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Evento de ciência e tecnologia reúne Instituições e empresas europeias

Ideia é conectar pesquisadores e empresas para gerar ideias, projetos e desenvolvimento sustentável

Santa Catarina e a União Europeia se unem para a 2ª Expedição em Ciências, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Sapiens Parque, em Floripa, nesta segunda e terça-feira. O evento, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), tem como objetivo fortalecer a parceria entre o estado e a Europa, a partir da proximidade cultural e competências de cada parte. 

O encontro reúne a Delegação da União Europeia no Brasil, o Consulado-Geral da Hungria e a Embaixada da Suécia e Alemanha, além da Euraxess Brasil e América Latina e Caribe (LAC), e Enrich in LAC – incubadoras que conectam pesquisadores latinos e europeus,  para discutir plano de ações pra promover o desenvolvimento local e global.

Entre os principais temas da expedição estão: transição verde, transformação digital, cidades inteligentes, saúde, agenda Mulher e Menina na Ciência, empreendedorismo, programas de mobilidade de capital humano e o Fapesc-IAI Step Fellowship Program, escritório de soft landing para pesquisas e negócios em Santa Catarina.

A ideia é conectar pesquisadores, empresas e instituições para gerar novas ideias, projetos inovadores e impulsionar o desenvolvimento sustentável. O evento está alinhado à Década das Nações Unidas para a Ciência para o Desenvolvimento Sustentável (2023-2032), e reforça a importância da ciência para a construção de um futuro mais sustentável.

Novo escritório da Fapesc

Um dos pontos altos da expedição será a inauguração do escritório de diplomacia científica e cooperação técnica da Fapesc, às 11h30, de terça-feira. A base servirá como facilitadora para o lançamento de negócios e projetos de ciência, tecnologia e inovação em Santa Catarina, com o apoio da incubadora europeia Enrich in LAC.

A expectativa é que o escritório promova a internacionalização da pesquisa e da inovação catarinense. A inauguração contará com a presença do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).

A Fapesc oferece bolsa de estudos para pesquisadores e está com três editais abertos nas áreas de agroinovação, educação e pesquisa, e piscicultura e aquicultura. Interessados podem acessar o site da fundação por este link.

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Norsul entra no mercado de ship-to-ship bunkering

A Norsul deu mais um passo significativo em sua estratégia de diversificação e crescimento.

Atendendo a uma demanda crescente do mercado, a companhia anuncia nova operação de ship-to-ship bunkering, que consiste no abastecimento de combustível de embarcações de grande porte. Este serviço será realizado na área de fundeio da Baía de São Marcos, no Maranhão, utilizando uma embarcação de aproximadamente 16.000 DWT, com capacidade para realizar em média 30 operações por mês.

Em sinergia com a estratégia de diversificação do negócio, o novo serviço faz parte de um alinhamento à evolução do mercado de navegação brasileiro. “Nesse contexto, surge uma excelente oportunidade para oferecermos nossos serviços em transporte aquaviário para além da cabotagem. A partir deste mês, ampliamos nossa atuação para o apoio portuário com a prestação de serviços de STS bunkering”, explica Christian Lachmann, diretor de chartering e operações da Norsul. Lachmann destaca que este momento é um reflexo da estratégia da companhia, que aos 60 anos, busca novos setores e parcerias, reforçando seu protagonismo no mercado de navegação.

“Estamos em uma nova fase de expansão da companhia e diversificação dos negócios. Em 2023, iniciamos com a cabotagem de contêineres com a Norcoast e, agora, comunicamos ao mercado que também realizamos operações portuárias de ship-to-ship bunkering, ampliando mais uma vez nosso core business”, destaca. O executivo afirma que, desde 2014, a Norsul transporta uma ampla gama de granéis líquidos, incluindo cargas classificadas IMO 1 e IMO 2. Em 2016, iniciou o transporte de hidrocarbonetos, produtos químicos, óleos agrícolas e biocombustíveis. Em 2023, a empresa transportou 2,9 milhões de toneladas de carga líquida. “Nossa expertise no transporte de líquidos foi crucial para essa nova operação, que é mais complexa operacionalmente. A solidez e credibilidade da marca permitiram nossa entrada neste novo nicho,” completa Lachmann.

O bunker tem importância fundamental para o bom funcionamento do comércio nacional e internacional, sendo a principal fonte de combustível para embarcações. Segundo dados da Allied Market Research, o mercado mundial de bunker tinha um valor de 109,6 bilhões de dólares em 2020, sendo esperado um crescimento de 4,3% por ano, até atingir o valor de 164,9 bilhões de dólares em 2030.

A operação da Norsul será realizada em uma área do Porto de Itaqui, localizado na Baía de São Marcos. Segundo Fabiana Durant, gerente executiva náutica da empresa, “Além de estarmos em um dos principais portos do país, essa região possui umas das maiores amplitudes de maré do Brasil, podendo ultrapassar sete metros, o que reflete em fortes correntes marítimas. A operação exige expertise para lidar com as variações intensas de condições ambientais, contudo, temos uma equipe técnica robusta para executar esse tipo de trabalho”.

Devido à sua localização, a Baía de São Marcos é um centro relevante e estratégico para o comércio nacional e internacional.

