Negócios

Engie anuncia mudanças na estrutura organizacional

Alterações reforçam alinhamento ao modelo operacional global do Grupo Engie

A Engie Brasil Energia, que tem sede em Florianópolis, anunciou uma reestruturação em sua composição diretiva. O objetivo é reforçar o alinhamento de sua estrutura organizacional ao modelo operacional global do Grupo Engie e fortalecer o foco estratégico em suas linhas de negócio. As mudanças entram em vigor em 1º de julho.

Entre as principais alterações, destacam-se:

  • Guilherme Ferrari, atual Diretor de Novos Negócios, assume a posição de Diretor de Energias Renováveis e Armazenamento, responsável pelo desenvolvimento, implantação, operação e manutenção dos ativos de geração renovável e sistemas de armazenamento; 
  • Gustavo Labanca, executivo de carreira do Grupo ENGIE, foi nomeado Diretor de Transmissão de Energia, respondendo pelo desenvolvimento, implantação, operação e manutenção dos ativos de transmissão de energia da Companhia; 
  • Sophie Quarré de Verneuil passa a ocupar a posição de Diretora de Recursos Humanos; 
  • Felipe Batista passa a ocupar a posição de Diretor Jurídico e de Ética;
  • Pierre Leblanc foi designado para a posição de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores; 
  • As diretorias de Gestão e Comercialização de Energia e de Regulação, Estratégia e Comunicação seguem sob liderança de Marcos Keller Amboni Gabriel Mann dos Santos, respectivamente, conforme comunicado ao mercado em 7 de maio de 2025.
     

Como parte da nova estrutura, as atuais diretorias de Operação e de Implantação deixam de ser estatutárias e passam a se reportar à Diretoria de Energias Renováveis e Armazenamento. José Luis Laydner Paulo Henrique Müller permanecem em suas funções, com escopos ajustados.

A Companhia também comunica a renúncia de Luciana Moura Nabarrete Eduardo Takamori Guiyotoku aos seus cargos atuais de Diretora de Pessoas, Processos e Sustentabilidade e Diretor Financeiro e de Relação com Investidores, respectivamente. Ambos assumirão novos desafios em empresas controladas do Grupo Engie: Luciana como Diretora-Presidente da ESOM, responsável pelos serviços de operação e manutenção dos ativos de transporte de gás da Engie no Brasil, e Takamori como Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Engie Energia Peru.

“Estamos dando mais um passo importante na evolução da Engie Brasil Energia, reforçando nosso compromisso com a excelência operacional e a sustentabilidade. Essa nova estrutura nos permitirá atuar com ainda mais agilidade e foco nas nossas áreas estratégicas, alinhados à visão global do Grupo Engie”, ressalta o diretor-presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini.

Fonte: FIESC

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Industria, Negócios

Com 100% dos votos, Seleme é eleito presidente da FIESC

Eleição realizada nesta sexta-feira, dia 27, confirmou unidade do setor industrial catarinense; posse será dia 22 de agosto

O industrial Gilberto Seleme será o próximo presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Na eleição, realizada nesta sexta-feira, dia 27, a chapa única, liderada pelo empresário, foi eleita com aprovação de 100% dos sindicatos de indústria que votaram. O 1º vice-presidente será o industrial André Odebrecht. A mesa diretora da entidade será composta ainda pelos empresários: Edvaldo Ângelo (diretor 1° secretário), Nivaldo Pinheiro (diretor 2° secretário), Marco Aurélio Alberton (diretor 1° tesoureiro) e Evair Oenning (diretor 2° tesoureiro). A posse da nova diretoria será no dia 22 de agosto, em Florianópolis.

“Tivemos chapa única, construída por consenso de todos os sindicatos filiados à FIESC. Isso mostra uma entidade unida e focada num só objetivo, que é o desenvolvimento de Santa Catarina, porque onde tem indústria tem desenvolvimento”, afirmou Seleme, após a divulgação do resultado.

Aguiar também celebrou a coesão do setor. “O resultado da eleição mostra a nossa indústria unida e reconhece o trabalho da gestão que se encerra em agosto, da qual Gilberto fez parte como 1° vice-presidente”, disse. “Ficamos muito satisfeitos com o apoio dos sindicatos. Com uma indústria unida, Santa Catarina vai avançar cada vez mais”, afirmou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

Durante o dia, os representantes dos sindicatos industriais também elegeram a nova diretoria do Centro das Indústrias de SC (CIESC).

