Comércio Internacional

Câmara de Itajaí recebe delegação de Xangai para ampliar relações comerciais e institucionais

A Câmara de Vereadores de Itajaí recebeu, na manhã desta sexta-feira (28), uma delegação do Governo Municipal de Xangai, na China. A visita reuniu principalmente integrantes da Comissão Municipal de Comércio de Xangai e teve como propósito aproximar as duas cidades e ampliar oportunidades de cooperação.

A agenda foi organizada pela Invest Itajaí e contou com a participação de vereadores, representantes do Executivo Municipal, do Porto de Itajaí, do setor logístico, do comércio e da Univali.

Delegação de Xangai conhece estrutura da Câmara de Itajaí

Durante a visita, os representantes chineses conheceram as instalações da Câmara e receberam informações sobre o funcionamento do Legislativo Municipal de Itajaí.

Na sequência, uma reunião apresentou aos integrantes da comitiva diferentes características e potencialidades do município. O encontro também permitiu que os visitantes esclarecessem dúvidas e conhecessem melhor os produtos e serviços de Itajaí.

A intenção foi apresentar o município como um possível parceiro para a expansão de negócios e para o fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e China.

Xangai vê potencial para ampliar relações com Itajaí

O vice-diretor da Comissão Municipal de Comércio de Xangai, Zhang Jie, destacou o potencial de Itajaí para contribuir com a aproximação entre a cidade chinesa e o Brasil.

Segundo ele, o município catarinense pode assumir um papel importante na ampliação das relações entre os dois países, especialmente a partir de novas oportunidades de comércio internacional e cooperação.

A presença de representantes do porto, da cadeia logística e do setor empresarial também contribuiu para apresentar a estrutura econômica de Itajaí aos visitantes.

Instituto Confúcio pode ser instalado em Itajaí

Além das oportunidades na área comercial, a delegação chinesa demonstrou interesse na possibilidade de instalação de uma unidade do Instituto Confúcio em Itajaí.

A instituição integra uma rede internacional de centros educacionais sem fins lucrativos ligada ao governo chinês. Seu trabalho é voltado principalmente à divulgação da língua mandarim e da cultura chinesa em diferentes países.

A eventual implantação de uma sede em Itajaí poderia ampliar os intercâmbios culturais e educacionais entre o município e a China.

Autoridades e empresários são convidados a visitar Xangai

Ao término da reunião, representantes do poder público e empresários de Itajaí receberam um convite para conhecer Xangai e participar de uma feira de negócios na cidade chinesa.

A iniciativa abre espaço para novas conversas e possíveis parcerias nas áreas comercial, logística, empresarial, educacional e cultural.

Xangai é uma das principais cidades da China

Considerada a maior cidade da China, Xangai possui população estimada em quase 30 milhões de habitantes, de acordo com estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU).

A cidade também abriga o maior porto do mundo, responsável pela movimentação de mais de 47 milhões de TEUs por ano, o que reforça sua relevância para o comércio internacional e para a cadeia logística global.

Itajaí, por sua vez, busca fortalecer sua posição como polo portuário e logístico, tornando o intercâmbio com uma das principais cidades comerciais da China uma oportunidade estratégica para o município.

FONTE: Câmara de Vereadores de Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Davi Spuldaro / CVI

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Porto Itapoá inaugura escritório em Xangai para ampliar negócios com a China

O Porto Itapoá inaugurou nesta quarta-feira (26) um escritório em Xangai, na China, com a estratégia de ampliar sua presença no mercado asiático e fortalecer os negócios entre empresas brasileiras e chinesas. A nova unidade está localizada em uma das principais cidades industriais e logísticas do país, que também abriga o maior terminal portuário de contêineres do mundo.

A instalação do escritório ocorre em um momento de expansão das operações do terminal catarinense, que se prepara para receber navios de grande porte com capacidade máxima de carga.

A estrutura em Xangai pretende aproximar o Porto Itapoá de novos clientes, parceiros, armadores e empresas ligadas ao comércio exterior, além de estreitar relações com companhias que já mantêm negócios com o Brasil.

