Aeroportos

Floripa Airport Cargo registra crescimento recorde no 1º trimestre de 2026

O Floripa Airport Cargo iniciou 2026 com resultados históricos na movimentação de cargas, consolidando sua posição como um dos principais polos de logística aérea no Brasil. O terminal encerrou o primeiro trimestre com desempenho recorde, refletindo a expansão registrada ao longo de 2025.

Crescimento expressivo nas rotas internacionais

Um dos principais destaques do período foi o avanço nas operações com a Europa. A rota Florianópolis–Frankfurt, operada pela Latam Cargo, apresentou aumento de 18% no volume transportado. A conexão conta com duas frequências semanais e fortalece o fluxo entre Santa Catarina e o mercado europeu.

Além disso, o terminal opera atualmente seis voos cargueiros por semana, incluindo ligações com Miami e a Alemanha. Rotas de passageiros para destinos como Panamá e Lisboa também contribuem para o transporte de cargas, ampliando a capacidade logística.

Resultado acompanha desempenho histórico de 2025

O bom desempenho em 2026 segue a tendência observada no ano anterior. Em 2025, o aeroporto registrou o maior crescimento do país na importação de cargas, com alta de 10% em relação a 2024. O resultado foi baseado em dados públicos divulgados por concessionárias aeroportuárias e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Investimentos e eficiência operacional explicam avanço

De acordo com a concessionária responsável pelo aeroporto, o crescimento está diretamente ligado a investimentos contínuos em infraestrutura aeroportuária, ampliação de rotas e ganhos em eficiência operacional. O foco em cargas de alto valor agregado, integradas a cadeias globais de suprimentos, também contribui para o avanço do terminal.

Destaque nacional no setor de cargas

Com a combinação de novos serviços, localização estratégica e forte atividade econômica regional, o Floripa Airport Cargo se consolida como um importante hub logístico, ampliando sua relevância no cenário da aviação de cargas brasileira.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC

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Portos

Porto de São Sebastião amplia capacidade logística e prepara novo acesso no litoral de SP

O Porto de São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo, vem registrando avanço expressivo na movimentação de cargas e já opera em um novo nível de desempenho. A média anual chegou a cerca de 1,5 milhão de toneladas, com tendência de crescimento sustentado nos próximos anos.

Entre 2024 e 2025, o volume movimentado superou em mais de 50% a média histórica registrada até 2023. No período, o porto alcançou 2,96 milhões de toneladas, sendo 1,53 milhão em 2024 e 1,44 milhão em 2025 — o melhor resultado para um biênio recente.

Açúcar e gado vivo impulsionam resultados

O crescimento da operação está diretamente ligado ao aumento na exportação de açúcar a granel e no embarque de gado bovino vivo, dois segmentos que ganharam protagonismo no terminal.

O açúcar passou a ter destaque após novos contratos firmados no fim de 2024, representando parcela significativa da movimentação total — chegando a concentrar mais da metade das cargas em determinados períodos.

Já o transporte de gado vivo coloca o porto em um grupo restrito no Brasil, sendo uma atividade estratégica impulsionada pela demanda internacional por animais da Região Sudeste.

Novo acesso viário vai retirar caminhões do centro urbano

Um dos principais avanços em infraestrutura logística é a melhoria nos acessos ao porto. Com a entrega do Contorno Sul da Rodovia dos Tamoios, os caminhões passaram a ter ligação mais direta com o terminal, reduzindo impactos no trânsito urbano.

A próxima etapa prevê a conclusão de um novo acesso exclusivo, com investimento de R$ 51,1 milhões, que permitirá a ligação direta entre os contornos de São Sebastião e Caraguatatuba. A expectativa é eliminar totalmente a circulação de caminhões de carga em áreas centrais, aumentando a segurança e diminuindo emissões.

Além disso, os pátios de triagem em Caraguatatuba organizam o fluxo de veículos, garantindo mais eficiência operacional e menos congestionamentos.

Estrutura natural favorece operações e reduz custos

O porto se destaca também por suas condições naturais. Com profundidade entre 18 e 25 metros — podendo chegar a 42 metros — o terminal reduz a necessidade de dragagem, fator que aumenta a competitividade e traz mais previsibilidade às operações.

O acesso marítimo pelas barras Norte e Sul reforça a capacidade de receber embarcações de grande porte.

