Logística

Taxação da China sobre carne brasileira preocupa logística mais que tarifa dos EUA, diz CNT

A nova taxação chinesa sobre a carne brasileira pode representar um impacto maior para a logística nacional do que as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, na avaliação do presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa.

Em entrevista ao Conexão Infra, o dirigente afirmou que a cobrança adicional de 55% aplicada pela China atinge diretamente um dos principais fluxos de exportação do Brasil. Já o mercado norte-americano, embora relevante para produtos brasileiros de maior valor agregado, possui participação menor no volume total das exportações do país.

China tem peso maior na exportação brasileira

Para Vander Costa, a diferença está principalmente na importância de cada mercado para o comércio exterior brasileiro.

A China é um dos principais destinos das exportações nacionais, especialmente de commodities e produtos do agronegócio. Por isso, mudanças nas compras chinesas podem provocar reflexos mais amplos sobre transporte, logística e movimentação de cargas.

Os primeiros efeitos da redução das compras de carne bovina brasileira já começaram a aparecer nos dados de comércio exterior. Informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontaram desaceleração nos embarques do produto.

Na avaliação do presidente da CNT, os Estados Unidos têm uma característica diferente. Embora o Brasil venda ao país produtos industrializados de maior valor agregado, o volume dessas exportações é relativamente menor.

Tarifa dos EUA tem impacto mais limitado, diz CNT

Vander Costa considera que a menor participação dos Estados Unidos na pauta exportadora brasileira ajuda a reduzir os efeitos imediatos das novas tarifas sobre a cadeia logística.

Segundo ele, o Brasil consegue absorver parte do impacto porque o volume comercializado com o mercado norte-americano é menor, mesmo que os produtos exportados tenham maior valor agregado.

O presidente da CNT também avaliou como adequada, no curto prazo, a estratégia do governo brasileiro de manter as negociações com os Estados Unidos. Para ele, tanto o poder público quanto o setor empresarial devem buscar alternativas para reduzir os efeitos das medidas comerciais.

Costa também levantou a possibilidade de que o aumento das tarifas esteja relacionado a objetivos da política interna dos Estados Unidos, incluindo a busca por maior arrecadação.

Diversificação de mercados é apontada como alternativa

Diante do cenário de maior tensão comercial, a diversificação dos mercados de exportação aparece como uma das principais estratégias defendidas pelo presidente da CNT.

A avaliação é de que o Brasil deve ampliar sua presença comercial na Ásia e na Europa, reduzindo a dependência de determinados destinos.

Costa também citou a importância do acordo Mercosul-União Europeia para ampliar as oportunidades de exportação e facilitar o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu.

A busca por novos parceiros comerciais pode ajudar empresas brasileiras a encontrar destinos alternativos caso barreiras tarifárias reduzam a demanda em mercados tradicionais.

Política comercial dos EUA pode favorecer China

Na avaliação de Vander Costa, a política comercial adotada pelo governo de Donald Trump pode produzir um efeito contrário ao objetivo de reduzir a influência chinesa no comércio global.

Segundo o presidente da CNT, a imposição de novas barreiras comerciais pelos Estados Unidos pode abrir espaço para que a China amplie sua influência econômica e comercial em diferentes regiões do mundo.

O dirigente também afirmou que o setor produtivo brasileiro já vinha se preparando para a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados aos Estados Unidos.

A antecipação das empresas, segundo ele, ajudou a reduzir os efeitos das sobretaxas e permitiu que parte do setor se adaptasse previamente ao novo cenário do comércio internacional.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN

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Informação

Caminhoneiros defendem regras específicas para jornada 5×2 e descanso em casa

A proposta de substituir a escala 6×1 por um modelo de jornada 5×2 tem avançado nas discussões no Congresso Nacional e mobilizado diferentes setores da economia. No transporte rodoviário de cargas, porém, empresários e caminhoneiros alertam que qualquer mudança precisa considerar as particularidades da atividade para evitar impactos na logística e na rotina dos motoristas.

Representantes do setor afirmam que a adoção de uma nova jornada sem normas específicas pode elevar os custos operacionais, afetar o abastecimento e resultar em aumento dos preços ao consumidor.

Setor estima impacto bilionário com mudança na jornada

De acordo com o vice-presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Minas Gerais (Fetcemg), Cleiton César, a alteração nas regras de trabalho pode gerar um custo adicional entre R$ 12 bilhões e R$ 28 bilhões por ano para o setor.

Segundo ele, o transporte de cargas exerce papel estratégico na economia brasileira e depende de uma dinâmica operacional diferente da maioria das atividades. Na avaliação do dirigente, o aumento das despesas tende a ser repassado ao consumidor final.

Atualmente, o transporte rodoviário responde pela maior parte da movimentação de mercadorias em todo o país, tornando o segmento essencial para o abastecimento de cidades e para a distribuição da produção nacional.

Caminhoneiros querem folga com a família, e não em postos de combustível

Além das empresas, os próprios caminhoneiros defendem que a eventual adoção da escala 5×2 garanta que os períodos de descanso ocorram, sempre que possível, na residência do motorista.

Durante uma viagem entre Betim e Paracatu, o motorista Juliano Vieira da Silva afirmou que dois dias de folga longe de casa não atendem às necessidades da categoria. Segundo ele, é necessário construir um entendimento entre empresas e trabalhadores para que o descanso seja aproveitado ao lado da família, e não em postos de combustível durante as viagens.

A preocupação também é compartilhada pelo vice-presidente da Fetcemg, Osvaldo Salgado. Ele argumenta que, sem adaptações na legislação, motoristas que realizam viagens longas poderão permanecer parados por dias aguardando descarregamentos, permanecendo distantes do convívio familiar mesmo durante o período de folga.

Entidades defendem tratamento diferenciado para o transporte

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) acompanha as discussões sobre a jornada de trabalho e defende que os motoristas profissionais sejam contemplados em uma política pública voltada às necessidades do setor.

A diretora-executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, destaca que os caminhoneiros desempenham uma função indispensável para o funcionamento da economia, garantindo o abastecimento das cidades, o transporte de produtos e a integração entre diferentes regiões do país.

Segundo representantes do segmento, mudanças na legislação trabalhista precisam considerar as características específicas do transporte rodoviário de cargas, evitando prejuízos tanto para os profissionais quanto para a cadeia logística.

Debate segue no Congresso sem definição

Enquanto a proposta continua em discussão no Congresso Nacional, entidades empresariais e trabalhadores buscam dialogar com parlamentares para que uma eventual mudança na jornada seja implementada com planejamento e regras adaptadas à realidade da categoria.

Para o setor, preservar a eficiência do transporte rodoviário de cargas é fundamental para manter o abastecimento nacional e reduzir impactos sobre a economia e os consumidores.

FONTE: Itatiaia
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Itatiaia

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Logística

Taxação da China preocupa mais a logística brasileira do que tarifas dos EUA, avalia CNT

A taxação imposta pela China sobre a carne brasileira gera maior preocupação para a logística nacional do que as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos. A avaliação é do presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, que considera o mercado chinês mais relevante para o fluxo de exportações do país.

Em entrevista ao programa Conexão Infra, o dirigente explicou que a medida adotada pela China afeta diretamente um dos principais segmentos da pauta exportadora brasileira, enquanto o volume destinado ao mercado norte-americano tem participação mais limitada.

Queda nas exportações de carne já aparece nos indicadores

Os reflexos da redução das compras chinesas de carne bovina brasileira já começam a ser observados nos dados do comércio exterior. Informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam desaceleração nos embarques do produto.

Segundo Vander Costa, embora os Estados Unidos sejam destino de produtos industrializados de maior valor agregado, a quantidade exportada é relativamente pequena, o que reduz os impactos diretos das tarifas sobre a economia brasileira.

Negociação com os Estados Unidos é considerada estratégia adequada

Na avaliação do presidente da CNT, a decisão do governo brasileiro de manter o diálogo com os Estados Unidos é a alternativa mais adequada neste momento.

Ele também destacou a mobilização do setor empresarial em busca de soluções para reduzir os efeitos das novas tarifas e preservar a competitividade das exportações brasileiras.

Diversificação de mercados ganha força

Para minimizar os riscos provocados pelas barreiras comerciais, Vander Costa defende a ampliação dos mercados compradores dos produtos brasileiros. Segundo ele, a busca por novos parceiros comerciais na Ásia e na Europa, além do avanço do acordo Mercosul-União Europeia, pode abrir novas oportunidades para as exportações nacionais.

O dirigente também avalia que a política tarifária adotada pelos Estados Unidos pode ampliar a influência da China no comércio internacional ao estimular outros países a fortalecerem suas relações comerciais com o mercado asiático.

Setor produtivo já se preparava para novas tarifas

De acordo com o presidente da CNT, empresas brasileiras já vinham se preparando para um cenário de aumento das tarifas norte-americanas, o que ajudou a reduzir parte dos impactos provocados pelas medidas recentes.

Ainda assim, ele reforça que a taxação chinesa representa um desafio mais significativo para a logística, devido ao peso da China como principal destino de importantes produtos do agronegócio brasileiro.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN

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Logística

Logística e transportes no Brasil exigem R$ 2,03 trilhões em investimentos, aponta CNT

O Brasil precisará investir cerca de R$ 2,03 trilhões para superar os principais gargalos da logística e da infraestrutura de transportes. A estimativa faz parte do Plano CNT de Transporte e Logística 2026, elaborado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), que reúne 2.837 projetos considerados prioritários em diferentes regiões do país.

O levantamento mostra que as deficiências na infraestrutura continuam elevando o chamado Custo Brasil, comprometendo a competitividade da economia e dificultando o crescimento de setores como a indústria, o agronegócio e o comércio exterior.

Segundo o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, o planejamento de longo prazo é essencial para promover uma infraestrutura mais integrada, eficiente e sustentável, reduzindo custos logísticos e ampliando a competitividade nacional.

Custos logísticos no Brasil superam os de economias desenvolvidas

O estudo revela que os custos logísticos brasileiros atingiram 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, praticamente o dobro do registrado em países desenvolvidos, como os Estados Unidos, onde representam cerca de 8% do PIB.

Na avaliação da CNT, parte significativa dessa diferença está relacionada à precariedade da infraestrutura, que reduz a eficiência do transporte de cargas, aumenta despesas operacionais e afasta investimentos.

Dependência das rodovias expõe desequilíbrio da matriz de transporte

Outro ponto destacado pelo levantamento é a forte concentração do transporte de cargas nas rodovias, responsáveis por 65,8% da matriz de transporte brasileira. O percentual é superior ao observado em outras economias de grande extensão territorial, como Estados Unidos, China, Austrália e países da União Europeia, que utilizam de forma mais equilibrada ferrovias, hidrovias e a cabotagem.

Além da concentração no modal rodoviário, o estudo chama atenção para a baixa cobertura de estradas pavimentadas. Apenas 13% das rodovias brasileiras possuem pavimentação, índice inferior ao registrado em países como China e Índia.

A situação da malha viária também preocupa. Dados da Pesquisa CNT de Rodovias 2025 indicam que 62,1% das estradas brasileiras apresentam condições classificadas como regular, ruim ou péssima. Quando analisada apenas a rede pública, esse percentual sobe para 72,8%.

Plano prevê investimentos em integração nacional e mobilidade urbana

Dos R$ 2,03 trilhões estimados pelo Plano CNT, a maior parcela será destinada a obras voltadas à integração do território nacional.

Os 2.509 projetos de integração somam aproximadamente R$ 1,5 trilhão, com destaque para investimentos em ferrovias, que concentram cerca de R$ 1,1 trilhão. Também estão previstos recursos para rodovias, hidrovias, portos, terminais logísticos e aeroportos.

Já os 328 projetos urbanos, orçados em R$ 518,4 bilhões, priorizam sistemas de transporte coletivo de média e alta capacidade, como metrôs, trens urbanos, VLTs, monotrilhos e corredores exclusivos de ônibus (BRT).

Investimentos seguem abaixo da necessidade apontada por especialistas

O estudo também evidencia a diferença entre a necessidade de investimentos e os recursos aplicados nos últimos anos. Enquanto o Banco Mundial estima que o Brasil deveria investir cerca de 3,7% do PIB por ano em infraestrutura de transportes para reduzir seu déficit, a média de investimentos federais entre 2015 e 2025 foi de apenas 0,15% do PIB ao ano.

CNT defende maior participação da iniciativa privada

Diante das limitações orçamentárias do setor público, a CNT defende a ampliação das concessões e das Parcerias Público-Privadas (PPPs) como alternativa para acelerar a modernização da infraestrutura brasileira.

A entidade ressalta, no entanto, que o avanço desse modelo depende de um ambiente regulatório estável, segurança jurídica, previsibilidade institucional e redução da burocracia.

Como parte da iniciativa, a CNT também lançou um painel virtual com consulta dinâmica aos projetos previstos no plano, oferecendo informações para gestores públicos, investidores e sociedade. A expectativa é que o estudo sirva de base para orientar políticas públicas capazes de reduzir o Custo Brasil, fortalecer a logística nacional e aumentar a competitividade da economia.

FONTE: Times Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Agência Brasil

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Transporte

Escassez de caminhoneiros pode elevar fretes e desafiar a logística no Brasil

A redução no número de caminhoneiros em atividade acende um alerta para o futuro da logística brasileira. Em um país onde aproximadamente 65% das cargas são transportadas pelas rodovias, a falta de motoristas pode provocar aumento no custo dos fretes, atrasos nas entregas e dificuldades para atender períodos de alta demanda, como safras agrícolas e grandes datas do comércio.

Levantamento divulgado pela CNN, com base em informações do Ministério dos Transportes, aponta que o número de caminhoneiros caiu quase 20% na última década. Dos 27 estados brasileiros, 19 registraram redução na quantidade de profissionais em atividade.

Envelhecimento da categoria preocupa o setor

Especialistas apontam que a escassez é resultado da combinação de diversos fatores. Entre eles estão o envelhecimento dos motoristas, a baixa entrada de jovens na profissão, a insegurança nas estradas, as longas jornadas longe da família e a remuneração considerada pouco atrativa diante das exigências da atividade.

Além disso, o elevado custo para obter as categorias D e E da CNH, aliado ao tempo necessário para a formação dos profissionais e à falta de perspectivas de crescimento na carreira, também dificulta a renovação da categoria.

Enquanto as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste registraram as maiores quedas no número de caminhoneiros, estados do Norte e Nordeste, como Tocantins e Pará, apresentaram crescimento no contingente de profissionais.

Dependência das rodovias amplia os impactos

De acordo com a pesquisadora do Observatório do TCU da FGV Direito SP, Mariana Carvalho, o problema não é exclusivo do Brasil, mas ganha maior relevância devido à forte concentração da matriz de transporte nas rodovias.

Segundo a especialista, a combinação entre a redução de novos profissionais e a dependência do transporte rodoviário pode comprometer a capacidade operacional do setor, elevar os custos logísticos e aumentar os prazos de entrega.

Déficit de motoristas já chega a 250 mil

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) estima que o Brasil enfrente atualmente um déficit de aproximadamente 250 mil caminhoneiros.

Segundo o presidente da entidade, Vander Costa, além da aposentadoria dos profissionais e da dificuldade de renovação da categoria, muitos motoristas têm migrado para outros países, especialmente Portugal, atraídos por salários pagos em euro.

Para minimizar os impactos da escassez, empresas de transporte passaram a investir em caminhões com maior capacidade de carga, permitindo transportar volumes maiores com menos viagens.

A CNT também tem ampliado programas de qualificação profissional e incentivo à obtenção das categorias D e E da carteira de motorista, aproveitando mudanças recentes que reduziram os custos do processo de habilitação. Entre as ações também estão programas de reconhecimento para motoristas em atividade e a contratação de profissionais venezuelanos que vivem no Brasil.

Outras profissões atraem motoristas

A concorrência com outras ocupações também influencia a redução do número de caminhoneiros. De acordo com representantes do setor, muitos profissionais têm optado por trabalhar com aplicativos de transporte, na construção civil e em outras atividades que oferecem maior previsibilidade de rotina e mais tempo junto à família.

O assessor técnico da NTC&Logística, Lauro Valdivia, destaca que os custos da habilitação e o tempo exigido para conquistar as categorias profissionais acabam afastando novos interessados da carreira.

Regras das seguradoras dificultam renovação da categoria

Outro fator apontado como obstáculo é o modelo de gerenciamento de risco adotado por seguradoras.

Segundo o presidente da Associação Catarinense dos Transportadores Rodoviários de Cargas, Janderson Maçaneiro, conhecido como Patrola, diversas exigências impostas pelas seguradoras dificultam tanto o ingresso quanto a permanência dos profissionais na atividade.

Entre elas estão restrições para que motoristas levem familiares ou aprendizes durante as viagens, o que reduz as oportunidades de formação de novos profissionais. Além disso, critérios relacionados ao histórico judicial ou registros negativos também podem limitar contratações, mesmo quando não possuem relação com o exercício da profissão.

Falta de caminhoneiros exige soluções para o transporte rodoviário

Com o transporte rodoviário sendo o principal responsável pela circulação de mercadorias no país, representantes do setor defendem investimentos em qualificação, melhores condições de trabalho e incentivos para atrair novos profissionais. Sem medidas para ampliar a mão de obra, a tendência é de maior pressão sobre os fretes, a cadeia logística e o abastecimento nacional.

FONTE: CNN Brasil

TEXTO: Redação

IMAGEM: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Transporte

CNT apresenta agenda para impulsionar hidrovias e ampliar uso do transporte hidroviário no Brasil

Mesmo dispondo de uma das maiores malhas hidrográficas do mundo, o Brasil ainda explora apenas uma fração do potencial das hidrovias para o transporte de cargas e passageiros. Com o objetivo de mudar esse cenário, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) apresentou uma agenda estratégica que reúne propostas para fortalecer a governança do setor, aperfeiçoar a regulação e ampliar os investimentos em infraestrutura hidroviária.

O levantamento, intitulado Propostas para o Desenvolvimento da Navegação Interior Brasileira, foi desenvolvido pela consultoria Pezco em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O estudo traz um diagnóstico da estrutura institucional da navegação interior e estabelece recomendações de curto, médio e longo prazos, com planejamento até 2046.

A apresentação ocorreu durante o workshop Governança e Regulação da Navegação Interior, realizado pela CNT, em Brasília. O material deverá servir como base para a elaboração de políticas públicas voltadas à ampliação da participação do modal hidroviário na matriz de transportes do país.

Potencial das hidrovias ainda é pouco aproveitado

O debate acontece em um momento considerado decisivo para a logística nacional. Atualmente, mais de 60% das cargas brasileiras são transportadas por rodovias, enquanto o transporte hidroviário permanece subutilizado, apesar de oferecer custos operacionais menores para grandes volumes e longas distâncias.

Dados do Ministério de Portos e Aeroportos mostram que o Brasil possui aproximadamente 63 mil quilômetros de rios com potencial para navegação. No entanto, apenas cerca de 20 mil quilômetros são explorados de forma econômica e regular.

Além da redução dos custos logísticos, especialistas destacam que as hidrovias proporcionam menor consumo de combustível por tonelada transportada e reduzem as emissões de gases de efeito estufa, tornando o modal um importante aliado das estratégias de descarbonização do setor logístico.

Estudo aponta entraves para expansão da navegação interior

Entre os principais desafios identificados pelo estudo estão a fragmentação da governança, a insegurança regulatória, a falta de planejamento integrado da infraestrutura e a baixa prioridade dada ao transporte hidroviário nas políticas públicas.

O levantamento também cita dificuldades relacionadas à escassez de mão de obra especializada, limitações no acesso ao financiamento e problemas envolvendo a segurança patrimonial.

No segmento de transporte de passageiros, o diagnóstico revela ainda altos índices de informalidade, deficiência na infraestrutura de terminais e atracadouros, escassez de dados estatísticos e obstáculos para obtenção de crédito destinado à renovação das embarcações.

CNT defende matriz logística mais equilibrada

Durante a abertura do evento, o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, ressaltou que o fortalecimento das hidrovias é fundamental para diversificar a matriz de transportes brasileira.

Segundo ele, o país não pode continuar dependente do transporte rodoviário, responsável por movimentar cerca de dois terços das cargas e atender mais de 90% dos passageiros. O executivo também afirmou que a logística precisa ser tratada como uma política de Estado, com planejamento de longo prazo e continuidade das ações, independentemente das mudanças de governo.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Transporte

Confiança dos transportadores segue baixa diante das incertezas econômicas, aponta CNT

O Índice CNT de Confiança do Transportador Rodoviário de Cargas mostra que o setor continua operando em um cenário de cautela. A pesquisa, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com federações estaduais, aponta que os empresários ainda demonstram baixa confiança no ambiente de negócios, apesar de expectativas um pouco mais positivas para os próximos meses.

O levantamento avaliou empresas de cinco estados — São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — e revelou que todos permaneceram abaixo dos 50 pontos no índice geral, nível considerado como indicativo de confiança.

Entre os principais fatores que preocupam os transportadores estão os juros elevados, o aumento dos custos operacionais, as incertezas econômicas e tributárias e as dificuldades para ampliar investimentos e expandir os negócios.

Expectativas melhoram, mas cenário ainda exige cautela

Embora a percepção sobre o momento atual seja predominantemente negativa, a pesquisa mostra que as expectativas para os próximos seis meses são mais favoráveis na maior parte dos estados.

Para a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, o estudo permite acompanhar as tendências que afetam o setor e contribui para orientar ações voltadas ao fortalecimento da competitividade do transporte rodoviário de cargas.

Segundo ela, o monitoramento da percepção dos empresários ajuda a identificar os principais desafios enfrentados pelas transportadoras em diferentes regiões do país.

Santa Catarina registra avanço na confiança

Entre os estados analisados, Santa Catarina foi o único a apresentar crescimento no índice de confiança.

O indicador geral passou de 38,7 para 44 pontos, avanço de 5,3 pontos percentuais em comparação ao segundo semestre de 2025. O índice de avaliação das condições atuais chegou a 33,7 pontos, enquanto o indicador de expectativas alcançou 49,2.

Apesar da melhora, o resultado permanece abaixo da linha de confiança, refletindo a continuidade das incertezas econômicas, regulatórias e institucionais que impactam o setor.

Minas Gerais lidera índice geral

Em sua estreia na pesquisa, Minas Gerais apresentou o maior índice geral entre os estados avaliados, com 47,2 pontos.

O destaque ficou para o indicador de expectativas, que atingiu 51 pontos, sendo o único acima da linha considerada positiva. Já a avaliação das condições atuais ficou em 39,5 pontos.

O resultado indica que, embora os empresários mineiros ainda enxerguem dificuldades no cenário atual, existe uma percepção mais otimista para o segundo semestre.

São Paulo atinge menor nível desde o início da pesquisa

No estado de São Paulo, o índice geral caiu para 41,2 pontos, o menor resultado desde o início da série histórica da CNT, em 2023.

A avaliação das condições atuais ficou em apenas 28,9 pontos, enquanto as expectativas para os próximos meses chegaram a 47,4.

Os empresários paulistas relacionam o desempenho ao ambiente econômico desfavorável, marcado por juros elevados, aumento dos custos, insegurança regulatória e desaceleração da atividade produtiva.

Rio de Janeiro mantém tendência de queda

O Rio de Janeiro registrou índice geral de 43 pontos, acumulando a segunda queda consecutiva na pesquisa.

O indicador das condições atuais atingiu 31,3 pontos e o de expectativas ficou em 48,9.

Entre os principais desafios apontados pelas empresas estão a instabilidade econômica e fiscal, o aumento dos custos operacionais, problemas de infraestrutura e questões relacionadas à segurança pública, como o roubo de cargas.

Rio Grande do Sul enfrenta dificuldades

No Rio Grande do Sul, o índice geral recuou para 42,4 pontos, queda de 4,3 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior.

A avaliação das condições atuais ficou em 32,3 pontos, enquanto o índice de expectativas atingiu 47,5.

Os transportadores gaúchos destacam como principais obstáculos o aumento dos custos, a elevada carga tributária, a deficiência da infraestrutura, a falta de motoristas qualificados e a dificuldade de acesso ao crédito.

Pesquisa ouviu transportadoras de cinco estados

A sondagem foi realizada entre os dias 28 de maio e 21 de junho em parceria com as federações estaduais do setor: Fetransul (RS), Fetrancesc (SC), Fetcesp (SP), Fetranscarga (RJ) e Fetcemg (MG).

Nesta edição, o Espírito Santo também participou da iniciativa por meio da Fetransportes, mas o número de respostas obtidas não foi suficiente para divulgação dos resultados estaduais.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

PEC da Segurança Pública pode ampliar atuação da PRF e reforçar proteção nos corredores logísticos

A PEC da Segurança Pública começou a ser debatida sob a perspectiva do setor transportador. Representantes da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) se reuniram em Brasília para avaliar os possíveis efeitos da proposta sobre a segurança logística, a integração entre modais e o combate à criminalidade nas rotas de transporte do país.

O encontro marcou o início das discussões sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, que prevê maior articulação entre os órgãos de segurança pública e amplia as atribuições da PRF, que poderá passar a se chamar Polícia Viária Federal.

Atuação poderá ser ampliada para ferrovias e hidrovias

Uma das principais mudanças previstas na proposta é a expansão do campo de atuação da corporação. Atualmente concentrada no patrulhamento das rodovias federais, a PRF poderá assumir também atividades ostensivas em ferrovias e hidrovias federais.

A medida é considerada estratégica diante da crescente integração entre os diferentes modais de transporte e da necessidade de fortalecer a segurança das cadeias logísticas brasileiras.

Segundo José Roberto Barros, integrante do Projeto Estratégico da PEC da Segurança Pública na PRF, a corporação está avaliando os impactos operacionais e institucionais da proposta.

De acordo com ele, a participação da CNT é importante para contribuir com a visão do setor transportador e auxiliar na construção de um diagnóstico sobre os desafios e oportunidades da ampliação das competências da polícia.

