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JBS Terminais destaca resultados expressivos em seu primeiro ano de operação em Itajaí

A JBS Terminais, negócio da JBS S.A., celebra conquistas significativas em seu primeiro ano de operação no Porto de Itajaí, em Santa Catarina. Em apenas doze meses, a empresa consolidou resultados expressivos, retomou a movimentação de contêineres após quase dois anos de paralisação e alcançou marcos importantes para o setor portuário brasileiro.

Desde o início das operações, a JBS movimentou mais de 300 mil TEUs, sendo 262 mil apenas em 2025, atendendo cerca de 2.400 clientes, entre eles grandes nomes como JBS/Seara, Berneck, Aurora, Mow Brazil, Pallets Castillo, Britânia, Comexport, Mexichem, Capital Trade e Benteler. Entre as operações de grande porte, destaca-se a importação de mais de 7.200 veículos da BYD.

O resultado financeiro também evidencia a força da operação: já foram investidos mais de R$ 130 milhões no terminal, e o lucro líquido acumulado neste ano atingiu R$ 60 milhões, superando em 12% o orçamento previsto.

O crescimento da empresa está apoiado em medidas estruturantes. A unificação das áreas operacionais, autorizada pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Antaq, ampliou a eficiência logística e trouxe mais estabilidade às operações. Além disso, a duplicação da capacidade de atracação, agora com quatro berços disponíveis, permite ao terminal receber até três navios de grande porte simultaneamente, consolidando Itajaí como referência na movimentação de cargas.

O contrato transitório de arrendamento foi prorrogado em 29 de setembro pelo Ministério de Portos e Aeroportos, garantindo a continuidade das operações e reforçando o papel estratégico da JBS no Porto de Itajaí.

De acordo com Aristides Russi Junior, CEO da JBS Terminais:
“Conseguimos restabelecer a confiança no terminal e mostrar que Itajaí pode voltar a ocupar um lugar de destaque no cenário portuário brasileiro. A unificação das áreas trouxe mais previsibilidade e eficiência para nossos clientes, ao mesmo tempo em que reforça nosso compromisso de gerar desenvolvimento econômico para a cidade, para Santa Catarina e para o país. Esse avanço também se reflete na geração de empregos: hoje somos mais de 300 colaboradores diretos e mais de 1.000 postos de trabalho indiretos ligados às atividades do terminal. Quero destacar o excelente trabalho da nossa equipe, que tem sido essencial para atingirmos esses resultados e superarmos desafios desde o início das operações.”

O primeiro ano de operação demonstra a consolidação de uma gestão eficiente e orientada para resultados, reforçando a posição da JBS Terminais como um parceiro estratégico para clientes e para o desenvolvimento do Porto de Itajaí.

Sobre a JBS:

Com 70 anos de história, a JBS S.A. é uma multinacional brasileira, reconhecida como uma das líderes globais da indústria de alimentos. Com sede em São Paulo, a Companhia está presente em mais de 20 países, empregando mais de 280 mil colaboradores que seguem rigorosas diretrizes de sustentabilidade, inovação, qualidade e segurança alimentar.

O portfólio diversificado da JBS inclui carnes in natura, congelados, pratos prontos e marcas reconhecidas nacional e internacionalmente, como Friboi, Seara, Doriana, Massa Leve, Pilgrim’s Pride, Swift Prepared Foods, entre outras. A Companhia também atua em negócios correlacionados, como couro, biodiesel, colágeno, embalagens metálicas, transportes e soluções em gestão de resíduos, promovendo a sustentabilidade em toda a cadeia de valor.

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA
IMAGEM: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Portos

Porto de Rio Grande recebe R$ 432 milhões em obras de dragagem

Investimento histórico para ampliar competitividade

O Porto do Rio Grande vai receber o maior investimento em dragagem já realizado no Rio Grande do Sul. O governador Eduardo Leite assinou nesta semana o contrato e a ordem de início das obras, que terão aporte de R$ 432,2 milhões do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). A assinatura ocorreu durante visita ao Estaleiro Rio Grande.

As intervenções serão executadas pela empresa Van Oord, com prazo estimado de 15 meses, e abrangem o canal externo, o canal interno e os berços do Porto Novo. O projeto também prevê monitoramento ambiental durante toda a execução.

Dragagem garante navegação de grandes embarcações

Segundo o governo estadual, a obra vai assegurar condições seguras de navegação para navios de grande porte, ampliando a capacidade logística e o escoamento da produção gaúcha. O projeto deve melhorar a eficiência operacional, reduzir custos e aumentar a competitividade do porto.

