Comércio Exterior, Informação, Logística, Notícias, Sustentabilidade

JBS Terminais recebe maior navio porta-carros do mundo em operação inédita no Brasil

Itajaí, 27 de maio de 2025 – A JBS Terminais se prepara para uma das maiores operações logísticas da sua história: a chegada do maior navio de transporte de veículos do mundo, em sua viagem inaugural vindo diretamente da China. A atracação está prevista para amanhã, 28 de maio, às 10h30. A operação deve começar às 13h.

A embarcação, construída especialmente para esta rota, trará ao terminal 7292 veículos elétricos, em operação do tipo RoRo (Roll-on/Roll-off) — em que os veículos são desembarcados dirigindo, sem o uso de guindastes. O volume representa a maior operação do tipo já registrada no Brasil.

Durante os três dias de operação, serão mobilizados mais de 500 profissionais, entre equipe operacional, logística e administrativa. Os veículos serão destinados a montadoras e centros de distribuição localizados em Araquari e Itajaí, fortalecendo a cadeia automotiva e reafirmando o papel estratégico de Santa Catarina na rota de veículos eletrificados.

A complexidade da operação exige sincronia entre diversas frentes. O planejamento prevê fluxo contínuo de entrada e saída de caminhões-cegonhas, monitoramento digital de pátio e controle logístico em tempo real. A média operacional será de 100 veículos movimentados por hora, o que exige agilidade, precisão e alto padrão de segurança.

A escolha de Itajaí como ponto de entrada para essa carga histórica reforça a confiança do setor na infraestrutura e na eficiência do terminal. O fato de a embarcação ter sido projetada especificamente para essa missão, e escolher a JBS Terminais como destino de estreia, simboliza o avanço logístico do Sul do Brasil no cenário internacional.

A operação também representa um marco em termos de sustentabilidade e tecnologia. Além de receber exclusivamente veículos eletrificados, a operação RoRo reduz emissões por evitar o uso de equipamentos pesados como guindastes e permite maior velocidade e controle no desembarque dos veículos.

OPERAÇÃO EM NÚMEROS

● 7.292 veículos elétricos
● Maior navio porta-carros do mundo
● Viagem inaugural partindo da China
● 130 cegonheiras envolvidas
● Mais de 500 profissionais mobilizados
● 10 estivadores na operação de bordo
● 18 motoristas no desembarque terrestre
● 3 dias de operação
● 100 veículos movimentados por hora

Sobre a JBS Terminais

A JBS Terminais é um dos principais operadores logísticos do Sul do Brasil, com estrutura alfandegada e soluções integradas em movimentação de cargas conteinerizadas. Com berços próprios e localização estratégica em Itajaí (SC), o terminal combina tecnologia, sustentabilidade e eficiência operacional, atuando como elo de conexão entre o Brasil e as principais rotas globais do comércio exterior.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

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Internacional, Notícias

Navio cargueiro que transportava “mercadorias perigosas” afunda na costa da Índia

De acordo com autoridades locais, toda a tripulação da embarcação foi resgatada

Um navio porta-contêineres, que navegava com uma bandeira da Libéria, transportando “mercadorias perigosas”, naufragou na costa da Índia. Neste domingo, 25, as autoridades locais confirmaram o resgate dos 24 tripulantes.

O “MSC ELSA 3”, um cargueiro de 184 metros de comprimento, viajava entre Vizhinjam e Kochi, no estado de Kerala, sul da Índia. O comandante emitiu um pedido de emergência no sábado, 24, quando estava a quase 70 quilômetros de Kochi. 

Os tripulantes resgatados eram da Geórgia, Rússia, Ucrânia e Filipinas. O navio naufragou com 640 contêineres, incluindo 13 que continham mercadorias perigosas e 12 com carbureto de cálcio. O Ministério da Defesa indiano, entretanto, não especificou quais eram as mercadorias perigosas.

