Investimento

JBS anuncia investimento de US$ 70 milhões na produção de frangos no Paraguai

A JBS confirmou um investimento de US$ 70 milhões na expansão da produção de frangos no Paraguai ao longo dos próximos dois anos. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (2/10), durante visita do presidente paraguaio Santiago Peña à unidade da Seara em Dourados (MS).

Aquisição e modernização da Pollos Amanecer

A primeira etapa do aporte começou com a compra da Pollos Amanecer, empresa de frangos que mantém uma fábrica no distrito de Doctor Juan Eulogio Estigarribia (Campo 9), no departamento de Caaguazú.

Com obras de ampliação e modernização em andamento, a planta terá capacidade de processar 100 mil aves por dia, atendendo tanto o mercado interno quanto novos compradores internacionais. O complexo contará ainda com 28 granjas de material genético, incubatórios e uma fábrica de ração.

Expansão da capacidade produtiva

Atualmente, a unidade opera com frangos provenientes de 19 galpões, mas o plano de expansão prevê chegar a 139 galpões quando o projeto for concluído.

Segundo o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, o Paraguai reúne condições favoráveis para o avanço da avicultura. “Esse investimento fortalece nossa estratégia de competitividade e diversificação, além de acelerar a presença do Paraguai no mercado mundial de frangos”, destacou.

Impacto regional e cadeia de integração

Além do aporte direto da companhia, o plano de crescimento da Seara também prevê investimentos de produtores integrados da região, ampliando a geração de empregos e fortalecendo a cadeia produtiva.

Localizada em uma das áreas agrícolas mais importantes do país, a unidade tem acesso facilitado a grãos e está estrategicamente posicionada em um raio de 200 quilômetros das principais cidades paraguaias: Assunção, Ciudad del Este e Luque.

FONTE: Globo Rural
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Investimento

Incentivo do Governo do Estado garante investimento privado de R$ 1,1 bilhão para expansão fabril da WEG em Santa Catarina

Instalação de nova unidade no Norte do Estado e ampliação da fábrica em Jaraguá do Sul devem gerar cerca de 3,1 mil empregos diretos e indiretos – Foto: Leo Munhoz / SECOM 

Com o objetivo de garantir R$ 1,1 bilhão em investimentos privados e a geração de 3,1 mil empregos diretos e indiretos em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello anunciou, nesta terça-feira, 30, apoio à expansão fabril da WEG S.A.

Em solenidade realizada em Jaraguá do Sul, a WEG foi oficialmente contemplada pelo Governo do Estado com o chamado Tratamento Tributário Diferenciado (TTD) 489. O contrato, assinado pelo governador Jorginho Mello e pelo CEO Alberto Kuba, garante incentivos fiscais à multinacional até 2029.

“Um dos meus compromissos é apoiar qualquer iniciativa que traga mais inovação, desenvolvimento e oportunidades para quem vive e trabalha em Santa Catarina. E a WEG atende a todos estes pré-requisitos, é uma multinacional que tem no DNA a inovação e a tecnologia e está expandindo seus negócios, ganhando ainda mais competitividade e levando o nome do nosso estado para o mundo”, disse o governador Jorginho Mello, durante solenidade realizada pela WEG.

A exemplo do apoio que é concedido a outras empresas contempladas pelo Governo do Estado com o TTD 489, a WEG terá autorização para usar limites adicionais na transferência de créditos acumulados de ICMS. O valor voltará aos cofres públicos com o incremento do imposto gerado a partir dos novos projetos da companhia. 

Secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert observou que os incentivos praticados pelo Estado fortalecem a competitividade e o ambiente de negócios em Santa Catarina. “O estímulo fiscal não é apenas um benefício à empresa, mas um movimento estratégico voltado à inovação, à geração de empregos e ao futuro do nosso estado. Ao apoiar iniciativas que ampliam nossa capacidade produtiva, garantimos ainda mais protagonismo para Santa Catarina no cenário nacional, atraindo novos negócios e oportunidades para os catarinenses”, reforçou.

Maior investimento da história da multinacional

O investimento de R$ 1,1 bilhão é considerado o maior da história da WEG. Serão cerca de R$ 900 milhões para a construção de um novo parque fabril e outros R$ 160 milhões na expansão da unidade já instalada em Jaraguá do Sul. Os dois projetos têm como objetivo o aumento do portifólio de produtos e da capacidade produtiva da WEG Energia. 

