Evento

SDA fortalece o setor aduaneiro e amplia conexões na Intermodal 2026 com o ReConecta

A atuação de entidades representativas segue sendo um dos pilares para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro — e o SDA – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina reforçou esse protagonismo durante a Intermodal South America 2026. Integrado ao ecossistema do ReConecta, o sindicato ampliou sua presença institucional, fortaleceu conexões estratégicas e evidenciou o papel essencial dos despachantes aduaneiros no cenário logístico.

Com origem na década de 1950, o SDA atua na defesa da categoria e no fortalecimento das atividades ligadas à importação e exportação, oferecendo suporte técnico, jurídico e institucional aos profissionais. A entidade também promove atualização constante diante das mudanças regulatórias, contribuindo para operações mais seguras e eficientes nos portos e corredores logísticos do Sul do país.

José Carlos Raposo Barbosa, Presidente da Feaduaneiros e o diretor do SDA, Willian Yokio

Durante a Intermodal, o SDA esteve presente no estande G103, junto à Feaduaneiros, consolidando sua representatividade em um dos principais eventos de logística da América Latina. O espaço funcionou como ponto de encontro para autoridades, empresários e profissionais do setor, reforçando o diálogo e a construção de parcerias.

A participação no evento também foi marcada por resultados práticos. Segundo o presidente do SDA, Flavio Demetrio da Silva, a experiência foi altamente positiva, especialmente pela troca de conhecimento e pelo contato direto com expositores e terminais portuários. “É de suma importância acompanharmos as mudanças e avanços logísticos em um cenário tão competitivo como o do comércio exterior”, destacou.

Flavio também ressaltou a geração de conexões qualificadas ao longo da feira. “Recebemos autoridades, empreendedores e importantes atores do comércio internacional. A Intermodal oportuniza essa rede de contatos e apresenta, a cada edição, inovações relevantes para o setor”, afirmou.

No campo dos negócios, o presidente enfatizou que a feira trouxe avanços significativos, principalmente em tecnologia, modelos de negócios e logística integrada. “Essas inovações terão aplicabilidade prática dentro da nossa entidade, pois estamos focados em oferecer sempre o melhor aos nossos associados”, completou.

Para ele, eventos como a Intermodal são fundamentais para impulsionar o setor. “É uma experiência única ter acesso a tantas inovações em um só ambiente. As conexões são o elo que permite avançar na competitividade e definir o futuro do comércio exterior”, concluiu.

A integração do SDA ao ecossistema ReConecta potencializou ainda mais essa atuação, ampliando o alcance das conexões e contribuindo para um ambiente mais colaborativo, inovador e alinhado às demandas globais do setor.

SAIBA MAIS:  https://www.sda.org.br/home/

Ler Mais
Negócios

Intermodal South America 2026: experiência do cliente impulsiona conexões e negócios para a Wolff Cargo

A participação da Wolff Cargo na Intermodal South America 2026 marcou mais do que uma estreia estratégica: foi uma experiência intensa de relacionamento, geração de negócios e validação de mercado. Parceira do ReConecta News, a empresa esteve no estande compartilhado G100, que se consolidou como um dos principais pontos de networking do evento, realizado de 14 a 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Com foco em soluções completas de logística internacional, a Wolff Cargo levou à feira um posicionamento baseado em atendimento personalizado, agilidade operacional e transparência — diferenciais que ganharam ainda mais visibilidade durante os três dias de evento. A novidade ficou por conta da ampliação da atuação comercial e da apresentação de uma abordagem ainda mais consultiva junto aos clientes, reforçando o compromisso com soluções sob medida em importação e exportação.

Para Jackson Wolff, CEO da empresa, a experiência superou as expectativas. “Foi uma participação extremamente produtiva. O estande G100 virou um verdadeiro hub de encontros: recebemos clientes, parceiros internacionais e também criamos novas conexões que já estão se desdobrando em oportunidades reais”, destaca.

Ele também reforça o papel da Intermodal como espaço de atualização e visão de futuro. “A feira traduz muito bem o momento do setor. A tecnologia está cada vez mais presente e exige das empresas adaptação constante. Estar aqui é acompanhar de perto essas transformações e entender como evoluir junto com o mercado”, afirma.

Estratégia em destaque

Outro ponto destacado pela empresa foi a força do estande compartilhado. A dinâmica colaborativa potencializou conexões qualificadas e ampliou o alcance das soluções apresentadas. “O ambiente colaborativo faz toda a diferença. Existe uma troca genuína entre as empresas, o que permite atender melhor o cliente de forma integrada”, complementa.

A presença da Wolff Cargo na Intermodal acontece em um ano simbólico, em que a empresa completa 10 anos de atuação, consolidando uma trajetória de crescimento e expansão no setor logístico global. Com representantes em portos e aeroportos em todo o Brasil e uma rede internacional que alcança mais de 150 países, a empresa reforça seu posicionamento como parceira estratégica para operações de comércio exterior.

Para o ReConecta News, ter a Wolff Cargo como parceira no estande G100 reforça o propósito de conectar empresas em crescimento com oportunidades reais de mercado, consolidando o espaço como um ambiente de inovação, relacionamento e desenvolvimento de negócios.