Integração de dados é apontada como prioridade

Além da ampliação da atuação policial, outro tema central das discussões foi a necessidade de aprimorar a integração de dados entre órgãos públicos e empresas do setor de transporte.

A gerente-executiva Governamental da CNT, Danielle Bernardes, destacou que a falta de interoperabilidade entre sistemas de informação ainda limita a elaboração de estratégias mais eficientes de segurança.

Segundo ela, a entidade apoia a proposta desde sua apresentação justamente porque os problemas relacionados à criminalidade afetam todos os modais de transporte. A executiva também ressaltou que dados integrados são essenciais para identificar áreas de risco e direcionar políticas públicas de forma mais precisa.

Informações consolidadas podem melhorar gestão de riscos

Na avaliação do consultor de Segurança Pública da CNT, Getúlio Bezerra, a ampliação do acesso a informações estatísticas poderá trazer benefícios tanto para o poder público quanto para as empresas do setor.

Ele afirma que bases de dados mais organizadas e acessíveis ajudam no planejamento operacional, na prevenção de ocorrências e na gestão de riscos das operações logísticas.

O especialista também destaca que o setor vem investindo em mecanismos de proteção, mas ainda enfrenta dificuldades para acessar informações consolidadas que auxiliem na tomada de decisões estratégicas.

Cooperação entre instituições deve avançar

A expectativa da CNT e da PRF é ampliar o diálogo durante a tramitação da proposta no Congresso Nacional. A cooperação deverá se concentrar principalmente em temas ligados à inteligência de segurança, produção de estatísticas e proteção dos principais corredores logísticos do país.

Caso aprovada, a PEC poderá promover mudanças significativas na estrutura da segurança pública voltada ao transporte, ampliando a atuação estatal em diferentes modais e fortalecendo ações de prevenção e combate ao crime.

FONTE: Transporte Moderno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Transporte Moderno

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Sustentabilidade

Silvio Costa Filho destaca compromisso com a descarbonização e a transição energética na abertura do Espaço do Desenvolvimento durante a COP30

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, nesta segunda-feira (10), da abertura do Espaço do Desenvolvimento, iniciativa do Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL) em parceria com o MPor e o Ministério dos Transportes, realizada na Green Zone da COP30, em Belém (PA). O encontro reuniu autoridades brasileiras, entidades internacionais e representantes do setor produtivo para discutir caminhos para a descarbonização do transporte e a expansão da transição energética no país.

Transição energética e logística verde como prioridades

Durante a cerimônia, o ministro Silvio Costa Filho reforçou que a modernização do setor portuário e hidroviário precisa caminhar lado a lado com as metas globais de sustentabilidade. Ele ressaltou que o Brasil tem condições de assumir papel central na redução de emissões de carbono e na implantação de uma infraestrutura verde.

O ministro também adiantou que novas ações de modernização logística, com foco em energia limpa e inovação, serão apresentadas ao longo da conferência. “O Brasil tem condições de liderar a transição energética do transporte mundial, unindo sustentabilidade, eficiência e geração de empregos verdes”, afirmou.

Integração entre transporte, portos e meio ambiente

Costa Filho destacou que a participação do MPor na COP30 simboliza o compromisso do governo em construir políticas integradas entre transporte, meio ambiente e infraestrutura portuária. Ele citou ainda a relevância do estande da CNT, que promove debates sobre combustíveis sustentáveis, especialmente o SAF (Sustainable Aviation Fuel), considerado essencial para a redução de emissões no setor aéreo.

O ministro ressaltou também a parceria histórica entre o governo federal e o Sistema Transporte. “A CNT é uma parceira fundamental da agenda de desenvolvimento do Brasil, contribuindo para o crescimento econômico e para a evolução da nossa logística”, afirmou.

Rota COP30 simboliza compromisso com a sustentabilidade

O ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou a Rota COP30, ação que percorreu o trajeto até Belém por via rodoviária, como símbolo do comprometimento do país com práticas sustentáveis. Segundo ele, a iniciativa traduz a cooperação entre poder público e setor privado, com apoio direto da CNT. “A ação demonstra que é possível unir eficiência logística, responsabilidade ambiental e parceria institucional”, disse.

Brasil já possui histórico sólido em descarbonização

O presidente da CNT, Vander Costa, lembrou marcos importantes da trajetória brasileira rumo à eficiência energética, como o Proálcool (1975) e o Proconve (1986). Para ele, renovar frotas é indispensável para reduzir emissões no transporte de cargas e passageiros. “O Brasil já tem soluções consolidadas; não é preciso inventar a roda”, afirmou.

