Informação, Internacional, Notícias

Apagão em Portugal e Espanha foi causado por fenômeno atmosférico raro; ENTENDA

A REN, Redes Energéticas Nacionais, operadora elétrica de Portugal, declarou que a queda no fornecimento de energia do país foi resultado de uma falha na rede espanhola, relacionada a um fenômeno atmosférico raro conhecido como “vibração atmosférica induzida”.

“Devido às variações extremas de temperatura no interior da Espanha, houve oscilações anômalas nas linhas de muito alta tensão (400 KV)”, informou a REN. Segundo a operadora, a restauração completa da rede elétrica do país pode levar até uma semana.

Veja nota da empresa:

“A REN tem todos os seus recursos empenhados na recuperação da rede de abastecimento de energia a todo o país, em colaboração com as empresas produtoras e e de distribuição e com a Rede Elétrica de Espanha. Os dois países ibéricos são afetados por um corte maciço no fornecimento de energia. A retomada do sistema elétrico nacional será feita gradualmente, com o acoplamento faseado dos diversos grupos eletroprodutores. […] Neste momento é ainda impossível prever quando estará normalizada a situação. As autoridades e as empresas responsáveis pelo transporte de eletricidade de ambos os lados da fronteira continuam entretanto a analisar as causas do incidente desta manhã”

No entanto, o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, disse que a expectativa é que o problema seja resolvido ainda hoje. Em entrevista à CNN, ele reforçou que a origem do apagão não foi em Portugal.

A operadora espanhola ainda não se pronunciou sobre a declaração da REN.
O que se sabe sobre o apagão
Por volta das 12h30 em Madri e às 11h30 em Lisboa, houve cortes de energia em grande parte da Península Ibérica. Partes do País Basco foram brevemente afetadas, mas não por muito tempo.

As interrupções afetaram trens, linhas de metrô e aeroportos internacionais nos dois países. A fornecedora de energia elétrica espanhola, Red Electrica, afirmou que o restabelecimento do fornecimento de energia a todos os clientes pode levar de seis a dez horas, em declarações a uma emissora local nesta segunda-feira.

As autoridades espanholas solicitaram que as pessoas minimizem seus movimentos e liguem para os serviços de emergência apenas em casos de emergência extrema. Também pediram que as pessoas se mantenham afastadas das estradas para que os socorristas possam acionar o sistema.

A polícia portuguesa alertou que semáforos e iluminação pública correm o risco de falhas, pedindo aos motoristas que evitem deslocamentos desnecessários e prestem atenção redobrada nas estradas. A companhia aérea portuguesa TAP Air também solicitou que os viajantes não se desloquem para o aeroporto.

Fonte: Diário do Brasil

Ler Mais
Economia, Informação, Internacional, Negócios, Tributação

Mercados dos EUA afundam-se ainda mais após Europa oferecer abertura a tarifas “zero por zero”

A queda do mercado bolsista norte-americano agravou-se esta segunda-feira, com os compradores relutantes em intervir, apesar das especulações sobre possíveis acordos comerciais e dos sinais de que a Europa poderá estar pronta a aliviar as tensões, adotando um tom menos conflituoso.

Relatos não confirmados de que o conselheiro económico da Casa Branca, Kevin Hassett, tinha sugerido uma possível pausa de 90 dias nas novas tarifas ofereceram uma breve centelha de esperança, mas esse otimismo rapidamente se desvaneceu.

Às 15:30, hora de Lisboa, o S&P 500 tinha caído 1,3% para 5.010 pontos, o nível mais baixo desde o início de 2024, aumentando as perdas acumuladas do índice para quase 12% desde o anúncio das tarifas da semana passada – uma das suas quedas mais acentuadas na história do pós-guerra, rivalizando com a “segunda-feira negra” de outubro de 1987 e a crise financeira global de 2008.

Desde o seu pico em fevereiro, o índice de referência caiu 20%, marcando o início de um mercado técnico em baixa.