“O investimento garante que navios não precisem esperar para acessar o porto, evitando perdas de competitividade e aumentando a segurança para quem investe no Estado. Melhorar as condições de navegação é fundamental para atrair negócios, gerar empregos e impulsionar o desenvolvimento”, destacou Leite.

Funrigs e reconstrução da infraestrutura

A dragagem faz parte da estratégia de retomada da infraestrutura portuária do Rio Grande do Sul. Os recursos vêm do Funrigs, criado pela Lei estadual nº 16.134/2024 para financiar ações de reconstrução, adaptação e resiliência climática.

A Portos RS captou R$ 731 milhões para o projeto de reconstrução da infraestrutura, centralizando investimentos estratégicos para o futuro do Estado.

Confira a seguir um histórico da movimentação de contêineres no longo curso no Porto do Rio Grande no período de janeiro de 2022 a agosto de 2025. O gráfico foi elaborado com dados do DataLiner e exclui movimentações internas, transbordo e cabotagem:

Movimentação de Contêineres no longo curso no Porto do Rio Grande | Jan 2022 a Ag 2025 | TEU

Proteção contra cheias em Rio Grande

No mesmo ato, o governador também anunciou o repasse de R$ 1,2 milhão para medidas de proteção contra cheias no município de Rio Grande. Os recursos, provenientes do programa Fundo a Fundo da Reconstrução, serão aplicados em serviços de hidrojateamento de 62,7 km de redes coletoras, limpeza de 2,7 mil poços de visita e 5,6 mil bocas de lobo.

O programa faz parte do Plano Rio Grande, voltado à proteção da população, reconstrução do Estado e fortalecimento da resiliência diante de eventos climáticos extremos.

Autoridades presentes

Além do governador, participaram da cerimônia os secretários estaduais Ernani Polo (Desenvolvimento Econômico), Paula Mascarenhas (Relações Institucionais), Angela de Oliveira (Secretaria de Reconstrução Gaúcha, adjunta), Mário Ikeda (Segurança Pública, adjunto), além da prefeita de Rio Grande, Darlene Pereira.

FONTE: Rádio Guaíba
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Portos

Porto de Itajaí fortalece parceria com Infra S.A. para projetos estratégicos

Reunião reforça integração entre Docas de Santa Catarina e Governo Federal

O superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos, recebeu nesta terça-feira (30) representantes da Infra S.A. na sede da Superintendência. O encontro teve como principal pauta a atuação da nova empresa pública federal Docas de Santa Catarina e o desenvolvimento de projetos estratégicos para o setor portuário.

Infra S.A. e seu papel no transporte e logística

A Infra S.A. é uma empresa pública de direito privado, vinculada ao Ministério dos Transportes e organizada como sociedade anônima. A companhia atua no planejamento, engenharia, inovação e estruturação de projetos logísticos, oferecendo suporte técnico e estratégico para o setor portuário e de transportes em todo o país.

Agilidade e eficiência para o Porto de Itajaí

De acordo com a Superintendência, a aproximação com a Infra S.A. representa uma oportunidade para acelerar a execução de projetos e ampliar a eficiência do Porto de Itajaí. A integração com a Docas de Santa Catarina deve garantir mais agilidade nos processos e maior alinhamento entre gestão local e órgãos federais.

Porto busca retomar protagonismo nacional e internacional

Para João Paulo Tavares Bastos, a visita marca um passo importante na retomada da relevância do terminal catarinense.

“A visita da Infra S.A. fortalece o alinhamento institucional em torno da Docas de Santa Catarina. Estamos construindo, com o apoio do Governo Federal, uma agenda estratégica que garantirá maior eficiência, inovação e integração aos processos portuários de Itajaí. Essa união de esforços representa um passo importante para que o nosso porto volte a ser referência nacional e internacional”, afirmou o superintendente.

FONTE: Porto de Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Portos

Porto Litoral Norte: cidade de 11 mil habitantes receberá investimento bilionário e os maiores navios do mundo

Arroio do Sal se prepara para virar polo logístico no Brasil

O município de Arroio do Sal, no litoral norte do Rio Grande do Sul, com pouco mais de 11 mil moradores, está prestes a se tornar referência em infraestrutura portuária no Brasil. Com investimento privado estimado em R$ 55 bilhões, foi autorizada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) a implantação do Porto Litoral Norte, um dos projetos mais ambiciosos do setor.

