Informação

Leilão de terminais ferroviários da Norte-Sul será realizado em dezembro

O Ministério dos Transportes definiu para 3 de dezembro o leilão de cinco terminais ferroviários da Ferrovia Norte-Sul, atualmente administrados pela Infra S.A. Os avisos de licitação foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Os projetos abrangem uma área total de 29,3 hectares e preveem investimentos estimados em R$ 91,6 milhões. Os cinco terminais já possuem operadores, mas os contratos vigentes têm validade somente até dezembro de 2026.

Terminais de combustíveis ficam em Porto Nacional

Três dos ativos ofertados estão localizados no Pátio de Integração Multimodal de Porto Nacional, no Tocantins, e são destinados à movimentação de granéis líquidos.

O terminal TPN01 possui área de 33,8 mil metros quadrados, enquanto o TPN02 ocupa 67,3 mil metros quadrados. Já o TPN03 conta com 120,5 mil metros quadrados e será o maior terminal de combustíveis incluído nesta rodada.

As estruturas têm conexão com a infraestrutura ferroviária da Ferrovia Norte-Sul e são voltadas à movimentação de produtos como diesel, biodiesel, gasolina e etanol.

Rodada também inclui terminais de grãos

Os outros dois empreendimentos são voltados ao transporte e à armazenagem de grãos agrícolas.

Também situado em Porto Nacional, o TPN04 possui aproximadamente 2,4 hectares e capacidade estática estimada em 19,2 mil toneladas de grãos.

O TPT01, localizado em Palmeirante, também no Tocantins, ocupa uma área de 4,72 hectares. O terminal tem capacidade de armazenagem de aproximadamente 32 mil toneladas.

Propostas serão recebidas pela B3

Os interessados em participar da disputa deverão apresentar suas propostas em 26 de novembro, entre 10h e 16h. A entrega será feita exclusivamente pela Plataforma de Leilões da B3.

O leilão está marcado para 3 de dezembro, às 14h, na sede da B3.

Os documentos que regulamentam a disputa, incluindo o edital e seus anexos, estão disponíveis no portal da Infra S.A.

A nova rodada busca garantir a continuidade da operação dos terminais após o encerramento dos contratos atuais e manter a estrutura integrada à logística ferroviária da Norte-Sul.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Rumo

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Logística

Ministério dos Transportes apresenta na B3 plano para reativar ferrovias ociosas e ampliar terminais logísticos

Cerca de 10 mil quilômetros de ferrovias subutilizadas poderão voltar a operar no Brasil com a entrada da iniciativa privada. O Ministério dos Transportes apresentou na terça-feira (15), na B3, em São Paulo, um novo modelo de chamamento público para a exploração de trechos ferroviários ociosos, desativados ou em processo de devolução.

A proposta busca recuperar segmentos da malha ferroviária nacional e ampliar a participação do setor privado na operação e modernização da infraestrutura de transporte.

Modelo será aplicado inicialmente no Corredor Minas-Rio

A estrutura apresentada pelo governo tem como referência o modelo criado para o Corredor Minas-Rio, uma ligação ferroviária de aproximadamente 700 quilômetros voltada ao transporte de produtos siderúrgicos e café.

O formato recebeu aval do Tribunal de Contas da União (TCU) em agosto e poderá ser utilizado em outros trechos da rede ferroviária brasileira.

O leilão do Corredor Minas-Rio está previsto para 17 de dezembro, na B3.

Pelo novo sistema, empresas privadas poderão operar trechos pertencentes à malha ferroviária pública por meio de contratos de autorização. O chamamento público será utilizado para identificar companhias interessadas em recuperar e colocar novamente em funcionamento segmentos atualmente subutilizados.

Contratos terão prazo de 99 anos

A empresa vencedora do chamamento terá até dois anos para apresentar um Plano de Requalificação da Malha (PREC), documento que deverá detalhar as ações necessárias para recuperar e explorar o trecho ferroviário.

A requalificação poderá ser financiada de diferentes maneiras. Uma das alternativas prevê recursos do orçamento federal, combinados ou não com investimentos privados cruzados.

Nesse modelo, será realizado um procedimento competitivo simplificado. A disputa será vencida pela empresa que demandar o menor aporte de recursos públicos.

Caso outra companhia assuma posteriormente o contrato, o autorizatário original terá direito ao ressarcimento dos custos realizados.

Também será possível explorar os trechos sem utilização de recursos públicos.

Nos dois formatos, os contratos de autorização terão duração de 99 anos.