As perdas continuaram a ser generalizadas entre os índices dos EUA, com o Dow Jones a cair 2% e o Nasdaq 100, de alta tecnologia, a cair 1%.

As ações tecnológicas de grande capitalização permaneceram sob pressão. A Tesla caiu 5.5% no próprio dia e o seu valor caiu para metade desde os máximos de 2024. A Apple perdeu 3.5%, elevando o seu declínio total para 30% em relação aos níveis máximos.

Em contrapartida, os investidores procuraram refúgio em nomes defensivos e contra-cíclicos. A Dollar Tree ganhou 7%, enquanto a Brown-Forman Corp subiu 4,7% e a GE Vernova subiu 4,4%, à medida que os investidores se deslocavam para setores considerados mais resistentes durante as recessões económicas.

Trump defende tarifas em contexto de reações adversas

Na semana passada, Donald Trump anunciou uma nova vaga de tarifas aduaneiras abrangentes que visam uma vasta gama de produtos provenientes da China, da União Europeia e de outros grandes parceiros comerciais.

Na segunda-feira, Trump publicou uma mensagem na plataforma Truth Social, dizendo: “Países de todo o mundo têm vindo a falar connosco. Estão a ser definidos parâmetros duros, mas justos. Falei com o primeiro-ministro japonês esta manhã… A única forma de curar este problema é com TARIFAS, que estão agora a trazer dezenas de milhares de milhões de dólares para os EUA.”

Trump defendeu ainda a estratégia tarifária. “Os Estados Unidos têm a oportunidade de fazer algo que deveria ter sido feito DÉCADAS ATRÁS”, escreveu, enquanto criticava os desequilíbrios comerciais com a China, a UE e o Japão.

“Não sejam fracos! Não sejam estúpidos! Não sejam ‘PANICANOS'”, declarou Trump, cunhando um novo termo para aqueles que se opõem às suas políticas comerciais. Afirmou ainda que as tarifas já estavam a gerar “dezenas de milhares de milhões de dólares” para os EUA e chamou-lhes “uma coisa bonita de se ver”.

Os principais bancos de investimento mundiais reviram rapidamente as suas previsões económicas à luz dos acontecimentos.

O Goldman Sachs elevou para 45% a probabilidade de recessão nos EUA, citando os riscos de perturbação do comércio e o enfraquecimento da confiança das empresas. O JP Morgan foi mais longe, atribuindo uma probabilidade de 60% de recessão nos próximos doze meses.

Europa abre-se à redução das barreiras comerciais

O choque no mercado segue-se à declaração abrupta de Trump relativa à aplicação de tarifas abrangentes sobre bens estrangeiros – uma medida protecionista que atraiu o escrutínio global. Enquanto a administração permanece firme, sinais de um tom mais conciliatório surgiram da Europa.

O vice-presidente e responsável pela pasta do comércio da Comissão Europeia, Maroš Šefčovič, manifestou disponibilidade para negociar.

“Estamos prontos para discutir tarifas ‘zero por zero’, não apenas para os automóveis, mas também para outros produtos industriais”, destacou, acrescentando que 380 mil milhões de euros em exportações da UE para os EUA, equivalente a cerca de 70% do total das exportações do bloco, estão agora sujeitos a tarifas.

No entanto, criticou a falta de progressos nas conversações com Washington, afirmando que: “Apesar dos esforços da UE, não assistimos a um compromisso que conduza a uma solução mutuamente aceitável”. O comissário também não aceitou as críticas ao regime europeu do imposto sobre o valor acrescentado (IVA), sublinhando a sua importância fiscal para os Estados-membros. “O IVA é uma importante fonte de rendimento dos Estados-membros da UE e não vamos alterar o nosso sistema de IVA.”

“Os mercados estão a reagir à mais importante mudança de paradigma desde a 2.ª Guerra Mundial”, disse Šefčovič.