Estrutura para os maiores navios do planeta

O destaque do empreendimento será um píer em formato de “L”, com 2,8 km de extensão e calado de até 30 metros, permitindo a atracação de embarcações de última geração, com capacidade de transportar até 23,4 mil contêineres. A previsão é de movimentar 43,9 milhões de toneladas por ano, o que coloca o porto entre os maiores do Brasil.

Conexão ferroviária e rodoviária estratégica

Além do terminal marítimo, o projeto prevê a construção de uma ferrovia ligando o porto ao interior do Rio Grande do Sul e ao Paraná, ampliando a malha ferroviária e facilitando o escoamento da produção industrial e agrícola. Essa ferrovia já havia recebido aval da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O complexo ocupará 150 hectares no bairro Arroio Seco, com acesso direto à BR-101, um dos principais corredores logísticos do país. Também contará com um terminal industrial e uma área voltada a passageiros.

Concorrência com o Porto Meridional

A poucos quilômetros dali, o Porto Meridional também avança, com investimentos próximos de R$ 6 bilhões e aportes adicionais de mais de R$ 5 bilhões. A proximidade entre os dois projetos pode transformar Arroio do Sal em um dos únicos municípios do país a sediar dois grandes terminais portuários.

Impacto econômico e geração de empregos

As expectativas são positivas: estima-se a criação de 2 mil empregos diretos e efeito multiplicador sobre a economia local. O mercado imobiliário já sente os reflexos, com terrenos que saltaram de R$ 40 mil para R$ 200 mil por hectare. Além disso, o setor de serviços e fornecedores tende a se expandir, atraindo indústrias para a retroárea do porto.

Um marco para o comércio exterior brasileiro

Especialistas avaliam que o Porto Litoral Norte, aliado à ferrovia e à infraestrutura moderna, será decisivo para o escoamento do agronegócio e da indústria sulista. O projeto poderá reduzir custos logísticos, atrair novos fluxos comerciais e até disputar cargas atualmente direcionadas a portos de outros estados e países.

Inserido no contexto de modernização previsto pelo Novo PAC, que prevê mais de R$ 50 bilhões em investimentos portuários até 2030, o terminal reforça o papel estratégico do Brasil no comércio exterior.

Sustentabilidade e transformação regional

A obra será acompanhada de estudos ambientais e rigoroso licenciamento, buscando equilibrar desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Para Arroio do Sal, conhecida pelo turismo, o novo porto pode marcar uma virada histórica: de balneário sazonal a polo industrial e logístico estratégico para o Brasil.

Com a autorização da Antaq, o município se prepara para receber um dos maiores investimentos privados em infraestrutura portuária do país, com impacto direto no futuro econômico e social da região.

FONTE: Terra
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Portos

Porto de Santos mantém canal de 15 metros após dragagem e inicia obras para aprofundamento

Dragagem garante segurança e calado operacional

A Autoridade Portuária de Santos (APS) concluiu recentemente um serviço de dragagem no Porto, que durou cerca de dois meses. O trabalho consistiu na remoção de sedimentos e na manutenção da profundidade do canal de navegação, abrangendo desde a região da Alemoa até a Barra, na Ponta da Praia, além de berços de atracação.

Após a intervenção, a APS realizou batimetria, confirmando que o canal mantém aproximadamente 15 metros de profundidade, permitindo o acesso de navios de grande porte. Segundo a autoridade portuária, o estuário do Porto recebe grande volume de sedimentos, que podem causar assoreamento, tornando a dragagem essencial para a segurança da navegação e a operação contínua do cais.

Planejamento estratégico para o futuro do Porto

O presidente da APS, Anderson Pomini, destaca que as ações não visam apenas a manutenção do calado atual, mas também a expansão futura do complexo portuário. “Manter os 15 metros é fundamental, mas já iniciamos o aprofundamento do canal, algo que não ocorre há mais de uma década. O objetivo é atender à demanda do mercado por um canal mais profundo”, afirma.

Próximos passos: atingir 17 metros de profundidade

O processo de aprofundamento começou pelo derrocamento de rochas no estuário. Segundo Pomini, o plano é chegar inicialmente a 16 metros e, posteriormente, alcançar 17 metros de profundidade, permitindo que o Porto de Santos receba os maiores navios do mundo com segurança e eficiência.

Exportações e importações de contêineres

Paralelamente, o Porto mantém seu papel central no comércio exterior brasileiro. Gráficos de exportações e importações de contêineres, elaborados com dados do DataLiner, mostram a movimentação desde janeiro de 2022, considerando apenas o longo curso, sem incluir cabotagem, transbordo ou outras operações externas.