Confira a diretoria do CIESC eleita.

Perfil: engenheiro civil, formado na PUC do Paraná e bacharel em Administração pela UnC-Caçador, Gilberto Seleme é empresário dos setores de madeira, couro, construção civil e do agronegócio. É o atual 1º vice-presidente da FIESC e tem destacada atuação na área social, empresarial e educacional. Também é diretor e delegado da Confederação Nacional da Indústria (CNI), membro do Conselho Estratégico da FIESC; integrante da diretoria da Associação Empresarial de Caçador (ACIC); membro do Sindicato da Indústria da Madeira de Caçador, do qual foi fundador e primeiro presidente; além de integrar o Conselho Consultivo do Hospital Maicé, de Caçador.

Ao longo de sua trajetória, também foi membro da diretoria da Associação de Serviços Sociais Voluntários de Caçador (Bombeiros Voluntários); vice-presidente para a região Centro-Norte da FIESC; integrante da diretoria da UnC-Caçador; e presidente da Fundação Universidade Alto Vale do Rio do Peixe – FUNIARP, além de presidir seu conselho consultivo e ser membro do conselho curador da instituição.

Fonte: FIESC

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Inovação, Tecnologia

Com foco em IA, SC avalia instalação de data center de empresa chinesa

Governo de Santa Catarina avançou neste sábado, dia 21, nas negociações com a PowerChina, uma das maiores empresas globais de infraestrutura, energia e tecnologia.

A reunião teve como foco principal a possibilidade de instalação de um grande data center no estado, projeto que pode posicionar Santa Catarina na vanguarda da transformação digital e do avanço da Inteligência Artificial (IA) no Brasil.

Uma das cidades discutidas foi Lages. Isso porque o clima ameno favorece esse tipo de equipamento que necessita de resfriamento. 

“O mundo está vivendo uma revolução digital com a Inteligência Artificial, e Santa Catarina não vai ficar para trás. Queremos trazer para o Estado investimentos que nos coloquem como referência em tecnologia e inovação no Brasil”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Durante o encontro, a empresa apresentou sua estrutura internacional e destacou sua experiência em projetos de grande escala, com um portfólio global que ultrapassa 200 bilhões de dólares em contratos. Só no Brasil, a empresa já tem um projeto em andamento avaliado em 3,2 bilhões de dólares.

Além do Centro de Supercomputação, o diálogo incluiu a discussão sobre a ZPE de Imbituba, um modelo que permite benefícios fiscais e logísticos para empresas interessadas em investir no estado.

A reunião também abriu espaço para futuros investimentos em projetos de infraestrutura logística, como ferrovias, com destaque para iniciativas que melhorem o escoamento da produção catarinense.

A agenda integra a missão internacional do governo estadual, que nesta semana cumpre compromissos estratégicos na China para atrair investimentos e gerar oportunidades de emprego e desenvolvimento para os catarinenses.

Fonte: Economia SC

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Comércio, Comércio Exterior, Mercado Internacional

China acelera corrida bilionária por minerais estratégicos no Brasil

A riqueza mineral do Brasil sempre foi alvo da cobiça de nações estrangeiras. O ouro extraído do território brasileiro, por exemplo, ajudou a financiar a Revolução Industrial na Inglaterra, no século XVIII.

Portugal enviava o metal precioso de sua maior colônia para cobrir o déficit comercial ocasionado pelo Tratado de Methuen — que obrigava o país ibérico a importar tecidos dos britânicos em troca de uma redução nas tarifas sobre seus vinhos. Trezentos anos depois, a grande interessada no nosso subsolo é a China, cuja presença na mineração por aqui vem se expandindo consideravelmente.

