Portos

Porto de Las Palmas se torna alternativa estratégica para exportações de Santa Catarina diante de tarifas dos EUA

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) promoveu nesta terça-feira (2) um webinar com representantes da Autoridade Portuária de Las Palmas, na Espanha. Localizado em posição estratégica no Oceano Atlântico, entre Europa, África e América, o porto é considerado um importante hub logístico e de abastecimento internacional.

O encontro ocorre em meio às discussões sobre a proposta do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 25% sobre importações brasileiras, medida vinculada à Seção 301 da legislação comercial norte-americana, o que tem levado o setor industrial a buscar novos destinos e rotas de exportação.

Espanha ganha relevância como porta de entrada para Europa e África

O presidente da FIESC, Gilberto Seleme, destacou que o cenário reforça a importância de ampliar parcerias internacionais, especialmente no contexto do acordo Mercosul–União Europeia.

Segundo ele, a Espanha se consolida como um ponto estratégico para a indústria catarinense, funcionando como porta de entrada para os mercados europeu e africano.

Seleme também ressaltou o potencial de expansão em setores como manufatura, agroindústria, energia e tecnologia, diante do avanço das relações comerciais entre os blocos.

Conexão entre Santa Catarina e o porto espanhol avança

O evento contou com a participação de Francisco Javier Trujillo Ramírez, diretor-geral da Autoridade Portuária de Las Palmas, e apoio da Câmara de Comércio Brasil–Espanha.

De acordo com a presidente do Conselho de Comércio Exterior da FIESC, Maite Bustamante, empresas catarinenses já começaram a aproveitar as primeiras oportunidades abertas com a entrada em vigor de novos termos do acordo internacional neste ano.

Ela lembrou que companhias do estado foram as primeiras a obter autorizações de exportação no novo cenário comercial.

Missão empresarial fortalece presença catarinense na Espanha

Para ampliar a integração com o mercado espanhol, a FIESC liderou recentemente uma missão empresarial multissetorial ao país europeu.

A agenda incluiu reuniões em Madri e em Las Palmas, nas Ilhas Canárias, com foco no setor de máquinas e equipamentos, além de articulações com potenciais parceiros comerciais.

Comércio entre Santa Catarina e Espanha movimenta milhões

Em 2025, Santa Catarina exportou US$ 98,75 milhões para a Espanha. Entre os principais produtos enviados estão carnes de aves, motores elétricos, madeira serrada e compensada e móveis.

No sentido inverso, as importações catarinenses somaram US$ 322 milhões, com destaque para pigmentos industriais, azeite de oliva, cosméticos e medicamentos.

FIESC oferece apoio técnico para ampliar competitividade externa

Diante do cenário de possíveis tarifas dos Estados Unidos e da abertura de oportunidades na Europa, a FIESC reforçou que está disponibilizando sua estrutura técnica para apoiar as empresas exportadoras.

Por meio de serviços de inteligência comercial, a entidade auxilia na identificação de mercados e compradores internacionais.

Além disso, os Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia oferecem suporte para adequação de produtos, processos e certificações, garantindo conformidade com as exigências regulatórias do mercado europeu.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: AdobeStock

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Exportação

Taxação de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros ameaça exportações de Santa Catarina

A possível aplicação de uma tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros acendeu um alerta na indústria de Santa Catarina. A avaliação é da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), que vê risco de impacto direto na competitividade das exportações do estado.

A proposta partiu do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), no âmbito da Seção 301 do Trade Act de 1974, e mira principalmente produtos manufaturados — segmento relevante na pauta exportadora catarinense.

Exportações de Santa Catarina podem ser diretamente afetadas

Segundo a FIESC, a preocupação é maior porque a estrutura das exportações de Santa Catarina para o mercado norte-americano é concentrada em bens industrializados.

O presidente da entidade, Gilberto Seleme, afirma que o cenário exige atenção. Para ele, a medida é especialmente sensível para o estado devido ao perfil dos embarques destinados aos Estados Unidos, fortemente baseado em produtos de maior valor agregado.