Novo terminal vai permitir operação com contêineres

O futuro terminal multipropósito SSB01 deve marcar uma nova fase no desenvolvimento do porto. Com leilão previsto, o projeto inclui capacidade para movimentar até 1,35 milhão de TEU e 3,45 milhões de toneladas de granéis sólidos por ano.

O investimento estimado é de R$ 3,8 bilhões, com contrato de 35 anos. O terminal terá perfil voltado ao transbordo de contêineres (transhipment) e será capaz de receber navios de grande porte totalmente carregados — um diferencial no cenário portuário brasileiro.

Estratégia é complementar logística ao Porto de Santos

Apesar da expansão, a proposta não é competir diretamente com o Porto de Santos, mas atuar de forma complementar, ampliando a eficiência da logística portuária no estado de São Paulo.

Atualmente, mais de 90% das operações são voltadas ao comércio exterior, consolidando o terminal como alternativa estratégica para o escoamento de cargas.

Impacto econômico e geração de empregos

O complexo conta hoje com seis operadores e gera mais de mil empregos diretos. Com a implantação do novo terminal, a expectativa é criar cerca de 5 mil vagas na fase de construção e aproximadamente 1,3 mil durante a operação.

A integração entre porto, município e demais esferas de governo tem contribuído para minimizar impactos urbanos e ampliar os benefícios econômicos locais.

Potencial de crescimento no cenário logístico nacional

A localização estratégica, próxima a importantes polos industriais, aliada aos investimentos em infraestrutura, posiciona o porto como peça-chave na expansão do comércio exterior brasileiro.

A tendência, segundo especialistas, é de fortalecimento da complementaridade entre portos, ampliando a eficiência do sistema logístico nacional.

FONTE: A Tribuna
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Portos

Porto de São Francisco do Sul amplia capacidade com novos armazéns e melhora logística

O Porto de São Francisco do Sul deu mais um passo na expansão de sua infraestrutura logística com a conclusão do primeiro de três novos armazéns destinados ao armazenamento de cargas. A estrutura deve entrar em operação nos próximos dias, reforçando a capacidade do terminal.

Este é o primeiro galpão a ser liberado dentro da área operacional do complexo portuário, marcando o início de uma nova fase de ampliação.

Expansão adiciona 15 mil m² de área de armazenagem

Posicionado na parte frontal do porto, próximo ao muro que faz divisa com a rua, o novo espaço integra um projeto que prevê a ampliação de aproximadamente 15 mil metros quadrados de área de armazenagem — o equivalente a mais de dois campos de futebol.

A iniciativa busca fortalecer a eficiência logística e atender ao aumento da demanda por movimentação de cargas na região.

Obras avançam e novos armazéns serão entregues em abril

Enquanto o primeiro galpão aguarda liberação, as obras seguem em ritmo acelerado nas demais estruturas. Um segundo armazém está em fase de construção ao lado da área já concluída. Já o terceiro está sendo instalado na parte posterior do complexo, nas proximidades da comunidade Bela Vista.

Ambos estão em estágio final de montagem e a previsão é que sejam liberados ainda em abril.

Maior capacidade e redução de gargalos operacionais

Cada um dos novos armazéns conta com cerca de 5 mil metros quadrados, contribuindo diretamente para o aumento da capacidade de estocagem do terminal — que já é destaque como o maior em movimentação de cargas em Santa Catarina.

Com a ampliação, a expectativa é melhorar o fluxo logístico, permitindo maior volume de armazenamento e tornando mais ágil a entrada e saída de mercadorias. A medida também deve ajudar a reduzir gargalos operacionais, aumentando a competitividade do porto.

FONTE: ND+
TEXTO: Redação
IMAGEM: Datamar News

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Portos

Porto de Ilhéus registra alta de quase 70% no faturamento em 2026

O Porto de Ilhéus apresentou crescimento significativo no início de 2026, com avanço de 69,98% no faturamento portuário em relação ao mesmo período do ano passado. Nos dois primeiros meses, a receita chegou a R$ 1,5 milhão, impulsionada pelo aumento da movimentação de cargas e pelo fluxo de cruzeiros.

