Negócios, Notícias

Refinaria Abreu e Lima se tornará a segunda maior da Petrobras com construção do Trem 2

Com a construção do Trem 2, a Refinaria Abreu e Lima, localizada no Complexo Industrial de Suape, em Pernambuco, deve se tornar a segunda maior refinaria da Petrobras em capacidade de processamento no Brasil.

Na última quinta-feira, 12 de junho, a governadora Raquel Lyra visitou as instalações da refinaria para acompanhar de perto o andamento dos projetos.

Ao lado da vice-governadora Priscila Krause, Raquel se reuniu com dirigentes da Petrobras para conhecer os detalhes dos investimentos que integram o novo ciclo de retomada da estatal.

A obra do Trem 2 marca uma etapa decisiva na retomada dos grandes investimentos da Petrobras no Nordeste. Anunciado em janeiro de 2024, durante cerimônia com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o projeto tem o objetivo de dobrar a capacidade da refinaria, que passará a processar até 260 mil barris de petróleo por dia após a conclusão da nova unidade.

O impacto econômico da obra também é significativo. Segundo estimativas preliminares, a construção do novo trem vai gerar cerca de 30 mil empregos, entre postos diretos e indiretos. A previsão é que o projeto movimente diversos setores da economia pernambucana, como engenharia, construção civil, transporte e alimentação.

A conclusão total do Trem 2 está prevista para 2029. No entanto, a Petrobras anunciou que pretende antecipar parte da produção. A previsão é que, já em 2026, a nova estrutura comece a operar com capacidade inicial de 180 mil barris por dia. Essa antecipação deve acelerar os efeitos econômicos do projeto, tanto no mercado de trabalho quanto na arrecadação do estado.

O canteiro de obras contará com empresas locais e nacionais, o que deve atrair novos contratos e abrir oportunidades para trabalhadores de diversas áreas. A movimentação também fortalece o porto de Suape, que será um dos principais pontos de entrada de equipamentos e insumos para o projeto.

A construção do Trem 2 é acompanhada de perto por técnicos e engenheiros da Petrobras. A estatal também iniciou programas de qualificação profissional na região, preparando a mão de obra local para atuar nos serviços exigidos durante a ampliação.

Fonte: Portal da Prefeitura 

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Informação, Logística, Notícias, Terminais de Cargas

Portonave realiza sétima operação de descarga de caça F-39 Gripen da Força Aérea Brasileira.

Excelência operacional, segurança e localização tornam o Terminal Portuário referência para operações especiais, como o recebimento de aeronaves da FAB desde 2020.

Vindo diretamente de Norrköping, na Suécia, o 10º caça F-39 Gripen da Força Aérea Brasileira (FAB), de matrícula FAB 4110, levou 21 dias para chegar em Navegantes, cidade de Santa Catarina, onde está localizada a Portonave, terminal portuário privado que realizou a operação de descarga da aeronave. O navio Fagelgracht, do armador Spliethoff, atracou nesta quinta-feira (12). A excelência operacional e os investimentos constantes em segurança da Companhia são essenciais para o recebimento do caça. Além disso, a proximidade com o Aeroporto Internacional de Navegantes é um fator estratégico, assim como a Avenida Portuária, que facilita o transporte terrestre da aeronave até o aeroporto.

A operação foi realizada de modo eficiente pela equipe da Portonave, com duração de cerca de 1h30. Outro aspecto crucial é a segurança portuária. A Companhia possui a certificação ISPS Code, conjunto de normas que atestam a segurança do recinto alfandegado, emitida pela Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), e dispõe de infraestrutura e procedimentos rigorosos para as operações: conta com aproximadamente 400 câmeras de vigilância – com recursos de visão noturna, detecção de movimento e zoom de até 60 vezes – além de drones e viaturas para resposta rápida. Para a vistoria de contêineres, possui dois scanners, capazes de inspecionar cerca de 1 mil contêineres por dia. Em abril, dois novos e modernos scanners foram adquiridos, com operações previstas para iniciarem até julho.