“O novo investimento, pensado para atender às demandas da transição energética, transforma nossa região em um dos principais centros de excelência de máquinas elétricas girantes do mundo. O apoio do Governo de SC foi decisivo para viabilizar esse projeto. Essa parceria entre o setor público e a iniciativa privada mostra como o diálogo e a colaboração podem transformar o futuro”, disse o CEO da WEG, Alberto Kuba.

A nova fábrica deve ser construída em município no Norte do estado. Na unidade, serão produzidos equipamentos de grande porte, como por exemplo compensadores síncronos de até 330 MVAr, turbogeradores de até 200 MVA e motores de indução de alta rotação. A linha possibilitará a WEG aumentar o escopo de prestação de serviços para motores, geradores e turbina hidráulica até 300 MVA. 

A decisão da WEG de instalar mais um parque fabril em Santa Catarina leva em conta fatores estratégicos como a disponibilidade de mão de obra qualificada e a logística, com acessos à BR-101, à BR-280 e aos portos catarinenses. Somente nesta nova unidade, serão 800 empregos diretos. 

Já na expansão da fábrica instalada em Jaraguá do Sul, serão adicionados 11.250 metros quadrados de área produtiva, obra que garante suporte à alta nas demandas e também sustenta o crescimento da multinacional. 

O ato realizado na WEG nesta terça-feira também contou com a presença dos secretários Silvio Dreveck (SICOS), Edgard Usuy (SCTI), Paulo Bornhausen (SAI) e Renato Lacerda (InvestSC).

*Com informações da Assessoria de Comunicação da WEG

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGENS: Leo Munhoz / SECOM

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Investimento

Estaleiro em Itajaí (SC) receberá investimento de R$ 2,5 bilhões do Fundo da Marinha Mercante para novas embarcações

Serão oito novos navios para a frota; investimento vai gerar mais de 4 mil empregos e fortalecer a indústria naval brasileira

Com recursos do Fundo da Marinha Mercante, a Starnav Serviços Marítimos assinou, nessa segunda-feira (22) em Itajaí (SC), um contrato de financiamento de R$ 2,5 bilhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de oito embarcações no estaleiro Detroit Brasil.

As embarcações que serão construídas incluem quatro navios do tipo Platform Supply Vessel (PSV) e quatro da classe Oil Spill Recovery Vessel (OSRV), todos com motorização híbrida (diesel-elétrica com banco de baterias). A expectativa é reduzir em cerca de 18% as emissões de gases de efeito estufa em relação à frota atual, além de ampliar a capacidade de apoio às operações de petróleo e gás offshore.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, ressaltou o papel estratégico do FMM para o setor naval brasileiro. “O Fundo é fundamental para apoiar a construção de embarcações no país. Esta assinatura reforça nosso compromisso com o crescimento do setor naval e portuário, com a geração de emprego e renda para a região e contribui para a inovação tecnológica e a sustentabilidade”, afirmou. O Ministério de Portos e Aeroportos é o responsável pela gestão do Fundo.

Durante a fase de construção, o estaleiro Detroit Brasil deve gerar 4.500 empregos diretos, movimentando a economia local e fortalecendo a cadeia produtiva nacional. Após a conclusão, os navios serão afretados pela Petrobras em contratos de 12 anos.

Para o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, o projeto vai fortalecer e gerar empregos para o setor naval. “Investimentos como este fortalecem a infraestrutura de navegação, aumentam a eficiência do transporte, geram empregos e promovem operações mais sustentáveis. Esse projeto em parceria com o BNDES, representa um passo importante para consolidar a indústria naval e aprimorar a logística brasileira”, destacou o secretário.

Durante o evento, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para impulsionar o investimento na indústria naval de Santa Catarina. “Estamos aprovando R$ 2,5 bilhões para a construção de oito embarcações no estaleiro Detroit Brasil, que contarão com tecnologia híbrida a diesel e baterias de lítio. Essa iniciativa reforça o esforço do governo federal para fortalecer a indústria naval e a infraestrutura do estado”, concluiu.