Movimentação de cargas e cruzeiros impulsiona receita

De acordo com dados divulgados pelo Conselho de Autoridade Portuária (CAP), o terminal movimentou 49.183 toneladas de mercadorias e recebeu nove navios de cruzeiro no período.

Entre os principais produtos transportados, destacam-se:

  • mais de 18 mil toneladas de cacau
  • cerca de 21 mil toneladas de níquel

O desempenho reforça a relevância do porto para a economia regional, especialmente para produtores locais e para a geração de empregos no sul da Bahia.

Investimentos em infraestrutura fortalecem competitividade

Durante a reunião do CAP, também foram detalhadas ações voltadas à modernização da infraestrutura portuária, consideradas essenciais para ampliar a capacidade operacional e aumentar a competitividade no cenário nacional.

Entre as iniciativas discutidas estão:

  • dragagem de aprofundamento do canal
  • implantação de cercamento e controle de acesso
  • melhorias estruturais no cais

As medidas visam otimizar a logística e preparar o porto para novas demandas do setor.

Obras no cais prometem reduzir custos operacionais

Um dos destaques é a nova técnica de reforço estrutural que será aplicada pela CODEBA.

Segundo o presidente da companhia, Antonio Gobbo, a solução busca corrigir problemas causados pelo movimento das marés, que afetam a estabilidade do cais e aumentam a necessidade de manutenção.

A proposta é substituir o modelo atual por uma estrutura monolítica, capaz de reduzir custos com dragagens frequentes e garantir maior durabilidade ao terminal ao longo das próximas décadas.

Mudanças na gestão marcam nova fase do porto

O encontro também oficializou alterações na administração do porto. João Batista Aquino foi apresentado como novo gerente da unidade, enquanto Pedro Henrique Pena assumiu a presidência do Conselho de Autoridade Portuária.

A mudança ocorre em substituição a Felipe Medeiros Lima e sinaliza uma nova etapa na gestão, com expectativa de continuidade nas ações estratégicas e fortalecimento institucional.

FONTE: CODEBA
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Portos

Crescimento portuário no Norte dispara e região lidera movimentação de cargas no Brasil

A região Norte apresentou o maior crescimento portuário do Brasil em janeiro de 2026, com avanço de 42,1% na movimentação de cargas na comparação anual. Ao todo, foram transportadas 11,5 milhões de toneladas, superando o desempenho das demais regiões. Os dados são do levantamento da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Granéis sólidos impulsionam resultado

O principal motor desse crescimento foi o segmento de granéis sólidos, que alcançou 8,4 milhões de toneladas, com expressiva alta de 53,23%. Outros tipos de carga também contribuíram para o resultado positivo:

  • Contêineres: 1,1 milhão de toneladas (+31,14%)
  • Granéis líquidos: 1,4 milhão de toneladas (+8,78%)

O avanço reflete a expansão da atividade logística e o fortalecimento da região como alternativa estratégica para o escoamento da produção nacional.

Exportação de commodities lidera movimentação

Entre os produtos mais transportados, destaque para as commodities agrícolas. A soja somou 2,2 milhões de toneladas, com crescimento de 192,47%, enquanto o milho atingiu 2,6 milhões de toneladas, alta de 112,17%. Juntas, essas cargas representam mais de 40% de toda a movimentação regional.

Outros produtos relevantes incluem a bauxita, com 2,2 milhões de toneladas (+21%), além do aumento na carga conteinerizada. O desempenho acompanha o avanço da safra agrícola e a maior utilização dos portos do Norte como rota de exportação.

Comércio exterior puxa alta da movimentação

O comércio exterior teve papel decisivo no resultado. As exportações cresceram 66,56% no período, enquanto as importações registraram alta mais moderada, de 4,61%.

Na navegação de longo curso, que envolve operações internacionais, a movimentação chegou a 4,6 milhões de toneladas (+43,9%). Já a cabotagem, entre portos nacionais, movimentou 1 milhão de toneladas, com crescimento de 17,24%.

Portos públicos e privados impulsionam desempenho

O avanço foi sustentado tanto por portos públicos quanto por terminais privados. Entre os portos públicos, destacam-se unidades no Pará, como Santarém e Vila do Conde, com cerca de 1,6 milhão de toneladas cada.

Já os terminais privados concentraram a maior parte da movimentação, com aproximadamente 7,7 milhões de toneladas — cerca de dois terços do total. Entre os destaques estão estruturas localizadas no Pará e no Amazonas, que apresentaram crescimento relevante e forte atuação no transporte de granéis sólidos.