Por que Xangai foi escolhida pelo Porto Itapoá

A escolha da cidade chinesa tem caráter estratégico. Xangai é um dos principais centros logísticos e empresariais da China e reúne uma extensa rede de indústrias, empresas de comércio exterior, operadores logísticos, armadores e fornecedores que atuam nas cadeias globais de produção e distribuição.

Para o CEO do Porto Itapoá, Ricardo Arten, estar fisicamente na cidade permite ao terminal catarinense acompanhar mais de perto um mercado de grande relevância para suas operações.

“Estar em Xangai significa estar mais próximo de um mercado que tem uma importância enorme para o Brasil e, particularmente, para o Porto Itapoá. Nosso objetivo é fortalecer os relacionamentos que já existem, identificar novas oportunidades e mostrar para empresas que ainda não utilizam o Terminal toda a capacidade que temos para atender suas operações”, afirma.

China responde por quase metade das importações do terminal

A relevância da China para o comércio exterior do Porto Itapoá aparece nos números das operações realizadas no primeiro semestre de 2026.

Entre janeiro e junho, 49,4% das importações movimentadas pelo terminal tiveram a China como origem. No sentido contrário, 17,9% das exportações que passaram pelo porto catarinense tiveram o país asiático como destino.

A relação é especialmente significativa para produtos ligados às cadeias agroindustriais e florestais. Mais de 90% das cargas exportadas pelo Porto Itapoá para a China no primeiro semestre estavam concentradas nesses segmentos.

Entre os principais produtos estão:

  • Papel e celulose: 50,13%;
  • Carnes refrigeradas e congeladas: 43,97%;
  • Algodão: 2,72%;
  • Madeira: 2,12%.

Os dados reforçam a importância da conexão comercial entre Santa Catarina, a região Sul e a China, além de apontarem espaço para ampliar os fluxos de mercadorias entre os mercados.

Escritório em Xangai busca novas cargas e oportunidades

A presença do Porto Itapoá na China também deverá servir para monitorar mudanças capazes de afetar as cadeias de suprimentos brasileiras.

Entre os movimentos que poderão ser acompanhados estão alterações na produção industrial, novos investimentos, abertura de fábricas, mudanças na demanda, lançamento de produtos e modificações na programação dos serviços marítimos.

“Não se trata apenas de ter uma estrutura física na China. Queremos compreender melhor o que está acontecendo naquele mercado e transformar essa proximidade em informação útil para nossos clientes e para o comércio exterior brasileiro. Uma decisão tomada na origem pode produzir efeitos importantes milhares de quilômetros depois”, explica Arten.

Segundo o executivo, a unidade também poderá aproximar o terminal de empresas chinesas interessadas em investir no Brasil.

A chegada de novos investimentos industriais, por exemplo, pode gerar demanda tanto para a importação de máquinas, componentes e equipamentos quanto para a posterior exportação de produtos fabricados no país.

Porto Itapoá quer ampliar conexão entre Brasil e Ásia

A expansão para Xangai faz parte de uma estratégia voltada à criação de novos relacionamentos e oportunidades comerciais. A expectativa é que a proximidade com o mercado chinês contribua para o desenvolvimento de novas rotas marítimas, serviços e fluxos de comércio.

“Nosso objetivo é construir relações de longo prazo. O escritório será uma ponte entre empresas brasileiras e asiáticas, aproximando os diferentes elos da cadeia e criando condições para que novas oportunidades de comércio possam ser desenvolvidas”, conclui Arten.

Com a nova unidade, o Porto Itapoá em Santa Catarina amplia sua atuação internacional e busca transformar a presença física na China em uma ferramenta para atrair cargas, investimentos e novas conexões para o terminal catarinense.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Porto Itapoá/Divulgação

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Porto de Itapoá abre escritório em Xangai para ampliar negócios com a China

O Porto de Itapoá, em Santa Catarina, vai inaugurar, em 26 de agosto, um escritório de representação comercial em Xangai, na China. A nova estrutura tem como objetivo aproximar o terminal de exportadores e importadores, facilitar operações já realizadas pelo porto e prospectar novos clientes, cargas e serviços.