Sete projetos de shortlines entram na carteira

A carteira apresentada pelo Ministério dos Transportes inclui sete projetos de shortlines, ferrovias de menor extensão que podem atender ao transporte de cargas ou passageiros e fazer conexão com os principais corredores ferroviários do país.

Além do Corredor Minas-Rio, os trechos previstos para os chamamentos são:

  • General Carneiro (Sabará/MG) – Miguel Burnier (Ouro Preto/MG);
  • Aguaí/SP – Bauxita (Ramal de Poços de Caldas/MG);
  • Brasília/DF – Luziânia/GO;
  • Campina Grande/PB – Cabedelo/PB;
  • Roncador Novo/GO – Jardim Ingá/GO;
  • Santo Ângelo/RS – Santa Rosa/RS;
  • Cruz Alta/RS – Santo Ângelo/RS.

A expectativa é que a recuperação desses segmentos amplie a conexão entre regiões produtoras, centros consumidores e os principais eixos da logística ferroviária brasileira.

B3 terá leilão de cinco terminais da Ferrovia Norte-Sul

Além dos trechos ferroviários, o governo também apresentou projetos para ampliar a infraestrutura de terminais logísticos.

Em 3 de dezembro de 2026, está previsto na B3 o leilão de cinco terminais integrados à Ferrovia Norte-Sul.

Dois dos empreendimentos serão destinados à movimentação de granéis agrícolas, enquanto outros três terão como foco os granéis líquidos. As áreas estão localizadas nos municípios de Palmeirante e Porto Nacional, no Tocantins.

Áreas para novos terminais terão oferta permanente

Além dos cinco terminais que serão leiloados, outras áreas destinadas à implantação e exploração de terminais logísticos ferroviários ao longo da Norte-Sul ficarão disponíveis em uma plataforma permanente da B3.

Os espaços foram selecionados considerando a possibilidade de integração da ferrovia com cadeias produtivas, centros de armazenagem e outros modais de transporte.

As áreas estão distribuídas por 12 pátios ferroviários localizados nos estados de Tocantins, Goiás e São Paulo.

A disponibilização desses espaços faz parte do novo marco regulatório para terminais, pátios e áreas de armazenagem, que estabelece regras para a exploração e utilização dessas estruturas ferroviárias.

Com o conjunto de medidas, o Ministério dos Transportes pretende ampliar o uso da malha existente, recuperar trechos atualmente sem operação e estimular investimentos privados na infraestrutura ferroviária e logística do Brasil.

FONTE: Ministério dos Transportes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jerônimo Gonzalez/MT

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Agronegócio

Algodão do Matopiba ganha nova rota ferroviária para exportação pelo Porto de Santos

A cadeia do algodão do Matopiba passou a contar com uma nova alternativa logística para atender o mercado internacional. A Brado e a SLC Agrícola concluíram a primeira operação multimodal de transporte da fibra produzida no Maranhão com destino ao Porto de Santos (SP), criando um novo corredor de exportação para uma das regiões agrícolas que mais crescem no país.

O embarque inaugural transportou 246,2 toneladas de pluma de algodão. A carga saiu de Davinópolis (MA), percorreu a Ferrovia Norte-Sul até Sumaré (SP) e, na etapa final, seguiu por caminhão até o porto paulista, de onde foi enviada ao Sudeste Asiático. A expectativa das empresas é ampliar gradualmente o volume de operações nos próximos meses.

Operação fortalece integração entre ferrovia e rodovia

A nova rota representa mais um avanço na parceria entre Brado e SLC Agrícola, que desde 2020 trabalham juntas no transporte de algodão para exportação produzido em Mato Grosso, maior estado produtor da fibra no Brasil.

Com a expansão da cultura para o Matopiba — região formada por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia —, a necessidade de soluções logísticas mais eficientes se tornou estratégica para acompanhar o crescimento da produção.

Segundo a Brado, a utilização da Ferrovia Norte-Sul oferece mais capacidade operacional, previsibilidade e eficiência, além de contribuir para preservar a qualidade da carga durante todo o trajeto por meio de monitoramento e planejamento especializado.

Porto de Santos amplia competitividade das exportações

A escolha do Porto de Santos como ponto de embarque também foi considerada estratégica. O maior complexo portuário da América Latina concentra elevado fluxo de navios e ampla disponibilidade de contêineres, fatores que facilitam o escoamento da produção e fortalecem a competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional.

Para a SLC Agrícola, a nova alternativa logística amplia a integração entre os diferentes modais de transporte e gera conhecimento para futuras operações, tornando a cadeia mais eficiente, segura e sustentável.