O carbureto de cálcio é utilizado na indústria química, em particular para a produção de fertilizantes e para fabricar aço.

O navio também transportava quase 370 toneladas de combustível e óleo, mas segundo as autoridades não foi relatado nenhum vazamento. 

Fonte: Terra

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Negócios, Notícias

Dão Real fala à categoria sobre perspectiva de reunião de negociação nesta quinta (22) ou sexta (23)

O presidente do Sindifisco Nacional, Auditor-Fiscal Dão Real, fala à categoria sobre a perspectiva de reunião nesta quinta (22) ou sexta-feira com o Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) para negociar o reajuste do vencimento básico. A Direção Nacional, assim como toda a categoria, espera que o governo apresente, desta vez, uma proposta efetiva para o reajuste do vencimento básico. Na reunião do dia 14, o MGI apresentou somente uma premissa genérica para balizar as negociações (assista ao vídeo acima).  

Fonte: Sindifisco Nacional

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Notícias

Auditores-Fiscais mantêm intensa operação-padrão pelo país

Auditores-Fiscais realizam nesta semana operação-padrão nas Aduanas pelo país. O forte engajamento da categoria, que está em greve há 177 dias, vem da expectativa de obter resposta do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) para reajuste do vencimento básico. O crescimento expressivo da mobilização também se deve à publicação de duas resoluções do Comitê Gestor do Programa de Produtividade (CGPP) que alteraram a metodologia de cálculo do bônus. Caso o governo não apresente proposta essa semana, conforme prometido na reunião com o MGI no dia 14, os Auditores intensificarão ainda mais a mobilização.  

A operação-padrão na Ponte Internacional da Amizade (PIA) e na Ponte Tancredo Neves (PTN), fronteiras com Paraguai e Argentina, respectivamente, em Foz do Iguaçu (PR), está gerando impactos no comércio fronteiriço e no comércio internacional de cargas terrestres, além de longas filas e trânsito lento, principalmente na Ponte da Amizade. A ação continua até a próxima sexta (23).  
 
No Porto Seco de Foz, Auditores também estão fazendo operação-padrão, com um total de 1.100 veículos no pátio. A fiscalização forçou, ainda, a permanência de cerca 300 caminhões no lado paraguaio do recinto aduaneiro.  

Já a exportação que passa pelo Porto Seco de Foz está com uma fila virtual de 1.040 senhas emitidas, quando o normal é em torno de 200. A fila virtual é um sistema de senhas para adentrar no porto e evitar que o caminhão fique parado na rodovia.  

Paralelamente, Auditores realizam a operação nos portos lacustres de Santa Helena (PR) e Guaíra (PR), em conjunto com o Porto Seco de Mundo Novo (MS). Os três recintos estão totalmente paralisados para a saída de veículos, com 100% de retenção. 

Na fronteira com o Uruguai, em Sant’Ana do Livramento (RS), há fiscalização de veículos leves, cargas e ônibus. Por causa disso, longas filas de carros se formaram no decorrer desta quarta-feira (21). A operação continua na quinta (22). Nos dias 28 e 29, a operação-padrão será intensificada no Porto Seco Rodoviário de Uruguaiana e na Ponte Internacional Augustin Justo – Getúlio Vargas, com controle mais rigoroso do trânsito aduaneiro.  

Tanto na terça (20) como nesta quarta-feira (21), Auditores-Fiscais do Serviço de Bagagem (Sebag) do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) realizaram fiscalização das bagagens acompanhadas de 100% das malas e passageiros que desembarcavam de voos internacionais, entre 5h30 e 11h30. Foram 14 voos e 2.715 passageiros fiscalizados no dia 20. Já no dia 21, foram 15 voos e 2.872 passageiros. A ação gerou aglomeração de passageiros no saguão de desembarque internacional e próximo às esteiras de restituição de bagagens. Também impactou diretamente os horários dos voos de conexão, por causa da demora na saída dos passageiros da área de fiscalização de bagagens.  