Diversos procedimentos foram realizados para garantir o sucesso da operação: recebimento e segregação do caça em um local específico no cais, controle de acesso de pessoas com protocolos reforçados e integração e planejamento logístico com a FAB e órgãos de trânsito e de segurança pública locais. Essa foi a sétima operação de descarga de caça F-39 Gripen, o que evidencia a expertise da Portonave nesse tipo de carga especial. A primeira aeronave foi desembarcada pelo Terminal Portuário em 2020, e as demais de 2022 a 2024.

Sobre o caça
A aeronave representa um importante salto qualitativo e tecnológico para o aumento da capacidade operacional da FAB, pois é reconhecida pela eficiência, baixo custo de operação, elevada disponibilidade e tecnologia avançada. O F-39 Gripen é fabricado pela Saab, empresa sueca líder no segmento de defesa e segurança.

Transporte por terra
Após a descarga, o caça foi transportado até o Aeroporto Internacional de Navegantes por terra. O deslocamento de pouco mais de dois quilômetros aconteceu durante a madrugada no dia 12 de junho. Por questões de segurança, a aeronave é transportada da Suécia ao Brasil sem combustível. Assim, o translado até o aeroporto é realizado em terra, onde o caça é abastecido. No aeroporto, são realizadas instalações finais de equipamentos na aeronave e testes prévios ao voo.

Programa Gripen Brasileiro
O caça faz parte do Programa Gripen Brasileiro, uma parceria entre o Brasil e a Suécia que teve início em 2015, após a efetivação do contrato com a FAB, com o objetivo de desenvolver e produzir caças de última geração para a FAB. O contrato também oferece suporte logístico, sistemas e equipamentos relacionados, treinamento, armamentos e um acordo de cooperação industrial que se tornou o maior programa de transferência de tecnologia já feito pela Saab.

Cargas breakbulk
As aeronaves se enquadram na modalidade breakbulk, tipo de transporte especial para mercadorias de grandes dimensões. Com uma equipe capacitada para movimentar cargas especiais no Terminal Portuário, além dos caças, já foram movimentados helicópteros, trem, grandes geradores, máquinas, lanchas e até mesmo a maior montanha russa da América Latina e a roda gigante de Balneário Camboriú, tanto na importação quanto exportação.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007 como primeiro terminal portuário privado do Brasil. Faz parte do grupo suíço Terminal Investment Limited (TiL) – que administra cerca de 70 terminais em cinco continentes. São 1,3 mil profissionais diretos e 5,5 mil indiretos. Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), foi o mais eficiente em produtividade de navio no ano de 2024. Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) e desenvolve diversas ações e iniciativas voltadas aos aspectos ambientais e sociais.

Fonte: Portonave Assessoria de Imprensa

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Notícias

Estaleiro de Navegantes é responsável pela restauração de última embarcação a vapor do mundo

Vapor Benjamim Guimarães voltou a funcionar após restauro conduzido pelo estaleiro INC e bancado por obra Novo PAC

A Indústria Naval Catarinense (INC), estaleiro com sede em Navegantes, fez história ao devolver às águas do rio São Francisco o Vapor Benjamim Guimarães, patrimônio histórico e cultural de Minas Gerais. A embarcação, único exemplar do mundo movido a vapor, foi restaurada por meio de projeto de R$ 5,3 milhões incluído no Novo PAC, dentro do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos das Bacias dos Rios São Francisco e Parnaíba.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou da cerimônia de reinauguração no último dia 2 de junho e celebrou a recuperação da embarcação. “O vapor é um símbolo da cidade e patrimônio de Minas Gerais. Por anos ficou abandonado nas margens do São Francisco, enquanto assistíamos a sua triste deterioração”, ressaltou o ministro. Segundo Alexandre Silveira, a recuperação vai permitir a retomada do turismo na região.

A entrega histórica também foi comemorada pelo CEO do INC, Josuan Moraes Junior, estaleiro que tem DNA catarinense e foi responsável por todo o restauro feito às margens do rio São Francisco. “Mantivemos e recuperamos as máquinas originais, assim ele continua sendo movido a vapor produzido por uma caldeira a lenha. A alegria do povo de Pirapora ao receber de volta seu principal patrimônio histórico, totalmente restaurado e operacional, foi contagiante e emocionante”, explica Josuan Moraes.