Esses terminais foram responsáveis por 5,5 milhões de toneladas desse tipo de carga, com alta de 57,49%, impulsionando especialmente as exportações de soja, milho e bauxita. O desempenho também acompanha o crescimento do transporte internacional, que avançou mais de 45% no período.

Infraestrutura pública mantém papel estratégico

Nos portos públicos, a movimentação atingiu 3,8 milhões de toneladas, com crescimento de 50,24%. O resultado reforça a importância dessas estruturas na logística regional e sua complementaridade com a operação privada.

O cenário indica uma mudança relevante na matriz logística brasileira, com a região Norte ganhando protagonismo na exportação de commodities e na diversificação das rotas de escoamento.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Portos

Portos brasileiros movimentam 104 milhões de toneladas em janeiro e registram crescimento de 12,8%

O setor portuário brasileiro iniciou 2026 em ritmo acelerado, registrando 104 milhões de toneladas movimentadas em janeiro, alta de 12,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e confirmam a expansão contínua da atividade portuária no país.

Portos públicos e privados em destaque

Nos Portos Públicos, a movimentação chegou a 35,3 milhões de toneladas, representando um aumento de 10,3% em relação a janeiro de 2025. O Porto de Santarém (PA) se destacou com crescimento expressivo de 156,3%, movimentando 1,6 milhão de toneladas.

Já os Terminais de Uso Privado (TUPs) registraram crescimento de 14,1%, totalizando 68,7 milhões de toneladas. Entre os destaques está o Terminal de Petróleo TPET/TOIL, no Porto do Açu (RJ), com movimentação de 7,7 milhões de toneladas, aumento de 159,8%.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltou que os números refletem o avanço da infraestrutura e da capacidade operacional dos terminais brasileiros. “O setor portuário brasileiro vive um momento consistente de expansão. Os dados evidenciam a melhoria dos nossos terminais e reforçam a logística nacional”, afirmou.

O secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, destacou que o crescimento é resultado de políticas públicas, concessões e arrendamentos realizados pelo Ministério de Portos, que têm atraído investimentos e aumentado a eficiência logística do país.

Crescimento na navegação de longo curso e cabotagem

A navegação de longo curso, responsável pelo transporte internacional, movimentou 70,9 milhões de toneladas, alta de 11% em relação a janeiro de 2025. Já a cabotagem, transporte entre portos nacionais, registrou aumento de 15%, com 20,2 milhões de toneladas, reforçando seu papel estratégico na logística interna, reduzindo custos e impactos ambientais.

Movimentação por tipo de carga

  • Granéis líquidos (petróleo, derivados e produtos químicos): alta de 29,7%, totalizando 31,2 milhões de toneladas.
  • Granéis sólidos (soja, milho, minério de ferro e fertilizantes): crescimento de 10,4%, com 54,7 milhões de toneladas.
  • Cargas conteinerizadas: aumento de 1,9%, movimentando 13,2 milhões de toneladas.
  • Carga geral solta (produtos industrializados, veículos e mercadorias diversas): queda de 13,2%, totalizando 4,9 milhões de toneladas.

Entre as mercadorias mais movimentadas, o óleo bruto de petróleo liderou com 21,4 milhões de toneladas (+37,6%), seguido da soja com 4,0 milhões de toneladas (+114,3%) e o açúcar, com 2,2 milhões de toneladas (+31,3%).

Impacto para a economia brasileira

O crescimento da movimentação portuária reflete não apenas o aumento das exportações, mas também o fortalecimento da infraestrutura logística do país. O desempenho dos portos é estratégico para o comércio exterior, para o escoamento da produção agrícola e industrial e para a competitividade do Brasil no mercado global.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Logística

Cabotagem cresce na Região Sul e movimenta 33,6 milhões de toneladas em 2025

A cabotagem na Região Sul retomou o ritmo de expansão e fechou 2025 com 33,6 milhões de toneladas transportadas entre janeiro e dezembro. O volume representa alta de 1,38% em comparação com 2024, quando foram registradas 33,2 milhões de toneladas.

