Internacional

Brasil e Países Baixos assinam Marco de Cooperação Estratégica

Brasil e Países Baixos firmaram um novo Marco de Cooperação Estratégica com o objetivo de ampliar a agenda bilateral e fortalecer a parceria entre os dois países em áreas de interesse comum.

O acordo foi assinado em 23 de setembro, em Nova York, durante reunião entre o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o ministro das Relações Exteriores do Reino dos Países Baixos, Tom Berendsen. O encontro ocorreu à margem da semana de alto nível da 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Acordo estabelece sete áreas de cooperação

O novo instrumento prevê ações conjuntas em sete eixos considerados estratégicos para as relações entre os países:

  • Diálogo político e cooperação cultural;
  • Comércio sustentável e investimentos;
  • Energias limpas, adaptação às mudanças climáticas e redução de seus impactos;
  • Defesa e segurança;
  • Combate ao crime;
  • Ciência, tecnologia e inovação;
  • Cooperação em organismos e fóruns multilaterais.

A iniciativa busca organizar e ampliar a cooperação bilateral em setores considerados relevantes para os dois governos.

Parceria entra em nova etapa

A assinatura do acordo ocorre no início das celebrações pelos 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Países Baixos.

Nesse contexto, o Marco de Cooperação Estratégica pretende ampliar os intercâmbios entre os dois países nas áreas política, econômica, científica e tecnológica.

A iniciativa também estabelece uma base para o desenvolvimento de novas ações conjuntas em temas como transição energética, sustentabilidade, inovação, segurança e mudanças climáticas.

Brasil e Países Baixos ampliam agenda bilateral

Com o novo marco, os dois países buscam aprofundar a cooperação em diferentes frentes e fortalecer o diálogo sobre assuntos de interesse mútuo.

A expectativa é que a iniciativa contribua para ampliar as relações econômicas, científicas, tecnológicas e diplomáticas entre Brasil e Países Baixos, além de estimular a atuação conjunta em questões discutidas em organismos internacionais.

FONTE: Ministério das Relações Exteriores
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gerada por IA

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Inovação

DR Aromas & Ingredientes: de 100 anos de história à inovação com inteligência artificial

Da logística feita com carroças e trens ao uso de inteligência artificial na análise sensorial. A trajetória da DR Aromas & Ingredientes reúne tradição, expansão internacional e investimento em tecnologia, em uma história que acompanha a evolução da indústria catarinense.

A empresa, que surgiu em Jaraguá do Sul, foi destaque no Espaço Indústria da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), onde apresentou parte de sua trajetória e as estratégias adotadas para acompanhar as transformações do mercado.

Uma empresa catarinense com atuação internacional

Ao longo de um século, a DR Aromas & Ingredientes ampliou sua presença e passou a atuar em oito países. Atualmente, a companhia conta com seis centros de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), além de um centro de inovação e logística na Europa.

A multinacional também mantém escritórios comerciais em mercados estratégicos, incluindo Estados Unidos, China e Polônia. Seus produtos chegam a mais de 70 países.

Para sustentar a estratégia de crescimento e desenvolvimento de novos produtos, a empresa direciona cerca de 5% da receita anual para P&D e inovação.

Inovação acompanha as mudanças no consumo

A aposta em tecnologia e inovação está entre as prioridades da companhia. Segundo Leonardo Zipf, presidente do conselho de administração da DR Aromas & Ingredientes, acompanhar as mudanças nos hábitos alimentares e no comportamento dos consumidores é fundamental para antecipar tendências.

“Em 100 anos, aprendemos que não podemos focar na crise e deixar que o pessimismo nos contamine. O otimismo e a visão de longo prazo são o maior diferencial de um empreendedor. Para nós, 100 anos é só o começo”, afirma Zipf.

O executivo destaca que novas tecnologias e transformações nos padrões de consumo vêm influenciando diretamente o mercado de alimentos. Nesse cenário, a empresa busca desenvolver soluções capazes de responder às novas demandas e contribuir para a evolução do setor.

Inteligência artificial e pesquisa para o futuro

Entre as frentes de desenvolvimento está o uso de inteligência artificial aplicada à análise sensorial, recurso que representa uma nova etapa na busca por soluções tecnológicas para a indústria de alimentos.

A estratégia da DR Aromas & Ingredientes envolve ainda o desenvolvimento contínuo de produtos e processos voltados à indústria de alimentos, com atenção às tendências que podem transformar o mercado nos próximos anos.

O SENAI/SC está entre os parceiros da empresa em projetos voltados à inovação, contribuindo para o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias.