Em 2023, por exemplo, a BYD, montadora de carros elétricos, adquiriu direitos de exploração de lítio — um metal leve essencial para a fabricação de baterias — no Vale do Jequitinhonha (MG). No ano seguinte, a estatal China Nonferrous Trade (CNT) comprou a operação da Mina de Pitinga, que explora estanho na Amazônia, por cerca de 2 bilhões de reais. Não demorou muito para o conglomerado inglês Anglo American acertar a venda de sua exploração de níquel no Brasil para a chinesa MMG por quase 3 bilhões de reais. A voracidade da China em relação às reservas de minerais estratégicos— aliás, como tem demonstrado em várias partes do mundo — instiga o eterno debate que opõe a indústria nacional ao capital estrangeiro. Se o setor empresarial e as autoridades conseguirem enxergar além dessa dicotomia e souberem construir uma regulação forte, o interesse dos chineses pode ser uma oportunidade para o Brasil.

O domínio da China em mercados de minerais não pode ser subestimado. O país asiático detém mais de 90% da produção refinada de três materiais considerados críticos para tecnologias de transição energética: manganês, grafite e polissilício. O mesmo se aplica às terras raras, um conjunto de dezessete elementos químicos também essenciais para o desenvolvimento tecnológico. O laço econômico entre as minerações de China e Brasil já era estreito antes dos investimentos recentes, uma vez que os asiáticos são de longe os principais compradores das riquezas do subsolo brasileiro. Mais de 280 milhões de toneladas de minerais foram despachadas do Brasil rumo ao país do Oriente em 2024 — um volume quase catorze vezes maior que o encomendado por qualquer outra nação. Os chineses, no entanto, não querem mais apenas ser compradores de minério do Brasil, mas desbravadores de reservas que vão definir as potências do século XXI. “A China se planeja para os próximos 100 anos, diferentemente de nós, que só pensamos no mês seguinte”, diz o consultor Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil.

O carrinho de compras chinês cheio de reservas de minerais estratégicos brasileiros reacende a discussão sobre como lidar com a internacionalização do setor. Frequentemente, empresas estrangeiras que extraem matérias-primas brasileiras fazem apenas isso, extração, enviando os insumos para seus países de origem, onde são processados e ganham valor agregado. Incentivar a verticalização da produção mínero-metalúrgica — garantindo que diversas etapas da cadeia ocorram no Brasil — é um desejo antigo do setor industrial.

Segundo fontes do mercado, a ideia de exigir que mineradoras de capital estrangeiro tenham um sócio brasileiro para zelar pelos interesses nacionais foi aventada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em conversas com empresários durante viagem recente do chefe da pasta, Alexandre Silveira, à China. O MME, no entanto, afirma que não estuda esse tipo de medida.

“Não há qualquer iniciativa para cercear a atividade mineral de companhias que atuam de forma legal no Brasil”, respondeu o ministério, em nota a VEJA. O advogado João Raso, que atua na divisão de mineração do escritório BMA, lembra que o protecionismo mineral é comum em países africanos: “Muitos deles exigem que mineradoras estrangeiras contratem uma quantidade mínima de mão de obra local e tenham diversas licenças”. Para garantir a melhor forma de exploração no Brasil — e gerar renda de fato —, o caminho deveria ser outro.

O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) tem uma posição clara. Por mais que haja um alto grau de interesse chinês por minerais críticos no Brasil, esse apetite pode ser desfeito por proteções excessivas à exploração. A solução para gerar valor agregado no país seria melhorar a competitividade. “Precisamos melhorar nossa infraestrutura, a segurança jurídica e a tributária”, diz Julio Nery, diretor de assuntos minerários do Ibram. Bento Albuquerque, ex-ministro de Minas e Energia, concorda: “O incentivo à verticalização do setor não pode ser via restrições exageradas, senão ninguém vai querer vir para o Brasil.”

Um projeto de lei na Câmara dos Deputados (PL 2780/24) contempla as reivindicações de Nery ao propor uma Política Nacional de Minerais Críticos e prever linhas de crédito para pesquisas no segmento. “A China lidera em terras raras, mas o Brasil pode ser o segundo país mais importante nessa área, se quisermos”, diz o deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), autor do texto, que aguarda parecer na Comissão de Desenvolvimento Econômico. Entre todos os setores da economia, o de mineração é um dos mais intensivos em capital. Minas custam caro e exigem investimentos de longo prazo — o início das operações costuma levar mais de uma década. Calibrar a regulamentação em resposta à demanda chinesa não é tarefa fácil, mas promete ganhos notáveis ao Brasil.

