Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Mercado Internacional, Negócios

China vai retaliar países que priorizem acordo com os EUA

Porta-voz do ministério do Comércio chinês afirmou que o país está “não aceitará” negociações às custas dos interesses do país

O porta-voz do Ministério do Comércio da China declarou nesta 2ª feira (21.abr.2025) que o governo chinês vai retaliar países que cheguem a acordos comerciais com os Estados Unidos “às custas dos interesses chineses”. A declaração foi em resposta a um jornalista que perguntou como a China reagiria se a Casa Branca pressionasse outros países a retirar investimentos na China para garantir tarifas mais baixas. Recentemente, diversos líderes globais têm se reunido com Donald Trump (Republicano) para discutir as medidas fiscais.

O representante do Ministério do Comércio disse que é legítimo os países buscarem acordos com os EUA, mas que se essas negociações envolverem o enfraquecimento de relações com a China, o país “jamais aceitará” e está preparado para defender seus interesses.

“A China se opõe firmemente a qualquer parte que chegue a um acordo às custas dos interesses chineses. Se isso acontecer, a China jamais aceitará e tomará resolutamente contramedidas de forma recíproca. A China está determinada e é capaz de salvaguardar seus próprios direitos e interesses”, disse o porta-voz. Eis a íntegra do comunicado do Ministério do Comércio da China (PDF – 40 kB, em inglês).

O porta-voz do governo chinês afirmou que os EUA transformaram o comércio internacional em uma “lei da selva” e que os países devem se unir para resistir ao bullying econômico norte-americano.

“Trata-se da busca por políticas hegemônicas e intimidação unilateral nos campos econômico e comercial sob o pretexto de “reciprocidade”. O apaziguamento não traz paz, e o compromisso não pode ser respeitado”, declarou.

Os EUA e a China estão em uma guerra comercial desde o início de abril, quando Trump anunciou o “liberation day”. A Casa Branca aplicou tarifas comerciais contra todos os seus parceiros, em especial a China, que foi penalizada em 145%. Os chineses retaliaram os norte-americanos com tarifas de 125% sobre os produtos dos EUA.

Fonte: Poder 360

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Internacional, Mercado Internacional, Negócios

Bolsas de NY despencam com independência do BC americano em xeque

Ameaças de Trump de demitir Jerome Powell, presidente do Fed, assustam agentes de mercado e investidores.

Os índices acionários das bolsas de Nova York operaram em forte queda, nesta segunda-feira, desde a abertura, com a preocupação crescente em torno de uma interferência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na atuação do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

O índice Dow Jones registrou queda de 2,5%, aos 38.170 pontos; o S&P 500 recuou 2,4%, a 5.158 pontos, e o índice de tecnologia Nasdaq caiu 2,6%, aos 15.870 pontos. Os três principais indicadores do mercado acionário americano chegaram a cair mais de 3%, durante algumas horas do pregão.

O feriado prolongado não ajudou a acalmar as preocupações dos investidores, à medida que a venda de ativos ligados aos Estados Unidos segue ganhando tração.

Na sexta-feira, o diretor do Conselho Econômico Nacional, Kevin Hassett, disse que Trump está estudando a possibilidade de demitir Jerome Powell, presidente do Fed. Essa possibilidade, aventada pela Casa Branca, também pode explicar um aumento acentuado nos rendimentos de longo prazo nos títulos do Tesouro, os treasuries, nesta manhã.

“Se Trump demitisse Powell, a reação do mercado provavelmente seria negativa, já que a independência do Fed é altamente valorizada”, aponta Kathy Jones, estrategista-chefe de renda fixa da Schwab.

Em paralelo, investidores se preparam para uma importante bateria de resultados corporativos ao longo desta semana, como da montadora de automóveis elétricos Tesla, da Alphabet (dona do Google) e da fabricante de aeronaves Boeing.

Segundo a FactSet, até o fim da semana passada, 12% das empresas do S&P 500 informaram os resultados do 1º trimestre de 2025. Dessas empresas, 71% informaram lucros por ação real acima das estimativas, percentual que está abaixo da média de 5 anos de 77% e abaixo da média de 10 anos de 75%.

“No total, as empresas estão informando lucros 6,1% acima das estimativas, o que está abaixo da média de 5 anos de 8,8% e abaixo da média de 10 anos de 6,9%”, aponta o analista da FactSet, John Butters.

Fonte: Valor Investe

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Internacional, Logística, Mercado Internacional, Negócios

Países do Sudeste Asiático enfrentam desafio para ‘recalibrar’ relação com a China

Xi Jinping voltou de viagem com 45 acordos com o Vietnã, 31 com a Malásia e 37 com o Camboja

O presidente da China, Xi Jinping, retornou a Pequim nesta sexta-feira (18), após sua turnê de maior destaque pelo Sudeste Asiático: uma visita de cinco dias a três países, carregada tanto de simbolismo quanto de cálculo estratégico.

O momento não poderia ter sido mais oportuno para Xi. Embora autoridades chinesas tenham afirmado que a viagem ao Vietnã, Malásia e Camboja tenha sido planejada há meses, ela coincidiu com a escalada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas políticas protecionistas do “America First” e com o afastamento de Washington da região.