Os números são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários e foram compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

Recuperação após eventos climáticos

O resultado sinaliza a recuperação do transporte marítimo de curta distância após os impactos climáticos severos que atingiram o Rio Grande do Sul.

Entre os estados do Sul, Santa Catarina liderou a movimentação, com 19,6 milhões de toneladas. Na sequência aparecem:

  • Rio Grande do Sul: 9,6 milhões de toneladas
  • Paraná: 4,4 milhões de toneladas

Juntos, os três estados reforçam o papel estratégico da região na redistribuição de cargas, garantindo o abastecimento de energia, insumos industriais e bens de consumo para diferentes partes do país.

Principais cargas transportadas

Entre os produtos mais movimentados na cabotagem em 2025, destacam-se:

  • Petróleo: 17,2 milhões de toneladas
  • Contêineres: 10 milhões de toneladas
  • Derivados de petróleo: 3 milhões de toneladas
  • Ferro e aço: 2,6 milhões de toneladas

Também houve transporte relevante de gás de petróleo e biodiesel.

Essas cargas são consideradas essenciais para o fornecimento de energia, manutenção da atividade industrial e geração de emprego e renda.

Programa BR do Mar fortalece setor

A evolução do setor também está associada ao ambiente regulatório mais estável. As medidas adotadas no âmbito do Programa BR do Mar ampliaram a segurança jurídica e criaram condições para a expansão sustentável da cabotagem.

Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a previsibilidade nas regras tem sido determinante para estimular investimentos, ampliar rotas e aumentar a eficiência logística.

Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a estabilidade regulatória reforça a confiança do setor e contribui para o desenvolvimento regional e a integração nacional.

O ministro da pasta também destacou que, mesmo diante de eventos extremos, a cabotagem brasileira manteve a continuidade operacional e sustentou o abastecimento e a competitividade dos estados do Sul.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Portos

Porto de Santos registra melhor janeiro em três anos e movimenta 12,7 milhões de toneladas

O Porto de Santos iniciou 2026 com desempenho histórico. Em janeiro, o maior complexo portuário da América Latina movimentou 12,7 milhões de toneladas, resultado que representa crescimento de 9,5% em relação ao mesmo mês de 2025 e avanço de 6,8% sobre o recorde anterior, alcançado em 2024.

O volume reforça o papel estratégico do terminal para a logística nacional e para o escoamento da produção brasileira no mercado internacional.

Movimentação de contêineres e aumento nas atracações

Além do crescimento no volume total de cargas, a operação de contêineres também impulsionou os resultados. No período, foram movimentados 467 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

O número de atracações registrou alta de 2,5% na comparação com janeiro do ano passado, indicando maior dinamismo operacional e ampliação da capacidade de atendimento do porto.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os resultados demonstram a consolidação de investimentos estruturais no setor. Ele destacou que o desempenho do Porto de Santos reflete planejamento, segurança jurídica e visão estratégica de longo prazo, fatores que fortalecem a competitividade do país.

Agronegócio lidera crescimento das cargas

O avanço nos números de janeiro foi puxado principalmente pelo agronegócio. O açúcar apresentou recuperação expressiva, com 1,57 milhão de toneladas embarcadas, crescimento de 36,8%, revertendo a tendência de queda observada anteriormente.

Já o complexo soja — que inclui grãos e farelo — registrou aumento de quase 80% em comparação com 2025, totalizando 1,56 milhão de toneladas embarcadas, impulsionado pela oferta disponível e pela demanda externa aquecida.

Para o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, os resultados confirmam que o desempenho consistente do porto é fruto de planejamento e investimentos contínuos, e não de fatores pontuais.

Ampliação da área do Porto de Santos fortalece expansão

No início de fevereiro, o Ministério de Portos e Aeroportos oficializou a revisão da área do Porto Organizado de Santos, ampliando a zona portuária em 17,2 milhões de metros quadrados.

A medida cria condições para expansão estruturada, aumento da capacidade operacional e atração de novos investimentos. De acordo com o ministério, a incorporação da nova área permite preparar o porto para atender à demanda futura do comércio exterior brasileiro.

A Autoridade Portuária destaca que a ampliação reforça a expectativa de novos recordes nos próximos anos.

Maior porto da América Latina mantém protagonismo

O Porto de Santos é o maior complexo portuário da América Latina e um dos principais hubs logísticos do mundo. Conecta o Brasil a mais de 600 mercados internacionais, com atuação estratégica no transporte de granéis sólidos, líquidos e carga conteinerizada.