As ações europeias recuperaram apenas ligeiramente com estas notícias. O Euro STOXX 50 ficou 3,4% abaixo, superando quedas mais pesadas durante a sessão.

FONTE: Euronews
Mercados dos EUA afundam-se ainda mais após Europa oferecer abertura a tarifas “zero por zero” | Euronews

Ler Mais
Economia, Gestão, Industria, Informação, Investimento, Mercado Internacional, Negócios, OEA

BYD supera Tesla em receita e aquece disputa dos elétricos

Em 2024, a montadora chinesa BYD alcançou um marco significativo ao ultrapassar a marca de US$ 100 bilhões em receitas, superando a americana Tesla.

Com um faturamento de 777,1 bilhões de yuans, equivalente a aproximadamente US$ 107,2 bilhões, a BYD se consolidou como uma força dominante na eletrificação automotiva. Este feito não apenas destaca o crescimento da empresa, mas também sinaliza uma mudança no equilíbrio de poder entre as montadoras ocidentais e chinesas.

A BYD, sediada em Shenzhen, tem expandido agressivamente sua presença internacional, mirando mercados na Europa, América Latina e outras regiões emergentes. A superação da Tesla em receita representa um marco simbólico, refletindo o aumento da competitividade no setor automotivo global. Ambas as empresas estão investindo em novas tecnologias e estratégias de mercado para fortalecer suas posições.

Como a BYD superou a Tesla em receitas?

A BYD e a Tesla operam com modelos de negócios distintos, o que torna a comparação direta um desafio. A BYD foca na montagem de veículos, especialmente híbridos e elétricos, e se beneficia de incentivos estatais chineses. Este apoio tem sido crucial para seu crescimento e expansão global. Em contraste, a Tesla se posiciona como uma empresa de tecnologia, investindo em robótica, inteligência artificial e soluções de mobilidade autônoma.

Um dos fatores que contribuíram para o sucesso da BYD é sua capacidade de oferecer produtos competitivos em termos de custo. Isso lhe confere uma vantagem significativa em participação de mercado, especialmente em um cenário de retração das montadoras tradicionais europeias. Além disso, a BYD tem se destacado na produção de baterias, garantindo maior controle sobre a cadeia produtiva e eficiência de custos.

Quais são as perspectivas futuras para a BYD e a Tesla?

A disputa entre BYD e Tesla promete se intensificar nos próximos anos. Ambas as empresas estão investindo em novas tecnologias e estratégias de precificação agressiva para capturar mercados estratégicos de mobilidade limpa. A BYD está explorando a possibilidade de carregamento ultrarrápido em cinco minutos, o que pode representar uma disrupção significativa no setor automotivo.

Por outro lado, a Tesla continua a expandir seu ecossistema digital, criando novas fontes de receita e fortalecendo sua posição no mercado global. A capacidade da Tesla de inovar e diversificar suas ofertas tecnológicas pode ser um diferencial importante na corrida pela liderança no setor automotivo.

O impacto da competição entre montadoras ocidentais e chinesas

A competição entre montadoras ocidentais e chinesas está redefinindo o cenário automotivo global. A ascensão da BYD como líder em receitas reflete o crescente poder das empresas chinesas no mercado internacional. Esta dinâmica está pressionando as montadoras tradicionais a inovar e adaptar suas estratégias para permanecerem competitivas.

Enquanto a BYD continua a expandir sua presença global, a Tesla busca consolidar sua posição como líder em tecnologia automotiva. Ambas as empresas estão bem posicionadas para influenciar o futuro da mobilidade elétrica, e sua competição promete trazer avanços significativos para o setor.

BYD se intensifica e vira referência a cada dia

O crescimento da BYD e sua superação da Tesla em receitas marcam um momento importante no setor automotivo. A competição entre essas duas gigantes está impulsionando a inovação e redefinindo o mercado global de veículos elétricos. À medida que ambas as empresas continuam a expandir suas operações e investir em novas tecnologias, o futuro da mobilidade elétrica parece promissor e cheio de oportunidades.

FONTE: Terra Brasil Noticia
BYD supera Tesla em receita e aquece disputa dos elétricos – Terra Brasil Notícias

Ler Mais
Informação, Inovação, Notícias, Tecnologia

A Europa acaba de testar a primeira ligação direta por satélite 5G

A Agência Espacial Europeia (ESA) alcançou a primeira conexão direta mundial de 5G com um satélite em órbita baixa da Terra. Em breve, “ficar sem sinal” poderá se tornar um conceito obsoleto.

Pela primeira vez na história, a ESA e a operadora de satélites Telesat conectaram um satélite à Terra usando tecnologia de rede 5G NTN na faixa de frequência Ka-band.

O Centro Europeu de Pesquisa e Tecnologia Espacial (ESTEC) classificou esse marco como “um passo crucial para tornar as conexões espaciais tão simples quanto usar um celular”. O laboratório de 5G/6G da ESA, localizado no ESTEC, conseguiu conectar-se ao satélite LEO 3 da Telesat utilizando o padrão 5G. Para isso, foi usada tecnologia da empresa francesa Amarisoft.

A equipe estabeleceu e manteve uma conexão estável com o satélite enquanto ele se movia pelo céu. A conexão durou desde o momento em que o satélite surgiu no horizonte até atingir uma elevação máxima de 38 graus e retornar para o horizonte.

Por que isso é importante?
Embora a empresa espanhola Sateliot já ofereça um serviço de conexão 5G NB-IoT a partir da órbita baixa da Terra, o teste realizado pela ESA, Telesat e Amarisoft marca a primeira implementação da tecnologia 5G NTN diretamente com um satélite em órbita baixa.

O serviço da Sateliot é voltado para dispositivos de Internet das Coisas (IoT) e aplicações de baixo consumo, como boias meteorológicas e máquinas agrícolas.

Fonte: Redação Terra
Em breve o conceito de “sem cobertura” deixará de existir: a Europa acaba de testar a primeira ligação direta por satélite 5G

Ler Mais
Comércio Exterior, Economia, Gestão, Industria, Internacional, Notícias, Sustentabilidade

Internacionalização e sustentabilidade são as apostas da C-Pack para crescer

Empresa que surgiu na Grande Florianópolis há 23 anos inaugurou nova unidade na cidade portuguesa de Bragança, em junho de 2024; grupo, de capital suíço-brasileiro, também atua na economia sustentável

 Líder nacional na produção de bisnagas plásticas para os setores farmacêutico e de cosméticos, a C-Pack, de São José (SC), aposta na internacionalização e na sustentabilidade para avançar no mercado mundial. “Nosso foco atual é consolidar o processo de internacionalização iniciado em Portugal, em junho de 2024”, explica o CEO da C-Pack Brasil, Maurício Coelho.

A empresa foi destaque no Espaço Indústria da reunião da diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), nesta sexta (21).

A fábrica em Portugal deu início ao processo de internacionalização física da indústria. “Embora já estivéssemos presentes em vários países por meio de exportações, essa nova unidade foi criada para absorver parte do mercado europeu, que é extremamente expressivo. A partir de Portugal, nosso objetivo é atender toda a Europa e expandir nossa atuação internacional”, explica Maurício.

Instalada em Bragança, a nova fábrica está com duas linhas de produção ativas, mas tem capacidade para até cinco. A unidade conta com 30 funcionários, com possibilidade de chegar a 150. Sua capacidade produtiva anual pode crescer das atuais 60 milhões de unidades para 150 milhões.

“Ainda estamos no início das operações dessa unidade da Europa, mas sabemos que aquele mercado tem um potencial imenso, sendo aproximadamente dez vezes maior que o brasileiro”, destaca o executivo.

Com 20 mil metros quadrados, a unidade fabril em Santa Catarina produz 200 milhões de unidades por ano, com 420 empregos diretos. Outros 80 funcionários atuam no estado de São Paulo – na capital, onde está a diretoria comercial, e em Itapecirica da Serra, cidade que sedia a C-Log, subsidiária de logística. A C-Pack tem em sua carteira de clientes marcas globais como Boticário, Avon, Natura, Johnson & Johnson, L’Oréal, Unilever e Mary Kay.

""
Maurício Coelho, CEO da C-Pack Brasil (foto: Filipe Scotti)

Economia Verde

A agenda ambiental é outra frente da estratégia de crescimento da C-Pack. “Temos crédito de carbono para vender, se for preciso”, diz ao relatar as ações da empresa no campo da economia verde.

Um exemplo está na substituição gradativa dos polímeros à base de petróleo. Atualmente, 30% da produção utiliza o polietileno verde, oriundo da cana de açúcar, uma fonte renovável.

No que diz respeito à economia circular, 70% das embalagens de fornecimento aos clientes são retornáveis. A empresa também consegue utilizar até 5% de resina reciclável certificada em camadas intermediárias das bisnagas que produz. Essas limitações decorrem da regulamentação sanitária do setor.

A indústria também se integrou a uma ação de recuperação da vegetação nativa no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em Palhoça. Em quatro anos, o trabalho resultou na retirada de espécies exóticas em 100 hectares.

O presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, destacou que a C-Pack é uma indústria de referência global em seu setor, por suas instalações, por seus produtos, por sua gestão. “É uma indústria que produz para o país e para o mundo”, disse.

FONTE: FIESC
Internacionalização e sustentabilidade são as apostas da C-Pack para crescer | FIESC

Ler Mais
Comércio Exterior, Economia, Evento, Industria, Informação, Internacional

Para Portugal, momento histórico favorece acordo entre UE e Mercosul

Ministro da Economia Pedro Reis destacou, em evento conjunto da FIESC e ADVB, que Portugal é favorável a um plano de ação para implementação; FIESC defende que Portugal seja interlocutor no bloco para viabilizar efetivação do acordo

O ministro da Economia de Portugal, Pedro Reis, afirmou em evento conjunto da Federação das Indústrias de SC (FIESC) e da ADVB/SC na sexta-feira (21), que o momento histórico atual favorece a implementação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. “O acordo é tremendamente oportuno e importante. Precisamos aproveitar esse momento geopolítico e geoeconômico complexo para elevar nossas relações a outro patamar.

Se pudermos construir uma agenda comum de investimentos e cruzada de oportunidades, é o melhor serviço que podemos fazer para nossos países, nossas regiões, nossos estados e nossas empresas. Não conheço outra maneira melhor para recuperar, conquistar e acelerar o futuro do que criar riqueza”, afirmou o ministro português.

O presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, defende que Portugal seja um interlocutor brasileiro na Europa, para apoiar a efetivação do acordo, e em sua manifestação destacou que a estratégia do ministro coincide com a visão do empresariado catarinense, fomentando a internacionalização, promovendo uma reforma estrutural para permitir a redução de impostos e da burocracia. “É o que perseguimos aqui em Santa Catarina”, afirmou.

FIESC defende que Portugal seja interlocutor para tirar acordo UE-Mercosul do papel. (Foto: Filipe Scotti)
Reis destacou que, após 25 anos de negociação, Mercosul e União Europeia têm uma oportunidade ímpar, não somente de retirada de barreiras comerciais, mas de construção de uma agenda positiva, favorável à cooperação. “A Europa enfrenta um desafio que tem a ver com as alianças estratégicas globais que conseguirmos. Uma vez operacionalizado o acordo, as barreiras invisíveis que travam o investimento ganham alívio, facilitando o avanço das relações. O acordo está todo pensado, precisamos de um plano de ação”, destacou.

