Economia, Notícias

Em derrota para governo, Câmara derruba aumento do IOF; Senado ainda votará

Proposta foi aprovada em um plenário esvaziado durante sessão semipresencial

Em derrota para o governo, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25), por 383 votos a 98 votos, o projeto que derruba o decreto do Executivo sobre o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

A proposta segue agora para a análise do Senado, onde o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP), indicou que há expectativa de votação ainda nesta quarta.

Sob queixas de governistas, a proposta foi aprovada pela Câmara em um plenário esvaziado durante sessão semipresencial, em que os deputados podem votar de forma virtual por aplicativo. Por conta das festividades de São João, o Congresso tem nesta semana sessões remotas.

A matéria inicialmente não estava na pauta prevista do plenário. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que colocaria a proposta em votação na noite de terça-feira (24).

A decisão surpreendeu o Planalto e congressistas da base aliada, que esperava tempo maior para articular contra o texto. Na semana passada, a Casa aprovou a urgência do projeto, o que permite a análise diretamente no plenário.

O texto aprovado foi o do relator, deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO). A escolha do parlamentar foi criticada por integrantes da base governista e defendida pela oposição.

A proposta aprovada susta todos os decretos do governo que aumentaram as alíquotas do IOF – as três normas editadas desde maio. O projeto tramitou apensado (de forma conjunta) com outras 36 propostas de mesmo teor. A maioria dos textos foi patrocinada pela oposição.

A base governista tentou barrar a votaçãodo projeto e apresentou um pedido de retirada de pauta, que foi rejeitado por 349 votos a 104.

O último decreto editado pelo governo com a “recalibragem” ajustou a expectativa de arrecadação da elevação do IOF para R$ 10 bilhões em 2025. Antes, a versão original, publicada em maio e reeditada em junho, previa uma receita de aproximadamente R$ 20 bilhões.

Em defesa da projeto para sustar a medida, a oposição tem criticado iniciativas de aumento de impostos e afirma que o IOF não é um imposto com fim “arrecadatório”. Por outro lado, governistas defendem que as mudanças nas alíquotas são necessárias para garantir o equilíbrio fiscal e evitar novo contingenciamento de recursos de programas sociais.

Na votação, apenas as bancadas da federação formada por PT, PC do B e PV, o governo, a maioria e federação PSOL-Rede orientaram contra o projeto. O PP, Republicanos, União Brasil, PSD e MDB, partidos com representantes no comando de ministérios da Esplanada, orientaram a favor.

Decretos do IOF

As mudanças no IOF foram inicialmente determinadas em 22 de maio, mas a insatisfação de parlamentares e a repercussão negativa no mercado financeiro motivaram uma reavaliação do Executivo.

O governo editou em 11 de junho um decreto que “recalibrou” as alíquotas do IOF e uma medida provisória com propostas alternativas. Os ajustes foram acordados em reuniões com líderes partidários e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Mesmo assim, congressistas mantiveram críticas a ações de aumento de impostos e passaram a cobrar novas opções de corte de despesas. Menos de uma semana depois, a Câmara aprovou a urgência do projeto para derrubar as mudanças no IOF.

Para o decreto do governo ser de fato derrubado, além da aprovação do mérito do projeto, a proposta também precisa do aval do Senado. Se for aprovado pelos senadores sem alterações, voltam a valer as regras sobre o IOF que vigoravam anteriormente.

“Como medida de segurança jurídica, inclusive para a atuação da administração fazendária e cobrança regular do imposto em questão, o substitutivo prevê expressamente o restabelecimento da redação do Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, vigente anteriormente às alterações promovidas pelos três decretos sustados”, afirmou o relator no parecer.

Fonte: CNN Brasil

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Internacional, Notícias

Trump cita petróleo e rejeita mudança de regime no Irã: “Provoca caos”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (24/6) que não deseja uma mudança de regime no Irã, recuando de declarações anteriores em que levantava essa possibilidade. A fala foi feita em conversa com a imprensa na porta do avião presidencial dos EUA, o Air Force One, no qual Trump fez viagem rumo à Holanda, onde participará de uma reunião da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

“Uma mudança de regime provoca caos, e idealmente não queremos ver tanto caos”, disse o presidente a jornalistas. “Gostaria de ver tudo se acalmar o mais rápido possível”, completou.