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Porto de Itajaí é liberado pela Receita Federal para operações da JBS

Berços arrendados já podem receber contêineres nas operações de exportação

A Receita Federal finalizou na tarde desta sexta-feira o processo de alfandegamento do Porto de Itajaí. A informação foi confirmada pelo  superintendente do porto, Fábio da Veiga, e pela JBS Terminais.

A decisão será publicada no Diário Oficial da União até a próxima segunda-feira. “Imediatamente, a JBS Terminais começa a receber contêineres para exportação. O primeiro navio a atracar será o NC Bruma, no dia 9 de outubro”, confirmou Fábio da Veiga.

“Era o último passo que faltava. Agora, também passamos a receber navios de contêineres na parte arrendada para a JBS. Com isso, haverá um crescimento rápido, e em dezembro chegaremos à marca de 30 mil contêineres, o que corresponde a aproximadamente 55 mil TEUs”, acrescentou.

A JBS projeta movimentar 58 mil TEUs mensais após 15 dias de operação com linhas regulares nos berços arrendados, um volume 32% superior à movimentação mínima contratual de 44 mil TEUs mensais. Isso indica que o porto retomará suas atividades em ritmo acelerado.

No início do mês, a JBS teve liberação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários pro uso da área B de armazenamento (berços 3 e 4) para colocação de contêineres. O uso dessa área está previsto no contrato de arrendamento quando a área A (berços 1 e 2) atinge 80% de ocupação. A JBS inicia as operações com três linhas regulares e quatro armadores:  MSC, Hapag-Lloyd, Maersk e Norcoast.

LINHAS CONFIRMADAS PARA OUTUBRO
Armadores: MSC, Maersk, Hapag-Lloyd e Norcoast

Roteiro: Qingdao, Busan, Ningbo, Shanghai, Shenzhen, Singapore, Colombo, Rio de Janeiro, Santos, Paranaguá, Itajaí, Imbituba, Santos, Sepetiba, Colombo, Singapore, Qingdao

África
SAT (Hapag-Lloyd) – semanal
WAFEX (Maersk) – semanal

Cabotagem
NORCOAST (Norcoast, Hapag-Lloyd) – semanal
Roteiro: Santos, Paranaguá, Itajaí, Suape, Pecém, Manaus, Pecém, Suape, Santos

Fonte: Diarinho
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Governo estima economia anual de R$ 40 bi com mudança em importações

Migração de sistemas tem início na 3ª feira (1º.out) e deve ser concluída até dezembro de 2025; a expectativa é de aumento potencial do PIB de US$ 125 bilhões até 2040 com desburocratização 

A Receita Federal e o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) anunciaram nesta 2ª feira (30.set.2024) uma mudança na sistemática envolvendo as operações de importação. A partir de 3ª feira (1º.out), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dará início a uma migração do Siscomex (Sistema de Comércio Exterior) para o portal único.

As mudanças devem ser concluídas até dezembro de 2025, quando o portal Siscomex deve ser desligado por completo. Na prática, buscam concentrar os processos de importação em um único site, por meio da Duimp (Declaração Única de Importação), que passa a ser obrigatória.

Vários procedimentos serão agregados à Duimp:

1) licenças, permissões, certificados;
2) controle de carga e trânsito (aéreo, marítimo e terrestre);
3) tratamento tributário;
4) pagamento centralizado do comércio exterior;
5) janela única de inspeção (mercadorias e conferência aduaneira);
6) drawback – regime aduaneiro especial responsável por conceder isenção ou suspender impostos sobre a exportação.

MIGRAÇÃO POR FASES A mudança da Duimp se dará de forma gradual. A 1ª etapa fará com que as operações de importações marítimas para consumo e sob regimes aduaneiros especiais não sujeitas a licenciamento bem como o trânsito aduaneiro para a liberação de mercadorias em zonas secundárias passem para o novo sistema. A expectativa é de que isso se dê até dezembro de 2024.

A 2ª fase tratará das importações do modal aéreo e de operações que dependam de licenciamento de importação. Entra em vigor de janeiro a julho de 2025.

Já a 3ª etapa será feita de julho a dezembro de 2025, contemplará importações terrestres e as que são feitas sob o regime da Zona Franca de Manaus.

DESBUROCRATIZAÇÃO O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse que a Duimp “evita duplicidade” e permite fiscalização de órgãos diversos, como Receita Federal. A declaração foi dada em entrevista a jornalistas.

A secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, afirmou que a medida resultará em uma economia anual de R$ 40 bilhões para os operadores de comércio exterior. “O custo total da mercadoria parada por dia é de 0,8% da carga”, acrescentou a jornalistas.

A desburocratização deve contemplar cerca de 50.000 empresas importadoras. O vice-presidente e titular do Mdic, Geraldo Alckmin, disse que a migração do sistema é “um passo sem volta”..

Em uma gravação em vídeo, afirmou ainda que o aumento potencial do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro é de US$ 125 bilhões até 2040 com as mudanças.