Participaram também da cerimônia o presidente do Sebrae, Décio Lima; o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Gilberto Seleme; e o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos.

Fontes:
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Investimento, Portos

Com investimentos de R$ 436 mi, portos de Santa Catarina terão operações ampliadas

Estado possui seis portos públicos e privados; objetivo é fortalecer a infraestrutura portuária local

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, esteve nesta terça-feira (23) no Porto de São Francisco do Sul para participar da cerimônia de assinatura da ordem de serviço da dragagem da Baía da Babitonga e da celebração dos investimentos nos portos de Santa Catarina (SC). O pacote de obras e autorizações somam R$ 436,6 milhões em investimentos destinados ao fortalecimento da infraestrutura portuária no Estado.

Atualmente Santa Catarina possui seis portos, sendo Itajaí, São Francisco do Sul e Imbituba, públicos; e Itapoá, Portonave e Teporti, privados estratégicos, voltados à atividade pesqueira e a cargas específicas.

Com forte vocação para a movimentação de contêineres, cargas gerais e granel, o sistema portuário catarinense desempenha papel central no comércio exterior brasileiro, conectando a produção regional e nacional a importantes mercados internacionais.

Entre investimentos públicos e privados, o estado de Santa Catarina conta hoje com mais de R$ 5,3 bilhões, conforme enfatizou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. “O estado de Santa Catarina é dos que mais cresce no Brasil. É um novo hub de desenvolvimento para o setor portuário nacional. Hoje nós temos seis portos estratégicos e chegaremos a oito portos nos próximos anos. Isso será fundamental para que a gente possa ampliar as nossas operações do setor portuário aqui no Estado”, afirmou o ministro.

Costa Filho ainda reforçou que o setor portuário catarinense vive um amplo crescimento. “Tivemos um crescimento em mais de 10% no setor. Um crescimento exponencial na operação de contêineres, mais de 20% das operações de contêineres no Brasi passam aqui pelos portos de Santa Catarina”, completou.

Dados apurados pelo Ministério de Portos e Aeroportos apontam que, entre janeiro e julho de 2025, os seis terminais movimentaram 16,8 milhões de toneladas: 10,5 milhões em São Francisco do Sul, 4,2 milhões em Imbituba e 2,1 milhões em Itajaí.

Baía da Babitonga

Durante visita ao estado catarinense, Silvio Costa Filho fez um sobrevoo a Baía da Babitonga para observar as instalações do Porto de São Francisco e Porto de Itapoá.

“Chegamos na cidade de São Francisco do Sul para o anúncio de um conjunto de investimentos para melhorar a infraestrutura do setor portuário em Santa Catarina. É um estado que cresce muito, gerando emprego, gerando renda, movimentando a economia. Hoje, Santa Catarina tem mais de R$ 20 bilhões de investimentos do PAC, do Governo Federal e só no setor portuário são mais de R$ 10 bilhões em investimentos públicos e privados”, destacou o ministro.

Ao lado do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, o ministro assinou a Ordem de Serviço de Dragagem da Baía da Babitonga, que receberá mais de R$ 300 milhões dentro do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para garantir segurança à navegação, eficiência logística e ampliar a capacidade operacional do porto. O prazo previsto para execução é de dez meses.

O governador Jorginho Mello reforçou que a dragagem da Baía da Babitonga vai transformar o ecossistema do Estado. “Não tenho dúvida que a iniciativa privada está dando um pontapé decisivo no crescimento e desenvolvimento”, disse sobre os investimentos no setor.

A obra permitirá o atendimento a embarcações de maior porte, aumentando a competitividade e assegurando o fluxo com mais eficiência e segurança.

O secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, comentou sobre a importância do conjunto e união entre as esferas governamentais para a ampliação da competitividade e benefício logístico para o Estado.

“Acredito que o mais simbólico de tudo é realmente o elemento da unidade. A união de esforços do Governo Federal, Governo Estadual, agência reguladora para poder chegar num objetivo comum que é trazer o benefício logístico e elevar a qualidade e o nível de serviço dos nossos portos de Santa Catarina”, pontuou.

O presidente da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Frederico Dias, explicou que o sucesso movimentação portuária no estado de Santa Catarina é fundamental para a iniciativa privada continuar investindo no setor.