Fonte: Veja

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Internacional, Negócios

Relação entre Brasil e Canadá: oportunidades de negócio e crescimento

relação entre Brasil e Canadá é um exemplo de cooperação bem-sucedida que beneficia empresas de ambas as nacionalidades. Essa parceria estratégica, que ultrapassa as fronteiras geográficas e culturais, se mostra cada vez mais promissora para empresas que buscam expandir suas operações, o que é possível por meio de intercâmbio comercial e investimentos mútuos.

Neste artigo, vamos explorar a história dessa relação e o atual cenário comercial, que constitui um ambiente de negócios seguro nos dois países. 

História da relação entre Brasil e Canadá

A conexão entre Brasil e Canadá é marcada por uma estreita parceria que tem se consolidado ao longo dos anos com base em valores compartilhados e interesses comuns, criando um ecossistema propício ao desenvolvimento econômico e à inovação. 

A prova está em diversos acordos bilaterais firmados, abrangendo áreas como comércio, tecnologia e educação, buscando extrair o máximo potencial dos recursos e competências únicas de cada país.

Um marco importante foi a assinatura do Acordo de Cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação, em 2008, que impulsionou projetos conjuntos em energias renováveis, agricultura sustentável, mineração e Tecnologia da Informação (TI). 

Outros acordos, como o de Acordo de Cooperação Acadêmica e o  Acordo em Assuntos Relativos à Defesa, comprovam a confiança mútua, reduzindo riscos e ampliando a segurança para negócios bilaterais.

Principais pautas comerciais entre Brasil e Canadá

A relação comercial entre Brasil e Canadá é pautada por uma diversidade de setores que se complementam e criam sinergias.  

As principais exportações do Brasil para o Canadá são de produtos agrícolas (como café, açúcar, soja e carne bovina), minérios (ferro, nióbio e ouro) e manufatura (como aeronaves e autopeças).

Por sua vez, as principais exportações do Canadá para o Brasil são fertilizantes (principalmente potássio), tecnologia (principalmente equipamentos médicos e softwares) e energia limpa (soluções para hidrelétricas e energia eólica).  

Em linhas gerais, dentre as pautas comerciais mais relevantes entre os dois países, podemos destacar:

  • Inovação: o intercâmbio entre empresas brasileiras e canadenses fomenta a integração de soluções tecnológicas inovadoras. Startups e grandes empresas se beneficiam desse ambiente colaborativo para desenvolver produtos e serviços que atendam a mercados internacionais.
  • Recursos naturais: a cooperação bilateral engloba investimentos em energias renováveis e na modernização dos processos de extração e manuseio dos recursos naturais. Essa pauta comercial impulsiona a economia de ambos os países e estimula a adoção de práticas sustentáveis.
  • Educação: o intercâmbio educacional e o setor de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) impulsionam parcerias para promover inovações tecnológicas e científicas, o que atrai investimentos de empresas e talentos internacionais. As universidades canadenses, por exemplo, atraem milhares de estudantes brasileiros anualmente, enquanto as empresas de TI brasileiras encontram no Canadá um mercado propício à inovação.

Essas pautas evidenciam que o Brasil e o Canadá têm grande potencial para expandir não somente os negócios, mas também para a transferência de conhecimento.

Crescimento da balança comercial

Um dos indicadores mais positivos dessa parceria internacional é o expressivo crescimento da balança comercial entre os dois países. Nos últimos anos, exportações e importações entre Brasil e Canadá aumentaram de forma consistente, comprovando a força do comércio bilateral.

O Canadá, com sua estabilidade econômica, oferece um ambiente favorável para empresas brasileiras que buscam internacionalização. É um país conectado aos principais mercados do mundo, com crescimento de 1,3% em 2024 e tem previsão de estabilidade até 2026. Soma-se a tudo isso sua inflação controlada de 1,8% em 2024, abaixo dos 2,4% registrados dos Estados Unidos. 

Em 2024, as exportações brasileiras para o Canadá atingiram o recorde de US$ 6,31 bilhões, um crescimento de 9,4% em relação aos US$ 5,77 bilhões de 2023. Esse desempenho resultou em um saldo positivo de US$ 3,53 bilhões na balança comercial com o Canadá: um crescimento de 47,4% em relação ao ano anterior.