“Para transmitir a mensagem de querer construir uma infraestrutura política asiática para os asiáticos ou pelos asiáticos, vai ressoar muito neste momento”, disse Benjamin Barton, da Universidade de Nottingham na Malásia. “A visita de Xi faz parte de um lembrete contínuo do que a Ásia precisa buscar. Para a China, isso significa tirar os EUA da Ásia, efetivamente.”

Para onde esse movimento os levará, ainda é incerto. “Os países do Sudeste Asiático querem ter o melhor dos dois mundos”, acrescentou Bland. “No entanto, à medida que a guerra comercial e tecnológica se intensifica, eles enfrentarão escolhas cada vez mais difíceis. Por enquanto, eles estão certos em tentar manter os pés em ambos os campos, mas precisam começar a se planejar para um mundo no qual decisões geopolíticas dolorosas terão que ser tomadas.”

Dilemas como esses são particularmente pertinentes no Vietnã, que adotou uma política externa multilateral desde o colapso da União Soviética. Khang Vu, pesquisador visitante no Boston College, que estuda segurança no Leste Asiático, acredita que Hanói buscará perpetuar tal abordagem pelo maior tempo possível.

“Para o Vietnã, ter que escolher um lado em detrimento do outro é o pior cenário, já que isso pode enviar a mensagem errada tanto para os EUA quanto para a China”, afirmou. “Como uma potência média, o Vietnã não pode decidir seu próprio destino. O país carece de autonomia em relação tanto à China quanto aos Estados Unidos, então qualquer decisão que tome reflete a vontade de uma das potências, e não a sua própria.”

Ele acrescentou que as tarifas dos EUA sugerem ao Vietnã que, apesar de toda a conversa sobre confiança e progresso nas relações EUA-Vietnã, eles “na verdade, não valorizam o Vietnã como um parceiro importante no Indo-Pacífico”. No entanto, mesmo que a relação bilateral com Washington sofra devido às tarifas de Trump, ele acredita que o país não abandonará sua política externa multilateral — em parte por preocupações com a “intimidação” chinesa no Mar do Sul da China.

Para o primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, os cálculos geopolíticos são menos desafiadores, mas isso porque ele posicionou seu país muito mais na órbita da China, segundo Welsh. Os EUA agora veem a Malásia como “muito periférica”, disse ela.

Yin Shao Loong, vice-diretor de pesquisa do Khazanah Research Institute na Malásia, disse que a visita de Xi destacou a importância da Malásia — e do Sudeste Asiático de forma mais ampla — para as cadeias globais de suprimento e como um refúgio de neutralidade entre forças polarizadoras.

“A Malásia e a Asean têm uma oportunidade histórica de negociar uma relação mais forte tanto com a China quanto com os EUA para fortalecer o Sudeste Asiático como um portal de manufatura para o mundo”, disse. “Os países também buscarão garantias da China de que a diversificação do comércio não levará a um aumento disruptivo nas importações ou a atritos com outros parceiros comerciais.”

Enquanto isso, o Camboja é considerado um dos parceiros regionais mais próximos da China. E com Phnom Penh enfrentando uma das tarifas “recíprocas” mais severas dos EUA, de 49%, a “amizade inquebrável” que Xi mencionou repetidamente provavelmente perdurará.

Apesar disso, Brian Eyler, diretor do Programa do Sudeste Asiático do Stimson Center, disse que dois pontos problemáticos na relação bilateral permanecem: a ampliação da Base Naval de Ream, financiada por Pequim, e o altamente politizado Canal Funan Techo, de US$ 1,7 bilhão, que teve pouca atividade desde o início das obras no ano passado, segundo ele.

Não houve menção à base naval durante a visita. Mas o ministério das Relações Exteriores do Camboja disse na sexta-feira (18) que “o lado chinês também expressou forte apoio aos esforços do Camboja para avançar com o Projeto do Canal Funan”, sem fornecer detalhes além de dizer que alguns acordos com o setor privado relacionados à iniciativa, foram assinados.

Mas enquanto o envolvimento chinês na base naval “sinalizou ao Vietnã seu potencial engrandecimento militar”, Xi mudou o foco nesta semana ao tomar “medidas importantes para reiterar a irmandade socialista com o Vietnã antes de assumir novos compromissos com o Camboja”, explicou Trissia Wijaya, pesquisadora do Instituto Asiático da Universidade de Melbourne.

“Ele reverteu a escalada ao destacar o sistema multilateral de comércio, que é um interesse compartilhado entre as nações da Asean”, disse ela.

Eyler acredita que “tanto a China quanto o Camboja querem expressar ambiguidade sobre o que realmente está acontecendo em Ream”. O fato de a base “não ser mencionada enquanto Xi está no país é algo típico nas relações Camboja-China”, acrescentou.

Elvin Ong, da Universidade Nacional de Cingapura, disse que a turnê mostrou que Xi foi capaz de mostrar interesse em aprofundar laços com aliados regionais importantes, enquanto os EUA se mostram muito mais voltados para dentro.

“A visita de Xi simboliza como a China está disposta a investir e nutrir relacionamentos em prol da prosperidade mútua, enquanto os EUA parecem estar preocupados apenas com seus próprios interesses”, disse Ong. “A diferença é gritante.”