Para ele, a Europa precisa se reencontrar, estimular inovação e se desburocratizar para competir no leilão do investimento internacional. E Portugal vem se preparando para atrair esses investimentos. “Temos uma agenda convergente. Está na hora de fazer acontecer projetos conjuntos. O melhor que posso fazer por Portugal é atrair investimentos, convocar parcerias, fazer o encontro entre empresários, desenvolver projetos conjuntos e co-financiar agendas, para que a economia respire”, salientou Reis.

O evento Encontro de Ideias contou ainda com uma mesa-redonda que reuniu Reis, o político português Miguel Relvas e o secretário-executivo de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos do Governo de Santa Catarina, Paulo Bornhausen, mediado pelo diplomata e economista Marcos Troyjo.

FONTE: RCN ONLINE
Para Portugal, momento histórico favorece acordo entre UE e Mercosul

    Ler Mais
    Informação, Internacional, Notícias, Trafico

    Europa prende hackers russos que atacaram 9 empresas no Brasil

    Uma ação coordenada pela Agência da União Europeia para a Cooperação Policial, também conhecida como Europol, resultou na prisão de quatro hackers russos que lideravam o grupo criminoso 8Base. As detenções foram divulgadas nesta terça-feira, 11. 

    Esses indivíduos, todos de nacionalidade russa, são suspeitos de implantar uma variante do ransomware Phobos para extorquir pagamentos de alto valor de mais de 450 empresas em mais de 30 países, inclusive o Brasil. Confira as empresas brasileiras atacadas pelo grupo:

    • St. Nicholas School: escola internacional em São Paulo (SP);
    • Bring Solution: fabricação de aditivos de uso industrial em Cotia (SP);
    • Buddemeyer: indústria têxtil em São Bento do Sul (SC);
    • Sicoob: cooperativa de crédito em Brasília (DF);
    • Araújo e Policastro: escritório de advocacia em São Paulo (SP);
    • Conselho Superior da Justiça do Trabalho: repartição pública federal em Brasília (DF);
    • SINTTEL: Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações em Belo Horizonte (MG);
    • TTG Log: logística e transportes em Campo Grande (MS); e
    • CST: medicina do trabalho em Belo Horizonte (MG).

    Hackers atacavam pequenas e médias empresas

    Detectado pela primeira vez em dezembro de 2018, o ransomware Phobos é um vírus usado em ataques em grande escala contra empresas e organizações em todo o mundo. Ransomware é um tipo de vírus de computador malicioso que sequestra dados de uma pessoa ou empresa através de criptografia.

    Diferentemente de vírus que preferem vitimar grandes corporações, o Phobos é dedicado a ataques de alto volume contra pequenas e médias empresas, que muitas vezes não possuem defesas cibernéticas adequadas.

    Através da infraestrutura do Phobos, a quadrilha 8Base desenvolveu o próprio vírus ransomware para adaptar seus ataques e maximizar o impacto nas empresas afetadas.

    O grupo se destacava por suas táticas agressivas de dupla extorsão: além de criptografar os dados das vítimas e cobrar resgate por eles, os criminosos também ameaçavam publicar informações roubadas caso o valor não fosse pago.

    Fonte: Revista Oeste
    Europa prende hackers russos que atacaram 9 empresas no Brasil

    Ler Mais
    Economia, Gestão, Informação, Internacional, Investimento, Mercado Internacional

    As respostas de Emmanuel Macron e Olaf Scholz às falas agressivas de Trump

    O presidente francês e o chanceler alemão destacam importância de coesão e soberania na Europa

    Em uma coletiva de imprensa em Paris, o presidente francês Emmanuel Macron e o chanceler alemão Olaf Scholz deixaram claro que o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos exige uma Europa mais coesa e soberana.

    Macron destacou a necessidade de fortalecer a autonomia europeia. ‘Mais do que nunca, os europeus devem proteger sua soberania”, afirmou o líder francês, enfatizando a importância de apoiar indústrias estratégicas, como a automotiva, siderúrgica e química, para enfrentar os novos desafios globais.