No despacho aduaneiro do Centro Integrado de Fronteira de São Borja (RS), divisa com a Argentina, Auditores estão fazendo fiscalização ostensiva de veículos que ingressam no Brasil. A liberação dos trânsitos – tanto de importação, como de exportação – está sendo feita somente no fim do dia. Cerca de 60 caminhões foram vistoriados. Além disso, Auditores estão realizando fiscalização mais rigorosa dos veículos do pátio, o que causa demora na liberação das cargas e longas filas de veículos.  

Veja fotos e vídeo abaixo:

Ponte da Amizade, Foz do Iguaçu (PR)

Sant’Ana do Livramento

Aeroporto do Galeão (RJ)

Fonte: Sindifisco Nacional

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Agricultura, Agronegócio, Comércio Exterior, Exportação, Notícias

Frigorífico de Itajaí é um dos 14 de SC suspensos pela China

A unidade itajaiense está entre os frigoríficos que perderam habilitação para exportar frango

Itajaí entrou na lista dos municípios com frigoríficos suspensos pela China após a confirmação de um foco de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) no Rio Grande do Sul. A planta itajaiense está entre as 14 unidades catarinenses que perderam a habilitação para exportar carne de frango e derivados ao país asiático.

A decisão foi registrada na plataforma oficial da Administração Geral de Alfândegas da China (GACC) e é válida desde sábado passado, dia 17. A suspensão segue o protocolo sanitário firmado entre Brasil e China, que determina a paralisação imediata das exportações em casos de doenças de notificação obrigatória.

Cidades afetadas

Além de Itajaí, foram suspensas unidades em Concórdia, Nova Veneza, Quilombo, Forquilhinha, Maravilha, São José, Seara, Itapiranga, Xaxim, Videira, Guatambú e Chapecó.

A medida acompanha a suspensão temporária das exportações brasileiras de carne de frango para a China após a confirmação do vírus em uma granja de Montenegro, no RS, no dia 15. A planta de Itajaí, que até então estava habilitada, entrou na nova rodada de restrições.

Para tentar conter o avanço do vírus e diminuir os prejuízos, o governo de Santa Catarina adotou medidas emergenciais. Na sexta-feira, a Secretaria da Agricultura e a Cidasc publicaram a Nota Técnica n.º 002/2025, proibindo a entrada de aves vivas e ovos férteis vindos de 13 cidades da zona de contenção do RS, incluindo Montenegro, Canoas e Sapucaia do Sul.

Cargas de outras regiões do estado vizinho só podem entrar em SC após desinfecção obrigatória nos postos de fiscalização. Os postos da divisa sul estão sob inspeção reforçada, com controle físico e documental das cargas.

“Santa Catarina é o segundo maior exportador de carne de frango do Brasil, graças à implementação das normas de biosseguridade e ao trabalho da defesa sanitária por meio da Cidasc. Seguindo as orientações do governador Jorginho Mello, estamos vigilantes e reforçando todas as medidas para impedir a entrada dessa doença no estado. Precisamos que cada um faça a sua parte”, afirmou o secretário da Agricultura, Carlos Chiodini.

Impacto bilionário 

A China é o principal destino do frango brasileiro, responsável por 13% de todo o volume exportado. Em 2024, o Brasil vendeu 561 mil toneladas para o mercado chinês, movimentando US$ 1,288 bilhão.

O governo federal notificou a China sobre a suspensão dos embarques no dia 15 de maio, como determina o protocolo sanitário. Agora, o Brasil tenta negociar uma flexibilização para restringir a suspensão apenas ao estado ou ao município afetado. A liberação pode acontecer 28 dias após a desinfecção do foco.