O investimento para instalar o escritório foi de US$ 100 mil, valor próximo de R$ 530 mil na cotação atual. Para Ricardo Arten, CEO do Porto de Itapoá, o custo é relativamente baixo diante do potencial de geração de negócios proporcionado pela presença no principal centro financeiro e logístico chinês.

“Tomamos a decisão de estar na China por uma oportunidade comercial, de facilitar esse comércio. É um fluxo bastante intenso e queremos mostrar a capacidade que o terminal tem criado para importadores e exportadores”, afirma.

China tem peso nas operações do Porto de Itapoá

A relevância do mercado chinês para o terminal catarinense já é expressiva. No primeiro semestre de 2026, a China respondeu por 49,4% das importações que chegaram ao Brasil pelo Porto de Itapoá. No sentido contrário, o país asiático foi destino de 17,9% das exportações embarcadas pelo terminal.

Localizada na costa leste da China, Xangai é um dos principais centros logísticos do país e abriga o maior porto de contêineres do mundo, o que torna a cidade estratégica para a expansão internacional do terminal catarinense.

Nas exportações destinadas à China por meio de Itapoá, o agronegócio concentra mais de 90% das cargas em 2026. O principal produto é papel e celulose, com 50,13% de participação. Na sequência aparecem carne refrigerada e congelada (43,97%), algodão (2,72%) e madeira (2,12%).

Outros segmentos têm participação menor, como alimentos secos, com 0,9%; commodities agrícolas, excluindo o algodão, com 0,09%; e outros alimentos refrigerados, com 0,07%.

Terminal busca ampliar participação no agronegócio

Segundo Arten, o Porto de Itapoá vem ganhando espaço entre empresas do setor agropecuário de diferentes regiões brasileiras. Parte do algodão e da celulose movimentados pelo terminal, por exemplo, tem origem no Centro-Oeste.

Empresas exportadoras de açúcar e café também começaram a testar operações pelo porto catarinense. Para o executivo, o movimento reforça a necessidade de continuar ampliando a infraestrutura voltada ao agronegócio.

“Isso nos alerta para continuar investindo no agro. E tem o sentido inverso também. Insumos que também vêm pelo Porto de Itapoá. Isso passa pela China. É bastante feliz o momento em que estamos colocando esse escritório de pé”, avalia.

A instalação da representação comercial contou com apoio do governo de Santa Catarina e da diplomacia brasileira. A expectativa é que a presença em Xangai também contribua para viabilizar novos investimentos no mercado chinês.

Neste primeiro momento, a unidade terá função comercial, aproximando o terminal de empresas e potenciais parceiros. Entre as possibilidades futuras está a criação de armazéns logísticos em Xangai.

Porto de Itapoá investe R$ 500 milhões em expansão

A abertura do escritório na China ocorre paralelamente à quarta etapa de expansão da capacidade operacional do Porto de Itapoá. O projeto prevê R$ 500 milhões em investimentos e acrescentará 120 mil metros quadrados ao pátio.

Com a ampliação, a área total do pátio chegará a 575 mil metros quadrados. O cais também será ampliado, alcançando 1,2 mil metros de extensão.

Outro foco dos investimentos é o aumento da infraestrutura para contêineres refrigerados (reefer), especialmente para atender à demanda da indústria de carnes. A quantidade de tomadas, que era de 3,8 mil no ano passado, deve alcançar 4,4 mil em 2026 e chegar a 5,3 mil em 2027.

“Nossa intenção é ser um hub de proteína animal para os exportadores brasileiros”, afirma Arten.

O terminal também planeja expandir sua estrutura de cross docking, utilizada para retirar a carga dos caminhões e realizar o carregamento dos contêineres. A operação é importante sobretudo para commodities mais pesadas, que precisam permanecer no terminal por períodos maiores antes do embarque.

“São poucas as empresas que fazem esse tipo de operação. Normalmente, é na retroárea; e o porto faz. Queremos aumentar essa capacidade”, explica o CEO.

Meta é alcançar 3 milhões de TEUs até 2040

A estratégia de longo prazo do Porto de Itapoá é se tornar o maior terminal de contêineres da América do Sul em capacidade de movimentação.

Atualmente, o terminal possui capacidade de 2 milhões de TEUs — unidade equivalente a um contêiner de 20 pés. A meta é atingir pelo menos 3 milhões de TEUs até 2040, por meio de novas etapas de expansão.