A história apresentada no Espaço Indústria mostra, assim, como uma empresa criada em Santa Catarina no início do século passado passou da distribuição de óleos essenciais por carroças e trens para uma operação internacional baseada em pesquisa, inovação e tecnologia.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Filipe Scotti

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Tecnologia

Cúpula do BID une líderes latino-americanos e gigantes da tecnologia para acelerar expansão da Inteligência Artificial

O Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID) promoveu um encontro estratégico histórico paralelamente à Assembleia Geral da ONU. O evento reuniu chefes de Estado sul-americanos e caribenhos com executivos de peso de multinacionais como Google, Microsoft, Anthropic e Nvidia. O objetivo central foi estruturar uma agenda compartilhada para a adoção da Inteligência Artificial (IA), visando destravar novos patamares de desenvolvimento e eficiência econômica na América Latina e no Caribe.

Mecanismo regional e estratégia conjunta de investimentos

Durante as discussões, autoridades de países como Brasil, Chile, Colômbia e Uruguai enfatizaram a urgência de criar um mecanismo regional unificado. A proposta consiste em alinhar diretrizes de investimento e estabelecer regras comuns para que a tecnologia seja implementada de forma ética, segura e capilarizada em toda a região.

Os debates destacaram que o sucesso da transformação digital depende de pilares fundamentais, tais como:

  • Marcos regulatórios sólidos e instituições preparadas;
  • Capacitação de talentos e novas competências profissionais;
  • Fortalecimento da infraestrutura digital e ecossistemas de dados;
  • Difusão tecnológica eficiente entre governos, corporações e classe trabalhadora.

O impacto da IA no PIB da América Latina

A urgência do encontro foi impulsionada por dados preliminares do principal relatório institucional do BID, entitulado “From Digitalization to Artificial Intelligence: Turning Promises into Productivity”, com lançamento oficial previsto para novembro de 2026.

Os números revelam cenários decisivos para o futuro econômico do continente:

  • Cenário otimista: Com uma integração ampla da Inteligência Artificial na economia, o PIB regional pode registrar um salto de até 5,1% em dez anos.
  • Cenário limitado: Caso a absorção tecnológica seja restrita, o crescimento econômico estimado não passará de 0,3% no mesmo período.

O estudo também alerta para os reflexos no mercado de trabalho. A mobilidade profissional será determinante: salários podem subir até 5,3% caso haja migração para setores em alta, mas correm o risco de recuar drasticamente se faltarem políticas públicas de requalificação profissional e transição de carreira.

Diálogo multissetorial de alto nível

A cúpula contou com a presença marcante de presidentes e ministros latino-americanos, além de lideranças globais do ecossistema de inovação, incluindo representantes da Alphabet, Google, Meta, Microsoft e Nvidia. A iniciativa ocorreu em parceria com a Americas Society/Council of the Americas e a Bicycle Capital, reforçando o compromisso conjunto entre o setor público e privado para consolidar uma inovação tecnológica responsável na região.

FONTE: IADB
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/IADB

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Tecnologia

Redata: presidente sanciona regime que amplia incentivos para data centers no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na terça-feira (15) a lei que cria o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata). A medida busca estimular investimentos em data centers, fortalecer a cadeia tecnológica brasileira e ampliar o desenvolvimento de setores ligados à indústria 4.0.

A nova política também tem entre seus objetivos aumentar a soberania digital do país em áreas como computação em nuvem, inteligência artificial, fábricas inteligentes e Internet das Coisas (IoT).

Incentivos são vinculados a pesquisa e inovação

O Redata condiciona os benefícios tributários ao cumprimento de contrapartidas voltadas à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).

A proposta é estimular o crescimento das cadeias produtivas relacionadas à economia digital no Brasil, além de estabelecer uma parcela mínima dos serviços que deverá ser direcionada ao mercado nacional.

O programa também prevê mecanismos para incentivar a desconcentração regional dos investimentos. Projetos instalados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste terão exigências menores em determinadas contrapartidas.

Empresas terão metas de sustentabilidade

As companhias que aderirem ao regime precisarão cumprir requisitos relacionados à eficiência hídrica e à sustentabilidade.

Os empreendimentos deverão adotar medidas para reduzir o consumo de água e utilizar fontes de energia renováveis ou de baixa emissão de carbono. Os critérios e parâmetros específicos serão definidos posteriormente por regulamentação.

Equipamentos de tecnologia terão benefícios fiscais

Entre os principais incentivos do Redata está a isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI na compra de equipamentos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

A desoneração será válida tanto para produtos fabricados no Brasil quanto para equipamentos importados destinados à instalação, modernização ou expansão de data centers.

Nos casos em que não houver produção nacional equivalente, os equipamentos importados também poderão contar com isenção do Imposto de Importação.

