando tecnologia de navegação e detecção de riscos de alta tecnologia.

Brown afirma que o governo britânico está cada vez mais aberto para estas opções e incentiva os empresários do setor.

“Está ficando mais fácil e, dando crédito ao governo britânico, eles estão fazendo bons progressos”, conclui ele.

Fonte: BBC

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Comércio, Tecnologia

Eletrificados alcançam 9,4% da venda de carros novos no Brasil em agosto

Híbridos plug-in lideraram as vendas no período, com mais de 8 mil unidades; os 100% elétricos tiveram recorde de mais de 7,6 mil emplacamentos

As vendas de carros elétricos no Brasil somaram 20.222 unidades em agosto, uma participação de 9,4% do mercado automotivo no período (214.490 em agosto, segundo a Fenabrave), de acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

A associação projeta que os emplacamentos devem superar a marca de 200 mil em 2025. Entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados 126.087 carros híbridos e a bateria.

Segundo estimativa da ABVE Data, num cenário conservador, as vendas devem chegar a pelo menos 200 mil, com aumento de 13% sobre o total de 2024 (177.358). No cenário que considera o ritmo de vendas atual, podem atingir 215 mil, o que representaria um crescimento anual de 21%.

“Esses números são significativos por vários motivos”, comenta o presidente da ABVE, Ricardo Bastos. “As vendas de eletrificados continuam aquecidas, mesmo diante de taxas de juros altas e do aumento do imposto de importação de veículos elétricos”.

“Confirmando-se o cenário mais provável, teremos aumento das vendas acima de 20% em 2025 sobre o ano anterior, o que representa um crescimento três vezes mais rápido do que a média do conjunto do mercado automotivo brasileiro”, conclui.

Perfil do mercado

Na comparação com julho deste ano (19.016), as vendas de agosto aumentaram 6%. Sobre agosto de 2024 (14.667), o crescimento foi ainda mais expressivo: 38%.

Na classificação da ABVE Data, os eletrificados incluem os 100% elétricos (BEV), os híbridos elétricos plug-in (PHEV), híbrido sem recarga externa (HEV) e híbridos a etanol (HEV Flex).

Um dos destaques de agosto foram os 2.245 híbridos flex (HEV Flex) emplacados, com aumento expressivo de 118% sobre julho (1.026). Liderados pelo estado de São Paulo, esse foi o melhor desempenho de vendas dos veículos com essa tecnologia desde o início do ano.

Os 100% elétricos também registraram novo recorde de vendas, puxados pelo Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Em agosto, foram 7.624 unidades em todo o país, com crescimento de 9%, sobre julho (7.010).

A ABVE aponta que o ano de 2025 tem sido marcado pelos investimentos significativos das montadoras chinesas de eletrificados, com destaque para a inauguração de duas novas fábricas no Brasil: BYD, em Camaçari (BA), e GWM, em Iracemápolis (SP).

Além disso, novas marcas passaram a operar no país, ampliando a oferta de modelos eletrificados.

Dos 20.222 eletrificados leves vendidos em agosto de 2025, 77,5% foram veículos plug-in (BEV e PHEV) e 22,5% híbridos sem recarga externa (HEV e HEV Flex).

Entre os plug-in, os PHEV lideraram as vendas em agosto com 8.057 unidades, representando 40% do total de eletrificados. Em relação a julho (8.644), houve uma queda de 7% dos PHEV; já sobre agosto de 2024 (5.781), um crescimento expressivo de 39,4%.

Os BEV bateram mais uma vez o recorde mensal de vendas em agosto, com 7.624 unidades, correspondentes a 38% das vendas de eletrificados no mês. Sobre agosto de 2024 (5.115), os BEV tiveram um crescimento robusto de 49%.

Os HEV e HEV Flex totalizaram 4.541 unidades, equivalentes a 22,5% do mercado de eletrificados em agosto. Os números indicam que os híbridos não plug-in continuam relevantes em regiões onde a infraestrutura de recarga ainda está em desenvolvimento, observa a ABVE.

Os híbridos convencionais representaram 11,4% das vendas de eletrificados em agosto (2.296), com leve queda de 1,7% sobre julho (2.336), mas aumento significativo de 73,5% sobre agosto de 2024 (1.323).

Já os HEV Flex responderam por 11% das vendas de eletrificados (2.245), com um aumento expressivo de 119% sobre julho (1.026) e de 40% sobre agosto de 2024 (1.604).

Participação de mercado por tecnologia em agosto

  • PHEV 057 (39,8%)
  • BEV 624 (37,7%)
  • HEV FLEX 296 (11,4%)
  • HEV FLEX 245 (11,1%)
  • TOTAL: 20.222

Geografia da eletromobilidade

 A Região Sudeste lidera de forma expressiva o mercado de eletrificação no Brasil, impulsionada principalmente pelo estado de São Paulo, que se destaca tanto nas vendas de veículos leves eletrificados quanto de ônibus elétricos.

Ranking de agosto:

  • 1º – Sudeste: 9.430 (46,6%)
  • 2º – Sul: 3.551 (17,6%)
  • 3º – Nordeste: 3.302 (16,3%)
  • 4º – Centro-Oeste: 3.079 (15,2%)
  • 5º – Norte: 860 (4,3%)

Os 5 estados que mais venderam veículos eletrificados leves em agosto de 2025

  • 1º – São Paulo: 6.487 (32,1%)
  • 2º – Distrito Federal: 2.010 (9,9%)
  • 3º – Santa Catarina: 1.243 (6,1%)
  • 4º – Rio de Janeiro: 1.234 (6,1%)
  • 5º – Minas Gerais: 1.204 (6%)

Os 5 municípios que mais venderam veículos eletrificados leves em agosto de 2025

5º – Curitiba: 525

1º – São Paulo: 2.747

2º – Brasília: 2.010

3º – Rio de Janeiro: 670

4º – Belo Horizonte: 634

Fonte: Eixos

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