“O empresário espera ambiente de negócio sadio, segurança jurídica e as agências reguladoras são importantes para poder preservar e esse ambiente. Estamos aqui vendo o melhoramento de acesso aquaviário, o melhoramento dos acessos terrestres e o que a gente precisa é da união do setor privado, com o Governo do Estado, com o Governo Federal para melhorar a vida da população, baratear os produtos, reduzir o custo do Brasil”, disse.

Porto de Imbituba

Outro destaque é a manutenção e o reforço do molhe de Imbituba, que contará com R$ 87 milhões em recursos do Governo Federal. As obras têm prazo estimado de 18 meses e visam aumentar a proteção e eficiência da infraestrutura local.

Também em Imbituba, os aportes incluem R$ 17 milhões para o acesso rodoviário sul e R$ 14 milhões para o acesso rodoviário norte.
Além disso, serão liberados investimentos para melhorar os acessos rodoviários aos portos catarinenses. No Porto de São Francisco do Sul, R$ 12,6 milhões serão destinados à melhoria da infraestrutura viária.

O pacote também contempla outros investimentos estratégicos. Serão destinados R$ 4,3 milhões para a contratação do Plano Estadual de Logística e Transportes (PELT), em parceria com a INFRA S.A. O estudo terá papel fundamental no planejamento integrado da infraestrutura, com foco no escoamento de cargas e no desenvolvimento logístico do estado.

Além da construção de um novo posto avançado da Marinha do Brasil em Imbituba, que contará com R$ 2,2 milhões em recursos. A unidade reforçará a presença da autoridade marítima na região, ampliando a segurança das operações e o monitoramento do tráfego aquaviário.

Fontes:
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Investimento, Logística

Multilog anuncia investimento de R$ 50 milhões para ampliar operações em saúde e logística integrada

Modernização em Barueri (SP) e expansão em São José dos Pinhais (PR) vão fortalecer a atuação no setor farmacêutico.

A Multilog, uma das maiores operadoras de logística integrada do Brasil, confirmou um aporte de R$ 50 milhões em 2026 destinado a ampliar sua presença no mercado farmacêutico. O investimento será aplicado na modernização do Polo de Saúde de Barueri (SP) e na adaptação do complexo logístico de São José dos Pinhais (PR) para atender às demandas da indústria de medicamentos e produtos de saúde.

Com a expansão, a companhia projeta um crescimento de aproximadamente 50% no volume de negócios da área de Saúde a partir de 2026, reforçando seu posicionamento como referência em logística especializada para o setor farmacêutico. “O avanço da indústria farmacêutica no Brasil exige soluções de armazenagem e transporte cada vez mais rigorosas, principalmente em relação a controle de temperatura e umidade. É justamente esse cenário que motivou a Multilog a realizar novos investimentos”, explica Michele Monteiro, gerente de desenvolvimento de negócios da empresa.

Parte de um plano nacional de expansão

O aporte integra o pacote de R$ 900 milhões em investimentos anunciados pela Multilog no segundo trimestre deste ano, que será aplicado no triênio 2026-2028 em quatro estados brasileiros. O objetivo é dobrar o tamanho das operações e alcançar R$ 3 bilhões de faturamento ao final do período.

Estrutura estratégica em SP e PR

O Polo de Saúde de Alphaville (Barueri/SP) já conta com armazéns alfandegados e não alfandegados equipados com câmaras frias e centro de distribuição. Localizado na Região Metropolitana de São Paulo, o espaço atende produtos que exigem temperaturas controladas, chegando a -20°C, incluindo medicamentos, insumos e equipamentos farmacêuticos.

Já o complexo de São José dos Pinhais (PR), situado a apenas 4 km do Aeroporto Afonso Pena e próximo a portos estratégicos do Sul e Sudeste, possui dois armazéns (geral e alfandegado), áreas específicas para químicos, inflamáveis e cargas refrigeradas, além de pátio com capacidade para mais de 800 contêineres. A unidade passará a receber também produtos do setor farmacêutico após a ampliação.

Outras unidades de saúde

A Multilog também mantém operações voltadas à saúde em Itajaí (SC), Campinas (SP) e no bairro da Mooca, em São Paulo, além de presença estratégica em portos e aeroportos. Atualmente, a companhia atende mais de 750 empresas do setor farmacêutico.