A embarcação é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e sua restauração iniciou em 2019. João Paulo Martins, presidente do Iepha-MG, destaca que o vapor Benjamim Guimarães é mais que uma embarcação. “É um monumento flutuante, um elo entre o passado e o presente que corta as águas do Velho Chico levando memórias, cultura e identidade. Para o Iepha, a restauração não é apenas trabalho técnico , mas um compromisso com a preservação da história viva de Minas Gerais,” conclui João Paulo. 

A embarcação é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e sua restauração iniciou em 2019. João Paulo Martins, presidente do Iepha-MG, destaca que o vapor Benjamim Guimarães é mais que uma embarcação. “É um monumento flutuante, um elo entre o passado e o presente que corta as águas do Velho Chico levando memórias, cultura e identidade. Para o Iepha, a restauração não é apenas trabalho técnico , mas um compromisso com a preservação da história viva de Minas Gerais,” conclui João Paulo. 

Cinco anos depois

O processo de restauração teve início em dezembro de 2019 ao ser firmado um convênio entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Iepha-MG, com investimento de R$ 3,7 milhões. O objetivo era executar a substituição do casco e restaurar as demais áreas da embarcação e do mobiliário.

As obras começaram em novembro de 2020, já sob responsabilidade do estaleiro de Navegantes, com acompanhamento técnico do Iepha-MG, da Delegacia Fluvial de Pirapora, da Marinha do Brasil e da Prefeitura de Pirapora. A previsão inicial era concluir o trabalho em até oito meses, mas houve o encerramento do convênio pelo Iphan quando estavam executados 92% da obra e pagos 26% dos trabalhos. Com a não liberação total dos recursos previstos, apenas R$ 925 mil foram recebidos e o contrato foi encerrado em março de 2022.

Em novembro de 2024, as obras foram retomadas a partir de contrato direto entre a Eletrobras e o estaleiro INC. As intervenções incluíram a troca do casco, reparos na chaminé, na estrutura da roda de pás, revisão das estruturas de madeira, camarotes, máquinas a vapor, sistemas de água e esgoto, além da revisão completa do maquinário para restabelecer a plena função do vapor. Em 1º junho, bem no dia do aniversário de Pirapora, a obra foi inaugurada em clima de festa e repleta de significado para a comunidade.

Embarcação norte-americana

O Benjamin Guimarães é um barco a vapor construído em 1913, nos Estados Unidos, que originalmente navegou pelo rio Mississipi. Ele chegou ao Brasil para servir à Amazon River Plate Company, no Rio Amazonas. Durante a década de 1920, a embarcação foi levada ao rio São Francisco para transporte de passageiros e cargas entre Pirapora [MG] e Juazeiro [BA]. A partir da década de 1980, o vapor fazia apenas passeios turísticos. O Benjamin Guimarães foi finalmente tombado como patrimônio histórico em 1985. Em 2014, acabou desativado pela precariedade da sua estrutura. A embarcação agora restaurada é tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG) e um símbolo da navegação no Rio São Francisco.

Curiosidade 

Para proteger a embarcação que estava atracada na margem do rio São Francisco enquanto a restauração não acontecia, foi necessário reduzir o fluxo de 4000 m³/s para 3000 m³/s na Usina Hidrelétrica de Três Marias (MG), o que restringiu a geração de energia naquele período. Agora, haverá ampliação da flexibilidade da operação nos reservatórios sem prejudicar o uso dos recursos hídricos

Fonte: Diarinho

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Notícias

Navio com 3.000 carros zero km segue há 8 dias em chamas, à deriva no mar

O cargueiro Morning Midas, especializado no transporte de veículos, está há oito dias em chamas no oceano Pacífico e à deriva, a aproximadamente 500 quilômetros da costa do Alasca. A informação é do portal TixaNews. A embarcação, que partiu da China rumo ao México, transportava 3.159 automóveis zero quilômetro, incluindo modelos híbridos e elétricos, quando o incêndio começou.

