Investimento, Portos

Porto de Itajaí arrecada mais de R$ 2 milhões em ISS e investe em cultura e esporte na cidade

O Porto de Itajaí segue impulsionando o desenvolvimento econômico e social do município. Apenas no primeiro semestre de 2025, a arrecadação com o Imposto Sobre Serviços (ISS) ultrapassou a marca de R$ 2 milhões.

“Esse porto movimentado é resultado da federalização, que já trouxe mais de R$ 2 milhões em ISS para o município e gerou um faturamento de R$ 105 milhões. Isso representa pão na mesa do trabalhador e investimentos diretos na nossa cidade. É um movimento para a economia local, enquanto o país enfrenta um verdadeiro atentado estrangeiro. O Porto segue firme”, afirmou o superintendente João Paulo Tavares Bastos. 

Parte desse montante está sendo direcionada para iniciativas esportivas e culturais da cidade, por meio da Lei Municipal nº 6.825/2017 (Incentivo ao Esporte) e da Lei Municipal nº 6.637/2015 (Incentivo à Cultura). Isso permite que empresas contribuintes do ISS repassem até 30% do valor devido para apoiar projetos aprovados pelas fundações competentes.

Além de movimentar a economia e gerar empregos, o Porto de Itajaí também colabora para o fortalecimento da cidadania, contribuindo com investimentos que impactam positivamente a vida da população.

Fonte: Porto de Itajaí

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Economia, Exportação, Investimento

China libera 183 empresas do Brasil para exportar café após tarifaço dos EUA

O interesse de investidores chineses pelo Brasil está em expansão e ganha novos contornos, o país asiático vem ampliando sua presença tanto em grandes projetos de infraestrutura quanto em setores voltados ao mercado interno, como consumo e serviços, ao mesmo tempo em que enfrenta tensões com os Estados Unidos, presididos por Donald Trump, em seu segundo mandato.

Segundo dados do Banco Central, apenas no primeiro semestre de 2025 os investimentos diretos chineses em participação de capital no Brasil somaram US$ 379 milhões, superando qualquer resultado anual desde 2018. Embora os números oficiais coloquem a China como a décima maior investidora, especialistas alertam que parte relevante do capital chega por meio de países intermediários, como Holanda e Luxemburgo. “Não necessariamente os números oficiais refletem o volume de atividade que vemos de empresas chinesas, porque, muitas vezes, o investimento não vem diretamente da China”, explica Stephen O’Sullivan, especialista em Societário e M&A do escritório Mattos Filho. Ele destaca o crescimento da procura de grupos chineses e cita operações recentes em mineração e petróleo.

A diversificação é visível. No setor de infraestrutura, projetos de peso estão em curso: a CRRC, fabricante de trens, abrirá fábrica em Araraquara (SP) e assinou contrato para fornecer 44 trens ao Metrô de São Paulo. A CCCC (China Communications Construction Company) é apontada como interessada no leilão do túnel Santos-Guarujá, enquanto a State Grid lidera obras de transmissão elétrica de R$ 18 bilhões e a Cofco instala terminal de grãos no Porto de Santos. Além disso, chineses miram portos e ferrovias estratégicas, com atenção especial ao megaterminal Tecon 10.

O movimento também atinge o mercado interno. Empresas como a Shein, Meituan e a rede de bebidas Mixue indicam o avanço chinês em consumo, delivery e serviços, áreas menos dependentes de licenciamento e regulação. “Temos uma população cada vez mais de classe média e consumidora, com interesse em tecnologia. É um mercado interessante para empresas chinesas”, afirma O’Sullivan. Fabiana D’Atri, economista da Bradesco Asset Management e diretora do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), acrescenta que o fluxo cresce à medida que os chineses conhecem melhor os riscos e oportunidades do país.