Diferenciais reconhecidos no mercado

Entre os principais diferenciais da Multilog estão:

  • operações 24 horas por dia, 7 dias por semana;
  • monitoramento de temperatura em tempo real;
  • farmacêutica dedicada às operações;
  • seguros robustos que garantem segurança das cargas;
  • simplificação do trânsito de mercadorias por meio da DTA-S (Declaração de Trânsito Aduaneiro – Simplificada).

Graças a essa expertise, a empresa foi reconhecida no Prêmio Sindusfarma de Qualidade 2025, conquistando o primeiro lugar na categoria Prestador de Serviços de Armazenagem de Medicamentos em Recintos Alfandegados de Zona Secundária e a segunda colocação em Transporte de Medicamentos.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: DIVULGAÇÃO

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Industria, Investimento

BNDES anuncia R$ 3,3 bi em investimentos para indústria, logística e energia em SC

Presidente da FIESC, Gilberto Seleme, participou de evento em Itajaí que oficializou pacote de recursos voltados a setores estratégicos, entre eles a construção de oito embarcações de apoio offshore

O BNDES anunciou nesta segunda-feira (22), em Itajaí, um pacote de R$ 3,3 bilhões em investimentos para impulsionar três setores estratégicos em Santa Catarina: a construção naval, a infraestrutura rodoviária e a produção de biodiesel. Os recursos viabilizarão a construção de oito embarcações de apoio offshore no estaleiro Detroit Brasil, a pavimentação e recuperação de 117 km de rodovias estaduais e a implantação da primeira usina de biodiesel da Cooperalfa, em Chapecó.

O anúncio foi feito durante a assinatura do contrato entre o BNDES e a Starnav Serviços Marítimos para a construção das embarcações, em cerimônia realizada na superintendência do Porto de Itajaí. A expectativa é que os projetos ajudem a fortalecer a logística, gerem empregos e acelerem a transição energética no estado.

O presidente da FIESC, Gilberto Seleme, defendeu no evento uma atuação cada vez mais ativa do BNDES no Estado e reforçou o convite para que o presidente da instituição, Aloizio Mercadante, participe de um encontro com empresários na sede da entidade em outubro. “É fundamental que Brasília e o BNDES enxerguem com atenção o potencial produtivo de Santa Catarina”, afirmou.

O maior volume de recursos, R$ 2,5 bilhões, será destinado à Starnav para a construção de oito embarcações multipropósito no estaleiro Detroit Brasil, em Itajaí. Serão quatro navios do tipo PSV (Platform Supply Vessel) e quatro OSRV (Oil Spill Recovery Vessel), todos com motorização híbrida diesel-elétrica e capacidade de 5.500 toneladas de porte bruto, para a Petrobras.  

Retomada com responsabilidade ambiental

Além de mais eficientes, as novas embarcações vão emitir cerca de 18% menos gases de efeito estufa em comparação com a frota atual. Os contratos de afretamento já estão firmados com a Petrobras por um período de 12 anos. As obras devem gerar 1,4 mil empregos diretos e mais de 6 mil indiretos, movimentando a economia local e reforçando a retomada da indústria naval brasileira com foco em inovação e sustentabilidade.

Durante o evento, o CEO da Detroit Brasil, Juliano Zimmermann Freitas, destacou o simbolismo da retomada da construção naval com tecnologia nacional e responsabilidade ambiental. “Estamos falando de uma frota voltada para o futuro, com melhor desempenho energético, menor emissão de gases de efeito estufa e um desenho voltado à eficiência operacional. Esse projeto representa muito mais do que um marco comercial, é uma demonstração de confiança do governo federal, especialmente do BNDES, na capacidade do setor privado de liderar uma retomada sustentável da indústria naval”, afirmou.

Obras para rodovias

A segunda frente de investimentos contempla R$ 401 milhões para obras em rodovias estaduais, por meio do programa BNDES Invest Impacto. O pacote inclui a pavimentação de 9 km da SC-492 e a recuperação estrutural de outros 108 km nas SC-283, SC-120 e SC-305, abrangendo três macrorregiões do estado: Oeste, Meio-Oeste e Serra. As melhorias devem beneficiar diretamente cerca de 114 mil pessoas, além de contribuir para o escoamento da produção agroindustrial, com destaque para a cadeia de carnes.