SOBRE A WOLFF CARGO

A Wolff Cargo conta, hoje, com representantes em todos os portos e aeroportos do Brasil. Além de uma ampla rede de agentes de cargas que estão presentes em todos os continentes. O que torna possível nosso atendimento a mais de 350 portos e aeroportos, em mais de 150 países, e a garantia de que todas as cargas que passam por aqui sejam manuseadas por empresas experientes e profissionais capacitados em qualquer ponto do globo.

Nossa equipe de colaboradores é altamente qualificada e está em constante atualização. Tudo para oferecer aos nossos clientes soluções rápidas, econômicas e seguras, além de suporte integral durante o ciclo completo de cada operação.

SAIBA MAIS: https://www.wolffcargo.com/ 

Sobre a Intermodal

A Intermodal South America é o principal evento de logística, transporte de cargas, tecnologia e comércio exterior da América Latina. Em 2026, a feira ocorreu entre os dias 14 e 16 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo, marcando sua 30ª edição. 

O evento reuniu mais de 700 marcas nacionais e internacionais de toda a cadeia logística. Ao todo, 50.655 visitantes participaram da edição de 2026, superando os números do ano anterior. O público foi considerado mais qualificado, com foco em decisões e parcerias comerciais. A feira consolidou seu papel como vitrine de tendências e networking do setor.

Para 2027, a expectativa é de crescimento, com destaque para intralogística e equipamentos. A próxima edição da Intermodal South America está prevista para acontecer nos dias 13 a 15 abril de 2027, novamente em São Paulo.  

TEXTO: RECONECTA NEWS
IMAGENS: GIOVANA SANTOS

Ler Mais
Negócios, Networking

Imersão no G4 reforça visão estratégica e expansão nacional do RêConectaNews

A CEO do RêConectaNews, Renata Palmeira, participou de uma imersão intensiva de três dias no G4 Traction, treinamento promovido pelo G4 Educação e voltado ao desenvolvimento de líderes e gestores que buscam estruturar e escalar seus negócios.

O programa reuniu mais de 150 empresários de diferentes regiões do país em uma jornada focada na troca de experiências práticas, networking e aplicação imediata de ferramentas de gestão. A proposta do G4 é direta: ensinar a partir de quem vive a realidade do mercado, com executivos e fundadores compartilhando métodos testados no dia a dia das empresas.

Para Renata, a vivência foi além do conteúdo técnico. “Foi uma experiência extremamente imersiva. Estar no meio de líderes que enfrentam desafios semelhantes amplia muito a visão de negócio e traz clareza sobre o que realmente precisa ser feito para crescer de forma estruturada”, destaca.

Ao longo de mais de 30 horas de treinamento, os participantes tiveram acesso a uma abordagem 360º da gestão empresarial, organizada em cinco pilares: cultura e liderança, processos e gestão, marketing e growth, vendas estratégicas e experiência do cliente. O foco esteve na construção de empresas menos dependentes da operação direta dos fundadores e mais orientadas por processos e estratégia.

Renata reforça que o aprendizado adquirido já começa a impactar diretamente os próximos passos da empresa. “Saio do G4 com uma visão muito mais estratégica e com ferramentas claras para organizar a casa e preparar o RêConectaNews para um crescimento consistente. Agora é sobre execução e escala”, afirma.

A participação no treinamento também fortaleceu o posicionamento do RêConectaNews como um ecossistema voltado à conexão de negócios e geração de valor no mercado. “O networking foi um dos grandes diferenciais. São conexões reais, com potencial de parcerias e crescimento conjunto”, completa.

Com foco na expansão nacional, a CEO já adianta os próximos movimentos da empresa. Uma das iniciativas confirmadas é a parceria estratégica com a Multimodal Feiras, com presença prevista no evento que acontece de 04 a 06 de agosto, em Recife. “Nosso objetivo é escalar o RêConectaNews para todo o Brasil, levando nossa proposta de conectar negócios e gerar visibilidade de mercado para ainda mais empresas”, finaliza Renata.

Novidades devem ser anunciadas em breve, acompanhando o novo momento de crescimento e estruturação da empresa.

Texto: ReConecta News
Imagens: G4 Educação

Ler Mais
Portos

Portonave aumenta presença de mulheres na liderança e setores operacionais 👷🏾‍♀️

O Terminal Portuário registrou crescimento de 50% no número de gestoras, 13% na manutenção e engenharia, e 10% na área operacional no último ano, em relação a 2024 🚢

No contexto do setor portuário nacional, a presença feminina chega a 17%. Essa representatividade ainda é baixa, mas, aos poucos, esse é um cenário que está em transformação. Na Portonave, primeiro terminal portuário privado de contêineres do país, a participação da mulher chega a 20%, de um total de 1,3 mil profissionais. Para ampliar essa proporção, a empresa realiza busca ativa por mulheres e desenvolve iniciativas e benefícios voltados à permanência delas. Como resultado desses esforços, em 2025 a participação feminina avançou em diferentes áreas.