Um decreto presidencial assinado na mesma cerimônia regulamenta parte do programa e estabelece, entre outras medidas, quais produtos poderão ser importados com alíquota zero durante cinco anos.

Redata exige investimento em pesquisa e desenvolvimento

Como contrapartida aos incentivos fiscais, as empresas beneficiadas deverão direcionar 2% do valor dos produtos adquiridos — nacionais ou importados — para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Os recursos deverão ser aplicados em iniciativas relacionadas a programas considerados prioritários para o desenvolvimento e o fortalecimento da cadeia produtiva da economia digital.

A definição detalhada desses programas ficará a cargo de regulamentação específica.

Parte da capacidade dos data centers deverá atender ao Brasil

Outra exigência do regime estabelece que as empresas deverão disponibilizar ao mercado brasileiro pelo menos 10% da capacidade de processamento, armazenamento e tratamento de dados de seus empreendimentos.

Essa capacidade poderá ser comercializada para empresas privadas ou disponibilizada gratuitamente para Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e órgãos públicos, com o objetivo de apoiar políticas e iniciativas relacionadas ao setor.

Para projetos instalados no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, as duas principais contrapartidas — investimento em PD&I e disponibilização de capacidade ao mercado interno — terão redução de 20%.

O descumprimento das obrigações poderá levar à perda dos benefícios fiscais. Nesse caso, a empresa terá de recolher os tributos correspondentes, acrescidos de multa e juros, além de ficar impedida de aderir novamente ao regime durante dois anos.

Brasil ainda depende de serviços digitais do exterior

A criação do Redata ocorre em um cenário de elevada dependência brasileira de serviços digitais prestados fora do país.

Segundo diagnóstico do Ministério da Fazenda citado na política, aproximadamente 60% das cargas digitais brasileiras estão atualmente associadas a serviços realizados no exterior.

Essa dependência é apontada como um fator de risco para a soberania digital, além de limitar o desempenho de aplicações digitais e contribuir para o déficit da balança comercial brasileira em segmentos tecnológicos.

Em 2024, o déficit comercial do setor de elétricos e eletrônicos chegou a US$ 40 bilhões. No segmento de serviços, o saldo negativo foi de US$ 7,1 bilhões, sendo uma parcela significativa relacionada ao processamento e armazenamento de dados.

Brasil tem potencial para atrair data centers

A política considera as vantagens competitivas brasileiras para ampliar a instalação de data centers.

Entre os fatores estão a disponibilidade de energia renovável, a possibilidade de acesso a eletricidade a preços competitivos e uma infraestrutura de telecomunicações adequada ao tráfego internacional de dados.

O país também está conectado a rotas internacionais por meio de cabos submarinos, infraestrutura fundamental para o funcionamento de grandes centros de processamento e armazenamento de informações.

Apesar dessas condições, a participação brasileira no mercado mundial de data centers ainda é considerada pequena. O país ocupa a décima posição em participação relativa, atrás de mercados como Japão e Holanda.

Com o Redata, o governo pretende utilizar os incentivos tributários para ampliar a infraestrutura nacional de processamento e armazenamento de dados, estimular investimentos tecnológicos e fortalecer a cadeia produtiva digital brasileira.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Crypto ID

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Exportação

Docol completa 70 anos como maior exportadora de metais sanitários da América Latina

A Docol chegou aos 70 anos de história em agosto de 2026 consolidada como a maior exportadora de metais sanitários da América Latina. Com sede em Joinville, no Norte de Santa Catarina, a empresa mantém na cidade parte relevante de sua estrutura industrial, além das áreas de engenharia e inovação.

A companhia foi fundada em 1956, em Jaraguá do Sul, e posteriormente transferiu suas operações para Joinville. Ao longo de sete décadas, ampliou sua atuação para além dos metais sanitários, passando a oferecer também louças sanitárias e soluções produzidas em aço inox.

Atualmente, a Docol conta com mais de 2.600 colaboradores, quatro parques fabris e um portfólio superior a 3 mil produtos. A marca está presente em mais de 35 países e mantém uma trajetória marcada pela expansão internacional e pelo desenvolvimento tecnológico.

Docol constrói história junto com gerações de profissionais

A evolução da empresa também está ligada às histórias de funcionários que acompanharam suas principais transformações. Um dos exemplos é José Fernando Kina, que entrou na Docol aos 17 anos, quando a fábrica ainda funcionava na rua Visconde de Mauá, no Centro de Joinville.

Mais de quatro décadas depois, Kina acompanhou diferentes fases da companhia e participou de momentos importantes da evolução de seus produtos. Entre as memórias está o início da fabricação da linha DocolMatic, sistema de fechamento automático da torneira acionado com apenas um toque.