Transição energética no campo

O terceiro eixo do pacote é voltado à transição energética no campo. A Cooperativa Agroindustrial Alfa, com sede em Chapecó, vai receber R$ 356 milhões para ampliar sua planta esmagadora de soja e construir sua primeira unidade de produção de biodiesel. A capacidade de esmagamento subirá de 2 mil para 3 mil toneladas por dia, com todo o volume adicional destinado à produção de biocombustíveis e seus subprodutos.

A nova usina poderá produzir até 1.150 metros cúbicos de biodiesel por dia e deverá evitar a emissão de aproximadamente 803 mil toneladas de CO₂-equivalente. Parte dos recursos virá do Fundo Clima, reforçando o alinhamento com as metas de descarbonização previstas na política Nova Indústria Brasil.

Durante a cerimônia de assinatura, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que os projetos refletem um modelo de desenvolvimento que une competitividade, responsabilidade ambiental e geração de empregos. “Santa Catarina é um exemplo de como é possível crescer com sustentabilidade e inclusão produtiva. Nosso papel é garantir que os investimentos cheguem com eficiência e impacto”, afirmou.

O secretário de Estado de Portos e Aeroportos, Beto Martins, também ressaltou o momento positivo da economia catarinense e o papel dos investimentos para alavancar ainda mais o setor logístico. Segundo ele, Santa Catarina cresceu 7,4% na movimentação total de cargas entre janeiro e julho deste ano, bem acima da média nacional de 4,7%. “De cada cinco contêineres que passam pela costa brasileira, um circula por aqui. Isso mostra a relevância do estado e a importância de ampliar a infraestrutura”, destacou.

Com informações da assessoria de imprensa regional

Fontes:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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Investimento

BNDES anuncia investimentos para Santa Catarina

Na pauta, contrato para construção de oito embarcações de apoio offshore e investimentos para melhoria da logística rodoviária de Santa Catarina

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, anuncia nesta segunda-feira, 22, às 11h, em Itajaí, o contrato entre o banco e a Starnav para construção de 8 embarcações de apoio marítimo offshore no estaleiro Detroit, e investimentos para melhoria da logística rodoviária de Santa Catarina.

Também participam do evento o presidente da Federação de Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Gilberto Seleme, o presidente do Sebrae, Décio Lima, e o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos.

A cerimônia será no auditório da Superintendência do Porto de Itajaí.

Serviço:
Anúncio de investimentos do BNDES para Santa Catarina
Segunda-feira, 22, às 11h
Superintendência do Porto de Itajaí-SC
Rua Blumenau, 5, Centro, Itajaí

Credenciamento – Jornalistas interessados em cobrir presencialmente o evento devem preencher o formulário de credenciamento disponível em https://forms.office.com/r/UXMFCG7xSR.

Caso haja dúvidas no cadastro, os interessados podem enviar e-mail para imprensa@bndes.gov.br, com nome, veículo, função, documento de identificação e celular.

Fonte: FIESC

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Investimento

Fundo da Marinha Mercante aprova R$ 4 bilhões em novos projetos

Construção de embarcações, modernizações e novo dique flutuante integram pacote para indústria naval brasileiras

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), aprovou 14 novos projetos, no valor de R$ 4 bilhões, durante a 60ª Reunião Ordinária realizada na quinta-feira (18). As iniciativas incluem construção, modernização, docagem, manutenção e reparo de embarcações, além da construção de um dique flutuante, elevando para R$ 28 bilhões o total de projetos já aprovados neste ano de 2025.

Um dos destaques é a aprovação da construção de seis OSRVs (Oil Spill Response Vessel), navios especializados no combate a vazamentos de óleo e emergências ambientais no mar, solicitados pela CMM Offshore Brasil S/A. O investimento de R$ 2,97 bilhões prevê a geração de 6.795 empregos diretos no Estaleiro Enseada, na Bahia, contribuindo para a renovação da frota afretada pela Petrobras e para o fortalecimento da indústria naval brasileira.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a decisão reafirma o compromisso do Governo Federal em modernizar a frota da marinha mercante e ampliar a competitividade do Brasil. “Os estados brasileiros terão papel estratégico com a construção dos navios OSRVs no Estaleiro Enseada, iniciativa que vai gerar empregos, renda e expandir a capacidade produtiva do país”, afirmou.

