Comércio Exterior

Análise: Governo precisa de cautela em ajuda a afetados pelo tarifaço

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (16), um projeto que expandi o auxílio governamental aos exportadores brasileiros impactados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos. A medida requer uma análise criteriosa devido às limitações orçamentárias do governo. A análise é de Fernando Nakagawa no Bastidores CNN.

Setores mais vulneráveis da economia brasileira, como produtores de frutas do Vale do São Francisco e apicultores do Ceará e Piauí, já contam com linhas de crédito emergenciais a juros reduzidos.

Enquanto isso, os segmentos mais organizados da economia nacional, como as indústrias do café e da carne, têm conseguido encontrar alternativas comerciais.

O setor de carnes revisou suas projeções de prejuízo e reduziu a estimativa inicial de US$ 1 bilhão para US$ 300 milhões, uma queda de 70%.

A ampliação da ajuda governamental deve ser realizada com cautela, considerando a escassez de recursos públicos disponíveis.

É essencial direcionar o suporte financeiro para os setores que realmente necessitam, evitando destinar recursos a segmentos que já encontraram meios de minimizar os impactos das tarifas.

Fonte: CNN Brasil

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Comércio Exterior

Importação n° 090/2025

Tratamento administrativo do Mapa durante a migração para o Novo Processo de Importação

Comunicamos que foi publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária a Portaria Mapa n° 835, de 9 de setembro de 2025, que dispõe sobre o controle agropecuário nas operações de importação de produto de interesse agropecuário sujeitas a registro no Portal Único de Comércio Exterior. A publicação representa mais um passo dado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – Mapa – no sentido de cumprir os compromissos assumidos junto ao Governo Federal para adesão ao Novo Processo de Importação.

A publicação da Portaria Mapa n° 835, de 2025, não implica migração automática e obrigatória dos processos de importação para o Novo Processo de Importação, mantendo inalterado o cronograma de adesão e migração definido pelo Comitê Nacional de Facilitação do Comércio (Confac).

Nos termos do art. 43 da Portaria Mapa n° 835, de 2025, enquanto não houver migração para o LPCO/Duimp (NPI), as importações sujeitas a tratamento administrativo do Órgão continuam sendo registradas por meio da Licença de Importação no Siscomex Importação – LI/DI – e do LPCO modelo I00004. Ademais as operações sujeitas à autorização para importação pelo Mapa permanecem com as autorizações sendo concedidas por meio da autorização de embarque na Licença de Importação – LI, conforme procedimentos atuais.

Os novos procedimentos definidos pela Portaria Mapa n° 835, de 2025, serão aplicados para operações registradas por meio de Duimp, mantendo os procedimentos atuais para as operações objeto de licenciamento de importação por meio do Siscomex Importação (LI/DI).

O anexo da Portaria Mapa n° 835, de 2025, bem como outras orientações estão disponíveis para consulta na página do Vigiagro no site do Ministério da Agricultura e Pecuária, no endereço: 

https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/vigilancia-agropecuaria/tratamento-administrativo

Esta Notícia Siscomex está sendo publicada por solicitação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Fonte: Siscomex

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Comércio Exterior

Tarifas nas principais rotas marítimas caem 3% durante a última semana

O índice composto elaborado pela Drewry, World Container Index (WCI), apresentou uma contração de 3%, situando-se em 2.044 dólares por contêiner de 40 pés nesta semana. Com isso, já são 13 semanas consecutivas de queda.

“Pela segunda semana consecutiva, as tarifas spot nas principais rotas comerciais seguiram tendências opostas. Enquanto as tarifas de frete nas rotas transpacíficas aumentaram, as da Ásia–Europa diminuíram. As tarifas spot transpacíficas estão em alta devido aos anúncios de GRI de várias companhias de navegação”, informou a consultoria.

Em linha com isso, as tarifas spot de Xangai para Los Angeles aumentaram 6%, chegando a 2.678 dólares por FEU, enquanto as de Xangai para Nova York subiram 2%, alcançando 3.743 dólares por FEU.

“Apesar da proximidade da Semana Dourada na China, é improvável que essas tarifas se mantenham sem novos cortes na capacidade do transporte marítimo. Portanto, a Drewry prevê que as tarifas permanecerão estáveis nas próximas semanas”, destacou a consultoria.