A tecnologia se tornou um dos marcos da empresa na busca por soluções capazes de reduzir o consumo de água. Para Kina, a novidade representava uma inovação significativa para aquele período.

A ligação da família com a Docol continuou na geração seguinte. Márcio Kina, filho de José Fernando, ingressou na empresa em 2016. Após começar na área de Usinagem, passou a atuar na Ferramentaria.

A experiência familiar também influenciou sua relação com a companhia. Segundo Márcio, desde a infância ele associava a empresa à rotina do pai e, posteriormente, encontrou na Docol oportunidades para desenvolver sua carreira.

A história pode avançar ainda mais uma geração: o filho de Márcio, atualmente com 14 anos, já demonstra interesse em trabalhar na empresa no futuro.

Inovação impulsiona desenvolvimento de novos produtos

A inovação tecnológica é um dos pilares da trajetória da Docol. A empresa possui 321 patentes e fabrica aproximadamente 17 milhões de peças por ano, com soluções voltadas principalmente à eficiência e ao uso racional da água.

Somente em 2025, foram destinados R$ 25 milhões para pesquisa, desenvolvimento e inovação, valor equivalente a cerca de 3% do faturamento bruto. Desse montante, R$ 2 milhões foram aplicados no desenvolvimento de produtos relacionados ao bem-estar.

A companhia também mantém o Flow, centro dedicado à criação e ao desenvolvimento de novos produtos e tecnologias.

O investimento em design e inovação rendeu à Docol mais de 60 premiações nacionais e internacionais. Entre os reconhecimentos estão o Red Dot Award, iF Design Award, Good Design Award e German Design Award.

Para Guilherme Bertani, presidente da Docol, os 70 anos representam não apenas uma oportunidade de celebrar a trajetória construída desde 1956, mas também de reforçar os planos para o futuro, com foco em soluções que melhorem a vida das pessoas e estimulem o uso responsável da água.

Eficiência hídrica faz parte da trajetória da empresa

A preocupação com a eficiência hídrica acompanha a Docol há décadas e também está presente em seus processos industriais. A companhia foi uma das primeiras indústrias brasileiras a tratar a água utilizada durante a produção, ainda nos anos 1980.

O tema também orienta iniciativas desenvolvidas pelo Instituto Ingo Doubrawa, mantido pela empresa. Criado em 2022, o instituto já destinou mais de R$ 3 milhões a projetos voltados à comunidade.

Entre as ações estão programas de educação ambiental, conscientização sobre o uso da água e iniciativas de preservação dos manguezais de Joinville.

Sete décadas de indústria, inovação e sustentabilidade

A trajetória de 70 anos coloca a Docol entre as empresas que ajudaram a consolidar Joinville como polo industrial. Da produção de metais sanitários à expansão internacional, a companhia combina investimentos em tecnologia, formação de profissionais e iniciativas ambientais para sustentar seu crescimento.

Com presença em dezenas de países, milhares de produtos e investimentos contínuos em inovação, a empresa chega às sete décadas projetando sua atuação para os próximos anos e mantendo a água como um dos principais eixos de seus produtos e projetos.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Docol

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Inovação

SENAI/SC leva inovação, tecnologia e geração de negócios ao Startup Summit 2026

O SENAI/SC participa do Startup Summit 2026, em Florianópolis, com uma agenda voltada à integração entre indústria, startups, tecnologia, pesquisa aplicada e novos negócios. Entre os dias 26 e 28 de agosto, o Estande SENAI receberá 12 atividades, entre palestras, painéis e apresentações de cases.

A programação abordará temas que estão transformando o setor produtivo, como smart factory, tecnologias espaciais, Physical AI, manufatura 4.0, inteligência artificial e inovação aberta.

Startups e indústria no centro dos debates

Um dos principais destaques da agenda será o painel “Startups precisam da indústria. A indústria precisa das startups?”. O encontro vai discutir como empresas industriais e startups podem atuar em conjunto para desenvolver soluções, acelerar a inovação e gerar resultados.

Participam do debate representantes da ArcelorMittal, Cerâmica Portobello, FIEMG Anjos e SenseUp/ACATE. A mediação será de Marcelo Bohrer, da FIESC.

Ao longo dos três dias, o espaço do SENAI reunirá especialistas do UniSENAI, Institutos SENAI de Inovação, FIESC, startups, empresas e integrantes do ecossistema de inovação.

Startup Summit espera mais de 10 mil participantes

Considerado um dos principais eventos de empreendedorismo e inovação do país, o Startup Summit 2026 será realizado em Florianópolis e tem expectativa de receber mais de 10 mil pessoas durante os três dias. As inscrições já estão esgotadas.