A busca ativa ocorre principalmente na operação e manutenção, historicamente masculinizadas e que já registram maior participação feminina. Em comparação com 2024, houve crescimento de 13% nos setores de manutenção, manutenção civil e engenharia, além de aumento de 10% na operação. Esses departamentos, juntos, contam com aproximadamente 120 mulheres.

Para as profissionais, o segmento portuário oferece importantes perspectivas de desenvolvimento. Meiriele Schneider, Operadora de Armazém na Iceport – câmara frigorífica da Portonave – destaca que vê muitas oportunidades para as mulheres na área. “Acredito que, em breve, poderei alcançar um cargo melhor pelas oportunidades que possuo no setor”, afirma ela que está há cinco meses na empresa.

Maria de Araújo, Operadora de Gate, complementa que, também na área, as oportunidades de crescimento para as mulheres são muitas. “Nosso Gate, local de entrada e saída de caminhões, é formado por 64% de mulheres, sendo 35 mulheres e 19 homens, e espero evoluir ainda mais”, diz.

A presença delas também está no cais e no pátio de contêineres. Tereza Maria, Auxiliar de Movimentação Portuária, ressalta o significado dessa inclusão: “representa muito para mim, algo que antes parecia inimaginável”. Maria de Oliveira, Operadora de Veículo Portuário, reforça o compromisso diário delas com a excelência. “A cada dia busco aprimorar o que faço, que é movimentar contêineres por meio da Terminal Tractor, carreta utilizada nas operações”, completa.

Um recorte dos últimos cinco anos demonstra que, de apenas quatro gestoras, a companhia passou para 16. Apenas no último ano, na comparação com 2024, o quadro de gestoras aumentou 50%. A presença feminina em posições estratégicas é fundamental para consolidar essa evolução. Recém-promovida a Supervisora Administrativa, Andreza de Oliveira destaca os desafios. “Trabalhar no ambiente portuário é desafiador, e é essencial que tenham oportunidades para que mulheres ocupem cargos de liderança, com políticas e iniciativas inclusivas”, afirma.

Além disso, a empresa também tem ampliado a inclusão de pessoas com deficiência. Carla Macena, Massoterapeuta com deficiência visual, foi capacitada e contratada pelo Terminal Portuário. “Estar neste ambiente me trouxe dignidade e valorização, com respeito às pessoas”, afirma. Atualmente, integra a equipe de massoterapeutas e oferece quick massages aos profissionais, como parte do Programa Saúde em Equilíbrio.

Para sustentar esses avanços e promover um segmento mais inclusivo, a companhia desenvolve diversas ações por meio do Programa de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI). Entre as iniciativas, está o Programa de Apoio à Maternidade, que oferece suporte às gestantes desde a confirmação da gravidez até o período após o retorno ao trabalho – com o acompanhamento dessa nova fase da vida profissional da mulher, nos papéis de profissional e mãe, assim como na adaptação da criança – a adesão ao Programa Empresa Cidadã, com licença-maternidade para seis meses e licença-paternidade de 20 dias, auxílio-creche e palestras e rodas de conversa sobre temas relevantes, como assédio, no ambiente de trabalho.

Para a liderança feminina, há oportunidades de treinamentos internacionais, como o Programa LIFE, realizado no Panamá com o foco em lideranças femininas no setor, e a formação APEC pela Autoridade Portuária na Antuérpia, na Bélgica.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. No ranking nacional, em 2025, a Portonave é a 4ª colocada na movimentação de contêineres cheios de longo curso no país, com 9% de participação, de acordo com o Datamar. Atualmente, gera 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. A companhia figura como a 8ª melhor empresa de grande porte para se trabalhar em Santa Catarina, segundo o Great Place to Work (GPTW) 2025.

FONTE E IMAGENS: Assessoria de Imprensa Portonave

Ler Mais
Internacional, Negócios

Retrospectiva 2025: Articulação Internacional reposiciona SC no radar de investidores, grandes mercados e bancos externos

A internacionalização evoluiu de agenda eventual do governo de Santa Catarina para integrar o núcleo da estratégia de desenvolvimento econômico em 2025. Com a liderança do governador Jorginho Mello, o Estado deu início à estruturação de sua política de articulação internacional orientada à atração de investimentos, ampliação de mercados e viabilização de projetos estratégicos. Os resultados reposicionaram Santa Catarina no radar de governos, bancos multilaterais e grandes grupos empresariais.

O movimento ganhou escala com a atuação da Secretaria de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos (SAI), comandada pelo secretário Paulo Bornhausen e responsável por organizar a presença internacional do governo. Em 2025, a SAI SC conectou agendas externas a prioridades internas como infraestrutura, mobilidade, competitividade industrial e sustentabilidade fiscal. 

Ao longo do ano, a atuação internacional foi marcada por quatro missões oficiais com agendas técnicas no exterior, visitas de autoridades internacionais de 19 países ao Estado, dois eventos de negócios fora do país (SC Day Tóquio e NY) e sete eventos de articulação internacional apoiados pelo governo em Santa Catarina. As ações tiveram foco econômico e institucional.