A declaração acontece após um fim de semana marcado por tensão entre os dois países, quando os EUA atacaram três instalações nucleares iranianas. Na ocasião, Trump chegou a sugerir uma possível troca de liderança em Teerã em publicação no Truth Social:

“Se o atual regime iraniano não consegue TORNAR O IRÃ GRANDE NOVAMENTE, por que não haveria uma mudança de regime??? MIGA!!!”, escreveu, em tom irônico.

Apesar do recuo na retórica, Trump manteve a posição firme quanto à proibição de que o Irã desenvolva armas nucleares.

“Eles nunca terão energia nuclear, mas, tirando isso, devem fazer um ótimo trabalho. Eles têm muito petróleo, vão se sair bem”, afirmou, acrescentando que os iranianos são “ótimos negociadores e empresários”.

Cenário de incerteza
Uma mudança abrupta no governo iraniano não garantiria um aliado para os Estados Unidos ou para Israel. O vácuo de poder, poderia abrir espaço para facções mais radicais e até acelerar o desejo do Irã de obter uma bomba nuclear como forma de retaliação aos ataques recentes.

Além disso, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, que concentra grande parte do poder, pode ser substituído se for morto ou deposto, mas o colapso do regime como um todo é visto como um risco ainda maior para a estabilidade regional.

Trump e sua fama de “intermediador”
Nessa segunda-feira (23/6), o líder norte-americano anunciou um acordo de cessar-fogo entre Israel e Irã, colocando um ponto final no conflito que durou quase duas semanas de confrontos militares diretos entre as duas potências rivais do Oriente Médio.

Ao comunicar a trégua, Trump descreveu o episódio como uma “guerra de 12 dias” e afirmou que sua mediação foi decisiva para evitar uma escalada ainda maior.

Trump aproveitou o momento para assumir o protagonismo nas negociações, buscando reforçar sua imagem de pacificador — mesmo após lançar uma grande ofensiva contra o território iraniano.

“Esta é uma guerra que poderia ter durado anos e destruído todo o Oriente Médio, mas não destruiu e nunca destruirá!”, afirmou o norte-americano.

Fonte: Metrópoles

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Notícias

Navio com 3 mil veículos pega fogo e afunda no Pacífico

Fogo foi localizado em um dos conveses com veículos eletrificados

O navio Morning Midas transportava cerca de 3 mil veículos quando afundou. A embarcação pegou fogo no meio do Oceano Pacífico ainda no início do mês e devido aos danos acabou afundando nesta segunda-feira (23).

Todos os 22 tripulantes do navio foram retirados pela Guarda Costeira dos Estados Unidos e transferidas para outra embarcação. 

Fonte: NSC Total

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Exportação, Notícias

Gripe Aviária: Exportações de Frango Brasileiras Resistem a Suspensões Internacionais

Após 28 dias de bloqueio sanitário, o setor de carne de frango brasileiro se prepara para retomar as exportações da proteína e seus derivados. Desde a última quarta-feira (18/06), o Brasil voltou a negociar com os 21 países que haviam imposto restrições comerciais após a confirmação de um caso de gripe aviária em Montenegro, no Rio Grande do Sul, em 19 de maio.

Durante esse período, 21 países suspenderam totalmente as importações, com destaque para a China, principal comprador, enquanto outros 15 limitaram as restrições apenas ao estado gaúcho.

Apesar das suspensões, o Brasil continuou exportando carne de frango e seus derivados para diversos mercados. Em maio, os embarques da proteína registraram uma queda de 12,9%, totalizando 393,4 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Confira a seguir um histórico das exportações brasileiras de carne de frango a partir de janeiro de 2022. O gráfico foi elaborado com dados do DataLiner:

Exportações Brasileiras de Frango | Jan 2022 – Abr 2025 | TEUs

De janeiro a maio, o volume exportado atingiu 2,256 milhões de toneladas, um aumento de 4,8% em relação ao mesmo período de 2024.

Fonte: Porto Ferreira Hoje

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Notícias

TRAGÉDIA: Caminhoneiro morre após ser esmagado por contêiner

Um caminhoneiro de 48 anos m0rreu esmagado após um contêiner cair sobre o veículo nesta segunda-feira (23/6), em um terminal de contêineres marítimos do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma ventania na região contribuiu para a queda da estrutura.