O fogo teve início na última terça-feira, quando os 22 tripulantes a bordo identificaram fumaça em um dos deques internos do navio, onde estavam armazenados 65 veículos elétricos e 681 híbridos de diferentes montadoras chinesas. Apesar das tentativas da tripulação para conter as chamas, a propagação do incêndio se mostrou incontrolável, obrigando a evacuação completa da embarcação. Todos os tripulantes foram resgatados em segurança e não houve feridos.

Desde então, o navio de 180 metros de comprimento segue queimando em mar aberto. Embora boa parte da estrutura ainda permaneça de pé, técnicos consideram o naufrágio praticamente inevitável, caso as chamas não sejam contidas rapidamente. Alguns deques com veículos ainda não foram atingidos diretamente pelo fogo, mas o risco estrutural cresce a cada dia.

Seis dias após o início do incêndio, o primeiro rebocador enviado pela Guarda Costeira dos Estados Unidos chegou ao local. Equipado com canhões de água de alta pressão, o rebocador, no entanto, pouco conseguiu fazer além de monitorar o deslocamento descontrolado do cargueiro em chamas. Outros dois rebocadores com capacidade semelhante devem alcançar o local nos próximos dias, numa última tentativa de estabilizar a situação.

Apesar dos esforços, as autoridades marítimas se mostram céticas quanto à possibilidade de controlar o fogo ou de que ele se extinga sozinho. As distâncias envolvidas dificultam ainda mais a chegada de equipes de resgate, uma vez que a embarcação se encontra em uma região remota, longe da costa mais próxima.

O caso do Morning Midas reacende o debate sobre os riscos associados ao transporte de veículos elétricos e híbridos por via marítima. As baterias de íon-lítio, presentes nesses automóveis, são altamente inflamáveis e dificultam o controle de incêndios uma vez iniciados. Esse tipo de incidente tem se tornado uma preocupação crescente para as autoridades portuárias e companhias de navegação em todo o mundo.

Fonte: MSN

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Notícias

URGENTE! BR-277 tem interdição de segurança nos dois sentidos após queda de talude

A BR-277 foi totalmente interditada, nos dois sentidos, entre Curitiba e o Litoral do Paraná, no final da manhã desta terça-feira (10). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o bloqueio é por questão de segurança por causa da movimentação de terra no barranco que deslizou nesta madrugada, no km 43 da rodovia.

Equipes da EPR Litoral Pioneiro identificaram uma nova movimentação de terra no local e acompanham a situação para a liberação da rodovia. Porém, não há previsão para liberação.

Às 11h o congestionamento registrado era de 5 quilômetros no sentido Litoral e de 2 quilômetros no sentido Curitiba.

Mais cedo o fluxo estava liberado em mão dupla na pista sentido capital, já que em direção à Paranaguá o bloqueio é total desde às 3h desta terça.

Fonte: Tribuna

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Exportação, Marketing, Notícias, Sustentabilidade

Ciser fortalece presença global e é premiada como marca mais lembrada no setor de fixadores pelo 16º ano seguido 

Com operações em cinco unidades distribuídas entre o Brasil, China e Peru, a Ciser vem consolidando sua presença no cenário internacional como uma das principais exportadoras brasileiras no setor industrial. A empresa, que completa 65 anos de trajetória em 2024, leva soluções de fixação para mais de 25 países, com destaque para setores estratégicos como construção civil, agronegócio, automotivo, energia e metalomecânico. 

A internacionalização da marca tem ganhado força com a participação em grandes eventos globais, como a feira realizada recentemente na China, onde a empresa apresentou novidades tecnológicas e soluções inovadoras para o mercado mundial de fixadores. O movimento reforça o posicionamento da Ciser como referência em inovação e qualidade no fornecimento de fixadores para os mais diversos segmentos. 

Além de sua atuação crescente no exterior, a empresa também mantém o título de maior da Américas Latina, no segmento. Em 2025, a Ciser foi eleita, pela 16ª vez consecutiva, a marca mais lembrada do setor no Prêmio Top of Mind, promovido pelo Grupo Revenda. A premiação foi baseada em entrevistas com revendedores de todo o país, e a empresa conquistou o primeiro lugar nas categorias de fixadores e buchas para fixação. 

