Portos

Porto de São Francisco do Sul registra novo recorde de movimentação de cargas em 2025

O Porto de São Francisco do Sul alcançou, pelo terceiro ano consecutivo, um novo recorde de movimentação de cargas em 2025. Ao longo do ano, o terminal movimentou 17,5 milhões de toneladas, o maior volume já registrado em seus 70 anos de operação. O desempenho consolida o porto como o principal de Santa Catarina nas operações de exportação, importação e cabotagem.

Nos últimos três anos, o crescimento acumulado da movimentação chegou a 39%. Em 2022, o porto havia registrado 12,6 milhões de toneladas. Em 2023, o volume subiu para 16,8 milhões e, em 2024, alcançou 17 milhões de toneladas.

Exportações puxam resultados e grãos lideram operações

Do total movimentado em 2025, as exportações representaram 55%, somando 9,6 milhões de toneladas. Os grãos foram os principais responsáveis por esse desempenho, com destaque para a soja, que respondeu por 6,2 milhões de toneladas, seguida pelo milho, com 2,9 milhões.

As importações e cargas de entrada totalizaram 7,9 milhões de toneladas, o equivalente a 45% da movimentação anual. Nesse volume estão incluídos os produtos siderúrgicos transportados por cabotagem pela empresa Tesc, que opera em área arrendada dentro do porto público, além do aço importado, que juntos somaram 4,3 milhões de toneladas. Os fertilizantes também tiveram participação relevante, com 3,1 milhões de toneladas movimentadas no período.

Investimentos estruturantes impulsionam competitividade

O governador Jorginho Mello destacou que os resultados refletem a crescente demanda internacional pelos produtos catarinenses e os investimentos realizados na infraestrutura portuária. Segundo ele, desde 2023 o Porto de São Francisco do Sul se consolidou como o maior do estado e deve ampliar ainda mais sua capacidade com obras estratégicas, como a retirada de uma formação rochosa que limitava a atracação de navios maiores há décadas e a dragagem do canal de acesso, que beneficia tanto o porto público quanto os terminais privados da região.

O secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Beto Martins, reforça que o crescimento consistente é fruto de planejamento e investimentos estruturantes, com foco na manutenção e modernização contínua da infraestrutura.

Modernização da infraestrutura terrestre e aquaviária

De acordo com o presidente do Porto, Cleverton Vieira, o planejamento adotado desde 2023 priorizou melhorias na infraestrutura terrestre, como a instalação de novas balanças, reforço na segurança e investimentos em tecnologia da informação, além de ações na infraestrutura aquaviária, com dragagens de manutenção e aprofundamento do canal. Também foram realizadas reformas em equipamentos de movimentação de cargas.

Segundo Vieira, o trabalho integrado com operadores portuários e trabalhadores avulsos foi decisivo para garantir maior competitividade logística ao terminal, resultando no expressivo crescimento registrado nos últimos três anos.

Destaques nacionais do Porto de São Francisco do Sul

O Porto de São Francisco do Sul é atualmente o maior de Santa Catarina em movimentação de cargas, está entre os dez maiores portos públicos do Brasil em carga geral e figura entre os três portos públicos do país com certificações ISO 9001 e ISO 14001. Em 2024 e 2025, recebeu quatro prêmios do Ministério dos Portos pelo aumento da movimentação e pelos indicadores de gestão. O terminal é responsável por cerca de 50% do aço importado pelo Brasil e por aproximadamente 80% da soja exportada por Santa Catarina.

FONTE: Porto São Francisco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto de São Francisco

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Portos

Porto de Santos projeta novo recorde anual na movimentação de cargas

O Porto de Santos manteve, em novembro, a trajetória de crescimento registrada ao longo de 2025 e voltou a atingir marcas históricas na movimentação de cargas. No mês, foram movimentadas 16,13 milhões de toneladas, o maior volume já registrado para um novembro. No acumulado do ano, o total chegou a 171,62 milhões de toneladas, outro recorde para o período.