O evento terá mais de 200 palestrantes, além da participação de investidores nacionais e internacionais, empresas e representantes do poder público.

A programação inclui ainda conteúdos práticos, rodadas de negócios e uma feira com centenas de startups. A proposta é aproximar empreendedores de potenciais parceiros, investidores e clientes, favorecendo a expansão dos negócios e a entrada em novos mercados.

Programação do Estande SENAI

26 de agosto — quarta-feira

14h30 | Tech Session — As tecnologias que vão redefinir o mercado nos próximos cinco anos

Participam Iskailer Inaian Rodrigues, do UniSENAI Chapecó, e representantes dos Institutos SENAI de Inovação.

15h20 | Tech Session — Smart Factory: como um fomento pode te ajudar a colocar sua startup em outro nível

Participam Reynaldo Faria, dos Institutos SENAI de Inovação SC, e Wilian Zanatta, da WIHEX.

16h10 | Innovation Talk / Fireside Chat — Além da órbita: como startups estão desenvolvendo tecnologias espaciais

O encontro terá Renato Simão, do ISI Embarcados, e Gabriella Avellar, geóloga e Business Development da NOR Space.

17h | Headline Session / Painel — IA além do hype: onde ela realmente gera resultado nas empresas e nas indústrias

O painel reunirá Igor Trapnauskas, do UniSENAI, e Anderson Torres, da Senior Sistemas, com mediação de Guilherme Bernieri, do UniSENAI.

27 de agosto — quinta-feira

14h30 | Innovation Talk / Fireside Chat — Como uma startup de IA encontrou espaço para inovar junto a uma indústria de 88 anos?

Participam Renan Ednan Flores e Esequiel Tomaz, da Tupy, além da Mip Wise.

15h20 | Case Session — 4 empresas da Vertical Manufatura 4.0 apresentando seus cases

A atividade terá Sérgio Teixeira, da SenseUp Technology; Marcos Buson, da MOA Ventures; Elaine Coelho, da PalmSoft Tecnologia; e Jaison Vieira, da Optimiz.ai.

16h10 | Tech Session — PoCs que geram resultado: da prova de conceito à transformação do negócio

Participam Guilherme Bernieri, do UniSENAI, Rodrigo Kobashikawa Rosa, Willian Daniel de Mattos e Bernardo Henrique Pereira Murta.

17h | Headline Session / Painel — Startups precisam da indústria. A indústria precisa das startups?

O debate terá Fabíola Murta, da ArcelorMittal; Rodolfo Zhouri, da FIEMG Anjos; Daniel Mathias, da Cerâmica Portobello; e Nilton Benjamim Hüttner, da SenseUp/ACATE. A mediação será de Marcelo Bohrer, da FIESC.

28 de agosto — sexta-feira

14h30 | Headline Session / Painel de abertura — Como a Physical AI está moldando o futuro

A apresentação será conduzida por Ismael Secco, do SENAI/SC.

15h20 | Tech Session — O Oceano Azul da Produtividade: por que a indústria é a próxima fronteira de escala para as startups

O tema será apresentado por Rodrigo Zoppei, do SENAI/SC.

16h10 | Innovation Talk / Painel — Inovação Aberta na Indústria. Isso existe?

Participam Milena Maredmi Corrêa Teixeira Veiga, André Luiz Paza, da Rup!, e a MOA Ventures. Guilherme Bernieri, do UniSENAI, será o mediador.

17h | Tech Session — Aceleração de Indtechs: como startups industriais podem ajudar na produtividade

A atividade terá a participação de Pompeo, da Cyklo, e de um representante do SENAI/UniSENAI.

Conexão entre tecnologia e indústria

A presença do SENAI/SC no Startup Summit reforça a aproximação entre startups, indústria e pesquisa aplicada, com foco em soluções capazes de aumentar a produtividade e estimular a transformação digital.

Ao concentrar debates sobre inteligência artificial, indústria 4.0, inovação aberta e tecnologias emergentes, o Estande SENAI busca criar oportunidades para conexões e negócios dentro do ecossistema de inovação de Santa Catarina.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: AdobeStock

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Transporte

Trem maglev da China atinge 800 km/h em apenas 5,3 segundos em teste

A China registrou um novo marco no desenvolvimento de trens de levitação magnética (maglev). Um protótipo experimental alcançou 800 km/h partindo do repouso em apenas 5,3 segundos, estabelecendo um recorde mundial de aceleração em curta distância.

O teste foi realizado em 24 de novembro de 2025, em uma pista experimental de apenas um quilômetro no Laboratório Donghu, na província de Hubei. A informação foi divulgada posteriormente pela imprensa chinesa.