Outras reduções de tempo e de quantidade de documentos foram estimadas com as alterações. Eis a lista abaixo:

tempo médio de exportação – cai de 13 para 5 dias (4,8 dias);
tempo médio de importação – redução de 17 dias para 9 dias;
quantidade de documentos – deve passar de 871 mil para 135 mil;

Fonte: Poder360º
Governo estima economia anual de R$ 40 bi com mudança em importações (poder360.com.br)

 

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Encontro do G20 reúne mulheres de negócios internacionais 

 Conquistando o Protagonismo é uma promoção do Sistema Cisbra-Caerj e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do RJ

Fortalecer a participação das mulheres empresárias no comércio internacional e facilitar seu engajamento nas atividades de exportação e internacionalização das suas operações, é o principal objetivo do encontro Conquistando o Protagonismo – Mulheres de Sucesso no Comércio Exterior, a ser realizado no dia 25 de outubro de 2024, entre 9h e 18h30, na Casa G20 – Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, Rio de Janeiro-RJ. A realização é do Sistema Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Brasil e Câmara de Comércio e Indústria do Estado do Rio de Janeiro (Cisbra-Caerj), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.

O encontro consta da programação oficial do G20, grupo das maiores economias do planeta, incluindo 19 países, mais a União Africana e a União Europeia. Os temas que entrarão em debate no Conquistando o Protagonismo têm uma correlação direta com os trabalhos que antecedem a reunião da Cúpula de Líderes em novembro, no Rio. O empreendedorismo feminino e a diversidade de gênero; a internacionalização de empresas geridas por mulheres; ações para ampliar o fluxo do comércio internacional do Brasil por meio das mulheres; comércio e sustentabilidade na visão feminina; mulheres de sucesso no comércio exterior brasileiro; o empoderamento da mulher negra para a transformação da economia; financiamento e instrumentos de apoio à cultura exportadora feminina, entre outros assuntos, constarão do evento.

O Women20 (W20) – grupo oficial de engajamento independente do G20, criado em 2014 com a missão de reduzir em 25% a diferença da participação de mulheres e homens na força de trabalho até o ano que vem – estará presente com a co-líder Janaína Gama. Outras moderadoras e palestrantes confirmadas são: Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro; Miriam Ferraz, coordenadora da Gerência de Negócios Internacionais do Sebrae; Letícia Sartorato Zanchetta, analista de gerência de Negócios Internacionais do Sebrae; Érica Machado, CEO da Eletromatrix Indústria Galvânica; e Bruna Estima, CEO e cofundadora Yapuana.

“Diante da realidade de um maior número de homens nos cargos de liderança e nos contratos sociais das empresas, vamos propor ações visando oportunidades mais justas e equitativas. Queremos um mercado de trabalho com mais diversidade. E menos adversidade às mulheres”, pontua Nathalia Xavier, diretora do Sistema Cisbra-Caerj.

O público estimado é de 600 participantes, a maioria formada por mulheres empreendedoras, dirigentes empresariais e de entidades de classe, autoridades governamentais, exportadores e importadores de mercadorias e serviços, consultores de comércio exterior, representantes diplomáticos e comerciais, profissionais que atuam em logística multimodal e outros segmentos no comércio exterior de mercadoria e serviços.

Encontro Conquistando o Protagonismo – Mulheres de Sucesso no Comércio Exterior
Data: 25 de outubro  Hora: 9h às 18h30

Formato: híbrido – YouTube da Cisbra e na Casa G20, na Av. Vieira Souto 176 Ipanema, Rio de Janeiro

Mais informações e inscrições: http://www.cisbra.org.br e http://www.camaradecomercio.rio 

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Comex Tech Forum 2024: inovação, tecnologia e inteligência artificial são destaques na segunda edição do evento

Mais de duas mil pessoas compareceram ao WTC, em São Paulo, para um dia de palestras, networking e discussões sobre o futuro do comércio exterior

Na última quarta-feira (18), o World Trade Center, em São Paulo, foi palco da segunda edição do Comex Tech Forum, promovido pela Logcomex. O evento reuniu mais de 2 mil pessoas em um dia repleto de debates sobre as principais tendências de inovação, tecnologia e comércio exterior. Dentre os temas mais discutidos, destaca-se a inteligência artificial como fator decisivo para transformar a realidade dos negócios.

Considerando as inovações que marcaram as eras anteriores — o computador, a internet, o mobile e a nuvem —, vive-se agora a era da inteligência artificial. A discussão se concentrou em como as IAs podem revolucionar a logística e a forma como os negócios são conduzidos. Com referências ao ChatGPT e outras ferramentas de análise já implementadas, coube aos ouvintes refletir sobre o verdadeiro desafio que o comércio exterior enfrenta hoje: como fazer o melhor uso dessa tecnologia para alcançar objetivos estratégicos.

Camila Farani, uma das palestrantes mais aguardadas, começou sua apresentação provocando o público a refletir sobre a importância de fazer networking estratégico, “não apenas por fazer”, e a necessidade de realizar testes de satisfação frequentes nas empresas. Para embasar sua fala, compartilhou experiências marcantes com clientes e parceiros, e ressaltou, “Quem não usa dados, está por fora”. Camila também trouxe a importância de empregar a inteligência artificial na análise desses dados coletados e anunciou, em primeira mão, seu novo programa na CNBC — canal por assinatura da NBCUniversal dedicado a notícias de negócios.

Já o professor HOC, em sua segunda participação como palestrante no Comex Tech Forum, aqueceu o salão com uma reflexão sobre geopolítica e suas implicações no comércio exterior. Ele trouxe para o debate cenários como uma possível terceira guerra mundial, as consequências de uma guerra nuclear para o comércio global. “Estou muito feliz por estar aqui novamente. Para quem é desta área, entender geopolítica é fundamental. Não é algo paralelo ao comércio exterior e à logística, mas sim uma peça-chave para compreender os riscos. Esse entendimento é um diferencial essencial no setor”, disse ele.

Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex, ressaltou a importância de eventos como o Comex Tech Forum para os profissionais brasileiros, principalmente diante da carência de fóruns voltados para o mercado exterior com foco em inovação e Inteligência Artificial. “Desde o princípio, o nosso objetivo era proporcionar um espaço de aprendizado, networking e troca de experiências. Demos um salto em relação à primeira edição, e o resultado superou nossas expectativas. Muitas pessoas elogiaram o formato, e estou muito feliz com o resultado”, disse ele. 

Stock car, podcast e Comex Tech Forum 2025 

O Comex Tech Forum deste ano também trouxe uma série de atrações dinâmicas, incluindo uma estrutura para a gravação ao vivo do Logcomex Talks — podcast da Logcomex — e a exibição de um carro da Stock Car, fruto da parceria entre a empresa e a equipe Pole Motorsport. Com mais de dez convidados, este especial gravado durante o evento trouxe especialistas como Evandro Caciano (Trace Finance), Lucas Ferraz, Thiago Reis, entre outros nomes discutindo temas que vão desde finanças e frete, até geopolítica e supply chain. 

Júlio Campos, piloto da Stock Car, participou do podcast e compartilhou sua experiência nas pistas. Como espectador do evento, surpreendeu-se com o número de participantes, a organização da equipe produtora e o engajamento dos palestrantes. “Tivemos uma oportunidade única de contar mais sobre nosso trabalho e trajetória. Eventos como esse ajudam a aumentar a visibilidade da Stock Car e são uma excelente oportunidade de conexão”, comentou Campos. 

Uma das grandes inovações desta edição foi a distribuição de fones de ouvido silenciosos, também conhecidos como “Palestra Silenciosa”, que permitiram que dois palcos distintos pudessem ocorrer simultaneamente em um mesmo ambiente, oferecendo aos participantes a liberdade de escolher quais especialistas gostariam de acompanhar. Com o sucesso desta edição, as expectativas para o próximo ano são altas.

“A ideia é dobrar o número de participantes, com a meta de reunir 5 mil pessoas e expandir o evento para dois dias”, revelou Hofstatter. Ele também mencionou a possibilidade de incluir novos temas, como exportações e o setor agro. “Queremos ampliar o escopo e continuar inovando, trazendo mais oportunidades de aprendizado e conexão para os participantes. O formato deste ano funcionou muito bem, e isso nos encoraja a pensar em novos horizontes”, concluiu o CEO da Logcomex.

Conheça mais sobre a Logcomex
As soluções da Logcomex integram todos os segmentos do comércio global, fornecendo insights acionáveis que baseiam as tomadas de decisão, trazem maior controle das operações e aumentam o poder de negociação e competitividade das empresas.
Software para planejar, monitorar e automatizar o comércio internacional

Conheça a tecnologia que move o comércio internacional (logcomex.com)

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Inovação global: desafios, oportunidades e o papel do Canadá como hub de crescimento para empresas brasileiras

A inovação tornou-se um dos pilares fundamentais para empresas e nações que desejam se manter competitivas globalmente. O cenário atual, porém, apresenta desafios significativos que estão impactando a capacidade de inovar. Nesse contexto, o Canadá destaca-se como um dos principais hubs de inovação global, apresentando um ambiente robusto e favorável ao desenvolvimento tecnológico, especialmente para empresas brasileiras.

O país não apenas promove o crescimento das próprias empresas, mas também se posiciona como um destino atraente para startups e empresas de todo o mundo, incluindo o Brasil. A CCBC facilita a entrada dessas organizações no mercado canadense, promovendo seu crescimento internacional.

Esse artigo irá abordar sobre a importância de inovar, o papel do Canadá como líder global, e como o Hub de Inovação da CCBC tem sido um catalisador para empresas brasileiras que buscam internacionalizar suas operações.

Afinal, o que é inovação?

Muitos imaginam que inovar é algo reservado a gênios ou grandes líderes como Henry Ford e Steve Jobs. Na verdade, inovar vai além de simplesmente criar invenções. Envolve a aplicação prática dessas ideias para criar valor às empresas, seus clientes e, consequentemente, à sociedade.

Segundo a UNESCO, trata-se de um processo que transforma novas ideias em produtos, serviços ou processos que atendam às necessidades das pessoas e da sociedade, melhorando a qualidade de vida e promovendo o desenvolvimento sustentável.

O conceito mostra que inovar não é apenas importante para a economia, mas também para o progresso humano e ambiental, em resposta às rápidas mudanças do mercado.

Os diferentes tipos

A inovação pode se manifestar de várias maneiras, dependendo do contexto e dos objetivos da empresa. Entender os diferentes tipos é importante para as organizações perceberem que, embora possa surgir espontaneamente, ela também pode ser estrategicamente desenvolvida para alcançar resultados específicos.