Estudo aponta possível impacto sobre a pauta exportadora

Uma análise preliminar da FIESC indica que apenas entre 3,2% e 5,8% das vendas externas catarinenses para os EUA estariam fora do alcance das novas tarifas propostas.

No entanto, parte dos itens já é tributada por outras regras, como as tarifas globais da Seção 232, que incluem setores como aço e alumínio, o que reduz o universo de produtos efetivamente atingidos.

Com isso, a fatia da pauta exportadora de Santa Catarina potencialmente isenta da nova taxação pode variar entre 25,2% e 41,2%, dependendo da classificação adotada entre os sistemas brasileiro e norte-americano.

FIESC orienta revisão detalhada por parte das empresas

A federação recomenda que os exportadores realizem uma checagem individual dos produtos enviados aos Estados Unidos, já que a lista de exceções inclui cerca de 1,7 mil itens.

A orientação é que cada empresa avalie se seus produtos estão entre os contemplados como exceção ou sujeitos à nova cobrança.

Entidades acompanham negociações internacionais

A FIESC afirma que está preparada para atuar na defesa do setor produtivo catarinense. Como a proposta ainda não é definitiva e passa por consulta pública, a entidade pretende atuar em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A estratégia inclui articulação com autoridades e acompanhamento das negociações entre Brasil e Estados Unidos, com foco na preservação da relação comercial bilateral e na proteção das exportações industriais.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC

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Indústria

Indústria do Sul de Santa Catarina amplia potencial de exportações com polos internacionais

A indústria do Sul de Santa Catarina reúne condições favoráveis para ampliar sua presença no mercado externo, apoiada em dois polos industriais com inserção internacional: o de cerâmica e o de produtos de madeira. Em 2024, o polo cerâmico somou US$ 105,9 milhões em exportações, enquanto o segmento madeireiro alcançou US$ 54,3 milhões em vendas ao exterior.

Os dados fazem parte de um levantamento do Observatório Nacional da Indústria, com estudo conduzido pelo Observatório FIESC, que identificou as principais concentrações produtivas estratégicas do país.

Base industrial diversificada fortalece a região

De acordo com o estudo, o Sul catarinense possui uma estrutura industrial ampla, com 40,3 mil empreendimentos, dos quais cerca de 10 mil são indústrias, representando aproximadamente 25% da atividade econômica regional.

O parque industrial é liderado por Criciúma, que concentra 1,74 mil indústrias, seguida por Tubarão (1,2 mil) e Araranguá (672).

Tradição produtiva impulsiona competitividade global

Para o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Gilberto Seleme, o desempenho da região está ligado à sua trajetória histórica e à capacidade de adaptação produtiva.

“O Sul de Santa Catarina se desenvolveu a partir da cultura do carvão e construiu uma base industrial sólida. A região conseguiu transformar tradição em competitividade internacional, com destaque histórico para o setor cerâmico e crescimento consistente da indústria de produtos de madeira”, afirma.

Polo cerâmico lidera exportações do Sul catarinense

O polo cerâmico é o principal destaque da pauta exportadora regional. Somente a cerâmica não vitrificada respondeu por cerca de US$ 100 milhões em vendas externas em 2024. Os principais destinos foram Estados Unidos (US$ 26,7 milhões), Paraguai (US$ 17,6 milhões), Uruguai (US$ 10,6 milhões) e Argentina (US$ 9,1 milhões).

O setor reúne 631 empresas e emprega aproximadamente 11,5 mil trabalhadores.

Segundo o coordenador do estudo, Marcelo de Albuquerque, o polo cerâmico do Sul de SC está entre os mais consolidados do país, com empresas de referência como Eliane (Mohawk) e Angelgres.