A cerimônia aconteceu no último dia 5 de junho, em São Paulo, e contou com a presença de representantes da empresa, entre eles o gerente de vendas Roberto Carlos Estevão e o supervisor de vendas Rodrigo Haruo Sato. “Estar no topo por 16 anos seguidos mostra que estamos no caminho certo, mantendo nosso compromisso com a excelência, inovação e qualidade. Esse reconhecimento vem dos nossos clientes e parceiros, e é para eles que trabalhamos todos os dias”, destacou Bruno Inácio da Maia, gerente de marketing da Ciser. 

Com mais de 27 mil itens em seu portfólio, distribuídos em 500 linhas de produtos, a Ciser é a maior fabricante de fixadores da América Latina. A empresa conta com mais de 2 mil colaboradores e unidades em Joinville (SC), Araquari (SC), Sarzedo (MG), além de suas operações internacionais no Peru e na China. 

Premiada também pelo Valor Inovação, a empresa é considerada uma das mais inovadoras do país, investindo constantemente em pesquisa, tecnologia e soluções que entregam desempenho, segurança e durabilidade. 

A história da Ciser é marcada pela solidez, pelo olhar voltado à sustentabilidade e pelo impacto positivo nas comunidades onde atua. Ao conquistar novos mercados e reforçar sua posição como líder no Brasil, a empresa mostra que sua trajetória é guiada por resultados, inovação e compromisso com o futuro. 

(Fonte: Diretoria de Marketing) 

Fontes complementares: 

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Comércio, Notícias

Congresso Mundial da Carne é uma oportunidade para atestar a qualidade da produção, diz Acrimat

Evento, que será realizado pela primeira vez no Brasil, irá reunir representantes de mais de 20 países em Mato Grosso

Mato Grosso será palco entre os dias 27 e 30 de outubro do World Meat Congress (Congresso Mundial da Carne). Será a primeira vez que o Brasil sediará o evento, que deverá reunir representantes de mais de 20 países.

A escolha Mato Grosso para ser sede se deve ao fato do estado ser o maior exportador de proteína animal do Brasil. Em 2024, o estado movimentou mais de US$ 2,7 bilhões com as exportações do setor. O evento ocorrerá em Cuiabá.

Na avaliação do presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Pereira Ribeiro Junior, a conferência é mais uma oportunidade de Mato Grosso e do Brasil mostrarem para o mundo a qualidade da proteína animal como um todo, não apenas a carne bovina.

“A pecuária em geral. Suíno, ovelha e aves também. Isso é importante, porque mostra a qualidade da carne, do produtor brasileiro e do nosso produto que é aceito em quase todos os países do mundo hoje”, pontua o presidente da Acrimat ao Canal Rural Mato Grosso.

Ele relata ainda que os Estados Unidos, por exemplo, é um dos maiores importadores da carne brasileira e é um país que é um grande exportador, mas que precisa da nossa carne. “Quer dizer, o Brasil mostra mais uma vez que produz em quantidade, qualidade e preço baixo, com respeito ao meio ambiente e tecnologia cada vez mais presente”, completa.

Sustentabilidade e inovação

O Congresso Mundial da Carne tem como foco temas como sustentabilidade, inovação e o futuro da proteína animal no mundo.

De acordo com o Instituto Mato-grossense de Carne (Imac), parceiro na realização do evento em Mato Grosso, um dos principais objetivos do evento é destacar os avanços da pecuária brasileira, que em maio conquistou a certificação internacional de país livre de febre aftosa sem vacinação.

“Será uma oportunidade única para mostrar que a nossa produção é sustentável e segue os mais altos padrões internacionais. Temos a melhor carne do mundo, pronta para atender aos mercados mais exigentes”, afirma Caio Penido, presidente do Imac.

A conferência é realizada a cada dois anos pela International Meat Secretariat (IMS) e já passou por países como Estados Unidos, Austrália, Argentina, México, Uruguai e Holanda.