O resultado representa o terceiro recorde alcançado pela mesma equipe em um intervalo de seis meses. Em junho de 2025, o veículo havia atingido 650 km/h em sete segundos. Depois, a marca chegou perto dos 700 km/h antes do novo salto para 800 km/h.

Como funciona um trem maglev?

O termo maglev vem de “levitação magnética”. Diferentemente dos trens convencionais, esse sistema utiliza forças eletromagnéticas para suspender e movimentar o veículo sem o contato permanente entre rodas e trilhos.

A tecnologia elimina boa parte do atrito mecânico, permitindo que o trem alcance velocidades muito superiores às observadas em sistemas ferroviários tradicionais.

Em determinados modelos, o veículo começa o deslocamento apoiado sobre rodas auxiliares. Conforme ganha velocidade, os sistemas eletromagnéticos assumem progressivamente a sustentação e fazem o trem levitar acima da via.

A ausência de contato direto também reduz ruído e vibração, além de diminuir perdas provocadas pelo atrito.

Velocidade se aproxima à de um avião comercial

A marca de 800 km/h coloca o protótipo chinês em uma faixa de velocidade próxima à de um avião comercial, que normalmente cruza em velocidades ao redor de 885 km/h.

A China, porém, ainda está em uma fase experimental. O objetivo de longo prazo é desenvolver sistemas capazes de conectar grandes centros urbanos e reduzir drasticamente o tempo de deslocamento entre cidades.

O país já possui linhas maglev em operação, enquanto Japão e Coreia do Sul também desenvolvem e utilizam essa tecnologia.

Protótipo não foi projetado para transportar passageiros

Apesar do número impressionante, o teste não significa que passageiros possam viajar atualmente a 800 km/h nesse tipo de trem.

Um dos principais obstáculos é a aceleração extrema registrada no experimento. O protótipo atingiu cerca de 2,9 G, nível de força incompatível com uma aceleração tão rápida para o transporte convencional de passageiros.

Na prática, uma versão comercial teria de utilizar uma aceleração muito mais gradual para proporcionar condições adequadas de conforto e segurança.

Precisão da pista é um dos grandes desafios

Outro obstáculo está na própria infraestrutura necessária para operar um trem de levitação magnética em alta velocidade.

Segundo as informações divulgadas sobre o projeto, o alinhamento da pista precisa ser mantido dentro de uma margem de aproximadamente 0,5 milímetro. Em velocidades extremas, pequenas irregularidades podem comprometer o funcionamento do sistema.

Os custos também são um desafio. A construção de uma infraestrutura maglev exige investimentos elevados, além de sistemas sofisticados de controle e uma grande demanda energética.

Tecnologia pode ter aplicações além dos trens

Os pesquisadores chineses avaliam que a tecnologia maglev pode encontrar aplicações que vão além do transporte de passageiros.

Uma das possibilidades é utilizar sistemas de aceleração magnética para impulsionar foguetes, drones e aeronaves militares antes da decolagem. A ideia seria fornecer velocidade inicial ao veículo e, com isso, reduzir parte do combustível necessário para deixar o solo.

O recorde de 800 km/h, portanto, representa principalmente um avanço experimental. Transformar esse desempenho em um sistema comercial exigirá superar desafios relacionados à aceleração, infraestrutura, consumo de energia, custos e segurança.

FONTE: O Globo
TEXTO: Redação
IMAGEM: YouTube / Silent Traveler

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Indústria

Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis debate produtividade e inovação

A produtividade na indústria têxtil, a transformação digital e a sustentabilidade estarão no centro das discussões do 5º Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis. Promovido pelo Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário e Design, o evento será realizado em 9 de setembro, das 8h às 12h, no Auditório do Centro Universitário SENAI Blumenau.

A programação reunirá especialistas, empresas e lideranças do setor têxtil para discutir tecnologias e estratégias capazes de melhorar a eficiência industrial, aumentar a competitividade e gerar valor para as empresas.

“O polo têxtil é um dos mais relevantes de Santa Catarina, com uma forte tradição industrial e, ao mesmo tempo, uma grande capacidade de adaptação”, destaca Fabrízio Pereira, diretor regional do SENAI/SC.

Segundo ele, a capacidade de incorporar novas soluções é essencial para que o setor avance em tecnologia, produtividade e inovação. Nesse cenário, o Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário e Design atua no desenvolvimento e na disseminação de conhecimentos e soluções tecnológicas voltadas aos desafios atuais e futuros da indústria.

Seminário terá três trilhas temáticas

A quinta edição do evento será dividida em três eixos: transformação digital, novos processos e sustentabilidade.

Na trilha de transformação digital, os debates vão abordar o uso de tecnologias emergentes, automação e análise de dados como ferramentas para melhorar a tomada de decisões, aperfeiçoar a gestão e elevar o desempenho das empresas.