Fonte: Valor Econômico












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Informação, Internacional, Notícias

Morre o papa Francisco, líder que rompeu tradições e se tornou um símbolo de diálogo

Primeiro papa jesuíta e latino-americano da história, ele conduziu a Igreja Católica em um período de grandes transformações

Um dos papas mais carismáticos da história recente, Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, morreu nesta segunda-feira (21) aos 88 anos. Francisco havia ficado internado por 38 dias, desde o dia 14 de fevereiro, no hospital Gemelli, em Roma, em virtude de uma bronquite que evoluiu para uma pneumonia bilateral. 

No domingo (21), visivelmente debilitado, o Pontífice chegou a aparecer na sacada da Basílica de São Pedro para a mensagem de Páscoa Urbi et Orbi, deixando sua última mensagem para a Igreja e o mundo.

O papa faleceu às 7h35 desta segunda, pelo horário de Roma (2h35 de Brasília).

“O Bispo de Roma, Francisco, retornou à casa do Pai. Toda a sua vida foi dedicada ao serviço do Senhor e de Sua Igreja”, disse o comunicado do Vaticano.

Um líder que rompeu tradições, aproximou a Igreja dos mais pobres e se tornou um símbolo de diálogo e inclusão, Francisco marcou sua trajetória por gestos de humildade e posicionamentos firmes sobre temas sociais e ambientais.

Primeiro papa jesuíta e latino-americano da história, ele conduziu a Igreja Católica em um período de grandes transformações, enfrentando desafios internos e externos com um olhar voltado para a misericórdia e a renovação. 

Seu papado foi caracterizado pela defesa dos imigrantes, a luta contra a desigualdade e um chamado urgente para a preservação do meio ambiente, consolidando seu legado como um dos pontífices mais influentes do século XXI.

Jornada de fé

Nascido em Buenos Aires, em 17 de dezembro de 1936, filho de imigrantes italianos, Jorge Bergoglio entrou na Igreja Católica a partir do seminário diocesano de Villa Devoto. Aos 22 anos, iniciou o noviciado na Companhia de Jesus e, em 1963, obteve licenciatura em filosofia no Colégio de São José. Passou os três anos seguintes lecionando filosofia e psicologia em colégios católicos na Argentina, onde também estudou teologia. Foi ordenado padre em 1969.

Nos anos 1980, Bergoglio começou a assumir papéis de liderança dentro da Companhia de Jesus, tornando-se provincial da ordem na Argentina em 1973. Durante esse período, ele enfrentou desafios significativos, incluindo a repressão política durante a ditadura militar argentina. Embora tenha sido criticado por alguns por sua abordagem cautelosa em relação ao regime, ele sempre defendeu a dignidade humana e trabalhou em prol dos direitos humanos.

Em 1992, Bergoglio foi nomeado bispo auxiliar de Buenos Aires e, em 1998, tornou-se arcebispo da cidade. Como arcebispo, continuou a enfatizar a importância da justiça social, promovendo iniciativas para ajudar os pobres e fomentar a inclusão social. Sua abordagem pastoral centrada no povo e sua habilidade de diálogo o tornaram uma figura respeitada na Igreja e na sociedade argentina.

De Cardeal a Papa

Em 2001, Bergoglio foi nomeado cardeal pelo Papa João Paulo II, o que o colocou em uma posição de maior influência dentro da Igreja Católica. Ele participou de vários sínodos e conclaves, onde suas opiniões e experiências foram valorizadas. Durante esses anos, destacou-se por sua ênfase na necessidade de uma Igreja mais aberta e acessível, preocupada genuinamente com os problemas do mundo contemporâneo.

A reputação de Bergoglio como líder pastoral e social cresceu, tornando-se conhecido por seu estilo simples e sua capacidade de se conectar com as pessoas. Ele frequentemente visitava as favelas de Buenos Aires, conversando com moradores e ouvindo suas preocupações.

Em 2013, após a renúncia do Papa Bento 16, Jorge Mario Bergoglio foi eleito Papa, tornando-se o 266º pontífice da Igreja Católica. Ao escolher o nome de Francisco, em homenagem a São Francisco de Assis, fez uma clara alusão ao santo da pobreza e da simplicidade, refletindo seu desejo de uma Igreja mais próxima dos pobres e marginalizados. Desde então, seu papado foi marcado por um enfoque renovado na misericórdia, no diálogo inter-religioso e na defesa dos direitos humanos.

Legado de humildade

O Papa Francisco se destacou por sua abordagem pastoral e acessível. Ele frequentemente visitava comunidades carentes, incentivando a Igreja a sair de suas paredes e a se engajar ativamente nas questões sociais. Sua encíclica Laudato Si’, publicada em 2015, abordou a crise ambiental e a necessidade urgente de cuidar da criação, ecoando um chamado à ação que ressoou em todo o mundo.

Além de seu ativismo social, o Papa Francisco foi um defensor do diálogo inter-religioso, promovendo a paz e a compreensão entre diferentes culturas e tradições. Sua visita histórica a países como o Iraque e o Egito simbolizou seu compromisso em construir pontes entre as religiões.