Para o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, os projetos aprovados representam um avanço significativo para o setor. “Investimentos como esses são fundamentais para consolidar a infraestrutura da navegação nacional e ampliar a eficiência do transporte fluvial. Além de gerar empregos, fortalecem a logística brasileira e garantem maior sustentabilidade nas operações marítimas e costeiras”, ressaltou o secretário.

Na reunião também foram apresentados os resultados obtidos em 2025 até o mês de agosto, que contemplam R$ 24 bilhões em projetos priorizados, R$ 1 bilhão em projetos já contratados e R$ 1 bilhão em repasses de recursos do FMM à indústria naval.   

Investimentos regionais

Além do projeto aprovado na Bahia, os demais investimentos somam R$ 1,05 bilhão, distribuídos em diferentes estados. A Navegação Guarita, sediada no Rio Grande do Sul, recebeu aprovação para construir, em estaleiros do Pará, quatro navios-tanque e três barcaças-tanque, no valor de R$ 312,8 milhões, além de um rebocador e empurradores em Santa Catarina, avaliados em R$ 63,3 milhões.

No Amazonas, a Navegação Cunha teve aprovado um projeto de R$ 103,4 milhões para a construção de 21 balsas graneleiras, enquanto a Metalmar Industrial e Naval, também amazonense, recebeu autorização para investir R$ 18,2 milhões em um dique flutuante.

Em Santa Catarina, a BRAM, empresa fluminense, obteve aprovação para modernizar o AHTS Campos Contender e o PSV Bram Bravo, em projeto de R$ 26,6 milhões.

A Empresa de Navegação Elcano, com sede no Rio de Janeiro, recebeu autorização para realizar a docagem de um navio gaseiro em Pernambuco, no valor de R$ 7,3 milhões, além de uma docagem intermediária no Rio de Janeiro, de R$ 16,4 milhões. Já a Wilson Sons Offshore, também fluminense, obteve aprovação para executar serviços de docagem e manutenção de motor, em investimento de R$ 40,7 milhões.

Ainda no Rio de Janeiro, a Oceanpact recebeu aprovação para modernizar o OTSV Ilha do Mosqueiro, em projeto de R$ 21,3 milhões. No total, esses investimentos têm o potencial de gerar 12,2 mil empregos diretos, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a economia nacional.

Fundo da Marinha Mercante

Criado para apoiar a marinha mercante e a indústria naval brasileira, o Fundo da Marinha Mercante (FMM) é administrado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), e opera com agentes financeiros como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); o Banco do Brasil (BB); Banco da Amazônia (BASA); Banco do Nordeste do Brasil (BNB); e a Caixa Econômica Federal (CAIXA).

O prazo para envio de projetos à 61ª Reunião Ordinária, marcada para 11 de dezembro, termina em 13 de outubro. Conforme a Portaria Minfra 1.460/2022, novos projetos têm até 450 dias para contratação do financiamento, prazo reduzido para 180 dias em caso de prorrogação.

O Fundo pode financiar até 90% do valor, com condições que variam conforme o conteúdo nacional e o tipo de embarcação, segundo a Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) 5.225/2025.

Fonte: Modais em Foco

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Investimento

Com a presença do governador, multinacional de alimentos instalada em São Lourenço do Oeste inaugura obras de ampliação

O governador Jorginho Mello participou da inauguração das obras de ampliação da Kellanova, em São Lourenço do Oeste, nesta terça-feira, 16. A multinacional de alimentos tem o maior parque industrial da América Latina na cidade catarinense. Além da ampliação da capacidade produtiva, as obras de expansão incluem ainda um novo centro de distribuição com uma área construída de 110 mil metros quadrados. A empresa gera cerca de 2,2 mil empregos.

“É uma alegria estar aqui em São Lourenço mais uma vez, participando desse momento de expansão da empresa e do aumento de produção. É sinal que deu certo. Santa Catarina é um estado que recebe bem as empresas, cuida, apoia, incentiva, zela pelo que ela produz e pelas divisas que ela conquista. A gente sempre procura dar infraestrutura. O que uma empresa precisa para crescer? Precisa de infraestrutura, de estrada, de energia, de internet, de parceria, de cuidado com a carga tributária. E nós somos o único estado do Brasil que não aumentou tributo. Então, vir aqui hoje é um motivo de muito orgulho para mim, como governador, poder falar sobre a economia de Santa Catarina e aplaudir uma empresa como essa que gera mais de 2.200 empregos”, disse o governador Jorginho Mello.