Por sua vez, as tarifas Xangai–Roterdã caíram 10% (2.143 USD/FEU) e as Xangai–Gênova recuaram 12% (2.342 USD/FEU). “Essa diminuição ocorre em um momento em que as companhias de navegação enfrentam dificuldades para compensar o aumento de capacidade – devido à entrada de novos navios – e a queda da demanda”, explicou a entidade.

“Diante do aumento de viagens em branco antes do feriado da Semana Dourada da China, que começa em 1º de outubro, a Drewry prevê uma leve queda das tarifas nas próximas semanas”, acrescentou.

O WCI projeta que o equilíbrio entre oferta e demanda se enfraquecerá novamente no segundo semestre de 2025, o que resultará em uma contração das tarifas spot.

“A volatilidade e o momento das mudanças tarifárias dependerão das futuras tarifas de Trump e das alterações na capacidade relacionadas à introdução de sanções dos EUA contra navios chineses, cuja implementação ainda é incerta”, concluiu a Drewry.

Fonte: Portal Portuário

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Comércio Exterior

Corrente de comércio brasileiro chega a US$ 437,1 bi de janeiro até a 2° semana de setembro

Exportações totalizam US$ 240,8 bi e as importações, US$ 196,3 bi, com saldo positivo de US$ 44,6 bi

Na 2ª semana de setembro de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,3 bilhão e corrente de comércio de US$ 12,5 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,9 bilhões e importações de US$ 5,6 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 13,3 bilhões e as importações, US$ 11,5 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,76 bilhão e corrente de comércio de US$ 24,8 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 240,8 bilhões e as importações, US$ 196,3 bilhões, com saldo positivo de US$ 44,6 bilhões e corrente de comércio de US$ 437,1 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (15/9) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês – 2º Semana de setembro/2025

No comparativo mensal das exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de setembro/2025 (US$ 1,326 bi) com a de setembro/2024 (US$ 1,355 bi), houve queda de 2,2%. Em relação às importações houve crescimento de 3,3% na comparação entre as médias até a 2ª semana de setembro/2025 (US$ 1,150 bi) com a do mês de setembro/2024 (US$ 1,113 bi).

Assim, até a 2ª semana de setembro/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.476 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 176,02 milhões. Comparando-se este período com a média de setembro/2024, houve crescimento de 0,3% na corrente de comércio. 

Exportações e importações por Setor

No acumulado até a 2ª semana do mês de setembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: queda de US$ 10,73 milhões (4,0%) em Agropecuária; de US$ 3,07 milhões (1,1%) em Indústria Extrativa e de US$ 22,02 milhões (2,8%) em produtos da Indústria de Transformação. 

No acumulado até a 2ª semana do mês de setembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 50,89 milhões (5,0%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 2,45 milhões (11,1%) em Agropecuária e de US$ 6,55 milhões (8,9%) em Indústria Extrativa.

Fonte: MDIC

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Comércio Exterior

Tarifaço dos EUA: veja a lista de produtos afetados divulgada pelo governo

O Governo do Brasil publicou na última sexta-feira (12) a tabela de produtos impactados pelas tarifas adicionais impostas unilateralmente pelos Estados Unidos. A medida integra o Plano Brasil Soberano, que estabelece critérios para acesso a linhas de crédito emergenciais e busca mitigar os efeitos do chamado tarifaço norte-americano.

Em Brasília, o tema teve reforço catarinense: o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos Gama, reuniu-se com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para discutir diretamente os reflexos das tarifas sobre empresas que utilizam o Porto de Itajaí como rota de exportação. “Nosso compromisso é garantir que os empresários catarinenses tenham o suporte necessário para enfrentar este momento. O Porto de Itajaí não é apenas um elo logístico: é um vetor de desenvolvimento econômico. Estamos atuando junto ao governo federal para ampliar alternativas comerciais e proteger empregos e investimentos na nossa região”, destacou João Paulo Tavares Bastos Gama.

Após o encontro, Alckmin ressaltou avanços nas negociações comerciais com o México e reforçou que o governo federal está ampliando relações com países da Ásia, a fim de diversificar mercados e reduzir a dependência das exportações brasileiras para os Estados Unidos.

Produtos afetados pelo tarifaço

De acordo com a Portaria Conjunta MDIC/MF nº 4, de 11 de setembro de 2025, serão atingidos 9.777 códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), divididos em duas listas:

  • 9.075 códigos entram automaticamente no cálculo do faturamento com exportações aos EUA.
  • 702 códigos exigirão autodeclaração das empresas comprovando impacto efetivo nas vendas.

Crédito emergencial para exportadores

O Plano Brasil Soberano destina R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para linhas de crédito a juros acessíveis. A prioridade será para empresas que registraram ao menos 5% do faturamento total em exportações de produtos atingidos entre julho de 2024 e junho de 2025.

Além disso, outras companhias poderão acessar R$ 10 bilhões via BNDES, também em condições especiais.

Critérios e prazos de financiamento

Para acessar os recursos, as empresas precisam estar regulares junto à Receita Federal e à PGFN. As linhas de financiamento contemplam:

  • Capital de giro;
  • Produção de bens afetados;
  • Aquisição de bens de capital;
  • Investimentos em adaptação e inovação.

Os prazos variam de 5 a 10 anos, com carência de 12 a 24 meses. O limite chega a R$ 150 milhões por empresa em investimentos e até R$ 200 milhões em capital de giro para grandes empresas (R$ 35 milhões para pequenas e médias).

Brasil Soberano: proteção ao setor produtivo

O Plano Brasil Soberano, lançado em 13 de agosto, reúne medidas emergenciais para enfrentar a elevação unilateral de até 50% nas tarifas de importação dos EUA sobre produtos brasileiros.

A iniciativa atua em três eixos principais:

  • Fortalecimento do setor produtivo;
  • Proteção aos trabalhadores;
  • Diplomacia comercial.

Com isso, o objetivo é preservar empregos, ampliar mercados estratégicos e assegurar competitividade às exportações brasileiras, com o Porto de Itajaí exercendo papel central na conexão do Brasil com o mundo.

Fontes

  • Portaria Conjunta MDIC/MF nº 4, de 11/09/2025
  • Plano Brasil Soberano – Governo Federal
  • Secretaria de Comunicação do Porto de Itajaí (Secom)
  • Vice-presidência da República – declarações do vice-presidente Geraldo Alckmin

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: PORTO DE ITAJAÍ

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Comércio Exterior

Brasil e Chile modernizam e simplificam regras de comércio exterior

MDIC lança manual sobre o novo regime de origem com o Chile, o 8º maior destino das exportações brasileiras. O comércio entre Brasil e Chile entrará em uma nova fase

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lança o manual sobre o novo regime de origem do Acordo de Complementação Econômica nº 35 (ACE-35). As novas regras entrarão em vigor no dia 30 de setembro e ofereçam menos burocracia, mais segurança e mais oportunidades para os exportadores brasileiros.

O Chile já é o 8º maior destino das exportações brasileiras e o Brasil figura como o 3º principal parceiro comercial chileno. Agora, com o 69º Protocolo Adicional ao ACE-35, aprovado por Brasil, Argentina e Chile, essa relação ganha ainda mais previsibilidade e competitividade.“Essa publicação reforça o esforço do MDIC em tornas as regras mais acessíveis aos operadores de comércio. O objetivo é ampliar o aproveitamento das vantagens previstas nos acordos comerciais com os nossos vizinhos”, destaca a Secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres.Entre as principais novidades do novo regime estão:

– Autodeclaração de origem: o exportador poderá atestar a origem da mercadoria, sem necessidade de certificados de origem;

– Digitalização e simplificação de processos, reduzindo custos e tempo;

– Harmonização de regras com o Mercosul, que gera ganhos de escala e maior previsibilidade;

– Alinhamento às melhores práticas internacionais;

– Mais segurança jurídica e competitividade para os operadores comerciais .

O Manual de Regras de Origem do ACE-35 já está disponível para guiar empresas, trabalhadores e sociedade sobre como funcionará esse novo capítulo do comércio exterior.

Fonte: MDIC

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Comércio Exterior

Singapura autoriza importação de sebo bovino do Brasil

Matéria-prima deve ser usada na produção de biocombustíveis pela cidade-estado do sudeste asiático

Singapura autorizou a importação de sebo bovino do Brasil para uso industrial, informou o Ministério da Agricultura. A matéria-prima poderá ser usada para a produção de biocombustíveis.

De acordo com comunicado do Ministério da Agricultura, em 2024, Singapura importou mais de US$ 680 milhões em produtos agropecuários do Brasil. Os principais produtos exportados à cidade-estado foram carnes, itens do segmento sucroalcooleiro e demais produtos de origem animal.

A abertura fortalece as relações comerciais com Singapura, segundo a Pasta brasileira. O ministério informou ainda que Singapura tem crescente demanda por insumos destinados à produção de energia renovável, “setor em que o Brasil tem capacidade de fornecer matérias-primas de forma competitiva e sustentável”

Ainda conforme o comunicado do ministério, com a autorização de Singapura, o agronegócio brasileiro alcança 435 aberturas de mercado desde 2023, em 72 destinos.

Fonte: Globo Rural


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Comércio Exterior, Evento

Exportar para a China em meio ao tarifaço dos EUA? Descubra como no workshop gratuito do Sebrae

As mudanças no comércio internacional têm colocado o Brasil em uma posição estratégica. Com a disputa comercial entre Estados Unidos e China gerando novas tarifas e barreiras, surgem também oportunidades para países emergentes que podem suprir demandas globais. Nesse cenário, a pergunta é inevitável: como os empresários brasileiros podem se preparar para conquistar espaço no mercado chinês?

Para responder a essa questão, o Sebrae promove no próximo dia 17 de setembro de 2025, às 9h, um workshop online e gratuito com Thomaz Machado, CEO da ChinaInvest. Radicado em Shenzhen desde 2018, Thomaz é especialista em conectar empresas brasileiras ao mercado chinês e global, acumulando experiência prática em um dos maiores polos comerciais do mundo.

Durante o encontro, os participantes terão acesso a insights estratégicos sobre como superar barreiras, se posicionar diante das transformações econômicas e aproveitar o momento para expandir seus negócios.

Por que participar?

  • Entenda como o tarifaço dos EUA contra a China abre brechas para fornecedores brasileiros;
  • Descubra caminhos práticos para inserir sua empresa no mercado chinês;
  • Aprenda a transformar incertezas geopolíticas em oportunidades de crescimento;
  • Conecte-se com a visão de quem vive diretamente no epicentro do comércio internacional.

O evento é voltado a empresários, gestores e empreendedores que desejam ampliar horizontes e encontrar novas rotas para internacionalização de seus negócios.

📅 Data: 17/09/2025
Hora: 9h
📍 Local: Transmissão online e gratuita
🔗 Inscrições: Clique aqui para garantir sua vaga

O comércio exterior está em constante transformação — e compreender essas mudanças é o primeiro passo para que o Brasil conquiste cada vez mais espaço no cenário global.

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Comércio Exterior

Fazenda: tarifaço pode cortar 0,2 p.p. do PIB e 138 mil empregos

Estimativa da equipe econômica compreende agosto de 2025 a dezembro de 2026; técnicos dizem que MP contra o tarifaço amenizou o impacto

As tarifas de até 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros devem reduzir o PIB em 0,2 ponto percentual entre agosto de 2025 e dezembro de 2026 e gerar a perda de cerca de 138 mil empregos. Os cálculos estão no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE), divulgado nesta quinta-feira (11).

“As tarifas devem levar à queda de 0,2 ponto percentual no PIB comparativamente ao cenário de referência. Esse impacto está associado à retração da demanda externa e seus efeitos, principalmente, sobre o investimento”, destaca o documento.

O estudo estima que aproximadamente 40% do total exportado para os EUA em 2024 passou a ser tributado com alíquota de 50%, atingindo segmentos como minerais não metálicos, máquinas, eletrônicos, móveis e agropecuária.

A indústria de transformação concentra a maior parte da perda de empregos, com 71,5 mil postos a menos, seguida por serviços (51,8 mil) e agropecuária (14,7 mil).

O impacto sobre a inflação é considerado pequeno, de apenas 0,1 ponto percentual, já que a redução da demanda externa aumenta a disponibilidade de produtos no mercado interno.

Para mitigar os efeitos, o governo lançou o Plano Brasil Soberano, que prevê linhas de crédito com subsídio, deferimento de tributos e compras governamentais.

Segundo as simulações da SPE, as medidas podem reduzir pela metade a perda do PIB, para 0,1 ponto percentual, e preservar 73 mil empregos.

“Com o plano, o impacto das tarifas no PIB é reduzido pela metade, passando de -0,2 pp para -0,1 pp entre agosto de 2025 e dezembro de 2026. No mercado de trabalho, a perda estimada cai de 138 mil para 65 mil empregos”, aponta o boletim.

Fonte: CNN Brasil

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