Espaço do Desenvolvimento promove inovação e integração setorial

Instalado na Green Zone da COP30, o Espaço do Desenvolvimento funciona como ponto de encontro entre governo, iniciativa privada e sociedade civil. A programação inclui painéis sobre mobilidade verde, inovação tecnológica, finanças sustentáveis e parcerias com o Pacto Global da ONU, além de atividades que valorizam a cultura amazônica e a economia de baixo carbono.

A cooperação entre o MPor, o Ministério dos Transportes e o Sistema Transporte reafirma a intenção do governo brasileiro de fortalecer soluções sustentáveis e consolidar o protagonismo do país nas discussões internacionais sobre clima, logística e desenvolvimento econômico.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jonilton Lima

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Sustentabilidade

Silvio Costa Filho destaca protagonismo do Brasil na descarbonização e transição energética durante a COP30

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, nesta segunda-feira (10), da abertura do Espaço do Desenvolvimento, promovido pelo Sistema Transporte — formado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), SEST SENAT e Instituto de Transporte e Logística (ITL) — em parceria com o MPor e o Ministério dos Transportes, na Green Zone da COP30, em Belém (PA). O evento reuniu autoridades, representantes do setor produtivo e organismos internacionais para discutir os desafios e oportunidades da transição energética e da descarbonização do transporte, com foco na integração entre políticas públicas, inovação logística e sustentabilidade.

Durante seu discurso, o ministro Silvio Costa Filho destacou o papel estratégico do Brasil na redução de emissões e na promoção de uma infraestrutura verde e eficiente. Ele enfatizou que a integração dos modais portuário e hidroviário à agenda climática global é essencial para o desenvolvimento sustentável do país. “O Brasil tem condições de liderar a transição energética do transporte mundial, unindo sustentabilidade, eficiência e geração de empregos verdes”, afirmou. O ministro adiantou que o MPor apresentará novas iniciativas de modernização e descarbonização ao longo da conferência, reforçando o alinhamento do governo federal com as metas climáticas internacionais.

Silvio Costa Filho também ressaltou a importância da presença do MPor na COP30 como demonstração do compromisso do governo com uma agenda integrada entre transporte, portos e meio ambiente. Segundo ele, o estande da CNT busca promover debates sobre combustíveis sustentáveis, como o SAF (Sustainable Aviation Fuel), uma das principais apostas do setor para reduzir as emissões na aviação. O ministro elogiou ainda a parceria institucional entre o governo federal e o Sistema Transporte, reconhecendo a contribuição da CNT para o desenvolvimento econômico do país. “A CNT é uma parceira fundamental da agenda de desenvolvimento do Brasil. Ninguém pode contar a história do nosso crescimento econômico sem mencionar o papel da Confederação Nacional do Transporte”, destacou.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, também participou da cerimônia e enfatizou o simbolismo da Rota COP30, iniciativa que percorreu o trajeto até Belém por via rodoviária. A ação, segundo ele, é um marco para a descarbonização do transporte, demonstrando que é possível aliar eficiência logística, responsabilidade ambiental e cooperação público-privada.

O presidente da CNT, Vander Costa, destacou que o Brasil possui um legado consolidado na busca pela eficiência energética e pela redução das emissões no transporte. Ele relembrou programas históricos como o Proálcool, criado em 1975, e o Proconve, iniciado em 1986, reforçando que o país já dispõe de soluções eficazes que podem ser ampliadas. Para Costa, a renovação de frotas é essencial para acelerar a descarbonização no transporte de cargas e passageiros. “Não há necessidade de inventar a roda. O Brasil já tem soluções”, afirmou.

Instalado na Green Zone da COP30, o Espaço do Desenvolvimento é coordenado pelo Sistema Transporte, com apoio do MPor e do Ministério dos Transportes. O local funciona como ponto de encontro entre governo, setor privado e sociedade civil, promovendo painéis técnicos sobre mobilidade verde, inovação tecnológica e finanças sustentáveis. A programação inclui ainda parcerias com o Pacto Global da ONU e atividades que valorizam a cultura amazônica e a economia de baixo carbono.

A parceria entre o Ministério de Portos e Aeroportos, o Ministério dos Transportes e o Sistema Transporte reforça o compromisso do governo em acelerar soluções sustentáveis e consolidar o protagonismo do Brasil nas discussões internacionais sobre clima, logística e desenvolvimento econômico.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jonilton Lima

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