O fortalecimento dos laços bilaterais também tem dimensão geopolítica. O Brasil, membro fundador do Brics, discute adesão à Iniciativa Cinturão e Rota e firmou recentemente um megaprojeto ferroviário ligando o Atlântico ao Pacífico. Para analistas do Deutsche Bank, a aproximação com Pequim pode ter influenciado a decisão de Trump de aplicar tarifas de 50% a produtos brasileiros, em meio à estratégia dos EUA de conter a expansão chinesa.

Especialistas ressaltam, contudo, que o investidor chinês mantém cautela diante de volatilidade cambial, juros elevados e complexidade regulatória no Brasil. Ainda assim, a conjunção de crescimento econômico, abundância de recursos naturais — incluindo as “terras raras”, essenciais para alta tecnologia — e mercado consumidor em expansão reforça a atratividade brasileira para o capital da China.

Fonte: G1

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Investimento, Portos

APS moderniza infraestrutura crítica no Porto de Santos com investimento superior a R$ 3 milhões

A Autoridade Portuária de Santos (APS) concluiu a modernização da rede de dados e vigilância na área da Alemoa, margem direita do Porto de Santos, classificada como de risco no complexo portuário por movimentar granéis líquidos inflamáveis. Com investimento superior a R$ 3 milhões, as obras substituíram a comunicação via rádio por cerca de 3 km de fibra óptica, além de ampliar o número de câmeras de monitoramento de 12 para 32.

A fibra óptica confere maior estabilidade e segurança de dados na transmissão de informações em tempo real. Já as câmeras, certificadas para áreas de risco e resistentes a explosões, ampliam a cobertura e a eficiência do monitoramento, com resolução e tecnologia superiores aos modelos antigos.

“Cada projeto concluído reforça nosso compromisso com um porto do futuro, mais competitivo, seguro e alinhado às demandas do comércio global”, afirma Anderson Pomini, presidente da Autoridade Portuária de Santos.

A infraestrutura atende a necessidades operacionais de diversos setores, incluindo a Guarda Portuária, Segurança do Trabalho, Fiscalização, Atracação e Meio Ambiente, reforçando a segurança de uma das zonas mais sensíveis do Porto de Santos.

“A integração de recursos e competências entre as equipes da APS tem gerado resultados concretos para a eficiência operacional do porto, otimizando investimentos e acelerando entregas”, comenta o gerente de Infraestrutura de Dados da APS, Alex Henrique da Costa.

Somente em 2025, a Superintendência de Tecnologia da Informação (SUPTI) realizou investimentos de cerca de R$ 18 milhões em projetos de modernização. Os recursos também contemplam soluções como um novo sistema de controle de acesso, ampliação da conectividade das áreas portuárias e instalação de câmeras térmicas.

Ecossistema de Inovações
A Autoridade Portuária de Santos (APS) avança em um ambicioso portfólio de inovações para enfrentar desafios operacionais e consolidar sua liderança no cenário logístico internacional. Entre os projetos em andamento, constam uma rede 5G privativa, o VTMIS (Sistema de Gerenciamento e Informações do Tráfego de Embarcações) e o lançamento de um aplicativo que permite à população registrar e enviar demandas de zeladoria.

Fonte: Porto de Santos

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Investimento

CNI: investimentos brasileiros nos EUA cresceram 52,3% em uma década

Área de alimentos e bebidas, e o setor de plásticos têm destaque

Mapeamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que ao menos 70 empresas brasileiras mantêm investimentos produtivos em 23 dos 50 estados americanos. Segundo os dados divulgados nesta quinta-feira (24) os investimentos brasileiros em solo norte-americano alcançaram um estoque de US$ 22,1 bilhões em 2024, uma alta de 52,3% em relação a 2014. Os números mostram ainda que, entre 2020 e 2024, empresas brasileiras anunciaram mais de US$ 3,3 bilhões em novas operações no território americano.

Alimentos e bebidas, com 28%; plásticos, com 12,4%; produtos de consumo, com 9,8%; software e serviços de TI, com 9,6%; e metais, com 9,3% são os setores que lideram os investimentos brasileiros nos EUA.