O complexo fabril de São Lourenço do Oeste é o maior da Kellanova na América Latina e um dos três maiores do mundo. A expansão contou com investimento de R$ 360 milhões e deve gerar cerca de 140 novos empregos. Faz parte da estratégia de crescimento da companhia no Brasil, que já acumula mais de R$ 500 milhões em investimentos nos últimos três anos. A Kellanova está enquadrada no Prodec, programa do Governo do Estado que garante a postergação de percentual pré-determinado sobre o valor do ICMS a ser gerado pelo empreendimento.

A multinacional também conta com benefícios fiscais para a produção do snack de batata, o que confere competitividade à marca no cenário nacional.

“Essa empresa veio de São Paulo para Santa Catarina (em 2019), trouxe as suas unidades para cá. E uma das razões que ela veio para cá, também se dá por conta de Santa Catarina ser um estado seguro juridicamente, na segurança pública, que tem uma mão de obra qualificada, principalmente uma mão de obra que gosta de aprender, de fazer, de empreender. E isso representa investimento e representa emprego. E aí eu quero destacar o governador Jorginho Mello, que tem dado uma ênfase para o setor produtivo: não aumentou impostos, investiu e está investindo no setor de energia, na qualificação, ou seja, no conhecimento com Universidade Gratuita, com curso de capacitação técnica, e as empresas estão percebendo isso, que Santa Catarina é o estado que dá as melhores condições de competitividade”, analisou o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck.

O vice-presidente e gerente-geral da Kellanova no Brasil, Alberto Raich, agradeceu o esforço do Governo do Estado em estimular o empreendedorismo, em especial, na infraestrutura rodoviária.

“São estradas que vamos transitar, estradas novas que o governador nos havia prometido e estão aí. Então é um progresso em conjunto. Tenho orgulho de entregar um negócio multicategoria e de sermos parceiros de um estado e um país que tem muitas possibilidades”, disse o executivo.

Sobre a Kellanova

A Kellanova, antes Kellogg, centenária multinacional norte-americana, chegou ao Brasil em 1961. De lá para cá, revolucionou o mercado de cereais matinais. Em 2016, após a aquisição da marca Parati, a empresa passou a reforçar e investir cada vez mais no posicionamento de um negócio multicategorias. É líder em snacks globais, cereais e noodles internacionais, alimentos à base de plantas e café da manhã congelado na América do Norte. Hoje é detentora das marcas Pringles, Sucrilhos, Parati e Trink.

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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Economia, Investimento, Tributação

Dólar fecha em alta, a R$ 5,32, após Superquarta

Mercado repercute decisões da Superquarta e riscos de ‘estagflação’ nos EUA.

Sobe, desce, sobe, desce, mas tudo perto da estabilidade. Essa foi a movimentação do dólar no pregão desta quinta-feira (18) após as decisões da Superquarta. O dólar comercial abriu a sessão com baixa, mas ainda durante a manhã a divisa norte-americana passou a subir levemente. O cenário se manteve (entre altos e baixos) até o fim da sessão, com a moeda dos EUA encerrando com avanço de 0,33%, a R$ 5,3189.

A moeda norte-americana é impactada pelas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos. Nos EUA, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) cumpriu o esperado e cortou os juros em 0,25 ponto percentual. A decisão foi explicada por Jerome Powell, presidente da autoridade comentário, como um “corte para gerenciamento de riscos” à medida que os indicadores econômicos norte-americanos vêm mostrando um enfraquecimento (especialmente no mercado de trabalho).

As falas, no entanto, colocaram sob os holofotes um risco importante: o de estagflação, um fenômeno econômico que combina inflação resiliente com desaceleração da atividade. Portanto, a hora de os investidores se ajustarem para um cenário de tempestade mais adiante pode ser agora, o que pode acabar punindo a divisa americana.

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Fonte: Valor Investe Globo.com

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