Com esse resultado, faltam apenas 7,4 milhões de toneladas para que o complexo portuário supere o recorde anual de 2024, quando foram movimentadas 179,8 milhões de toneladas. O desempenho reforça a expectativa de que o Porto alcance um novo marco histórico até o encerramento do ano.

Crescimento na movimentação de contêineres

A movimentação de contêineres também apresentou avanço significativo em 2025. Entre janeiro e novembro, o volume acumulado chegou a 5,4 milhões de TEUs, crescimento de 8% na comparação com o ano anterior e novo recorde histórico. O TEU é a unidade padrão equivalente a um contêiner de 20 pés.

Segundo o presidente da Autoridade Portuária de Santos, Anderson Pomini, os números confirmam a necessidade de investimentos estruturais. Ele destaca a ampliação da Poligonal do Porto de Santos, com formalização prevista para janeiro, além da continuidade das melhorias na infraestrutura de acesso, como o aprofundamento do canal e as obras das avenidas perimetrais.

Desempenho de novembro

Na comparação com novembro de 2024, o crescimento total da movimentação foi de 13,9%. Os embarques avançaram de 10,01 milhões para 11,57 milhões de toneladas, alta de 15,6%. Já os desembarques passaram de 4,10 milhões para 4,56 milhões de toneladas, crescimento de 11,1%.

Entre as cargas embarcadas, açúcar, milho e soja superaram 2 milhões de toneladas cada, liderando o desempenho mensal. Nos desembarques, o principal destaque foi o adubo, com volume acima de 1 milhão de toneladas.

No segmento de contêineres, novembro também entrou para a história como o melhor mês já registrado no Porto de Santos, com 489,15 mil TEUs, aumento de 5,3% em relação ao mesmo período de 2024.

Resultado acumulado em 2025

De janeiro a novembro, o Porto de Santos movimentou mais de 171,2 milhões de toneladas, o que representa crescimento de 2,7% em comparação com igual período do ano passado. Os embarques somaram 126,68 milhões de toneladas, alta de 3%, enquanto os desembarques alcançaram 44,95 milhões de toneladas, avanço de 1,8%.

No acumulado do ano, o desempenho dos contêineres consolidou o ritmo de expansão, com 5,4 milhões de TEUs movimentados e crescimento de 8%, reforçando a posição do Porto como o principal hub logístico do país.

Agronegócio impulsiona os resultados

O agronegócio seguiu como o principal motor da movimentação portuária em 2025. As cargas com maior participação no período foram soja em grãos, com 33,83 milhões de toneladas, açúcar, com 22,45 milhões de toneladas, e milho, com 12,65 milhões de toneladas.

Outro destaque foi a celulose, que registrou crescimento de 20,3% no ano, totalizando 8,9 milhões de toneladas movimentadas pelo Porto de Santos.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/APS

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Portos

Porto de Imbituba encerra 2025 com investimentos históricos e salto na capacidade operacional

O Porto de Imbituba conclui 2025 consolidado como um dos principais polos da logística portuária de Santa Catarina, impulsionado por um conjunto de obras estruturantes, modernização tecnológica e avanços institucionais. Entre os marcos do ano está a autorização da Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos de Santa Catarina, para a realização de 40 manobras experimentais com navios porta-contêineres de até 366 metros de comprimento (LOA).

A medida posiciona o terminal em um novo nível de competitividade, permitindo a operação de embarcações de grande porte e ampliando sua integração aos corredores logísticos internacionais.

Gestão e investimentos sustentam desempenho do complexo

Para o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina, Beto Martins, os resultados refletem uma operação organizada, equipes qualificadas e investimentos focados na modernização do complexo portuário, com ganhos diretos em eficiência e sustentabilidade.

Na avaliação do diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Christiano Lopes, o desempenho confirma a efetividade do planejamento estratégico adotado no estado. Segundo ele, o porto se consolida como ativo essencial para a indústria catarinense, o agronegócio e a ampliação da presença do estado no comércio exterior, reforçando a infraestrutura logística como referência nacional.