Por sua vez, o Brasil, com seu mercado interno aquecido e recursos naturais abundantes, também  atrai companhias canadenses em busca de crescimento. A prova disso é que a CPP Investments, por exemplo, já investe mais de US$ 25 bilhões na América Latina, sendo que quase metade desse montante está no Brasil. Já a Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ) planeja investir entre US$ 2,94 bilhões a US$ 3,67 bilhões no país até 2027. 

Impactos positivos na bilateralidade dos negócios

Empresas que decidem ingressar nos mercados brasileiro ou canadense se beneficiam de:

  • Segurança jurídica: a clareza na legislação aumenta a confiança dos empresários, protegendo seus direitos e investimentos, reduzindo o risco de disputas legais e arbitrariedades e incentivando-os a expandir seus negócios.
  • Cooperação: o desenvolvimento de projetos conjuntos é impulsionado pela cooperação entre governos e empresas dos dois países. Alguns exemplos de ações conjuntas são: financiamento de projetos de Pesquisa e Desenvolvimento, regulamentação do comércio e rodadas de negócios. 
  • Conhecimento: a interação entre empresas brasileiras e canadenses promove o compartilhamento de tecnologias, práticas de gestão e inovações que podem ser adaptadas a diferentes contextos. Essa troca de conhecimento fortalece a competitividade e o desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Por que o Brasil e o Canadá são países ideais para as empresas

Para as empresas de todos os portes, o potencial da relação Brasil-Canadá é imenso. 

Mais do que ganhos comerciais diretos, essa conexão impacta diretamente nas estratégias empresariais e no compromisso com a inovação e a sustentabilidade.

Por isso, é fundamental que as empresas acompanhem as mudanças e tendências do mercado internacional, além de contar com parceiros e consultorias especializadas para orientar o processo de internacionalização.

Fonte: CCBC

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Internacional, Negócios

Missão à Ásia garante avanços nas negociações para a carne catarinense e exportação de grãos

O Estado de Santa Catarina deu um passo importante na consolidação de sua posição de destaque no agronegócio mundial ao encerrar a Missão Oficial à Ásia, liderada pelo governador Jorginho Mello. Com agendas estratégicas ligadas ao agronegócio no Japão e na China, a comitiva catarinense, que contou com a presença do secretário de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR), Carlos Chiodini, da presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Celles Regina de Matos, apresentou os diferenciais de defesa sanitária animal, vegetal e do sistema produtivo que fazem do Estado uma referência nacional e internacional em sanidade.

A missão à Ásia reforça o posicionamento de Santa Catarina como parceiro estratégico em cadeias globais de valor, levando ao mundo produtos agropecuários de excelência, com rastreabilidade, qualidade e respeito aos mais exigentes protocolos internacionais. “Levamos aos mercados asiáticos a mensagem de que Santa Catarina está comprometida com a segurança dos alimentos, inovação e responsabilidade na defesa sanitária. Esses diferenciais nos garantem acesso aos mercados de mais de 150 destinos internacionais e representam cerca de 65% de todo o comércio exterior catarinense”, afirma o secretário.

Governo do Estado reforça pedido ao Japão para abertura de mercado de carne bovina 

No Japão, o Estado pleiteou a abertura do mercado japonês para a carne bovina catarinense, destacando os altos padrões de controles sanitários e o compromisso com a qualidade. Também foram reforçados os laços históricos com a Província de Aomori, que há mais de quatro décadas mantém uma cooperação ativa com Santa Catarina, especialmente no cultivo da maçã. No Japão, também foi assinada carta de intenções para ampliar exportação de grãos e desenvolver infraestrutura logística. 

Na China, além de visitas técnicas e trocas de experiências sobre logística e inovação, a delegação catarinense reforçou o pedido de retomada das exportações de carne de frango do Estado, após a suspensão temporária devido o foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), em granja comercial, no Rio Grande do Sul – atualmente declarado erradicado. Nesse sentido, também foi realizada visita estratégica no escritório da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). 

“A missão fez escalas em dois mercados decisivos para o agro, apresentando o conceito da defesa sanitária praticado por Santa Catarina nos dias atuais: científica, tecnológica, assertiva e disciplinada. Com isso, novos mercados se abrem e acordos bilaterais podem ser flexibilizados, devido à segurança técnica, o que nos deixa sempre na linha de preferência nas mesas de negócios”, avalia a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.