FONTE: Diarinho

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Notícias

O governo nacional aprova um novo regime para a Marinha Mercante

A medida flexibiliza o cabotagem e modifica o regime de tripulações

O Poder Executivo estabeleceu, por meio do Decreto de Necessidade e Urgência 340/2025, o Regime de Exceção da Marinha Mercante Nacional. O texto, assinado pelo presidente Javier Milei e publicado em 21 de maio no Boletim Oficial, autoriza os armadores argentinos a solicitarem a suspensão temporária do registro nacional de seus navios para inscrevê-los em registros estrangeiros, sem que percam o status de bandeira argentina.

O decreto afirma que a Marinha Mercante enfrenta uma situação crítica devido à falta de competitividade, atribuída aos altos custos operacionais e a um marco regulatório considerado restritivo. Argumenta-se que o regime atual desestimula os armadores a operar sob bandeira nacional, o que teria causado uma perda superior a 80% da frota que integrava o pavilhão argentino desde 1991.

A norma estabelece que os armadores poderão aderir ao regime por um período máximo de dez anos, sem que isso implique a exclusão definitiva do registro nacional. Ao final desse prazo, a embarcação poderá ser reincorporada automaticamente ao registro argentino, sem custos adicionais. Ficam excluídas dessa possibilidade as embarcações destinadas à pesca, ao transporte de passageiros ou veículos com menos de 500 toneladas de arqueação bruta, bem como as atividades esportivas ou recreativas.

Além disso, o decreto determina que a navegação marítima e fluvial com fins comerciais — seja para transporte de carga ou de pessoas —, os serviços conexos e as operações offshore passam a ser considerados serviços essenciais. Com isso, essa atividade é incorporada ao artigo 24 da Lei 25.877, o que implica a obrigação de garantir no mínimo 75% da prestação habitual do serviço em caso de conflito trabalhista.

Outra mudança relevante é a flexibilização do regime de cabotagem. Com a nova regulamentação, será permitida a participação de embarcações estrangeiras em rotas nacionais quando não houver unidades disponíveis com registro argentino. Nesses casos, os navios estrangeiros poderão operar por até 180 dias, renováveis. Caso ultrapassem os 60 dias de operação, deverão ser tripulados por pessoal argentino ou residentes permanentes no país.

Também foi reformada a Lei de Navegação nº 20.094. Foi eliminado o artigo que exigia a demonstração de interesse público como condição para a retirada de embarcações do registro nacional. Além disso, foi modificado o procedimento para o cancelamento ou a incorporação de navios, com a redução dos prazos e a introdução do mecanismo de silêncio positivo em casos de demora administrativa.

No que diz respeito à composição das tripulações, o decreto concede aos armadores a faculdade de determinar a quantidade de tripulantes com base no tipo de operação realizada, deixando de subordinar essa decisão a sindicatos ou à autoridade estatal. A recém-criada Agência Nacional de Portos e Navegação (ANPyN), vinculada ao Ministério da Economia, poderá emitir recomendações técnicas, mas estas não terão caráter vinculante. A responsabilidade de estabelecer o número mínimo de pessoal de segurança a bordo continuará sendo da Prefectura Naval.

O decreto também altera aspectos da Lei 27.419, como o tratamento de embarcações afretadas a casco nu, que passam a ser reconhecidas como de bandeira nacional. O limite de antiguidade permitido para esses navios é ampliado para 20 anos, e elimina-se a exigência de contratação exclusiva com estaleiros nacionais.

Além disso, suprimem-se artigos da Lei 27.418 relacionados à Comissão Assessora da Indústria Naval, e é revogada a obrigação de construir ou reparar embarcações em oficinas navais locais.

O governo justifica a decisão no contexto da emergência econômica, administrativa, financeira e energética previamente declarada. O texto destaca que a situação do setor representa um risco para a conectividade, a segurança operacional e a economia do país, e que as mudanças visam evitar a extinção da Marinha Mercante, promover investimentos, reduzir custos logísticos e fomentar o comércio exterior.

Fonte: Ser Industria




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Informação, Notícias

Comunicado: Receita Federal informa indisponibilidade momentânea no sistema de emissão de documentos de arrecadação.