Para sustentar esse crescimento, porém, o terminal depende também da melhoria dos acessos terrestres. O aumento da capacidade portuária exige investimentos nas rodovias de acesso ao Porto de Itapoá, de modo a garantir maior fluidez no trânsito de caminhões.

Arten afirma que está próxima a assinatura da ordem de serviço para obras em uma das duas rodovias estaduais que levam ao terminal. Segundo ele, a Prefeitura de Itapoá também informou que possui orçamento para duplicar uma estrada municipal utilizada no acesso ao porto.

“O terminal tem que crescer em cais, pátio e gates. Mas se não houver condições de escoar essa carga, fragiliza todo o investimento privado”, afirma.

Dragagem da Baía da Babitonga amplia capacidade marítima

A expansão da operação marítima também está ligada à dragagem da Baía da Babitonga, área compartilhada pelo Porto de Itapoá e pelo Porto de São Francisco do Sul. O projeto está orçado em aproximadamente R$ 300 milhões e é financiado por meio de uma estrutura que reúne recursos públicos e privados.

O Porto de Itapoá assumiu o compromisso de bancar a dragagem, enquanto a execução está sob responsabilidade da autoridade portuária. O pagamento será realizado ao longo de 12 anos, utilizando recursos provenientes das tarifas de utilização do canal, com correção anual de 4%.

De acordo com Arten, cerca de 89% da dragagem já foi concluída. A previsão é finalizar os trabalhos nos próximos dois meses e elevar o calado do canal para 16 metros.

Após a conclusão, a expectativa é obter ainda em 2026 a homologação do novo canal de acesso pela Marinha do Brasil.

Atualmente, o Porto de Itapoá recebe navios de contêineres de até 336 metros de comprimento, mas essas embarcações não conseguem operar com carga máxima. Com o aprofundamento do canal, será possível receber navios de até 366 metros totalmente carregados e embarcações de até 400 metros com carregamento parcial.

FONTE: Globo Rural
TEXTO: Redação
IMAGEM: Globo Rural

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Notícias

Tufão Dolphin provoca alagamentos na China e suspende quase 40% dos voos em Xangai

O tufão Dolphin provocou fortes chuvas, ventos intensos e alagamentos em diferentes áreas do leste da China. Em Xangai, uma das maiores cidades do país, o mau tempo afetou a operação dos aeroportos e deixou ruas inundadas nesta segunda-feira (10).

Ao atingir a costa da província de Zhejiang, na noite de domingo (9), o sistema registrava ventos sustentados de até 151 km/h nas proximidades do centro. Depois de chegar ao continente, o tufão perdeu força e foi reclassificado como tempestade tropical.

Mesmo enfraquecido, o Dolphin continuou levando grandes volumes de chuva para províncias do leste chinês, incluindo Anhui, Jiangsu e Shandong.

Xangai registra alagamentos e cancelamentos de voos

As chuvas intensas atingiram diversas regiões de Xangai, inclusive áreas comerciais e bairros localizados nos arredores do centro da cidade.

Os dois aeroportos da metrópole cancelaram, ao todo, 943 voos por causa das condições meteorológicas. Segundo a emissora estatal CCTV, a medida reduziu em aproximadamente 40% a capacidade operacional aérea da cidade.

A China Eastern Airlines informou que trabalhava para restabelecer gradualmente os voos com origem ou destino em Xangai, Zhejiang e outras localidades afetadas.

Nos distritos de Jiading e Qingpu, imagens compartilhadas por moradores nas redes sociais mostraram ruas tomadas pela água. Em alguns pontos, o nível da inundação chegou à altura dos joelhos.

Moradores relataram que a chuva persistiu durante praticamente toda a madrugada. Uma residente de Jiading afirmou que vive há uma década em Xangai e que nunca havia enfrentado um episódio de alagamentos tão abrangentes provocado por um tufão.

Chuvas intensas afetam serviços e atividades

No distrito de Jinshan, autoridades recomendaram a suspensão temporária das atividades de empresas e organizações não essenciais diante da previsão de continuidade das chuvas e dos ventos fortes.