O caso aconteceu nesta manhã, por volta das 10h, no MedLog Terminal, localizado no bairro Chico de Paula. No horário do ocorrido, o município de Santos registrava rajadas de vento de até 63,8 km/h.

Policiais militares foram acionados para atender à ocorrência, onde apuraram que dois contêineres caíram de uma pilha, sendo que um atingiu diretamente um caminhão-reboque. A vítima estava na cabine do veículo e mobilizava as estruturas.

Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Civil investiga as causas do acidente. A autoridade requisitou exame pericial para o local e exame necroscópico para a vítima.

O caso foi registrado como homic1dio culposo no 5° Distrito Policial (DP) de Santos. Investigações estão em andamento para esclarecer os fatos.

Fonte: Metrópoles

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Notícias

Companhias aéreas avaliam cancelamentos no Oriente Médio após ataques dos EUA no Irã

Além do aumento dos custos de combustível e da tripulação decorrentes de desvios e cancelamentos, as companhias aéreas também enfrentam um possível aumento nos custos do combustível de aviação

As companhias aéreas estão avaliando nesta segunda-feira por quanto tempo suspenderão os voos no Oriente Médio, já que o conflito na região entrou em uma nova fase após os Estados Unidos atacarem as principais instalações nucleares iranianas e a promessa de Teerã de se defender.

Nos últimos dias, os cancelamentos de voos por parte de companhias aéreas internacionais em centros de aviação resilientes, como os aeroportos de Dubai e de Doha, mostram como as preocupações do setor de aviação com a região aumentaram.

O espaço aéreo normalmente movimentado que se estende do Irã e do Iraque até o Mediterrâneo tem estado praticamente vazio de tráfego aéreo comercial por 10 dias desde que Israel começou a atacar o Irã em 13 de junho, já que as companhias aéreas desviam, cancelam e atrasam voos pela região devido ao fechamento do espaço aéreo e às preocupações com a segurança.

A principal companhia aérea asiática, a Singapore Airlines, que descreveu a situação como “fluida”, cancelou os voos para Dubai até terça-feira, tendo anteriormente cancelado apenas seu serviço de domingo.

A Iberia, membro do grupo IAG, cancelou os voos de domingo e segunda-feira para Doha após fazer sua própria avaliação, informou um porta-voz. A empresa ainda não tomou uma decisão com relação aos voos posteriores.

A Air France KLM cancelou os voos de e para Dubai e Riad no domingo e na segunda-feira, e a Finnair cancelou os voos de Doha pelo menos até terça-feira.

A Air Astana, do Cazaquistão, cancelou os voos para Dubai na segunda-feira.

No entanto, algumas companhias aéreas internacionais esperavam retomar os serviços.

Os painéis de partidas do Flightradar24 mostram que a British Airways, de propriedade da IAG, estava pronta para retomar os voos para Dubai e Doha na segunda-feira, depois de cancelar as rotas de e para esses aeroportos no domingo.

Com o espaço aéreo russo e ucraniano fechado para a maioria das companhias aéreas devido a anos de guerra, o Oriente Médio se tornou uma rota mais importante para voos entre a Europa e a Ásia. Em meio a ataques aéreos e de mísseis nos últimos 10 dias, as companhias aéreas seguiram para o norte, via Mar Cáspio, ou para o sul, via Egito e Arábia Saudita.

Além do aumento dos custos de combustível e da tripulação decorrentes dos desvios e cancelamentos, as companhias aéreas também enfrentam um possível aumento nos custos do combustível de aviação, já que os preços do petróleo subiram após os ataques dos EUA.

Fonte: Valor Econômico

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Notícias, Tecnologia

Maior operadora de jatos E175 encomenda 60 novas aeronaves da Embraer

A Embraer anunciou nesta quarta-feira (18) uma encomenda firme de 60 jatos E175 pela norte-americana SkyWest, com opção de compra de mais 50 aeronaves. As entregas estão programadas para começar em 2027. O valor do contrato referente aos 60 aviões é de US$ 3,6 bilhões, segundo preço de lista, e será incluído na carteira de pedidos do segundo trimestre da fabricante brasileira.