Cais 3 passa pela maior intervenção desde 1979

O ano de 2025 também marca o início do maior ciclo de obras da história do porto. O Cais 3 recebe investimentos públicos superiores a R$ 115 milhões, sendo R$ 91 milhões destinados às obras em execução. A intervenção inclui recuperação estrutural, reforço, ampliação, instalação de colunas de contenção e construção de dolfins de atracação e amarração.

Com as melhorias, o comprimento operacional do cais será ampliado de 200 para 335 metros. Além disso, está prevista para 2026 a contratação das obras de dragagem e derrocagem, com aprofundamento programado para ocorrer entre dezembro de 2026 e março de 2027, durante a paralisação das operações do Cais 3.

Intervenções ampliam eficiência dos berços de atracação

Paralelamente, o Cais 2 avança na implantação de um novo dolfim de amarração. Somadas às obras de derrocagem no Cais 1, os investimentos públicos chegam a cerca de R$ 15 milhões. As melhorias permitirão que os dois berços operem até quatro navios simultaneamente.

No Cais 1, seguem as obras de ampliação da área de acostagem, com previsão de elevação da profundidade para 15 metros, o que deve resultar em ganhos relevantes de eficiência operacional em todo o complexo portuário.

Mais de R$ 300 milhões em investimentos públicos previstos

Além das obras em cais, o Porto de Imbituba projeta mais de R$ 300 milhões em investimentos públicos, contemplando ações como dragagem, drenagem, recuperação do molhe de abrigo, melhorias em acessos, portarias e outros projetos estruturantes, além da expansão das conexões marítimas.

Outro avanço institucional foi a assinatura do novo Convênio de Delegação entre União, Estado e SCPAR Porto de Imbituba, que unifica a administração dos portos de Imbituba e Laguna pelos próximos 25 anos, fortalecendo a governança portuária catarinense e criando sinergias operacionais.

Novas rotas marítimas ampliam integração logística

No campo logístico, o porto incorporou a linha marítima semanal Puma, que se soma às rotas Brazex e ALCT-2. A ampliação das rotas fortalece a ligação entre Uruguai, Nordeste brasileiro e mercados da Ásia, com impacto direto no fluxo de cargas de maior valor agregado.

Modernização tecnológica avança com novo datacenter

A modernização tecnológica também foi destaque em 2025, com a inauguração de um novo datacenter, fruto de investimento de R$ 8,5 milhões. A estrutura amplia a capacidade de armazenamento e processamento de dados em tempo real, além de reforçar a conectividade entre empresas e operadores que atuam no complexo portuário.

Movimentação de cargas supera expectativas em 2025

Do ponto de vista operacional, o desempenho foi superior ao esperado. Entre janeiro e outubro, o Porto de Imbituba movimentou 6,17 milhões de toneladas e contabilizou 268 atracações. Outubro foi o mês mais intenso, com 714,7 mil toneladas e 27 navios atendidos.

As exportações somaram 2,53 milhões de toneladas, impulsionadas por coque calcinado, coque não calcinado e farelo de milho. Já as importações atingiram 2,86 milhões de toneladas, alta de 2,5% em relação a 2024, com destaque para hulha betuminosa, sal e insumos industriais.

A cabotagem também apresentou crescimento, com 547,3 mil toneladas embarcadas e 136,8 mil desembarcadas, enquanto o transbordo avançou 113,1% na comparação anual.

Os granéis sólidos lideraram a movimentação, representando 77,8% do total, seguidos pela carga conteinerizada, com 17,3% e mais de 1,06 milhão de toneladas. No comércio exterior, o porto movimentou mais de US$ 1,44 bilhão, reforçando sua relevância para a balança comercial de Santa Catarina.

Relação com a comunidade e perspectivas para 2026

Além dos resultados operacionais, o Porto de Imbituba ampliou sua atuação social. Mais de R$ 170 mil foram destinados a entidades locais por meio do projeto Arraiá do Porto, e o programa Porto de Portas Abertas já recebeu mais de 8 mil visitantes. Somados, investimentos em cultura, esporte e projetos sociais alcançaram cerca de R$ 700 mil ao longo do ano.