A orientação também alcançou aulas, eventos ao ar livre e serviços de transporte, como medida preventiva diante dos riscos associados ao avanço do sistema.

Na província de Zhejiang, os efeitos dos ventos também foram registrados. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou um caminhão sendo tombado pela força das rajadas em Wenzhou. Não havia informações confirmadas sobre as condições do motorista.

Tufão avança para o centro da China

Considerado o tufão mais forte a atingir a China em 2026, o Dolphin deve seguir para áreas do interior nos próximos dias.

A previsão é de deslocamento em direção às províncias de Hubei e Henan, acompanhado pelo transporte de umidade para regiões mais ao norte.

Com a chegada desse sistema, autoridades de Pequim elevaram os níveis de atenção para chuvas fortes e risco de inundações.

Pequim se prepara para chuvas e deslizamentos

A capital chinesa espera registrar volumes significativos de chuva entre terça-feira (11) e quinta-feira (13).

As autoridades locais informaram que a cidade está preparada para acionar seu plano de controle de inundações caso as condições se agravem.

Além do risco de alagamentos repentinos em áreas urbanas, existe preocupação com deslizamentos de terra nas regiões montanhosas próximas a Pequim.

As cidades de Tianjin e áreas da província de Hebei também devem enfrentar chuvas fortes à medida que as nuvens associadas ao sistema encontrem massas de ar mais frio ao avançar para o norte.

Dolphin teve trajetória incomum

Antes de alcançar a costa chinesa, o tufão Dolphin percorreu cerca de 6 mil quilômetros. Segundo informações divulgadas pela CCTV, o sistema teve um ciclo de vida aproximadamente três vezes mais longo que o observado em um tufão convencional.

A longa trajetória contribuiu para a formação de um extenso sistema de nuvens, que cobriu grandes áreas do leste da China.

A intensidade dos impactos também levou autoridades e especialistas a comparar o fenômeno com o tufão Doksuri, que atingiu a China em 2023. Naquele episódio, o sistema provocou destruição em Fujian, no sudeste do país, e contribuiu para chuvas recordes em Pequim.

Temporada de tufões pode ser uma das mais intensas

As condições registradas pelo Dolphin ocorrem em um ano que pode apresentar atividade elevada de tufões no Pacífico Noroeste.

O Tropical Storm Risk (TSR) estimou que a temporada de 2026 poderá registrar cerca de 28 tempestades tropicais, 20 tufões e 13 tufões intensos.

Entre os fatores apontados para a previsão de uma temporada mais ativa estão o El Niño em curso, a elevada atividade registrada até o momento e a ocorrência de ventos alísios mais fracos que o normal na região do Pacífico Noroeste.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/UOL

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Portos

Porto Itapoá abre escritório em Xangai para ampliar negócios com a China

O Porto Itapoá, um dos terminais portuários de maior crescimento no Brasil, abriu um escritório de representação em Xangai, na China, com o objetivo de ampliar oportunidades comerciais e atrair novos negócios internacionais.

A iniciativa faz parte de uma parceria com a InvestSC, Agência de Investimentos do Estado de Santa Catarina, que atua na aproximação entre empresas estrangeiras e o mercado catarinense. A executiva responsável pela atuação na Ásia, Carolina Canale, será uma das responsáveis pelo relacionamento regional.

Parceria aproxima Santa Catarina do mercado asiático

A estratégia começou a ser construída em novembro do ano passado, quando o CEO do Porto Itapoá, Ricardo Arten, participou da delegação catarinense na inauguração do escritório de representação de Santa Catarina em Xangai, principal centro econômico da China.

O escritório do porto funcionará no mesmo prédio da representação estadual, facilitando a integração das ações voltadas à atração de investimentos chineses e ao suporte a empresas catarinenses que ampliam operações no mercado asiático.

A atuação conjunta terá como foco identificar companhias chinesas interessadas em investir em Santa Catarina e auxiliar empresas do estado que utilizam o terminal para suas operações de exportação para a China.

China lidera movimentação de cargas no Porto Itapoá

A expansão internacional ocorre em um momento de crescimento operacional do terminal catarinense. Em junho de 2026, o Porto Itapoá registrou o maior volume mensal de movimentação de contêineres desde o início das operações, há 15 anos, alcançando 74 mil unidades no período.