A proposta é mostrar como a digitalização pode contribuir para operações mais eficientes, com redução de desperdícios e maior capacidade de resposta às mudanças do mercado.

Automação ganha espaço nos processos têxteis

O eixo dedicado a novos processos terá como foco as aplicações de automação inteligente na indústria têxtil e de confecção.

As discussões vão explorar maneiras de estruturar processos mais eficientes, confiáveis e escaláveis em diferentes etapas da cadeia produtiva. A abordagem considera tanto os ganhos de produtividade quanto a necessidade de adaptar as operações às novas demandas industriais.

Sustentabilidade alia eficiência e inovação

A terceira trilha será dedicada às soluções de sustentabilidade na indústria têxtil. Entre os assuntos previstos estão a valorização de resíduos, eficiência energética e uso mais racional de recursos.

A programação também vai discutir formas de melhorar a performance ambiental das empresas sem dissociar sustentabilidade de inovação e competitividade.

Evento terá cases e painel com especialistas

Além dos conteúdos técnicos, o seminário apresentará cases e experiências práticas relacionados à transformação digital, automação e reestruturação de processos.

O encontro também terá discussões sobre estratégias para integrar inovação e sustentabilidade às operações industriais. A programação será encerrada com um painel interativo, reunindo especialistas e lideranças para aprofundar os principais desafios e oportunidades do setor têxtil.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: AdobeStock

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Inovação, Logística, Transporte

Sigatrans lança novo site e oferece diagnóstico logístico gratuito para ajudar empresas a reduzir custos e ganhar eficiência

A transformação digital também chegou ao relacionamento entre operadores logísticos e seus clientes. Com foco em oferecer uma experiência mais estratégica desde o primeiro contato, a Sigatrans acaba de lançar seu novo site, uma plataforma que vai além da apresentação institucional e passa a funcionar como um canal de relacionamento, conteúdo e geração de oportunidades de negócios.

A principal novidade é o Diagnóstico Logístico Gratuito, ferramenta criada para que empresas possam identificar gargalos operacionais, reduzir desperdícios e encontrar alternativas para tornar suas operações mais eficientes, sem qualquer custo ou compromisso de contratação.

Segundo Gabriel Angonese, executivo comercial da Sigatrans, o novo portal acompanha o momento de crescimento da empresa e reforça sua proposta de atuar como parceira estratégica dos clientes. “Nosso objetivo é deixar de ser apenas um fornecedor de transporte e nos tornar um parceiro estratégico para o crescimento dos nossos clientes.”

Diagnóstico identifica oportunidades de melhoria

Disponível diretamente no site, o Diagnóstico Logístico Gratuito permite que empresas agendem uma reunião em data e horário de sua preferência. Durante o encontro, especialistas da Sigatrans analisam a operação, identificam pontos críticos, avaliam processos e apresentam recomendações personalizadas de acordo com a realidade de cada negócio.

A iniciativa atende uma demanda cada vez mais presente no mercado: empresas que cresceram ao longo dos anos, mas que nem sempre revisaram seus processos logísticos de forma estratégica. Isso pode resultar em custos elevados, baixa previsibilidade nas entregas, falhas na gestão de transportadores e pouca integração entre etapas da cadeia logística.

Mesmo sem a contratação dos serviços da empresa, o diagnóstico entrega informações que podem contribuir para decisões mais assertivas e maior competitividade das operações.

Da cotação à consultoria

Ao apostar em uma abordagem consultiva, a Sigatrans busca romper com o modelo tradicional de propostas comerciais baseadas apenas em preço. Antes de apresentar uma solução, a empresa procura compreender a realidade operacional do cliente para desenvolver um projeto alinhado às suas necessidades.

A estratégia reforça o posicionamento da transportadora em um mercado que exige cada vez mais eficiência, previsibilidade e personalização dos serviços logísticos. “Primeiro entendemos a operação, ouvimos o cliente, analisamos seus desafios e somente depois construímos uma solução logística sob medida,” destaca Gabriel.

Canal de relacionamento e novos negócios

Além da nova ferramenta, o site também reúne informações sobre os serviços, estrutura operacional e diferenciais da Sigatrans, facilitando o contato com empresas que buscam parceiros para operações dedicadas, transporte de contêineres, cargas industriais e outras soluções logísticas.

Com a nova plataforma, a expectativa da empresa é fortalecer o relacionamento com clientes desde a identificação dos desafios logísticos, criando conexões mais próximas e oportunidades para parcerias de longo prazo.

A iniciativa acompanha a evolução do setor, no qual tecnologia, inteligência operacional e atendimento consultivo tornam-se fatores decisivos para empresas que buscam mais eficiência, redução de custos e maior competitividade em suas cadeias de suprimentos.