Expansão do Matopiba impulsiona novos corredores logísticos

O desenvolvimento dessa nova rota acompanha o avanço da produção agrícola na região do Matopiba, considerada uma das principais fronteiras de expansão do agronegócio brasileiro.

Nas últimas décadas, o cultivo de algodão avançou para além das áreas tradicionais, aumentando a necessidade de corredores logísticos capazes de atender à crescente demanda por transporte até os portos exportadores.

Antes da nova operação, grande parte da produção seguia exclusivamente por rodovias. Agora, a integração entre ferrovia e transporte rodoviário surge como alternativa para reduzir custos, aumentar a eficiência logística e ampliar a competitividade do setor.

Brasil consolida liderança nas exportações de algodão

O fortalecimento da infraestrutura logística acompanha o crescimento da produção nacional. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o Brasil exportou mais de 3 milhões de toneladas de algodão em 2025, resultado 9,1% superior ao registrado no ano anterior.

Atualmente, o país responde por 30,7% das importações globais da fibra, consolidando-se como líder mundial no segmento.

Informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam ainda que a área cultivada com algodão mais que dobrou nas últimas duas décadas e já ultrapassa 2 milhões de hectares. Parte significativa dessa expansão ocorreu justamente no Matopiba, onde as condições de produção e a disponibilidade de terras favoreceram o crescimento da atividade.

Com a abertura de novos corredores ferroviários, o setor espera garantir maior eficiência logística, reduzir gargalos no transporte e fortalecer a presença do algodão brasileiro nos principais mercados internacionais.

FONTE: Conexão Tocantins
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Conexão Tocantins

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Informação

Leilões de terminais da Ferrovia Norte-Sul devem ocorrer em setembro, prevê Infra S.A.

A Infra S.A. prevê realizar, em setembro deste ano, os leilões de novos terminais da Ferrovia Norte-Sul, reforçando o plano do governo federal para ampliar a participação da iniciativa privada na infraestrutura ferroviária. A informação foi confirmada pelo diretor de Empreendimentos da estatal, André Ludolfo.

Os projetos em fase de preparação contemplam dois terminais logísticos de granéis agrícolas, localizados nos municípios de Porto Nacional e Palmeirante, no Tocantins. Além deles, também estão em consulta pública outros três terminais destinados à movimentação de granéis líquidos, instalados no complexo ferroviário do Pátio de Integração Multimodal de Porto Nacional.

Esses empreendimentos atendem ao transporte e armazenamento de diesel, biodiesel, gasolina e etanol, abastecendo o mercado regional.

Consultas públicas seguem abertas para contribuições

Os interessados ainda podem enviar sugestões para aperfeiçoar os documentos que irão nortear as futuras concessões. O prazo para contribuições termina em 17 de julho para os terminais de granéis agrícolas e em 24 de julho para os terminais de granéis líquidos.

Podem participar da consulta investidores, operadores logísticos, usuários do sistema ferroviário e demais representantes do setor, com propostas para aprimorar as minutas dos editais e dos contratos.

Projetos fortalecem corredor de escoamento da produção agrícola

Segundo a Infra S.A., os ativos possuem papel estratégico no transporte da produção agrícola do Centro-Oeste e da região do Matopiba, que reúne o Tocantins e áreas do Maranhão, Piauí e Bahia.

A iniciativa integra a estratégia do governo para ampliar a capacidade logística dos principais corredores ferroviários utilizados no escoamento de grãos e outros produtos do agronegócio.

Expectativa é gerar mais de R$ 760 milhões em receitas

A estimativa da estatal aponta que os contratos dos terminais de granéis líquidos poderão gerar aproximadamente R$ 674 milhões em receitas ao longo da vigência das concessões. Já os terminais destinados aos granéis agrícolas têm previsão de arrecadar cerca de R$ 92 milhões durante o período contratual.

Embora as estruturas já estejam em operação, os contratos atuais estão próximos do encerramento, o que motivou a abertura de um novo processo licitatório.

De acordo com André Ludolfo, a atualização dos contratos permitirá modernizar o modelo de concessão, incorporar melhores práticas de gestão, ampliar a segurança jurídica para operadores e investidores e aperfeiçoar o sistema de remuneração da Infra S.A.

O diretor também destacou que, caso haja mudança na empresa responsável pela operação dos terminais, será adotado um período de transição para garantir a continuidade dos serviços sem impactos às atividades.

Infra S.A. prepara oferta permanente de novas áreas

Além das licitações em andamento, a estatal pretende ampliar seu portfólio de projetos com a criação de uma oferta pública permanente de áreas voltadas à implantação de novos terminais greenfield, complementando os ativos já existentes, conhecidos como brownfield.