Segundo Ricardo Arten, o resultado reflete os investimentos realizados na ampliação da capacidade, melhorias de infraestrutura e ganhos de eficiência operacional.

“Alcançar o maior volume mensal da história justamente no mês em que o terminal completa 15 anos tem um significado especial”, afirmou o executivo.

Mercado chinês tem papel estratégico nas operações

No primeiro semestre de 2026, a China foi o principal parceiro comercial do Porto Itapoá. O país respondeu por 49,4% das importações movimentadas pelo terminal e por 17,9% das exportações.

Entre os destinos das cargas exportadas, os Estados Unidos aparecem na segunda posição, representando 16,5% do total movimentado.

A abertura do escritório em Xangai reforça a estratégia do porto de ampliar sua presença internacional e aproveitar o crescimento das relações comerciais entre Santa Catarina, Brasil e o mercado asiático.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC

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Portos

Porto de Itajaí fortalece parceria com Xangai após visita de comitiva chinesa

A Superintendência do Porto de Itajaí recebeu uma comitiva empresarial de Xangai, apresentada pela operadora global G2 Ocean, reconhecida internacionalmente por suas soluções de transporte marítimo e sua frota de embarcações multifuncionais. A reunião marcou mais um passo na ampliação da relação comercial entre Brasil e China, com foco direto no fortalecimento dos laços entre Itajaí e o principal centro econômico chinês.

China e Brasil buscam expandir operações pelo porto catarinense
O encontro teve como objetivo discutir a abertura de novas operações, a integração de logística internacional e a atração de investimentos estratégicos. A visita é resultado de uma agenda construída ao longo de novembro, iniciada em Xangai durante reunião conduzida por Marcelo Peres, assessor executivo do Porto de Itajaí. O diretor-administrativo, Celso Zuchi, reforçou o potencial da estrutura catarinense para receber cargas de alto valor agregado e avançar em novas parcerias comerciais.

Histórico de operações e novas oportunidades
Os representantes chineses já possuem experiência no Porto de Itajaí, especialmente em operações ligadas à BYD, além de movimentações de produtos siderúrgicos, contêineres e cargas de alto valor. A visita confirma o interesse em aumentar o fluxo bilateral e consolidar novas oportunidades na cadeia logística.

O encontro contou também com a participação de Antonio Carlos Guimarães, representante da SC Portos, fortalecendo a articulação estadual voltada à internacionalização da logística catarinense.

Porto vive fase de retomada e expansão
Segundo o superintendente João Paulo Tavares Bastos, o momento marca um novo ciclo para o porto. Para ele, Itajaí vive uma fase de “confiança e crescimento”, com a retomada de operações, atração de cargas mais qualificadas e ampliação das conexões internacionais. O dirigente destacou que a aproximação com Xangai e outros parceiros chineses fortalece a capacidade do porto de gerar empregos, impulsionar a economia local e recolocar Itajaí na rota dos grandes investimentos globais.

FONTE: Porto de Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Comércio Internacional

Feira Internacional de Importações da China bate recorde com US$ 83,49 bilhões em negócios

A Feira Internacional de Importações da China (CIIE) alcançou um novo marco histórico em sua oitava edição, ao registrar US$ 83,49 bilhões em acordos comerciais previstos, um crescimento de 4,4% em relação ao ano anterior. O resultado confirma o evento como uma das maiores plataformas de promoção do comércio internacional no mundo.

CIIE reforça papel da China no comércio global

Realizada em Xangai, entre 5 e 10 de novembro de 2025, a CIIE reuniu milhares de empresas e visitantes de mais de 150 países e regiões, consolidando-se como um espaço estratégico para impulsionar o intercâmbio econômico e promover cooperação internacional. Segundo os organizadores, o aumento no volume de negócios reflete tanto a força da economia chinesa quanto o comprometimento do país com a abertura de mercado e a globalização econômica.

Inovação e tecnologia são destaques da feira

Os setores de alta tecnologia, inteligência artificial e equipamentos industriais de ponta atraíram grande atenção do público e dos investidores. A área dedicada à inovação tecnológica foi uma das mais movimentadas, reunindo empresas chinesas e estrangeiras interessadas em parcerias estratégicas e novas oportunidades de negócios.