Quem somos

Com mais de uma década de atuação no mercado, a Sigatrans se consolidou como uma referência em soluções logísticas integradas, oferecendo serviços de transporte de contêineres, cargas dedicadas, armazenagem e operações de cross-docking para empresas de diversos segmentos.

A empresa conta com uma frota própria de mais de 30 caminhões novos, mais de 35 mil metros quadrados de área de armazenagem e uma estrutura operacional estrategicamente distribuída em Itajaí (SC), Garuva (SC), São José dos Pinhais (PR), Campinas (SP) e Porto Alegre (RS), garantindo agilidade e eficiência no atendimento em importantes corredores logísticos do país.

Com investimentos contínuos em tecnologia, infraestrutura e qualificação da equipe, a Sigatrans reforça seu compromisso de atuar não apenas como transportadora, mas como parceira estratégica na otimização das operações de seus clientes.

Texto e imagens: ReConecta News

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Inovação

Onze indústrias de Santa Catarina estão entre as mais inovadoras do Brasil

Onze indústrias de Santa Catarina foram reconhecidas entre as mais inovadoras do país no Prêmio Valor Inovação Brasil 2026. O levantamento, realizado pela Strategy&, consultoria estratégica da PwC, em parceria com o Valor Econômico, destaca empresas catarinenses em diferentes segmentos da indústria nacional.

O resultado inclui duas lideranças nacionais, duas posições de vice-liderança e seis empresas entre as cinco primeiras colocadas nas categorias de Bens de Capital, Materiais de Construção, Eletroeletrônica e Telecomunicações.

Entre as catarinenses reconhecidas estão WEG, Tupy, Schulz, Ciser, Tigre, Irani Papel e Embalagem, Nidec Global Appliance, Whirlpool, Dexco, ArcelorMittal e Unifique.

Empresas catarinenses se destacam em diferentes setores

A WEG foi o principal destaque de Santa Catarina na premiação. A empresa conquistou a primeira colocação nacional na categoria Eletroeletrônica. No mesmo segmento, a Whirlpool alcançou o quinto lugar.

Em Bens de Capital, o desempenho catarinense também ganhou evidência. A Nidec Global Appliance ficou na terceira posição, seguida por Tupy, em quarto, e Schulz, em quinto.

Já na categoria Materiais de Construção, três empresas do estado apareceram entre as cinco primeiras. A Dexco ficou com a segunda colocação, enquanto Ciser e Tigre ocuparam, respectivamente, o terceiro e o quinto lugares.

Outros setores também tiveram empresas de Santa Catarina em posições de destaque. A Irani Papel e Embalagem conquistou a vice-liderança em Papel e Celulose, enquanto a ArcelorMittal ficou em primeiro lugar na categoria Siderurgia e Mineração.

Na área de Telecomunicações, a Unifique terminou na quinta colocação entre as empresas mais inovadoras do país.

Inovação amplia competitividade da indústria

As 11 empresas catarinenses reconhecidas mantêm projetos com os Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia de Santa Catarina, que atuam no desenvolvimento de soluções para ampliar a inovação industrial e a competitividade.

A parceria envolve iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), além da criação e do aperfeiçoamento de produtos, processos e materiais. Também fazem parte da atuação projetos de transformação digital, manufatura avançada, ensaios laboratoriais, certificações e consultorias tecnológicas.

Segundo o diretor regional do SENAI/SC, Fabrízio Pereira, o reconhecimento reforça a importância da cooperação entre empresas e instituições de ciência e tecnologia para transformar desafios industriais em soluções.

Para ele, a presença das companhias catarinenses entre as líderes nacionais demonstra a relevância dos investimentos em tecnologia, inovação e desenvolvimento industrial no estado.

Institutos SENAI SC têm atuação em todo o país

O trabalho dos Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia de Santa Catarina não se limita às empresas do estado. As instituições também desenvolvem projetos para companhias de outras regiões que foram reconhecidas no Prêmio Valor Inovação Brasil 2026.

Entre as empresas atendidas estão Nestlé Brasil, Ambev, Lojas Renner, C&A, Votorantim Cimentos, BRK Ambiental, Gerdau, CNH Industrial, Stellantis, Embraer, Natura Cosméticos, Grupo Boticário, Reckitt Industrial, Axia Energia, Aché Laboratórios, Vale, Petrobras e Shell Brasil.

A presença dessas companhias entre as empresas reconhecidas na premiação evidencia o alcance nacional dos Institutos SENAI SC e a capacidade técnica das instituições para desenvolver projetos voltados à produtividade, competitividade e inovação em diferentes segmentos da economia.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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