Diferenciais 

Desde 2007, Santa Catarina é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) como Zona Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, sendo o 1º Estado a conquistar esse reconhecimento no Brasil. Em 2015, alcançou mais um marco: o reconhecimento como Zona Livre de Peste Suína Clássica (PSC). O Estado catarinense tem a menor prevalência de Brucelose e Tuberculose bovina, no Brasil, e o único com identificação individual (rastreabilidade) de todos os bovinos e bubalinos, além de ser livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) na produção comercial avícola.

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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Evento, Negócios

Setor metalmecânico apresenta soluções para neoindustrialização na Intermach

Evento em Joinville traz feira, rodadas de negócios e seminários de 15 a 18 de julho; Institutos SENAI e UniSENAI realizam congresso dentro da programação

A cidade de Joinville recebe, entre os dias 15 e 18 de julho, um dos principais eventos do segmento metalmecânico do Brasil, a Intemach – Feira e Congresso de Tecnologia para a Indústria Metalmecânica. O evento reúne soluções para usinagem e engenharia, lançamentos baseados em inteligência artificial e automação industrial em processos industriais cada vez mais autônomos e integrados à indústria 4.0.

Além da exposição de produtos, a Intermach contempla ainda uma Rodada de Negócios, workshops e congressos e seminários. Entre eles está o CINTEC – Congresso de Inovação e Tecnologia, com foco em mecânica e automação, organizado pelos Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia e o UniSENAI.

Na Rodada de Negócios, que será realizada no dia 16 de julho, 25 empresas compradoras selecionadas participarão de reuniões com 55 potenciais fornecedores de matérias-primas, máquinas, equipamentos e serviços relacionados ao setor metalmecânico. Já a área de exposição deve crescer 30% em relação à edição anterior, com a abertura de um novo pavilhão que vai adicionar 4 mil m² de área ao evento.

SERVIÇO:
O que: Intermach 2025 – Feira e Congresso de Tecnologia para a Indústria Metalmecânica
Quando: 15 a 18/07/2025 – das 13h às 20h
Onde: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE
Credenciamento: intermach.com.br

Fonte: FIESC

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Negócios

Grupo Tigre anuncia novo diretor executivo para o Brasil

Klecios Souza chega com mais de duas décadas de experiência nos setores de infraestrutura e construção

 O Grupo Tigre, multinacional catarinense líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, anuncia Klecios Souza como novo diretor executivo da Unidade de Negócios Brasil. O executivo assumiu a nova posição em 9 de junho e se reporta diretamente ao presidente da companhia, Luis Felipe Dau.

Com sólida carreira de 21 anos na Schneider Electric, Klecios possui ampla experiência em vendas, marketing, transformação digital e inovação. Ao longo de sua trajetória, liderou projetos estratégicos, como a aquisição da Steck Elétrica, reforçando sua atuação no mercado de infraestrutura e construção, com ênfase em canais de distribuição.

Formado em Administração de Empresas pelo SENAC-SP e em Engenharia Elétrica pela PUC-SP, Klecios possui, ainda, pós-graduação em Finanças pela Business School-SP, além de especializações em Liderança e Negócios pela IESE Business School.  

“Assumir a liderança da Unidade de Negócios Brasil da Tigre é, ao mesmo tempo, uma grande honra e uma responsabilidade significativa. Estou entusiasmado com a oportunidade de contribuir com uma marca tão sólida e admirada, reconhecida por sua excelência, inovação e impacto positivo na sociedade. Nosso foco será impulsionar o crescimento sustentável da companhia no Brasil, tendo como norte a execução com excelência e a proximidade com nossos clientes e parceiros”, afirma Klecios Souza, novo Diretor Executivo da Unidade de Negócios Brasil do Grupo Tigre.

Sobre o Grupo Tigre
A Tigre é uma multinacional brasileira com 83 anos de história, líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, com presença em cerca de 30 países. O portfólio de produtos abrange itens para instalação hidráulica, elétrica, drenagem, acessórios e ferramentas para pintura, além de soluções para tratamento de água e efluentes atendendo os mercados predial, saneamento, irrigação e industrial.

O Grupo conta com aproximadamente cinco mil profissionais, 11 unidades de negócios no Brasil e 9 no exterior, localizadas na Argentina, Bolívia, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. Além da Tigre Materiais e Soluções, fazem parte do grupo as marcas Azzo Torneiras ABS, Tigre Ferramentas para Pintura, ADS Tigre e TAE – Tigre Água e Efluentes. 

Fonte: FIESC

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Comércio, Industria, Negócios

Até setembro de 2025, 100% dos órgãos anuentes estarão integrados ao Novo Processo de Importação do Portal Único

A atualização do cronograma foi aprovada durante reunião do Comitê Nacional de Facilitação do Comércio nesta quarta (25/6)

A atualização do cronograma de adesão ao Novo Processo de Importação (NPI) do Portal Único de Comércio Exterior foi um dos temas discutidos durante a 12ª Reunião do Comitê Nacional de Facilitação do Comércio (Confac), realizada nesta quarta-feira (25/6), no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O encontro foi presidido pela secretária de Comércio Exterior (Secex), Tatiana Prazeres, e pela secretária Especial Adjunta da Receita Federal do Brasil (RFB), Adriana Gomes Rêgo.

A meta é que, até setembro de 2025, todos os órgãos anuentes estejam plenamente integrados ao novo processo.  Com isso, estima-se uma redução de 50% do volume de operações sujeitas a licenciamento, passando de 41% para 20% do total. Além disso, até 80% das operações que exigem licenciamento poderão utilizar o modelo de Licença Flex, que permite o uso de uma única autorização para múltiplas transações comerciais.

Durante o encontro também foi destacada a importância da adoção, pelos órgãos intervenientes, do módulo de Pagamento Centralizado do Comércio Exterior (PCCE) do Portal Único como fator de competitividade para as empresas brasileiras.

O PCCE é um módulo do Portal Único de Comércio Exterior que permite o recolhimento de taxas, tarifas e impostos diretamente no ambiente de janela única e disponibiliza de forma automática as informações de pagamento aos órgãos. Dessa maneira, a ferramenta desburocratiza as operações de compra e venda de artigos no exterior por meio desse pagamento centralizado. Além disso, promove maior transparência, rastreabilidade e harmonização nos processos de cobrança, visto que simplifica o acesso à informação das obrigações legais.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que já utiliza o PCCE, o tempo de compensação do pagamento de taxas foi reduzido de dois dias para até cinco minutos. Essa agilidade tem impacto direto na competitividade das empresas, uma vez que cada dia de carga parada aguardando autorização pode representar um custo de 0,8% sobre o valor total da mercadoria.

Atualmente, estão em curso negociações técnicas para viabilizar a adesão de outros órgãos, como o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o Exército.

Gerenciamento de Riscos

Outro tema da pauta da reunião foi a realização workshop técnico sobre Gerenciamento de Riscos com Órgãos Anuentes, previsto para setembro de 2025. O evento será organizado pela Receita Federal com apoio da Secex e ocorrerá em formato híbrido. O objetivo principal é a troca de experiências e boas práticas entre os órgãos anuentes no uso de ferramentas digitais e critérios de seleção de cargas. A proposta é fortalecer o alinhamento entre os órgãos participantes e fomentar uma atuação mais eficaz e integrada no controle das importações.

O gerenciamento de risco e a implementação de procedimentos facilitadores são fundamentais para o sucesso do Programa Portal, pois asseguram a eficiência e a segurança nas operações de comércio exterior. O gerenciamento de risco permite identificar, avaliar e mitigar potenciais obstáculos, como atrasos ou inconformidades, promovendo decisões baseadas em dados que otimizam os processos e reduzem custos operacionais.

Sobre o Portal Único

O programa, que visa desburocratizar e modernizar os processos de exportação e importação, com foco em procedimentos, normas e sistemas, foi iniciado em 2014 e está sendo implementado de forma modular, em substituição ao Siscomex antigo.

O programa já processa 100% das exportações brasileiras e as ações para contemplar também as importações estão em andamento. Com as mudanças, estima-se uma economia anual de mais de R$ 40 bilhões para os operadores privados com impacto de até US$ 130 bilhões no PIB até 2040.

Sobre o CONFAC

Presidido pela Secretaria de Comércio Exterior e pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, o Comitê Nacional de Facilitação de Comércio (CONFAC) é parte integrante da Câmara de Comercio Exterior (CAMEX) e conta com a participação da Casa Civil, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Defesa, Ministério da Agricultura e Pecuária, Anvisa, Inmetro e Ibama.

O Comitê é o agente fundamental na coordenação das ações de facilitação do comércio entre os diversos intervenientes do comércio exterior, promovendo maior eficiência nas operações de importação e exportação do Brasil, implementando políticas e diretrizes que contribuem para o cumprimento de acordos internacionais e para a redução de tempos e custos associados ao comércio exterior. 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Comércio, Negócios

Brasil e Paraguai ampliam diálogo comercial em rodada de negócios do Brazilian Renderers

A capital paraguaia foi palco de mais uma rodada internacional de negócios promovida pelo projeto Brazilian Renderers, uma parceria entre a Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O Business Connection Paraguai foi realizado na Embaixada do Brasil em Assunção, no dia 12 de junho, reunindo autoridades, empresas e representantes do setor de nutrição animal para promover o que há de melhor na reciclagem animal do Brasil.

Com apoio institucional da Embaixada e participação de empresas brasileiras associadas à ABRA, o evento proporcionou um ambiente estratégico de aproximação comercial com o mercado paraguaio. A abertura oficial contou com a presença do encarregado de Negócios da Embaixada do Brasil em Assunção, ministro Emerson Kloss, seguido de falas institucionais e apresentações do setor. O apoio da Embaixada foi fundamental para o sucesso do evento.

Representando o setor brasileiro junto da equipe ABRA, o presidente da Câmara de Comércio Exterior da ABRA (CAMEX), Charbel Syrio, deu as boas-vindas aos participantes e destacou o potencial de integração comercial entre os dois países no campo da nutrição animal, com foco na qualidade dos ingredientes produzidos pela indústria brasileira de rendering.

O evento contou com importante a presença de autoridades e lideranças do setor agroindustrial paraguaio, incluindo o Dr. José Carlos Martin Camperchioli, presidente do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (SENACSA); Alfred Fast, da Federação de Cooperativas de Produção (FECOPROD); Fabio Fustagno, presidente da Câmara de Comércio Paraguai-Brasil; José Bareiro, presidente da Câmara Paraguaia de Empresas de Nutrição Animal; Nestor Zarza, presidente da Associação de Avicultores do Paraguai; Hugo Schaffrath, presidente da Associação de Criadores de Suínos do Paraguai; e Nevercendo Cordeiro, membro titular da Comissão Diretiva da Associação Rural do Paraguai.

Conexões comerciais

Produtiva e bem direcionada, a rodada de negócios entre empresas brasileiras e representantes do mercado paraguaio foi o grande destaque do Business Connection Paraguai, abrindo espaço para conexões e oportunidades comerciais concretas. Ao longo do encontro, os participantes puderam conhecer de perto as soluções da indústria brasileira de reciclagem animal, que atestou a qualidade e o potencial de fornecimento para o país vizinho.

Participaram da rodada de negócios as empresas A&R Nutrição Animal, Minerva e Protein Meal Tec, que estiveram presentes em Assunção, além de Avenorte Avícola, Ayamo, BRF Ingredients, FASA by Darling, Friboi, Levo Alimentos, Patense e Seara Alimentos, participando de forma online. Juntas, elas apresentaram ao mercado paraguaio seus portfólios de produtos e soluções em nutrição animal, reforçando a capacidade do Brasil de atender às demandas internacionais com qualidade, segurança e competitividade.

Encerrando a programação, o público foi convidado a um coquetel de confraternização promovido pela REAM 2025, reforçando o ambiente de networking estabelecido ao longo do dia.

Brazilian Renderers

Desde 2012, a ABRA e a ApexBrasil promovem em parceria o projeto Brazilian Renderers, com o objetivo de fomentar as exportações do setor de Reciclagem Animal — farinhas, gorduras, hemoderivados, palatabilizantes e proteínas hidrolisadas de origem animal. Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos valorizam atributos da indústria da reciclagem animal e seus produtos — como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção — e valorizam as marcas internacionais dos produtos, fomentando novos negócios para os exportadores brasileiros. Informações sobre como fazer parte dos projetos setoriais podem ser obtidas pelo site brazilianrenderers.com.

Fonte: Informativo dos Portos

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