  1. Incremental: consiste em melhorias graduais em produtos, serviços ou processos existentes. O objetivo é aumentar a eficiência, reduzir custos ou melhorar a satisfação do cliente. Um exemplo clássico é a atualização contínua de smartphones, com novos modelos trazendo melhorias incrementais.
  2. Disruptiva: cria novos mercados ou transforma os existentes ao introduzir soluções radicalmente diferentes. A tecnologia de streaming, que transformou a indústria do entretenimento, é um exemplo.
  3. Radical: envolve o desenvolvimento de tecnologias ou produtos totalmente novos e sem precedentes. Exemplos incluem a invenção da internet ou da impressão 3D, que criaram novas indústrias e paradigmas.
  4. Inovação de modelo de negócios: altera como uma empresa cria, entrega e captura valor. No Brasil, a Magazine Luiza ilustra essa reinvenção do modelo de negócios ao transformar suas operações de varejo tradicionais em uma plataforma digital integrada. E a canadense KOBO inovou ao formar parcerias estratégicas com livrarias globais, integrando o mundo digital ao físico e expandindo seu alcance no mercado de e-books.

Principais desafios para inovar

Inovar é essencial para a sobrevivência e o crescimento das empresas, mas não está isento de obstáculos. As organizações frequentemente se deparam com uma série de desafios que podem dificultar ou até mesmo impedir o progresso inovador.

A resistência interna à mudança, muitas vezes motivada pelo medo do desconhecido e apego a processos antigos, é um dos desafios mais comuns. Além disso, a falta de recursos, como tempo e dinheiro, especialmente em empresas menores, pode limitar a capacidade de renovação. Estruturas burocráticas e rígidas também reduzem a agilidade necessária para testar novas ideias.

Outro grande obstáculo é a falta de visão estratégica que pode tornar as iniciativas de inovação desarticuladas e ineficazes. O medo do fracasso também leva a uma postura conservadora, enquanto a falta de entendimento das necessidades do mercado pode resultar em produtos ou serviços que não atendem às expectativas.

Esses desafios comprometem a competitividade e a resiliência das empresas. Sem uma abordagem eficaz para superá-los, as organizações podem se tornar menos competitivas e mais vulneráveis a crises, comprometendo seu crescimento e sustentabilidade a longo prazo.

Como construir uma cultura de inovação?

Segundo o artigo  “The Hard Truth About Innovative Cultures” da Harvard Business Review, criar uma cultura de aprimoramento contínuo que seja eficaz exige um equilíbrio cuidadoso. Por um lado, é crucial promover uma atmosfera onde a experimentação e a tolerância ao fracasso sejam encorajadas, permitindo que novas ideias floresçam. Por outro lado, é igualmente importante manter uma disciplina rigorosa e altos padrões de desempenho.

Esse equilíbrio entre liberdade criativa e rigor operacional é essencial para que a inovação seja não apenas inspiradora, mas também sustentável e capaz de gerar resultados concretos. Sem esse equilíbrio, há o risco de todo o projeto se tornar desorganizado e ineficaz, em vez de um motor de crescimento e sucesso duradouro.

Por que investir no potencial inovador?

Entender os desafios que limitam a inovação é importante para entender por que vale a pena enfrentá-los. Mais do que uma resposta às dificuldades, essa pode ser uma estratégia vital para garantir o crescimento, a competitividade e a relevância das empresas ao longo do tempo.

Cultivar a aptidão de inovar permite às empresas se adaptarem rapidamente, entregando produtos e serviços diferenciados que atendem melhor às necessidades dos clientes, como mostra um estudo da Harvard Business School.

David S. Rose, em sua palestra TEDx, “The Five Competencies of Disruptive Innovators”, reforça essa ideia destacando que a habilidade de adaptação e a disposição para desafiar o status quo são essenciais para empresas que desejam liderar em seus setores. Ele enfatiza como a transformação disruptiva pode renovar indústrias e impulsionar um crescimento significativo, demonstrando a importância de investir em novas ideias.

Seja ela disruptiva, radical ou incremental, inovar é vital para manter as empresas à frente das mudanças. Ela não apenas assegura a sobrevivência no mercado, mas também prepara a empresa para desafios futuros, garantindo sua relevância e sucesso a longo prazo.

Benefícios

Muitas empresas não reconhecem plenamente as vantagens desse investimento. No entanto, os benefícios são claros:

  •  Competitividade: investir no potencial inovador mantém as empresas competitivas, destacando produtos e serviços no mercado, evitando a estagnação e garantindo a liderança.
  • Crescimento: abre portas para novos mercados e gera novas fontes de receita, tornando produtos e serviços mais atraentes e relevantes em diferentes culturas.
  • Resiliência organizacional: empresas inovadoras se adaptam melhor às crises e mudanças no mercado.
  • Engajamento e retenção de talentos: um ambiente inovador atrai e retém profissionais talentosos e criativos, aumentando o engajamento e reduzindo a rotatividade.
  • Valor duradouro: a inovação constante fortalece a competitividade e constrói uma base sólida para o sucesso futuro.

Fomentar o potencial inovador não é apenas uma estratégia para o presente, mas uma garantia de que a empresa estará preparada para enfrentar desafios futuros e continuar crescendo. É um investimento essencial para competitividade, crescimento e sustentabilidade.

O papel do Canadá no ecossistema da inovação global

O Canadá desempenha um papel vital no ecossistema global de desenvolvimento tecnológico, impulsionado por políticas públicas eficazes e uma infraestrutura robusta. Reconhecido por programas que incentivam o empreendedorismo, a nação demonstra seu compromisso em criar um ambiente propício ao talento inovador.