Crédito de longo prazo com o Banco Mundial

Do ponto de vista econômico, o principal marco do ano foi a consolidação da relação com organismos multilaterais de crédito. Durante missão oficial aos Estados Unidos, em maio, o governador Jorginho Mello cumpriu agenda em Washington com o Banco Mundial, apresentando projetos estruturantes nas áreas de mobilidade, infraestrutura urbana, resiliência climática e desenvolvimento regional. A iniciativa abriu caminho para uma nova geração de financiamentos de longo prazo para Santa Catarina, somando-se mais de US$ 500 milhões, reforçando a credibilidade fiscal e institucional do Estado junto a organismos internacionais.

Na avaliação de Paulo Bornhausen, essa articulação internacional responde a uma lacuna histórica do país. “Os Estados brasileiros ficaram muito tempo à margem das grandes decisões internacionais. Santa Catarina decidiu ocupar esse espaço com seriedade, projetos bem estruturados e alinhamento político”, afirma o secretário.

Aproximação com mercados populosos da Ásia

O segundo eixo de maior relevância na articulação internacional em 2025 foi a intensificação das relações com a Ásia. Em junho, o governador liderou missão oficial ao Japão e à China, com agendas de governo e empresariais voltadas à ampliação das exportações catarinenses e à prospecção de investimentos em logística, energia, tecnologia e infraestrutura. A missão consolidou Santa Catarina como interlocutor direto junto a grandes conglomerados asiáticos e autoridades nacionais.

Japão e China

Como desdobramento dessa agenda, o Estado recebeu, ao longo do segundo semestre, visitas institucionais de grupos internacionais, entre eles representantes da Power China, interessados em projetos de aviação regional, ferrovias, energia e infraestrutura. A atuação reafirmou o caráter pragmático da política externa catarinense, voltada à geração de oportunidades econômicas concretas.

Singapura

Ainda no contexto asiático, Santa Catarina avançou na aproximação com países do Sudeste Asiático. Em setembro, o governo estadual recebeu visita institucional de representantes de Singapura, em Florianópolis, abrindo diálogo direto com um dos principais hubs logísticos, financeiros e tecnológicos do mundo. A agenda posicionou Singapura como porta de entrada para a ASEAN — um bloco econômico com mais de 600 milhões de consumidores — ampliando o horizonte de mercado para o setor produtivo catarinense.

Malásia

Em visita ao governo do estado em novembro, cônsul comercial da Malásia, Amirul Azman Ahmad, destacou o momento oportuno para ampliar os laços com a Malásia, que é a atual presidente da ASEAN.

“Vemos neste estado um polo industrial e tecnológico que dialoga diretamente com nossas prioridades. Buscamos joint ventures, transferência de tecnologia e maior acesso ao mercado Halal, aproveitando a força catarinense em proteína e alimentos processados”, declarou Ahmad.

Para o secretário Paulo Bornhausen, esse movimento é estratégico e objetivo: “A Ásia concentra crescimento, consumo e capacidade de investimento. Estar presente nesse diálogo é uma decisão econômica. Santa Catarina precisa ser vista como parceira confiável nesses mercados”.

Grupo espanhol investirá U$S 800 milhões para se instalar

A política de articulação internacional também produziu efeitos concretos na atração de investimentos europeus. Em junho, durante missão da vice-governadora Marilisa Boehm à Espanha, foi anunciado o investimento de R$ 800 milhões do grupo espanhol Vall Companys, no setor agroindustrial, com expansão da operação no Estado. O anúncio foi resultado de uma construção institucional de médio prazo, com diálogo direto conduzido pelo governador Jorginho Mello através da InvestSC, reforçando a presença de Santa Catarina nas cadeias globais de alimentos e proteína animal. 

Para sustentar essa presença internacional de forma permanente, o governo estadual avançou em 2025 na consolidação do programa de Embaixadores Honorários, incluindo representações estratégicas para China (Bruno Maria Machado), Portugal (Miguel Relvas) e Itália (Salmi Paladini Neto). A iniciativa garante canais contínuos de interlocução econômica e institucional, funcionando como extensão da diplomacia estadual em mercados prioritários.

“O programa fortalece a presença internacional do Estado de forma inteligente, sem estruturas onerosas, e ajuda a manter Santa Catarina conectada aos centros de decisão econômica”, explicou Bornhausen.

Escritórios permanentes

Após as missões do primeiro semestre, o governador Jorginho Mello anunciou que vai abrir em 2026 dois escritórios internacionais, como parte da estratégia para dar suporte a empresários catarinenses. A iniciativa está vinculada à InvestSC e visa estreitar laços comerciais, facilitar exportações e atrair investimentos externos. 

Os escritórios funcionarão como pontos de apoio institucional permanente. A aposta do governo é que essa estrutura permita tornar os canais de relacionamento com mercados externos contínuos e eficientes, ampliando oportunidades de negócios para o Estado.

Fortalecimento institucional com a Argentina

Na América do Sul, a agenda internacional do governo incluiu missão oficial à Argentina, em novembro, com foco no fortalecimento do comércio bilateral, na conectividade aérea e no turismo. A presença do governador em agendas institucionais de alto nível reforçou o papel da Argentina como terceiro maior parceiro comercial de Santa Catarina e ampliou o diálogo sobre integração regional.