“A região construiu um ecossistema completo, que envolve desde a extração de matéria-prima até processos industriais altamente automatizados e foco em design. Essa estrutura explica a presença sólida em mercados exigentes, como o norte-americano”, destaca.

Indústria de madeira avança no mercado internacional

O polo de produtos de madeira exportou US$ 54,3 milhões em 2024, com destaque para pallets, madeira em forma e artigos como molduras. O segmento de molduras está concentrado em Braço do Norte, com empresas como Moldurarte e Sul America.

Os Estados Unidos absorvem 39,3% das exportações do polo, seguidos por Chile e Colômbia. O setor emprega cerca de 4,5 mil pessoas, distribuídas em 540 empresas.

Indústria é motor de emprego na região

Além do desempenho exportador, o Sul catarinense se destaca na geração de empregos industriais. São 128,6 mil trabalhadores na indústria, de um total de 318,9 mil empregos formais na região.

Criciúma lidera como maior empregador industrial, com 24,9 mil postos de trabalho, seguida por Tubarão (12 mil) e Içara (10,3 mil), reforçando a importância do setor produtivo para o desenvolvimento regional.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Anfacer/Divulgação

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Exportação

Exportações de Santa Catarina para a Argentina avançam 25,2% com retomada da economia argentina

As exportações de Santa Catarina para a Argentina registraram um salto de 25,2% entre janeiro e outubro deste ano, somando US$ 746 milhões. O resultado reflete a recuperação econômica argentina e o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países. No mesmo período, as vendas do Brasil para a Argentina atingiram US$ 15,85 bilhões, alta de 41,4%, enquanto as exportações totais brasileiras cresceram 9,1%, segundo dados da FIESC.

Indústrias catarinenses buscam novos negócios em Buenos Aires

Acompanhando esse movimento positivo, cerca de 20 indústrias do setor moveleiro de Santa Catarina participam, nos dias 10 e 11 de novembro, do Encontro de Negócios SC-Argentina, promovido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) na Embaixada do Brasil em Buenos Aires.

O evento reúne o embaixador do Brasil na Argentina, Julio Glintenick Bitelli, o governador Jorginho Mello, o presidente da FIESC, Gilberto Seleme, e representantes da indústria argentina. A agenda inclui apresentações institucionais e rodadas de negócios entre empresas catarinenses e potenciais compradores argentinos.

Argentina dá sinais de recuperação econômica

“O momento é extremamente favorável para ampliarmos as parcerias comerciais, já que a Argentina demonstra sinais de crescimento econômico”, afirmou Seleme. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), após dois anos de retração, o PIB argentino deve crescer 4,5% em 2025, impulsionado pela queda da inflação e pela recuperação do poder de compra da população.

Bruno Pauli, do Grupo 4B, um dos empresários participantes da missão, destacou o potencial de consumo dos argentinos. “Quando vêm a Santa Catarina como turistas, eles investem, compram imóveis e movimentam a economia. Agora, queremos levar nossos produtos até eles e fortalecer os laços comerciais”, afirmou.

Vantagens logísticas reforçam competitividade catarinense

A proximidade geográfica e a estrutura logística de Santa Catarina também favorecem o comércio com o país vizinho. O porto seco de Dionísio Cerqueira, no extremo oeste catarinense, é hoje a aduana com melhor infraestrutura da fronteira com a Argentina, com 23 mil caminhões registrados em 2024.

“Santa Catarina tem uma posição estratégica no Mercosul, mantém relações comerciais e culturais com a Argentina e oferece produtos reconhecidos pela qualidade brasileira”, reforçou o presidente da FIESC.

As rodadas de negócios entre as indústrias catarinenses e os compradores argentinos acontecem na terça-feira, 11 de novembro, encerrando o evento com foco na expansão das exportações do estado.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Visit Buenos Aires

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Agronegócio

Agronegócio de Santa Catarina bate recordes e reforça protagonismo nacional

Santa Catarina se mantém como referência nacional no agronegócio, registrando desempenho expressivo em diversas cadeias produtivas, segundo dados de 2024 do IBGE e do Observatório Agro Catarinense. Com apenas 95,7 mil km² e 8,2 milhões de habitantes, o estado ocupa a 20ª posição em extensão territorial, mas está entre os oito maiores destaques do setor agropecuário do Brasil.