Como parte desse ecossistema, o país fornece incentivos que atraem empresas de todo o mundo, especialmente do Brasil, para se estabelecerem no país.

Principais incentivos canadenses

  1. Linhas de crédito: iniciativas como o SR&ED (Scientific Research and Experimental Development) disponibilizam créditos tributários significativos para empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento (P&D), reduzindo o risco financeiro associado à inovação.
  2. Acesso ao capital de risco: o programa Venture Capital Action Plan (VCAP) facilita o acesso ao capital de risco necessário para o crescimento de startups e pequenas empresas.
  3. Acordos comerciais globais: o país possui uma ampla rede de acordos comerciais com regiões estratégicas como a União Europeia, Estados Unidos e México, oferecendo vantagens competitivas em mercados internacionais.
  4. Infraestrutura tecnológica avançada: aliada a incubadoras e aceleradoras renomadas como o MaRS Discovery District em Toronto, essa infraestrutura favorece o desenvolvimento de novas tecnologias e a transformação de ideias em produtos bem-sucedidos.
  5. Facilidade no registro de patentes: o sistema de patentes canadense é eficiente e concede proteção robusta para inovações, crucial para empresas que desejam se destacar globalmente.
  6. Ambiente colaborativo: o forte vínculo entre governo, academia e setor privado, impulsionado por universidades de renome como a Universidade de Toronto e a Universidade de British Columbia, cria um ambiente favorável ao avanço tecnológico e ao crescimento econômico mundial.

Vantagens de operar no Canadá

Estabelecer-se no Canadá aumenta a credibilidade da empresa no mercado global. O país é prestigiado por sua estabilidade e regulamentações transparentes, facilitando negócios não apenas internamente, mas também em outros mercados internacionais.

Vale também reforçar que empresas canadenses têm acesso a linhas de crédito favoráveis e desfrutam de um sistema de patentes eficiente. Isso dá excelente proteção à propriedade intelectual e simplifica o processo de registro de inovações.

A CCBC nesse contexto

A Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC) trabalha em sinergia com as diretrizes do Canadá, oferecendo suporte estratégico essencial, como acesso a crédito e facilitação no registro de patentes — recursos valiosos para empresas brasileiras que buscam expandir suas operações.

Esse compromisso com os talentos inovadores se materializa de forma concreta por meio do Hub de Inovação da CCBC, que serve como um ponto de apoio estratégico para startups e empresas brasileiras interessadas em explorar as oportunidades do mercado canadense.

Nosso Hub dedicado à transformação

O Hub foi criado para facilitar a entrada de empresas brasileiras em um dos ecossistemas de inovadores mais avançados do mundo. Por meio de serviços que incluem mentoria especializada, apoio regulatório e acesso a linhas de crédito, proporciona o suporte necessário para que essas empresas não apenas se estabeleçam no Canadá, mas também prosperem.

Ele ainda auxilia no processo de registro de patentes e na conformidade legal, assegurando que as inovações sejam protegidas e que as empresas possam operar conforme as normas locais. Um exemplo notável do impacto desse hub da CCBC é o caso da LINDA Lifetech, que se beneficiou significativamente desses recursos.

Case de sucesso LINDA Lifetech

A LINDA Lifetech é uma empresa canadense de biotecnologia. Com soluções inovadoras que melhoram a qualidade de vida das pessoas, a empresa desenvolveu um exame acessível para a detecção precoce do câncer de mama, utilizando inteligência artificial para gerar resultados rápidos.

Com a missão de criar tecnologias avançadas no setor de saúde, a LINDA logo percebeu a necessidade de expandir suas operações para mercados internacionais. Nesse processo, a CCBC se tornou o parceiro ideal para viabilizar sua entrada no mercado canadense. Nosso Hub de Inovação ofereceu o suporte necessário para a empresa se estabelecer no Canadá, facilitando conexões estratégicas com instituições locais e aproveitando a excelente infraestrutura do país.

No Canadá, a LINDA Lifetech acessou recursos financeiros que aceleraram seu desenvolvimento e beneficiou-se de um processo de registro de patentes mais ágil e eficiente. Isso consolidou sua presença no mercado global e permitiu a continuidade dos trabalhos no setor de biotecnologia, garantindo que suas tecnologias avançadas chegassem a um público mais amplo.

Agora, a LINDA Lifetech foi reconhecida como a melhor healthtech do G20 durante a Conferência Global em 2023 na Índia. Foi premiada por sua plataforma que segue as melhores práticas da OMS (Organização Mundial de Saúde) para a detecção precoce do câncer de mama.Descubra mais sobre esse caso de sucesso inspirador aqui: https://youtu.be/RqYPZeZdB8c

Para saber mais

Empresas brasileiras que buscam expandir seus horizontes e se destacar em um mercado global competitivo têm no Canadá uma oportunidade única. Com estabilidade política, economia forte e um ambiente favorável à capacidade inovadora e recursos robustos, o país proporciona a base ideal para o crescimento internacional.

O Hub de Inovação da CCBC está pronto para abrir caminhos a esse mercado dinâmico, proporcionando o suporte necessário para transformar suas ideias em sucesso global. Não perca a chance de levar sua empresa ao próximo nível — explore as oportunidades que o Canadá tem a oferecer com nosso apoio.