Nos últimos anos de seu pontificado, enfrentou desafios dentro da própria Igreja, incluindo debates sobre reformas internas e respostas a crises institucionais. Ainda assim, permaneceu como uma voz influente em temas como justiça social, imigração e mudanças climáticas.

O legado de Francisco será lembrado como o de um Papa que buscou tornar a Igreja mais inclusiva, próxima dos necessitados e alinhada com os desafios do século XXI. Seu impacto transcendeu as fronteiras do catolicismo, marcando a história como um líder global que pregou a compaixão, a humildade e a esperança até seus últimos dias.

Fonte: InfoMoney



















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Comércio Exterior, Internacional, Mercado de trabalho, Mercado Internacional, Negócios, Networking, Oportunidade de Mercado

UNIA: tradição, inovação e um novo posicionamento no mercado logístico

Com mais de 25 anos de história, a UNIA, anteriormente conhecida como Unitrade, consolidou-se como uma referência em desembaraço aduaneiro e logística para o setor farmacêutico e de saúde. Fundada em 1998, de maneira simples, em uma sala sobre uma padaria, a empresa cresceu e se fortaleceu ao longo das décadas, compreendendo as necessidades de um mercado extremamente exigente e desenvolvendo soluções cada vez mais especializadas.

Soluções abrangentes para um mercado exigente

Atualmente, a UNIA oferece um portfólio completo de serviços logísticos, que inclui desembaraço aduaneiro, agenciamento de cargas aéreas e marítimas, seguro de cargas, armazenagem e transporte rodoviário. Além disso, conta com soluções diferenciadas, como gestão de SKUs, ressarcimento de impostos, pleitos de ex-tarifário, assessoria jurídica em questões aduaneiras, desenvolvimento de fornecedores e licenças sanitárias.

O grande diferencial da empresa é sua capacidade de integrar essas soluções de forma personalizada, garantindo operações mais ágeis, seguras e eficientes. Como destaca Jailson Araújo, Diretor da UNIA, “O segmento que atendemos é extremamente exigente, e temos órgãos que trabalham com muita seriedade, o que requer um conhecimento muito grande.” Essa expertise tem sido reconhecida pelo setor, com a UNIA sendo eleita quatro anos consecutivos como a melhor empresa de desembaraço aduaneiro pelo Sindusfarma.

Rebranding e expansão: um novo capítulo

Em 2024, a empresa passou por um rebranding estratégico, tornando-se UNIA. A mudança de marca reflete não apenas a consolidação daquilo que a empresa construiu ao longo dos anos, mas também o fortalecimento do seu posicionamento no agenciamento de cargas internacionais. “Fizemos o rebranding para que nossa marca se conecte ainda mais com nosso público. Participar da Intermodal com esse novo posicionamento e a possibilidade de expandir networking e gerar novos negócios é muito oportuno”, ressalta Marli Oliveira, CEO da UNIA.

O futuro da UNIA: tecnologia e crescimento sustentável

Para os próximos anos, a UNIA pretende continuar crescendo sem abrir mão de sua essência, que une atendimento personalizado e eficiência operacional. “O grande desafio da logística é movimentar a carga de forma rápida e precisa, e isso não vai mudar. Vejo a tecnologia como uma aliada para a informação. O futuro que enxergo é crescermos mantendo o contato pessoal, mas com a tecnologia potencializando nosso trabalho”, afirma Alexandre Alencar, Diretor da UNIA.

Com uma trajetória sólida, clientes fieis e um mercado cada vez mais dinâmico, a UNIA segue evoluindo e reafirmando seu compromisso com a eficiência, a segurança e a inovação no comércio exterior. Além disso, a conquista da certificação Great Place to Work (GTPW), em dezembro de 2024, reforça a preocupação da empresa em manter um ambiente de trabalho positivo e produtivo para sua equipe.

Parceria estratégica: UNIA e RêConecta na Intermodal 2025

Na edição de 2025 da Intermodal South America, a UNIA contará com um parceiro estratégico de peso: a RêConecta. Juntas, as empresas apresentarão soluções inovadoras para o setor logístico, reforçando a importância da conectividade e eficiência nas operações internacionais. Essa parceria visa potencializar oportunidades de negócios, aproximando a UNIA de novos mercados e fortalecendo seu posicionamento como referência no comércio exterior.

A participação conjunta no evento permitirá não apenas a troca de conhecimento e experiências, mas também a criação de novas conexões estratégicas que impulsionarão o crescimento e a inovação no setor. “Nossa presença na Intermodal, ao lado da RêConecta, representa um passo fundamental para consolidar nossa nova identidade e ampliar nossa atuação no mercado”, destaca Marli Oliveira.

Venha conhecer tudo o que a UNIA tem a oferecer na Intermodal 2025! Te esperamos no estande G100.

Saiba mais sobre a Unia: https://uniabr.com/

Faça sua inscrição: https://www.intermodal.com.br/pt/credenciamento.html

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Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Logística, Negócios

Brasil e China avançam em negociações para construção do Corredor Bioceânico

Representantes do governo chinês visitam obras do Novo PAC e discutem rota estratégica de integração continental

Em mais um passo rumo ao fortalecimento da cooperação entre Brasil e China, uma comitiva do governo chinês foi recebida nesta semana por autoridades brasileiras para discutir investimentos em infraestrutura, com foco na construção do Corredor Bioceânico. A visita faz parte das ações do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), e incluiu inspeções técnicas em importantes empreendimentos logísticos do país.