Peso econômico do agronegócio em SC

O agronegócio catarinense representa cerca de 25% do PIB estadual, sendo 6,7% do valor adicionado total proveniente diretamente da agropecuária. O estado conta com 183 mil estabelecimentos agropecuários, ocupando 6,4 milhões de hectares e gerando quase 500 mil empregos diretos. Em 2024, o Valor da Produção Agropecuária (VPA) atingiu R$ 63,8 bilhões, distribuídos entre produção animal (R$ 38,9 bilhões), lavouras (R$ 21,6 bilhões) e produção florestal (R$ 3,3 bilhões).

Segundo Carlos Chiodini, secretário de Agricultura e Pecuária, o desempenho reflete o trabalho conjunto de produtores, cooperativas, agroindústrias e políticas públicas estaduais.

“Santa Catarina aposta em desenvolvimento sustentável, tecnologia, inovação e sanidade, agregando valor à produção e garantindo presença internacional. Seguimos ampliando a competitividade e fortalecendo a economia do campo”, afirma Chiodini.

Eficiência produtiva e exportações

Em 2024, as exportações agropecuárias somaram US$ 7,6 bilhões, correspondendo a 65% das vendas externas do estado. Produtos como carnes, madeira, frutas e mel reforçam o perfil diversificado e competitivo de Santa Catarina no comércio exterior.

A agricultura e a silvicultura também se destacam: o estado possui 1,97 milhão de hectares cultivados, sendo 1,89 milhão em lavouras anuais, 78 mil hectares de lavouras permanentes e 981 mil hectares de silvicultura, com predomínio de pínus (667 mil ha) e eucalipto (283 mil ha).

Para Luiz Toresan, analista da Epagri/Cepa, a eficiência produtiva e a agregação de valor garantem competitividade nacional e internacional, permitindo acesso a mercados exigentes.

“A integração da agroindústria, sobretudo em carnes, leite e frutas, proporciona ganhos de escala e maior controle de qualidade, consolidando Santa Catarina como produtora de alimentos de excelência”, explica Toresan.

Destaques nacionais em produção agropecuária

Santa Catarina liderou em 2024 a produção de carne suína (29,3% do total nacional, 1,6 milhão de toneladas), cebola (31,8%, 534,5 mil toneladas) e maricultura, com 7,2 mil toneladas, representando 91,6% da produção nacional.

O estado também se destacou como vice-campeão nacional em diversas cadeias: arroz (1,1 milhão de toneladas, 10,6%), carne de frango (1,83 milhão de toneladas, 13,8%), maçã (464,8 mil toneladas, 46,6%), fumo (170 mil toneladas, 26,7%), além de carpas, palmito, pêra, pinhão e truta.

Na terceira colocação nacional, figuram produtos como aveia (51,1 mil toneladas, 4,7%), trigo (421,3 mil toneladas, 5,5%), erva-mate (139,8 mil toneladas, 11,5%), lenha (8,3 milhões m³, 11,1%) e frutas de clima temperado, como pêssego e noz.

Em quarto lugar, o estado se destacou na produção de banana (752,6 mil toneladas, 10,3%), leite (3,3 bilhões de litros, 9,2%), tilápia (35,7 mil toneladas, 8,1%), madeira plantada (20,2 milhões m³, 10,8%) e maracujá (37,4 mil toneladas, 5,1%).

Exportações reforçam protagonismo internacional

Santa Catarina liderou as exportações de carne suína (US$ 1,7 bilhão), madeira e obras de madeira (US$ 1,3 bilhão) e móveis de madeira (US$ 236,4 milhões). Também se destacou em carne de peru, sucos de maçã, carne de pato e banana.