Fonte: CCBC
Inovação global: desafios, oportunidades e o papel do Canadá como hub de crescimento para empresas brasileiras | Câmara de Comércio Brasil-Canadá (ccbc.org.br)

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Tecnologia

Nova aeronave supersônica promete ir de Sydney a Londres em duas horas

Uma aeronave espacial que é capaz de atingir cinco vezes a velocidade do som, podendo chegar a 8.643,3 km/h, será lançada no primeiro trimestre de 2025 pela empresa australiana Hypersonix Launch Systems. Nomeada de DART, esta aeronave poderia realizar o trajeto de Sydney para Londres em apenas duas horas. As informações são do “The Sun”.

A ideia é que o DART seja lançado na Península de Eyre ou no Campo de Testes de Koonibba, ambos locais situados na Austrália. A Hypersonix planeja que um foguete faça o avião decolar até a aeronave se separar e utilizar meios próprios para ir ainda mais longe. Dispositivos serão colocados na estrutura para monitorar seu comportamento em altas velocidades.

De acordo com Matt Hill, CEO da Hypersonix, espera-se que os testes com aparelhos supersônicos aumentem, uma vez que empresas espaciais e de tecnologia emergentes precisarão de equipamentos que permitam voos em altas velocidades. Isso se deve ao fato de a aeronave DART ser uma das poucas projetadas para viagens tão rápidas e eficientes.

Quais São os Desafios Enfrentados Para Este Projeto?

A Austrália possui uma indústria aeroespacial nichada, e a Hypersonix é considerada uma pioneira no ramo de voos que ultrapassam a velocidade do som. Entretanto, a questão dos componentes e da tecnologia necessária para suportar tais velocidades é um grande desafio. O Departamento de Defesa dos EUA já fechou um acordo para receber aeronaves DART da companhia. O Ministério da Defesa do Reino Unido também demonstrou interesse em desenvolver mísseis supersônicos baseados na tecnologia do DART.

Qual é o Futuro dos Voos Supersônicos?

Segundo a empresa, há expectativas ambiciosas para o futuro. Ela pretende não só desenvolver aeronaves supersônicas para transporte espacial, mas também facilitar viagens ultrarrápidas na Terra. “Assim como voar de Qantas – maior companhia aérea australiana”, declarou Michael Smart, fundador da Hypersonix. Esse futuro prevê um cenário onde viagens intercontinentais poderão ser realizadas em poucas horas, transformando a logística global de transporte.

Como o DART Pode Mudar a Indústria Aeroespacial?

O projeto DART é inovador porque prevê a capacidade de levar pessoas ao espaço e retornar à Terra, aterrissando novamente como um avião comum. As possibilidades que isso abre para a indústria aeroespacial são imensas: além do transporte de passageiros, a tecnologia poderia ser adaptada para uma variedade de operações militares e comerciais.

Conclusão

O lançamento do DART pela Hypersonix Launch Systems representa um marco significativo na engenharia aeroespacial. A tecnologia de voos supersônicos tem o potencial de revolucionar o transporte global, tornando viagens longas significativamente mais curtas e eficientes. Com o apoio de entidades de defesa internacionais como os EUA e o Reino Unido, e as ambições de expandir o uso comercial, o futuro de voos a velocidades superiores ao som parece promissor.

  • Novo meio de transporte supersônico lançado pela Hypersonix.
  • Criado para alcançar velocidades de até 8.643,3 km/h.
  • Diversos dispositivos irão monitorar o comportamento da aeronave em altas velocidades.
  • Expectativa de uso comercial e militar em âmbito global.
  • Futuro promissor para transporte intercontinental ultra rápido.

FONTE: Nova aeronave supersônica promete ir de Sydney a Londres em duas horas – Terra Brasil Notícias (terrabrasilnoticias.com)

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Carro da Stock Car será atração no Comex Tech Forum 2024

Segunda edição do maior evento de tecnologia e inovação para o comércio exterior ocorrerá em 18 de setembro, no WTC São Paulo

A Logcomex, empresa líder em soluções de tecnologia para planejar, monitorar e automatizar as operações do comércio global, anuncia uma novidade empolgante para a segunda edição do Comex Tech Forum: o carro da Stock Car, fruto de uma parceria inédita com a equipe Pole Motorsport. O veículo estará exposto durante o evento, oferecendo aos participantes uma amostra real de como a tecnologia avançada se conecta ao desempenho nas pistas e fora delas. 

Com data marcada para 18 de setembro de 2024, no World Trade Center (WTC) em São Paulo, o Comex Tech Forum deste ano promete superar todas as expectativas, reunindo inovação, networking e vivências práticas. Joselmo Barcik, líder da equipe Stock Car, e Júlio Campos, piloto da equipe Pole Motorsport, estarão presentes no evento para compartilhar suas experiências no automobilismo. 

“Vejo uma relação direta entre o automobilismo e o comércio exterior. A agilidade e a tecnologia são essenciais para alcançar o desempenho, seja nas pistas ou nos processos logísticos. Assim como nas corridas, o comércio exterior precisa de velocidade e precisão para ser bem-sucedido.”, comenta Barcik.