Com uma frota atual de 263 jatos e um backlog de 16 unidades, a SkyWest se consolida como a maior operadora de E-Jets do mundo. O novo pedido reforça a posição da companhia como líder global na operação do modelo E175, que é referência em aviação regional nos Estados Unidos. Os jatos serão operados pela Delta Connection, subsidiária regional da Delta Air Lines que possui contrato com a SkyWest.

Como maior operadora de E175 do mundo, estamos satisfeitos em continuar expandindo nossa frota e fortalecendo nossa presença no segmento de cabine dupla. Essa encomenda nos permite avançar em nossa estratégia de longo prazo e manter a excelência no serviço regional”, declarou Chip Childs, presidente e CEO da SkyWest.

Arjan Meijer, CEO da Embraer Aviação Comercial, também celebrou o anúncio: “Estamos entusiasmados em continuar nossa longa parceria com a SkyWest. O E175 é a espinha dorsal da aviação regional na América do Norte, e esse pedido demonstra a confiança da SkyWest no desempenho, confiabilidade e conforto dos nossos jatos.

A relação entre Embraer e SkyWest começou em 1986, com a aquisição de cinco turboélices EMB-120 Brasília. No fim dos anos 1990, a empresa norte-americana já operava mais de 40 unidades do modelo. A parceria foi renovada em 2013 com a compra de 100 E175s, e hoje a SkyWest é a maior operadora desse jato no mundo.

Fonte: Aeroin

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Comércio Exterior, Exportação, Industria, Notícias

Santa Catarina avança para ampliar exportações de carne bovina ao Japão 

Santa Catarina está determinada a dar um novo passo em sua trajetória de sucesso no comércio exterior. Com um histórico consolidado nas exportações de carne suína e de frango para o Japão, o Estado agora quer conquistar a habilitação para exportar carne bovina ao exigente mercado japonês. Esse é um dos objetivos da missão estratégica ao país asiático que começou no último dia 13 e deve durar cerca de 10 dias. “Santa Catarina está pronta para exportar carne bovina ao Japão. Já temos um histórico de excelência na venda de carne suína e queremos ampliar essa relação comercial”, afirmou o governador Jorginho Mello. 

Durante as agendas em Tóquio, realizadas na quarta-feira (18), a comitiva catarinense esteve no Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (MAFF) e na Embaixada do Brasil, reforçando o pedido para que Santa Catarina seja o primeiro estado brasileiro autorizado a exportar carne bovina ao Japão. A ação integra uma estratégia maior de internacionalização da economia catarinense, valorizando a excelência sanitária do estado como um diferencial competitivo. “O controle sanitário e a qualidade da carne de suíno e de aves que entregamos ao Japão abrem as portas comerciais para o setor de carne bovina. Temos qualidade, competitividade e a relação de confiança na sanidade do plantel catarinense. O novilho precoce é o grande atrativo que alia qualidade, sustentabilidade e sanidade”, ressaltou Celles Regina de Mattos, presidente da Cidasc. 

Estado já lidera exportações de carnes ao Japão 

Em 2024, o Japão foi o principal destino das exportações de carne de frango catarinense, com embarques que somaram 148,4 mil toneladas e geraram US$ 283,8 milhões em receita. No setor suinícola, o país asiático aparece como terceiro maior comprador, com 93,4 mil toneladas e uma movimentação de US$ 312,4 milhões. 

Santa Catarina exporta carne de frango para o Japão desde 1989, e carne suína in natura desde 2013. Agora, a meta é abrir também o mercado japonês para a carne bovina catarinense, o que ampliaria ainda mais a presença do Estado na Ásia. 

Reconhecimento sanitário fortalece posição de SC 

A força do agro catarinense no comércio exterior se deve, sobretudo, ao rigor sanitário. Santa Catarina é, desde 2007, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como zona livre de febre aftosa sem vacinação — status fundamental para acessar mercados exigentes como o japonês. O estado também tem a menor prevalência de tuberculose e brucelose bovina no país e é o único com identificação individual de 100% do rebanho bovino, via sistema SRBOV-SC. “As relações comerciais com o Japão são resultado de confiança mútua, compromisso com a qualidade e pioneirismo sanitário. Reafirmamos nosso trabalho para ampliar a presença catarinense no mercado japonês, agora com a carne bovina”, afirmou o secretário de Agricultura, Carlos Chiodini. 