Entre os projetos visitados, destaque para a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), localizada em Goiás, considerada peça-chave na estratégia de integração ferroviária do Brasil. A delegação chinesa manteve reuniões com representantes da Casa Civil, Ministérios dos Transportes, do Planejamento e Orçamento, da Agricultura e Pecuária, além de técnicos da Agência Infra S.A.

De acordo com o secretário especial do Novo PAC, Maurício Muniz, a visita reforça o interesse mútuo entre os dois países em aprofundar parcerias na área de infraestrutura. “Estamos honrados em receber a delegação chinesa. Esta é uma oportunidade de estreitar nossos laços e mostrar a viabilidade para a construção desse corredor”, afirmou.

O Corredor Bioceânico é visto como um projeto estratégico para a integração sul-americana, com o objetivo de criar uma rota terrestre que conecte os oceanos Atlântico e Pacífico. A nova ligação permitirá o escoamento mais ágil da produção brasileira — especialmente do Centro-Oeste — para os mercados da Ásia, reduzindo distâncias e custos logísticos.

O projeto também prevê integração com a Ferrovia Norte-Sul, conectando áreas produtoras a uma malha ferroviária mais ampla e aos principais portos do país. A proposta está inserida nas Rotas de Integração Sul-Americana, prioridade do governo brasileiro para ampliar o comércio regional e a competitividade internacional dos produtos nacionais.

Nos próximos dias, a delegação chinesa seguirá para Bahia e São Paulo, onde visitará o Porto de Ilhéus, o Porto de Santos e as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Em São Paulo, os chineses também conhecerão o projeto do Túnel Santos-Guarujá, uma das principais obras de mobilidade e logística previstas no Novo PAC.

Com o apoio estratégico de um dos maiores investidores globais em infraestrutura, o governo brasileiro espera acelerar projetos de integração regional que podem transformar a logística do continente sul-americano nos próximos anos.

Fonte: Poder Naval

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Certificações, Comércio Exterior, Internacional, Negócios, Oportunidade de Mercado

Por dentro das Certificações: a expertise da Process para vencer barreiras reguladoras

A Process Certificações estará junto com o RêConecta News na Intermodal South América 2025, um dos principais eventos de logística, transporte e comércio exterior do mundo. A presença marca o compromisso da empresa em fortalecer conexões estratégicas e apresentar ao mercado sua atuação técnica de ponta no campo das certificações — um serviço essencial para empresas que desejam importar com segurança, agilidade e dentro das normas regulatórias brasileiras.

De acordo com Marilia de Oliveira Ferreira, Supervisora Comercial da Process Certificações, estar em conformidade com os órgãos reguladores é um passo fundamental para quem pretende importar, e é justamente aí que a Process Certificações se destaca. Com atuação nacional e sede em Santos (SP), a empresa é referência no segmento, oferecendo soluções completas para quem busca navegar pelos trâmites legais com tranquilidade. “O processo de certificação em si é complexo. Envolve diversos órgãos reguladores e uma análise técnica profunda para entender o que é o produto, qual a sua função, se é de uso humano, infantil, se oferece algum risco… A certificação vem justamente para assegurar a segurança das pessoas e do meio ambiente”, explica.

Certificação sob medida: conhecendo as reais necessidades do importador

Atenta às exigências técnicas e legais, a Process Certificações atua junto a órgãos como INMETRO, ANATEL, ANVISA e IBAMA, além de intermediar documentos fundamentais como o Registro de Produtoe a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE). Todo o processo é conduzido por especialistas, que acompanham cada etapa — desde a análise técnica até a liberação para comercialização no mercado brasileiro.

“O que a Process Certificações faz é identificar, dentro desse processo tão amplo, todas as necessidades do importador, que muitas vezes são maiores do que ele imagina. Alguns órgãos exigem que o processo passe obrigatoriamente por empresas credenciadas. No caso do INMETRO, por exemplo, é preciso apresentar manuais em português, traduzir documentos técnicos, garantir etiquetas adequadas e atender a uma série de detalhes minuciosos”, complementa Marilia.

Segundo Marília, o serviço vai além da certificação em si: a Process presta uma consultoria completa que ajuda a reduzir riscos, agilizar prazos e evitar retrabalho. “Por isso, criamos um serviço completo e integrado, que reúne todas essas etapas, cuidando de cada exigência. Trabalhamos hoje com um escopo que envolve cerca de 10 a 12 órgãos reguladores, acumulando quase 10 anos de experiência no setor”, finaliza.

Entre os serviços mais procurados estão:

  • Certificação Compulsória e Voluntária pelo INMETRO
  • Homologações junto à ANATEL
  • Registros e autorizações na ANVISA e IBAMA
  • Consultoria técnica e estratégica para certificações internacionais
  • Acompanhamento completo junto a OCPs (Organismos de Certificação de Produto)

A atuação da Process como ponte entre as empresas importadoras e os órgãos reguladores tem feito diferença para quem busca segurança jurídica, previsibilidade e eficiência. Na Intermodal 2025, o objetivo é mostrar ao mercado como as certificações, quando bem conduzidas, podem ser um diferencial competitivo real.

