Comércio Exterior

Produtos brasileiros afetados pelo tarifaço dos EUA: veja a lista do que será taxado

O novo tarifaço dos Estados Unidos atingirá principalmente produtos industriais, máquinas e parte do setor agroindustrial brasileiro. A lista divulgada pelo governo norte-americano inclui desde etanol e calçados até máquinas agrícolas, papel e diversos bens manufaturados.

Por outro lado, alguns dos principais produtos exportados pelo Brasil, como carne bovina, café, suco de laranja e aeronaves, ficaram fora da nova lista de sobretaxação.

Produtos brasileiros que serão afetados

Os itens que passarão a ser taxados pelos Estados Unidos incluem:

  • Etanol;
  • Calçados;
  • Vestuário;
  • Açúcar orgânico;
  • Papel;
  • Máquinas agrícolas;
  • Equipamentos de mineração;
  • Ferramentas de jardinagem;
  • Máquinas e equipamentos elétricos;
  • Bens de capital;
  • Produtos químicos;
  • Produtos industriais processados;
  • Manufaturados em geral.

A lista concentra principalmente produtos do setor industrial e bens utilizados na produção, além de alguns itens do agronegócio.

Produtos brasileiros que ficaram de fora

Apesar da ampliação das restrições comerciais, os Estados Unidos mantiveram uma série de exceções. Entre os principais produtos brasileiros isentos estão:

  • Carne bovina;
  • Café;
  • Laranja e suco de laranja;
  • Petróleo bruto;
  • Gás natural;
  • Peixes e crustáceos;
  • Castanhas;
  • Mel orgânico;
  • Celulose de madeira;
  • Pastas químicas de madeira;
  • Alguns produtos de madeira tropical;
  • Minérios selecionados;
  • Ferro-gusa;
  • Produtos metálicos considerados estratégicos para a indústria americana;
  • Aeronaves civis, motores e componentes aeronáuticos;
  • Helicópteros;
  • Produtos farmacêuticos;
  • Insumos químicos para medicamentos;
  • Semicondutores e equipamentos para sua fabricação.

Lista poderá sofrer alterações

O governo dos Estados Unidos informou que a relação de produtos poderá ser revisada ao longo das negociações com o Brasil. Além disso, mercadorias que já estiverem em trânsito para o mercado norte-americano antes da entrada em vigor da medida não serão atingidas.

O governo brasileiro contestou a decisão e afirmou que recorrerá aos mecanismos previstos na Lei da Reciprocidade e na Organização Mundial do Comércio (OMC).

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Comércio Exterior

EUA impõem tarifa de 25% sobre importações do Brasil e ampliam pressão na política comercial

Os Estados Unidos anunciaram a aplicação de uma tarifa de 25% sobre a maior parte das importações provenientes do Brasil, marcando o início de uma nova ofensiva comercial liderada pelo governo do presidente Donald Trump. A medida faz parte da reformulação da política tarifária norte-americana e pode atingir outros importantes parceiros comerciais ao redor do mundo.

Nova política tarifária pode alcançar outros países

A decisão foi divulgada na noite de quarta-feira e integra uma estratégia mais ampla da administração Trump para reestruturar as relações comerciais dos EUA. Além do Brasil, países como Índia, China, membros da União Europeia, Japão e Coreia do Sul também podem ser afetados por futuras medidas semelhantes.

A iniciativa ocorre após a Suprema Corte dos Estados Unidos invalidar uma rodada anterior de tarifas globais, levando o governo a recorrer a novos instrumentos legais para sustentar sua política comercial.

Investigação aponta supostas práticas comerciais desleais

As novas tarifas dos EUA têm como base investigações conduzidas sob a Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana. Atualmente, cerca de 80 processos envolvendo dezenas de países estão em andamento.

Entre os temas investigados estão alegações de excesso de capacidade industrial, comércio de produtos fabricados com trabalho forçado, além de práticas consideradas prejudiciais às empresas americanas.

Em junho, o governo dos EUA já havia proposto a taxação de produtos brasileiros, alegando irregularidades relacionadas ao comércio digital, ao desmatamento ilegal e a outras questões comerciais.

Segundo o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, as negociações realizadas com o Brasil ao longo do último ano não produziram avanços suficientes, embora Washington afirme continuar aberto ao diálogo.

Governo brasileiro reage e promete recorrer

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a decisão dos Estados Unidos como injustificada e anunciou que o Brasil recorrerá aos mecanismos previstos na chamada Lei da Reciprocidade.

Além disso, o governo brasileiro pretende levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC), utilizando o sistema de solução de controvérsias da entidade para contestar a medida.