Já em relação ao carro em exibição, a réplica fiel foi montada sobre um chassi que já participou de corridas. Equipado com motor V8 6.2L, 400cv (com mais 100cv no modo push to pass), o veículo atinge uma velocidade máxima de 250 km/h. Ele possui câmbio X-Trac de 6 marchas com paddle shift e rodas de alumínio Mangels de 18 polegadas, além de pneus Hankook Ventus. Uma verdadeira obra-prima de engenharia, que ilustra o poder da tecnologia no automobilismo.

Tecnologia, inovação e velocidade: uma combinação de sucesso

O sucesso nas pistas é, muitas vezes, impulsionado por uma logística ágil e pela capacidade de importar rapidamente materiais de última geração e tecnologias inovadoras de diversas partes do mundo. Em 2023, por exemplo, as importações de autopeças e equipamentos no Brasil somaram mais de US$ 10 bilhões.

Nesse aspecto, a plataforma da Logcomex apoia as operações de comércio exterior ao fornecer visibilidade completa e inteligência de dados para gestão eficiente de processos. Com o uso de inteligência artificial e análise de dados, as empresas podem prever demandas, otimizar o planejamento e reduzir custos, o que impacta diretamente na inovação e na qualidade dos produtos finais

Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex, acredita que a parceria com a Stock Car é uma oportunidade de mostrar como as soluções voltadas para o comércio exterior são essenciais para indústrias que dependem da agilidade e da precisão logística, como o automobilismo.

“Durante o evento, todos os presentes terão a chance de assistir a palestras com temas que se conectam diretamente com o que oferecemos no comércio exterior. Essa troca de insights pode ajudar os participantes a enxergarem novos horizontes de inovação em suas próprias operações.”, explica Hofstatter.

Com a expectativa de reunir 2 mil participantes, o Comex Tech Forum já se consagrou como o principal evento do setor. Grandes nomes, como Camila Farani (ex-Shark Tank Brasil), Aaron Ross (autor de Receita Previsível) e Karin Schöner (CEO da JAS Brasil) estarão presentes nesta edição, dividindo suas visões em dois palcos principais: o Palco Innovate, focado na inovação tecnológica, e o Palco Insights, que trará discussões sobre estratégias centradas no cliente e liderança. 

Já os fãs e entusiastas da Stock Car poderão acompanhar Júlio Campos, piloto da Pole Motorsport, participando de um podcast que abordará, entre outros temas, a importância da resiliência na alta performance.

Serviço
Evento: Comex Tech Forum 2024
Data: 18 de setembro de 2024, das 08h às 18h
Local: WTC São Paulo
Endereço: Av. das Nações Unidas, 12551 – Cidade Monções, São Paulo (SP)
Ingressos:Link para ingressos
Informações adicionais: Programação completa e lista de palestrantes disponíveis no site oficial do evento.

 

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SC vai incentivar investimentos em tecnologia e capital humano pelo Prodec

Indústrias terão mais razões para investir em Santa Catarina. O estado passa a incentivar por meio do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec), também investimentos em tecnologia, inovação e capital humano. É isso que define o decreto 708 assinado pelo governador Jorginho Mello, que foi publicado sexta-feira (13 de setembro).

A partir de agora, poderão ter o incentivo de postergação de ICMS investimentos em software, hardware, datacenters, equipamentos de automação, capital humano (formação de pessoas), inovação aberta, energia renovável, inteligência artificial, Internet das coisas (IoT) e conectividade.

Essa mudança teve à frente o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcelo Fett e envolveu os demais secretários da área econômica, como o da Fazenda, Cleverson Siewert, e da Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck. O critério para definir o que incentivar, segue a mesma linha da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do governo federal.

Segundo Marcelo Fett, a decisão de mudar o Prodec, que tem 35 anos e apoiou até agora investimentos em fábricas, máquinas e equipamentos e infraestrutura, foi a partir de alertas de grandes empresas. Grandes indústrias como a WEG e a Intelbras falaram que não tinham incentivo do governo do estado para investir em tecnologia e inovação.

Na fase de estudos dessa mudança, o governador Jorginho Mello afirmou que ela ajudará a impulsionar startups do estado porque vai ficar mais acessível para indústrias investirem em novas tecnologias.

– Agora, pesquisa e desenvolvimento também poderão ser incentivados pelo Prodec. E a formação de capital humano, que sempre foi um desafio, um grande gargalo, também foi incluída no benefício – destacou o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado.

Ele explica que essa modernização do Prodec exigiu bastante estudo e atenção. Em função dela, o Comitê Técnico de avaliação dos projetos do programa foi ampliado, com a inclusão da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc) e da Associação de Tecnologia de Santa Catarina (Acate).

Além dos investimentos em tecnologia, o novo decreto considerou como atividade industrial o processamento e beneficiamento de maçãs e atividades de destinação correta de resíduos, utilização de materiais sustentáveis e à adoção de logística reversa em favor do meio ambiente.

O benefício do Prodec consiste numa postergação temporária da arrecadação de ICMS. De cada R$ 100 a ser recolhido do imposto, a empresa posterga 75% e recolhe 25% aos cofres do Estado.

Esse valor que fica para mais tarde é postergado por 48 meses. Nesse período, tem correção anual da ordem de 4%, sem juros. Conforme o secretário Marcelo Fett, esse é um dinheiro barato para as empresas que são favorecidas pelo Prodec.


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