    O discurso veio em resposta a declarações mais agressivas feitas mais cedo por Trump, que criticou a União Europeia e ameaçou impor tarifas aos seus produtos “A União Europeia é muito, muito ruim para nós”, declarou Trump, reforçando comentários já feitos anteriormente. “Por isso, eles terão de pagar tarifas. É a única forma… de alcançar justiça.”

    Scholz, por sua vez, ressaltou a importância de resiliência diante de um cenário internacional em constante transformação. “A Europa deve ser forte e resiliente em um mundo que, para dizer com muita cautela, está em movimento”, pontuou o chanceler alemão. Ele ainda reconheceu que a postura de Trump apresenta desafios significativos: “O presidente Trump, isso já está claro, será um desafio”,

    FONTE: Veja Negocio
    As respostas de Emmanuel Macron e Olaf Scholz às f… | VEJA

    Ler Mais
    Informação, Mercado Internacional, Notícias, Vendas

    Marcas catarinenses de chocolates são premiadas na Europa

    Júri do Academy of Chocolate Awards, do Reino Unido, concedeu medalhas de prata aos chocolates Branco com Cumaru e Caramelo com Flor de Sal, da Toré, e medalhas de bronze aos tabletes de Chocolate Branco e Cacau em Flor 63% com Pimenta Rosa, da Nugali

    Florianópolis, 18.12.2024 – Especialistas europeus reconheceram marcas catarinenses entre as melhores do mundo no Academy of Chocolate Awards, do Reino Unido. O júri concedeu à Toré, de Florianópolis, medalhas de prata pelos chocolates Branco com Cumaru e Caramelo com Flor de Sal. A Nugali, de Pomerode, recebeu medalhas de bronze pelos tabletes de Chocolate Branco e Cacau em Flor 63% com Pimenta Rosa.

    Este é o segundo ano consecutivo em que as duas marcas catarinenses figuram entre as premiadas. A Academy of Chocolate é uma instituição independente que atua para promover uma maior consciência do consumidor sobre as vantagens dos chocolates finos em relação aos produtos comoditizados.

    Conheça os chocolates premiados:

    Chocolate Branco com Cumaru, da Toré – utiliza o cumaru, uma semente originária da Amazônia, também conhecida como “baunilha brasileira”. Este ingrediente confere ao chocolate notas complexas de especiarias e baunilha.

    Chocolate Branco Caramelizado com Flor de Sal, da Toré – é produzido a partir de um delicado processo de caramelização que intensifica os sabores naturais do chocolate branco, adicionando camadas de notas de caramelo e doce de leite. A inclusão de cristais de flor de sal proporciona um contraste sutil e equilibrado.

    Chocolate Branco, da Nugali – é formulado com uma delicada combinação de manteiga de cacau, leite em pó, açúcar e baunilha natural. Tem o sabor do chocolate branco de antigamente, baseado apenas em ingredientes naturais, sem gorduras hidrogenadas ou aromatizantes artificiais. O produto já havia conquistado uma medalha de prata no London Chocolate Awards, em 2022.

    Cacau em Flor 63% com Pimenta Rosa, da Nugali – feito com 63% de cacau brasileiro nas variedades Trinitários e Scavina, é rico em sabores e aromas frutados, possui notas de banana, cítricas e outras frutas tropicais. A pimenta rosa é o fruto suavemente picante e adocicado da Aroeira, típica de nossas florestas. Este chocolate Nugali já havia levado medalhas no International Chocolate Awards Americas 2018 (prata) e 2024 (bronze), além de bronze na fase mundial do mesmo concurso, em 2018.

    FONTE: FIESC
    https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/marcas-catarinenses-de-chocolates-sao-premiadas-na-europa

    Ler Mais
    Instagram
    LinkedIn
    YouTube
    Facebook