Especialistas veem estratégia de negociação de Trump

Para analistas do mercado, a nova tarifa pode representar mais uma etapa da estratégia de negociação adotada por Donald Trump.

O economista-chefe da consultoria RSM US, Joe Brusuelas, avaliou que a medida tende a abrir espaço para negociações bilaterais, característica recorrente da política comercial do governo americano. Segundo ele, a intenção seria estabelecer acordos específicos com cada país, em vez de construir uma política comercial ampla e integrada.

A repercussão também chegou à Índia. O especialista Ajay Srivastava, fundador do Global Trade Research Initiative, afirmou que o caso brasileiro serve de alerta para outros parceiros dos Estados Unidos, mostrando que Washington pode utilizar sanções comerciais para contestar políticas consideradas desfavoráveis aos interesses das empresas americanas.

Marco Rubio critica Lula

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, responsabilizou o presidente Lula pelo impasse nas negociações.

Em publicação nas redes sociais, Rubio afirmou que o governo brasileiro não negociou de boa-fé com Washington e declarou que Lula teria colocado interesses políticos acima da possibilidade de um acordo comercial entre os dois países.

Produtos afetados e itens isentos

A nova taxação sobre produtos brasileiros deverá atingir milhares de mercadorias exportadas para os Estados Unidos, incluindo:

  • açúcar;
  • máquinas agrícolas;
  • roupas;
  • equipamentos elétricos;
  • papel;
  • aço.

Por outro lado, diversos produtos permanecerão isentos da cobrança, entre eles:

  • carne bovina;
  • café;
  • terras raras;
  • produtos energéticos;
  • aeronaves e peças aeronáuticas.

Na atualização divulgada nesta quarta-feira, os EUA também incluíram na lista de exceções o mel orgânico, o ferro-gusa, o café solúvel sem aromatizantes e outros itens.

Pix também é alvo de investigação

A investigação aberta contra o Brasil em julho do ano passado cita diversas práticas consideradas desleais pelo governo norte-americano. Entre elas estão o desmatamento ilegal e o Pix, sistema brasileiro de pagamentos instantâneos.

Na avaliação das autoridades dos EUA, o Pix colocaria empresas de cartões de crédito em desvantagem competitiva. O governo brasileiro rejeitou integralmente essas acusações.

Além dessa investigação, o Brasil também integra outro processo baseado na Seção 301, relacionado ao uso de trabalho forçado em cadeias globais de fornecimento. A conclusão está prevista para 24 de julho e pode resultar em uma tarifa adicional de 12,5%, elevando a carga total sobre determinados produtos brasileiros para 37,5%.

FONTE: Reuters
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Amanda Perobelli

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Internacional

Tensão no Golfo Pérsico aumenta e ameaça entendimento entre EUA e Irã

A escalada da tensão no Golfo Pérsico voltou a elevar o risco de um confronto entre Estados Unidos e Irã. Segundo a emissora estatal iraniana Press TV, o governo iraniano afirmou que responderá a novos ataques com o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte mundial de petróleo, além de prometer retaliar em dobro contra alvos considerados inimigos.

Acordo firmado em junho perde força

A nova troca de ameaças acontece menos de um mês após os dois países assinarem, em 17 de junho, um memorando de entendimento. O documento previa o encerramento imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, além do compromisso de não iniciar novas ações militares ou conflitos diretos entre as nações.

No entanto, durante a reunião de cúpula da Otan realizada nesta quarta-feira (8), em Ancara, na Turquia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o acordo já não tem validade. “Não quero lidar com eles”, afirmou.

Irã acusa EUA de romper cessar-fogo

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, responsabilizou os Estados Unidos por descumprirem o cessar-fogo firmado entre os dois países.

De acordo com a Press TV, a crise se intensificou após forças norte-americanas realizarem ataques contra bases costeiras e instalações não militares nas províncias iranianas de Hormozgan, no sul do país, e Khuzistão, no sudoeste.

Ataques e retaliações ampliam a crise

Em resposta às ações militares dos Estados Unidos, autoridades iranianas informaram ter lançado mísseis e drones contra 85 alvos militares norte-americanos localizados no Bahrein e no Kuwait.

Ainda segundo a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), os ataques atingiram instalações no Porto Salman, onde está localizada a área da Quinta Frota dos EUA no Bahrein, além da Base Aérea de Ali Al Salem, no Kuwait.