Entre os estados americanos com maior número de empresas brasileiras com plantas produtivas estão a Flórida, com 12; a Georgia, com sete; Michigan, Minnesota, Missouri, Nova York, aparecem depois com seis empresas cada; e o Tennessee e o Texas, com cinco.

“O estudo revela que nos últimos cinco anos (2020-2025), 70 empresas brasileiras anunciaram projetos nos EUA, com destaques para JBS (US$ 807 milhões), Omega Energia (US$ 420 milhões), Companhia Siderúrgica Nacional (US$ 350 milhões), Bauducco Foods (US$ 200 milhões) e Embraer (US$ 192 milhões)”, informou a CNI.

Investimentos

O documento traz também informações sobre investimentos anunciados por nove empresas brasileiras nos primeiros cinco meses de 2025.

Entre os destaques estão a Embraer, com a implantação de um centro de manutenção no Texas, com investimentos previstos de US$70 milhões e geração de 250 empregos. A JBS, que anunciou uma nova planta em Iowa, com aporte de US$ 135 milhões e 500 empregos diretos, e a Sustainea, parceria da Braskem com a japonesa Sojitz, com um investimento previsto de US$ 400 milhões no estado de Indiana.

O mapeamento mostra que 2.962 empresas brasileiras têm investimentos diversos nos EUA. Na avaliação da confederação, os números reforçam a forte integração econômica entre as duas economias.

“Essa é a prova de que o setor produtivo brasileiro vê na integração com os Estados Unidos muito mais que comércio: vê parceria. O avanço dos investimentos de ambos os lados, ao longo dos anos, reforça o caráter complementar e os benefícios mútuos dessa relação”, afirmou o presidente da CNI Ricardo Alban.

Por outro lado, o mapeamento mostra que, no mesmo período, 186 empresas norte-americanas anunciaram novos negócios no Brasil. Entre as principais companhias estão Bravo Motor Company (US$ 4,3 bilhões), Microsoft (US$ 3 bilhões), CloudHQ (US$ 3 bilhões), Amazon.com (US$ 2,8 bilhões) e New Fortress Energy (US$ 1,6 bilhão).

“No que se refere a investimentos anunciados, de 2015 a 2025, os setores mais atrativos para os investidores dos EUA em território brasileiro foram: comunicações (31,0%), montadoras de automóveis (13,5%), carvão, petróleo e gás (11,4%), serviços financeiros (10,9%) e energias renováveis (7,1%)”, disse a CNI.

Fonte: Agência Brasil

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Investimento, Portos

Terminal Marítimo Luíz Fogliatto (RS) recebe R$ 93 milhões em investimentos privado

Ampliação do Terminal deve gerar mais de 10 mil empregos e reforçar competitividade logística

O Terminal Marítimo Luiz Fogliato (Termasa), na cidade de Rio Grande (RS), será ampliado com um investimento de R$ 93 milhões da iniciativa privada. As obras, que envolvem as fases de construção e operação, devem gerar mais de 10 mil empregos diretos e indiretos. A iniciativa faz parte de um pacote de R$ 4,7 bilhões, anunciado pelo ministro Silvio Costa Filho, e destinado à implantação e ampliação de nove terminais privados em seis estados brasileiros, em parceria com o setor produtivo.

Para Silvio Costa Filho, a ampliação consolida a importância do terminal para o desenvolvimento da região. “Esse investimento fortalece a infraestrutura portuária do Rio Grande do Sul, amplia a capacidade operacional da unidade e contribui diretamente para o crescimento econômico da região, com geração de emprego e renda”, ressaltou o ministro de Portos e Aeroportos.

Já o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, destacou a importância da parceria entre setor público e privado na modernização do setor. “Investimentos como este são fundamentais para ampliar a eficiência logística do país e garantir que o Brasil continue competitivo no comércio global, além de gerar oportunidades reais de emprego e desenvolvimento regional.”