Entre os palestrantes internacionais confirmados para a edição no Brasil estão o presidente da International Meat Secretariat (IMS), Juan José Grigera Naón; o vice-reitor da Harper Adams University, Michael Lee; o diretor de Estratégia do Meat Institute, Eric Mittenthal; e o diretor executivo da National Cattlemen’s Beef Association (NCBA), Kent Bacus.

Brasil apresentará o Passaporte Verde

Entre as iniciativas brasileiras voltadas para a sustentabilidade e inovação tecnológica que serão apresentadas está o Passaporte Verde, programa desenvolvido pelo Imac em parceria com o setor produtivo e o Governo de Mato Grosso.

Pioneiro no estado, o Passaporte Verde tem como objetivo, além de atestar a qualidade da carne produzida em Mato Grosso, mostrar que os produtores rurais seguem critérios socioambientais rigorosos.

Fonte: Mato Grosso Canal Rural

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Notícias

Operário é atingido por bobina de 1 tonelada e fica em estado grave

Vítima foi encaminhada ao Hospital Frei Bruno

Um operário de 35 anos foi atingido por uma bobina de uma tonelada e ficou gravemente ferido na noite desta quarta-feira (4). O caso ocorreu em uma empresa na Rua João Dedonati, no bairro Industrial Lunardi, em Xaxim, no Oeste de Santa Catarina, por volta das 22h30.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, que prestou socorro à vítima, quando os socorristas chegaram ao local, o homem estava em área de risco, ou seja, onde outras bobinas também poderiam cair. As equipes de socorro não especificaram o material da bobina que atingiu a vítima,

Segundo a guarnição, o trabalhador apresentava suspeita de fratura na perna esquerda, ferimento profundo no rosto com hemorragia ativa, possível lesão na coluna lombar e indícios de hemorragia interna. Além disso, a equipe de socorro informou que durante o atendimento, a vítima apresentou sinais de choque hipovolêmico, como palidez e sudorese.

Então, o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizaram uma extração rápida com maca rígida, seguida de contenção das hemorragias e imobilização. Por fim, as equipes encaminharam a vítima com urgência ao Hospital Frei Bruno. Apesar de estar consciente, o caso necessitava de atenção imediata.

Ainda não houve o esclarecimento das causas do acidente. As forças de segurança irão investigar o caso.

Fonte: Guararema News

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Informação, Notícias

Brasil pode se declarar livre da gripe aviária em 14 dias, diz ministro

Fávaro afirma que país está na metade do vazio sanitário; MS não tem casos suspeitos em investigação

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, realizou coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira (4) para atualizar a situação de emergência zoossanitária por gripe aviária no país. Segundo Fávaro, a “crise mostrou ao mundo a robustez do sistema brasileiro”, já que, até agora, houve apenas um caso confirmado da doença em ave de viveiro comercial.

O único caso registrado em granja comercial ocorreu no dia 15 de maio, no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul. O ministro informou que, se nenhum outro caso em estabelecimento comercial for confirmado nos próximos 14 dias, o país poderá se declarar livre da gripe aviária.

De acordo com os protocolos internacionais, o período de vazio sanitário dura 28 dias, tempo em que uma área afetada pela doença deve permanecer sem atividade, para evitar a proliferação do vírus.

“Estamos, portanto, na metade do processo de vazio sanitário, sem que outras mortes ocorram nas granjas comerciais. Nossa expectativa é que, ao final desse período, possamos reduzir significativamente as restrições comerciais, até a volta completa à normalidade”, afirmou Fávaro.

Outros dois casos de gripe aviária foram confirmados no Zoológico de Brasília, no dia 28 de maio. No entanto, o ministro esclareceu que, por se tratarem de animais silvestres, esses casos não implicam em restrições comerciais.

O pombo e o marreco irerê, encontrados mortos no local, não faziam parte do plantel do zoológico. Eles foram recolhidos pela Seagri-DF (Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal) e encaminhados ao Laboratório de Defesa do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) para análise.

“Há dois anos não tínhamos casos em animais silvestres. Ou seja, desde 15 de maio de 2023. De lá para cá, nunca foi registrado um caso. É tão natural que nem há protocolo prevendo restrição”, explicou o ministro.