Com a expectativa de ultrapassar 7 milhões de toneladas movimentadas em 2025 e com projetos estruturantes em andamento, o Porto de Imbituba encerra o ano preparado para um novo ciclo de crescimento, inovação e integração logística no Sul do Brasil.

FONTE: Portal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuário

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Portos

Porto de Imbituba ultrapassa 6 milhões de toneladas e registra melhor outubro da história

O Porto de Imbituba atingiu 6,17 milhões de toneladas movimentadas entre janeiro e outubro de 2025, além de 268 atracações no período. Outubro se destacou como o mês mais intenso do ano, com 714,7 mil toneladas, reforçando a expansão contínua do complexo portuário e sua relevância para a economia de Santa Catarina.

Exportações e importações em alta

As exportações somaram 2,53 milhões de toneladas, impulsionadas principalmente pelo coque calcinado, coque não calcinado e farelo de milho.
No fluxo de importações, o porto registrou 2,86 milhões de toneladas, alta de 2,5% em relação a 2024. Também em outubro, Imbituba alcançou seu maior volume mensal desde o início das operações: mais de 406 mil toneladas importadas, com destaque para hulha betuminosa, sal e insumos industriais.

Cabotagem e transbordo ganham força

A cabotagem, essencial para o escoamento interno de cargas, movimentou 547,3 mil toneladas embarcadas e 136,8 mil toneladas desembarcadas, crescimento de 3,8% frente ao ano anterior.
O transbordo apresentou evolução ainda mais expressiva: 56 mil toneladas embarcadas e 44,9 mil desembarcadas, aumento de 113,1%, consolidando Imbituba como um hub logístico versátil.

Granéis sólidos seguem dominando

Os granéis sólidos representaram 77,8% de toda a movimentação, com destaque para coque de petróleo, açúcar a granel, hulha betuminosa, sal e farelo de milho. Já o segmento de contêineres, em franca expansão, respondeu por 17,3% do total, ultrapassando 1,06 milhão de toneladas, reflexo do aumento na oferta de cargas de maior valor agregado.

Expansão e modernização reforçam competitividade

Para o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina, Beto Martins, o desempenho é resultado de operação disciplinada e investimento contínuo:
“O crescimento do Porto de Imbituba mostra uma operação eficiente, com equipes qualificadas e projetos estruturantes que elevam a competitividade do complexo”.

O diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Christiano Lopes, reforça que o porto se tornou um ativo estratégico para o Estado:
“Os resultados mostram que Santa Catarina colhe os frutos de um planejamento focado em eficiência e tecnologia. Nosso objetivo é transformar Imbituba em referência logística nacional”.

Melhor mês do ano e projeção de novos recordes

Com 27 navios atendidos e mais de 714,7 mil toneladas, outubro consolidou o melhor desempenho mensal de 2025. Mantido o ritmo, o porto deve fechar o ano acima de 7 milhões de toneladas movimentadas.

Além do ganho operacional, o Porto de Imbituba tem ampliado seu impacto socioeconômico regional, gerando empregos, fortalecendo os setores de serviços, transporte e comércio, e avançando em iniciativas de integração porto-cidade.

Imbituba se destaca no cenário nacional

Reconhecido pela agilidade operacional, previsibilidade logística e menor tempo de espera, o porto vem atraindo novos operadores e ampliando seu papel no corredor portuário do Sul do Brasil. Entre os planos futuros estão a expansão da área alfandegada, novas linhas de navegação e o fortalecimento das operações com contêineres refrigerados, essenciais para o agronegócio.

Entre janeiro e outubro, as operações de comércio exterior movimentaram US$ 1,44 bilhão, segundo dados do MDIC, consolidando o Porto de Imbituba como peça-chave na balança comercial catarinense.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/SCPAR Porto de Imbituba

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Portos

Portos públicos do Sul registram alta de 14% e impulsionam recuperação logística em 2025

Os portos públicos da Região Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — fecharam o terceiro trimestre de 2025 com um avanço de 14,02% na movimentação de cargas, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os números, divulgados pela Antaq, apontam para uma retomada sólida após os impactos climáticos que afetaram a logística regional em 2024.