Exportações de Contêineres no Porto de Santos | Jan 2022 a Ago 2025 | TEU

Importações de Contêineres no Porto de Santos | Jan 2022 a Ago 2025 | TEU

O aprofundamento do canal reforça a importância do Porto de Santos como principal hub logístico do país, combinando capacidade operacional com planejamento estratégico de longo prazo.

FONTE: A Tribuna
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Estivadores paralisam atividades por 24 horas no Porto de Santos contra PL 733/2025

Os estivadores do Porto de Santos realizaram uma greve de 24 horas na terça-feira (30), em manifestação contra o Projeto de Lei 733/2025, que prevê a revisão da Lei dos Portos. A paralisação também se estendeu até 1º de outubro e havia sido aprovada em assembleia realizada pelo Sindicato dos Estivadores de Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão (Sindestiva).

Trabalhadores criticam falta de diálogo e risco à soberania

A mobilização ocorreu nos mesmos dias em que membros da Comissão Especial responsável por analisar o PL 733/2025 estiveram em agenda na região portuária. Os trabalhadores afirmaram que não foram ouvidos na construção do novo marco legal portuário e alertaram para impactos diretos sobre empregos e direitos adquiridos.

Segundo o Sindestiva, o texto abria brechas para a entrada de mão de obra estrangeira em operações portuárias, o que, na visão da categoria, poderia afetar a soberania nacional e reduzir oportunidades para profissionais brasileiros.

Direitos ameaçados e precarização são os principais temores

Para a categoria, o discurso de modernização esconde o risco de precarização do trabalho nos portos públicos e privados. O sindicato ressaltou que “o futuro de milhares de famílias” está em jogo diante das possíveis mudanças nas normas de contratação.

Hoje o OGMO (Órgão Gestor de Mão de Obra) centraliza a escalação dos trabalhadores avulsos, assegurando rodízio, direitos previdenciários, remuneração adequada e qualificação. O PL propunha acabar com a exclusividade do órgão, permitindo contratações diretas por empresas ou por novas entidades privadas, as chamadas Empresas Prestadoras de Trabalho Portuário (EPTPs).

Os estivadores afirmam que a mudança poderia abrir espaço para terceirização, informalidade e vínculos fragilizados.

Funções portuárias podem perder proteção legal

Outro ponto de contestação é a possibilidade de retirada de diversas atividades do conceito oficial de “trabalho portuário”, como vigilância, amarração, movimentação interna e operação de armazéns. Caso a proposta avansse, centenas de profissionais poderão perder garantias previstas em lei, além do enfraquecimento dos sindicatos representativos do setor.

Mobilização nacional pode crescer

Além de Santos, trabalhadores de outros portos, como Paranaguá, Rio de Janeiro, Itaguaí e Suape, manifestaram apoio e cobraram participação efetiva nas discussões legislativas. Novas paralisações não estão descartadas.

FONTES: Hora do Povo e Portal Be News
TEXTO: REDAÇÃO
IMAGEM: REPRODUÇÃO BE NEWS / RODRIGO SILVA

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Portos

Portonave inicia operações de dois novos Scanners de última geração

Para a eficiência na inspeção de cargas e a segurança nas operações, o Terminal Portuário tem quatro Scanners em operação, sendo um dos melhores da América Latina a operar com essa infraestrutura

Com foco na excelência, segurança portuária e para vistoria de contêineres mais eficiente, dois novos Scanners estrearam as atividades na empresa. Os equipamentos possuem recursos de tecnologia avançados além do uso de Inteligência Artificial (IA). Cerca de R$ 25 milhões foram investidos na aquisição e implantação. A infraestrutura é uma das mais robustas implementadas no segmento portuário na América Latina.

Destinados à vistoria de contêineres selecionados pela Receita Federal do Brasil (RFB), os Scanners recém-adquiridos são capazes de gerar imagens de alta definição para a análise aduaneira e ferramentas tecnológicas na avaliação de mercadorias. Fabricados pela empresa brasileira VMI, cada aparelho examina aproximadamente 120 caminhões por hora, com tempo médio de apenas 30 segundos.

Atualmente, com quatro Scanners, o Terminal Portuário possui a capacidade para inspecionar cerca de quatro mil caminhões por dia. Todas as exportações, contêineres vazios, tanques, Declaração de Trânsito Aduaneiro (DTAs), transbordo e cargas de importação parametrizadas no canal vermelho são vistoriadas.