Equipes da Receita Federal e do Serpro estão atuando para retomar a normalidade.

Receita Federal informa instabilidade no sistema de emissão de documentos de arrecadação.

A Receita Federal está em contato com as equipes do Serpro em busca de uma resolução para o problema.

As datas de vencimento de tributos e prazos de entrega de declarações que recaiam no dia 20 de maio serão prorrogadas.

Em breve serão publicados os atos normativos com a nova data.

Fonte: Receita Federal

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Notícias, Portos

Moinho de Trigo do Porto de Ilhéus será reativado depois de 17 anos

A Autoridade Portuária Federal na Bahia (Codeba) vai reativar o Moinho de Trigo do Porto de Ilhéus após 17 anos de inatividade. O processo licitatório para a Cessão de Uso Onerosa da unidade industrial destinada ao processamento de trigo, administrada pela companhia, foi concluído na última semana, com a assinatura do contrato com a empresa Jav Indústria de Alimentos, proprietária do Grupo Maratá.

O investimento previsto para a implantação e operação da unidade fabril de moagem de trigo, incluindo a aquisição de equipamentos, a construção de novos silos de armazenagem e a recuperação do ativo físico para o pleno funcionamento do moinho, que permitam a movimentação de até 120 mil toneladas por ano é de R$ 130 milhões.

A área total concedida para o grupo é de 16.719 metros quadrados e o contrato para uso é de 35 anos.

Reativação

Para atingir o objetivo de reabrir o antigo moinho de trigo desativado, que possuía uma capacidade ociosa de beneficiamento de mais de 100 mil toneladas por ano, ao longo dos últimos dois anos, a Diretoria Empresarial e de Relação com o Mercado da Autoridade Portuária da Bahia realizou um intenso trabalho de prospecção de empresas em todo o país que operam no setor de beneficiamento de trigo em diversos estados do país e que pudessem se interessar em utilizar a área e as instalações físicas existentes.

“Além de resgatar uma importante atividade econômica para a região de Ilhéus e todo o estado da Bahia, a reativação do moinho possibilitará maior movimentação portuária, a geração de empregos diretos e indiretos na região, o aumento da receita do município e a atração de outros segmentos da cadeia produtiva do trigo, que poderão se instalar no entorno do Complexo Portuário de Ilhéus”, explicou o diretor José Demétrius Moura.

Segundo ele, além da receita com a importação de trigo para o beneficiamento no moinho do porto, esta boa notícia irá desenvolver economicamente o sul da Bahia, possibilitando a redução de custos para a atração e implantação futura de novas fábricas de alimentos.

O diretor-presidente da Autoridade Portuária da Bahia, Antonio Gobbo, ressaltou que a reativação do moinho de trigo é uma antiga reivindicação da população e uma excelente oportunidade de mercado, principalmente porque o Brasil não produz toda a quantidade de trigo utilizado para consumo interno.

“Estávamos com um equipamento desta importância parado há quase 20 anos, e o trabalho da Codeba possibilita que esta atividade industrial seja resgatada em Ilhéus, utilizando-se da infraestrutura existente de nossa propriedade”, explicou Gobbo.

A Codeba realizou no início deste ano as obras de dragagem de manutenção do porto para manter a profundidade de dez metros e acessibilidade dos navios que operam no Porto Organizado de Ilhéus.

A próxima etapa para o início das operações do Grupo Maratá para o beneficiamento do trigo é a entrega da Carta de Autorização da CODEBA para que o grupo Maratá assuma as áreas 3 e 4 do Complexo Portuário de Ilhéus.

Fonte: Portal Portuário

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Notícias

Operação Padrão da Receita Federal vai afetar a fronteira até sexta-feira (23)

Entre os dias 21 e 23 de maio, as categorias atuarão com rigor redobrado na fiscalização da Ponte da Amizade e Tancredo Neves.