Entre julho e setembro, essas estruturas somaram 37 milhões de toneladas movimentadas, desempenho que superou a média do conjunto regional (portos públicos + terminais privados), cujo crescimento ficou em 8,65%.

O destaque ficou para o Porto de Paranaguá, que liderou com 19,1 milhões de toneladas, seguido pelo Porto de Rio Grande, responsável por 9,1 milhões de toneladas — ambos fundamentais para o escoamento da produção nacional.

Movimentação de contêineres dispara no Sul
Um dos sinais mais claros do aquecimento logístico foi o avanço da movimentação de contêineres, que cresceu 62,46% nos portos públicos, somando 8,4 milhões de toneladas no trimestre.

O transporte conteinerizado é considerado estratégico pela sua complexidade operacional, maior valor agregado e demanda por tecnologia e serviços especializados. No panorama geral da região, entre terminais públicos e privados, a carga em contêineres alcançou 15,2 milhões de toneladas, consolidando-se como a principal categoria movimentada no período.

Exportações, importações e cabotagem em alta
Os portos públicos também registraram avanços importantes no comércio exterior. As exportações cresceram 13,55%, assegurando o fluxo da produção, enquanto as importações aumentaram 8,59%.

Um dos destaques foi a entrada de adubos e fertilizantes, que totalizaram 5,9 milhões de toneladas nos portos públicos do Sul — um indicativo de que o setor agrícola já se organiza para garantir a produtividade da próxima safra.

Além disso, a cabotagem teve um salto significativo, com crescimento de 29,65%, reforçando o papel dos portos públicos como pilares da integração logística nacional.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Porto de Paranaguá/Divulgação

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Portos

Crescimento do Porto de Itajaí impulsiona alta de 10% na movimentação do complexo portuário

O Complexo Portuário de Itajaí registrou alta de 10% na movimentação de cargas entre janeiro e outubro de 2025, alcançando 12,8 milhões de toneladas. O resultado é impulsionado, sobretudo, pela retomada da regularidade operacional do Porto de Itajaí, que voltou a receber atracações de forma contínua após um período de instabilidade contratual. A normalização das atividades do terminal público tem influenciado diretamente o desempenho logístico da região.

Porto de Itajaí recupera ritmo e amplia competitividade

Com a retomada plena das operações, o porto público retomou níveis consistentes de movimentação. Em outubro, foram 500.199 toneladas movimentadas e 43 atracações, ampliando sua representatividade no fluxo total do complexo.

Especialistas do setor apontam que o desempenho do terminal público fortalece a competitividade da cidade no comércio exterior, reforçando Itajaí como um dos principais corredores logísticos para exportações brasileiras, especialmente de cargas refrigeradas e produtos alimentícios.

Desempenho consolidado do Complexo Portuário

Os números de outubro mostram que o Complexo Portuário, formado pelo porto público e terminais privados, movimentou 1,5 milhão de toneladas e registrou 105 atracações.

No total, as exportações somaram 707.029 toneladas. No segmento de contêineres, foram movimentados 45.512 TEUs cheios e 22.937 TEUs vazios — indicadores que mantêm Itajaí entre os principais hubs logísticos do país.

Exportações ganham força no terminal público

O Porto de Itajaí também apresentou crescimento expressivo na movimentação destinada ao comércio exterior. No período, o terminal escoou 217.473 toneladas, distribuídas em 14.829 TEUs cheios e 3.810 TEUs vazios.

A previsibilidade nas janelas de atracação e a estabilidade operacional têm permitido ao porto operar mais próximo de sua capacidade total, refletindo diretamente nos resultados positivos do complexo.

Superintendência destaca retomada histórica

O superintendente do porto, João Paulo Tavares Bastos, afirmou que o momento marca uma “retomada histórica” para o terminal público. Segundo ele, a regularidade operacional recuperou a confiança dos armadores e devolveu ao porto sua relevância no cenário nacional.

Bastos também citou que o ambiente externo favorece o desempenho, como a redução de tarifas de importação nos Estados Unidos para produtos alimentícios, fator que pode ampliar ainda mais as exportações nos próximos meses.

FONTE: Visor Notícias
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Visor Notícias

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Portos

Portos brasileiros registram recorde histórico de movimentação no 3º trimestre de 2025

Os portos brasileiros atingiram um novo recorde de movimentação de cargas no terceiro trimestre de 2025, superando todos os desempenhos anteriores para o período. Segundo levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base em dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o volume total movimentado entre julho e setembro foi de 378,2 milhões de toneladas, um crescimento de 6% em relação ao mesmo trimestre de 2024.

Entre os segmentos, a movimentação de contêineres teve destaque, com alta de 6,5% e total de 42,5 milhões de toneladas.

Modernização e sustentabilidade impulsionam resultados

De acordo com o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a combinação entre modernização da infraestrutura portuária e adoção de práticas sustentáveis tem sido essencial para o avanço do setor.

“A modernização dos portos, associada à adoção de práticas sustentáveis, tem elevado a eficiência portuária, com responsabilidade ambiental, e ampliado o desempenho das operações no país”, afirmou o ministro.

Costa Filho também lembrou que o MPor lançou o Diagnóstico de Sustentabilidade, iniciativa que mapeia ações de ESG realizadas pelas empresas do setor portuário. O ministério apresentará ainda sua agenda ambiental durante a COP 30, que ocorrerá em Belém (PA).

Desempenho acumulado e recordes mensais

No acumulado de janeiro a setembro, a movimentação portuária alcançou 1,04 bilhão de toneladas, representando um crescimento de 3,25% em relação ao mesmo período de 2024 — o maior volume já registrado para os nove primeiros meses do ano.

O mês de setembro também se destacou isoladamente, com aumento de 4,84% sobre o desempenho do ano anterior. Nesse mês, os contêineres registraram crescimento de 7,12%, totalizando 14,1 milhões de toneladas. Já os granéis sólidos lideraram em volume, com 72,8 milhões de toneladas movimentadas, alta de 4,72%.

O produto que mais cresceu no período foi a soja, com 46,89% de aumento e 7,9 milhões de toneladas transportadas — reflexo do bom desempenho das exportações agrícolas.

Crescimento nos portos públicos

Os portos públicos movimentaram 43,8 milhões de toneladas em setembro de 2025, um avanço de 3,26% frente ao mesmo mês do ano anterior.

Entre os 20 portos públicos com maior movimentação, o Porto de Santana (AP) apresentou o maior crescimento percentual: 40,12% em relação a setembro de 2024, totalizando 0,4 milhão de toneladas movimentadas.

Terminais privados também batem recorde

Os terminais privados (TUPs) registraram alta de 5,77% na movimentação de cargas em comparação a setembro do ano anterior, alcançando 76,6 milhões de toneladas.

Entre os terminais com melhor desempenho, o Terminal Marítimo de Ponta Ubu (ES) se destacou com um crescimento expressivo de 121,1%, movimentando 1,2 milhão de toneladas no mês.

Dados acessíveis no Painel Estatístico da Antaq

Os números completos sobre a movimentação portuária estão disponíveis no Painel Estatístico da Antaq, acessível por smartphones e tablets. A ferramenta permite consultar dados sobre transporte de longo curso, cabotagem, navegação interior e movimentação de contêineres.

FONTE: Agência Gov
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agência Gov

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Portos

Portos chilenos movimentam 85 milhões de toneladas de carga entre janeiro e setembro de 2025

Os portos do Chile movimentaram um total de 85.188.444 toneladas de carga entre janeiro e setembro de 2025, impulsionados principalmente pelas exportações de produtos, segundo dados analisados pelo PortalPortuario com base nos registros do Serviço Nacional de Aduanas.

Em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram transferidas 83.489.659 toneladas, houve um aumento de 1.698.485 toneladas, equivalente a 2,03% de crescimento.

Do total mais recente, 47.704.309 toneladas correspondem a exportações (queda de 0,30%), enquanto 37.484.134 toneladas estão relacionadas às importações, que cresceram 5,17%.

De acordo com as estatísticas aduaneiras, Caldera foi o porto com maior volume de carga exportada, com 5.995.606 toneladas, seguido por Patillos (5.030.356 toneladas) e San Antonio (3.828.568 toneladas).

Entre as principais zonas de entrada de carga, San Antonio liderou com 9.021.767 toneladas, seguido de Quintero (6.147.742 toneladas) e Mejillones (6.022.564 toneladas).

No que diz respeito às 47.704.309 toneladas exportadas em 2025, os minerais de cobre e seus concentrados foram o principal produto destinado ao exterior, com 11.131.241 toneladas, seguidos por minerais de ferro e seus concentrados (9.570.386 toneladas) e sal-gema, sal de salinas e sal marinho (6.612.657 toneladas).

Já entre os produtos importados, analisados pelo valor CIF (US$), o óleo diesel ficou em primeiro lugar com US$ 3.353.622.407, seguido pelos automóveis para transporte de pessoas (US$ 2.724.011.270) e automóveis para transporte de mercadorias (US$ 2.212.506.828).

FONTE: Portal Portuário
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuário

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Portos

Movimentação de cargas no Porto de São Francisco do Sul cresce em setembro e no acumulado de 2025

O Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, encerrou setembro de 2025 com alta na movimentação de cargas tanto no mês quanto no acumulado do ano, em comparação ao mesmo período de 2024. Foram movimentadas 1,53 milhão de toneladas, um crescimento de 3,3% em relação às 1,48 milhão de toneladas registradas em setembro do ano anterior.

De janeiro a setembro de 2025, o porto alcançou 13,5 milhões de toneladas movimentadas, volume 5% superior ao registrado no mesmo intervalo de 2024, quando o total somou 12,9 milhões de toneladas.

Soja e milho lideram exportações

As exportações responderam por 824,7 mil toneladas em setembro. Entre os principais produtos embarcados, a soja representou 543 mil toneladas, seguida pelo milho, com 271 mil toneladas, consolidando o porto como ponto estratégico para o agronegócio brasileiro.

Nas importações, o total chegou a 708 mil toneladas. Os fertilizantes representaram 318 mil toneladas, enquanto as bobinas de aço somaram 369 mil toneladas, reforçando o papel do terminal também no abastecimento da indústria nacional.

Infraestrutura e eficiência impulsionam resultados

De acordo com o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias (Spaf), Beto Martins, o desempenho é resultado da estrutura moderna e da capacidade operacional do porto.

“O Porto de São Francisco está preparado para atender às exigências do mercado. Esses números confirmam sua importância para o comércio internacional catarinense e brasileiro”, destacou Martins.

O presidente do Porto, Cleverton Vieira, também ressaltou o trabalho integrado que vem sendo desenvolvido ao longo do ano.

“Chegar a 13,5 milhões de toneladas até setembro demonstra a força do Porto de São Francisco do Sul como eixo estratégico para exportações e importações, especialmente nos setores do agronegócio e da indústria”, afirmou.

Porto consolida posição estratégica no Sul do Brasil

Com resultados positivos mês a mês, o Porto de São Francisco do Sul se consolida como um dos principais terminais logísticos do Sul do país, ampliando sua relevância nas rotas de exportação e importação. O desempenho reforça o papel do porto como motor econômico regional, contribuindo para o crescimento da cadeia produtiva catarinense e para a integração do Brasil ao comércio global.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gustavo Rotta

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Portos

Portos do Paraná registram alta em exportações e importações em 2025

Entre janeiro e setembro, o complexo portuário somou 55,3 milhões de toneladas, com destaque para milho, farelo de soja e frango congelado

A Portos do Paraná soma 55,3 milhões de toneladas movimentadas ao longo de 2025 e caminha para bater o próprio recorde em dezembro, com mais de 70 milhões de toneladas neste ano. O volume movimentado até setembro já representa 6,2% a mais do que o registrado nos três primeiros trimestres de 2024, quando foram atingidas 52,1 milhões de toneladas. Na avaliação geral, os granéis sólidos lideram as movimentações (61,5%), seguidos de carga geral (25,4%) e granéis líquidos (13,1%).

A quantidade maior de cargas se reflete também na chegada de navios aos portos do Paraná. Foram 2.124 atracações realizadas entre janeiro e setembro de 2025, número já superior ao total registrado em todo o ano passado, que somou 2.068.

O aumento de calado, que passou de 13,1m para 13,3m, também contribui para esses resultados. “Mais carga em um navio, sem aumento de custo operacional, desperta o interesse dos armadores em atracar nos portos paranaenses”, avalia o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Os dados de movimentação de carga relativos ao mês de setembro mostram que o milho é a commodity que mais cresceu, em volume e em porcentagem, nos portos paranaenses em 2025. No comparativo com o mesmo mês de 2024, a alta é de 356%. No acumulado de janeiro a setembro, os embarques do produto aumentaram 284% em relação ao mesmo período do ano anterior — 2.935.569 toneladas contra 756.044 toneladas. Isso representa US$ 582 milhões em FOB (valor do produto no ponto de embarque).

Os principais destinos do milho exportado foram países do Oriente Médio. A combinação de fatores que envolvem a alta produtividade brasileira e os embates tarifários internacionais promovidos pelos Estados Unidos ampliaram a competitividade do grão produzido no Brasil. O aumento na procura pelo produto brasileiro, principalmente pelo Paraná, se deve ao fato de ser a melhor alternativa de escoamento.

“As exportações nos Portos de Paranaguá e Antonina tiveram um crescimento em setembro e o milho com certeza está entre os principais responsáveis por este aumento”, afirmou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

Outra commodity que cresceu no período foi o farelo de soja, que alcançou a marca de 5.085.054 toneladas, 13% a mais do que no ano passado (4.510.525 toneladas). Os cinco principais destinos do farelo foram os Países Baixos, França, Espanha, Coreia do Sul e Alemanha. Representando mais de um quarto da movimentação nacional, o produto registrou US$ 1,6 bilhão em FOB.

O frango congelado também operou em grande volume. O Porto de Paranaguá movimentou 44% da exportação nacional de carne de frango, o que representa 1,5 milhão de toneladas e US$ 2,7 bilhões de FOB. Os três principais destinos foram África do Sul, México e Emirados Árabes. Para atender à grande demanda, o Terminal de Contêineres de Paranaguá possui o maior pátio para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, com 5.268 tomadas, e é o maior concentrador de linhas marítimas do País, com 23 serviços marítimos.

O envio de óleos vegetais também registrou alta de 45% em setembro e, no acumulado do ano (jan/set), soma crescimento de 49% nas exportações. A celulose teve um aumento de 72% no mês e acumula, até o momento, crescimento de 28% no envio para outros países.

IMPORTAÇÕES 

Na importação, o maior volume é o de fertilizantes, com 1.038.153 toneladas em setembro. O Porto de Paranaguá é o maior canal de importação de adubo do Brasil, responsável por 25,5% da movimentação nacional, avaliada em US$ 3 bilhões de FOB.

O desembarque de trigo cresceu consideravelmente no último mês, com alta de 132%, alcançando 269.308 toneladas, diante das 28.850 toneladas desembarcadas em setembro de 2024. A redução da área plantada na última safra e as interferências climáticas comprometeram a produção do cereal, exigindo maior importação para abastecer o mercado interno.

Setembro também foi marcado pelo aumento de 46% na importação de derivados de petróleo. É o primeiro mês de 2025 que a Portos do Paraná contabiliza um incremento de 3% sobre o acumulado em relação aos granéis líquidos.

FONTE: Portal Be News
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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