Para a operação dos novos Scanners, uma moderna infraestrutura foi construída no terminal. A pista de inspeção coberta é projetada para garantir o funcionamento contínuo dos equipamentos, mesmo sob condições climáticas adversas, como ventos fortes, chuvas intensas e granizo. Com investimento de R$ 5 milhões, a estrutura facilita a realização de manutenções preventivas e corretivas e oferece maior eficiência operacional.

Os equipamentos atendem à norma 76 da Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (COANA) da RFB e são licenciados pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), e foram adquiridos por meio do regime tributário “Reporto”, que incentiva o desenvolvimento e a modernização dos portos nacionais.

Reporto 💵

Criado por lei em 2004, o Reporto garante isenção de tributos federais para que empresas dos setores portuário e ferroviário possam adquirir seus equipamentos sem ter de recolher os tributos de importação, como o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), o Imposto de Importação (II), a contribuição PIS e a Cofins-Importação.

Sobre a Portonave 🚢

A empresa está localizada em Navegantes, Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. Atualmente, são 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. No ranking nacional, a Portonave, em 2024, esteve entre os três portos que mais movimentam contêineres cheios de longo curso, sendo o primeiro em Santa Catarina, de acordo com o Datamar. Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) e investe permanentemente em projetos que visam desenvolver a comunidade.

FONTE: Assessoria de Imprensa Portonave
IMAGENS: Reprodução/Assessoria de Imprensa Portonave

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Portos do Paraná promove dragagem de manutenção do Canal de Antonina

A draga Galileo Galilei está em plena campanha de dragagem para manter o Canal de Antonina com 9,5 metros de profundidade e garantir o tráfego normal e seguro até o Porto Ponta do Félix. A operação envolve diversos ciclos entre o trecho dragado e a área em alto-mar destinada ao despejo dos sedimentos retirados da via navegável.

A programação faz parte do contrato de manutenção mantido pela Portos do Paraná e respeita a janela ambiental, que ocorre entre dezembro e março de cada ano.

“Estamos fazendo a campanha de dragagem de manutenção das áreas deltaicas, executada pelo Consórcio Itiberê, composto pelas empresas Van Oord e Jan de Nul. A programação está prevista para terminar no dia 10 de outubro. Tudo ocorre 24 horas por dia”, explica o coordenador de Batimetria e Dragagem, Lucas Gonçalves.

De acordo com ele, ainda nesse período será realizado o nivelamento de fundo, etapa que auxilia na finalização da dragagem. “Depois será feita a batimetria de pós-dragagem, para confirmar se as profundidades foram atingidas e calcular o volume dragado”, destaca o coordenador.

A draga Galileo Galilei tem capacidade de cisterna para 18 mil metros cúbicos. “É considerada um equipamento de grande porte e já executou diversos serviços aqui no porto em campanhas passadas. As empresas têm conhecimento da área e os serviços anteriores foram muito efetivos”, ressalta Gonçalves.

O Canal de Antonina tem aproximadamente 14 quilômetros de extensão, ligando o terminal da Fospar, no Porto de Paranaguá, ao Porto Ponta do Félix. “Vamos manter a profundidade de 9,5 metros”, reforça Gonçalves.

O atual contrato de dragagem de manutenção segue vigente até setembro de 2026.

FONTE: Portos do Paraná
IMAGEM:  Claudio Neves/Gcom Portos do Paraná

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Porto de Paranaguá faz simulação inédita de resgate em porão de navio

Treinamento reuniu mais de 40 profissionais

O Porto de Paranaguá realizou nesta segunda-feira (29) uma simulação inédita de resgate em porão de navio, mobilizando equipes de segurança e emergência. A ação foi coordenada pela Portos do Paraná e contou com a participação de mais de 40 profissionais do Corpo de Bombeiros, da Rocha Terminais Logísticos, da Rochamar Agência Marítima e do Ogmo (Órgão Gestor de Mão de Obra).

Parte do Plano de Ajuda Mútua (PAM)

O exercício integra o cronograma de simulados do Plano de Ajuda Mútua (PAM), voltado à preparação para situações de risco no ambiente portuário.
“É fundamental treinar e ensaiar os procedimentos para garantir eficácia no atendimento real. Quanto mais preparados estivermos, maior a eficiência das equipes em situações de emergência”, explicou Felipe Zacharias, assessor especialista em Saúde e Segurança do Trabalho da Portos do Paraná.