Auditores e analistas da Receita Federal iniciaram nesta quarta-feira (21), mais uma operação padrão. Com isso, as filas na BR-277 e também para cruzar as fronteiras com o Paraguai e Argentina podem aumentar até sexta-feira (23).

Segundo o sindicato da categoria, os servidores atuarão com rigor redobrado na fiscalização na Ponte Internacional da Amizade e Ponte Tancredo Neves, o que poderá impactar o fluxo e o tempo de liberação de mercadorias.

Confira a nota completa do SINDIRECEITA:

O Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal em Foz do Iguaçu e o Sindicato dos Analistas Tributários da Receita Federal em Foz do Iguaçu informam que, de forma inédita, realizarão uma Operação Padrão conjunta, intensificando o movimento grevista que ocorre desde dezembro do ano passado.

Entre os dias 21 e 23 de maio, as categorias atuarão com rigor redobrado na fiscalização das operações aduaneiras nos principais pontos da fronteira, Ponte Internacional da Amizade e Ponte Tancredo Neves, o que poderá impactar o fluxo e o tempo de liberação de mercadorias.

Embora o movimento envolva a suspensão da liberação de cargas, serão mantidas as liberações de produtos perecíveis, medicamentos e demais itens essenciais, com o objetivo de minimizar os efeitos à sociedade e ao setor produtivo, reafirmando o compromisso dos servidores com o interesse público.

A intensificação do movimento decorre da intransigência do governo federal, que até o momento não apresentou proposta de recomposição das perdas salariais acumuladas desde 2016. Soma-se a isso a edição das resoluções 7 e 8 do Comitê Gestor do Programa de Produtividade da Receita Federal, que reduziram de forma abrupta a remuneração variável da categoria, em atitude vista como retaliação ao legítimo direito de greve.

Além da luta por justiça salarial e isonomia de tratamento em relação a outras carreiras do Executivo Federal, os sindicatos denunciam a política de enfraquecimento institucional da Receita Federal, agravada pela falta crônica de pessoal. Em Foz do Iguaçu, não há auditores e analistas suficientes sequer para suprir a atual demanda, realidade que tende a piorar com a abertura da nova ponte de ligação com o Paraguai, sem previsão de reforço de quadro funcional.

Esse cenário compromete a fiscalização aduaneira, a arrecadação tributária e o combate a ilícitos, afetando diretamente o financiamento de políticas públicas e serviços essenciais à população. A desvalorização e o tratamento discriminatório enfrentado pelos servidores da Receita Federal ameaçam uma instituição estratégica para a soberania nacional e a justiça fiscal.

Lamentamos profundamente os transtornos, mas reiteramos que a mobilização é necessária para garantir o reconhecimento das carreiras e a preservação da Receita Federal como instituição de Estado.

Reafirmamos nosso compromisso com a sociedade e seguimos abertos ao diálogo com o governo federal, em busca de medidas que assegurem o respeito, a valorização e a dignidade profissional de Analistas Tributários e Auditores Fiscais.

Fonte: Portal da Cidade Foz do Iguaçu

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Informação, Notícias, Portos

Receita Federal apreende mais 800 kg de cocaína em carregamento de café no Porto de Santos, SP

A Receita Federal apreendeu 832 kg de cocaína no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta quinta-feira (8). Segundo o órgão, a droga estava escondida em um carregamento de 19 toneladas de café e foi localizada com a ajuda de cães farejadores.
De acordo com a Receita Federal, a carga foi interceptada durante os trabalhos de rotina de vigilância e repressão aduaneiras realizados por equipes da Alfândega de Santos. O carregamento estava guardado em sacas e tinha como destino o porto de Antuérpia, na Bélgica.

Durante a verificação foram encontradas várias sacas com tabletes de cocaína ocultos entre os grãos de café. O órgão acrescentou que dois cães de faro da Alfândega sinalizaram positivamente para a presença de entorpecentes.

Após a confirmação da contaminação da carga, a Polícia Federal foi acionada para investigar o caso. Ninguém foi preso.

Fonte: G1

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