Com esse modelo, empresas interessadas poderão acessar continuamente áreas disponíveis para novos investimentos, sem depender da publicação de editais específicos para cada projeto.

Planejamento segue mesmo com cenário eleitoral

A Infra S.A. informou que mantém o cronograma de projetos definido pelo Ministério dos Transportes e que o calendário eleitoral não altera, neste momento, o andamento das iniciativas.

Entre os empreendimentos previstos estão a estruturação dos terminais ferroviários no Tocantins, o desenvolvimento da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e os estudos para o futuro leilão da Ferrovia Açailândia-Barcarena.

Segundo André Ludolfo, a estatal continuará executando os projetos previstos enquanto não houver mudanças nas diretrizes do governo federal. Caso novas orientações sejam estabelecidas futuramente, a empresa afirma que adequará sua atuação às prioridades definidas.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

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Informação

Ferrovia Norte-Sul terá leilões de terminais em setembro, prevê Infra S.A.

A Infra S.A. estima realizar em setembro os leilões de cinco terminais logísticos localizados na Ferrovia Norte-Sul, em Tocantins. A informação foi confirmada pelo diretor de Empreendimentos da estatal, André Ludolfo, que destacou o avanço do processo de concessão voltado à ampliação da participação da iniciativa privada na infraestrutura ferroviária brasileira.

Os projetos fazem parte da estratégia do governo federal para fortalecer os corredores logísticos utilizados no transporte da produção agrícola, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Matopiba.

Consulta pública segue aberta para contribuições

Antes da publicação dos editais, a estatal mantém abertas as consultas públicas dos empreendimentos. Estão em análise dois terminais destinados ao armazenamento e movimentação de granéis agrícolas, localizados nos municípios de Porto Nacional e Palmeirante, ambos em Tocantins.

Também integram o pacote três terminais voltados ao transporte de granéis líquidos, instalados no complexo ferroviário do Pátio de Integração Multimodal de Porto Nacional. As estruturas atendem à movimentação de combustíveis como diesel, biodiesel, gasolina e etanol.

As sugestões de investidores, operadores logísticos, usuários da ferrovia e demais interessados poderão ser enviadas até 17 de julho para os terminais agrícolas e até 24 de julho para os empreendimentos destinados aos granéis líquidos.

Terminais são considerados estratégicos para o agronegócio

Os ativos estão inseridos em uma das principais rotas de escoamento da produção agrícola brasileira. A Ferrovia Norte-Sul conecta importantes polos produtores do Centro-Oeste e da região do Matopiba, formada por Tocantins e áreas do Maranhão, Piauí e Bahia.

Segundo as estimativas da Infra S.A., os contratos dos terminais de granéis líquidos poderão gerar aproximadamente R$ 674 milhões em receitas durante o período de concessão. Já os terminais agrícolas têm potencial estimado em cerca de R$ 92 milhões ao longo da vigência contratual.

Novas concessões vão modernizar contratos

Embora os cinco terminais já estejam em operação, os contratos atuais estão próximos do encerramento, o que motivou a realização de novas licitações.

De acordo com André Ludolfo, a atualização dos contratos permitirá incorporar modelos mais modernos de gestão, ampliar a segurança jurídica para investidores e operadores e aperfeiçoar os mecanismos de remuneração da estatal.

O diretor ressaltou ainda que a continuidade das operações está garantida durante o processo de transição. Caso um novo operador assuma algum dos ativos, será estabelecido um período de adaptação para evitar interrupções na movimentação de cargas.

Infra S.A. prepara oferta permanente de novas áreas

Além das concessões já previstas, a estatal trabalha na criação de uma oferta pública permanente de áreas destinadas à implantação de novos terminais ferroviários do tipo greenfield, ampliando o portfólio atualmente composto por ativos já existentes, conhecidos como brownfield.

A proposta permitirá que empresas interessadas avaliem oportunidades de investimento de forma contínua, sem depender da abertura de editais específicos para cada área disponível.

Planejamento segue independentemente do calendário eleitoral

A Infra S.A. afirma que o cronograma de projetos permanece inalterado e segue as diretrizes estabelecidas pelo Ministério dos Transportes.

Entre as prioridades estão a estruturação dos novos terminais em Tocantins, o desenvolvimento da FICO (Ferrovia de Integração Centro-Oeste), da FIOL (Ferrovia de Integração Oeste-Leste) e os estudos para a futura concessão da Ferrovia Açailândia-Barcarena.

Segundo a estatal, eventuais mudanças de governo poderão resultar em novas orientações estratégicas, mas, até o momento, a expectativa é manter o andamento normal dos projetos já previstos na carteira.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

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