A missão oficial do Governo de Santa Catarina à Argentina encerrou-se com um importante gesto político e diplomático, no dia 11 de novembro. O governador Jorginho Mello foi um dos poucos convidados para a cerimônia de posse do novo ministro do Interior da Argentina, Diego Santilli, realizada no tradicional Salão Branco da Casa Rosada, sede do Poder Executivo argentino. Durante o evento, o governador catarinense encontrou-se com o presidente Javier Milei, reafirmando os laços entre o estado e a nação vizinha.

Efeito das missões

Ao longo do segundo semestre, os efeitos da articulação internacional começaram a se materializar no território catarinense. Em setembro, equipes técnicas do Banco Mundial realizaram visitas institucionais a regiões como AMUNESC e Vale Europeu, iniciando a estruturação de projetos regionais de mobilidade integrada — um exemplo claro de como a presença internacional se converte em políticas públicas concretas.

Em 2025 a articulação internacional de Santa Catarina tornou-se um instrumento direto de política econômica. Com o protagonismo político do governador Jorginho Mello e a organização técnica da SAI, o Estado deixou de reagir ao cenário global e passou a se posicionar estrategicamente nele — por meio de missões oficiais bem definidas, visitas institucionais qualificadas e projetos com alto potencial de impacto econômico.

Santa Catarina construiu, em 2025, uma política consistente de inserção internacional que conecta diplomacia, financiamento estruturado e competitividade produtiva, com método, liderança política e resultados concretos.

23 países com representantes recebidos pelo Governo de Santa Catarina em 2025:

Alemanha
Argentina
Bahrein
Catar
Cazaquistão
Chile
China
Coréia do Sul
França
Emirados Árabes Unidos
Estados Unidos
Espanha
Grécia
Itália
Japão
Macedônia do Norte
Malásia
Marrocos
Paraguai
Portugal
Singapura
Suíça
Kwait

FONTE: Agência de Notícias SECOM
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Secom GOVSC

Ler Mais
Negócios

Dia do Empreendedorismo Feminino: Santa Catarina tem mais de 1,2 milhão de mulheres empreendedoras

Participação de mulheres no quadro societário das empresas aumentou em 2025, fortalecendo o empreendedorismo feminino

O Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino, celebrado nesta quarta-feira, 19, é marcado pelo crescimento da participação de mulheres no comando e no quadro societário de empresas em Santa Catarina. Conforme dados da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc), o estado tem mais de 1,25 milhão de mulheres empreendedoras, número que tem crescido nos últimos anos. 

As mulheres representam 38,2% do total de empreendedores considerando o volume de empresas ativas em Santa Catarina. No entanto, somente entre as empresas abertas em 2025 elas representam 40,8%. Ou seja, a participação de mulheres cresceu, principalmente com micro e pequenas empresas. Apenas neste ano foram quase 140 mil mulheres registradas como proprietárias ou sócias de empresas.  

“O crescimento da participação de mulheres liderando as empresas reflete a força e a capacidade feminina. Elas estão empreendendo mais, inovando e investindo. E o empreendedorismo feminino é uma das prioridades do governador Jorginho Mello e minha. Por isso investimos na criação e manutenção de iniciativas como o Pronampe Mulher e os programas Mulheres+Tec e Mulheres+Pesquisa. Ações essenciais para que as catarinenses tenham mais opções para criar suas empresas, garantindo sua independência e gerando emprego e renda”, destacou a vice-governadora Marilisa Boehm. 

Fonte: Jucesc

Mulheres na indústria, comércio e serviços

Conforme os dados da Jucesc, as mais de 1,25 milhão de empreendedoras catarinenses atuam em diversos setores econômicos. A maior parte empreende no comércio e reparação de veículos, com participação de 343 mil mulheres sócias e proprietárias. Na sequência aparecem os setores de indústria da transformação (158 mil) e atividades administrativas e serviços complementares (101 mil). 

Distribuição pelos principais setores econômicos

Total: 1,25 milhão

  • Comércio e reparação de veículos: 343 mil
  • Indústria da transformação: 158 mil
  • Atividades administrativas e serviços complementares: 101 mil
  • Alojamento e alimentação: 95 mil
  • Atividades profissionais, científicas e técnicas: 91 mil
  • Outras atividades de serviços: 87 mil
  • Saúde humana e serviços sociais: 70 mil
  • Construção: 56 mil
  • Atividades imobiliárias: 54 mil
  • Transporte, armazenagem e correio: 49 mil

Para a vice-presidente da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc), Fabiana Everling, o empreendedorismo feminino gera um ciclo positivo na economia. “Esses números mostram sobretudo um grande empreendedorismo feminino e isso se dá por diversos fatores. A mulher saiu em busca do seu próprio negócio, de legalizar as atividades que eventualmente ela já desenvolvia sem essa formalização. A mulher tem se qualificado cada vez mais e aí ela empreende no seu próprio negócio. E, além de fazer a sua renda, ela gera renda, gera emprego”, destaca.