Nos encontramos no Estade G100!

Saiba mais sobre a Process certificações: https://processlogcomex.com.br/certificadora/

Participe da Intermodal: https://www.intermodal.com.br/pt/home.html 
 

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Internacional, Logística, Negócios

Trump diz que fará acordo com a China sobre tarifas

Diante a guerra tarifária entre os Estados Unidos e a China, nesta quinta-feira (17), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que fará um acordo comercial com o país asiatico. 

Segundo Trump, a China buscou os Estados Unidos para dialogar. Em coletiva com jornalistas na casa presidencial, o republicao informou que ” nós faremos um acordo com a China”

Apesar do comunicado, Trump não revelou detalhes sobre o diálogo e preferiu esconder se falou diretamente com o presidente chinês Xi Jinping, mas disse aos repórteres q

Ainda escondendo o jogo, o presidente americano informou que não tem prazo para sair um acordo. Trump disse que os EUA teriam “muito tempo” para discutir, e que pode avançar com algo nas próximas três ou quatro semanas. 

Por fim, o governante informou que não estaria mais inclinado a subir novamente as tarifas. Afirmando que as tarifas americanas sobre a China podem não aumentar mais. 

Fonte: BNews

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Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Logística, Negócios

Desvendando o Paraguai: Cleber Ceroni Revela Um País de Oportunidades Inexploradas para Investidores Brasileiros

Em recente evento realizado na sede da Câmara de Comércio Brasil-Paraguai em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o engenheiro químico Cleber Ceroni, Diretor da Câmara de Comércio Paraguai-Brasil com sede em Assunção, apresentou uma palestra reveladora sobre as inúmeras oportunidades de investimento no país vizinho, demonstrando por que o Paraguai tem se tornado um dos destinos mais promissores para investidores brasileiros.

Um Mercado em Expansão além das Fronteiras Conhecidas

Ceroni iniciou sua apresentação combatendo preconceitos arraigados sobre o Paraguai. “O país não é apenas a fronteira de Pedro Juan Caballero ou Ciudad del Este. É um mercado com potencial enorme e que acolhe muito bem os investidores estrangeiros”, destacou o palestrante, que reside em Assunção e conhece profundamente as oportunidades do país.

Esta visão limitada do Paraguai como mero destino de compras é um erro que muitos empresários brasileiros ainda cometem. Na realidade, o país vem experimentando uma transformação econômica significativa nas últimas décadas, com um crescimento médio do PIB de 4,5% ao ano entre 2004 e 2021, segundo dados do Banco Mundial, superando a média regional da América Latina.

A localização estratégica é um dos principais diferenciais do Paraguai, situado no coração da América do Sul, com proximidade a Equador, Bolívia, Peru, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. Essa posição privilegiada permite acesso aos principais mercados sul-americanos, transformando o país em um hub logístico natural. Essa vantagem geográfica tem atraído investimentos de mais de 45 países, resultando na presença de mais de 300 empresas maquiladoras, das quais aproximadamente 70% são brasileiras.

Infraestrutura Logística Surpreendentemente Desenvolvida

Apesar da ausência de saída direta para o mar, o Paraguai desenvolveu uma impressionante infraestrutura logística que surpreende muitos investidores. Conforme destacado por Ceroni, o país possui a terceira maior frota fluvial de barcaças do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e China, com aproximadamente 35 operações navieras em funcionamento.

O sistema hidroviário baseado no Rio Paraguai, que deságua no Rio da Prata, forma um corredor de transporte eficiente e econômico. Por esta hidrovia, escoam-se produtos como soja, milho, trigo, combustíveis e diversos outros itens, tanto para exportação quanto importação, a custos significativamente menores que o transporte rodoviário.

Além disso, o país integra ativamente o ambicioso projeto da Rota Bioceânica, uma iniciativa multinacional que conectará o Porto de Santos, no Brasil, ao Porto de Iquique, no Chile. Esta rota reduzirá drasticamente os tempos de transporte entre os oceanos Atlântico e Pacífico, abrindo novos mercados para produtos latino-americanos, especialmente na Ásia.

Um exemplo concreto deste avanço logístico é a construção da ponte entre Porto Murtinho (Brasil) e Carmelo Peralta (Paraguai), que faz parte do Corredor Bioceânico e está em andamento, com participação de empresas como a que Ceroni representa.

O “Triângulo da Riqueza” Paraguaio: Oportunidades Concentradas e Diversificadas

A concentração econômica do Paraguai está principalmente distribuída entre Ciudad del Este, Assunção e Encarnación, formando o que Ceroni denominou como o “Triângulo da Riqueza”. Cada vértice deste triângulo oferece características e oportunidades específicas:

  • Assunção: Capital político-administrativa e centro financeiro, concentra os principais órgãos governamentais, sedes de bancos e empresas de maior porte. A cidade tem passado por uma modernização constante, com o surgimento de novos empreendimentos imobiliários, centros comerciais e infraestrutura urbana renovada.
  • Ciudad del Este: Terceira maior zona franca do mundo em volume de negócios, atrás apenas de Miami e Hong Kong. Além do comércio, tem se destacado na atração de indústrias maquiladoras, especialmente nas áreas de autopeças, têxtil e eletrônica.
  • Encarnación: Conhecida como a “Pérola do Sul”, tem se tornado um importante polo turístico e comercial, com forte presença de agroindústrias e empresas de logística que aproveitam sua localização fronteiriça com a Argentina.