Portos privados em crescimento
Em 2024, os portos privados brasileiros movimentaram 846,9 milhões de toneladas de cargas, impulsionados principalmente pelo minério de ferro, petróleo e derivados, além dos grãos, com destaque para a soja. Entre janeiro e maio de 2025, a movimentação alcançou 341,4 milhões de toneladas, crescimento de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em maio deste ano, o aumento foi ainda mais expressivo, com salto de 8% na movimentação, totalizando 76,1 milhões de toneladas ante 70,4 milhões em maio de 2024. O minério de ferro, petróleo, derivados e soja permanecem como os principais vetores desse avanço.

Fonte: Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Investimento

Investimentos brasileiros nos EUA crescem 52% em 10 anos, aponta CNI

Os dados são de um levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria.

Um levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que mais do que um parceiro comercial, os Estados Unidos são importantes para investimentos brasileiros.

Em 10 anos, empresas brasileiras instalaram 142 projetos produtivos no país norte-americano. São mais de 22 bilhões de dólares em investimentos — um aumento de 52% em relação a 2014. Nos últimos 5 anos, 70 empresas anunciaram projetos por lá, como JBS e Embraer, todas geraram mais de 2.500 empregos e 1 bilhão de dólares para a economia norte-americana.

O mercado estadunidense responde por quase metade das vendas de jatos comerciais da Embraer e 70% dos jatos executivos. Os Estados Unidos investem bem mais no Brasil: R$ 357 bilhões — uma alta de mais de 200%. O estudo reforça que a relação é importante para os dois lados, além dos empregos gerados lá. Segundo a CNI, R$ 1 bilhão exportados aos Estados Unidos gerou 24 mil empregos no Brasil.

A CNI reforça que os Estados Unidos tem superávit na relação com o Brasil, ou seja, saem mais beneficiados desse comércio entre os dois países. Em relação a tarifa aplicada, a média é baixa, segundo a CNI, de 2,7%. Mesmo assim, para a gerente de Promoção Comercial da CNI, Tatiana Farah, sempre há espaço para negociar. Uma das áreas mais afetadas pelo tarifaço será a indústria da transformação. Os EUA é o principal destino de exportação do Brasil da indústria — nos últimos 10 anos, ela representou mais de 82% das exportações brasileiras para os EUA. Tatiana explica que é uma área de difícil realocação tanto no mercado interno quanto em outros mercados.

“Nós temos peças e autopeças, temos partes de avião, temos aviões inteiros, mas também nós temos, por exemplo, produtos de compensado de madeira, ou produtos de madeira que são feitos para o mercado americano, para o estilo de casa que existe nos Estados Unidos, que não é o mesmo que existe aqui. Então são esses exemplos de produtos, ou as carnes processadas, alimentos processados, são… É isso que a gente chama de produtos manufaturados. Então são produtos complexos, que não são sazonais e que são todos manufaturados pela indústria.”

Mesmo diante das negociações, o governo brasileiro não tem visto com otimismo os próximos passos. Na quarta-feira (23), Trump deu recados mesmo que indiretos ao Brasil ao dizer que estabeleceu tarifas de 15 a 50% e que o índice maior foi aplicado a países em que o relacionamento com os Estados Unidos ‘não tem sido bom’. Mesmo o índice de 15% é visto com preocupação pelos empresários.

Fonte: CBN

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Investimento

Fábricas da Petrobras reduzem dependência brasileira de fertilizantes nitrogenados

Durante reunião do Confert, presidente da companhia afirma que novas unidades vão atender 35% nacional da demanda por ureia

A retomada dos investimentos da Petrobras em fábricas de fertilizantes hidrogenados deve reduzir significativamente a dependência brasileira de insumos importados nessa área. Segundo a presidente da companhia, Magda Chambriard, a entrada em operação de quatro fábricas nos estados do Paraná, Bahia, Sergipe e Mato Grosso do Sul atenderá 35% da demanda nacional por fertilizantes à base de ureia até 2028. Atualmente, quase 100% da ureia utilizada pela agricultura brasileira vem de fora do país.