Mato Grosso do Sul – No Estado, este ano, nove suspeitas de gripe aviária foram investigadas, todas com resultado negativo para a doença. De acordo com o diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), Daniel Ingold, esse tipo de apuração faz parte da rotina da agência. Em situações como a emergência sanitária no Rio Grande do Sul, onde houve confirmação da doença, é “esperado um aumento inicial no número de notificações e investigações”.

Em 2023, foram 28 suspeitas em Mato Grosso do Sul, sendo uma delas confirmada em Bonito, o último caso registrado da doença no Estado. Atualmente, não há nenhuma investigação em andamento no território sul-mato-grossense, enquanto o Brasil tem oito coletas de amostras em análise laboratorial.

Fonte: Campo Grande News

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Informação, Notícias

Navio com 3 mil carros é abandonado no meio do Oceano Pacífico

Incêndio afetou embarcação que transportava veículos, inclusive 800 elétricos, para o México. Seguradoras já alertaram para episódios de maior risco com cargueiros que transportam EVs

Um navio transportando cerca de 3.000 veículos para o México foi abandonado no meio do Oceano Pacífico após pegar fogo na terça-feira, destacando um risco crescente para o transporte de carros elétricos.

A fumaça foi vista pela primeira vez saindo de um dos conveses do Morning Midas, que transportava cerca de 800 veículos elétricos (EVs), informou a empresa que gerencia o navio, a Zodiac Maritime, em um comunicado. A tripulação iniciou os procedimentos de combate ao incêndio, mas as chamas não puderam ser controladas, acrescentou. 

A Guarda Costeira dos Estados Unidos retirou todos os 22 tripulantes da embarcação, transferindo-os para um navio mercante próximo. A Zodiac afirmou que equipes de resgate estão sendo mobilizadas para apoiar as operações de salvamento e combate ao incêndio. Um porta-voz da empresa se recusou a comentar sobre quem é o proprietário dos veículos.

O navio partiu do porto chinês de Yantai em 26 de maio, segundo dados de rastreamento de embarcações compilados pela Bloomberg. Antes disso, fez escala em outros dois portos do país: Nansha, no sul, e Xangai.

A demanda por baterias de íons de lítio, inclusive em EVs, está trazendo um novo risco para a indústria global de transporte marítimo, especialmente considerando o valor dos veículos a bordo dos maiores navios transportadores de automóveis, segundo um relatório divulgado no mês passado pela gigante de seguros Allianz.

Embora esses navios transportem milhares de veículos de uma só vez pelos oceanos do mundo, alguns incêndios significativos despertaram preocupações sobre esse tipo de transporte. Esses incidentes podem ter grandes repercussões para montadoras, proprietários de navios e empresas de seguros.

Incêndios envolvendo veículos elétricos costumam ser mais difíceis de apagar e mais perigosos de combater. As condições de um navio cargueiro lotado de carros oferecem ventilação limitada, o que pode intensificar rapidamente o calor. O ambiente confinado e revestido de aço torna a supressão do fogo e os resgates significativamente mais perigosos.

Além disso, quando um veículo elétrico pega fogo, o incêndio dura mais tempo e atinge temperaturas mais altas. As chamas podem acabar se espalhando rapidamente por meio de reações em cadeia e saírem do controle, em um processo conhecido como fuga térmica (thermal runaway). Incêndios em veículos elétricos podem exigir até 30.000 litros de água para resfriar as baterias de íons de lítio.

Em 2022, um navio transportando cerca de 4.000 veículos pegou fogo no Atlântico e acabou afundando, apesar dos esforços para rebocá-lo até um local seguro. Um ano depois, outro navio com quase 3.000 carros a bordo pegou fogo próximo à costa holandesa.

Os proprietários de navios têm tomado medidas para tentar gerenciar os riscos de segurança envolvidos no transporte de veículos elétricos. No ano passado, um importante grupo de segurança publicou diretrizes sobre como lidar com incêndios a bordo dessas embarcações.

Fonte: O Globo

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