Desde sua criação, em 2018, a CIIE é vista como uma das principais iniciativas do governo chinês para ampliar o acesso do mercado interno a produtos e serviços internacionais, funcionando como uma ponte entre economias e fortalecendo as cadeias globais de valor.

Comércio, sustentabilidade e integração global

Autoridades destacaram que a China continuará promovendo um ambiente de negócios aberto e previsível, estimulando parcerias sustentáveis e a integração econômica global. A feira também reforçou o papel do país como motor do crescimento mundial, especialmente em um momento de busca por equilíbrio nas cadeias produtivas internacionais.

A crescente presença de empresas estrangeiras na feira demonstra a confiança do setor privado na estabilidade da economia chinesa e nas perspectivas de expansão do consumo interno. Os acordos firmados durante a edição de 2025 devem impulsionar investimentos em tecnologia, saúde, alimentos e energia limpa, consolidando a CIIE como um dos principais motores do comércio internacional contemporâneo.

FONTE: Brasil 247
TEXTO: Redação
IMAGEM: Global Times

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Tecnologia

China inaugura primeiro data center subaquático movido a energia eólica

Xangai deu um passo histórico na integração entre tecnologia da informação e energia renovável com a conclusão do primeiro data center subaquático do mundo alimentado por energia eólica. O projeto foi finalizado nesta terça-feira (21) na Área Especial de Lin-gang, na Zona Piloto de Livre Comércio de Xangai, e recebeu um investimento de 1,6 bilhão de yuans (aproximadamente US$ 226 milhões). Com capacidade de 24 megawatts, o centro promete maior eficiência energética e menor impacto ambiental.

Inovação em computação sustentável

Desenvolvido pela Shanghai Hicloud Technology e pelo Shenergy Group, em parceria com a China Telecom, a INESA e a Third Harbor Engineering da China Communications Construction Company, o projeto utiliza mais de 95% de eletricidade proveniente de fontes renováveis. Segundo Su Yang, gerente-geral da Shanghai Hicloud Technology, o sistema subaquático consegue reduzir o consumo de energia em 22,8%. O comitê administrativo de Lin-gang ressalta que o centro funciona como modelo de desenvolvimento de baixo carbono para o setor de TI, integrando infraestrutura tecnológica com energia limpa offshore.

Conservação de água e uso eficiente do espaço

O novo data center elimina a necessidade de água doce e aproveita a água do mar como sistema natural de resfriamento. Essa estratégia reduz o consumo energético com refrigeração de até 50% em centros convencionais para menos de 10%. Além disso, diminui em mais de 90% a ocupação de espaço terrestre. A primeira fase do projeto já está concluída, atingindo um PUE (Power Usage Effectiveness) inferior a 1,15, índice considerado avançado na indústria. Para efeito de comparação, as metas do governo chinês exigem que todos os novos ou reformados data centers grandes e mega operem com PUE abaixo de 1,25 até o final de 2025.

Estratégia de Xangai para a indústria de computação

O projeto também fortalece a estratégia de Xangai de expandir a computação inteligente. Em março de 2025, o governo municipal anunciou investimento de mais de 200 bilhões de yuans até 2027, com capacidade estimada de 200 EFLOPS. A expansão inclui novos clusters de computação em Lin-gang, fortalecendo o setor de computação em nuvem. Wu Xiaohua, secretário adjunto do comitê do Partido da Área Especial de Lin-gang, afirma que a iniciativa integra economia digital, energia renovável e economia marítima, reforçando o objetivo de Xangai de se tornar um centro global de inovação tecnológica.

Potencial da energia eólica offshore

Huang Dinan, presidente do Shenergy Group, destacou que o Mar da China Oriental possui mais de 3.000 horas anuais de operação para geração de energia eólica, garantindo eletricidade limpa e estável para a cidade e seus setores produtivos. A integração entre energia eólica offshore e data centers submarinos permite uso coordenado de recursos de geração, rede e carga, atendendo à demanda crescente por energia renovável no setor de TI. Durante a cerimônia, as empresas firmaram acordo para desenvolver um novo data center offshore com capacidade de 500 megawatts. Wang Shifeng, presidente da Third Harbor Engineering, observou que a expansão de centros subaquáticos dependerá de avanços tecnológicos e redução de custos operacionais.