Os números foram apresentados por Chambriard durante a 5ª Reunião Ordinária do Confert, o Conselho Nacional de Fertilizantes (Confert), realizada nesta terça-feira (22/7) na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A reunião foi presidida pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin.

“O agro e o setor de petróleo estão se fundindo cada vez mais. E o fertilizante é uma excelente oportunidade para a gente ampliar o nosso mercado de gás”, afirmou Chambriard. A presidente citou ainda as parcerias com a Embrapa para o desenvolvimento de fertilizantes de alta eficiência, com produção de amônia a arla, além de ureia.

Os investimentos da Petrobras somam R$ 900 milhões no período de 2025-29 nas fábricas de Araucária (Ansa), no Paraná; Fafen, na Bahia e em Sergipe; e UFN-III, em Três Lagoas (MS). Segundo Chambriard, os projetos estão gerando entre 13 mil e 15 mil postos de trabalho.

 Na abertura da reunião, Alckmin destacou a importância dos investimentos do país nesse setor. “Brasil é grande exportador, produtor e exportador de proteína animal e vegetal. Neste ano nós vamos ter uma safra recorde, 10% a mais. E a demanda por fertilizantes é crescente”.

Bioinsumos

A reunião do Confert também aprovou a inclusão de 16 novos projetos à sua Carteira de Projetos Estratégicos, sendo 14 da Embrapa, um do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e um do setor privado.

Embrapa – Dos 14 projetos da Embrapa. 11 se referem a pesquisa e desenvolvimento de soluções sustentáveis envolvendo biofertilizantes, bioinsumos, bioestimulantes e bioinoculadores. Exemplo: Desenvolvimento de bactérias promotoras de crescimento para mudas florestais de espécies importantes para o segmento industrial de celulose.

Setor privado – Projeto da Prumo Logística para estruturação de um Hub de Hidrogênio de Baixo Carbono no Porto de Açu, Rio de Janeiro, com foco na criação de um ecossistema industrial integrado para produção de hidrogênio sustentável e seus derivados, como amônia e metanol.

Mapa – Regulamentação da Lei de Bioinsumos, sancionada em dezembro de 2024. A lei dispõe sobre a produção, a importação, a exportação, o registro, a comercialização, o uso, a inspeção, a fiscalização, a pesquisa, a experimentação, a embalagem, a rotulagem, a propaganda, o transporte, o armazenamento, as taxas, a prestação de serviços, a destinação de resíduos e embalagens e os incentivos à produção de bioinsumos para uso agrícola, pecuário, aquícola e florestal, inclusive sobre a produção com objetivo de uso próprio.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Investimento, Portos

Portonave investe na preservação da restinga em Navegantes

O novo plano de recuperação, aprovado pelos órgãos ambientais municipais e estaduais, é um investimento de R$ 504 mil. Cerca de 6,5 mil mudas nativas serão produzidas e plantadas 🌱

A Portonave inicia um Plano de Recuperação de Área de Preservação Permanente Degradada (PRAD) da restinga das praias de Navegantes. Neste novo projeto, serão recuperados quatro trechos prioritários. A área total a ser restaurada é de 38.400 m². Foram considerados os pontos mais vulneráveis no bairro Meia Praia, onde em alguns pontos a restinga apresenta baixa densidade de vegetação arbustiva e herbácea, com maior exposição das dunas, presença de espécies exóticas invasoras e alto impacto das atividades humanas, como o descarte de resíduos.

As áreas a serem recuperadas foram indicadas pelo IAN, consistindo em aproximadamente 1.400 m², próximo ao ribeirão das Pedras; 20.000 m² entre as entradas 52 e 58 da praia; 11.600 m² entre os acessos 39 e 41; e 5.400 m² entre as entradas 34 e 36.

Além do plantio de 6,5 mil mudas nativas, o PRAD também prevê o controle de espécies exóticas invasoras – plantas que não são naturais da restinga – e que impedem o desenvolvimento das plantas nativas, além de reduzir a diversidade biológica do ecossistema. Nas áreas que serão recuperadas, as espécies exóticas invasoras já foram identificadas – 27 exemplares – e demarcadas para remoção por equipe técnica capacitada.

As áreas em recuperação serão protegidas com a instalação de cercas de contenção. O plano também contempla atividades de prevenção e controle do acesso de animais domésticos, adoção de medidas para conservação e atração de animais nativos dispersores de sementes, bem como a manutenção e monitoramento das áreas recuperadas por um período de 3 anos.

A preservação da restinga é de extrema importância devido ao papel que esse ecossistema tem na proteção da praia, principalmente pela fixação das dunas, que impedem o avanço do mar. Além disso, a vegetação também é essencial para a manutenção e equilíbrio da biodiversidade, uma vez que serve de abrigo de diversas espécies da fauna. Esse já é o segundo investimento que o Terminal Portuário realiza com o objetivo de restaurar o ecossistema costeiro em pontos em que se encontra degradado.

Etapas
A proposta do projeto teve início em 2022, com o envio das ações a serem executadas ao Instituto do Meio Ambiente (IMA). Em 2024, o órgão estadual aprovou a execução da compensação no formato proposto. A partir da aprovação iniciou-se o processo de contratação da empresa executora do PRAD, a Acquaplan Tecnologia e Consultoria Ambiental. O trabalho teve início em fevereiro, com a elaboração do plano e alinhamento junto ao Instituto Ambiental de Navegantes (IAN).

Como explica a responsável técnica do PRAD, professora e mestre em Oceanografia, Débora Lugli-Bernardes, o trabalho nos pontos determinados consiste em restaurar a cobertura vegetal da restinga. As mudas necessárias para o replantio são de espécies típicas desse ecossistema, e não há produtores dessa vegetação na região. “Desde abril, estamos coletando sementes e estolões (planta específica da restinga) nas dunas da orla da praia de Navegantes e em praias vizinhas, e desenvolvendo, com todo cuidado e técnica, as mudas que serão replantadas”, complementa. Segundo a prof.ª Débora, o objetivo é recuperar os processos ecológicos das áreas, monitorar a regeneração por meio de indicadores ambientais e avaliar a efetividade das ações de recuperação.

Neste mês, serão instaladas placas, com informações técnicas e legais do processo, nas passarelas e acessos das quatro áreas a serem recuperadas. Na sequência, serão iniciadas as demais atividades previstas para o projeto, como a remoção da vegetação exótica, plantio das espécies nativas e a instalação das cercas de proteção. O acompanhamento e a manutenção desse novo PRAD serão realizados por 3 anos pela Acquaplan. Quando concluído, o monitoramento da área seguirá sendo realizado pelos órgãos ambientais competentes.

Compensação ambiental
O PRAD atual é uma medida de compensação ambiental pela obra de adequação do cais da Portonave, iniciada em 2024. Cerca de R$ 504 mil serão destinados para a iniciativa pela empresa. Em 2016, como medida compensatória pelas obras de ampliação do pátio, a companhia desenvolveu o projeto “Nossa Praia” que, na época, além da recuperação da vegetação nativa, também revitalizou a orla da Praia de Navegantes com a construção de deques e passarelas ao longo de 10 km. Esse primeiro PRAD previa a manutenção e monitoramento da área por cinco anos. Concluído esse período, a área recuperada voltou a ser de responsabilidade dos órgãos ambientais competentes.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. Atualmente, são 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. No ranking nacional, a Portonave, em 2024, esteve entre os três portos que mais movimentam contêineres cheios de longo curso, sendo o primeiro em Santa Catarina, de acordo com o Datamar. Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) e investe permanentemente em projetos que visam desenvolver a comunidade.

Para saber mais sobre o PRAD, assista ao vídeo:

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Investimento, Portos

Portonave investe R$ 709 mil em piscina no bairro São Paulo em Navegantes

Em parceria com o Projeto Nadar, o espaço vai atender cerca de 800 pessoas com aulas de natação e outras modalidades aquáticas

Mais do que movimentar contêineres, a Portonave apoia e realiza iniciativas para a transformação da comunidade em que está inserida. O Terminal Portuário apoiou a implantação da primeira piscina do Projeto Nadar, do Instituto Nadar, no bairro São Paulo, em Navegantes, inaugurada na cerimônia realizada nesta quarta-feira (9). Localizado na Praça de Lazer Carlos Eduardo Correa da Silva, o equipamento mede 15 metros de comprimento por 4,5 metros de largura e conta com sistema para água aquecida. O espaço possui estrutura completa, com vestiários femininos, masculinos e para pessoas com deficiência. No local, 800 pessoas serão atendidas, com prioridade para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos, matriculados na rede pública de ensino, e idosos.

Com investimento de R$ 709.687,66 por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, a Portonave foi responsável pelo aporte de quase 96% do valor do projeto, que também contou com o financiamento da empresa ENGIE Brasil Energia. O terreno foi cedido pela Prefeitura Municipal de Navegantes.

O Instituto Portonave apoiará a manutenção da piscina por um ano, com recursos diretos. As atividades serão conduzidas por dois professores e dois auxiliares do Instituto Nadar, de segunda a sexta-feira. Os requisitos para inscrição e as datas para as matrículas serão divulgadas a partir da próxima semana, nos canais oficiais do Instituto Nadar e Instituto Portonave – entidade sem fins lucrativos que tem a empresa como mantenedora.

Entre os objetivos da iniciativa, se destacam a integração de idosos com grupos de atividades físicas por meio da hidroginástica e a melhoria da qualidade de vida, saúde e segurança de crianças e adolescentes – estes, em certos casos, inclusive contam com acompanhamento de fisiologistas e nutricionistas. O projeto também incentiva o desenvolvimento físico e cognitivo das crianças com deficiência, além de ensinar técnicas de prevenção de afogamentos.

A parceria da empresa com o Instituto Nadar começou em 2019 e, desde então, a Portonave apoia projetos de natação para a comunidade, tanto em Navegantes quanto em Itajaí. O Instituto Portonave e o Instituto Nadar ampliaram a parceria em 2023 e, em 2024, chegaram a atender 120 crianças, em espaços alugados em Navegantes, inclusive uma turma exclusiva para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

📌 Localização da piscina
• Praça de Lazer Carlos Eduardo Correa da Silva, no bairro São Paulo, em Navegantes, na rua João Manoel Gualberto, n° 398.

🔍 Sobre as inscrições
Em breve, mais informações serão divulgadas nas redes oficiais do Instituto Nadar e Instituto Portonave. Siga para acompanhar.

• Instituto Nadar: instagram.com/institutonadar/

• Instituto Portonave: institutoportonave.org.br e instagram.com/institutoportonave/

Sobre o Instituto Nadar
O Instituto Nadar é mantido pelo Instituto César Cielo e teve início em 2002. Atualmente, possui quatro núcleos localizados em Itajaí, Navegantes e Camboriú e atende cerca de 6 mil famílias. As atividades oferecidas gratuitamente são: natação infantil e para bebês, hidroginástica, hidroterapia, natação com turmas especializadas para crianças com deficiência, natação competitiva, futebol, jiu-jítsu, judô, ginástica rítmica e pilates.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, Litoral Norte do estado e iniciou as atividades em 2007 como primeiro terminal portuário privado do Brasil. Atualmente são 1,2 mil profissionais diretos e 5,5 mil indiretos. Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), é o mais eficiente em produtividade de navio e está entre os três portos que mais movimentam contêineres no país e o primeiro em Santa Catarina. Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança).

Sobre o Instituto Portonave
Há 10 anos, o Instituto Portonave impulsiona o desenvolvimento sustentável das comunidades nas quais a empresa mantenedora está inserida, e apoia a transformação positiva dos territórios com foco na redução das desigualdades sociais (ODS 10). Em 2024, a Companhia realizou e apoiou 50 iniciativas. Foram R$ 10,5 milhões investidos de modo direto e via as leis de incentivo fiscal.

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Investimento, Portos

Porto de São Francisco do Sul comemora 70 anos com R$ 600 milhões em investimentos

O Porto de São Francisco do Sul completou 70 anos nesta terça-feira (01/07). Durante a cerimônia, o governador Jorginho Mello anunciou novas obras e reforçou o compromisso com o desenvolvimento dos portos catarinenses.

O evento reuniu cerca de 400 pessoas, entre colaboradores, autoridades e convidados. A tradicional Banda Guarani, patrimônio cultural da cidade, animou o público.

Anúncios de peso

No discurso, o governador destacou os avanços recentes. Além disso, revelou novos investimentos para fortalecer a infraestrutura portuária. Ao todo, serão mais R$ 41,5 milhões em obras:

Terceira faixa na BR-280: R$ 12,5 milhões
Recuperação do Berço 201: R$ 18 milhões
Sistema de despoeiramento do Corredor de Exportação: R$ 11 milhões

Enquanto isso, o novo Parque Tecnológico do Porto já foi entregue. A obra recebeu R$ 10 milhões em recursos próprios. Com isso, a modernização do terminal avança em ritmo acelerado.

Distribuição de lucros

Por outro lado, os avanços não se limitam à infraestrutura. Jorginho Mello anunciou o Programa de Participação nos Resultados (PPR). O programa prevê a divisão dos lucros entre todos os colaboradores — de forma igualitária, da diretoria ao servidor com menor salário.

“O Porto vai muito bem. Antes estava largado. Agora tem outra cara”, afirmou o governador, sob aplausos. Portanto, a gestão atual busca valorizar tanto os investimentos quanto as pessoas.

Porto em alta

Segundo o presidente do Porto, Cleverton Vieira, os últimos anos foram marcados por grandes conquistas. Ao fazer um balanço da gestão, ele afirmou que serão R$ 600 milhões em investimentos até o fim do mandato. São recursos públicos e privados que, segundo ele, “transformarão a história de São Francisco do Sul”.

Só em infraestrutura, o Porto já aplicou R$ 200 milhões nos últimos 30 meses. Além disso, a dragagem do canal de acesso à Baía da Babitonga receberá R$ 324 milhões.

Com isso, o terminal se prepara para operar com mais profundidade e eficiência.

Destaque nacional

Atualmente, o Porto de São Francisco está entre os 10 maiores do Brasil em movimentação de carga. Além disso, lidera em Santa Catarina. Segundo Vieira, o complexo responde por 60% do volume de cargas do Estado.

Por consequência, o terminal se tornou referência em gestão pública. É um dos poucos portos públicos certificados pelas normas ISO 9001 e 14001 — que garantem qualidade e responsabilidade ambiental.

“Somos o porto público que mais cresceu no Brasil nos últimos dois anos. Aumentamos em 35% a movimentação de cargas”, afirmou o presidente.

Presença do governo

Vieira também agradeceu o apoio do governador. Segundo ele, Jorginho Mello visitou o terminal três vezes em dois anos e meio. Antes, fazia mais de uma década que um governador não pisava no cais.

Um porto com história

Embora tenha sido oficialmente inaugurado em 1955, o Porto de São Francisco tem raízes muito mais antigas. Desde os tempos coloniais, o local já era utilizado para comércio, primeiro pelos povos indígenas e, depois, por colonizadores.

Ao longo das décadas, o complexo evoluiu, tornando-se um símbolo do desenvolvimento do Norte catarinense. Hoje, é referência mundial na exportação e importação de grãos, fertilizantes e produtos siderúrgicos.

Fonte: Correio SC

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