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Stringer/Reuters

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Internacional

União Europeia elimina tarifas sobre produtos industriais dos EUA e reforça acordo comercial

A União Europeia começou a eliminar, nesta quarta-feira (1º), as tarifas de importação incidentes sobre produtos industriais dos Estados Unidos, colocando em vigor uma das principais medidas previstas no acordo comercial firmado entre as duas economias.

O anúncio foi feito pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que destacou os impactos positivos da iniciativa para o comércio entre os dois lados do Atlântico. Segundo ela, a decisão amplia a previsibilidade para o mercado, aumenta as opções disponíveis aos consumidores e contribui para preços mais competitivos.

Em publicação nas redes sociais, Von der Leyen afirmou que a parceria entre Europa e Estados Unidos segue sendo uma das mais importantes do mundo e ressaltou o compromisso de fortalecer essa cooperação.

Medida faz parte de acordo comercial firmado em 2025

A retirada das tarifas integra o acordo comercial firmado em 2025 entre a União Europeia e o governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump. O entendimento foi fechado durante encontro realizado em Turnberry, na Escócia.

Pelo acordo, o bloco europeu se comprometeu a zerar as tarifas sobre produtos industriais norte-americanos e ampliar o acesso de produtos agrícolas dos EUA ao mercado europeu por meio de condições preferenciais.

Em contrapartida, o governo norte-americano manteve a cobrança de 15% de tarifa sobre a maior parte dos produtos exportados pela União Europeia. O objetivo declarado pelas duas partes é reduzir as tensões comerciais entre os maiores parceiros econômicos do planeta.

Parlamento Europeu aprovou implementação do acordo

Antes da entrada em vigor da medida, o Parlamento Europeu aprovou, em 16 de junho, a redução das tarifas sobre produtos norte-americanos. A votação representou uma etapa essencial para que o bloco cumprisse os compromissos assumidos no acordo bilateral.

A aprovação ocorreu em meio à pressão do governo dos Estados Unidos. Donald Trump havia sinalizado que poderia elevar significativamente as tarifas sobre produtos europeus caso a União Europeia não implementasse as medidas previstas até 4 de julho.

Principais pontos do acordo

  • A União Europeia elimina as tarifas sobre produtos industriais dos Estados Unidos;
  • Produtos agrícolas americanos passam a contar com acesso preferencial ao mercado europeu;
  • Os Estados Unidos mantêm tarifa de 15% sobre a maior parte dos produtos europeus;
  • A legislação europeia busca evitar uma nova disputa tarifária entre Bruxelas e Washington.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Internacional

Negociações entre EUA e Irã avançam na Suíça, mas conflito no Líbano segue como obstáculo

Representantes dos Estados Unidos e do Irã se reuniram neste domingo (21), na Suíça, para a primeira rodada de negociações após a assinatura de um memorando de entendimento que busca estabelecer um acordo de paz abrangente para o Oriente Médio. O encontro aconteceu em um momento de forte tensão regional, marcado pela escalada do conflito entre Israel e o Hezbollah no Líbano.

A reunião teve duração de cerca de 80 minutos e abordou temas considerados centrais para a implementação do memorando, incluindo segurança regional, sanções econômicas e estabilidade no Golfo.

Irã condiciona acordo ao fim dos conflitos regionais

Durante as conversações, a delegação iraniana destacou que qualquer avanço rumo a um acordo definitivo dependerá da interrupção das hostilidades em todas as frentes de conflito da região, especialmente no Líbano. Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, o objetivo do encontro foi discutir mecanismos para colocar em prática os compromissos assumidos no memorando. O governo iraniano argumenta que não há condições para avançar nas negociações finais enquanto persistirem operações militares na região.

A posição foi reforçada após novos ataques israelenses ao território libanês no sábado (20). Em resposta, o Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo, contrariando os termos do memorando que previam a manutenção da livre navegação por 60 dias.

Sanções e exportação de petróleo também estiveram na pauta

Outro tema discutido entre os dois países foi a flexibilização das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos ao Irã. De acordo com Baqaei, as delegações trataram de possíveis isenções para a exportação de petróleo iraniano, atualmente limitada pelas restrições norte-americanas. Também foram debatidas alternativas para a liberação de recursos financeiros iranianos bloqueados no exterior.

Enquanto as negociações aconteciam na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom ao responsabilizar o Hezbollah pela deterioração da situação no Líbano. Em declaração pública, Trump afirmou que o Irã deve conter a atuação do grupo libanês e advertiu que poderá ordenar novos ataques contra o país caso considere necessário.

A reação iraniana veio rapidamente. O presidente do Parlamento do Irã, MB Ghalibaf, que participa das negociações, declarou que Teerã não se intimida diante das ameaças e afirmou que as Forças Armadas iranianas estão preparadas para responder a qualquer ação militar.

EUA demonstram otimismo com diálogo diplomático

Apesar das declarações mais duras de Trump, integrantes da delegação norte-americana demonstraram confiança no processo diplomático. O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, que lidera as negociações em nome da Casa Branca, afirmou que houve avanços significativos nos últimos dias. Segundo ele, o governo americano busca construir uma nova fase de relacionamento com o povo iraniano e acredita na diplomacia como ferramenta para reduzir as tensões no Oriente Médio.

Enquanto o Irã pressiona Washington a influenciar Israel para encerrar suas operações militares, o governo israelense reafirmou que pretende manter tropas no sul do Líbano. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que as forças israelenses continuarão atuando na chamada zona de segurança e terão liberdade para realizar ações contra ameaças consideradas relevantes para a segurança nacional. A declaração reforça o posicionamento já defendido pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de que não haverá retirada das tropas israelenses da região neste momento.

Hezbollah promete reagir à ocupação israelense

Também neste domingo, o Hezbollah voltou a criticar a presença militar israelense em território libanês. Em comunicado, o secretário-geral da organização, Sheikh Naim Qassem, afirmou que qualquer violação relacionada à ocupação será respondida pelo grupo. Segundo ele, os Estados Unidos possuem influência suficiente para pressionar Israel a interromper suas operações militares, mas continuam apoiando as ações israelenses na região.

O posicionamento evidencia a complexidade do cenário diplomático e militar no Oriente Médio, onde as negociações entre Washington e Teerã seguem diretamente condicionadas à evolução dos conflitos em curso.

Fonte: Agência Brasil

Texto: Redação

Imagem: Reprodução ©ANSA/EPA

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Especialista

Além das quatro linhas: liderança, mercado e a engrenagem logística da Copa do Mundo

Quando olhamos para uma Copa do Mundo, a imagem que fica na memória é a do capitão erguendo a taça sob uma chuva de confetes. No entanto, o sucesso de um time de futebol e a grandiosidade de um mundial não acontecem por acaso. O espetáculo é a ponta de um iceberg sustentado por três pilares fundamentais: a liderança estratégica, o aquecimento do mercado global e uma operação logística por traz de todo o processo.


A liderança de um time de futebol: gestão de talentos sob pressão

A liderança no futebol moderno vai muito além de gritar em campo ou usar uma braçadeira. O técnico e os líderes experientes do elenco atuam como verdadeiros gestores de alta performance.  O líder precisa ter resiliência e inteligência Emocional. A pressão psicológica em torneios curtos é extrema. O bom líder absorve o impacto das críticas e blinda o grupo, mantendo o foco tático mesmo após uma derrota dolorosa.

Outro ponto relevante, é preciso trabalhar a cultura de confiança. Assim como em uma empresa, o papel do líder no futebol é fazer com que cada liderado entenda sua função e confie no companheiro ao lado, sabendo que o sucesso individual é consequência do sucesso coletivo.



A importância da Copa do Mundo para o mercado

A Copa do Mundo é o maior gatilho de consumo em massa do planeta. Quando o torneio começa, a economia global ganha uma injeção massiva de adrenalina em múltiplos setores:

E-commerce e varejo: O varejo de alimentos, bebidas e eletrônicos dispara. O desejo do torcedor de assistir aos jogos com a melhor qualidade gera picos impressionantes na venda de televisores, aparelhos de som, camisas de times além de pontos de visibilidade do evento por todo o mundo;

Marcas e patrocínios: Gigantes mundiais e regionais atrelam suas marcas ao evento para resgatar a conexão afetiva com o público, utilizando ídolos do esporte para impulsionar vendas e fidelizar clientes em campanhas bilionárias. Afinal marketing é EXPERIÊNCIA e SENSAÇÃO.

Turismo e entretenimento: Países sede e estabelecimentos locais (bares, restaurantes, fan zones) movimentam bilhões de dólares com o fluxo contínuo de torcedores nacionais e internacionais. O mundo para,  para acompanhar sua seleção e viver esse momento.


A logística do evento e das seleções

Garantir que toneladas de equipamentos de transmissão, câmeras e estruturas de mídia cruzem fronteiras com desembaraço aduaneiro prioritário para que bilhões de pessoas assistam ao jogo ao vivo, sem um segundo de atraso. Para os times, a logística gerencia o transporte milimétrico de cargas técnicas (uniformes, suplementos, equipamentos médicos) entre hotéis, centros de treinamento e estádios — muitas vezes divididos em diferentes fusos horários e países (como ocorre na estrutura tri-nacional entre EUA, Canadá e México).

Posicionamento estratégico, para eu os jogadores possam se locomover entre os estádios e ainda ter centros de treinamentos, comissão técnica, médicos. Tudo é Logística.

A logística do consumo (Mercado)

Para atender à explosão de demanda gerada pelo torneio, indústrias e varejistas precisam antecipar seus estoques em meses. No Brasil, por exemplo, a corrida pela compra de novas TVs exige uma coordenação pesada no transporte (como a cabotagem marítima saindo do Polo Industrial de Manaus para abastecer os grandes centros de distribuição). Se a logística falhar e o produto não estiver na prateleira — física ou digital — antes do apito inicial, a perda financeira é irrecuperável.

O futebol arte só brilha na tela se houver uma liderança forte blindando o vestiário, um mercado aquecido financiando o espetáculo e uma rede logística impecável movendo cada peça, no tempo exato, por trás das cortinas.

Se o mercado demanda e a liderança executa em campo, é a logística que torna tudo fisicamente possível. Uma Copa do Mundo é, essencialmente, um dos maiores desafios de Supply Chain (cadeia de suprimentos) e transporte do mundo.


Liderança de alta performance

Em um time de alta performance — seja no futebol ou no mundo corporativo —, o sucesso não depende de um único estilo de líder, mas sim da sinergia entre diferentes papéis e da capacidade de cada um assumir a responsabilidade pelo seu quadrado.

Em 1994, o Brasil quebrou um jejum de 24 anos porque esses três personagens entenderam perfeitamente seus papéis de autorresponsabilidade:

Parreira (a liderança estratégica/sistêmica): O “CEO” do time. Ele tinha a visão macro, o planejamento tático e a resiliência para aguentar as críticas externas. A autorresponsabilidade dele estava em manter a estrutura organizada e dar o suporte para que o talento aparecesse, sem querer ser a estrela do show.

Dunga (a liderança executiva/cultura): O líder de processos e cobrança dentro de campo. Dunga era o braço direito da estratégia, o cara que garantia a disciplina, o foco e que ninguém relaxasse. A autorresponsabilidade dele era o exemplo e a mentalidade de inconformismo.

Romário (a liderança técnica/entrega de resultado): O “Hyper-performer” (o craque do comercial ou da operação). Romário chamou a responsabilidade para si antes mesmo da Copa. Ele sabia do seu valor, assumiu o risco do resultado final e entregou os gols. A autorresponsabilidade dele foi cumprir a promessa de trazer a taça através da execução impecável.

O Tetra de 94 só aconteceu porque o Romário não tentou ser o Parreira, o Parreira não tentou ser o Dunga, e o Dunga não tentou dar o drible do Romário.


Para a Copa do Mundo de 2026, que está acontecendo justamente agora, a Seleção precisa reconstruir essa tríade de autorresponsabilidade.

Em 2026, o Hexa só virá se cada um desses três pilares — Estratégia (Treinador), Cultura/Cobrança (Capitão) e Execução (Craque) — assumir 100% de autorresponsabilidade pelas suas entregas, jogando de forma conectada.


E como você acha que vai ser a COPA 2026?


Por Renata Palmeira

CEO RêConectaNews

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Internacional

EUA realizam ataque contra instalações do Irã após incidente com drones no Estreito de Ormuz

Os Estados Unidos realizaram ataques contra instalações iranianas neste sábado (6), após a identificação de drones lançados pelo Irã em direção ao Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas para o comércio global de petróleo e gás.

De acordo com informações divulgadas pelas forças americanas e reproduzidas pela Reuters, os alvos atingidos foram estruturas de radar e monitoramento costeiro utilizadas pelo governo iraniano. A ação ocorreu após quatro drones iranianos supostamente ameaçarem o tráfego marítimo na região.

Bases de vigilância foram alvo da ofensiva

Em publicação na rede social X, o Comando Central dos Estados Unidos informou que os ataques atingiram instalações de vigilância localizadas em Goruk e na Ilha Qeshm, áreas consideradas estratégicas dentro do Golfo Pérsico.

O governo iraniano reagiu imediatamente. Segundo o Ministério das Relações Exteriores do país, a ofensiva norte-americana representa uma violação do cessar-fogo firmado em 8 de abril entre as partes envolvidas no conflito.

A pasta afirmou ainda que Washington deverá assumir as consequências decorrentes da operação militar, classificando a resposta iraniana como uma medida legítima diante da situação.

Irã anuncia retaliação contra interesses americanos

A Guarda Revolucionária do Irã informou que lançou ataques contra bases militares dos Estados Unidos localizadas no Kuwait e no Bahrein. Além disso, a corporação declarou ter realizado ações contra quatro navios-tanque que navegavam pelo Estreito de Ormuz sem autorização das autoridades iranianas.

As ações ampliam a preocupação internacional com a segurança da navegação em uma das áreas mais importantes para o transporte de energia no mundo.

Paquistão tenta intermediar solução diplomática

Em meio ao aumento das tensões, o ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, chegou a Teerã neste sábado para participar de negociações com autoridades iranianas.

Segundo a mídia estatal do Irã, o representante paquistanês atua como mediador nas tentativas de restabelecer o diálogo e reduzir os riscos de uma nova escalada militar entre os países envolvidos.

Cessar-fogo enfrenta novos desafios

Embora um acordo de cessar-fogo tenha sido firmado há quase dois meses entre Estados Unidos, Israel e Irã, incidentes envolvendo drones continuaram sendo registrados em diferentes pontos do Golfo Pérsico.

Dados da empresa de análise marítima Kpler indicam que uma embarcação do Catar transportando gás natural liquefeito atravessou o Estreito de Ormuz pela primeira vez desde o início do conflito, iniciado em maio.

Além disso, ataques com drones foram relatados em diversas áreas da região. Um dos episódios atingiu um navio cargueiro que seguia em direção ao Catar, reforçando o clima de instabilidade no corredor marítimo.

Parlamento iraniano faz alerta aos EUA

Nas redes sociais, o porta-voz da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, adotou um tom mais duro ao comentar os recentes acontecimentos.

Segundo ele, qualquer ação contra embarcações iranianas poderá provocar uma resposta imediata e contundente contra navios e instalações militares dos Estados Unidos na região.

A declaração evidencia o aumento da tensão diplomática e militar no Oriente Médio, enquanto esforços internacionais buscam evitar o agravamento do conflito.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Google Earth

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Importação

Brasil mantém isenção tarifária para principais produtos importados dos Estados Unidos

Mesmo diante das críticas dos Estados Unidos sobre supostas práticas comerciais consideradas desleais, o Brasil não aplica tarifas adicionais sobre os dez principais produtos importados do mercado norte-americano em 2026.

A discussão ganhou força após a conclusão de uma investigação conduzida pelo USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA), que recomendou a imposição de uma nova taxa de 25% sobre produtos brasileiros. O processo, iniciado em 2025, teve como argumento inicial a alegação de que o Brasil adotaria medidas protecionistas capazes de limitar o acesso de exportadores norte-americanos ao mercado nacional.

Na época, integrantes da gestão de Donald Trump também sustentavam que os Estados Unidos registravam déficit comercial na relação com o Brasil. No entanto, dados do comércio bilateral mostram que o saldo tem sido desfavorável ao lado brasileiro desde 2009. Além disso, os produtos mais importados dos EUA entram no país sem cobrança de tarifas adicionais.

Por outro lado, os Estados Unidos mantêm tarifas sobre quatro dos dez principais produtos brasileiros adquiridos pelo mercado norte-americano.

Estudo analisou principais produtos da balança comercial Brasil-EUA

O levantamento realizado pelo Poder360 avaliou os 20 produtos com maior relevância na balança comercial Brasil-EUA. A análise considerou os dez itens mais importados pelo Brasil e os dez mais comprados pelos Estados Unidos entre janeiro e maio de 2026.

As informações utilizadas têm como base dados da USITC (Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos) e da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul, sistema que estabelece regras tarifárias padronizadas para os países integrantes do bloco econômico.

Governo dos EUA altera foco das justificativas

O relatório final divulgado pelo USTR apresentou uma mudança significativa em relação às alegações iniciais da investigação. Em julho de 2025, o governo norte-americano apontava o suposto protecionismo brasileiro e barreiras tarifárias como principais motivos para a apuração.

Já no documento mais recente, as justificativas passaram a concentrar-se em temas como alegações relacionadas ao uso de trabalho forçado, impactos do Pix, regulamentação das redes sociais e ações consideradas insuficientes no combate ao desmatamento.

As referências a protecionismo e déficit comercial deixaram de ocupar posição central no relatório. Entre os poucos aspectos tarifários mencionados estão os acordos comerciais com Índia e México, que oferecem condições preferenciais de importação e, segundo a avaliação norte-americana, poderiam prejudicar exportadores dos EUA. Também foi citada a tarifa de 18% aplicada pelo Brasil sobre o etanol importado.

Especialista vê estratégia de negociação na postura norte-americana

Para o ex-secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, a mudança de discurso atende a interesses estratégicos dos Estados Unidos. Segundo ele, mesmo diante do déficit brasileiro na relação comercial, Washington pode utilizar determinadas narrativas para ampliar sua capacidade de negociação em setores considerados prioritários.

Barral afirma que existe uma diferença entre a necessidade de avanços estruturais na economia brasileira e as críticas feitas pelos EUA no âmbito bilateral. Na avaliação do especialista, a acusação de protecionismo costuma ser utilizada de forma seletiva para fortalecer posições de negociação.

O economista destaca ainda que a comparação entre países não deve ser feita apenas com base nas tarifas nominais. Segundo ele, os Estados Unidos também adotam mecanismos de proteção em áreas consideradas sensíveis, utilizando instrumentos regulatórios, exigências de segurança nacional e políticas setoriais específicas.

Para Barral, a análise da política comercial internacional deve considerar o conjunto de ferramentas utilizadas por cada país, e não apenas os percentuais de tarifas aplicados sobre produtos importados.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Internacional

EUA classificam facções brasileiras como terroristas e medida pode elevar custos para empresas

A decisão dos Estados Unidos de classificar as principais facções criminosas do Brasil como organizações terroristas estrangeiras passa a valer nesta sexta-feira e deve aumentar os desafios para empresas que atuam no país. Especialistas avaliam que a medida tende a elevar os custos de conformidade e ampliar a fiscalização sobre operações com potencial ligação ao crime organizado.

Os grupos Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), que surgiram originalmente dentro do sistema prisional brasileiro, expandiram sua atuação ao longo das últimas décadas e se consolidaram como protagonistas do tráfico de drogas na América do Sul. Paralelamente, investigações apontam que as organizações também avançaram sobre setores formais da economia por meio de esquemas de lavagem de dinheiro.

Facções ampliaram presença em setores estratégicos da economia

Apurações recentes revelaram que os grupos criminosos infiltraram recursos em segmentos como distribuição de combustíveis, mercado imobiliário e setor financeiro. Segundo investigadores, bilhões de reais provenientes do narcotráfico foram movimentados por meio de empresas e operações aparentemente legais.

A nova classificação anunciada pelo governo norte-americano na semana passada — e contestada pelas autoridades brasileiras — abre caminho para sanções econômicas mais severas, investigações criminais e responsabilizações civis que podem atingir até empresas com vínculos indiretos com as facções.

Além disso, especialistas destacam que medidas como congelamento de ativos, restrições bancárias e aumento da supervisão regulatória poderão ser adotadas pelas autoridades dos Estados Unidos.

Setor financeiro deverá intensificar processos de verificação

Para analistas jurídicos, a medida internacionaliza um risco que já vinha sendo monitorado pelas instituições financeiras brasileiras. Com isso, empresas e bancos devem reforçar procedimentos de due diligence, análise de parceiros comerciais e mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro.

A expectativa é que investidores estrangeiros e parceiros internacionais passem a exigir controles ainda mais rigorosos antes de realizar negócios no Brasil.

Impacto pode atingir diversos segmentos econômicos

Os efeitos da nova classificação não devem se limitar ao sistema financeiro. Áreas como logística, infraestrutura, mineração, agronegócio, apostas e redes de varejo que operam com grande volume de dinheiro em espécie também podem enfrentar exigências adicionais de compliance.

Um exemplo citado pelas autoridades ocorreu em agosto, quando uma grande operação policial identificou um esquema que teria movimentado cerca de R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024 por meio de postos de combustíveis e distribuidoras supostamente controlados pelo PCC.

Já uma etapa mais recente das investigações apontou a movimentação de aproximadamente US$ 5 bilhões em operações de lavagem de dinheiro realizadas ao longo de quatro anos por intermédio de fintechs e fundos de investimento sediados na Avenida Faria Lima, principal centro financeiro do país.

Fintechs entram no radar das autoridades

Especialistas apontam que o crescimento acelerado das fintechs brasileiras, aliado a exigências regulatórias historicamente mais flexíveis, tornou o segmento um canal atrativo para movimentações financeiras ilícitas. Em contrapartida, grandes bancos com estruturas robustas de governança e controle tendem a estar mais protegidos contra esse tipo de risco.

Caso mexicano serve de referência

Situação semelhante ocorreu no México após os Estados Unidos ampliarem a pressão sobre organizações ligadas ao narcotráfico. Na ocasião, instituições financeiras de menor porte foram alvo de medidas por supostas conexões com cartéis.

Segundo avaliações da agência Fitch Ratings, o impacto sistêmico foi limitado devido à baixa participação dessas instituições no mercado e à rápida resposta dos órgãos reguladores locais.

FONTE: Reuters
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Alexandre Meneghini

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Comércio Exterior

EUA propõem tarifa de 25% sobre importações brasileiras e apontam práticas comerciais como alvo de investigação

O governo dos Estados Unidos avançou mais uma etapa na disputa comercial com o Brasil ao propor a aplicação de uma tarifa de 25% sobre a maior parte dos produtos brasileiros exportados para o mercado americano. A medida foi anunciada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) na noite desta segunda-feira (1º).

A proposta faz parte de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, mecanismo utilizado para apurar e responder a práticas consideradas desleais por parceiros comerciais. Alguns produtos classificados como estratégicos para a segurança nacional americana ficariam fora da nova cobrança.

Produtos brasileiros podem ficar isentos da tarifa

Entre os itens que poderão escapar das tarifas punitivas estão produtos como carne bovina, café, determinadas frutas, castanhas, especiarias, petróleo e minérios metálicos. Segundo o USTR, esses produtos se enquadram em categorias consideradas sensíveis para os interesses estratégicos dos Estados Unidos.

A proposta, no entanto, ainda não representa uma decisão definitiva. Antes da adoção de qualquer medida, o governo americano abrirá um período de consulta pública e promoverá audiências para ouvir empresas, entidades e representantes dos setores envolvidos.

O cronograma divulgado pelo governo americano prevê uma audiência pública no dia 6 de julho de 2026 para discutir as medidas propostas. Já o prazo legal para eventual adoção das chamadas “medidas corretivas” contra o Brasil termina em 15 de julho.

A expectativa do governo brasileiro, segundo informações já antecipadas por autoridades, era de que os Estados Unidos apresentassem uma recomendação de punição comercial, mas sem implementação imediata.

Governo americano aponta seis áreas de preocupação

O relatório do USTR sustenta que determinadas políticas brasileiras criam barreiras ou prejuízos ao comércio dos Estados Unidos. Entre os principais pontos destacados estão:

Comércio digital e meios de pagamento

Os EUA alegam que decisões da Justiça brasileira envolvendo plataformas digitais americanas impõem restrições consideradas excessivas. O documento também critica medidas que, segundo os americanos, favorecem concorrentes locais no setor de pagamentos eletrônicos.

Tarifas preferenciais para outros países

Outro ponto citado é a concessão de condições tarifárias mais favoráveis a produtos originários do México e da Índia em razão de acordos comerciais firmados pelo Brasil.

Combate à corrupção

O governo americano afirma que o Brasil não adota mecanismos considerados suficientes para prevenir e combater práticas de suborno e corrupção.

Proteção da propriedade intelectual

O relatório também aponta preocupações relacionadas ao combate à falsificação de produtos, à pirataria e à demora na análise de pedidos de patentes, especialmente no setor biofarmacêutico.

Mercado de etanol

Os Estados Unidos afirmam que, desde 2017, o Brasil deixou de oferecer tratamento tarifário equilibrado ao etanol americano, comprometendo a reciprocidade comercial entre os dois países.

Desmatamento ilegal

O USTR argumenta que, embora exista legislação para combater o desmatamento ilegal, o Brasil ainda enfrenta dificuldades na aplicação efetiva dessas normas, o que gera impactos econômicos e comerciais.

EUA mantêm diálogo com o governo brasileiro

Em comunicado oficial, o embaixador Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, afirmou que a investigação foi iniciada por solicitação do presidente Donald Trump para tratar de preocupações comerciais consideradas antigas e recorrentes.

Greer destacou que houve diversas reuniões entre autoridades americanas e brasileiras ao longo do último ano, mas reconheceu que permanecem divergências relevantes sobre os temas analisados. Apesar disso, ele afirmou esperar a continuidade das negociações antes da definição de eventuais sanções.

O que é a Seção 301

A Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 é um instrumento utilizado pelo governo dos Estados Unidos para investigar práticas comerciais de outros países consideradas injustas, discriminatórias ou prejudiciais aos interesses americanos.

Quando uma investigação conclui que determinadas políticas afetam o comércio dos EUA, o governo pode adotar medidas de retaliação, incluindo tarifas adicionais, restrições comerciais ou outras sanções econômicas.

Fonte: CNN Brasil e documento oficial do USTR.

Texto: Redação

Imagem: Arquivo

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