Desafio em embarcação sem guindaste

O treinamento foi realizado no navio Uranus, escolhido justamente por não possuir guindaste, o que exigiu métodos diferenciados de resgate. A vítima foi representada por um manequim colocado no porão da embarcação.

Os bombeiros prestaram os primeiros socorros no local e utilizaram cordas para içar o manequim até o convés, em um percurso de cerca de 20 metros. Na etapa seguinte, a retirada foi concluída com apoio de um guincho normalmente usado para içar suprimentos.

Experiência prática fortalece integração

Segundo o comandante da 1ª Companhia de Paranaguá do Corpo de Bombeiros, Everton Soares de Oliveira, o treinamento foi essencial:

“Resgatar dentro de um navio é completamente diferente das ocorrências do dia a dia. Treinar junto facilita a integração e melhora a resposta em emergências.”

O navio foi cedido pela Rocha, empresa signatária do PAM. Para Alex Lanza, gerente de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade da companhia, a iniciativa reforça a cultura de prevenção:

“Cada treinamento prático aumenta nosso compromisso com a segurança das pessoas e com a eficiência das operações.”

Simulados constantes no litoral

O PAM da faixa portuária de Paranaguá realiza simulações periódicas. Em maio deste ano, um exercício reuniu diferentes órgãos em uma ocorrência envolvendo um trem, um ônibus e um carro. A operação contou com apoio do 8º Grupamento de Bombeiros Militares, SAMU Litoral, Rumo Logística, Guarda Civil Municipal, Defesa Civil e Polícia Militar.

Nessas ações, a Portos do Paraná tem papel central em articular empresas signatárias do PAM para dar suporte imediato ao Corpo de Bombeiros e à empresa impactada.

FONTE: Portos do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Governos formalizam protocolo para implantação de uma ZPE em Suape

O Governo de Pernambuco formalizou juntamente com o Governo Federal, nesta segunda (29), em Brasília, um protocolo de intenções para a instalação de uma Zona de Processamento de Exportação de Pernambuco (ZPE) no Complexo Industrial Portuário de Suape. A decisão é importante para consolidar um projeto estratégico de atração de investimentos e expansão da economia. A formalização do compromisso foi feita com as assinaturas entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB). 

A implantação da ZPE em Suape é um passo importante para fortalecer a economia pernambucana e gerar novas oportunidades para o Estado. Esse projeto estratégico vai ampliar nossa capacidade de atrair investimentos nacionais e internacionais, consolidar Pernambuco como referência em inovação e sustentabilidade e impulsionar a industrialização”, afirmou a governadora Raquel Lyra. 

O projeto, liderado pela estatal portuária, simboliza a entrada oficial do Estado no processo de implantação da ZPE, que é uma área de livre comércio com o exterior, destinada à instalação de empresas voltadas para a produção de bens a serem comercializados em outros países. Além disso, uma futura empresa que se instalar na ZPE terá acesso a tratamentos tributários, cambiais e administrativos específicos. A iniciativa tem como objetivo alavancar negócios, impulsionar a industrialização sustentável e promover a inserção de Pernambuco em cadeias globais de exportação.

A ZPE é um divisor de águas para o desenvolvimento econômico de Pernambuco. Estamos falando de um projeto capaz de ampliar a competitividade do Estado no cenário global, gerar empregos qualificados e atrair indústrias comprometidas com a sustentabilidade e a inovação. É um passo concreto para consolidar Suape como hub estratégico da nova economia e inserir Pernambuco de maneira definitiva nas cadeias internacionais de valor”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti.

Localizada no território do Complexo de Suape, a ZPE Pernambuco se estrutura como instrumento para fomentar inovação, agregar valor às exportações e atrair indústrias alinhadas à nova economia verde. O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), desenvolvido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) Transportes, já foi concluído e reforça a viabilidade do empreendimento, que prevê investimentos da ordem de R$ 271,5 milhões em infraestrutura, acessos e área alfandegada.

A ZPE já nasce com três empreendimentos âncora voltados à transição energética, todos com foco na produção de combustíveis sustentáveis para exportação, como hidrogênio verde e e-metanol. Dois deles, da European Energy e da GoVerde, já firmaram contrato com Suape, enquanto o terceiro aguarda a formalização da ZPE para confirmar sua instalação. A expectativa é de que o projeto se torne um marco para a economia pernambucana, consolidando o estado como referência em inovação, sustentabilidade e integração ao comércio internacional”, ressaltou o diretor-presidente do atracadouro pernambucano, Armando Monteiro Bisneto.

FONTE: Blog Cenário
IMAGEM: Júlio Cesar Silva

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