Empresária de São João Batista comanda indústria calçadista 

Uma das mais de 1,25 milhão de empreendedoras catarinenses é Suzana Santos, líder da fábrica que leva o seu nome e produz calçados femininos em São João Batista. Em todas as plantas da empresa, em Santa Catarina e na Bahia, são mais de 2,5 mil funcionários que trabalham na produção de sandálias, tênis, tamancos e rasteirinhas. 

“Hoje a gente atende em todos os estados e exporta para uma média de 25 países. A gente é uma empresa muito inovadora e pensa muito em evoluir, buscar as mudanças que o mercado pede, então a gente desenvolve os produtos de acordo com as necessidades do consumidor”, explica Suzana Santos. 

A indústria é familiar e hoje é tocada por Suzana e pelo seu irmão. Ela é responsável pela parte comercial, estilo, criativo, bem como marketing. Com o sucesso da marca, a empresa verticalizou a produção e passou a fabricar também parte da matéria-prima. Conforme Suzana, empreender em Santa Catarina tem diversas vantagens.

“Santa Catarina é um estado próspero, é um estado que tem muita oportunidade e mão de obra qualificada. Aqui a parte da logística é muito diferente, temos mais opções. A gente também está próximo da maioria dos clientes, daqueles estados que tem grande potencial de venda”, explica.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Leo Munhoz/SecomGOVSC

Ler Mais
Economia

Brasil atrai mais investimentos estrangeiros do que a média global

O Investimento Direto Estrangeiro (IDE) destinado a novos projetos produtivos no Brasil cresceu 67% entre 2022 e maio de 2025, na comparação com o período entre 2015 e 2019. O dado integra um estudo da consultoria McKinsey, que analisou o comportamento de grandes multinacionais em meio ao atual cenário de fragmentação política e mudanças geoeconômicas. No mundo, o crescimento médio do IDE no mesmo intervalo foi de 24%.

O movimento acontece mesmo com o aumento de barreiras comerciais e da disputa geopolítica entre grandes potências. Países desenvolvidos, como Estados Unidos e Europa, passaram a direcionar mais capital entre si, enquanto reduziram aportes na China. Já o país asiático intensificou investimentos em outras regiões, principalmente na Europa, América Latina e Oriente Médio.

Vantagem brasileira: distância geopolítica menor

O estudo mostra que economias emergentes têm atraído investimentos de diversos blocos políticos, especialmente aquelas consideradas neutras — caso do Brasil. Segundo a McKinsey, cerca de 65% das empresas que anunciaram aportes no Brasil, Singapura e Emirados Árabes Unidos mantiveram o mesmo “alcance geopolítico” de investimento, índice significativamente maior do que o registrado em países como EUA, Japão e China.

“O Brasil é historicamente neutro do ponto de vista geopolítico, e isso se tornou um ativo importante. Observamos uma diversificação da origem dos investimentos, com novos fluxos vindos da Ásia e do Oriente Médio”, afirma Nelson Ferreira, sócio sênior da McKinsey.

A Europa lidera o volume de aportes no Brasil desde 2022, responsável por aproximadamente 50% do investimento estrangeiro anunciado. Os Estados Unidos aparecem em seguida, com cerca de 15%.

Aportes brasileiros no exterior diminuem

Enquanto a entrada de investimentos aumentou, a saída seguiu direção oposta. O volume de IDE de empresas brasileiras no exterior caiu 19%, passando de US$ 2,9 bilhões (2015–2019) para US$ 3,2 bilhões (2022–maio/2025).

A pesquisa considera apenas investimentos greenfield — isto é, novos projetos produtivos — e não inclui fusões, aquisições ou reinvestimentos de lucro.

Energia lidera os aportes estrangeiros no Brasil

O setor de energia é o principal destino dos recursos internacionais, concentrando 46% dos investimentos estrangeiros anunciados para o Brasil desde 2022. Entre os projetos de maior destaque estão:

  • Usina de hidrogênio verde no Ceará
  • Projetos de petróleo e gás na Bacia de Campos

Esses investimentos fazem parte de uma tendência de meganegócios: embora representem apenas 1% dos anúncios globais, são responsáveis por 50% do valor total investido — proporção que vem crescendo nos últimos cinco anos.

Próximos passos para ampliar a competitividade

Para avançar na atração de capital produtivo, o Brasil ainda enfrenta desafios, especialmente relacionados a custos e ambiente de negócios. De acordo com Ferreira, juros elevados e custo de capital alto limitam a expansão da indústria de manufatura avançada. “Para ganhar competitividade em indústrias estratégicas, o país precisa de um novo ciclo de investimento e modernização com tecnologias como digitalização, automação e inteligência artificial.”

A combinação de energia renovável abundante, grande mercado consumidor e mão de obra disponível coloca o Brasil em posição de destaque para setores de agricultura, energia e commodities.

FONTE: INFOMONEY

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: REPRODUÇÃO INFOMONEY

Ler Mais
Especialista

O ESPECIALISTA: GREICE FERREIRA


NR-1: como a nova exigência de riscos psicossociais muda a forma de cuidar das pessoas nas empresas

Quando o risco não é visível, mas é real

O mundo corporativo mudou. Processos estão mais ágeis,metas mais exigentes e o nível de cobrança — interna e externa — nunca foi tão alto. Nos bastidores dessa rotinaacelerada, um novo tipo de risco começou a ganhar nome e, agora, espaço legal: os riscos psicossociais.