SC Day reúne grandes empresas e potenciais investidores em Tóquio 

Durante o SC Day Tóquio, evento promovido na Embaixada do Brasil, Jorginho Mello apresentou as potencialidades catarinenses a representantes de conglomerados japoneses como Mitsui, Mitsubishi, Sumitomo, Itochu, Marubeni, Yokorei e Nippon, além das operações locais da BRF e da Seara. “Santa Catarina tem excelência em sanidade animal, com status internacional reconhecido e um parque industrial moderno. Estamos prontos para exportar carne bovina com a mesma qualidade com que já exportamos frango e suíno para mais de 150 países”, reforçou o governador. 

A comitiva também cumpriu agendas com a agência de comércio exterior JETRO, a agência de cooperação internacional JICA e a Federação das Indústrias do Japão (Keidanren). 

Porto de São Francisco do Sul receberá investimentos japoneses 

A visita ao Japão também gerou avanços na área de infraestrutura logística, essencial para a competitividade do comércio exterior. Foi assinado um protocolo de intenções entre o Governo de SC e a empresa japonesa Marubeni, com foco em novos investimentos no Porto de São Francisco do Sul. “Significa investimentos de milhões de dólares e, ao mesmo tempo, oportunidade de emprego e renda para o catarinense. Nós queremos exportar para o mundo a nossa proteína animal, mas precisamos de investimentos em infraestrutura, sejam elas ferroviárias, rodoviárias e portos”, destacou o secretário de Articulação Internacional, Paulo Bornhausen. 

Uma missão para abrir portas e construir o futuro 

A delegação catarinense reúne representantes dos três poderes, prefeitos de cidades estratégicas como Joinville e Blumenau, além de lideranças empresariais das federações Fecomércio, Fiesc e Acate. “Santa Catarina é um estado que tem muito a oferecer, e esta missão à Ásia é uma grande oportunidade de abrir novas portas para os nossos produtos, atrair investimentos e desenvolver soluções inovadoras em parceria com quem é referência mundial”, destacou o governador Jorginho Mello. 

Além da abertura do mercado japonês para a carne bovina, a missão tem entre os objetivos a atração de investimentos em infraestrutura, o fortalecimento das exportações agrícolas e pesqueiras, e a projeção de Santa Catarina como referência global em sanidade animal e qualidade industrial. 

TEXTO: REDAÇÃO 

FOTOS: SECOM/SC 

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Notícias

Lista com as melhores companhias aéreas do mundo tem duas brasileiras; veja ranking

A Qatar Airways manteve a liderança no ranking do Skytrax World Airline Awards, prêmio conhecido como o “Oscar” da aviação

A lista das melhores companhias aéreas do mundo foi divulgada nesta terça-feira, 17, durante o Paris Air Show. A Qatar Airways manteve a liderança no ranking do Skytrax World Airline Awards, prêmio conhecido como o “Oscar” da aviação. A premiação avalia diversos aspectos do serviço, incluindo o conforto dos assentos, a qualidade das refeições, o atendimento da tripulação e as amenidades oferecidas aos passageiros.

O ranking deste ano também destaca a LATAM, companhia chile-brasileira, que, assim como em 2024, manteve sua posição como a melhor companhia aérea da América do Sul. Na lista geral, a LATAM ocupa a posição 43. No Brasil, a companhia segue vivendo um bom momento, com sua participação de mercado crescendo para 40% em abril de 2025, um aumento considerável em relação aos 33% registrados em 2021, de acordo com dados da ANAC.

No ranking do Skytrax World Airline Awards, outra companhia brasileira que aparece é a Azul, que ocupava a posição 53 em 2023, mas sofreu uma queda significativa, passando para a posição 71 este ano. A queda reflete os desafios que a Azul enfrenta para manter sua competitividade no cenário global, embora ainda seja uma das principais companhias aéreas no Brasil.

O Skytrax World Airline Awards, que existe desde 1999, continua sendo uma das avaliações mais respeitadas da indústria de aviação. As companhias que figuram nas primeiras posições não se destacam apenas pela qualidade do serviço, mas também pela inovação e excelência no atendimento aos clientes, como é o caso da Qatar Airways, que segue sendo referência em conforto, gastronomia e entretenimento a bordo.