Na segunda posição nacional, figuram carne de frango (US$ 2,3 bilhões), outras proteínas animais (US$ 197,6 milhões), tabaco (US$ 137,2 milhões) e produtos complementares, além de bebidas não alcoólicas e maçãs frescas.
O estado conquistou ainda o terceiro lugar em ovos e gemas, papel, mel e arroz, com faturamento relevante.

“Santa Catarina consolida-se como referência em qualidade, sanidade e valor agregado, impulsionada por um modelo produtivo eficiente e competitivo”, afirma Dirceu Leite, presidente da Epagri.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
TEXTO: Redação
IMAGENS: Aires Mariga/Epagri/Eduardo Valente/Secom GOVSC

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Exportação

Exportações de Santa Catarina crescem 5% entre janeiro e setembro

Faturamento nos primeiros nove meses de 2025 é o segundo maior da série histórica e reforça pujança da economia catarinense

As exportações de Santa Catarina cresceram 5% entre janeiro e setembro, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira, 6. O percentual representa o salto de US$ 8,5 bilhões nos primeiros nove meses de 2024 para US$ 9 bilhões no mesmo período de 2025. Além disso, o faturamento deste ano é o segundo maior da série histórica e reforça a pujança da economia catarinense.

Os produtos do agronegócio seguem liderando a pauta exportadora catarinense. A carne suína (US$ 1,29 bilhão), carne de aves (US$ 1,29 bilhão) e a soja (US$ 447 milhões) são os principais itens de exportação de Santa Catarina em 2025. Na sequência aparecem motores elétricos (US$ 416 milhões), peças para motores (US$ 276 milhões), bem como madeira cortada (US$ 270 milhões).

“Santa Catarina é uma potência que exporta para mais de 200 destinos pelo mundo. Isso é fruto de um povo trabalhador, empreendedor, que produz com capricho e excelência. Por isso que a nossa produção é muito competitiva em mercados internacionais. O Governo do Estado faz o dever de casa apoiando o investimento produtivo, qualificando os portos e aeroportos e desburocratizando a economia”, destacou o governador Jorginho Mello.

Segundo melhor resultado para setembro

Os dados de exportações mostram que em setembro Santa Catarina registrou o segundo melhor resultado da série histórica para o mês, com faturamento de US$ 1,05 bilhão. O desempenho só ficou atrás de setembro de 2024, quando o estado faturou US$ 1,07 bilhão. Ou seja, houve recuo de 1,2% na comparação anual.

“A produção de Santa Catarina é muito diversificada e ingressa nos mercados mais exigentes do mundo. O estado tem vocação para exportar, principalmente produtos com maior valor agregado. Essa condição é fundamental para colocar Santa Catarina como o estado com a menor taxa de desemprego e o maior crescimento econômico do país”, afirma o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck. 

No mês, as exportações de Santa Catarina registram recuo nos envios para EUA (-54%) e China (-1%), que são os principais compradores do estado. No entanto, o faturamento cresceu forte para países importantes como Chile (+49,6%), Filipinas (+42,8%) e Paraguai (+25,6%). Outros destinos relevantes também aumentaram as compras dos produtos catarinenses. É o caso de Japão (+12%), Arábia Saudita (+7,7%), México (+6,7%) e Argentina (+6,2%). 

Ou seja, o crescimento das exportações para diversos países garantiu o resultado acima da média histórica para o mês de setembro. 

Histórico de exportações de Santa Catarina (janeiro-setembro)

  • 2019 – US$ 6,8 bilhões
  • 2020 – US$ 6,1 bilhões
  • 2021 – US$ 7,4 bilhões
  • 2022 – US$ 9,2 bilhões
  • 2023 – US$ 8,8 bilhões
  • 2024 – US$ 8,5 bilhões
  • 2025 – US$ 9 bilhões

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Ricardo Wolffenbuttel/Arquivo/Secom

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