Esses riscos estão diretamente ligados à saúde mental, à forma como as pessoas se relacionam com o trabalho e à cultura organizacional. Quando nãoreconhecidos, afetam produtividade, clima e até a reputaçãoda empresa.

O que é a NR-1 e o que ela exige das empresas

Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) define as diretrizes gerais de segurança e saúde no trabalho. Desde a atualização publicada em 2022, ela passou a incluir aobrigatoriedade de identificar e avaliar os riscos psicossociais — um marco que aproxima, pela primeira vez, a psicologia organizacional da segurança do trabalho.

Na prática, isso significa que:

● As​empresas​precisam​avaliarfatoresdeestresse,sobrecarga, comunicação e relações de trabalho;

● Elaborar relatórios técnicos e planos de ação que comprovem a análise;

● E​atuarpreventivamente,​promovendo​ambientes​saudáveis​e emocionalmente seguros.

Ignorar essa etapa pode gerar não conformidade legal, além de custos indiretos altos: afastamentos, queda de performance e rotatividade.

Pontos de atenção: onde estão os principais riscos

Os riscos psicossociais não aparecem em máquinas, planilhas ou EPIs — eles aparecem em comportamentos e sinais sutis do dia a dia. Entre os principais pontos de atenção estão:

1. Sobrecarga e prazos excessivos, que geram estresse crônico e exaustão.

2. Lideranças despreparadas, que comunicam pressão sem suporte.

3. Falta de escuta e diálogo, que criam sensação de isolamento e medo.

4. Ambientes competitivos e desumanizados, que adoecem silenciosamente.

5. Ausência de políticas claras de apoio psicológico e emocional.

Esses fatores comprometem não apenas a saúde doscolaboradores, mas também

a sustentabilidade emocional e financeira do negócio.

Como transformar a exigência em oportunidade

Cumprir a NR-1 vai muito além do compliance: é uma chancede rever a cultura organizacional e fortalecer o capital humano. Empresas que tratam o tema de forma preventiva colhem resultados concretos:

● Menos afastamentos e processos trabalhistas;

● Equipes mais engajadas e criativas;

● Maior retenção de talentos;

● Clima de confiança e pertencimento.

Como psicóloga organizacional, percebo que quando as lideranças aprendem a equilibrar exigência e humanidade, a empresa ganha em todos os sentidos — inclusive financeiramente. Cuidar de quem sustentatudo é, hoje, uma das estratégias de gestão mais inteligentes.

Como começar o processo de adequação

O primeiro passo é realizar um Diagnóstico de RiscosPsicossociais, que mapeia as condições emocionais e relacionais que impactam o ambiente de trabalho. Esse diagnóstico serve de base para o plano de ação exigido pela NR-1, e deve ser conduzido por profissionais habilitados em psicologia organizacional e segurança do trabalho.

A partir desse diagnóstico, a empresa pode implementar programas de Desenvolvimento Humano e Compliance Emocional, voltados à redução dos riscos psicossociais identificados — que normalmente envolvem aspectos de liderança, comunicação, clima organizacional e sobrecarga emocional.

As ações podem incluir treinamentos de liderança saudável, aprimoramento da comunicação assertiva e estratégias de prevenção do burnout, entre outras intervenções personalizadas conforme o perfil da empresa.

Cumprir a NR-1 não é um custo. É um investimento inteligente em pessoas, reputação e resultado. Ofuturo das empresas será definido por quem entender quesaúde mental também é estratégia de negócio.

Greice Ferreira é psicóloga clínica e organizacional, com mais de 15 anos de experiência em saúde mental e 10 anos de atuação em programas de Saúde e Segurança do Trabalho (NRs 33 e 35).

Ler Mais
Negócios

CMA CGM assina carta de intenção para seis novos navios porta-contêineres de 1.700 TEUs com combustível dual LNG construídos na Índia

O Grupo CMA CGM, um dos principais players globais em soluções marítimas, terrestres, aéreas e logísticas, assinou uma carta de intenção para a construção de seis navios porta-contêineres de última geração movidos a GNL (gás natural liquefeito) no estaleiro Cochin Shipyard Limited (CSL), na Índia. Esse movimento estratégico torna o Grupo o primeiro grande armador estrangeiro a encomendar navios movidos a GNL de um estaleiro indiano. Todos os seis navios serão registrados sob a bandeira da Índia.

Cada novo navio terá capacidade para 1.700 TEUs e poderá operar com GNL, estando preparado para combustíveis de baixo carbono, o que reduzirá significativamente as emissões de gases de efeito estufa — alinhando-se à meta do grupo de atingir emissões líquidas zero até 2050. O projeto no estaleiro Cochin contará também com a cooperação técnica do construtor naval sul-coreano HD Hyundai Heavy Industries.