Em 2025, o terminal movimentou mais de 186 milhões de toneladas, respondendo por parcela relevante da movimentação portuária nacional.

Fonte: Porto de Santos

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: MPOR / VOSMAR ROSA

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Portos

Porto de Santos registra recorde histórico de movimentação de cargas em 2025

O Porto de Santos encerrou 2025 com um novo recorde de movimentação de cargas, confirmando as projeções ao longo do ano. De acordo com dados da Autoridade Portuária de Santos (APS), o maior porto do país movimentou 186,4 milhões de toneladas, resultado 3,6% superior ao registrado em 2024, quando foram contabilizadas 179,8 milhões de toneladas.

O desempenho reforça a posição estratégica do porto na logística nacional e no comércio exterior brasileiro, impulsionado pelo crescimento das exportações e pela eficiência operacional do complexo.

Contêineres alcançam maior volume da história

A movimentação de contêineres também atingiu patamar inédito em 2025. Ao longo do ano, passaram pelo Porto de Santos 5,9 milhões de TEU, o que representa um avanço de 7,7% em relação ao ano anterior.

Em termos de peso, a carga conteinerizada somou 62,3 milhões de toneladas, com crescimento de 3,9%, consolidando o segmento como um dos principais vetores de expansão do porto.

Dezembro impulsiona resultado anual

Segundo a APS, o fechamento positivo do ano foi impulsionado por um mês de dezembro robusto, com movimentação de 14,7 milhões de toneladas. O volume representa uma alta de 16% na comparação com dezembro de 2024, quando foram registradas 12,7 milhões de toneladas.

Para o presidente da APS, Anderson Pomini, os números refletem a capacidade operacional do porto. Em nota, ele destacou que 2025 apresentou recordes mensais consecutivos na movimentação de contêineres e desempenho elevado também na carga geral, evidenciando os efeitos dos investimentos em infraestrutura e o fortalecimento do Brasil no comércio global.

Granéis sólidos lideram crescimento no ano

Entre os segmentos, os granéis sólidos totalizaram 94,5 milhões de toneladas em 2025, com crescimento de 4,2%. O principal destaque foi o complexo soja, que alcançou 44,9 milhões de toneladas, avanço expressivo de 18,9%.

A celulose também apresentou forte expansão, com alta de 21,5%, somando 9,9 milhões de toneladas no acumulado do ano.

Por outro lado, algumas cargas registraram retração anual, como açúcar (-10,8%), milho (-4,6%) e granéis líquidos (-6,3%). Apesar disso, dezembro mostrou recuperação, com os granéis sólidos crescendo 36,7% e o milho avançando 44,9% frente ao mesmo mês de 2024.

Exportações avançam e participação no comércio exterior cresce

As exportações movimentadas pelo Porto de Santos somaram 137,4 milhões de toneladas em 2025, alta de 4,6%. Já as importações permaneceram praticamente estáveis, com leve crescimento de 1%, totalizando 49 milhões de toneladas.

A APS destaca ainda o aumento da participação do porto na corrente comercial brasileira. Até dezembro de 2025, Santos respondeu por 29,6% de todas as transações do Brasil com o exterior, em valor US$ FOB, acima dos 29,0% registrados no ano anterior.

A China manteve-se como o principal parceiro comercial, concentrando 29,6% das operações de origem ou destino do porto.

Mais navios acompanharam o avanço da movimentação

O crescimento da carga também se refletiu no fluxo de navios. Em 2025, 5,7 mil embarcações atracaram no Porto de Santos, número 2,7% maior do que o registrado em 2024.

Principais números de 2025

Total de cargas: 186,4 milhões de toneladas (+3,6%)
Contêineres: 5,9 milhões de TEU (+7,7%)
Exportações: 137,4 milhões de toneladas (+4,6%)
Importações: 49,0 milhões de toneladas (+1,0%)
Movimentação em dezembro: 14,7 milhões de toneladas (+16,0%)

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Amanda Perobelli

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Portos

Portos brasileiros avançam em 2025 com crescimento histórico e novos investimentos em logística

O setor portuário brasileiro encerra 2025 com um dos melhores desempenhos da série recente, consolidando um ciclo contínuo de expansão. Entre janeiro e outubro, os portos brasileiros movimentaram 1,16 bilhão de toneladas, resultado 4,03% superior ao registrado no mesmo período de 2024. O volume confirma a importância da infraestrutura portuária para o escoamento da produção, o avanço das exportações e a inserção do Brasil nas cadeias globais de comércio.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os números refletem uma política pública baseada em planejamento, investimentos e segurança jurídica, que tem fortalecido o ambiente logístico nacional.

Desempenho regional impulsiona crescimento equilibrado

O avanço da movimentação portuária em 2025 foi sustentado por resultados positivos em todas as regiões do país, com destaque para Norte, Nordeste e Sul.

Na Região Norte, os portos registraram 12,6 milhões de toneladas movimentadas em outubro, crescimento superior a 31% na comparação anual. O desempenho evidencia a relevância da navegação interior e o papel estratégico da região no transporte de cargas minerais, energéticas e agrícolas.

O Nordeste também apresentou evolução consistente, com 7,7 milhões de toneladas movimentadas em outubro, alta acima de 4%. A ampliação da capacidade operacional e os investimentos em modernização portuária vêm fortalecendo a posição da região nas rotas logísticas nacionais e internacionais.

Já a Região Sul alcançou 108,4 milhões de toneladas no acumulado do ano, consolidando-se como um dos principais polos logísticos do país, especialmente no escoamento de produtos agrícolas, industriais e cargas conteinerizadas.

Para o secretário nacional de Portos, Alex Avila, os dados regionais demonstram a efetividade da política portuária adotada. Segundo ele, o crescimento respeita as vocações de cada região e amplia a eficiência dos terminais.

Exportações e contêineres lideram alta da movimentação

As exportações brasileiras seguiram como principal motor do crescimento em 2025. O minério de ferro manteve a liderança, com 348 milhões de toneladas, avanço de 5,30%. O petróleo bruto e derivados somaram 183 milhões de toneladas, crescimento de 7,27%, enquanto a soja alcançou 131 milhões de toneladas, alta de 11,25%.

A movimentação de contêineres também registrou desempenho expressivo, com 12,6 milhões de TEUs, crescimento de 9,94%, indicando maior diversificação da pauta logística. Entre os principais destinos das exportações estão China, Malásia, Japão, Singapura e Espanha.

Leilões e obras ampliam capacidade dos portos

Em 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos realizou oito leilões portuários, que somam R$ 10,3 bilhões em investimentos nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Os projetos têm foco na ampliação da capacidade, modernização da infraestrutura e aumento da eficiência operacional.

Entre as iniciativas de destaque estão investimentos no Porto de Paranaguá, Porto do Rio de Janeiro, Porto de Maceió, no Canal de Acesso de Paranaguá e no Túnel Santos-Guarujá, considerado uma das obras logísticas mais relevantes do país.

De acordo com o ministro Silvio Costa Filho, os leilões consolidam um novo ciclo de investimentos estruturantes, ampliando a competitividade do Brasil e criando melhores condições para o crescimento econômico.

Capital privado fortalece expansão do setor

O ano de 2025 também foi marcado pelo avanço dos investimentos privados. Foram concedidas oito novas autorizações para Terminais de Uso Privado (TUPs), totalizando R$ 4,59 bilhões, além de 31 alterações contratuais, que somam R$ 1,218 bilhão. Ao todo, 39 atos representaram R$ 5,81 bilhões em aportes privados.

Na gestão contratual, os investimentos chegaram a R$ 2,07 bilhões, com participação de operadores como ICTSI Rio Brasil Terminal 1, Ultracargo, Timac Agro, Tequimar, Píer Mauá e Intersal, voltados à modernização e ao ganho de eficiência.

Alex Avila destacou que a parceria com a iniciativa privada tem sido determinante para ampliar a produtividade e preparar os portos brasileiros para as exigências do comércio global.

Portos se consolidam como eixo do desenvolvimento nacional

O balanço de 2025 confirma o setor portuário como um dos pilares do desenvolvimento econômico do país. Com crescimento consistente, investimentos estruturantes e expansão regional equilibrada, os portos do Brasil reforçam seu papel estratégico na logística nacional, promovendo integração, competitividade e desenvolvimento sustentável.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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