Avanço da rede nacional de computação sustentável

O projeto reforça a estratégia chinesa de criar uma rede de computação de baixo carbono. Desde 2022, a iniciativa “Dados do Leste, Computação do Oeste” visa distribuir o processamento de dados entre regiões mais desenvolvidas do leste e áreas do interior, aproveitando menores custos energéticos e maior disponibilidade de espaço.

FONTE: Exame
TEXTO: Redação
IMAGEM: Getty Images

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Negócios

Índice de Xangai atinge nova máxima da década, puxado por terras raras

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 1,51%, chegando ao maior patamar desde agosto de 2015. Isso leva seus ganhos desde as mínimas de abril a mais de 25%

As ações da China e de Hong Kong subiram nesta segunda-feira, lideradas pelos setores de terras raras e imobiliário, ampliando os ganhos recentes uma vez que a liquidez abundante continuou a alimentar as altas.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 1,51%, chegando ao maior patamar desde agosto de 2015. Isso leva seus ganhos desde as mínimas de abril a mais de 25%.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 2,08%, superando o pico intradiário anterior registrado em outubro e atingindo o nível mais alto desde julho de 2022.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,94%.

Em um sinal do crescente entusiasmo do mercado, o volume de negócios nas bolsas de Xangai e Shenzhen ultrapassou 3 trilhões de iuanes, marcando o segundo maior nível já registrado desde 8 de outubro, quando o pacote de estímulo de Pequim desencadeou um rali em todo o mercado.

Liderando os ganhos nesta segunda-feira, o setor imobiliário saltou 5%, já que Xangai se tornou a mais recente cidade chinesa a relaxar as restrições à compra de casas. A incorporadora China Vanke subiu até o limite diário de 10%.

O setor de terras raras avançou 6,5%, atingindo seu nível mais alto desde o final de 2021, após o anúncio feito por Pequim na sexta-feira de novas medidas para reforçar o controle sobre a oferta.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,41%, a 42.807 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,94%, a 25.829 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,51%, a 3.883 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 2,08%, a 4.469 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,30%, a 3.209 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 2,16%, a 24.277 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,08%, a 4.256 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,06%, a 8.972 pontos.

Fonte: InfoMoney

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Internacional, Mercado Internacional

Aurora inaugura representação em Xangai

Unidade aberta nesta segunda tem estrutura de escritório comercial; em 2024, a cooperativa respondeu por 21,6% das exportações nacionais de carne suína

A Aurora Coop, sediada em Chapecó, inaugura nesta segunda-feira (19/05) sua primeira unidade na China. Sediado em Xangai, o escritório comercial estará focado, inicialmente, nos negócios envolvendo carne de suínos e de aves com a China. Em segundo momento, ampliará o atendimento para Hong Kong, Vietnã e outros países do sudeste asiático.

Segundo a empresa, o primeiro objetivo é qualificar as vendas, por estar mais próximo aos clientes, dando atendimento diferenciado para, com o passar do tempo, poder incrementar os volumes.

Mesmo respondendo por 21,6% das exportações brasileiras de carne suína e por 8,4% das de carne de frango, a Aurora teve em 2024 apenas 36,4% de suas receitas vindas do mercado externo.

“Crescer no mercado mundial é prioridade de nossa planificação estratégica”, enfatiza o presidente da cooperativa, Neivor Canton. Um primeiro movimento nesta direção foi a inauguração da unidade corporativa comercial de exportação, na cidade portuária de Itajaí.

Tarifas

O mercado chinês é atendido por muitos exportadores, como Estados Unidos, Espanha, Alemanha e França. Os EUA são grandes exportadores e competidores no cenário das exportações de carnes de suínos e de aves para a China, mas a empresa ressalta que este protagonismo pode mudar em razão da nova política de tarifa imposta pelo presidente Donald Trump, gerando boas oportunidades para os exportadores brasileiros.

Fonte: FIESC

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