Essa iniciativa reforça o forte compromisso da CMA CGM com a visão marítima da Índia e suas prioridades estratégicas nacionais, incluindo os programas Make in India¹ e Atmanirbhar Bharat². O grupo está investindo ativamente em toda a cadeia de valor marítima indiana — desde terminais estratégicos e serviços marítimos até a construção naval — e também está reatribuindo embarcações ao registro indiano. Ao mesmo tempo, vem ampliando o emprego marítimo local, com operações de tripulação e gestão na Índia.

A CMA CGM reatribuirá quatro embarcações ao registro indiano em 2025 e pretende recrutar 1.000 marinheiros indianos até o final do ano, além de contratar mais 500 em 2026.

O presidente e CEO do grupo, Rodolphe Saadé, declarou:“Tenho o prazer de ver a CMA CGM como a primeira empresa internacional de transporte marítimo a encomendar navios movidos a GNL construídos na Índia. Este marco reflete a confiança que depositamos nas capacidades industriais e tecnológicas da Índia e apoia a ambição do primeiro-ministro Modi de transformar o país em uma potência global de construção naval. A Índia é estratégica para a CMA CGM — é onde investimos, treinamos e inovamos. Além da construção naval, estamos fortalecendo parcerias em logística, treinamento marítimo e transporte sustentável para apoiar o crescimento da Índia e contribuir para a descarbonização do comércio global.”

A parceria entre a CMA CGM e o Cochin Shipyard reflete um comprometimento mútuo com a inovação, sustentabilidade e excelência marítima global. As entregas dos navios ocorrerão entre 2029 e 2031, em linha com a estratégia do grupo de renovação de frota e transição energética.

O presidente do Cochin Shipyard, Madhu S. Nair, afirmou: “Estamos muito satisfeitos que a CMA CGM tenha escolhido o CSL para fazer parte desta iniciativa histórica. O CSL está comprometido em entregar navios de alta qualidade com soluções sustentáveis que atendam às expectativas futuras do mercado. Este projeto é de grande importância também por envolver a colaboração com o maior grupo de construção naval, o HD KSOE, o que reforça nosso compromisso em oferecer soluções de classe mundial por meio de parcerias globais.”

A Índia representa um mercado estratégico para o grupo CMA CGM, ocupando uma posição central na rede global de agências do grupo. Com 34 anos de presença no país e uma equipe de aproximadamente 17.000 funcionários, a CMA CGM desempenha um papel essencial na conexão da Índia com os mercados globais por meio de 19 serviços marítimos semanais.

Além das operações de transporte marítimo, o grupo investe em infraestrutura portuária, com participações estratégicas em terminais como o Nhava Sheva Freeport Terminal (NSFT), próximo a Mumbai, e o Porto de Mundra.

A CMA CGM também estabeleceu, em Chennai (Tamil Nadu), a sede de sua organização Global Business Services (GBS), que atua como um centro estratégico global de suporte para funções de transporte, logística, finanças, jurídico, atendimento ao cliente e transformação. Com uma equipe de mais de 9.000 colaboradores, o GBS apoia 160 agências em todo o mundo, supervisionando 261 processos e 158 departamentos, sendo responsável por mais de 60% dos principais processos transacionais do grupo.

A subsidiária CEVA Logistics, pertencente à CMA CGM, opera 105 unidades em 31 cidades indianas, gerenciando cerca de 900.000 m² de armazéns. A aquisição da Stellar VCS em 2023 fortaleceu ainda mais a presença da CEVA no setor de logística contratual na Índia, oferecendo soluções inovadoras e expertise global para aumentar a eficiência operacional.

Cochin Shipyard, principal estaleiro da Índia, é pioneiro nos esforços do governo para transformar o país em um hub marítimo global, conforme as visões Maritime India Vision 2030 e Maritime Amrit Kaal Vision 2047 — e este projeto é um exemplo emblemático dessa iniciativa.

¹ Make in India: iniciativa do governo indiano lançada para promover a manufatura local e atrair investimentos, incentivando empresas a produzirem bens no país.
² Atmanirbhar Bharat: programa governamental voltado para tornar a Índia mais autossuficiente, promovendo a produção local, a inovação e a redução da dependência de importações.

FONTE: CMA CGM
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

Ler Mais
Economia

Dólar hoje recua na abertura dos negócios no Brasil

Na quinta-feira, o dólar à vista fechou em alta de 0,23% no Brasil, para R$ 5,3400

O dólar comercial opera em baixa ante real nesta sexta-feira, enquanto no exterior a divisão oscila em baixa em meio à expectativa de que o Federal Reserve (Fed) siga cortando juros nos próximos meses, mesmo com a paralisação parcial do governo dos EUA ameaçando atrapalhar a atuação dos agentes, ao congelar a divulgação de dados econômicos.

Qual a cotação do dólar?

Às 9h22, o dólar à vista tinha queda de 0,19%, para R$ 5,330 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,08%, a R$ 5,3835.

No mesmo horário, no exterior o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisões fortes — caiu 0,04%, para 97,783.

Na quinta-feira, o dólar à vista fechou em alta de 0,23% no Brasil, para R$ 5,3400.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,329
  • Venda: R$ 5,330

Dólar Turismo

  • Venda: R$ 5,368
  • Compra: R$ 5,548

FONTE: Reuters e InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Dimas Ardian/Bloomberg

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook