Aeroportos

Aviação brasileira bate recorde de passageiros em setembro e se aproxima de 100 milhões no ano

A aviação civil brasileira transportou 10,89 milhões de passageiros em setembro de 2026, estabelecendo o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 2000. O resultado considera voos domésticos e internacionais e representa crescimento de 0,7% em comparação com setembro de 2025, quando 10,81 milhões de pessoas viajaram de avião.

Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na terça-feira (20). No acumulado de janeiro a setembro, o setor movimentou 99,6 milhões de passageiros, uma alta de 4,3% em relação aos 95,5 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Com esse desempenho, o transporte aéreo brasileiro ficou a aproximadamente 405 mil passageiros de alcançar a marca de 100 milhões nos primeiros nove meses de 2026.

Aviação brasileira se aproxima de marca histórica

O país já havia ultrapassado a marca de 100 milhões de passageiros transportados em 2012, quando contabilizou 106,8 milhões de viajantes. O resultado foi repetido anualmente até 2019, mas a pandemia de Covid-19 interrompeu essa sequência em 2020.

A recuperação ocorreu gradualmente nos anos seguintes, e o Brasil voltou a superar esse patamar em 2023, com 112,7 milhões de passageiros.

O desempenho registrado em 2026 reforça a expansão da demanda por transporte aéreo no Brasil, embora o setor enfrente desafios relacionados ao aumento dos custos operacionais e à pressão sobre as margens das companhias.

Alta do querosene de aviação pressiona custos das empresas

O crescimento no número de passageiros ocorre em meio à forte elevação do preço do querosene de aviação (QAV), um dos principais componentes das despesas das empresas aéreas.

Desde o início da guerra no Oriente Médio, em março, o preço médio do combustível vendido pela Petrobras às distribuidoras acumulou alta de aproximadamente 74%. Somente em outubro, o reajuste foi de 11,76%, elevando o valor para R$ 6,242 por litro.

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), o combustível representava entre 30% e 32% dos custos operacionais antes do conflito. Com os aumentos recentes, a participação passou a superar 45%.

A escalada dos preços internacionais do petróleo, portanto, amplia a pressão financeira sobre as companhias, mesmo diante do crescimento da procura por passagens aéreas.

Gol anuncia cortes de rotas diante do combustível mais caro

O encarecimento do QAV já começa a afetar o planejamento das operações. Em 14 de outubro, a Gol anunciou que suspenderá seis rotas internacionais e pelo menos oito domésticas a partir de fevereiro de 2027.

A companhia atribuiu a decisão aos reajustes sucessivos do combustível de aviação, que elevaram os custos de manutenção da malha aérea.

Em agosto, a Abear estimou que Gol, Latam e Azul haviam desembolsado, em conjunto, R$ 5,2 bilhões a mais do que o previsto para 2026 com a compra de combustível. O valor adicional foi associado à alta das cotações internacionais do petróleo.

Crescimento da demanda contrasta com desafios do setor aéreo

Os números de setembro mostram que o mercado brasileiro de aviação continua em expansão, com aumento no total de passageiros transportados tanto no mês quanto no acumulado do ano.

Por outro lado, o avanço das despesas com combustível representa um desafio para as empresas, podendo influenciar a oferta de voos, a rentabilidade das operações e o planejamento de novas rotas nos próximos meses.

A proximidade da marca de 100 milhões de passageiros entre janeiro e setembro evidencia a força da demanda pelo transporte aéreo no país, mas a continuidade desse crescimento também dependerá da capacidade das companhias de lidar com os custos operacionais.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Negócios

Embraer amplia disputa com Airbus e Boeing após entregar primeiro E195-E2 à Latam

A Embraer deu um passo importante para ampliar sua presença no mercado brasileiro de aviação comercial com a entrega do primeiro jato E195-E2 à Latam, realizada em São José dos Campos (SP). Até então, a Azul era a única grande companhia aérea brasileira a operar a nova geração de aeronaves comerciais da fabricante nacional.

A chegada do modelo à frota da Latam abre espaço para aumentar a concorrência com Airbus e Boeing no Brasil. A Gol também poderá entrar nesse movimento, após um acordo firmado por sua controladora para adquirir aeronaves da família E2.

Para a Embraer, conquistar grandes grupos aéreos representa uma oportunidade de ampliar a produção, diluir custos e melhorar a rentabilidade do programa E2, que ainda enfrenta desafios para oferecer retornos mais elevados sobre os investimentos realizados.

Latam encomenda 24 jatos e pode ampliar pedido à Embraer

O acordo firmado pela Latam em setembro de 2025 prevê a compra de 24 aeronaves E195-E2, além de opções para adquirir outras 50 unidades. O cronograma informado pela companhia prevê o recebimento de 12 aviões em 2026 e mais 12 em 2027. Os primeiros voos comerciais com passageiros estão programados para novembro.

A possível entrada da Gol na operação também pode fortalecer a posição da fabricante brasileira. Em julho, a Abra, controladora da Gol e da Avianca, anunciou um acordo para comprar 20 unidades do E195-E2, com opções e direitos de compra que podem elevar o total para 45 aeronaves.

As entregas desse contrato devem começar no quarto trimestre de 2027, criando a possibilidade de incorporação do modelo à frota da Gol.

A relação entre Embraer e Latam também retoma uma trajetória histórica. A TAM, companhia que deu origem à operação brasileira do grupo, utilizou o Bandeirante na década de 1970. Uma tentativa posterior de introduzir os E-Jets da primeira geração na empresa, entretanto, não avançou.

“Agora as rotas convergem”, afirmou Francisco Gomes Neto, presidente-executivo da Embraer, durante a cerimônia de entrega do primeiro avião à Latam.

Para o executivo, a presença do E2 em uma companhia do porte da Latam aumenta a visibilidade internacional do projeto e demonstra o potencial da aeronave para integrar grandes redes aéreas, com expansão de destinos e frequências.

Desde o lançamento, a família E2 acumula mais de 500 pedidos firmes. A fabricante também identifica oportunidades de crescimento em mercados como México, Colômbia e Argentina, onde a experiência operacional da Latam poderá servir de referência para outras companhias.

E195-E2 permitirá ampliar rotas e frequências no Brasil

Na operação da Latam, o E195-E2 terá configuração de 136 assentos e complementará a frota de aeronaves Airbus utilizada nos voos domésticos. A estratégia é atender cidades com menor volume de passageiros e aumentar a frequência de voos em mercados nos quais aviões maiores nem sempre são a alternativa mais eficiente.

A proposta comercial da Embraer está justamente na capacidade de adequar a oferta de assentos à demanda. Com aeronaves menores, as companhias podem explorar rotas que teriam maior dificuldade para atingir ocupação suficiente com jatos de maior porte.

O modelo também permitirá à Latam conectar cidades menores aos principais aeroportos de conexão da empresa, ampliando as possibilidades de integração com sua malha nacional e internacional.

Entre novembro de 2026 e março de 2027, a companhia prevê incorporar até 14 aeronaves E195-E2. Na etapa inicial, os aviões deverão operar em 42 rotas, incluindo oito novas ligações e quatro destinos inéditos na malha da empresa:

  • Cabo Frio (RJ);
  • Ji-Paraná (RO);
  • Macaé (RJ);
  • Rondonópolis (MT).

Com a expansão, a malha doméstica da Latam deverá passar de 63 para 67 destinos. Para 2027, a empresa ainda avalia a possibilidade de adicionar até 18 novas cidades atendidas pelo modelo.

Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil, explicou que a seleção das localidades levou em consideração o potencial de demanda identificado pela companhia, especialmente no segmento corporativo.

Entrada de uma nova aeronave exige preparação operacional

A incorporação do E195-E2 envolve mais do que a entrega dos aviões. A companhia precisa preparar pilotos e demais tripulantes, estruturar a manutenção e cumprir os procedimentos de certificação necessários para a operação.

Segundo Cadier, a decisão de investir em uma nova família de aeronaves também dependeu do momento financeiro da empresa e da segurança necessária para assumir os custos de uma expansão dessa dimensão.

A adoção do modelo, portanto, faz parte de uma estratégia para aumentar a capilaridade da rede aérea sem depender exclusivamente de aeronaves maiores, buscando equilibrar capacidade, frequência e demanda.

Aumento da produção é decisivo para melhorar as margens da Embraer

A ampliação da carteira de clientes pode ajudar a Embraer a alcançar ganhos de escala na aviação comercial. Com maior volume de produção, a empresa tem a possibilidade de distribuir os custos fixos entre mais unidades e melhorar os resultados da divisão.

Projeções da XP indicam que as entregas comerciais da fabricante podem avançar gradualmente até alcançar aproximadamente 110 aeronaves por ano em 2030. Para 2026, a meta divulgada pela Embraer está entre 80 e 85 unidades, considerando tanto a família E2 quanto o E175 da geração anterior.

No cenário estimado pela corretora, a receita total da Embraer, incluindo todas as divisões de negócios, poderá crescer de US$ 8,5 bilhões em 2026 para US$ 13,4 bilhões em 2030.

A expectativa é de que a aviação comercial ganhe rentabilidade com o aumento da escala produtiva e a substituição gradual de contratos antigos por negócios mais favoráveis. A XP pondera, contudo, que a divisão ainda apresenta retornos reduzidos em relação aos investimentos feitos no desenvolvimento do E2.

Fornecimento de peças ainda desafia a produção

Apesar dos avanços, a cadeia de suprimentos continua sendo um ponto de atenção para a fabricante brasileira. De acordo com Francisco Gomes Neto, a disponibilidade de componentes está mais próxima da normalização, embora ainda ocorram faltas de peças.

Para enfrentar esse cenário, a Embraer vem ajustando as negociações com fornecedores e reorganizando seus processos industriais para acelerar a fabricação. Segundo a empresa, o tempo de produção na aviação comercial foi reduzido em 28% nos últimos anos.

A capacidade de manter um ritmo regular de entregas será fundamental para transformar os novos contratos em resultados financeiros consistentes.

Embraer busca consolidar o E2 entre as grandes companhias aéreas

A entrega à Latam representa uma ampliação da base de clientes e da visibilidade comercial do E195-E2. A possível entrada da Gol, somada às perspectivas de expansão em outros mercados latino-americanos, pode fortalecer a posição da Embraer diante das gigantes Airbus e Boeing.

O desafio agora é converter o interesse das companhias em novas encomendas, cumprir os cronogramas de entrega e aumentar a rentabilidade do programa.

No caso da Latam, além das 24 aeronaves contratadas, a companhia dispõe de opções para adquirir outras 50 unidades. A concretização desse volume adicional dependerá do exercício dos direitos previstos no acordo e das decisões futuras da empresa.

FONTE: InvestNews
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/InvestNews

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Transporte

Embraer entrega primeiro E195-E2 à Latam e amplia frota para novas rotas no Brasil

A Embraer entregou na quarta-feira (7) o primeiro E195-E2 à Latam Airlines Brasil. A chegada da aeronave marca a estreia do modelo na frota da companhia e faz parte de um acordo que prevê até 74 aviões, entre 24 pedidos firmes e outras 50 opções de compra.

Somente as aeronaves já confirmadas representam um investimento estimado em US$ 2,1 bilhões, valor superior a R$ 11 bilhões. A expansão da frota deverá aumentar a oferta de voos da Latam e abrir espaço para novas rotas, principalmente em mercados de média densidade.

E195-E2 reforça expansão da aviação brasileira

A entrada do novo avião da Embraer na frota da Latam acontece em meio ao aumento dos investimentos no setor aéreo e às medidas do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para ampliar a capacidade das empresas nacionais.

Entre as iniciativas está a ampliação do acesso das companhias aéreas a recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). Em junho de 2026, o Comitê Gestor do fundo aprovou o pedido da Latam para ter acesso a até R$ 1,8 bilhão em financiamento de longo prazo, com operação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Ao todo, o MPor destinou R$ 8 bilhões para essa modalidade de financiamento, que também contempla Azul e Gol.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a combinação entre investimentos empresariais, indústria nacional e políticas públicas pode ampliar a conectividade aérea no país.

“O crescimento da aviação depende de empresas com capacidade de investir, de uma indústria aeronáutica competitiva e de políticas públicas que criem condições para novos investimentos. Nosso objetivo é transformar esse ambiente em mais oferta de voos e conectividade para os brasileiros. Ver nossa engenharia, nossa tecnologia pousando e decolando dos aeroportos é um orgulho para nós”, afirmou.

Novo jato da Embraer será usado em mercados de média densidade

O E195-E2 foi desenvolvido para atender mercados que apresentam demanda intermediária de passageiros. O modelo combina capacidade de transporte e eficiência operacional, permitindo que as companhias ampliem a operação para cidades que nem sempre têm demanda suficiente para receber aeronaves de maior porte.

Na avaliação de Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer, o modelo poderá contribuir para a expansão da conectividade da Latam no Brasil e em outros mercados sul-americanos.

“É uma grande alegria ver nossas rotas convergirem para o que há de mais moderno na aviação. O E195-E2 é a aeronave ideal para a Latam ampliar a conectividade no Brasil e na América do Sul, trazendo ganhos expressivos de eficiência, sustentabilidade e impulsionando a economia com a geração de milhares de empregos”, declarou.

Latam terá até 14 E195-E2 até março de 2027

A primeira etapa do plano prevê a incorporação de até 14 aeronaves E195-E2 pela Latam até março de 2027. Os aviões deverão ser utilizados em 42 rotas, levando a companhia a atender 67 cidades brasileiras.

A expansão também inclui a criação de novas bases operacionais em Cabo Frio (RJ), Ji-Paraná (RO), Macaé (RJ) e Rondonópolis (MT).

A estratégia amplia a presença da Latam em mercados regionais e pode aumentar a frequência de voos em localidades que apresentam demanda suficiente para aeronaves de médio porte, mas não necessariamente para jatos maiores.

Expansão da frota deve gerar empregos

Os efeitos da encomenda vão além da operação das aeronaves. De acordo com a Embraer, os investimentos associados ao negócio devem resultar em mais de 2 mil empregos diretos, além de movimentar fornecedores e empresas ligadas à cadeia de serviços da aviação.

A Latam também iniciou a preparação de suas equipes para operar o novo avião. Em abril, a empresa contratou 54 pilotos para a primeira turma dedicada ao E195-E2, formada por 31 comandantes e 23 copilotos.

Pilotos que já fazem parte do quadro da companhia também participam de treinamentos em simuladores e de voos supervisionados para obter a habilitação necessária à operação do modelo.

Comissários e equipes de solo passam por treinamento

A preparação para a chegada do E195-E2 à frota da Latam envolve ainda os comissários de bordo. Segundo Jerome Cadier, CEO da companhia, pelo menos 150 profissionais serão treinados no Door Trainer, equipamento utilizado para reproduzir condições da cabine, incluindo portas principais e de emergência e sistemas de comunicação.

A estrutura permite que os funcionários pratiquem procedimentos de rotina e respostas a situações de emergência antes do início das operações comerciais.

Depois dessa fase, os profissionais são submetidos ao Exame de Competências, uma avaliação prática acompanhada por examinadores credenciados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

As equipes responsáveis pelas operações em solo também recebem treinamento específico, com foco no atendimento e no manuseio externo da aeronave.

Com a capacitação antecipada de pilotos, comissários e funcionários de aeroporto, a companhia busca garantir que as equipes estejam preparadas para operar o novo modelo desde o início dos voos.

Embraer fortalece indústria aeronáutica nacional

A entrada do Embraer E195-E2 na frota da Latam também representa um movimento relevante para a indústria aeronáutica brasileira. A escolha do modelo reforça a participação da Embraer na aviação comercial e destaca o papel do setor na geração de empregos qualificados e no desenvolvimento tecnológico do país.

Além da fabricação das aeronaves, a cadeia produtiva envolve fornecedores, serviços especializados e profissionais de alta qualificação, ampliando os impactos econômicos associados aos investimentos da indústria aeronáutica.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Embraer

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Aeroportos

LATAM amplia voos no Paraguai em 42% e reforça aposta no mercado internacional

A LATAM anunciou uma expansão de 42% na oferta de voos para o Paraguai, reforçando a presença da companhia aérea no país. A operação, que atualmente conta com 26 frequências semanais, passará a ter 37 voos por semana.

A ampliação ocorre em um momento de crescimento na movimentação dos aeroportos paraguaios e acompanha o aumento da demanda por conexões internacionais.

Mais voos entre Paraguai e América do Sul

A expansão será distribuída entre diferentes mercados estratégicos. A rota entre São Paulo e Paraguai terá um aumento de 14 para 18 frequências semanais.

Já os voos entre Lima e Paraguai passarão de sete para nove frequências por semana. Além disso, Montevidéu será incorporada à operação, com cinco voos semanais previstos a partir de 2027.

A decisão da companhia ocorre em meio ao avanço da demanda pelo transporte aéreo no país.

Movimento de passageiros cresce no Paraguai

Entre janeiro e julho, os aeroportos do Paraguai registraram 839 mil passageiros, número 12% superior ao observado no mesmo período do ano anterior.

O crescimento ajuda a explicar a estratégia da LATAM de ampliar a oferta e apostar em um mercado que vem ganhando relevância dentro da aviação internacional na América do Sul.

Mais frequências significam maior disponibilidade de assentos, novas possibilidades de conexão e potencial para fortalecer o Paraguai como um hub regional de passageiros.

Contraste com o cenário da aviação no Brasil

A expansão no Paraguai chama atenção quando comparada ao cenário discutido pela própria LATAM no Brasil.

O CEO da companhia afirmou que a reforma tributária poderá elevar de aproximadamente R$ 2 bilhões para R$ 6 bilhões por ano o volume de impostos pagos pela empresa no país.

Segundo o executivo, o impacto da mudança sobre o setor aéreo seria equivalente a uma “bomba atômica”, com possibilidade de aumento superior a 20% no preço das passagens aéreas.

Enquanto o mercado brasileiro enfrenta a perspectiva de custos tributários mais elevados, a LATAM amplia sua capacidade no Paraguai e aumenta em 42% o número de voos semanais.

Paraguai busca ampliar sua conectividade

A movimentação da LATAM mostra como o crescimento do fluxo de passageiros pode estimular as companhias aéreas a aumentar a oferta em determinados mercados.

Com mais voos internacionais, novas rotas e maior capacidade, o Paraguai amplia sua conexão com importantes cidades da América do Sul.

O movimento ainda está em uma fase inicial, mas indica uma estratégia de expansão da conectividade aérea do Paraguai, com potencial para atrair mais passageiros e fortalecer a integração do país com a região.

FONTE: Meu País Paraguai
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Meu País Paraguai

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Transporte

Carga aérea doméstica cresce em maio, mas setor registra queda no acumulado de 12 meses

O transporte de carga aérea doméstica no Brasil apresentou leve avanço em maio de 2026. De acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foram movimentados 40,69 milhões de quilos entre cargas e correspondências, volume 0,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando o setor transportou 40,46 milhões de quilos.

Embora o resultado demonstre estabilidade e mantenha o mercado em um patamar elevado para o período, ele não foi suficiente para reverter a desaceleração observada no desempenho anual.

Acumulado de 12 meses aponta retração de 4,3%

Entre junho de 2025 e maio de 2026, o transporte aéreo de cargas somou 461,03 milhões de quilos, representando uma redução de 4,3% em comparação com os 481,83 milhões de quilos registrados nos 12 meses anteriores.

Apesar desse recuo recente, a série histórica mostra evolução consistente do setor. O volume transportado em maio deste ano supera os cerca de 39,6 milhões de quilos registrados em maio de 2012 e os 36,4 milhões de quilos movimentados em maio de 2005, evidenciando o crescimento estrutural da atividade ao longo das últimas décadas.

Gol amplia liderança no mercado de carga aérea

Entre as companhias aéreas, a Gol Linhas Aéreas consolidou a liderança no segmento de carga aérea doméstica, impulsionada por um crescimento anual de 21,2% e pelo aumento de sua participação no mercado.

A Latam Airlines permaneceu na segunda colocação, registrando uma leve expansão no volume transportado, enquanto a Azul Linhas Aéreas apresentou retração próxima de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Operadores cargueiros apresentam desempenhos distintos

No segmento das empresas especializadas em cargas, a ABSA Cargo Airline, integrante do grupo Latam, manteve a posição de principal operadora cargueira do país, mesmo após uma redução de 5,6% no volume movimentado em maio.

Entre os demais operadores, a Modern Logistics registrou crescimento de 54%, enquanto a Braspress Air Cargo apresentou a maior expansão percentual do mês, favorecida por uma base de comparação menor.

Já a Sideral Linhas Aéreas teve o desempenho mais negativo, com retração superior a 60% no comparativo anual.

Participação das empresas no acumulado de 12 meses

No período de junho de 2025 a maio de 2026, a Gol liderou o mercado com 38,3% de participação, acompanhada de crescimento de 19,6%.

Na sequência aparecem:

  • Latam Airlines – 22,8% de participação e alta de 7,9%;
  • Azul Linhas Aéreas – 23,3% do mercado, porém com queda de 16,5%;
  • ABSA Cargo Airline – 7,3% de participação e retração de 14,9%.

No mesmo intervalo, Sideral, Modern Logistics e Total Linhas Aéreas também registraram redução no volume transportado, enquanto a Braspress Air Cargo manteve forte ritmo de crescimento, ainda sobre uma participação relativamente pequena no mercado.

Ranking da carga aérea doméstica em maio de 2026

  1. Gol Linhas Aéreas – 16,78 milhões de kg;
  2. Latam Airlines – 9,00 milhões de kg;
  3. Azul Linhas Aéreas – 8,88 milhões de kg;
  4. ABSA Cargo Airline – 3,13 milhões de kg;
  5. Sideral Linhas Aéreas – 909,9 mil kg;
  6. Total Linhas Aéreas – 791,1 mil kg;
  7. Modern Logistics – 603,1 mil kg;
  8. Braspress Air Cargo – 566,4 mil kg.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Shutterstock

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Informação

Setor aéreo recebe aval para acessar R$ 13,56 bilhões em financiamentos do Fnac

O setor aéreo brasileiro poderá contar com até R$ 13,56 bilhões em financiamentos por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). A liberação dos recursos foi aprovada nesta segunda-feira (22) pelo Comitê Gestor do fundo (CG-Fnac), com o objetivo de fortalecer as companhias aéreas, ampliar a conectividade regional e estimular investimentos em todo o país.

A iniciativa representa o maior pacote de crédito já estruturado com recursos do Fnac e integra a estratégia do governo federal para impulsionar o desenvolvimento da aviação civil brasileira e ampliar a integração entre diferentes regiões.

Linha emergencial destina R$ 8 bilhões para capital de giro

Do total aprovado, R$ 8 bilhões serão destinados a uma linha emergencial de capital de giro criada pela Resolução CMN nº 5.297/2026.

Nessa modalidade, as companhias aéreas poderão acessar os seguintes limites:

  • Gol Linhas Aéreas: até R$ 2,5 bilhões;
  • Latam Airlines: até R$ 2,5 bilhões;
  • Azul Linhas Aéreas: até R$ 2,5 bilhões;
  • Abaeté Aviação: até R$ 80 milhões.

Os financiamentos terão prazo de até 60 meses para pagamento, juros de 4% ao ano e carência de até 12 meses. Como condição para contratação, as empresas não poderão distribuir dividendos aos acionistas durante o período estabelecido.

Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a medida busca ajudar as empresas a enfrentar a alta dos custos operacionais, especialmente os relacionados ao querosene de aviação (QAV), contribuindo para a manutenção de rotas e da oferta de serviços aéreos.

Recursos para expansão e modernização somam R$ 5,56 bilhões

Além da linha emergencial, o CG-Fnac também autorizou o acesso a R$ 5,56 bilhões destinados a projetos de investimento de longo prazo, conforme previsto na Resolução CMN nº 5.260/2025.

Nesse programa, Gol, Latam e Azul poderão captar até R$ 1,8 bilhão cada para iniciativas voltadas à expansão e modernização de suas operações.

Os recursos poderão financiar:

  • Compra de combustível sustentável de aviação (SAF) produzido no Brasil;
  • Serviços de manutenção de aeronaves e motores;
  • Pagamentos antecipados para aquisição de aeronaves;
  • Compra de novos aviões;
  • Investimentos em infraestrutura logística;
  • Equipamentos de apoio à aviação civil.

Taxas variam conforme o tipo de investimento

As condições de financiamento serão definidas de acordo com a finalidade dos projetos.

Para investimentos em SAF e infraestrutura logística, a taxa de juros será de 6,5% ao ano. Já operações voltadas à manutenção de aeronaves e motores terão custo de 7% ao ano. No caso da aquisição de aeronaves, os financiamentos contarão com juros de 7,5% ao ano.

Empresas deverão ampliar voos na Amazônia e Nordeste

Como contrapartida para acessar as linhas de longo prazo, as companhias beneficiadas terão de ampliar a presença em regiões consideradas estratégicas para a integração nacional.

A exigência prevê aumento de 15% na participação de voos operados na Amazônia Legal e no Nordeste, em comparação ao ano anterior. Como alternativa, as empresas poderão garantir que ao menos 17,5% de todas as decolagens anuais ocorram nessas regiões.

A meta deverá ser alcançada em até dois anos e mantida por pelo menos mais 12 meses.

Financiamentos ainda dependem de análise do BNDES

Apesar da aprovação pelo Comitê Gestor do Fnac, a contratação dos financiamentos ainda dependerá da avaliação técnica e financeira do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A instituição será responsável por analisar critérios como capacidade de pagamento, risco de crédito, garantias e demais requisitos exigidos para a liberação dos recursos.

Com a medida, o governo busca ampliar os mecanismos de apoio ao setor, incentivar novos investimentos e fortalecer a conectividade aérea nacional, garantindo maior competitividade às empresas e melhor integração entre as regiões brasileiras.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Informação

Nova rota da Latam para Bruxelas amplia transporte de cargas e fortalece conexão entre Brasil e Europa

A Latam iniciou a operação de sua nova rota sem escalas entre São Paulo/Guarulhos e Bruxelas, passando a ser a única companhia aérea com voos diretos ligando Brasil e Bélgica. Além de ampliar as opções para passageiros, a novidade representa um reforço significativo na logística internacional, com mais de 100 toneladas semanais de capacidade para transporte de cargas entre os dois países.

A ligação é realizada três vezes por semana com aeronaves Boeing 787-9 e conecta diretamente o maior aeroporto do Brasil a um dos principais centros logísticos da Europa. O voo inaugural registrou ocupação máxima dos 300 assentos disponíveis.

Operação fortalece exportações e movimentação de cargas

A nova rota cria uma alternativa estratégica para o envio de cargas brasileiras para a Europa, especialmente para mercados da Europa Ocidental e do Norte. Entre os produtos que podem ser beneficiados estão mercadorias industriais, itens farmacêuticos, produtos perecíveis e cargas de alto valor agregado.

No sentido inverso, a expectativa é ampliar o transporte de produtos farmacêuticos europeus para o Brasil. A Bélgica ocupa posição relevante na cadeia global de distribuição desse segmento, sendo considerada uma das principais portas de entrada para medicamentos e insumos especializados.

Segundo Derick Barboza, diretor de Aeroportos da Latam Brasil, a nova operação reforça a presença da companhia em mercados estratégicos e amplia as oportunidades para passageiros e embarcadores.

Bruxelas se consolida como importante hub logístico europeu

Com a inclusão de Bruxelas em sua malha internacional, a companhia amplia as possibilidades de conexão a partir do Aeroporto Internacional de Guarulhos, principal centro de operações da empresa no país.

Além de ser sede de importantes instituições da União Europeia, a capital belga desempenha papel fundamental na distribuição de cargas para diversos países do continente. Sua localização estratégica facilita o acesso a mercados como Alemanha, França, Holanda e países nórdicos, tornando-se uma opção atrativa para operadores logísticos e exportadores.

De acordo com a GRU Airport, a nova ligação também deve impulsionar o fluxo de passageiros entre Brasil e Bélgica, atualmente estimado em cerca de 100 viajantes por dia.

Latam chega ao décimo destino europeu com voos diretos

Com a inauguração da rota para Bruxelas, a Latam passa a operar voos diretos do Brasil para dez cidades europeias: Amsterdã, Barcelona, Bruxelas, Frankfurt, Lisboa, Londres, Madri, Milão, Paris e Roma.

A expansão ocorre em um momento de crescimento da aviação internacional brasileira. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam avanço contínuo na demanda por viagens ao exterior, impulsionado pela recuperação do setor aéreo e pela ampliação da oferta de voos para destinos estratégicos.

Com a nova operação, a companhia passa a oferecer conexões sem escalas para 27 destinos internacionais a partir do Brasil.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Aeroportos

Avião “albino” da Latam surpreende moradores durante pouso em Navegantes

Um Boeing 767 cargueiro da Latam chamou a atenção de moradores e apaixonados por aviação ao realizar um pouso no Aeroporto Internacional de Navegantes, no litoral de Santa Catarina. O detalhe que mais despertou curiosidade foi o fato de a aeronave estar sem pintura, característica que fez o modelo ganhar o apelido de “avião albino”.

O momento foi registrado em vídeo no fim de semana e rapidamente repercutiu entre admiradores da aviação comercial e observadores de aeronaves.

Boeing 767 sem pintura chamou atenção durante aproximação

As imagens foram divulgadas pelo perfil Marcos NVY e mostram o cargueiro voando baixo sobre casas próximas ao aeroporto antes de tocar a pista 26 do terminal aeroportuário.

Durante a gravação, o autor do vídeo destacou o tamanho da aeronave e a raridade da cena envolvendo um Boeing 767 cargueiro da Latam sem a pintura tradicional da companhia aérea.

Especialista explica por que aeronaves ficam sem pintura

O agente de viagens Dagoberto Blaese Junior, de 74 anos, acompanha o setor aéreo há cerca de 50 anos e explicou que aeronaves sem pintura não são comuns, mas aparecem em diferentes países.

Segundo ele, esse tipo de situação pode ocorrer quando a companhia aérea compra, vende ou prepara o avião para mudanças operacionais.

Dagoberto também elogiou a manobra realizada durante o pouso em Navegantes, classificando a operação como tecnicamente perfeita.

Canal acompanha pousos e decolagens em Navegantes

Apaixonado por aeronaves, Dagoberto administra o canal “Aeroporto de Navegantes – ao vivo – NVT – SBNF” no YouTube, onde transmite movimentações aéreas do terminal catarinense para cerca de 10 mil inscritos.

O espaço reúne fãs da aviação em Santa Catarina, além de profissionais e curiosos interessados em acompanhar pousos e decolagens em tempo real.

Aeroporto ainda não comentou detalhes da aeronave

Até o momento, o aeroporto de Navegantes, administrado pela Motiva, não divulgou informações adicionais sobre o Boeing 767 sem pintura que pousou no terminal.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Marcos NVY

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Aeroportos

Latam Cargo inaugura rota entre Bruxelas e São José dos Campos

A previsão é que o primeiro voo ocorra no dia 2 de outubro

A Latam Cargo anunciou, nesta quinta-feira (11), a abertura de uma rota cargueira direta entre Bruxelas, na Bélgica, e São José dos Campos, no interior de São Paulo. Inicialmente, o serviço contará com uma frequência semanal e passará a duas operações semanais na temporada de inverno. A previsão é que o primeiro voo ocorra no dia 2 de outubro.

Até então, cargas destinadas a São José dos Campos eram desembarcadas geralmente nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos, seguindo por transporte rodoviário até o destino final. A nova conexão permitirá menor tempo de trânsito e redução de custos logísticos.

A abertura da nova rota visa atender a demanda industrial da região de São José dos Campos, um dos maiores polos automotivos do Brasil e berço da indústria aeroespacial, sendo inclusive sede da Embraer.

“São José dos Campos é um polo industrial estratégico, e nossa proposta de valor busca atender diretamente às necessidades dos clientes, oferecendo soluções de transporte mais ágeis e competitivas”, disse Matias Cortina, diretor Comercial de Carga para a Europa no grupo Latam Airlines.

Perfil da carga

A estimativa inicial é de movimentação de cerca de cinquenta toneladas semanais, com predominância de produtos industriais, autopeças, bens de consumo e carga geral. Embora São José dos Campos concentre a maior parte do volume, a previsão é que o material também seja redistribuído para cidades próximas, consolidando a função do aeroporto como hub logístico regional.

Expansão do plano de rotas

A nova operação para Bruxelas integra o plano de expansão anunciado pela Latam, que prevê quinze frequências semanais adicionais entre a Europa e a América do Sul. O objetivo é reforçar a presença no comércio internacional e na integração logística entre os dois continentes.

O movimento complementa a rota cargueira iniciada em 2023 entre Miami e São José dos Campos, atualmente com três frequências semanais, que transporta mais de 150 toneladas por semana. Essa operação contribuiu para consolidar o aeroporto do Vale do Paraíba como ponto estratégico da malha de carga da Latam.

Papel estratégico do aeroporto

Localizado no centro do Vale do Paraíba, São José dos Campos é o segundo maior polo industrial do Brasil, próximo a centros produtivos de São Paulo e equipado com pista de grande capacidade e terminal de cargas modernizado.

Essa infraestrutura beneficia setores como aeronáutica, automotivo, eletrônico e de alta tecnologia, que passaram a contar com operações mais eficientes de importação e exportação.

Fonte: Modais em Foco

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Lista com as melhores companhias aéreas do mundo tem duas brasileiras; veja ranking

A Qatar Airways manteve a liderança no ranking do Skytrax World Airline Awards, prêmio conhecido como o “Oscar” da aviação

A lista das melhores companhias aéreas do mundo foi divulgada nesta terça-feira, 17, durante o Paris Air Show. A Qatar Airways manteve a liderança no ranking do Skytrax World Airline Awards, prêmio conhecido como o “Oscar” da aviação. A premiação avalia diversos aspectos do serviço, incluindo o conforto dos assentos, a qualidade das refeições, o atendimento da tripulação e as amenidades oferecidas aos passageiros.

O ranking deste ano também destaca a LATAM, companhia chile-brasileira, que, assim como em 2024, manteve sua posição como a melhor companhia aérea da América do Sul. Na lista geral, a LATAM ocupa a posição 43. No Brasil, a companhia segue vivendo um bom momento, com sua participação de mercado crescendo para 40% em abril de 2025, um aumento considerável em relação aos 33% registrados em 2021, de acordo com dados da ANAC.

No ranking do Skytrax World Airline Awards, outra companhia brasileira que aparece é a Azul, que ocupava a posição 53 em 2023, mas sofreu uma queda significativa, passando para a posição 71 este ano. A queda reflete os desafios que a Azul enfrenta para manter sua competitividade no cenário global, embora ainda seja uma das principais companhias aéreas no Brasil.

O Skytrax World Airline Awards, que existe desde 1999, continua sendo uma das avaliações mais respeitadas da indústria de aviação. As companhias que figuram nas primeiras posições não se destacam apenas pela qualidade do serviço, mas também pela inovação e excelência no atendimento aos clientes, como é o caso da Qatar Airways, que segue sendo referência em conforto, gastronomia e entretenimento a bordo.

As melhores companhias aéreas do mundo

PosiçãoCompanhia Aérea
1Qatar Airways
2Singapore Airlines
3Cathay Pacific Airways
4Emirates
5ANA All Nippon Airways
6Turkish Airlines
7Korean Air
8Air France
9Japan Airlines
10Hainan Airlines
11Swiss International Air Lines
12EVA Air
13British Airways
14Qantas Airways
15Lufthansa
16Virgin Atlantic
17Saudia
18STARLUX Airlines
19Air Canada
20Iberia
21KLM Royal Dutch Airlines
22Delta Air Lines
23Austrian Airlines
24Air New Zealand
25Finnair
26Etihad Airways
27Malaysia Airlines
28AirAsia
29Thai Airways
30Scoot
31Fiji Airways
32Bangkok Airways
33China Southern Airlines
34Virgin Australia
35Gulf Air
36Air Astana
37China Airlines
38Ethiopian Airlines
39IndiGo
40Eurowings
41Asiana Airlines
42Vueling Airlines
43LATAM
44Porter Airlines
45Volotea
46Garuda Indonesia
47Aegean Airlines
48Oman Air
49Transavia France
50Azerbaijan Airlines
51United Airlines
52jetBlue Airways
53Iberia Express
54Aer Lingus
55LOT Polish
56Hong Kong Airlines
57ITA Airways
58Flynas
59EasyJet
60Air Transat
61Ryanair
62Vietnam Airlines
63Air Mauritius
64RwandAir
65TAP Portugal
66Jet2.com
67South African Airways
68Egyptair
69Alaska Airlines
70Royal Air Maroc
71Azul
72HK Express
73Breeze Airways
74flyDubai
75WestJet
76Southwest Airlines
77airBaltic
78TUI Airways
79SunExpress
80SAS Scandinavian
81JetSMART Airlines
82Air Dolomiti
83American Airlines
84Air India
85Royal Brunei Airlines
86SKY Airline
87FlyArystan
88Jetstar Airways
89Kenya Airways
90Allegiant Air
91Sun Country Airlines
92StarFlyer
93Jetstar Asia
94Air Canada rouge
95Peach
96Copa Airlines
97QantasLink
98China Eastern Airlines
99Air Serbia
100Hawaiian Airlines

Fonte: Exame

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