Esses polos têm recebido significativos investimentos internacionais nos últimos anos, criando um ecossistema de negócios cada vez mais sofisticado e integrado à economia global.

Estabilidade Econômica e Política: A Base Para Investimentos Seguros

O Paraguai apresenta índices de estabilidade que surpreendem até os analistas mais céticos. Com uma taxa de alfabetização de 95% e indicadores sociais em constante melhoria, o país vem construindo uma base sólida para o desenvolvimento sustentável.

Na esfera econômica, destaca-se pela notável estabilidade monetária. O guarani é considerado, como apontou Ceroni, a moeda mais estável da América do Sul nos últimos 70 anos. Enquanto países vizinhos como Argentina e Brasil enfrentaram períodos de hiperinflação e múltiplas trocas de moeda, o Paraguai manteve sua unidade monetária com admirável consistência.

Esta estabilidade não é acidental, mas resultado de políticas fiscais e monetárias conservadoras. A inflação paraguaia tem se mantido consistentemente abaixo de 5% ao ano na última década, segundo dados do Banco Central do Paraguai, permitindo planejamentos de longo prazo com maior segurança para os investidores.

O ambiente político também contribui para esta estabilidade. Apesar de desafios típicos de democracias em desenvolvimento, o Paraguai tem demonstrado respeito às instituições e aos contratos internacionais, além de uma transição ordenada de poder entre diferentes administrações.

Benefícios Fiscais e Energéticos: Vantagens Competitivas Concretas

Um dos maiores atrativos para investidores, como enfatizou Ceroni, são os benefícios fiscais substanciais. A carga tributária paraguaia é extraordinariamente competitiva, em torno de 10% – uma das menores não apenas da região, mas do mundo. Para efeito de comparação, no Brasil, dependendo do setor e regime tributário, as empresas podem enfrentar cargas que facilmente ultrapassam 30%.

A Lei de Maquila (Lei nº 1.064/97) é um regime especial que merece destaque especial. Este modelo permite a importação de matérias-primas e insumos sem incidência de impostos para processamento em território paraguaio e posterior exportação. As empresas operando sob este regime pagam apenas um imposto único de 1% sobre o valor agregado dentro do país.

Verificando dados oficiais, o número de empresas operando sob o regime de maquila no Paraguai cresceu exponencialmente, saltando de apenas 45 em 2010 para mais de 300 em 2024, com investimentos acumulados superiores a US$ 2 bilhões e gerando mais de 20.000 empregos diretos

Outro fator determinante na competitividade paraguaia é o custo da energia elétrica. O país é o maior exportador líquido de energia elétrica do mundo, graças às hidrelétricas binacionais Itaipu (compartilhada com o Brasil) e Yacyretá (com a Argentina). Essa abundância energética resulta em custos significativamente menores para a indústria.

Enquanto no Brasil o megawatt para indústrias pode custar em torno de 170 dólares, no Paraguai esse valor cai para aproximadamente 50 dólares, uma economia de quase 70%. Este diferencial competitivo é particularmente relevante para indústrias eletrointensivas, como metalúrgicas, químicas e de processamento de alimentos.

Capital Humano Jovem e Adaptável: O Diferencial Humano

O perfil demográfico paraguaio também representa uma vantagem competitiva significativa para investidores. Aproximadamente 60% da população tem menos de 35 anos, proporcionando uma força de trabalho jovem, adaptável e com grande potencial de desenvolvimento.

Durante sua palestra, Ceroni compartilhou casos concretos de empresas que investiram em treinamento da mão de obra local e obtiveram resultados notáveis. Uma empresa brasileira do setor industrial, por exemplo, investiu cerca de 3 milhões de dólares em programas de capacitação e conseguiu formar uma equipe altamente qualificada, com produtividade comparável à de operações no Brasil, mas com custos trabalhistas significativamente menores.

O custo da mão de obra no Paraguai é, em média, 30% inferior ao do Brasil, com encargos sociais também mais baixos (em torno de 30% contra aproximadamente 100% no sistema brasileiro). Isso, combinado com uma legislação trabalhista menos burocrática, cria um ambiente favorável para empregadores, sem comprometer os direitos básicos dos trabalhadores.

As universidades paraguaias têm melhorado consistentemente seus padrões de qualidade, com destaque para cursos de engenharia, administração e tecnologia. Além disso, o bilinguismo (espanhol e guarani) é comum, e há uma crescente proficiência em português nas regiões fronteiriças e nos grandes centros urbanos.

Como Aproveitar estas Oportunidades: Caminhos para o Investidor

Os investimentos no Paraguai podem ser realizados de diversas formas, adequando-se aos diferentes perfis e objetivos dos investidores. Ceroni destacou algumas das principais modalidades:

  • Regime de Maquila: Ideal para empresas industriais que buscam reduzir custos de produção aproveitando os benefícios fiscais e logísticos do país.
  • Lei 60/90 de Incentivos para Investimentos: Oferece isenções fiscais para importação de bens de capital e matérias-primas, além de isenção do imposto sobre remessa de lucros para investimentos considerados de interesse nacional.
  • Investimentos Imobiliários: O setor tem apresentado valorização média de 12% ao ano nas principais cidades, impulsionado pelo crescimento econômico e pela urbanização acelerada.
  • Agronegócio: Com terras férteis a preços competitivos (cerca de 1/3 do valor comparável no Brasil), o setor agrícola paraguaio oferece excelentes oportunidades, especialmente em soja, milho e pecuária.
  • Serviços e Tecnologia: Setores emergentes com incentivos específicos, como o Regime de Empresas de Serviços Tecnológicos que oferece taxação reduzida para empresas de software e serviços relacionados.

Roger Maciel, Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Paraguai, complementou a apresentação de Ceroni destacando que a entidade oferece assessoria especializada para investidores brasileiros interessados em expandir seus negócios para o país vizinho. “Contamos com uma coordenação nacional e representação direta em Ciudad del Este, que mantém excelentes relações com consulados e embaixadas, facilitando todos os trâmites necessários”, explicou.

A Câmara trabalha ativamente com despachos aduaneiros e processos de internacionalização, servindo como ponte segura para empresários que buscam novas oportunidades no mercado paraguaio. Esta assistência é crucial para navegar pelas particularidades do ambiente de negócios local e garantir conformidade com todas as regulamentações.

Uma Parceria Estratégica Para Seu Próximo Investimento

Se você é um investidor em busca de novas fronteiras para expansão com carga tributária reduzida, custos operacionais competitivos e localização estratégica, o Paraguai representa uma oportunidade que não pode ser ignorada.

As vantagens comparativas do país – estabilidade econômica, incentivos fiscais generosos, energia abundante e barata, mão de obra jovem e custos operacionais reduzidos – criam um cenário ideal para empresas brasileiras que buscam aumentar sua competitividade e expandir seus mercados.

A Câmara de Comércio Brasil-Paraguai se posiciona como sua aliada estratégica nesta jornada de internacionalização. Ao se tornar membro, você terá acesso a uma rede de contatos qualificados, informações atualizadas sobre o mercado paraguaio e assessoria especializada que garante confiança, segurança e direcionamento estratégico para seus investimentos no país.

Os próximos eventos de networking promovidos pela Câmara, programados para 8 de maio em São Paulo e 26 de maio no Rio de Janeiro, são oportunidades imperdíveis para conhecer de perto as possibilidades apresentadas por Cleber Ceroni e estabelecer contatos valiosos com empresários que já operam com sucesso no Paraguai.

O futuro dos seus investimentos pode estar mais próximo do que você imagina – está no país vizinho que Cleber Ceroni descreve como “um verdadeiro paraíso para investidores”.

Fonte: VEGK Records

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Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Logística, Negócios

China e EUA enfrentam impasse sobre quem deve iniciar negociações comerciais

O Ministério do Comércio da China pediu nesta quinta-feira aos Estados Unidos que parem de exercer “pressão extrema” sobre a segunda maior economia do mundo e exigiu respeito em qualquer negociação comercial, mas os dois lados têm permanecido em um impasse sobre quem deve iniciar as discussões.

O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, tem aumentado a pressão sobre a China, elevando as tarifas de importação de produtos chineses nos últimos meses. Na terça-feira, a Casa Branca afirmou que a China agora pode enfrentar uma tarifa de até 245%.

O Ministério do Comércio chinês criticou as tarifas como irracionais e disse que Pequim ignorará o jogo de números de “sem sentido”, alertando que a China “lutará até o fim” se os EUA insistirem em causar danos substanciais aos direitos e interesses chineses.

“Os aumentos unilaterais de tarifas foram totalmente iniciados pelos Estados Unidos”, disse He Yongqian, porta-voz do Ministério do Comércio, em uma coletiva de imprensa semanal.

Ao contrário de vários países que responderam às “tarifas recíprocas” de Trump buscando acordos, Pequim tem aumentado suas próprias taxas sobre os produtos dos EUA em resposta e não buscou discussões, que, segundo o país asiático, só podem ser conduzidas com base no respeito mútuo e na igualdade.

Washington disse na terça-feira que Trump está aberto a fazer um acordo comercial com a China, mas que Pequim deveria dar o primeiro passo e que “a bola está no campo da China”.

“Pedimos aos Estados Unidos que parem imediatamente com a pressão extrema, a coerção e a chantagem, e resolvam as diferenças com a China por meio de um diálogo igualitário com base no respeito mútuo”, disse a porta-voz do ministério .

O Ministério do Comércio tem mantido comunicação em nível de trabalho com seus pares norte-americanos, disse ela, acrescentando que a China está aberta a consultas econômicas e comerciais com os EUA.

Mas “a pessoa que amarrou o sino deve ser aquela que o desamarra”, disse ela, usando um provérbio chinês.

Fonte: Investing

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