As melhores companhias aéreas do mundo

PosiçãoCompanhia Aérea
1Qatar Airways
2Singapore Airlines
3Cathay Pacific Airways
4Emirates
5ANA All Nippon Airways
6Turkish Airlines
7Korean Air
8Air France
9Japan Airlines
10Hainan Airlines
11Swiss International Air Lines
12EVA Air
13British Airways
14Qantas Airways
15Lufthansa
16Virgin Atlantic
17Saudia
18STARLUX Airlines
19Air Canada
20Iberia
21KLM Royal Dutch Airlines
22Delta Air Lines
23Austrian Airlines
24Air New Zealand
25Finnair
26Etihad Airways
27Malaysia Airlines
28AirAsia
29Thai Airways
30Scoot
31Fiji Airways
32Bangkok Airways
33China Southern Airlines
34Virgin Australia
35Gulf Air
36Air Astana
37China Airlines
38Ethiopian Airlines
39IndiGo
40Eurowings
41Asiana Airlines
42Vueling Airlines
43LATAM
44Porter Airlines
45Volotea
46Garuda Indonesia
47Aegean Airlines
48Oman Air
49Transavia France
50Azerbaijan Airlines
51United Airlines
52jetBlue Airways
53Iberia Express
54Aer Lingus
55LOT Polish
56Hong Kong Airlines
57ITA Airways
58Flynas
59EasyJet
60Air Transat
61Ryanair
62Vietnam Airlines
63Air Mauritius
64RwandAir
65TAP Portugal
66Jet2.com
67South African Airways
68Egyptair
69Alaska Airlines
70Royal Air Maroc
71Azul
72HK Express
73Breeze Airways
74flyDubai
75WestJet
76Southwest Airlines
77airBaltic
78TUI Airways
79SunExpress
80SAS Scandinavian
81JetSMART Airlines
82Air Dolomiti
83American Airlines
84Air India
85Royal Brunei Airlines
86SKY Airline
87FlyArystan
88Jetstar Airways
89Kenya Airways
90Allegiant Air
91Sun Country Airlines
92StarFlyer
93Jetstar Asia
94Air Canada rouge
95Peach
96Copa Airlines
97QantasLink
98China Eastern Airlines
99Air Serbia
100Hawaiian Airlines

Fonte: Exame

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Notícias

Navio de carga Harmonia naufraga a caminho de Fernando de Noronha e tripulação é resgatada com vida, diz Marinha

Naufrágio aconteceu a aproximadamente 50 milhas náuticas (cerca de 90 quilômetros) de Tibau do Sul, município do estado do Rio Grande do Norte.

O navio de carga Harmonia naufragou no domingo (15) durante viagem do Recife para Fernando de Noronha. Os oito tripulantes foram resgatados com vida, segundo informou a Marinha em nota.

“A Marinha do Brasil (MB) informa que tomou conhecido, na noite do domingo (15), do naufrágio do navio de transporte de carga ‘Harmonia’, a aproximadamente 50 milhas náuticas (cerca de 90 quilômetros) de Tibau do Sul, município do estado do Rio Grande do Norte”, indicou a nota.

A nota informou, ainda, que os oito tripulantes que estavam a bordo do Harmonia foram resgatados com vida pelo navio mercante (NM) ‘M.V. Amstel Lion’, que trafegava nas proximidades do naufrágio, e encontram-se em bom estado de saúde.

O dono da embarcação, Maurício Júnior, divulgou uma nota e confirmou que toda tripulação foi resgatada por um navio que estava em rota e seguia para o Rio de Janeiro. A nota indicou que a tripulação tentou evitar o naufrágio.

“A embarcação Harmonia estava até o momento do resgate flutuando. Ao parecer um problema na casa de máquinas todos procedimentos para evitar naufrágio, possível no momento, foram realizados” relatou a nota

O navio partiu da capital pernambucana no sábado (14). A Marinha informou que foi instaurado um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), pela Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte (CPRN), para apurar as circunstâncias e causas do naufrágio.

O Harmonia foi responsável pelo transporte da usina de asfalto, usada na obra de recuperação da pista do aeroporto de Fernando de Noronha.

Fonte: G1


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